Câmara aprova PL que cria política de bem-estar para os profissionais da educação

A Câmara dos Deputados aprovou, nessa quarta-feira (4), o Projeto de Lei (PL) 1.540/2021, de autoria do deputado federal Professor Israel (PV-DF) e da deputada Professora Rosa Neide (PT-MT), que cria a política de bem-estar, saúde e qualidade de vida no trabalho e valorização dos profissionais da Educação. O texto, que segue agora para o Senado Federal, lista os objetivos e diretrizes a serem seguidos nos planejamentos governamentais para a prevenção do adoecimento desses(as) trabalhadores(as).

 

O PL prevê práticas que promovam o bem-estar no trabalho de maneira sustentável, humanizada e duradoura. O texto aprovado foi o substitutivo da deputada Tabata Amaral (PDT-SP), o qual determina que os planos deverão ser elaborados em até 1 ano após de o projeto virar lei. Para as escolas privadas, os planos serão optativos.

Os planos deverão também conter indicadores de gestão atualizados anualmente e instrumentos de avaliação das metas, com publicação de relatório ao fim da gestão do Poder Executivo para permitir a medição dos resultados e os impactos dos planos no clima organizacional e nas vivências dos profissionais de educação no ambiente de trabalho.

 

“O PL 1540/2021 integra o ‘Tsunami da Educação’ – inciativa da Frente Parlamentar Mista da Educação, Comex-MEC e Comissão de Educação. E o considero muito importante para este momento de crise provocado pela pandemia. O texto define aspectos gerais, diretrizes e objetivos da política de qualidade de vida no trabalho e valorização dos profissionais. É uma grande vitória e buscaremos muitas outras”, promete o deputado Professor Israel, presidente da Frente Parlamentar Mista da Educação.

 

Co-autora do PL, a deputada federal Rosa Neide postou nas redes sociais a notícia da aprovação do projeto. “Acabamos de aprovar na Câmara dos Deputados o projeto de lei (PL 1540/21) que cria política de bem-estar para os profissionais da educação. Estudos comprovam que com a pandemia, houve um aumento de 72% nos casos de profissionais da educação com ansiedade, depressão e estresse. O objetivo do projeto é promover saúde integral, desenvolvimento pessoal e profissional e práticas de gestão de trabalho”, escreveu.

 

A deputada federal Erika Kokay (PT-DF) também postou nas redes sociais uma análise sobre a importância desse PL e explicou que a proposta diz respeito a uma política de bem-estar, de qualidade de vida para os profissionais da educação. “Nada mais justo! Há educadores que são vítimas da síndrome de Burnout ou da exaustão. Diz com razão Paulo Freire que, se a educação não resolve tudo, sem a educação não se resolve nada. Educadores lidam com as pessoas por inteiro. Os educadores em sala de aula fazem uma política que mais dialoga com a família, com a comunidade”.

 

Erika observou que esses profissionais são vítimas de várias violações pelas condições inadequadas de trabalho, porque em grande medida o educador detecta a violação de direitos que atinge crianças e adolescentes, mas não tem uma rede para garantir aquele direito. “Portanto, educadores e educadoras são fundamentais para a construção de um país com consciência crítica, que é o direito de estranhamento, o direito de construção de novos valores, porque assim caminha a própria humanidade e a inteligência humana”.

 

O deputado Vicentinho (PT-SP), que também é professor, observou as atuais condições de volta às aulas e a importância do PL. “Veja a volta ao trabalho, o reinício das aulas presenciais, sem condição adequada, sem vacinação, sem respeito aos trabalhadores da educação e aos professores e professoras é, por exemplo, uma violência”, destacou.

 

No entendimento da diretoria colegiada do Sinpro-DF, trata-se de uma iniciativa importante não só neste momento de volta às aulas sem condições sanitárias para o retorno em plena pandemia do novo coronavírus, mas também para toda a Educação em qualquer tempo porque é um setor que sofre com todo tipo de problemas nas condições de trabalho e salariais e que não tem o seu reconhecimento por parte do Estado. “Um dos objetivos do PL 1540/21 é prevenir o adoecimento com a redução do absenteísmo”, afirma.

