TV SINPRO DESTA SEXTA-FEIRA (23), ABRE ESPAÇO PARA A CULTURA GEEK E GAMER NA REDE PÚBLICA DO DF. PARTICIPE!

Nesta sexta-feira (23), a partir das 16h30, o programa  TV SINPRO receberá o professor da rede pública do Distrito Federal, David Leonardo, para falar sobre cultura geek, games e esportes eletrônicos na rede de ensino do Distrito Federal. 

A ideia nasceu em 2016, quando o professor criou um projeto de cultura geek, nerd e gamer para trabalhar com os estudantes do Centro de Ensino Fundamental 34 da Ceilândia. Anos depois, em 2018, criou o projeto intitulado “ Centro Interdisciplinar de Esportes Eletrônicos”-(CIEEL), que foi aprovado pela Secretaria de Educação do Distrito Federal- (SEEDF) em 2019, ganhando notoriedade por ser o primeiro projeto de esportes eletrônicos para a rede pública do DF, sendo o primeiro do segmento no Brasil. 

O professor que ingressou na rede em 2013, atualmente, está na Diretoria de Educação Física e Desporto Escolar, coordenando a pasta de jogos e esportes eletrônicos. Por lá, o docente, que é apaixonado por games, elabora e organiza campeonatos de esportes eletrônicos para toda a rede de ensino do DF, pública e privada, trabalha, ainda, na elaboração de um curso de formação continuada para os docentes com o intuito de atender todos os estudantes e ensiná-los quanto a esse novo universo dos esportes eletrônicos. Segundo o professor, há muitos projetos para o futuro, e para ele, estes projetos são imprescindíveis para atender os estudantes e auxiliá-los a alcançar suas metas e sonhos. “A gente segue pensando e planejando projetos voltados para a cultura geek, nerd, pop e também os games e esportes eletrônicos, isso sempre pensando no nosso futuro e nos nossos estudantes”, conta. 

Para conhecer mais sobre o trabalho do professor, basta acessar os canais  https://www.twitch.tv/geekfitbrhttps://www.instagram.com/geekfitbr

O programa TV SINPRO  vai ao ar, nesta sexta-feira (23), ao vivo, a partir das 16:30h, pelo canal 12 da NET e também, pelas redes sociais do Sinpro-DF e da TV Comunitária.

Participe conosco e venha conhecer o projeto do professor David Leonardo.

 

Na programação do Gira Cultura DF, Mostra Brasília 61 celebra o cinema da capital

Cidade vocacionada para a sétima arte, a capital federal ganha em seu aniversário de 61 anos uma mostra de cinema inédita online, que reúne filmes de clássicos a inéditos. A Mostra Brasília 61 integra o Festival Gira Cultura DF, que será realizado a partir de quarta (21 de abril), e é uma iniciativa do Audiovisual da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec).

 

A mostra reúne uma diversidade de produções com temática relacionadas a Brasília e ao Distrito Federal. “Selecionamos filmes que revelam olhares sensíveis da contemporaneidade. Reunimos aqui um conjunto de olhares que nos ajudam a refletir sobre o futuro que desejamos construir para o Brasília e para o Brasil”, resume o gerente e programador do Cine Brasília, Rodrigo Torres, que assina a curadoria da mostra com Newton Lima.

 

Na mostra, assista também ao documentário inédito sobre a atriz, diretora e produtora Dulcina de Moraes, escrito e dirigido por Glória Teixeira.

 

PLAY MOSTRA BRASÍLIA 61

Assista aos filmes

 

Dulcina não é a única personalidade com estrita ligação com a cidade homenageada a participar da mostra. Conceitualmente, já era um desejo dos curadores desenhar uma seleção que refletisse sobre a capital. “São filmes que falam de personalidades que ajudaram a construir a história cultural da cidade, como o curta-metragem “O Risco do Artista”, que conta a história do Darlan Rosa, e o longa Dulcina, que nos traz a trajetória da atriz na criação do Teatro e da Faculdade que foram batizados com o seu nome em Brasília”, detalha Newton.

 

Na segunda sessão da mostra, a curadoria optou por voltar aos primórdios da capital, com imagens históricas, mas também desafiando o espectador com exercícios de linguagem. “É uma sessão dedicada aos olhares contemporâneos sobre filmes produzidos no passado. Como essas obras são reativadas no presente?”, provoca Rodrigo Torres ao se referir a Amor & Desamor (1966), primeiro longa-metragem de ficção rodado em Brasília. “Este é um filme digitalizado recentemente, que nos aponta para pertinência da preservação de nossa memória audiovisual”, acrescenta.

 

Nesta mesma sessão, constam dois curtas-metragens domésticos, provenientes de acervos particulares. A intenção, diz Rodrigo, era destacar os olhares amadores sobre a cidade, os pontos de vista não-institucionais e não-profissionais sobre a capital. “Acreditamos que estas visões são igualmente relevantes na construção do nosso imaginário simbólico sobre a capital. Perguntamo-nos também quais seriam os destinos destes importantes registros quando falamos de preservação da memória audiovisual”, justifica.

