Congresso derruba o Veto 56 de Bolsonaro que vedava Internet nas escolas públicas do País, mas falta o Veto 10

O Congresso Nacional derrubou, nesta semana, três vetos do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), a projetos de lei em tramitação nas Casas Legislativas. Dentre eles, destaca-se o Veto 56/2020, com o qual Bolsonaro impedia o pagamento de Internet para escolas do ensino básico de todo o País com recursos do Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (Fust) até 2024.

 

 

O Veto 56 contestava, parcialmente, o PLS 103/2007. Derrubado, na terça-feira (16), por senadores e deputados federais, ele foi transformado na Lei nº 14. 109/2021. Contudo, há ainda o Veto 10/2021, que interdita totalmente o Projeto de Lei (PL) 3.477/2020. Esse veto ainda será apreciado pelo Congresso Nacional. O PL 3477/20 que garante acesso à Internet para todos os estudantes e professores da educação básica do Brasil.

 

Veto 56/2020 derrubado

 

Graças à mobilização de professores(as) e estudantes, que foram para a Internet fazer pressão, os congressistas derrubaram o veto. Com isso, o Brasil poderá, agora, investir recursos financeiros do Estado na implantação de banda larga até 2024 em todas as escolas do País. A lei que prevê conectividade nas escolas volta a valer, mas antes precisa passar por promulgação. Os recursos virão do Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (Fust).

 

O Fust foi criado em 2000 com o objetivo de universalizar, e tornar acessíveis, serviços de comunicação (internet, telefonia, rádio e TV), especialmente para a população de baixa renda. Isso porque as empresas do setor deixam de investir em regiões mais pobres, habitadas por poucas pessoas e cuja infraestrutura é inadequada, pois não recebem um retorno financeiro compensatório. O fundo, então, tenta compensar as companhias que decidirem investir nessas localidades.

 

Dados do “TIC Domicílios 2019”, formulado pelo Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic), apontam que aproximadamente 30% dos lares no Brasil não têm acesso à internet. A suspensão das aulas presenciais e a implantação do ensino remoto escancarou as desigualdades regionais, dificultando o acesso de todos à educação.

 

Em novembro, o Senado havia aprovado por 69 votos a um o projeto que determina como deverá ser aplicado o dinheiro Fust, incluindo a implementação de internet banda larga, em “velocidades adequadas”, em todas as escolas públicas do país. Em dezembro, Bolsonaro sancionou a lei do Fust com vetos, incluindo o da instalação da internet nas escolas.

 

Ou seja, as Casas Legislativas derrubaram o Veto 56 do presidente Jair Bolsonaro ao novo marco regulatório do Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (Fust), instituído pela Lei 14.109, de 2020.  A lei deriva do PL 172/2020, aprovado pelo Senado em novembro do ano passado. O principal trecho recuperado agora é o que destina recursos do Fust para levar acesso a serviços de telecomunicações a regiões de zona rural ou urbana que tenham baixo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) e população potencialmente beneficiada.

 

Veto 10/2021

 

Nesta sexta-feira (19), o governo Bolsonaro publicou o veto 10 no Diário Oficial da União (DOU). Bolsonaro alegou dificuldades financeiras para barrar a proposta. “A medida encontra óbice jurídico por não apresentar a estimativa do respectivo impacto orçamentário e financeiro, e aumenta a alta rigidez do orçamento, o que dificulta o cumprimento da meta fiscal e da Regra de Ouro”.

 

O Veto 10/2021 ainda não foi apreciado pelo Congresso Nacional e, com isso, tanto pode ser mantido como derrubado. Vai depender da força das mobilizações da categoria docente. O projeto estabelecia repasse de R$ 3,5 bilhões aos estados, municípios e Distrito Federal para os governadores comprarem recursos materiais, como planos de Internet móvel e tablets para professores e estudantes.

 

A prioridade era para estudantes do Ensino Médio, Ensino Fundamental, professores do Ensino Médio e professores do Ensino Fundamental, nessa ordem. Mas o governo está preocupado em transferir o dinheiro público aos banqueiros a título de “pandemia de Covid-19”. Só em 2020, o ministro da Economia, Paulo Guedes, com a anuência do Congresso Nacional, transferiu a título de “prejuízo” por causa da Covid-19 R$ 2,8 trilhões para os bancos, os quais só ampliaram lucros com a pandemia.

 

 

Por isso é preciso que todos e todas assinem e divulguem para coletar o máximo de assinaturas possível da petição em favor do PL 3.477/2020 e pela derrubada do Veto 10/2021. Para assinar a petição, basta CLICAR AQUI PARA ACESSAR A PETIÇÃO

 

Os beneficiados são estudantes das redes públicas de estados e municípios cujas famílias estejam inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico); estudantes matriculados nas escolas das comunidades indígenas e quilombolas; e professores da educação básica das redes públicas de ensino dos estados e municípios.

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Sinpro-DF comemora 42 anos de luta, resistência e esperança: ninguém solta a mão de ninguém

“Ninguém solta a mão de ninguém”. Essa frase se tornou um viral, após as eleições de 2018, tomou conta das redes e, imediatamente, foi assimilada por todos e todas que compreenderam a gravidade do resultado das eleições daquele ano. Não demorou muito, já nos primeiros passos do governo eleito, a frase ganhou mais sentido e materialidade e foi incorporada às lutas da classe trabalhadora.

 

 

Hoje, 14 de março de 2021, quando o Sindicato dos Professores no Distrito Federal (Sinpro-DF) completa 42 anos de existência, a frase se revela sinônimo de resistência e esperança asseguradas pela luta radical, diária e incessante da entidade sindical do magistério público da capital do País.

 

 

O sindicato lança, neste domingo (14), um vídeo em homenagem às mais de 4 décadas de luta diária e incansável pelo direito à educação pública, gratuita, laica, democrática, emancipadora e de qualidade socialmente referenciada; pelo direito à liberdade de organização sindical; e pelos direitos sociais e trabalhistas do magistério e da classe trabalhadora.

 

 

O vídeo é uma produção do Sinpro-DF e conta com a participação de professores(as), que tocam e cantam a música “Mão na mão”, de autoria de Márcio Faraco e arranjo e direção musical do professor Joaquim França, que fala da importância, histórica, de ninguém soltar a mão de ninguém: “unidos até a vitória”.  “Para mim, como maestro e professor da rede pública do DF, foi um grande prazer e honra participar na direção musical desse vídeo em homenagem aos 42 anos do Sinpro. Essa instituição merece tão bela homenagem por ser um dos sindicatos mais representativos e atuantes do Brasil, estando sempre ao lado dos professores na resistência e na luta por melhores condições de trabalho e por uma educação de qualidade”, afirma França.

 

 

Participam do vídeo os(as) professores(as) cantores: Abiail Alecrim, AssisNGato, Bené Valadares, César Oliveira, Ceiça Simões, Flávia Luiz, Haila Ticiany, Hélia Mara, Luciana Dias, Mila, Zeni Rainha, Wellington Fagundes, Fernando Sanglard, George Lacerda. Professores(as) músicos(as): Taís Vilar, clarineta; Regiane Cruzeiro e Marcos Reis, violinos; Marie Novion, viola; Ocelo Mendonça, violoncelo; João Marinho, violão; Fernando Nantra, baixo elétrico; George Lacerda, percussão. Edição do vídeo: Emânuel Camarão.

