Sinpro-DF convoca gestores para reunião do Coletivo de Gestão Democrática nesta terça (10)

A diretoria colegiada do Sinpro-DF convoca todos(as) os(as) gestores(as) para reunião virtual do Coletivo de Gestão Democrática, nesta terça-feira (10/11), a partir das 16h, pelo Zoom, com as Coordenações Regionais de Ensino (CRE) de Brazlândia, Ceilândia, Guará, Paranoá, Gama, Recanto das Emas e Sobradinho.

Outra reunião, também virtual, do coletivo, sobre o mesmo tema e com o mesmo procedimento, será realizada, na quinta-feira (12), às 15h30, com as CRE de Samambaia, Taguatinga, Núcleo Bandeirante, São Sebastião, Plano Piloto, Santa Maria e Planaltina.

PROCEDIMENTO
Importante estar atentos(as) porque as reuniões serão realizadas separadamente e simultaneamente. Ou seja, a reunião virtual do Coletivo de Gestão Democrática desta terça-feira (10), com as sete CRE, serão realizadas separadamente, porém, ao mesmo tempo. Ou seja, nesta terça, serão realizadas, ao mesmo tempo, sete reuniões distintas. O mesmo se repetirá na quinta-feira (12).

Por isso, quem for participar deve enviar mensagem para Vanilce, diretora do sindicato, no número 99685-4997, confirmando a participação e dizendo em qual CRE irá participar para que ela (Vanilce) envie o link correspondente à reunião virtual da CRE solicitada.

A diretoria destaca também a importância da participação dos(as) gestores(as) de todas as modalidades e especificidades de ensino na reunião de sua CRE para se construir, de forma ampla e democrática, as principais atuações do coletivo. No encontro, serão definidos itens significativos da pauta e haverá indicação de dois membros por Regional, pelos(as) gestores(as), para representação no Coletivo de Gestão Democrática.

DESTAQUE

Lembrando que as 14 reuniões (as sete de terça e as sete de quinta) serão divididas por CRE e acontecerão em blocos, de forma separada, porém, de maneira simultânea. Ou seja, na mesma hora em que a CRE de Brazlândia, na terça (10), estiver reunida, as demais CRE do bloco de sete a que Brazlândia pertence também estarão. Na quinta (12), o procedimento será o mesmo.
 

SERVIÇO
O QUÊ: Reunião do Coletivo de Gestão Democrática
ONDE: ZOOM
QUANDO: Dias 10 e 12 de novembro
HORA: Dia 10/11, às 16h. Dia 12/11, às 15h30
PROCEDIMENTO: Interessados(as) em participar deverão solicitar o link pelo telefone 99685-4997 (Vanilce) e dizer a qual CRE (Regional) pertence. Ou seja, ao solicitar o link da reunião, informar, na mensagem, qual CRE o(a) gestor(a) pertence.  

Nota de falecimento | Professora Rosangela Meneses Pacheco

 

Com imensa tristeza e pesar, a diretoria colegiada do Sinpro-DF comunica o falecimento da professora de artes Rosangela Meneses Pacheco. Ela faleceu, nesse domingo (8/11), de falência múltipla dos órgãos em decorrência de uma leucemia. Seu corpo será cremado nesta terça-feira (10/11), às 10h, no Cemitério do Valparaíso.

Considerada uma guerreira pelos(as) colegas, era militante de primeira hora na defesa da categoria do magistério e da educação pública. Transparente, não se omitia nos seus posicionamentos políticos: era contra qualquer governo que tentasse impor o autoritarismo, a privatização da educação e dos serviços públicos e qualquer política neofascista.

Sempre acolhedora, ela emanava uma imensa alegria de viver. Era competente na sua profissão e sabia como ninguém a história da arte. Dentre muitas qualidades, era solidária com todos e todas. Mesmo depois da pandemia e da sua doença, ela contribuía com seus estudantes das Altas Habilidades.

Professora Rosangela se aposentou em 2015, mas, antes, atuou nas Coordenações Regionais do Guará e Núcleo Bandeirante. Professora Rosangela, presente!