 

DIVERSIDADE

“As Filhas das Lavadeiras”

A Mostra Brasília 61 também exibirá o curta “Filhas de Lavadeiras”, da diretora Edileuza Penha de Souza, inspirada na obra homônima da escritora e pedagoga Maria Helena Vargas. O filme foi o vencedor na categoria melhor curta-documentário no festival É Tudo Verdade (maior competição não ficcional da América Latina) e traz relatos de mulheres negras e a história de resistência empreendida nas vidas particulares delas.

 

Já o documentário “Entorno da Beleza” (ganhador do Prêmio Conterrâneos de melhor documentário no Festival de Brasília do Cinema Brasileiro de 2012) apresenta os bastidores dos concursos de miss realizado no Distrito Federal. A diretora Dácia Ibiapina lança um olhar particular para as belezas, contrastes e o cotidiano do Entorno do DF.

 

No último dia da mostra o público poderá assistir ao curta de ficção “O Mistério da Carne”, de Rafaela Camelo, que aborda o cotidiano de meninas de uma escola cristã tomadas por vaidade, desejos e pela sexualidade recém-descoberta. O filme foi selecionado para integrar a seção de curtas internacionais (International Narrative Short Films) do Festival de Sundance em 2019.

 

Junto com “O Mistério da Carne”, será exibido no último dia da mostra o longa-metragem “Maria Luíza”, do diretor Marcelo Diaz, depois de circular e reunir prêmio em diversos festivais. Trata-se da história da personagem-título, que é a primeira militar reconhecida como transsexual na história das Forças Armadas no Brasil.

 

 

MESAS GIRA

 

“Vamos debater o curta e o longa do dia anterior de forma a pensar o cinema como uma arte mobilizadora”, conta Rodrigo Torres.

 

As mesas do Gira contam com convidados como a cineasta Glória Teixeira e a atriz Françoise Forton.

 

Dia 22.04, às 15h – Mesa Gira

Mostra Brasília 61 – Dulcina e Darlan

Debate com realizadores e convidados acerca dos processos de criação das obras documentais sobre duas ilustres personalidades de Brasília, Dulcina de Moraes e Darlan Rosa.

Mediação: Rodrigo Torres (Cine Brasília)

Debate sobre os filmes exibidos

Com Roberto Seabra (diretor de “O Risco do Artista”), Darlan Rosa (artista), Glória Teixeira (diretora do “Dulcina”), Françoise Forton e Úrsula Ramos (atrizes).

 

Dia 23.04, às 15h – Mesa Gira

Mostra Brasília 61 – Olhares Femininos no Cinema Documental.

Mediação: Érika Bauer (UnB)

Com Dácia Ibiapina (diretora de “Entorno da Beleza”), Ruth Maranhão (produtora executiva “Filhas de Lavadeiras”) e Ivonete dos Santos (atriz).

 

Dia 24.04, às 15h – Mesa Gira

Mostra Brasília 61 – Memória Audiovisual 

Debate sobre a preservação da memória audiovisual do Distrito Federal. Análise do processo de digitalização do primeiro longa-metragem de ficção filmado na capital e sobre os destinos das produções de filmes domésticos

Mediação: Rodrigo Torres (Cine Brasília)

Com Rafael de Luna (Professor Universidade Federal Fluminense) e Lila Foster (Pesquisadora Universidade de Brasília).

 

Dia 25.04, às 15h – Mesa Gira

Mostra Brasília 61 – Cinema e gênero

Debate com os realizadores em torno da temática identidade de gênero.

Mediação: Tânia Montoro (UnB)

Com Rafaela Camelo (cineasta de “Mistério da Carne”), Marcelo Diaz (Cineasta de “Maria Luiza”) e Maria Luiza (mulher militar da Aeronáutica)

 

Assessoria de Comunicação da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Ascom/Secec)

E-mail: comunicacao@cultura.df.gov.br

Reunião do Coletivo de Professoras(es) em Contrato Temporário nesta quinta, 22

Nesta quinta-feira, 22, a partir de 19h, acontece a segunda reunião do Coletivo de Professores e Professoras em Contrato Temporário. O encontro acontece de forma remota pela plataforma zoom. Os dados de acesso à sala virtual estão no final da matéria.

Na pauta da reunião, estão:

1) Cálculo salarial;
2) Reforma administrativa.

Para mais informações, contate: (61) 99951-6410.