 

 

Uma breve passagem pela história

 

Fundado em 14 de março de 1979, durante um dos governos mais violentos da ditadura civil-militar, o Sinpro-DF entrou em cena  justamente quando o Brasil estava numa situação muito parecida com a que vive hoje, em pleno ano de 2021: mergulhado numa crise econômica e política sem precedentes; com uma inflação que, na época, batia 150% ao ano; com uma dívida externa que chegava a US$ 100 bilhões; o desemprego alastrado e nas alturas; a fome entre as classes mais empobrecidas em franco crescimento; e os salários cada vez mais arrochados pela política econômica liberal. Hoje, além de tudo isso, a precarização da educação se aprofunda pela ausência de política pública de combate à pandemia do novo coronavírus e a falta de vacinação em massa, o que fragiliza o magistério e traz mais desigualdade de acesso aos(às)  estudantes à educação pública.

 

 

“É por isso que, este ano, o Sinpro-DF está de luto, juntamente com a população e com os mais 300 mil brasileiros(as) que perderam entes queridos para a Covid-19 em consequência da falta combate à pandemia pelo governo eleito em 2018, que não investe o dinheiro público na política de saúde e na defesa da vida para atender aos interesses do mercado. Assim, o sindicato não fará nenhuma live comemorativa, com atrações musicais, como é a nossa tradição, em respeito à memória dos mortos”, informa Eliceuda Silva França, coordenadora da Secretaria de Assuntos Culturais do sindicato. A diretoria colegiada, segundo ela, entende que este não é um momento festivo e decidiu que a homenagem deve se limitar, este ano, ao vídeo postado no final deste texto.

 

 

No fim dos anos 1970, enquanto militares brasileiros e empresários nacionais e estrangeiros se enriqueciam, ávida e enormemente, com as riquezas da nossa Nação – e, para isso, impuseram o regime de perseguição política, com terrorismo de todo tipo para intimidar qualquer reação ou organização da classe trabalhadora que combatesse a tirania e, sobretudo, a rapinagem –, os(as) professores(as) se reorganizaram e constituíram, na raça e na marra, o único instrumento capaz de dar um basta na festa marginal e de recomeçar as lutas necessárias para garantir conquistas para a classe dos professores, orientadores educacionais e especialistas da educação da rede pública de ensino.

 

 

Naquela época, a categoria entendeu que não havia outro jeito senão “ninguém soltar a mão de ninguém” e que somente unida numa entidade sindical forte poderia enfrentar, denunciar e combater o terrorismo de militares e empresários, sustentados por países e governos estrangeiros. Entendeu que o sindicato seria, sim, um dos caminhos certos para estancar a entrega para estrangeiros dos nossos patrimônios naturais, biológicos, minerais e demais riquezas nacionais, defender a educação pública ameaçada pelo plano MEC-USAID e assegurar uma vida melhor para os(as) trabalhadores(as) da educação e demais categorias profissionais.

 

 

Há 42 anos, o Sinpro-DF se posicionou à frente na luta, no Distrito Federal e no Brasil, para defender a Nação brasileira, a democracia e resgatar todos os direitos usurpados por uma facção subserviente e colonialista das Forças Armadas, pela Fiesp e outras organizações empresariais nacionais e estrangeiras, exatamente as mesmas que deram o golpe de Estado de 2016 e nos impõem, a cada dia, mais arrocho salarial, demolição de direitos retirados pela ditadura e resgatados após a democratização do Brasil, pela Constituição Federal de 1988.

 

O Sinpro-DF é uma das principais entidades que lideram, desde o fim dos anos 1970, o resgate da liberdade de organização e expressão numa época em que sindicatos e outras organizações sociais eram invadidos, passavam por intervenções e suas diretorias eram perseguidas, trabalhadores eram presos, torturados e até assassinados. Não é agora que vamos fugir da luta! Hoje, como nunca, ninguém solta a mão de ninguém! Feliz aniversário ao sindicado e à categoria que mantém a luta em defesa do Brasil e da educação! Juntos e juntas somos muito mais fortes!

 

 

Clique aqui e assista ao vídeo em homenagem aos 42 anos:

Clique aqui e acesse um pouco da história do Sinpro-DF

MATÉRIA EM LIBRAS

Com oficina de escrita, projeto contempla 45 estudantes do Ensino Médio da rede pública

De 22 de março a 16 de abril, 45 estudantes das escolas públicas do Ensino Médio do Distrito Federal, moradores das cidades de Ceilândia, São Sebastião e Recanto das Emas, participam do projeto Cartas de amor nas Ruas Virtuais, que oferece aos(às)  jovens um espaço de protagonismo para pensar sobre as cidades e suas relações sociais. Trata-se de um projeto criado para estimular o protagonismo de estudantes da rede pública de ensino do Distrito Federal que propõe a escrita afetiva e a arte como forma de autorrepresentação. Durante 25 dias, os(as) estudantes participam de oficinas com arte-educadores e palestras, abertas ao público, com um grupo de pesquisadores, ativistas sociais, cineastas, atrizes e professores.

 

Durante o período de realização do projeto, eles vão participar de uma imersão de escrita afetiva de cartas com os orientadores de cena e arte-educadores Ana Flávia Garcia, Gabriel Guirá, Marília Cunha e Nadja Dulci. O projeto oferece também aulas abertas ao público com Gabriel Martins – diretor de cinema; Roberta Estrela D’Alva – atriz-MC, diretora, pesquisadora e slammer; e Rita Von Hunty – professora, atriz e apresentadora do programa de TV “Drag me as a queen” e do canal do Youtube “Tempero drag”. O projeto idealizado pela atriz e educadora Nadja Dulci é realizado com o fomento do Fundo de Apoio à Cultura (FAC) da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal.

 

Cartas de amor nas Ruas virtuais foi inicialmente pensado para ocorrer de forma presencial dentro das escolas, com uma apresentação final na Rodoviária do Plano Piloto. No entanto, devido à pandemia do COVID-19, será realizado de forma virtual, com transmissões ao vivo abertas ao público. “O que por um lado impediu o contato presencial com os alunos, por outro, permitiu ampliar o alcance para a comunidade por meio das plataformas digitais”, afirma a educadora Nadja Dulci. “Vivemos um momento muito delicado com a pandemia, de dor e de tantas perdas. Justamente por isso estamos realizando este projeto agora, porque é importante falar de amor e estimular os jovens a refletir, a dar uma resposta estética a este acontecimento único em nossas histórias”, complementa a idealizadora. 

 

O projeto realizado com os estudantes do Distrito Federal é um desdobramento da performance “Nós, Marílias”, criada em 2012 por Nadja Dulci. Inspirada pela obra “Marília de Dirceu”, de Tomás António Gonzaga, publicada em 1792, a artista Nadja Dulci lê há nove anos para pessoas desconhecidas, encontradas aleatoriamente nas ruas, cartas de amor escritas por pessoas de várias cidades e países.