 

A diretoria também aponta esse PL como um exemplo de atuação de parlamentares eleitos pela classe trabalhadora nas eleições gerais do País e ressalta a importância de a categoria votar em políticos comprometidos com os interesses da nossa classe profissional, com a educação pública, gratuita e de qualidade e com os interesses da classe trabalhadora.

 

Observa ainda que o PL 1540/21 chega num momento importante em que o povo brasileiro está completamente estressado e doente por causa da política econômica neoliberal, de exclusão social, desemprego e rapinagem do dinheiro público, conduzida pelo banqueiro Paulo Guedes no Ministério da Economia. Além disso, quem está empregado, vive um retrocesso imenso nas condições de trabalho, nas relações de trabalho.

 
 

MATÉRIA EM LIBRAS

No Dia Nacional da Saúde, o Sinpro lança Cartilha de Adicional de Insalubridade e analisa o quadro clínico do País

O Brasil comemora, nesta quinta-feira (5/8), o Dia Nacional da Saúde. Parece contraditório o Sinpro-DF começar o dia falando em comemoração da saúde num País doente. Embora seja capaz de debelar qualquer pandemia com seus próprios recursos financeiros do Orçamento público e com dinheiro advindo de suas riquezas minerais e empresas nacionais e tenha mais de 100 anos de um histórico de campanhas bem-sucedidas de vacinação, o Brasil não conseguiu aplacar a pandemia da Covid-19. Não teve, em 2020/21, capacidade para mostrar sua expertise secular e consolidada competência em imunização em massa.  É o terceiro no mundo em número de mortes evitáveis por Covid-19.

 

Os dados da pandemia foram subnotificados deliberadamente pelo governo federal para omitir da população a gravidade do problema sanitário, dificultar a pesquisa científica e, principalmente, anuviar o destino do dinheiro público da Saúde e do combate à pandemia. Contudo, mesmo com subnotificação, em apenas 15 meses, já morreram mais de 560 mil brasileiros da doença. É justamente por isso que o Sinpro-DF enaltece o 5 de agosto, lança a Cartilha de Adicional de Insalubridade e lembra que a data foi escolhida para celebrar o nascimento do médico sanitarista Oswaldo Cruz.

 

Ele foi um importante personagem na história da pesquisa científica e medicina brasileiras e protagonista no combate e erradicação das epidemias de pestes, febre amarela e varíola no começo do século XX. Nasceu no dia 5 de agosto de 1872, em Petrópolis, Rio de Janeiro, e faleceu em 11 de fevereiro de 1917. Foi médico, bacteriologista, epidemiologista e sanitarista. Pioneiro no estudo das moléstias tropicais e da medicina experimental, fundou, em 1900, o Instituto Soroterápico Federal, no bairro de Manguinhos, no Rio, transformado em Instituto Oswaldo Cruz e, hoje, com o nome de Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), é respeitado internacionalmente e atual responsável pela fabricação da vacina da AstraZeneca contra Covid-19.

 

A partir da atuação de Oswaldo Cruz, o Brasil desenvolveu e consolidou sua soberania nacional em pesquisa científica e medicina tropical e uma grande capacidade de vacinar em massa toda a população em pouco tempo. É um país reconhecido mundialmente por isso. O Programa Nacional de Imunizações (PNI) já enfrentou grandes desafios e conseguiu vencer todas as epidemias que aportaram em terras nacionais. É experiente em campanhas para atender e proteger nossa imensa população de mais de 210 milhões de pessoas em todo tipo de lugar. O PNI dava conta de tudo isso em poucos meses. Com nosso dinheiro público, o País desenvolveu uma estrutura com capacidade para imunização tão eficiente que foi copiada por todos os países do mundo, principalmente pelos países ricos.

 

“Mas, no governo Jair Bolsonaro (ex-PSL), o Brasil está patinando na vacinação. Parece que nunca teve expertise no assunto. A vacinação contra o novo coronavírus é lenta e o descaso no combate à pandemia é um crime de lesa-humanidade. Uma vergonha sem tamanho. Parece que vacinar se tornou um desafio intransponível para um país com expertise no tema. Começa pela falta do principal: a vacina. Não podemos deixar de pensar que é a política neoliberal atrapalhando”, afirma Élbia Pires, coordenadora da Secretaria para Assuntos de Saúde do Trabalhador do Sinpro-DF.