COLETIVO DE PROFESSORES E PROFESSORAS EM CONTRATO TEMPORÁRIO
Quinta-feira, 22 de abril, 19h
Plataforma Zoom
ID: 817 6954 0417
senha: 313939
Link: https://us02web.zoom.us/j/81769540417?pwd=Szd1Nk5JMktMeC9DTERZR1l5NGt3Zz09

17 de abril: do massacre de Carajás à luta pelo direito à vida

Abril é um mês simbólico para a classe trabalhadora. Além do Abril Azul, que promove uma campanha de conscientização sobre o transtorno do espectro autista, e do Abril Verde, que enseja a reflexão sobre acidente de trabalho, o quarto mês do ano abraça também o Abril Vermelho, uma jornada anual de lutas do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) em prol da reforma agrária e da justiça social.

 

A jornada é deflagrada no dia 17 de abril, uma data intitulada, primeiramente, como Dia Nacional da Luta pela Terra, mas cresceu e ganhou o mundo, tornando-se o Dia Internacional da Luta dos Camponeses e das Camponesas. Trata-se de uma data que marca a memória da maior chacina de trabalhadores rurais sem terra dos últimos 40 anos: cercados pela Polícia Militar do Pará, 21 trabalhadores rurais sem-terra foram assassinados com seus próprios instrumentos de trabalho e executados com tiros na cabeça.

 

O crime aconteceu no dia 17 de abril de 1996, numa quarta-feira, por volta das 16h. Latifundiários e políticos grileiros usaram o aparato público da Polícia Militar para armarem a tocaia com mais de 100 policiais militares, que atacaram, com requinte de crueldade, cerca de 1,5 mil pessoas que estavam acampadas na curva do S, em Eldorado do Carajás, sudeste do Pará. Os camponeses(as) realizavam um ato público pacífico, uma marcha que iria até Belém, pela desapropriação da fazenda Macaxeira, ocupada por 3,5 mil famílias sem-terra. Na pausa da caminhada, iniciada no dia 10 de abril, a PM interrompeu a marcha com tiros e ataques aos manifestantes.

 

O caso ficou conhecido mundialmente como o Massacre de Eldorado do Carajás. E, a PM do Pará entrou para a história do Brasil reduzida à milícia de alguns grileiros e políticos fora da lei. Segundo relato do MST, 155 PM estiveram envolvidos no ataque que deixou 21 camponeses mortos, 19 no local do crime, e, outros dois, que faleceram no hospital.

 

Matemática: a intersecção e união da luta dos sem-terra com a dos professores

“O 17 de abril é um dia triste da nossa história que a gente relembra o massacre de Eldorado dos Carajás, mas é também um dia de reflexão para o conjunto dos trabalhadores e trabalhadoras. É um dia em que precisamos pensar e entender o quanto deixamos de avançar ao longo dos anos e dos séculos com o freio na história dado pelo golpe de 2016. Se, por um lado, o governo Bolsonaro faz reformas que subtraem direitos e são contra a classe trabalhadora, por outro, não faz a reforma que deveria, que é a reforma agrária”, analisa a diretoria colegiadas do Sinpro-DF.

Cleber Soares, diretor do sindicato, afirma que a reforma agrária é a reforma capaz de garantir direitos à classe trabalhadora e à sociedade brasileira. “Ela é a única com condições de garantir o direito a uma alimentação com mais qualidade, digna, num preço menor, assegurando o acesso à comida de qualidade a todos e todas. Nesse sentido, a nossa briga como trabalhadores e trabalhadoras da educação é muito parecida com a dos trabalhadores e trabalhadoras rurais sem terra. Queremos uma educação melhor, com qualidade social; que todos e todas tenham direito ao acesso à escola de qualidade, enfim, temos o mesmo sonho, partilhamos da mesma luta e compartilhamos do mesmo sofrimento e dos mesmos ataques”.

 

Soares observa que o sonho da categoria do Magistério Público se encontra com o dos trabalhadores rurais sem terra em vários momentos. “O nosso sonho é, simplesmente, para que as pessoas possam viver. É o direito à vida, à sociedade. O direito a ter um futuro e um presente. O direito a reparar um passado de tantas subtrações e carências. A educação pode, potencialmente, criar a consciência crítica e os companheiros trabalhadores e trabalhadoras sem-terra que estão na luta acabam, de alguma maneira, ajudando a criar, na consciência das pessoas, na reflexão dos que estão aqui, a compreensão de que é preciso fazer alguma coisa e ter consciência. Quando eles vão à luta, não é só mais um capítulo triste da história do Brasil, mas é um emblema de uma parte da classe trabalhadora que não desistiu de sonhar”.

 

Marco Barato, dirigente do MST com atuação no Distrito Federal e Entorno, informa que o derramamento de sangue na história da luta pela terra no Brasil só diminuiu entre os anos de 2003 e 2015, quando foram criados os assentamentos e algumas políticas agrícolas e agrárias para assentar homens e mulheres no campo. Todavia, depois do golpe de Estado de 2016, quando o governo Michel Temer desmontou o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), e, sobretudo, após a eleição de 2018, quando o governo Jair Bolsonaro militarizou o instituto, a luta pela terra retornou aos cenários violentos da segunda metade do século XX, quando alguns fazendeiros entenderam que as terras brasileiras são propriedade deles.