 

Ao retomar a publicação do século XVIII, a artista reencontra o gênero literário da escrita epistolar que entrou em desuso e que por muito séculos foi o registro da presença dos indivíduos no mundo, com descrições de cenas urbanas e rurais, de situações sociais, angústias, saudades e de amor. “Acima de tudo, a carta é uma expressão do indivíduo, de como ele se relaciona com fatos, acontecimentos e a vida à sua volta”, explica Nadja.

 

Mostra Cartas de amor nas Ruas virtuais

O projeto estimula os alunos a escreverem cartas e a apresentá-las em vídeo. A produção dos 45 alunos será reunida e apresentada numa mostra, evento com transmissão ao vivo pelo YouTube e aberto a toda a comunidade no dia 16 de abril, sexta-feira, às 19h. As vídeo-cartas ficarão disponíveis no site www.cartasdeamornasruas.com.br bem como nas redes sociais do projeto. Todo o conteúdo audiovisual do projeto será reunido em um curta-metragem, produzido com a consultoria do cineasta André Novaes Oliveira, vencedor de importantes prêmios como a Menção Especial do Júri na 45ª Quinzaine des Réalisateurs, Festival de Cannes, pelo curta “Pouco mais de um mês” e Melhor Filme na 51ª edição do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro pelo longa “Temporada”, em 2018.

 

As oficinas

Os estudantes que participam do projeto são convidados a refletir sobre a cidade e seu direito à ocupação por meio da observação crítica de seu espaço de vivência. Divididos em três grupos formados por 15 estudantes cada, as oficinas são ministradas pelos arte-educadores e orientadores de cena Ana Flávia Garcia, Gabriel Guirá, Marília Cunha e Nadja Dulci. Das oficinas, participam somente os estudantes previamente inscritos.

 

As aulas abertas

Como forma de ampliar a discussão sobre a escrita afetiva, o amor nos tempos atuais, pertencimento e territorialidade virtual e analógica, o projeto Cartas de amor nas Ruas virtuais apresenta pela primeira vez para o público de Brasília a professora, apresentadora e persona drag Rita von Hunty; a pesquisadora, cientista social, diretora e membro fundadora do Núcleo Bartolomeu de Depoimentos e do coletivo transdisciplinar Frente 3 de Fevereiro Roberta Estrela D’Alva para palestras abertas à comunidade; e o cineasta sócio fundador da produtora Filmes de Plástico cujos filmes já foram selecionados para mais de 200 festivais de cinema no Brasil e no mundo, Gabriel Martins. Transmitidas pelo YouTube do projeto, o público pode interagir com as/o convidadas/o enviando perguntas ao vivo.

 

“São figuras públicas que já trabalham a questão da escrita, têm forte atuação em comunidades, Rita é professora e fala com jovens. É divertida e crítica. Ela fala do fazer político e da importância do ser político no mundo”, afirma Nadja. “Roberta é uma mulher do teatro e criadora do teatro hip-hop, articula ideias sobre a escrita, a cidade, o protagonismo jovem e urbano, a cultura da periferia e as potências que essas interferências estéticas podem produzir”, ressalta. “Gabriel é um premiado cineasta radicado em Contagem, na Grande Belo Horizonte, com trabalhos presentes nos principais festivais de cinema do Brasil e do mundo. Tem muita coisa boa para trocar sobre a criação audiovisual”, completa a idealizadora do projeto.

 

No dia 25 de março, quinta-feira, às 19h, Gabriel Martins abre a programação com a aula aberta “Caminhos do audiovisual”. Como transformar uma carta de amor em um vídeo, linguagem tão explorada no universo das redes sociais hoje? No encontro, o cineasta falará sobre a transformação de palavras em imagens, um dos principais desafios de quem faz um filme.

 

No dia 1º de abril, quinta-feira, às 19h, Roberta Estrela D’Alva realiza a aula aberta “Teatro Hip-Hop: depoimento e autorrepresentação”. Como reconhecer elementos da própria história como potência para a transformação do universo em que habitamos? E como transformar-se em discurso artístico? A conversa com Roberta toma por base seu trabalho no Núcleo Bartolomeu de Depoimentos, coletivo que há 20 anos realiza pesquisa sobre a linguagem do diálogo entre a cultura hip-hop e o teatro épico. Serão tratados temas como a narratividade, autorrepresentação como discurso artístico e o depoimento como concepção do mundo. 

 

No dia 8 de abril, quinta-feira, às 19h, a professora de política drag queen Rita von Hunty aborda o tema “O amor como ato político”. Por que amamos? Ainda é / há tempo de falar de amor? Nesse encontro, Rita levanta questionamentos e provocações a respeito do amor nos tempos atuais. Nessa última aula aberta, Rita finaliza o ciclo de encontros inspiradores tanto com a comunidade geral, quanto com alunos das escolas públicas do DF.

 

A Mostra Cartas de amor nas Ruas virtuais

As vídeo-cartas de amor criadas pelos 45 estudantes da rede pública de ensino do Distrito Federal estreiam nas ruas virtuais na noite do dia 16 de abril, às 19h, em um evento aberto ao público com transmissão ao vivo pelo YouTube no canal do projeto. A mostra encerra o projeto e marca um momento de troca de experiências e aprendizados entre jovens de diferentes regiões do Distrito Federal. É nessa condição que eles assumem seu protagonismo social como remetentes/criadores e fazem ecoar suas vozes, seus sentires e suas histórias. 

 

Sobre a idealizadora

Candanga de coração, Nadja Dulci nasceu no interior de Minas Gerais. Atriz premiada, atua em teatro e cinema, cria performances, apresenta e produz programas para o rádio e dá aulas de arte. Atualmente, integra os coletivos Grupo Residência – Teatro e Audiovisual (MG-DF) e Cia. Rainha de Copas (DF), que em breve realizará o 1º Festival de Teatro e Arte-educação para a Infância do DF.  Como educadora, atuou em escolas públicas e privadas, da educação infantil à pós-graduação e em projetos de ensino não formal, voltados para idosos, mulheres, jovens em restrição de liberdade e comunidades rurais. Com a performance “Nós, Marílias”, se apresentou em 15 festivais e ocupações artísticas de artes cênicas pelo Brasil, foi objeto de pesquisa em doutorado na Universidade de Brasília e de mestrado na Universidade de Edimburgo, na Escócia, além de ser personagem no livro “O colecionador de histórias”, de Luís Humberto França, e do curta-metragem “Intervenções Urbanas”, de Lorena Figueiredo.

 

Sobre os arte-educadores

Ana Flávia Garcia é artista cênica, jogadora/criadora/criatura em palhaçaria, atuação, direção, encenação, dramaturgia e produção. Corpo trânsito em fisioperformance, militante em arte-educação, pesquisadora e desenvolvedora de projetos, ações, mediações e metodologias na tríade arte, política e filosofia com olhos feministas. Atriz e dramaturga premiada, atua há mais de 25 anos na cultura do Distrito Federal, já tendo realizado trabalhos em cidades de todas as regiões do Brasil. Atualmente integra o Duo Brinquedo e o Cabaré das Rachas.

 

Gabriel Guirá é artista visual, cênico e literário de Sobradinho. Atua há mais de dez anos na cena cultural do DF, já tendo trabalhado com dezenas de grupos e artistas, recebido prêmios em poesia, dramaturgia e artes gráficas, e circulado suas obras em escolas, museus e festivais dentro e fora do Brasil. Com uma pesquisa contínua nos campos da infância e da imaginação material, seu trabalho é caracterizado pela interseção das linguagens e por uma expressão poética. Atualmente integra os coletivos Morada, Abrindo a Sala e Duo Brinquedo.