 

 

 

 

 

SINPRO REALIZA 2ª REUNIÃO DO COLETIVO DE GESTÃO DEMOCRÁTICA NESTA TERÇA (10)

Lançado no dia 8 de outubro, o Coletivo de Gestão Democrática, realizou no mês passado (29), a primeira reunião do coletivo. No encontro, foi apresentada a carta de intenções que norteia o debate e os objetivos do coletivo, discutindo também, assuntos de interesse da categoria. Foi avaliado coletivamente que a realização desse 2º encontro, acontecesse de forma regionalizada para que possamos definir a pauta prioritária do coletivo bem como a construção da sua representação.

Dando prosseguimento ao encaminhamento, nesta terça-feira (10), a partir das 16h, ocorrerá a segunda reunião do Coletivo de Gestão Democrática de forma regionalizada, cumprindo o que foi previsto no primeiro encontro. Ao todo, serão 7 reuniões simultâneas que ocorrerão.

É de grande importante que os(as) gestores(as) de todas as modalidades e especificidades de ensino participem da reunião de sua regional para que possamos construir, de forma ampla, as principais atuações do coletivo. No encontro, serão definidos os itens mais importantes da pauta e também, a indicação de dois membros por regional pelos(as) gestores(as) para representação do Coletivo de Gestão Democrática.

As 7 reuniões serão divididas por regionais e acontecerão em blocos separados. No primeiro encontro que ocorrerá na terça-feira (10), participam: Brazlândia, Ceilândia, Guará, Paranoá, Gama, Recanto das Emas e Sobradinho.

Os (as) interessados(as) em participar, deverão solicitar o link pelo telefone 99685-4997 (Vanilce).

Na quinta-feira (12), será a vez das seguintes regionais: Samambaia, Taguatinga, Núcleo Bandeirante, São Sebastião, Plano Piloto, Santa Maria e Planaltina.

Acesse a Carta Coletivo de Gestão Democrática (1)

Atenção!!!

 Ao solicitar o link da reunião, informar na mensagem, qual CRE o (a) gestor(a) pertence.  

 

Empresa privada que administra energia elétrica deixa Amapá no apagão

No mesmo dia em que o Amapá completa 4 dias de apagão, o governo Ibaneis Rocha (MDB) anuncia o leilão da CEB Distribuição. No Amapá, bastou uma tempestade e um raio para um incêndio destruir um transformador e revelar ao mundo o que significa a privatização do sistema de energia elétrica. Há 4 dias com 90% dos municípios completamente sem energia, a situação é tão grave que o governo Waldez Góes (PDT) decretou situação de emergência.

O apagão do Amapá é resultado de um incêndio em um transformador de energia na subestação de Macapá, que resultou na perda total na unidade na terça-feira (3). A empresa espanhola Isolux, que dona e operadora da linha de transmissão de 500 kv Tucuruí-Macapá-Manaus, que liga o Amazonas, o Amapá e oeste do Pará à Usina Hidrelétrica de Tucuruí, e colocou o Amapá no Sistema Interligado Nacional (SIN), em 2015, não consegue trocar o transformador que pegou fogo porque não tem outro para pôr no lugar em hora de emergência.

Precisou de uma empresa estatal, a Eletronorte, entrar no circuito para amenizar a situação e devolver energia ao Estado do Amapá. A situação do Amapá é o espelho do que irá acontecer no Distrito Federal assim que a CEB for privatizada. Sem luz e sem água e com uma pandemia de Covid-19 descontrolada, treze dos 16 municípios do Amapá, ou seja, Macapá e outras 12 cidades, entram no quarto dia de apagão nesta sexta e não tem previsão de volta da luz.

Informações do Ministério das Minas e Energia dão conta de que quase todo o estado está sem energia e a população já sofre para comprar o básico. Empresários e comerciantes, sobretudo do ramo de alimentação, estão acumulando prejuízos. Em nota à imprensa, o Coletivo Nacional dos Eletricitários (CNE) cobrou, nesta sexta-feira (6), uma ação mais da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) em relação à operação da espanhola Isolux, dona da subestação no Amapá, que teve um dos seus três transformadores incendiados e provocou o apagão.