 

Desmonte do Incra

“No governo Bolsonaro, nenhum latifúndio improdutivo foi desapropriado. O Incra foi desmontado no governo Temer e, militarizado, no governo Bolsonaro, que nomeou, para a Secretaria de Desenvolvimento e Assuntos Fundiários do órgão, o pecuarista Luiz Antônio Nabhan Garcia, fundador da União “Democrática” e Ruralista (UDR), criada no Pontal do Paranapanema, em 1985, como braço armado do latifúndio e dos grileiros com capangas, jagunços e milícia para combater os movimentos sociais pela democratização do acesso à terra naquela época”, denuncia.

 

Nabhan Garcia já teve de prestar esclarecimentos à Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) da Terra, no início dos anos 2000, por porte ilegal de armas, contrabando e organização de milícias privadas na região do Pontal do Paranapanema, em São Paulo. O indivíduo apoia o desmatamento da Amazônia. Apesar do histórico negativo, a bancada ruralista é uma das maiores bancadas de extrema-direita eleitas, em 2018, para o Congresso Nacional. Ela apoiou a reforma da Previdência, o golpe de 2016, aprovou as emendas constitucionais que retiram direitos, entre outras, e legisla em favor dos seus próprios interesses.

 

MST desmente Bolsonaro

Marcos conta que desde que o Incra foi desmontado não assenta nenhuma família e que o MST teve de desmentir uma nota do governo Bolsonaro, divulgada no dia 1º de fevereiro deste ano, em que dizia ter assentado, ao longo de 2020, 3.813 famílias e que os estados com mais camponeses beneficiados, segundo a autarquia, teria sido Mato Grosso, com 693 famílias, e, Goiás, com 425. O MST não só desmentiu a nota como denunciou o despejo de famílias acampadas e assentadas em várias regiões do País em plena pandemia.

 

Em fevereiro, o MST informou que o número divulgado, ainda que fosse verdade, seria por si só, irrisório perante a necessidade de mais de 80 mil famílias que precisam de terra em todo Brasil. Dados do próprio Incra mostram que o total de famílias assentadas caiu 29% em relação a 2019. “O que o governo Bolsonaro chama de reforma agrária é o reconhecimento e/ou reposição de famílias que já vivem em áreas e lotes desapropriados”, informa o MST.

 

No Abril Vermelho de 2021, o que se tem é o aumento da fome que tem reforçado a luta por reforma agrária. O MST lembra que o governo Bolsonaro (ex-PSL) paralisou a tramitação de 413 processos de desapropriação que estavam em andamento e que o Incra abandonou 187 processos autorizados pelo Judiciário para imissão de posse – casos em que o comprador possui contrato de compra e venda, mas não registrou o documento em cartório imobiliário.

 

O movimento também tem criticado e denunciado o lançamento do programa Titula Brasil, “que cria novos entraves para a democratização do acesso à terra, priorizando a titulação e a entrega das terras públicas e incentivando a grilagem”, denuncia. Abril Vermelho é também uma jornada no tempo para lembrar que a luta da classe trabalhadora do campo e da cidade é única: é a luta pela vida.

 

 

A ONG Repórter Brasil lançou, em fevereiro um documentário intitulado “Parou por quê?”

 

Matéria em LIBRAS

Pressão contra PL que transforma aula presencial na pandemia em atividade essencial

O Sinpro-DF convoca a categoria para acessar o link “Na Pressão” para pressionar os deputados federais contra a votação em caráter de urgência, em Plenário, do Projeto de Lei (PL) nº 5.595/2020, de autoria da deputada federal Paula Belmonte (Cidadania-DF) e outras, que permite reabrir as escolas e faculdades durante a pandemia do novo coronavírus. A urgência foi aprovada nessa terça-feira (13). Com isso, a votação poderá ocorrer a qualquer momento nesta semana. Acesse o link do Na Pressão e do WhatsApp de cada deputado federal da bancada do Distrito Federal no final da matéria.

 

Confira como cada parlamentar da bancada do DF votou:

 

 

 

No entendimento dos parlamentares que votaram contra essa “urgência”, trata-se de um gesto de retaliação das bancadas de apoio ao governo Jair Bolsonaro e representantes do empresariado e banqueiros pelo fato de o Senado Federal ter sido obrigado, pelo Supremo Tribunal Federal (STF), a instalar a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pandemia.

 

Em nota, a Confederação Nacional dos Trabalhadores da Educação (CNTE) afirma que a inserção do PL, de autoria das deputadas federais Paula Belmonte (CIDADANIA-DF), Adriana Ventura (NOVO-SP), Aline Sleutjes (PSL-PR), na pauta da Câmara para votação em regime de urgência, “revela uma atitude intempestiva e inoportuna do presidente da Casa Parlamentar, Arthur Lira (PP-AL) por vários aspectos”. 