 

Sinpro-DF mostra que o Brasil está muito doente

 

A diretoria colegiada do Sinpro-DF afirma que pode parecer um contrassenso falar em comemoração da saúde neste momento. Mas reforça que, neste 5 de agosto, é importante não somente lembrar do legado de Oswaldo Cruz e da capacidade do Brasil de fazer frente a qualquer pandemia, mas das outras doenças sociais já superadas que voltaram com força nos últimos 5 anos. Destaca que, por causa do governo Bolsonaro, o País está tomado de outras pandemias e epidemias. Muitas das quais haviam sido superadas na última década com serviços e políticas públicas de qualidade e presença do Estado de bem-estar social forte.

 

“Há doenças graves devastando o território nacional, como, por exemplo, a violência armada, o desemprego, a fome e suas consequências, que voltaram com toda a força depois do golpe de Estado de 2016, e agravaram-se em 2020 e 2021. O desemprego já adoece 14,8 milhões de brasileiros e todo dia esse número aumenta”, afirma a diretoria. Os dados, divulgados em julho/2021, são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 

 

Em junho de 2021, a Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar (Rede Penssan) divulgou um levantamento que revelou a existência de 19,1 milhões de brasileiros que, efetivamente, passam fome em um quadro de insegurança alimentar grave. Os dados são parte do Inquérito Nacional sobre Insegurança Alimentar no Contexto da Pandemia da Covid-19 no Brasil, desenvolvido pela Rede Penssan. A pesquisa denunciou que mais da metade da população está em situação de insegurança alimentar seja leve, moderada ou grave. Mostra que o total passou de 36,7% dos domicílios, em 2018, para 55,2% no fim de 2020.

 

O Brasil, que foi a sexta maior economia do mundo entre os anos 2003 e 2014, e aspirava se tornar a quinta, caiu, vertiginosa e vergonhosamente, entre 2016 e 2021. Este ano caiu mais ainda para a 13ª posição no ranking mundial. Você pode chegar até aqui neste texto e dizer que isso é abordagem de esquerda. Mas não é não. É resultado do estudo World Economic League Table 2021, feito, anualmente, pelo Centre for Economics and Business Research (CEBR). Isso sem contar o aumento da violência.

 

Em apenas 3 anos, de 2019 a 2021, o País registrou um arsenal de pelo menos uma arma a cada 100 brasileiros. São 2.077.126 exemplares nas mãos da sociedade civil, aqui incluídas as armas pessoais de policiais e militares. Só em 2020 foram registradas 186.071 novas armas, um aumento de 97,1% em relação ao ano anterior. O resultado disso é que o País, que, com o Estatuto do Desarmamento, havia reduzido a pandemia de assassinatos e o índice de mortes por armas de fogo, desde 2003, e estava superando essa doença social, hoje se vê gravemente doente de violência.

 

Os dados são do Anuário do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, divulgado no início de julho. No documento, o FBSP diz que, em 2020, a alta na posse de armas após flexibilização de regras promovidas por Bolsonaro teve como consequência o aumento de homicídios, que voltam a crescer após 2 anos de retração, com destaque para crimes contra população LGBTQIA+ e juventude pobre e negra.

 

Diante dessa situação, a população está cada vez mais doente e nossa categoria também. Assim, o Sinpro-DF aproveita a oportunidade para lançar a Cartilha Adicional de Insalubridade. https://sinpro25.sinprodf.org.br/wp-content/uploads/2021/08/Insalubridade.pdf Com ela, a diretoria colegiada do sindicato, por meio da Secretaria para Assuntos de Saúde do Trabalhador, disponibiliza todas as informações rápidas e necessárias para que a categoria conheça seus direitos e deveres quando o assunto é adicional de insalubridade. Clique aqui e confira a cartilha

 

A Cartilha Adicional de Insalubridade é a sétima que o Sinpro-DF disponibiliza este ano. Com as cartilhas, a entidade oferece uma forma ágil de acesso e uso da legislação e outras informações sobre as questões trabalhistas que envolvem a relação do trabalhador da educação com o Governo do Distrito Federal (GDF).