 

Marilia Cunha é uma artista da cena nascida em Salvador. Na Bahia trabalhou durante dez anos na Companhia de Teatro da Casa Via Magia, mudando-se em 2000 para a Itália, onde trabalhou por 11 anos em espetáculos de circo-teatro e óperas líricas. Desde 2013 vive no Distrito Federal, onde funda o Espaço de Criação Casa Amarela, cursa Licenciatura em Dança no Instituto Federal de Brasília e integra a Cia Rainha de Copas e o Coletivo Morada. Arte-educadora, recentemente se formou como educadora griô, e em breve realizará o 1º Festival de Teatro e Arte-educação para a Infância do DF.

 

Sobre as palestrantes das aulas abertas

Gabriel Martins nasceu em Belo Horizonte (MG), está radicado na periferia de Contagem, graduou-se na Escola Livre de Cinema/BH e em Comunicação Social com Habilitação em Cinema e Vídeo, em 2010, no Centro Universitário UNA. É sócio fundador da produtora Filmes de Plástico, junto a André Novais Oliveira, Maurílio Martins e Thiago Macêdo Correia. Juntos seus filmes já foram selecionados em mais de 200 festivais no Brasil e no mundo como a Quinzena dos Realizadores em Cannes, Festival de Cinema de Locarno, Festival de Rotterdam e ganharam prêmios como a Menção Especial do Júri na Quinzena dos Realizadores em Cannes e Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. Dentre os seus principais trabalhos como diretor estão os curtas “Rapsódia para o Homem Negro”, “NADA” e o longa-metragem “No Coração do Mundo” (codirigido por Maurilio Martins) e que teve sua estreia no festival Internacional de Rotterdam.

 

Roberta Estrela D’Alva é atriz-MC, diretora, pesquisadora e slammer. Membro fundadora do Núcleo Bartolomeu de Depoimentos e do coletivo transdisciplinar Frente 3 de Fevereiro. Bacharel em artes cênicas pela ECA-USP e doutora em comunicação e semiótica pela PUC-SP. É idealizadora e slammaster do ZAP! Zona autônoma da Palavra, primeiro “poetry slam” (campeonato de poesia) brasileiro e curadora do Rio Poetry Slam-FLUP, primeiro poetry slam internacional da América Latina. Em novembro de 2014 foi publicado seu primeiro livro “Teatro Hip-Hop- a performance poética do ator-MC” pela editora Perspectiva. De 2016 a 2018 foi apresentadora do programa Manos e Minas, TV Cultura SP e afiliadas. Juntamente com Tatiana Lohmman dirigiu o documentário “SLAM- Voz de Levante” (2018).

Rita von Hunty é a persona drag de Guilherme Terreri, ator formado pela UNIRIO e professor de língua e literatura inglesa formado pela USP. Hoje atua no cinema e no teatro, apresenta um programa de TV (Drag Me As A Queen) e um canal no Youtube com 650 mil inscritos (Tempero Drag), além de oferecer palestras, cursos e formações que discutem, através dos Estudos de Cultura, temas centrais de nossas vidas em sociedade.

 

Serviço:

Cartas de Amor nas Ruas virtuais

Oficina virtual de escrita afetiva com arte-educadores e orientadores de cena para alunos da rede pública

Produção de vídeo-cartas de amor

Quando | De 22 de março a 16 de abril

 

Arte-educadores e diretores de cena| Ana Flávia Garcia, Gabriel Guirá, Marília Cunha e Nadja Dulci

Site | www.cartasdeamornasruas.com.br

YouTube | Instagram | Facebook | @cartasdeamornasruas

 

Mostra Cartas de amor nas Ruas virtuais

Apresentação final do projeto com leitura ao vivo das cartas.

Quando | 16 de abril, às 19h

Onde | Youtube @cartasdeamornasruas

Aberto ao público

 

Aulas abertas ao público e gratuitas:

Aula 1 

Tema | Caminhos do audiovisual

Por | Gabriel Martins

Quando | 25 de março, quinta-feira, às 19h

Onde | Youtube @cartasdeamornasruas

 

Aula 2

Tema | Teatro Hip-Hop: depoimento e autorrepresentação

Por | Roberta Estrela D’Alva

Quando | 1º de abril, quinta-feira, às 19h

Onde | Youtube @cartasdeamornasruas

 

Aula 3

Tema | O amor como ato político

Por | Rita von Hunty

Quando | 8 de abril, quinta-feira, às 19h

Onde | Youtube @cartasdeamornasruas

 

Informações para a imprensa:

Agenda KB Comunicação

Contato: Luiz Alberto Osório

E-mail: luiz.alberto@agendakb.com.br

Telefones: (61) 98116-4833

 

 

MATÉRIA EM LIBRAS

NOTA DE PESAR| SÍLVIA MARÇAL

É  com muita tristeza que o Sindicato dos Professores no Distrito Federal -Sinpro-DF, vem a público noticiar o falecimento da nossa querida e companheira de luta Sílvia Marçal, professora de Português que trilhou uma belíssima trajetória dentro da educação pública do Distrito Federal. 

 Após lutar incansavelmente pela vida com a mesma garra que lutava pela categoria magistério, Sílvia Marçal, deixa muitas saudades entre amigos, familiares e  estudantes. O sorriso e a alegria, eram marcas sempre presentes na educadora. Sua última passagem como professora foi no CEF 04 em Taguatinga, tendo passagem também pelo CEM Setor Leste. 

Sílvia Marçal será sempre lembrada pelo profissionalismo, honestidade e competência e, neste momento de dor, a diretoria colegiada do Sinpro-DF se solidariza aos familiares e amigos e deseja que Deus dê conforto para que possam enfrentar esta perda com serenidade.

A Educação está de luto. 

Sílvia Marçal, presente !!!

NOTA DE PESAR || Antônio Giovanni Silvério da Silva

É com enorme pesar que o Sindicato dos Professores no Distrito Federal -Sinpro-DF, vem a público noticiar o falecimento do nosso companheiro de luta  Antônio Giovanni Silvério Silva, professor que estava lotado na CRE de Taguatinga. 

Após lutar incansavelmente pela vida com a mesma garra que lutava pela categoria magistério, Antônio Giovanni, deixa muitas saudades entre amigos e familiares. Com uma belíssima trajetória na educação, trabalhou no CEP-ETC criando o curso FIC de Robótica. 

Antônio Giovanni será sempre lembrado pelo profissionalismo, honestidade e competência e, neste momento de dor, a diretoria colegiada do Sinpro-DF se solidariza aos familiares e amigos e deseja que Deus dê conforto para que possam enfrentar esta perda com serenidade.

O sepultamento está marcado para hoje (11), às 16h00 no Cemitério de Taguatinga e não haverá velório. 

A Educação está de luto. 

Antônio Giovanni Silvério Silva,  presente !!!