 

Câmara dos Deputados virou negacionista por conveniência

 

A CNTE considera que essa postura deva ser reprovada pelo conjunto dos parlamentares, a fim de preservar o bom senso e o caráter de responsabilidade do Congresso Nacional perante o combate à pandemia do coronavírus. “Em primeiro lugar, a pauta dessa proposição demonstra a adesão da Câmara dos Deputados ao negacionismo expresso diariamente pelo governo federal no enfrentamento da pandemia”, diz a nota.

 

No documento, a entidade observa que “só quem não conhece a realidade da maioria das escolas públicas e/ou quem nega os métodos científicos de combate ao coronavírus com vistas a impedir mais mortes, é capaz de propor ou apoiar o referido projeto de lei. O momento exige isolamento social e ampliação da vacinação para conter o alastramento do vírus. E as duas coisas não estão acontecendo a contento no Brasil, estando a população à mercê da contaminação, com índices cada vez maiores de óbitos decorrentes da Covid-19”.

 

A confederação também aponta outra ação lamentável do presidente da Câmara com essa atitude: “A apreciação da urgência do PL 5.595/20 é pautada para o mesmo dia em que o Senado Federal deverá (por ordem judicial) instalar a CPI para apurar as ações e omissões do governo Bolsonaro no combate à pandemia. E, caso o presidente Arthur Lira considere sua atitude como estratégica para fortalecer o presidente cambaleante, seria bom se atentar para o risco de afundar o Parlamento na crise institucional, uma vez que estará, indubitavelmente, corroborando a má-gestão pública para o enfrentamento da pandemia”.

Clique aqui e acesse a nota da CNTE

 

Os únicos deputados da bancada do Distrito Federal que votaram contra a urgência foram Erika Kokay (PT-DF) e Israel Batista (PV-DF), os demais apoiaram a opção pelo genocídio. Na avaliação da diretoria colegiada do Sinpro-DF, a politicagem com a pandemia da Covid-19 tem transformado o Brasil em um grande cemitério, com centenas de milhares de famílias vitimadas pelo excesso desnecessário e totalmente evitável de mortes pela doença.

 

“Reabrir escolas agora e transformar aulas presenciais em atividades essenciais é o cúmulo da irresponsabilidade e da falta de empatia porque o essencial, hoje, é revogar as Emendas Constitucionais 95/2016 e 109/2021, elaboradas para atender aos banqueiros, e investir o dinheiro público no combate à pandemia e à pobreza, bem como derrubar a PEC da reforma administrativa do governo Bolsonaro, que privatiza e transforma os serviços públicos em cabide de emprego”, afirma a diretoria.

 

Contra o direito à vida, Belmonte expõe estudantes e professores do DF ao coronavírus

 

As três deputadas são oriundas das três unidades federativas com os maiores e vexaminosos números de mortes e contaminações por Covid-19 do Brasil, onde a vacinação não deu conta, até esta quarta-feira (14), de imunizar um terço da população. Também estão com Unidades de Terapia Intensiva (UTI) lotadas, com filas de pessoas doentes de Covid-19, em estado grave, esperando uma vaga para entrar na UTI.

 

São Paulo é o estado que lidera mortes e contaminações no Brasil, na América Latina e no mundo e, o DF, cujo governador aderiu ao Palácio do Planalto, além do avanço excessivo de mortes e contaminações diárias e UTI lotadas, faltam insumos para garantir ao paciente intubado a sedação nos hospitais.

 

A deputada Alice Portugal (PCdoB-BA) afirmou que o texto é inconstitucional porque retira autonomia de gestores locais para decidir sobre as melhores medidas contra a propagação do vírus. “Vai impactar na autonomia de prefeitos e governadores na decretação da suspensão da educação presencial, na contramão do que decidiu o Supremo Tribunal Federal”, disse.

Clique aqui e acesse o link do Na Pressão      

Confira os links que dão acesso ao WhatsApp de cada parlamentar:

PRESSIONE!

BIA KICIS PRP
Clique aqui  

FLAVIA ARRUDA PR
Clique aqui 

JULIO CESAR PRB
Clique aqui 

LUIS MIRANDA DEM
Clique aqui 

ERIKA KOKAY PT
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PAULA BELMONTE PPS
Clique aqui

PROFESSOR ISRAEL PV
Clique aqui 

CELINA LEÃO PP
Clique aqui 

LAERTE BESSA PL
Clique aqui 

 

MATÉRIA EM LIBRAS

Você sabe qual será o impacto da privatização da Eletrobras na sua conta de energia elétrica?

O governo federal não apresentou nenhum cálculo sobre os impactos que a privatização da Eletrobras deverá ter nas tarifas dos consumidores finais.