Na manhã desta sexta-feira (6), o ministério informou a retomada de 60% a 70% do serviço, mas, até o início da tarde, 13 dos 16 municípios continuavam sem luz, com exceção de hospitais, que estão mantidos pela energia da estatal Eletronorte. Macapá e outras 12 cidades estão sem luz. Só na capital, Macapá, com 760 mil habitantes, e na região metropolitana, a população tem vivido uma verdadeira tragédia.

Há denúncias de que parte da população mais vulnerável já passa fome e sede. O desabastecimento também é realidade. Para saber o nível do estrago, é preciso esperar a água baixar e a energia voltar. Vídeos enviados às redes sociais mostram a falta de água potável, de comida e até combustível na capital. Muita gente se refugiou no Aeroporto Internacional de Macapá Alberto Alcolumbre, local que ainda tem energia elétrica. Em Macapá, só há energia nos serviços essenciais, como hospitais.

Além disso, falta água encanada, água mineral e gelo; Internet e serviços de telefonia quase não funcionam; postos de gasolina não tem gerador e não conseguem operar; caixas eletrônicos e máquinas de cartão não funcionam e, por isso, as pessoas não conseguem fazer compras.

Eletronorte: a estatal que vai salvar o Amapá
O Amapá é a unidade da Federação que reinaugura, após 19 anos, o pesadelo dos apagões que ocorreram no governo Fernando Henrique Cardoso (PSDB) por causa da política do Estado mínimo para privatização. Importante lembrar que os apagões em empresas públicas nos governos neoliberais são parte de “estratégias” para privatização generalizada. Há uma Medida Provisória (MP), a MP 998, em andamento no Congresso Nacional, que obriga e dá um prazo até junho de 2021 para o Amapá para privatizar distribuidora estadual, a Companhia de Eletricidade do Amapá (CEA), que está federalizada, sob o comando da Eletronorte.

“É essa a política neoliberal: demora dias para substituir um equipamento danificado por um incêndio”, alerta a diretoria colegiada do Sinpro-DF. Em entrevista para o Sinpro-DF, Ikaro Chaves, engenheiro eletricista da Eletronorte e diretor da Associação dos Engenheiros e Técnicos do Sistema Eletrobras (Aesel), explica que se trata de uma linha de transmissão em 230 kv que sai de Tucuruí e vai até Macapá.

“Essa linha é responsável por fazer a interligação do Estado do Amapá com o Sistema Interligado Nacional. Ela é a única linha que fornece energia ao Amapá. Se ficar sem essa linha, o estado fica isolado. Foi construída e é operada pela Isolux, uma empresa privada espanhola que ganhou um leilão ao apresentar o menor preço para fazer esse trecho”.

No Brasil não há nenhuma barreira para entrada de empresas privadas para fazer empreendimentos, incluindo aí em áreas importantes, como o setor de energia. Qualquer empresa pode participar de leilões. Na época, essa empresa concorreu, até mesmo com a Eletronorte, saiu vitoriosa. Ofereceu um preço menor do que o da Eletronorte.

As investigações ainda serão feitas, mas, até onde a gente sabe, o que aconteceu no Amapá foi um sinistro causado por um raio, durante uma tempestade muito forte, que caiu sobre um transformador, que explodiu e incendiou. Desgraçadamente, a empresa tinha dois transformadores em reserva, mas um deles estava danificado e, o outro, também foi danificado pelo incêndio.

Atualmente, há outra, a Usina Hidrelétrica Coaracy Nunes, situada a 150 km de Macapá, que pertence à estatal Eletronorte, que está funcionando e fornecendo parte da energia para a população. Não é suficiente para a demanda do estado. As causas dos problemas nos transformadores da Isolux serão apuradas.

