Atenção aposentadas/os: último dia para se inscrever no concurso de poesia e desenho
INSCRIÇÕES ENCERRADAS
Termina hoje (11/01) as inscrições para o concurso Poetizando e Desenhando com Paulo Freire em seu Centenário, exclusivo aposentadas/os filiados ao Sinpro-DF. Todo processo de inscrição é feito virtualmente pelo link. Acesse nossa página no Tik Tok https://vm.tiktok.com/ZMJbharmU/ e veja o passo a passo da inscrição para o concurso. Aproveite para curtir a gente lá.
Dividido em duas categorias – Poesia e Desenho –, o concurso vai premiar as/os três primeiras/os colocadas/os em dinheiro. O primeiro lugar das duas categorias receberá R$ 2 mil; o segundo, R$ 1.500,00; e o terceiro, R$ 1 mil. Tanto a poesia como o desenho deverão ser manuscritos, inéditos, originais e individuais, e devem ser apresentados em papel oficial, disponibilizado no site do Sinpro-DF, no link para as inscrições. Além disso, cada participante só poderá concorrer com um único trabalho em apenas uma categoria.
A data de divulgação do resultado será divulgada em breve.
Confira, a seguir, o link para as Inscrições e Regulamento:
Para se inscrever e enviar o trabalho artístico-cultural (desenho ou poesia), o(a) aposentado(a) terá de seguir o passo a passo:
1 – Entre no link de inscrição disponível esta segunda-feira, dia 11 de janeiro e faça a inscrição. Isso irá gerar um código. Esse código será enviado por e-mail. Guarde-o.
2 – Faça o download, ou seja, descarregue a folha oficial de desenho ou de poesia em seu equipamento (computador, celular ou tablet, enfim, o equipamento que você tiver usando) e imprima. Obs: a folha oficial já está disponível para download no link de inscrições.
3 – Desenhe ou escreva sua poesia nessa folha oficial que você imprimiu.
4 – Feito o trabalho na folha oficial (ou de desenho ou de poesia), coloque nela o código que você recebeu no ato da inscrição.
5 – Feito isto, digitalize seu trabalho e salve no seu equipamento em PDF (computador, celular ou tablet, enfim, o equipamento que você tiver usando. O link permite apenas o envio de arquivos em PDF).
6 – Agora, faça o upload: clique no link disponibilizado pelo Sinpro para fazer upload e carregue seu desenho ou sua poesia para dentro do site do sindicato.
7 – Os trabalhos NÃO SERÃO ACEITOS, de forma alguma, por outro meio de envio, apenas pelo link do upload. IMPORTANTE: OS TRABALHOS SÓ SERÃO ACEITOS PELO LINK DO UPLOAD
8 – Feito isso, você receberá a comprovação do envio por e-mail.
9 – O Sinpro não receberá nenhum trabalho após esta segunda-feira, dia 11 de janeiro: último dia de inscrições.
10 – Acompanhe o noticiário do site para saber os resultados do concurso.

É com enorme pesar que o Sindicato dos Professores no Distrito Federal -Sinpro-DF, vem a público noticiar o falecimento da nossa querida companheira de luta
A diretoria colegiada do Sinpro-DF informa que foi com imensa tristeza e pesar que recebeu a notícia do falecimento, na noite dessa quarta-feira (23/12), do professor, pesquisador e escritor Alberto Roberto Costa. Ele estava hospitalizado com Covid-19 e não resistiu à doença. O sepultamento foi no cemitério na saída de Luziânia, nesta quinta-feira (24), às 10h.
A prova disso é seu livro “A escolarização do corpus negro – Processos de docilização e resistências nas teorias e práticas pedagógicas no contexto de ensino–aprendizagem de artes cênicas”, publicado pela editora Paco Editorial. Filiado ao Sinpro-DF, Alberto parte jovem, aos 43 anos, e deixa uma produção de conhecimento novo em curso, aberta para quem precisa dar continuidade. Era mestre em artes e, atualmente, estava afastado para doutoramento em Educação na Universidade de Brasília (UnB). Sua pesquisa era no campo da arte-educação com enfoque nas pedagogias interculturais e insurgentes, criadas a partir de experiências estéticas afro-brasileiras.
“Em 2011, dei aulas para o Ensino Fundamental numa escola do Gama com turmas de 6º e 7º ano. Durante o ano, fiz um trabalho com danças afro-brasileiras com as turmas de 6º ano. Montei coreografias inspiradas nas danças tradicionais e uma turma apresentou o jongo para todas as turmas daquele turno na escola. No ano seguinte, estes/as mesmos/as estudantes foram meus alunos no 7º ano e, como o conteúdo era diferente, fiz outro trabalho voltado mais para artes visuais com foco no Brasil Colônia. Quando começou o movimento nas turmas de 6º ano provocado pelos ensaios das danças, a turma que dançou jongo no ano anterior me procurou pedindo para apresentar. Eu respondi que não tinha como, porque eu já havia fechado a avaliação deles/as e pelo fato de já terem passado por aquela experiência, agora a nota seria a partir do conteúdo que estavam tendo contato no 7º ano, então não teria como dar a nota. Para minha surpresa, uma aluna respondeu: “Professor, a gente não quer a nota. A gente só quer dançar o jongo”. Um outro estudante, quase implorando, disse: “Por favor, professor, deixa!!!”. Neste momento, meus olhos encheram d’água e emocionado eu os coloquei na sequência das apresentações. Esse fato não ficou marcado só na vida deles/as, mas na minha também e só evidenciou o quanto precisamos “amansar a escola”, como diz Célia Xakriabá, para que epistemologias negras possam enegrecer processos de ensino-aprendizagem e nos fazer pensar-dançar com todo o corpo, pois, como sugere o filósofo Renato Noguera: “Pensar é um ato coreográfico”, declarou.