 

Mas nós sabemos que:

 

  1. A tarifa de energia elétrica brasileira é considerada uma das mais caras do mundo de acordo com a Agência Internacional de Energia. O custo elevado da tarifa impede o acesso da população mais pobre ao serviço essencial e encarece os custos do setor produtivo, gerando aumento dos preços de bens e serviços e reduzindo a competitividade das nossas empresas no mercado global.   
  • A proposta de privatização da Eletrobras prevê a liberalização dos preços de um conjunto importante de usinas hidrelétricas do país. Imagine algo semelhante à atual política de preços da Petrobras, onde o preço da energia elétrica varie de acordo com as condições do mercado de energia, nível dos reservatórios, aumento de preço dos combustíveis das usinas térmicas, realização ou não de novos investimentos, etc.     
  • A proposta prevê que os preços da energia das usinas da Eletrobras que hoje estão sob o regime de cotas devem mais que dobrar (descotização), passando de algo em torno de R$ 70 MW/h para mais de R$ 155 MW/h.

 

Mas o aumento deve ser muito maior. O próprio governo reconhece que não pode garantir estas estimativas rebaixadas. De fato, as tarifas médias praticadas hoje pelas usinas da Eletrobras que não estão no regime de cotas e também por outras geradoras de energia, como a Engie, por exemplo, são maiores que as estimativas apresentadas pelo governo, ficando entre R$ 170 e R$ 190 MW/h. Na verdade, numa situação extrema, como a crise hídrica que ocorreu em 2013, essas tarifas poderiam chegar até R$ 400 MW/h, preço teto para energia negociada no mercado de curto prazo no Brasil. 

 

  • Importante lembrar que essa proposta de privatização da Eletrobras não é nova. Ela foi apresentada também no governo Temer, mas fracassou devido à repercussão extremamente negativa do aumento nas tarifas.  

 

À época, a Aneel apresentou estimativas iniciais de um aumento de até 16% nas tarifas para o consumidor final.

 

A FIESP também manifestou preocupação nesse sentido e elaborou estudo no qual apontava que a liberalização dos preços das usinas da Eletrobras poderia gerar um custo adicional para o consumidor de até R$ 460 bilhões no longo prazo.

 

  • Por isso o governo está prometendo agora utilizar recursos que não possui “para aliviar a alta nas contas de luz” resultante da liberalização do preço da energia.

 

Contudo, tais recursos (bônus de outorga das concessões) dependerão do sucesso da operacionalização de uma “mega” venda de novas ações da Eletrobras, o qual se pretende arrecadar montante superior ao atual valor de mercado da Cia. Isto, considerando ainda a exclusão das usinas nucleares e da usina hidrelétrica binacional de Itaipu do processo de privatização. Uma conta que não fecha!

 

O cronograma da operação também não faz sentido: primeiro se vende as novas ações, depois o governo define o quanto irá arrecadar em bônus de outorga (que depende do valor arrecado com a venda das ações), para somente então definir o quanto será destinado para atenuar o aumento das tarifas.

 

               A proposta prevê ainda, que caso o governo não consiga arrecadar o montante esperado, o que é muito provável, a União deverá fazer oferta secundária das suas ações para tentar complementar o valor a ser arrecado. 

 

  • Diante de todo esse cenário, chega a ser suspeito que até o momento a Aneel não tenha se manifestado sobre o impacto tarifário da atual proposta de liberalização dos preços da energia das usinas da Eletrobras.
  • Em sentido inverso, diversos especialistas do setor já manifestaram preocupação com o elevado poder que uma Eletrobras privada teria sobre o mercado de energia brasileiro, podendo influenciar condições de oferta, e, portanto, de preços.

 

Na avaliação, por exemplo, de Cláudio Sales, presidente do Instituto Acende Brasil, o formato baseado na capitalização da Eletrobras não dá tratamento adequado ao fenômeno de concentração de mercado, lembrando que a Eletrobras é a maior empresa de energia elétrica da América Latina.

 

Nivalde de Castro, coordenador do Grupo de Estudos de Energia Elétrica da UFRJ (GESEL), destaca a quantidade de energia renovável produzida pela estatal e a complexidade de como isso deve ser precificado, já que ela está à frente da tendência mundial pela priorização desse tipo de fonte energética – transição energética.

 

A Eletrobras opera 48 usinas hidrelétricas (cerca de metade dos reservatórios do país), 12 usinas térmicas, 2 termonucleares, 62 usinas eólicas, e 1 usina solar – somando 30% da capacidade instalada total. Também opera metade das linhas de transmissão – são 71 mil quilômetros, o equivalente a uma volta e meia no planeta terra!  O aumento de tarifas e a precarização dos serviços é um resultado comum do processo de privatização de serviços públicos em vários países. Estudo realizado pelo Instituto Transnacional (TNI) mostra que há uma tendência mundial de reestatização desses serviços (energia, saneamento, etc). O levantamento aponta para mais de 1400 casos de reestatização na Europa (Alemanha, França, outros), nos Estados Unidos e outros países, sendo um dos principais motivos exatamente a cobrança de tarifas abusivas por parte dos operadores dos serviços (https://publicfutures.org/#/index ).  