 

Pandemia acelerada, mortes por Covid-19 em alta, UTIs em colapso: DF vive o caos sem gestão acertada

O Distrito Federal enfrenta um dos piores momentos da pandemia do novo coronavírus. Com todos os números da Covid-19 em aceleração para cima, nas últimas 24 horas, a capital do País contabilizou 25 óbitos e 1.551 novas infecções. Desde o início da pandemia, o DF já notificou 311.098 contaminações e mais de 5 mil mortes pela doença em apenas 12 meses. Os dados são da Secretaria de Estado de Saúde do Distrito Federal (SES-DF), que afirma estar, a cidade, no início de mais uma aceleração da pandemia e que também está com mais de 20 mil contaminações ativas.

 

A SES-DF informou que 100% dos leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) da rede pública de saúde estão ocupados e, a rede privada, está com 96,2% de ocupação das UTIs nesta quarta. O Hospital Regional da Asa Norte (Hran) – referência em Covid-19 no DF – decretou bandeira vermelha e só irá atender, a partir desta quarta-feira, a pacientes com casos graves e risco de morte. Um vídeo circulou na Internet mostrando a situação da UTI do Hospital Regional de Ceilândia (HRC) superlotada. A situação é tão grave que o Conselho de Saúde pediu ao Governo do Distrito Federal (GDF) o fechamento, imediato, de escolas, igrejas e academias.

 

Contudo, apesar do caos instalado no sistema de saúde pública e privada e o Distrito Federal enfrentar um dos piores momentos da pandemia do novo coronavírus, com todos os números da Covid-19 em aceleração para cima, o governo Ibaneis Rocha (MDB) mantém escolas privadas, academias de ginástica e outros serviços não essenciais abertos por causa da pressão de proprietários que, em sua maioria, administram seus negócios de longe, deixando na linha de frente funcionários mal remunerados, geralmente com carteira de trabalho precarizada e sem condições de assistência médica.

 

O Brasil, por sua vez, tornou-se liderança, no planeta, em mortes e contaminações por Covid-19. Nas últimas 24 horas, o País registrou mais um recorde com 2.286 óbitos pela doença e 70 mil novos casos de contaminados. É o maior número de falecimentos desde o início da pandemia, que ultrapassa os EUA em mortes diárias da doença. O Brasil já perdeu mais de 270 mil pessoas para a peste e 11.202.305 de contaminados. Só entre 1º e 10 de março de 2021, 13.550 morreram por Covid-19 no País.

 

A situação é grave e, em todo o País, os estados e municípios enfrentam, hoje, a crise de superlotação do sistema da saúde por causa dos pacientes com Covid-19, sem contar outros, acometidos de outras doenças que requerem UTI. Não está fácil para ninguém, mas, segundo análise da Sala de Situação em Saúde (SDS), da Universidade de Brasília (UnB), no Distrito Federal, a situação  bem mais complicada.

 

Jonas Brant, professor, epidemiologista e coordenador da SDS/UnB, esclarece que a cidade apresenta uma característica mais complicada do que a dos outros estados. O DF tem aspectos peculiares, principalmente por causa de sua organização geopolítica, como, por exemplo, o fato de não ter municípios. Isso, segundo ele, gera uma dificuldade do ponto de vista de que a população mora, muitas vezes, nas cidades-satélites ou, às vezes, no Entorno, que pertence a outro estado e a outro gestor e vem todos os dias trabalhar no Plano Piloto.

 

“Essa dinâmica social facilita a transmissão do vírus e dificulta as ações de enfrentamento desta pandemia. O DF ainda tem aí um desafio grande que é uma pequena rede de atenção primária com um baixíssimo número de agentes comunitários de saúde, o que dificulta o estabelecimento de ações de controle e de rastreamento de contato, de apoio social e econômico. Temos aí os nossos próprios desafios para nos organizarmos para esta segunda onda”, afirma o professor.

 

Março de 2021: início da segunda onda

Em entrevista exclusiva para o Sindicato dos Professores no Distrito Federal (Sinpro-DF), o professor da UnB explica que o Brasil começou a atravessar a segunda onda. “O País inteiro teve algumas subidas e descidas no ano passado, mas, realmente, este momento talvez seja comparável ao que aconteceu no início de 2020. Ou seja, no ano passado, o vírus entra em cena, causa um número grande de casos e diminui de maneira importante. Aí a gente vê nova subida contínua desde o fim do ano passado, um aumento pequeno e gradual que ganha velocidade agora a partir de fevereiro de 2021”, afirma o pesquisador.

 

“Estamos em aceleração e podemos dizer que ainda estamos no começo dessa fase de aceleração maior. Portanto, ainda viveremos um momento importante dos casos no DF, principalmente, durante o mês de março. E é aí, justamente este período, que temos para nos organizarmos e garantirmos que o distanciamento físico aumente, que adequemos as medidas de biossegurança e de fiscalização, realizemos rastreamento de contatos e testagem para que consigamos, realmente, quando reduzir os números de casos, fazermos com que essa redução seja sustentável e possa, gradativamente, ir abrindo as atividades econômicas novamente”, aconselha.

 

Do ponto de vista da saúde pública, ele diz que as ações principais que o Governo do Distrito Federal (GDF) deve fazer são testagem – o GDF precisa ampliar muito a testagem; organizar a rede para fazer as investigações de cada caso confirmado; e identificar outros casos e os seus contatos para que se possa bloquear essa cadeia de transmissão. Mas, para garantir que essa ação seja efetiva, Brant afirma que é preciso construir redes de apoio social e econômico porque as pessoas precisam ficar em casa e, muitas vezes, elas estão saudáveis ainda, mas já estão transmitindo o vírus.

 

“Mas, como eu consigo convencer uma pessoa que precisa dessa renda do trabalho daquele dia para sobreviver? Por meio de testagem, rastreamento de contatos e construção de redes de apoio social e econômico e, ao mesmo tempo, construção de mecanismos para melhorar a biossegurança da população. Assim, as ações de vigilância sanitária e ambiental são muito importantes porque ajudam no processo educativo de que as pessoas precisam mudar a prática de seu dia a dia para que possa voltar às atividades econômicas, diminuir o isolamento físico das pessoas com segurança. Somente quando reduzir o número de casos, a gente pode voltar. Mas se a gente voltar, simplesmente, ao que era antes, a pandemia vai voltar a crescer. Ou seja, precisamos voltar, mas voltar com outras práticas que nos garantam melhor contenção da transmissão”, ensina o pesquisador.

 

Atividades escolares são importantes, mas devem ser suspensas

 

As atividades escolares são importantes e, neste contexto, são essenciais. É preciso que crianças e adolescentes tenham acesso à educação, aos espaços de interação social. A maioria delas está há mais de 1 ano sem escola e muitas delas estão vulneráveis porque os pais precisam trabalhar. A população mais vulnerável não está podendo fazer home office. É importante que as escolas estejam organizadas porque senão essas crianças vão ficar empilhadas, na casa de alguém que pode cuidar delas, mas, provavelmente, até em piores condições de biossegurança do que as próprias escolas.

 

Brant diz que as escolas são importantes e que o DF precisa retomar as atividades escolares com biossegurança. Ele informa que há vários estudos mostrando que as escolas bem organizadas conseguem manter as atividades sem que a unidade escolar seja um fator importante do aumento do número de casos. Nesse sentido, as escolas devem construir os seus próprios planos de contingência e de recuperação para que estejam bem organizadas e saibam responder a cada possível surto que ocorram lá dentro e, ao mesmo tempo, precisam identificar, nessa comunidade, qual é a população mais vulnerável, quem mais precisa, para que possa elencar estratégias de apoio imediato para essas crianças e possa, gradativamente, imaginar que esse retorno não será imediato e de 100%, mas que ele possa ocorrer de maneira gradual.