Empresas privadas visam apenas o lucro
“O que a gente sabe é que, definitivamente, a Isolux não tem um corpo técnico suficiente e capaz para atuar num tipo de intercorrência como esta. Tanto é que o Ministério das Minas e Energia acionou a Eletronorte, uma estatal, para ajudar na recuperação do sistema. A Eletronorte já mobilizou técnicos de vários estados da Região Norte para recuperar o sistema da Isolux. Vão tentar colocar o segundo transformador que sofreu algumas avarias com o incêndio para alivar o estado”, informa.

Além disso, a estatal Eletronorte, que não tem nenhuma responsabilidade pelo fato ocorrido, emprestou outro transformador de propriedade dela, disponível, porém, terá de ser removido do Estado de Roraima. Trata-se de uma operação que irá demorar algum tempo.

“Não podemos fazer acusações levianas, precisamos de apuração, mas podemos tirar lições desse problema do Amapá. Aparentemente, há problemas. Primeiro, por que o sistema de proteção contra descargas atmosféricas (raios) não foi capaz de proteger o transformador? É preciso ter o famoso para-raio. O que estava instalado lá não funcionou. É possível ter havido erro de projeto ou de manutenção. Segundo, por que houve danos em dois transformadores? Deve ser erro de projeto também”, analisa o engenheiro.

Na avaliação dele, o problema do Amapá suscita a reflexão sobre como é encarada o setor elétrico no Brasil porque o que os governos colocam como prioridade para uma empresar ganhar um leilão desses é o menor preço. Mas, e isso é verdade, não existe uma fiscalização do projeto. Muitas vezes a empresa oferece o menor preço, mas não faz um projeto bem-feito, não utiliza o melhor equipamento e materiais e, inclusive, corta muita mão de obra, deixando o quadro de pessoa insuficiente para enfrentar todas as situações para baixar preço, ganhar leilão e maximizar os lucros.

Essa maneira de encarar o setor elétrico é outro aspecto que põe o País em risco. Essa é a lição que fica. Vai entregar as empresas do setor elétrico para empresas privadas que só visam o lucro? Todas as empresas privadas visam o lucro. A empresa privada existe para dar lucro ao dono dela. Não existe para outra coisa. Geralmente, esse lucro é feito em detrimento da segurança dos consumidores, dos trabalhadores e do próprio meio ambiente.

“O que acontece no Amapá é o espelho do que irá acontecer com a CEB após o leilão porque a empresa que irá concorrer será como todas as outras que cortaram mão de obra e investimentos para concorrer pelo menor preço e maximizar os lucros. Isso não é fato isolado. O que aconteceu no Amapá não é fato isolado: acontece frequentemente no Estado de Goiás, que deixa a população no prejuízo; em Rondônia, no Acre. Trata-se de uma tragédia anunciada”, assegura.

Estudantes da rede participam de disputa nacional de empreendedorismo

A fase regional do programa Innovation Camp premiou estudantes do Cemi do Cruzeiro por projeto de educação financeira. A etapa nacional ocorre hoje ( 5), de novembro.

Um projeto de quatro estudantes do Centro de Ensino Médio Integrado (Cemi) do Cruzeiro,  garantiu lugar em disputa nacional que busca incentivar o empreendedorismo. A definição ocorreu no dia (26/10). Mariana de Matos, Karem Victória, Ana Karolina de Souza e Yasmin Pereira conseguiram uma vaga numa competição de inovação graças a projeto de educação financeira para crianças. As três primeiras têm 18 anos e cursam o 3º ano do ensino médio, enquanto Yasmin, 15, está no 1º ano.

O projeto das quatro estudantes concorreu com iniciativas de estudantes do Centro de Ensino Médio Integrado (Cemi) do Gama e do Centro Educacional do Lago. Com a vitória, as alunas do Cruzeiro partem para uma competição com equipes de outras unidades da Federação em 5 de novembro. O melhor projeto será premiado pelo Facebook. A disputa é parte do programa Innovation Camp, da organização social Junior Achievement e ocorre com o patrocínio da Estação Hack do Facebook. No Cemi do Cruzeiro, a Junior Achievment investe no empreendedorismo desde 2018 de maneira presencial. 