 

 

https://g1.globo.com/globonews/globonews-em-ponto/video/parece-uma-operacao-morde-assopra-diz-especialista-sobre-mp-da-eletrobras-9296118.ghtml

https://abrate.org.br/mp-da-eletrobras-e-recebida-com-cautela-por-especialistas/

https://g1.globo.com/globonews/globonews-em-ponto/video/parece-uma-operacao-morde-assopra-diz-especialista-sobre-mp-da-eletrobras-9296118.ghtml

https://acendebrasil.com.br/imprensa/eletrobras-consultores-destacam-complexidades-da-mp/#:~:text=Em%20sua%20avalia%C3%A7%C3%A3o%2C%20o%20formato,35%25%20da%20gera%C3%A7%C3%A3o%20no%20pa%C3%ADs.&text=O%20impacto%20deve%20ser%20de,um%20novo%20ambiente%20de%20mercado.

https://acendebrasil.com.br/imprensa/acende-brasil-ve-com-preocupacao-uso-de-recursos-da-privatizacao-da-eletrobras-para-fundos-regionais/

MATÉRIA EM LIBRAS

Congresso em Foco promove Live sobre a reforma administrativa

O Congresso em Foco realiza, às 19h30 dessa segunda-feira (12), uma Live com o tema Reforma Administrativa. A atividade tem a parceria da Febrafite e contará com a presença dos deputados Darci de Matos, Marcelo Ramos e Professor Israel, além do presidente da Febrafite, Rodrigo Spada, e do presidente da Fonacate, Rudinei Marques.

A Live será transmitida pelo Facebook e Youtube do Congresso em Foco e pelas redes sociais do Sinpro. Os(as) interessados(as) podem enviar suas perguntas nos comentários usando a hashtag #LiveCongressoemFoco. Participe!

NOTA DE PESAR | DAYSE ZERBINATO MARTINS VELÁSQUEZ

É com muita tristeza que o Sindicato dos Professores no Distrito Federal -Sinpro-DF, vem a público noticiar o falecimento da nossa querida companheira de luta Dayse Zerbinato Martins Velásquez, professora que desde 1998, fazia um belíssimo trabalho dentro da educação pública do Distrito Federal. 

Após lutar incansavelmente pela vida com a mesma garra que lutava pela categoria magistério, Dayse Zerbinato Martins Velásquez de 64 anos, faleceu ontem (11), deixando muitas saudades entre amigos, familiares e  estudantes. O sorriso e a alegria, eram marcas sempre presentes na educadora que foi professora readaptada para a Escola Classe 46 de Ceilândia e estava perto de sua aposentadoria. 

Dayse Zerbinato Martins Velásquez,  será sempre lembrada pelo profissionalismo, honestidade e competência e, neste momento de dor, a diretoria colegiada do Sinpro-DF se solidariza aos familiares e amigos e deseja que Deus dê conforto para que possam enfrentar esta perda com serenidade. 

A Educação está de luto. 

Dayse Zerbinato, presente !!!

Professores temporários com erros no pagamento devem preencher formulário criado pelo Sinpro-DF

O Sinpro-DF disponibiliza um formulário para que os(as) professores(as) em regime de contratação temporária que identificarem algum tipo de erro em seus pagamentos possam informar ao sindicato. Para utilizar a ferramenta, basta clicar aqui e preencher o formulário.

 

Caso perceba algum erro (valor, dias trabalhados e etc.), preencha o documento de forma sucinta e objetiva, relatando qual ou quais problemas foram detectados.

 

Para ajudar na conferência do salário, o sindicato divulgou uma planilha que calcula os valores dos vencimentos dos(as) professores(as) do contrato temporário para ajudar esse grupo a conferir o valor a ser depositado no fim de cada mês durante o ano de 2021.

 

Vale a pena destacar que há uma Folha de Pagamento Suplementar, que ainda não saiu, com o objetivo de corrigir erros detectados até a semana passada. O Sinpro-DF já havia encaminhado diversas situações de falhas nos valores para a Secretaria de Estado da Educação do Distrito Federal (SEEDF), o que gerou uma revisão e essa Folha de Pagamento Suplementar a ser paga, segundo a Subsecretaria de Gestão de Pessoas (Sugep), na próxima semana.

 

Valor referência

 

O Governo do Distrito Federal (GDF) fez o pagamento dos(as) professores(as) do contrato temporário na quinta-feira (8/4). Para facilitar o cálculo e o entendimento sobre o valor depositado, é importante ter, como referência, que um professor com carga cheia (30 aulas na semana) e que tenha entrado a partir do dia 3 de março recebe R$ 3.523,32 (vencimento e demais gratificações e benefícios).

 

Se esse valor estiver diferente, ou se a carga horária do(a) professor(a) não for cheia, ou caso tenha entrado após 3/3/2021,  o(a) professor(a) precisará verificar, na planilha, a quantidade de aulas que deu durante a semana, a quantidade de dias trabalhados e fazer o cálculo para verificar se o valor está correto.