 

“Dito isso, gostaria de deixar claro que não entendemos que o retorno das aulas presenciais e das atividades escolares, neste momento de sobrecarga da rede, deva ocorrer. Neste momento, de início da segunda onda e de aceleração, todas as aulas e quaisquer atividades que não sejam extremamente essenciais devem ser suspensas, ou seja, a gente deve suspender todas as interações sociais e físicas para bloquear a transmissão do vírus. Quando retornarmos ao cenário de transmissão moderada, aí sim, a gente retorna às atividades e pode mantê-las, contudo, sempre na condição de haver todos os rituais de biossegurança”, declara o professor.

 

Vacinação não vai resolver o problema da Covid-19, mas ajuda a controlar

 

Brant informa que a vacina não vai resolver o problema da Covid-19 porque o vírus já mostrou uma capacidade de mutação importante. “O que a gente tem de entender é que ainda vai levar muito tempo para atingir uma imunidade de rebanho para conseguir imunizar todas as pessoas. Isso significa que a gente vai continuar a conviver com esse vírus, mas vai conseguir conviver com níveis muito mais toleráveis que irão garantir capacidade para a vigilância em saúde, vigilância epidemiológica, vigilância sanitária e a atenção primária ao trabalhador responderem de maneira adequada com muito mais força para um número menor de casos para tentar conter os locais em que ocorram as transmissões”, diz.

 

Assim, segundo ele, a vacina é mais uma ferramenta dentro do arsenal de combate à pandemia: “Vacinação, testagem, rastreamento de contatos, suporte social e econômico, comunicação de risco, vigilância sanitária e ambiental. Esse é o pacote que irá fazer frente ao vírus. Sem organizar toda essa engrenagem é pouco provável que a gente consiga conter a transmissão”, garante o epidemiologista.

 

O lockdown resolve o problema?

Não. O lockdown não é uma forma de resolver o problema. Ele é uma forma de evitar uma sobrecarga na rede hospitalar e proteger vidas, fazendo com que o número de casos se reduza a um número compatível com a capacidade da rede hospitalar e da rede de vigilância em saúde. Esse é um fator determinante.

 

“Precisamos reduzir o número de casos para que ele se torne compatível com a nossa capacidade de testagem laboratorial, de fazer rastreamento de contato, de fazer apoio social e econômico, com nossa capacidade de fazer vigilância sanitária e ambiental. Assim temos de reduzir esse número de casos para que a nossa capacidade operacional dê conta. E isso traz uma discussão importante: precisamos aumentar nossa capacidade operacional para poder encontrar esse nível em um ponto que seja adequado e sustentável em longo prazo”, afirma.

 

A cada dado científico, a diretoria colegiada do Sinpro-DF reforça o seu posicionamento sobre a volta presencial das aulas somente após a vacinação e a estruturação das unidades escolares com toda a biossegurança, como indica o pesquisador. Entende que não será possível, em 2021, receber os 100% dos(as) estudantes e corpo técnico da escola pública e que esse retorno deverá ser híbrido, gradual, observando sempre os movimentos da pandemia. Essa volta não deverá ocorre por agora, e talvez nem neste semestre. Todavia, é preciso que o GDF garanta também o acesso de todos(as) os(as) estudantes às aulas remotas, sem nenhuma exclusão.

 

“É preciso investir o dinheiro público destinado à educação no setor da educação. Defendemos a vacina e que o GDF tome as rédeas da situação. Defendemos que as escolas tenham planejamento de retorno após a vacinação e após a redução da pandemia e que cada escola tenha também seu plano de recuperação curricular do que foi perdido em razão da falta de acesso”, finaliza.

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PROFESSOR(A), ENTRE NA CAMPANHA CONTRA A PEC 186 E NÃO DEIXE O GOVERNO DESTRUIR NOSSA CARREIRA

O Sinpro-DF apresenta vídeo no qual explica como a PEC 186/2019 afeta diretamente a vida dos professores. “Quero aqui lhe fazer uma pergunta: você já parou um minuto para analisar o que significa a PEC 198/2019 sobre a qual tanto se fala nos últimos dias? Esta PEC é uma farsa do ponto de vista do que é apresentado como condição para se aprovar o auxílio emergencial”, explica Rosilene Corrêa, diretora do sindicato.
 
 
 
No vídeo, a diretora mostra que o auxílio emergencial se faz necessário. É obrigação do governo garantir o auxílio emergencial para as famílias assegurarem a sobrevivência, ou seja, não é para ter tranquilidade: é para sobreviver, é para ter o mínimo necessário para passarmos por esta pandemia e esse auxílio deve existir até que se tenha, de fato, eliminado essa pandemia do novo coronavírus no Brasil.
 
 
https://youtu.be/Jid6BcRPymU
 
 
 
Ela esclarece que, ao colocar algumas condições para pagar o auxílio emergencial, o governo Jair Bolsonaro usa o auxílio emergencial para justificar o que ele quer fazer, que é antecipar parte da reforma administrativa (PEC 32/2020). “O que o governo Bolsonaro que fazer é se apropriar do Estado brasileiro e fazer dele o que bem quiser, inclusive privatizar tudo. É isso que está por trás”, afirma.
 
 
“E aí, a nós, servidores e servidoras, o que está posto na PEC 186/2019 é de uma tragédia sem precedentes, o que significa que nós já estamos no sétimo ano sem reajuste, tem a Lei Federal 173, do governo Bolsonaro, que congelou qualquer avanço e qualquer ganho nas carreiras públicas até 31 de dezembro de 2021”, complementa. A diretora alerta para o fato de que, com a PEC 186/2019, as deliberações da Lei Federal 173 podem ser prorrogadas por mais 5 anos ou mais porque o governo Bolsonaro coloca para estados e municípios uma autonomia de acordo com a sua economia, com a condição econômica do estado e município que pode se manter congelamentos, pode não ter concurso público, pode tudo que eles querem.
 
 
Com a PEC 186/2019, o governo Bolsonaro e os políticos do Congresso Nacional que a apoia estão fazendo é estrangulando o serviço público, tirando os nossos direitos e limitando e restringindo. Então, entre na campanha se você ainda não entrou. Esta medida que estão aprovando agora na Câmara dos Deputados vai destruir a nossa carreira, ela vai acabar com os nossos direitos, ela vai nos colocar no caminho de empobrecimento profundo.
 
 
“Imaginem vocês com o aumento de petróleo duas vezes na seman, 5 kg de arroz a 30 reais, com tudo aumentando todo dia, com esta inflação galopante que estamos vivendo, e você sem nenhuma perspectiva de avanço na carreira, de reajuste, de recomposição salarial para os próximos 5 anos. Isso é o caos. Sem contar que não haverá mais concurso público. Imagine o Distrito Federal: o que vai ser o mercado de trabalho para o Distrito Federal? O que vai ser a economia do DF com os servidores públicos, porque nós somos a grande massa do trabalho e nosso consumo é o que faz girar a economia, com esses salários congelados?”
 