 

Reparar a falta de educação financeira

O projeto Enterprising, apresentado pelas quatro estudantes do Cemi do Cruzeiro na competição regional, busca reduzir o problema da falta de educação financeira na população. A solução encontrada foi incentivar a formação das crianças sobre o tema de forma lúdica e com o uso da tecnologia. O projeto consiste em aliar um cofrinho em formato de porco com um aplicativo, em que são disponibilizados jogos e dicas.

 

Protótipo do aplicativo que contará com jogos e dicas sobre educação financeira
           Protótipo do aplicativo que contará com jogos e dicas sobre educação financeira(foto: Arquivo Pessoal)

 

“Nós decidimos por essa abordagem de projeto porque a infância é uma fase em que a pessoa está em desenvolvimento. Então, nada melhor do que formar a pessoa com educação financeira já nessa fase. A criança aprende outras matérias, como matemática, ciências e português, mas falta educação financeira. E por que não ensinarmos, já que é algo que se leva para toda a vida?”, questiona a estudante Mariana de Matos, 18 anos, que está no 3° ano do ensino médio.

“Nosso projeto é mais voltado para o público infantil porque fizemos entrevistas antes de chegarmos à ideia final. Constatamos que, para a maioria das pessoas que disseram não ter tido contato com a educação financeira desde cedo, esse é um grande problema em suas vidas”, destaca Yasmin Pereira, 15, estudante do 1° ano do ensino médio.

Desafios do empreendedorismo juvenil

Outra integrante da equipe é Karem Victória, 18, que está no 3° ano do ensino médio. Ela conta que não foi fácil chegar a uma saída no desafio proposto, já que as estudantes tiveram uma semana para criar algo inovador e mais uma semana para se prepararem para a apresentação final. ”Foi muito difícil, mas acabamos tomando a decisão juntas”, disse a estudante. “Depois que encontramos uma ideia viável, fomos só ajustando. Confesso que, em vários momentos, pensei que não fosse dar certo”, reforça Ana Karolina de Souza, 18, também do 3° ano.

A solução foi desenvolvida em quatro encontros com mentorias e orientações da Junior Achievement. Para lapidar o projeto, as equipes debatiam as ideias; faziam pesquisas, votações, e entrevistas. Ao fim do processo, ocorre o chamado pitch, em que os grupos devem resumir a ideia para os jurados e tentar convencê-los da escolha do projeto. “Não é porque é uma atividade educacional que você não pode desenvolver uma solução real e que possa ser financiada”, pondera Fabiano Rezende Barcelos Anchiêta, que orientou as estudantes.

Fabiano destaca que o programa torna mais precoce o contato com o empreendedorismo. Além disso, o professor, que dá aula de redes e de Prática Pedagógica Supervisionada (PPS), considera que os ensinamentos do programa se estendem para além da carreira dos alunos. “Com relação às escolhas da vida, o Innovation Camp permite analisar se as soluções realmente vão dar certo”, pondera.

 

O professor Fabiano Rezende Barcelos Anchiêta, que orientou as estudantes, destaca que os aprendizados serão levados para a vida toda
O professor Fabiano Rezende Barcelos Anchiêta, que orientou as estudantes, destaca que os aprendizados serão levados para a vida toda(foto: Arquivo pessoal)

O projeto Enterprising concorrerá com outros projetos de estudantes de cinco estados brasileiros. A decisão final ocorrerá em 5 de novembro, mas, por enquanto, as alunas do Cemi do Cruzeiro podem se preparar e aprimorar o projeto.

Gestão satisfeita

O diretor do Cemi do Cruzeiro, Getulio Cruz, acredita que os resultados de estudantes do colégio em competições também são fruto da dedicação e da preocupação da equipe de coordenadores e professores com o rendimento dos alunos.

Ele destaca que, além do projeto em parceria com a Junior Achievement, a escola desenvolve outros projetos de destaque em robótica, artes, literatura e teatro. “Entendo que, como gestor, tenho que ser aberto a inovações. Então, nossos alunos são orientados a criar e a se desenvolver para o mercado de trabalho. Parcerias são mais que oportunas, pois trazem formação de qualidade”, pondera.