 

Quando os formulários preenchidos chegarem ao Sinpro-DF, a entidade reunirá as informações com os problemas detectados para apresentar a situação para ao GDF e solicitará uma providência para regularização da situação.

 

 

Sábados letivos de março e uso das planilhas

 

Os dois sábados do mês de março serão pagos na próxima Folha conforme matéria aqui.

 

A partir da chegada dos formulários preenchidos, o Sinpro-DF sistematizará as informações com os problemas detectados, irá apresentar a situação ao GDF e solicitará uma providência para regularização dos pagamentos.

 

Importante estar atentos(as) para as planilhas de conferência de salários de 2021 e a de 2020, que são diferentes e separadas. Significa dizer que quem teve problemas com o pagamento no ano de 2020 não pode usar a planilha de 2021.

 

Ou seja, quem teve problemas com pagamentos em 2020, tem de usar a planilha de 2020 . Quem teve problemas com pagamentos em 2021, tem de usar a planilha de 2021 

Após conferir os salários e em se detectando o problema no pagamento, quer seja em 2020 quer seja em 2021 ou em ambos os anos, preencha o Google Formulário e relate o problema. No formulário tem o campo para o(a) professor(a) do contrato temporário preencher e relatar qual foi o erro no pagamento.

 

Atenção para o procedimento

 

O Sinpro-DF disponibiliza, para isso, o Google Formulário para ser preenchido e duas planilhas de Excel, uma do ano de 2020 e, outra, do ano de 2021, para conferir os salários. Ou seja, a pessoa irá preencher um único formulário denominado Google Formulário com o relato do problema dos dois anos. Porém, para relatar os problemas, orientamos que faça os cálculos com base nas planilhas disponibilizadas neste texto.

 

Google Formulário – para as pessoas que tiveram problemas de pagamento tanto em 2020 como em 2021 preencherem. 

ATENÇÃO: O formulário foi temporariamente desativado, pois estamos aguardando o pagamento da folha suplementar. Após o pagamento o Sinpro fará contato por e-mail para verificar se a situação foi resolvida. Contamos com a sua colaboração!

 

Duas planilhas de Excel – para as pessoas conferirem seus salários.

Planilha 2020
Planilha 2021

Observação: quem teve problemas em 2020 e em 2021 terá de conferir os problemas no Excel do respectivo ano: a planilha de 2020 para os problemas de 2020; e, a planilha de 2021 para os problemas de 2021.

 

Professoras grávidas

 

As professoras que estão em estabilidade provisória desde 2020 por causa da gravidez precisam estar atentas a essas correções e devem receber o mês de março de 2021 completo, o que corresponde R$ 3.858 mais as gratificações e benefícios. 

Clique a seguir para acessar o formulário e as planilhas:

Google Formulário

Planilha 2020
Planilha 2021

MATÉRIA EM LIBRAS

Com violência policial, GDF expulsa moradores de área no CCBB em plena pandemia

Na manhã da segunda-feira, 5, agentes do DF Legal (Secretaria de Proteção da Ordem Urbanística) e da Polícia Militar deram sequência ao desalojamento de 34 famílias que moravam em barracos próximos ao Centro Cultural do Banco do Brasil (CCBB), a pouco mais de 1 km do Palácio do Planalto. Houve resistência dos moradores e moradoras e de apoiadores.

As ações de desocupação começaram em 22 de março. Uma liminar expedida dia 25 as interrompeu, proibindo que o GDF realizasse qualquer ato de desocupação, despejo ou remoção no local, enquanto dure a pandemia da Covid-19. Porém, o presidente do Supremo Tribunal de Justiça (STJ), ministro Humberto Martins, autorizou a retirada das famílias em decisão tomada no sábado, 2 de abril.

Antes mesmo de a decisão ser publicada, a polícia e o DF Legal se dirigiram ao terreno para efetuar a expulsão das famílias. Na quarta-feira, 7, quatro militantes que estavam na ocupação em apoio aos moradores foram detidos pela polícia quando tentavam impedir a derrubada da Escola do Cerrado, que funcionava no local.

Segundo apurado pela reportagem do jornal Correio Braziliense, famílias de catadores de materiais recicláveis vivem naquela ocupação há mais de 14 anos. A situação de moradia precária se agrava pelo momento de profunda crise e desemprego, resultado da política econômica do Governo Federal e da má gestão da pandemia da Covid-19. Diante desse cenário, que amplia o número de pessoas vivendo em situação de vulnerabilidade, o GDF não apresenta alternativas, políticas sociais, nem medidas emergenciais para amenizar o sofrimento da população mais pobre.

O Sinpro-DF se solidariza com as famílias dos catadores e catadoras que vivem na ocupação CCBB, e se soma às vozes de indignação perante a crueldade contida na derrubada de moradias num momento delicado como o que vivemos.

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