 
Professor(a) e orientador(a) educacional, o momento é grave, é sério e não é brincadeira. Se perdermos nossa carreira para o mercado financeiro por meio da PEC 186, será praticamente impossível recuperá-la.
 
 
Lute agora ou assistirá a destruição de sua própria vida!
 
 
Por um auxílio emergencial de #600SemDesmonte dos serviços públicos que protegem a população na pandemia e em qualquer situação de vida.
 
 
 
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➡️ Acesse o banco de tuítes: http://bit.ly/TWT600SemDesmonte
 
 
Mais informações
Inicialmente, a PEC 186 trataria apenas da concessão do Auxílio Emergencial às pessoas que sofrem com o impacto econômico da Covid-19. Entretanto, o governo federal inseriu uma série de “gatilhos” na proposta, que miram direto nos serviços públicos. Além de congelamento salarial por tempo indeterminado e suspensão de concursos públicos, um dos gatilhos da proposta retira R$ 216 bilhões do Fundo Social para a Educação
 
 
 
 

https://youtu.be/Jid6BcRPymU

 

Campanha para salvar a vida da professora Eudalice da EC 19 de Ceilândia

A professora Eudalice Soares de Souza, vice-diretora da Escola Classe 19 (EC19) de Ceilândia, precisa, urgentemente, de sua ajuda para ficar viva.

 

Ela está com tromboembolismo pulmonar e, internada na sala vermelha do Hospital das Clínicas de Ceilândia, precisa urgente de uma vaga na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), pois não consegue respirar sem o auxílio de oxigênio. Se ficar sem oxigênio, tem crises convulsivas e pode morrer. Ela está recebendo o oxigênio necessário e alimentação intravenosa.

 

A situação é mais complicada ainda porque o plano de saúde dela não cobre os custos do atendimento. A família já entrou na Justiça para o Governo do Distrito Federal (GDF) garantir uma UTI pública equipada e não Covid-19 para ela ou pagar uma UTI privada. Enquanto espera a Justiça, a família pede a sua ajuda para salvar a vida de Eudalice.

 

Sabendo que podemos contar uns com os outros em momentos de aflição, colegas e amigos(as) pedem sua ajuda financeira para salvar a vida da professora. Trata-se de uma ação solidária em favor de Eudalice.

 

Solicitamos aos colegas da rede de ensino uma colaboração que poderá ser feita por meio do:

CHAVE PIX: 61982634153
TRANSFERÊNCIA BANCÁRIA de Eudalice Soares de Souza:
BRB agência 0217- conta corrente 139636-6

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No Dia Internacional da Mulher, Sinpro-DF parabeniza e convida mulheres para a luta

A diretoria colegiada do Sinpro-DF homenageia e parabeniza todas as professoras, orientadoras educacionais e educadora da carreira do Magistério.  O 8 de Março ­─ Dia Internacional das Mulheres ─ de 2021 é um dos mais significativos da história dessa data porque, este ano, no Brasil, as mulheres enfrentam uma das piores crises econômicas e sanitárias.

 

A data sempre foi momento de mobilização, marchas, protestos e ações em todo o mundo. As mulheres brasileiras se organizavam em grandes passeatas. Este ano não é diferente. Serão realizadas ações em todo o País.  No Distrito Federal, a mobilização será de forma unificada pelas mulheres da capital federal e do Entorno e conta uma programação diversificada que deve durar até o fim do mês. (Veja a programação abaixo).

 

O Sinpro-DF aderiu, como o faz todo ano, ao Março Feminista Antirracista Unificadas DF e Entorno, e tem promovido, desde a última semana de fevereiro e vai até o fim de março, uma série de atividades virtuais, com matérias, reportagens, debates, lives, vídeos e programas de TV sobre a questão da mulher e da educadora nas redes sociais e na TV Comunitária do Distrito Federal. O lema dessas ações é “Pela Vidas de Todas as Mulheres, Auxílio Emergencial e Vacina Já! Fora Bolsonaro e seu governo assassino!”

 

Nesta segunda-feira (8), às 16h, por exemplo, promove uma roda de conversa virtual para celebrar o Dia Internacional da Mulher com a participação especial da mineira Cida Mendes, a Concessa – personagem que a atriz interpreta no seu canal do YouTube “Tecendo Prosa”, que tem mais de 300 mil inscritos. A atividade virtual, intitulada “8 de Março – Uma data marcada por lutas e resistências”, faz parte do Março Feminista Antirracista Unificadas DF e Entorno, iniciativa em curso que marcar o mês de março várias atividades, como lives, debates, publicação de matérias, reportagens, artigos entre outras ações.

 

A roda de conversa será, a partir das 16h, em todas as redes sociais do Sinpro-DF (YouTube, Instagram e Facebook) e pela TV Comunitária de Brasília (TV Cidade Livre), no canal 12 da NET e em suas redes sociais.  “A unificação dos movimentos de mulheres na última década nas ações do 8 de Março nos aponta que é possível avançar e conquistar a emancipação das mulheres. Temos muito a construir e conquistar”, afirma Vilmara Pereira do Carmo, diretora da Secretaria de Mulheres do Sinpro-DF.

 

Ruth Brochado, diretora do Sinpro-DF e integrante da Secretaria de Mulheres, destaca que “o 8 de Março é uma construção de resistência permanente! ” Para falar dos assuntos, o sindicato reuniu parlamentares e dirigentes sindicais da própria educação do Distrito Federal, afinal, ninguém melhor do que as sindicalistas para retratar o problema que aflige a categoria e discutir com professoras(es) e orientadoras(es) educacionais a situação e o papel da mulher na sociedade, na família, na escola e no mercado de trabalho.

 

O  “8 de Março – Uma data marcada por lutas e resistências” traz para a discussão cinco temas cotidianos e primordiais para a categoria: violência doméstica, precarização do trabalho da educadora na pandemia, educação como instrumento que liberta, a cultura como instrumento de resistência e reforma administrativa. Mônica Caldeira, diretora do Sinpro-DF e também da Secretaria de Mulheres, avalia que “não avançaremos na construção de um mundo justo e igualitário enquanto o machismo continuar matando as mulheres e continuar na impunidade”.

 

 Rosilene Corrêa, diretora do Sinpro-DF, lembra que sempre que há crises em qualquer país, mas, sobretudo no Brasil, as mulheres são as primeiras a serem atingidas. Ela destaca que, com a pandemia da Covid-19, a mulher tem sofrido ainda mais com desemprego, violência doméstica e feminicídio. “Com certeza o ano de 2020 e agora, 2021, tem sido dois anos muito ruins para todos, mas, principalmente, para as mulheres, pois já carregamos muitas tarefas ao longo da vida e ainda vivemos a realidade da desigualdade. Espero que este 8 de março sirva para uma reflexão profunda a respeito de tudo isso”, afirma. A diretora destaca algumas lutas que as mulheres enfrentaram por melhores condições de vida e trabalho.