Reprodução: Eu Estudante

SEMINÁRIO: “I EDUCAR PARA DEMOCRACIA: Caminhos Para Uma Formação Cidadã”, Participe!

O Sinpro convida todos(as), para participar do seminário I Web Seminário Educar Para Democracia: Caminhos Para Uma Formação Cidadã”. Em formato virtual, e ao vivo, os expositores professores(as) de diferentes lugares do Brasil (Amazonas, Roraima, Paraíba, Rio Grande do Norte, Alagoas, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Distrito Federal, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Paraná e Rio Grande do Sul), apresentarão projetos construídos e aplicados em suas escolas, principalmente na educação básica, totalizando 21h de atividades com certificação para os inscritos participantes. Durante o seminário, acontecerá também, o lançamento da obra “A Missão Pedagógica de Educar para Democracia”.  

O evento será  sob a organização do Coletivo Docentes pela Democracia com chancela da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE,) tendo como cerne contribuir para a formação de profissionais da educação promovido sob a égide da indissociabilidade ensino-pesquisa-extensão.

As inscrições ocorrerão até o dia 24/11.  Você pode conferir toda programação e informações sobre o seminário aqui. 

Participe! Juntos, somos mais fortes.

Sinpro-DF convoca Coletivo de Aposentados(as) para reunião nesta sexta (6)

O Sinpro-DF convida aposentados(as) para reunião nesta sexta-feira (6/11), às 15h, para mais uma reunião do Coletivo de Aposentados(as). Neste momento, conversaremos um pouco sobre os desafios deste período e as nossas perspectivas futuras.

A sua participação é muito importante. Solicite o link para participar desta reunião com uma das diretoras da Secretaria de Aposentados(as): Sílvia Canabrava, Consuelita Carvalho e Elineide Rodrigues.

Solicitar o link do Zoom com:

(61) 99271 7399 – Sílvia
(61) 99943 0217 – Elineide
(61) 99836 0396 – Consuelita

Sinpro-DF recorre ao Judiciário para preservar vidas

O Sinpro-DF entrou na Justiça, nesta quinta-feira (5), para impedir o retorno das aulas presenciais na rede pública de ensino. A entidade ingressou no Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) com um pedido de Intervenção de Terceiros para integrar-se à ação do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) e do Governo do Distrito Federal (GDF) de retorno às aulas presenciais porque qualquer decisão da Justiça afeta os(as) trabalhadores(as) da educação e não somente os(as) estudantes.
 
“Uma decisão que retome aulas presenciais este ano será uma tragédia anunciada, como tem sido as previsões sobre a pandemia do novo coronavírus no Brasil desde o início do ano. Estudantes, professores(as) e suas famílias serão impactados(as) negativamente. Haverá muita morte. Até as 13h da quinta-feira (5), o Brasil havia registrado 161.269 mortes por Covid-19 e 5,5 milhões de casos confirmados. Em 24h, entre os dias 4 e 5/11, morreram mais de 620 pessoas da doença. No dia 4/11, quando a imprensa apresentou esse balanço, apenas as Secretarias de Saúde de cinco estados haviam atualizado os dados: CE, GO, MG, MS e RN. O Brasil tem 27 unidades federativas”, afirma a diretoria colegiada.
 
A diretoria entende que não é o momento de retomada porque a pandemia não está controlada. “Os números da pandemia estão mais subnotificados do que nunca. O balanço da mídia prova isso. A média móvel de novos casos nos últimos 7 dias foi de 17.312 por dia. Mesmo subnotificado, esse número alto. Além disso, não há perspectiva nenhuma de vacina ou outro tipo de medicação que evite a morte de toda e qualquer pessoa que se contamine. Sobreviver após pegar Covid-19 é como um jogo de loteria: ninguém sabe quem vai viver e quem vai morrer”, alerta.
 
O sindicato argumenta que a única forma de impedir a contaminação é evitando aglomerações. “Isso é outro motivo que indica não ser momento ideal para retorno de aulas presenciais. Qualquer tipo de aglomeração, incluindo aí a das escolas, aumentará o risco de contaminação. Nenhuma medida sanitária preventiva nas escolas será capaz de impedir a contaminação quando a rede receber mais de meio milhão de estudantes, professores e trabalhadores técnico-administrativos”, adverte a diretoria.
 