 

Clique no título da Clínica do Trabalho, a seguir, e acesse todas as cartilhas lançadas:

 

Clínica do Trabalho

 
 

MATÉRIA EM LIBRAS

Programa DESCOMPLICANDO

Participe da 9ª edição do programa Descomplicando, que vai ao ar nesta quarta-feira (04/8), às 17h, com Dão Real Pereira dos Santos, auditor fiscal, vice-presidente do IJF (Instituto Justiça Fiscal) e integrante do Coletivo Auditores Fiscais pela Democracia. Ele também faz parte da coordenação da Campanha Tributar os Super-Ricos.

O programa está nas redes quinzenalmente, às quartas feiras. A transmissão será pelo facebook do Tributar os Super-Ricos e pela página oficial do Sinpro, a partir das 17h.

A iniciativa é uma parceria da Rede Soberania, Brasil de Fato RS, Instituto Justiça Fiscal, Democracia e Direitos Fundamentais e a Campanha Tributar os Super-Ricos,  além de contar com o apoio do Sinpro e entidades. 

 

 

UESDF convoca estudantes para plenária sobre volta às aulas nesta quinta (5)

A União dos Estudante do Distrito Federal (UESDF) convoca a todos os(as) estudantes do Distrito Federal para uma plenária sobre a volta às aulas, nesta quinta-feira (5/8), às 14h, na Biblioteca Nacional. A direção do movimento estudantil informa que todos(as) os(as) estudantes do DF estão convocados(as).

 

Em postagem divulgada pelo Instagram, a UESDF afirma que “nesta segunda (2/8), deu início ao retorno às aulas presenciais na rede pública do Distrito Federal, muitos de nós estudantes estaremos voltando às salas de aula depois de mais de um ano afastados por conta da pandemia. Momento de muita atenção e importância para os estudantes conseguirem acessar educação com qualidade, saúde e com muita luta. Por isso, nesta quinta-feira, dia 5 de agosto, estaremos reunindo os estudantes do Distrito Federal, às 14h,na Biblioteca Nacional para discutir o retorno das aulas de forma segura”, escreve.

 

Na postagem, a UESDF avisa a todos(as) para utilizarem máscara e álcool em gel e pede para entrarem no Instagram @uesdfoficial, na postagem sobre a plenária, e dizer nos Comentários qual a suas expectativas para as voltas aulas presenciais.

 

Sinpro-DF convida para live sobre tributação e desigualdade no Brasil

O Sinpro-DF convida a todos e todas para a live do ciclo de debates sobre justiça fiscal, nesta terça-feira (3/8), às 19h30, pelo YouTube do Instituto Lula Oficial e do Instituto Justiça Fiscal e pelo Facebook do Tributar os Super-Ricos. Nesta edição, o ciclo de debates traz Rosa Chieza e Paulo Gil Holck Introíni para debater “Tributação e desigualdade no Brasil”.

A atividade faz parte do ciclo de formação sobre “Desenvolvimento, novas desigualdades e Justiça Fiscal no Brasil”, promovido pelo Instituto Lula e a Campanha Tributar os Super-Ricos.

 

Nos 40 anos, Proem entrega cestas básicas para famílias em vulnerabilidade econômica

Cinquenta famílias vítimas econômicas da covid-19 e da ausência de políticas públicas dos governos federal e do DF receberam cestas básicas, roupas e calçados da equipe gestora da Escola do Parque da Cidade – Proem. A ação foi realizada nesse sábado, 31 de julho, quando a escola completou 40 anos.

“Tínhamos combinado uma ação com a ONG Alma Lavada. E essa ação, que consiste na entrega de cestas básicas, coincidiu de ser justamente no dia do aniversário de 40 anos do Proem. No dia, atendemos 50 famílias, e ainda atenderemos outras dez nos próximos dias”, explica o gestor da escola, Isaac Souza Zaks.

O Proem é uma escola de natureza especial, em que crianças e adolescentes de 11 a 17 anos cursam o ensino fundamental. Segundo o gestor, 100% do público do Proem está em idade/ano defasado, além de estar submetido a condições de vulnerabilidade econômica. “Temos famílias de todas as regiões administrativas do DF, e todas em vulnerabilidade; algumas em extrema pobreza”, diz.

Há 16 anos no Proem, Isaac fala da ação com satisfação e esperança, um fôlego em tempos difíceis. “Nossa missão é acolher os excluídos e transformar a vida dessas famílias.”