 

“Nós mulheres batalhamos muito pelo direito ao voto e a Lei Maria da Penha. Temos uma capacidade gigante de organização para ir à luta e não desistir. No governo Michel Temer, mas, principalmente agora, no governo Jair Bolsonaro temos sofrido retrocessos imensos em termos de conquistas das mulheres. Antes tínhamos políticas públicas sendo implementadas e que faziam a diferença na vida das mulheres. Com o golpe contra a ex-presidenta Dilma, perdemos espaço no sentido de cuidados e responsabilidades do Estado”, lamenta.

 

Rosilene explica, ainda, que a crise econômica criada pelos governos Temer e Bolsonaro e a gestão neoliberal do ministro da Economia, o banqueiro Paulo Guedes, é que tem piorado não só o problema do desemprego e da renda, mas, principalmente, a pandemia do novo coronavírus.

 

“É justamente o contrário do que diz a mídia comercial, como a Globo entre outras. Neste 8 de março a nossa categoria e a população precisa lutar por recursos para a educação e pela revogação da Emenda Constitucional 95, que congelou, de forma criminosa, por 20 anos, os gastos do governo com a saúde e a educação e, agora, contra a PEC 186/2019, que aprofunda a EC95”, afirma.

 

A professora da rede pública de ensino e diretora da Secretaria de Mulheres da CUT-DF, Thaísa Magalhães, avalia a gestão do governador Ibaneis Rocha (MDB) e do presidente Jair Bolsonaro (ex-PSL) como péssima e que os prejuízos causados pela pandemia foram potencializados, consideravelmente, por eles, o que obrigou as mulheres a repensarem a mobilização deste ano. 

 

“Em nossas mobilizações, sempre pautamos nossas lutas específicas por uma sociedade mais justa, com direitos igualitários para todas e todos, mas também levamos temas gerais, como Lula Livre e defesa da democracia, por exemplo. Neste ano, tendo em vista a péssima gestão da pandemia feita pelos governos federal e distrital, as pautas da política geral ganharam força”, afirma.

 

E completa:  “Este ano, excepcionalmente, não realizaremos ato de massa, como fizemos em outros anos anteriores. A ideia inicial era que, unificadas, as mulheres fossem às ruas e realizassem grande mobilização. Porém, no DF, Ibaneis não comprou vacina e segue aguardando pelo plano de vacinação do governo federal. Já a nível nacional, o governo Bolsonaro tem se mostrado negligente e genocida e deixado claro que vidas não são prioridades. Dessa forma, as ações para a construção do 8 de março têm ocorridos virtualmente”, disse.

 

O 8 de Março Feminista Antirracista Unificadas DF e Entorno está organizado desde 2016 e é formado por mulheres de mais de 80 Coletivos, entre movimentos sociais, políticos, Organizações Não Governamentais (ONGs), além de centenas de mulheres que não estão organizadas, mas que contribuem para o movimento. Desde então, a luta do grupo tem movimentado a capital federal. Para se ter ideia da força do grupo, em 2017, por exemplo, a mobilização reuniu mais de 15 mil mulheres na Esplanada dos Ministérios.

 

*Confira a programação da CUT-DF nas redes sociais:*

 

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8 de Março Unificadas DF e Entorno

 

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Sinpro-DF celebra o Dia Internacional da Mulher com roda de conversa sobre lutas e resistências

O Sinpro-DF realiza, nesta segunda-feira (8), uma roda de conversa virtual para celebrar o Dia Internacional da Mulher. A atividade faz parte do “Março Feminista Antirracista Unificadas DF e Entorno”, iniciativa em curso para marcar o mês de março, como séries de lives, debates, publicação de matérias, reportagens, artigos entre outras ações.

 

O debate a ser realizado pelo Sinpro-DF, na segunda, será transmitido, a partir das 16h, em todas as redes sociais do Sinpro-DF (YouTube, Instagram e Facebook) e pela TV Comunitária de Brasília (TV Cidade Livre), no canal 12 da NET e em suas redes sociais. Confira os endereços virtuais no final deste texto.

Este ano, as celebrações do sindicato do Dia Internacional da Mulher contam com a participação especial da mineira Cida Mendes, a Concessa – personagem que a atriz interpreta no seu canal do YouTube “Tecendo Prosa”, que tem mais de 300 mil inscritos.

Intitulada “8 de Março – Uma data marcada por lutas e resistências”, a atividade virtual do Sinpro-DF traz para a discussão cinco temas cotidianos e primordiais para a categoria: violência doméstica, precarização do trabalho da educadora na pandemia, educação como instrumento que liberta, a cultura como instrumento de resistência e reforma administrativa.

 

“A unificação dos movimentos de mulheres na última década, nas ações do 8 de Março, nos aponta que é possível avançar e conquistar a emancipação das mulheres. Temos muito a construir e conquistar”, afirma Vilmara Pereira do Carmo, coordenadora da Secretaria de Mulheres do Sinpro-DF.

 

Ruth Brochado, diretora do Sinpro-DF e integrante da Secretaria de Mulheres, destaca que “o 8 de Março é uma construção de resistência permanente!” Para falar dos assuntos, o sindicato reuniu parlamentares e dirigentes sindicais da própria educação do Distrito Federal, afinal, ninguém melhor do que as sindicalistas para retratar o problema que aflige a categoria e discutir com professoras(es) e orientadoras(es) educacionais a situação e o papel da mulher na sociedade, na família, na escola e no mercado de trabalho.

 

Mônica Caldeira, diretora do Sinpro-DF e também da Secretaria de Mulheres, avalia que “não avançaremos na construção de um mundo justo e igualitário enquanto o machismo continuar matando as mulheres e continuar na impunidade”.

Assim, participarão do debate a deputada federal Erika Kokay (PT-DF); Vilmara Pereira do Carmo, coordenadora da Secretaria de Mulheres do Sinpro-DF; Mônica Caldeira e Ruth Brochado, diretoras do sindicado e integrantes da Secretaria de Mulheres; Rosilene Corrêa e Berenice D’Arc Jacinto, diretoras do Sinpro-DF e da CNTE; Maria Gilda Costa, diretora do Sinpro-DF; Magnete Guimarães (Meg), diretora do Sinpro-DF e vice-presidente da CUT-DF; Thaísa Magalhães, secretária de Mulheres da CUT-DF; Neliane Cunha, professora de Atividades e integrante da Frente de Mulheres Negras do DF.

 

A diretoria colegiada do Sinpro-DF convida a todas as professoras e orientadoras educacionais, bem como professores e orientadores, para participar da atividade. Em tempos de pandemia descontrolada e ameaças de volta às aulas sem vacinação da categoria e de todo tipo de ataque à educação, aos serviços e ao funcionalismo públicos, é preciso debater os vários tipos de violências que vão desde a violência imposta à mulher por questões de gênero e a doméstica até os ataques ao direito à educação pública e aos serviços que o Estado tem de prestar ao seu povo.

 

Professora(or) e orientadora(or) educacional, nossa vitória depende de nossa força que, por sua vez, depende de nossa união e participação no sindicato!

 

Confira, a seguir, os endereços das redes sociais do Sinpro-DF e TVCom para acessar a live do Dia Internacional da Mulher.

Sinpro-DF
YouTube: /sinprodf ; Instagram: /sinprodf; Facebook: /sinprodf

TV Comunitária de Brasília (TV Cidade Livre)
Canal 12 da NET; YouTube: /tvcomdf; Instagram: /tvcomdf ; Facebook: /tvcomdf

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