“Aliás, é importante destacar que a pandemia não cede no Brasil por causa da política genocida de voltar a uma normalidade que não existe. É estarrecedor ver a Vara da Infância e da Juventude compactuar com isso e insistir nessa retomada presencial quando deveria atuar na defesa da vida das crianças e adolescentes”, critica. Outro argumento utilizado pelo sindicato é o surto de Covid-19 que ocorreu, em menos de 30 dias, entre professores e funcionários das escolas privadas do DF, do dia 21/9, data do retorno presencial, ao dia 31/10, data de conclusão da testagem realizada pelo Sinproep-DF.
 
A testagem de mais de 4 mil professores da rede privada, entre 22 e 31/10, provou que o retorno às aulas presenciais aumentou, exorbitantemente, a contaminação por Covid-19. “É preciso que se compreenda que ainda estamos numa pandemia. Ela não acabou e não está sob controle. Tem muita gente morrendo todos os dias. A posição do MPDFT de reduzir o papel da educação pública ao espaço físico da escola é um equívoco. Essa insistência no retorno das aulas presenciais é, na verdade, colocar mais vidas em risco. Por isso, o Sinpro-DF continua com seu posicionamento contra o retorno”, afirma Rosilene Corrêa, diretora do Sinpro-DF.

Ela disse que o sindicato irá recorrer à Justiça sempre que preciso para impedir o retorno neste momento. “Queremos, sim, uma força tarefa de todos os setores da sociedade, especialmente do MPDFT e da Câmara Legislativa, para termos planejamento e investimento na educação pública para recuperarmos o quanto antes os prejuízos causados pela pandemia. É preciso que se registre que ninguém, ninguém tem mais compromisso com nossos estudantes, do que professores e professoras ”, finaliza.

Participe|| Geometria Natalina 2020

A Sociedade Brasileira de Educação Matemática (SBEM), convida todos(as), para participar  da Geometria Natalina-2020 em formato remoto.

 O evento é realizado desde 2006 e visa uma interação por meio de oficinas, envolvendo geometria.

Devido à pandemia, a edição deste ano, ocorrerá de forma virtual.  Os interessados, deverão fazer o envio do vídeo do dia 01°/11 à 15/11.

Participe! 

LIVE|| PARTICIPE DO LANÇAMENTO DA REVISTA “SALA DE RECURSOS”, NESTA QUINTA (5)

O sonho de materializar um projeto que estava apenas nos grupos de conversas, foi possível graças ao empenho de um grupo de professores de Sobradinho, que com muita força de vontade e determinação viram que o ensino inclusivo ultrapassava  as paredes das salas de aulas.  

Experiências e vivências no ambiente escolar, foram o combustível para despertar nos professores o desejo de documentar os trabalhos desenvolvidos pelos estudantes  da educação inclusiva. Trabalhos esses ricos em superação, possibilidades e mudanças. 

Assim nasceu a revista Sala de Recursos, um espaço recheado de histórias, experiências pessoais e com  olhar de educadores que convive com diferenças. Inclusão, essa é a palavra certa para decifrar o trabalho dos professores, pois acreditam que a melhor maneira de fazer o bem, é permitir a todos o acesso ao sistema educacional de qualidade. Ambiente este que deve ser sempre um espaço de convivência múltipla com respeito às diferenças e, também, as práticas e as relações da SR revista serão sempre ancoradas em três princípios: Equidade, Igualdade e Respeito. Leia mais aqui.

Para debater mais sobre o projeto, nesta quinta-feira (5), às 17h45, acontecerá uma live para o lançamento oficial da revista “Sala de Recursos”. A transmissão será ao vivo  pela TV Comunitária no canal 12 da NET,  pelo Facebook e Youtube do Sinpro. Para o debate, participará, Ray Oliveira e Luciana Reis, idealizadoras e colaboradoras da revista. 

Participe você também!

 

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