Sinpro-DF lança o Folha do Professor 208 e mostra a importância do voto

O seu voto é responsável pelas tragédias ou felicidades do povo de um país. Para mostrar a importância do seu voto na sua própria vida, recorremos a uma pergunta: o que ocorre numa sociedade em que não há o instrumento do voto? No geral, são sociedades aristocráticas, autoritárias, nas quais não há nenhuma possibilidade de se debater novas demandas para a classe trabalhadora e muito menos realizar o debate sobre a ideia de igualdade.

 

O voto está vinculado, em maior ou menor grau, à quantidade de direitos dos(as) cidadãos e cidadãs e à democracia. Ou seja, o voto está totalmente ligado à ideia de liberdade de expressão, ao direito de cada um e de cada uma de ter e dar sua opinião, como também à possibilidade de encaminhar demandas para que sejam atendidas pelo Estado, tais como demandas de políticas públicas, de serviços públicos, de direitos civis.

 

Saber em quem votar é de suma importância porque se você elege um político autoritário, sem compromisso com os interesses da classe trabalhadora e com a soberania do nosso País, você elegerá um sistema autoritário conosco e subserviente com outros países que querem nos colonizar. Nesse sistema autoritário e num país colonizado, o qual não é dono de suas próprias riquezas e patrimônios, teremos grandes dificuldades para encaminhar as demandas de interesse dos(as) trabalhadores(as) e assegurar a democracia.

 

Se o seu voto vale um emprego e uma renda mensal, ele pode também valer o desemprego, a miséria, o genocídio. O voto tem muito valor. Mas, não um valor medido em benefícios individuais. Isso é a compra do voto, ou seja, uma corruptela do voto. O valor do voto é o fato de ele poder ser medido pelos ganhos sociais, benefícios coletivos, como um bom e público sistema de proteção social, de previdência, de emprego e renda para todos e todas, de desenvolvimento e crescimento do país, de escola, saúde e segurança públicas. O voto vale muito quando ele é articulado coletivamente para o bem comum da sociedade.

 

Nesta edição do Folha do Professor, o Sinpro-DF mostra, com dados atuais, a importância do seu voto e como ele interfere na vida pessoal de todos nós. Mostra, por exemplo, como a eleição de 2018 colocou para dentro dos Poderes Executivo e Legislativo do País um número elevado de políticos e empresários sem nenhum compromisso com a classe trabalhadora, famintos pelo fim da Constituição Federal em vigor. Nesta edição, você verá que o seu voto pode mudar tudo.

 

Clique no título do jornal, abaixo, e confira a importância do seu voto para você, sua família e seu País. 

 

Folha do Professor – Edição 208 – Julho de 2021

 

 
 

Sinpro-DF informa que haverá vacinação noturna de remanescentes nesta sexta (30)

A diretoria colegiada do Sinpro-DF informa que a Secretaria de Estado da Educação do Distrito Federal (SEE-DF) continua, nesta sexta-feira (30/7) e neste sábado (31), com a vacinação dos remanescentes. Para isso, reservou um posto de imunização único, situado à Praça dos Cristais, no QG do Exército — Setor Militar Urbano. A vacinação ocorre, exclusivamente, à noite, entre 18h e 22h, por “drive thru”.

 

Segundo a SEE-DF, um levantamento nas 14 Coordenações Regionais de Ensino (CRE) identificou 2.100 profissionais da Educação que ainda não foram imunizados. Com isso, o governo os dividiu em três grupos de 700 pessoas cada um e iniciou a repescagem nessa quinta-feira (29), com o primeiro grupo. Nesta sexta (30), vacina o segundo grupo de 700 professores(as)/orientadores(as); e, no sábado (31), finaliza com o último grupo.

 

A imunização dos remanescentes, segundo a SEE-DF, é feita com a vacina da Janssen – utilizada para imunizar a maioria dos demais profissionais da rede pública de ensino –, cujo protocolo de uso prevê apenas uma dose para atingir a imunização máxima.

 

Importante destacar que, ao se dirigirem ao posto de vacinação no SMU, os(as) professores(as) ou orientadores(as) educacionais convocados(as) devem levar: ficha para registro de doses aplicadas, documento pessoal com foto, contracheque, comprovante de vínculo empregatício.

 

Para acessar a ficha e as orientações, clique no link a seguir:

http://www.educacao.df.gov.br/plano-de-vacinacao-da-educacao/

 

Confira, a seguir, se seu nome está na lista dos convocados para esta sexta (30):

https://sinpro25.sinprodf.org.br/wp-content/uploads/2021/07/lista-vacinacao-30jul21-sexta-praca-cristais.pdf

Sinpro-DF divulga lista com local e nome de professores remanescentes convocados para vacinação noturna nesta quinta (29)

A diretoria colegiada do Sinpro-DF informa que a Secretaria de Estado da Educação do Distrito Federal (SEE-DF) divulgou, nesta quinta-feira (29), a lista com os nomes de professores(as) e orientadores(as) educacionais remanescentes para vacinação noturna, das 18h às 22h, desta quinta-feira (29).

 

De acordo com os critérios da SEE-DF, a vacinação da categoria é feita por uma chamada com os nomes dos(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais. Leia, no link a seguir, como é que a convocação é feita.

 

Importante destacar que, segundo a SEE-DF, ao se dirigirem ao posto de vacinação os(as) professores(as) ou orientadores(as) educacionais convocados(as) devem levar: Ficha para registro de doses aplicadas , documento pessoal com foto, contracheque, comprovante de vínculo empregatício.

Para acessar a ficha e as orientações, clique no link a seguir:

http://www.educacao.df.gov.br/plano-de-vacinacao-da-educacao/

Confira, a seguir, se seu nome está na lista dos convocados:

VACINAÇÃO – 29/07 – PRAÇA DOS CRISTAIS

NOTA DE PESAR | Morre, em Salvador, a professora Fran Demétrio

Professora Fran Demétrio durante atividade no Auditório Paulo Freire, do Sinpro-DF, em 2017

 

 

A diretoria colegiada do Sinpro-DF comunica, com grande pesar, o falecimento da professora Fran Demétrio. A professora morreu, na tarde dessa quarta-feira (28/7), em Salvador. A causa da morte não foi divulgada. Ela tratava sequelas da Covid-19.

 

Ela era docente da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB) desde 2011, lotada no Centro de Ciências da Saúde (CCS), e atuava como professora adjunta no curso de Bacharelado Interdisciplinar em Saúde (BIS) do Centro de Ciências da Saúde da Universidade e como professora permanente no Mestrado Profissional em Saúde da Família da Fiocruz.

 

Em nota, o Sinpro-DF manifesta seu profundo pesar e condolências aos familiares, amigos e colegas pela irreparável perda. Fran sempre participou das atividades relacionadas ao tema “gênero” promovidas pela Sinpro-DF. Sua última participação foi no seminário “Gênero, psicanálise e diversidade”, realizado no Auditório Paulo Freire no SIG, em março de 2019.

 

O jornal Correio da Bahia traçou o perfil da professora Fran Demétrio. Ela foi a primeira mulher trans professora da instituição. Com atuação de destaque no Núcleo de Gênero, Diversidade Sexual e Educação da Pró-Reitoria de Políticas Afirmativas e Assuntos Estudantis (PROPAAE) e no Programa de Educação pelo Trabalho – PET – Bacharelado Interdisciplinar em Saúde.

 

Pós-doutora em Filosofia pela Universidade de Brasília (UnB), com doutorado em Saúde Coletiva pela Universidade Federal da Bahia, Fran era líder, coordenadora e pesquisadora do Laboratório Humano de Estudos, Pesquisa e Extensão Transdisciplinares em Integralidade e Interseccionalidade do Cuidado em Saúde e Nutrição, Gêneros e Sexualidades  da UFRB.

 

Fran Demétrio integrava a Associação Brasileira de Profissionais pela Saúde Integral de pessoas Trans, Travestis e Intersexo (ABRASITTI) e o Coletivo de Trans Pra Frente (Salvador-BA). Foi coordenadora do Colegiado do curso de Graduação em Bacharelado Interdisciplinar em Saúde da UFRB, período em que foi Presidenta do Núcleo Docente Estruturante (NDE), no qual participou da construção do novo Projeto Pedagógico do Curso do BIS.

 

Em entrevista à TVE, em 2019, a professora falou sobre visibilidade trans e destacou que a negação da existência impacta psiquicamente na saúde das pessoas trans e travestis.

Acessar o conteúdo