Lula reajusta valor da merenda escolar e GDF recebe R$ 61,4 milhões em 2023

Desde 2017, a merenda escolar das escolas públicas do Brasil estava sem reajuste. Para resolver isso, no início de março deste ano, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) anunciou um aumento de até 39% no valor repassado aos estados, municípios e Distrito Federal para o Ensino Fundamental e Médio.

Com esse reajuste, o governo Lula rompe a série de congelamentos no setor da educação impostos pelos governos Michel Temer (MDB) e piorados no governo Jair Bolsonaro (PL). Além do aumento de 39%, o governo Lula realizou, também no início de março, um investimento direto de R$ 5,5 bilhões, atingindo 40 milhões de estudantes do ensino público de todo o País.

O presidente Lula explicou que o valor destinado por estudante do Ensino Fundamental e Médio passou a ter acréscimo maior, de 39%, acima do Índice de Preço ao Consumidor Amplo (IPCA), indicador da inflação no período. Nessa faixa, está concentrada a maior parte dos estudantes da rede pública, 60,5%, totalizando 24 milhões de estudantes.

Matéria da Agência Brasil informa que, para os cerca de 3,6 milhões de estudantes de pré-escola e da educação básica para indígenas e quilombolas, o reajuste é de 35%. No caso de 11,7 milhões de crianças em creches, estudantes de escolas em tempo integral, da Educação de Jovens e Adultos (EJA) e do atendimento especializado, a correção é de 28%”.

No entanto, numa matéria divulgada na Agência Brasília sobre o tema, o Governo do Distrito Federal (GDF) não informa a autoria do reajuste da merenda. Também não explica que é graças à política do governo Lula de investimentos na Educação pública e ao reajuste de 39% na merenda escolar que “o DF teve 50,4% de reajuste no valor pago pelo Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae), que cuida da merenda escolar [em todo o País]”.

O Sinpro explica que, com o repasse do governo Lula, a rede pública de ensino da capital do País irá receber R$ 61,4 milhões, em 2023, para melhorar a oferta da merenda aos(às) estudantes. Vale lembrar que, além de assegurar as refeições dos(as) estudantes, esse reajuste ajuda e incrementar a economia do Distrito Federal porque a política do Ministério da Educação é casada com a do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA) e prevê a compra de alimentos sustentáveis dos produtores locais.

MEC e MDA incentiva economia do DF com PNAE

Durante o anúncio do aumento do valor da merenda escolar no País, o presidente Lula informou também que esse reajuste beneficia a produção sustentável. “Com ele, também ganha a produção sustentável, com incentivos para aquisição de gêneros alimentícios diversificados, produzidos localmente, garantindo a comida de diversidade das crianças e adolescentes”, observou Paulo Teixeira, ministro do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar.

Diferentemente das concepções de educação pública dos governos Temer, Bolsonaro e de vários governos estaduais, como a do governo Ibaneis Rocha (MDB), o reajuste da merenda escolar retoma a política de permanência de estudantes de baixa renda nas escolas pública, abandonada nos últimos 6 anos.

Assim, o governo federal volta a oferecer alimentação diversificada, produzidas localmente, ajudando na oferta de alimentos de qualidade e estimulando os produtores locais. “Pelo PNAE, pelo menos 30% dos recursos devem ser usados para a aquisição de alimentos da agricultura familiar. O ministro da Educação, Camilo Santana, disse à imprensa que o PNAE foi um dos programas que ajudou o Brasil a sair do Mapa da Fome, nos 13 anos de governo do PT.

Na ocasião, Santana também anunciou a liberação, na primeira quinzena de março, R$ 250 milhões do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), autarquia vinculada ao MEC, para dar continuidade a obras de reforma e construção de escolas e creches em municípios. Na segunda quinzena de março, também foram liberados outros R$ 350 milhões para a mesma finalidade.

 

 

 
 
 
 
 
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MATÉRIA EM LIBRAS

Novo Ensino Médio prejudica também concursos públicos e nomeações

O Novo Ensino Médio (NEM) tem sido alvo de protestos de todos os setores da educação, que reivindicam junto ao novo governo que o projeto seja revogado. Para o Fórum Nacional Popular de Educação (FNPE), que reúne 45 entidades representativas do campo educacional, o NEM desqualifica a educação básica, descaracteriza suas finalidades e precariza a formação nas escolas públicas, prejudicando, principalmente, os estudantes oriundos das classes trabalhadoras.

O posicionamento do FNPE tem base em debates exaustivamente realizados por educadores(as), estudantes, pesquisadores e sindicalistas desde a imposição do NEM via medida provisória pelo governo golpista de Michel Temer. O comprometimento da oferta de disciplinas em favor de uma dita profissionalização, que, em tese, seria contemplada por ciclos formativos, resulta não em aprofundamento, mas sim, no acesso a um conhecimento em detrimento de outro.

Ou seja, se o NEM retira conteúdos em vez de acrescentar, o que esperar do futuro de profissionais da educação graduados em áreas como História, Geografia ou Biologia? Ora, como os itinerários a serem percorridos pelos estudantes não são apresentados igualmente a todos, as escolas não são obrigadas a oferecer todos eles. É fácil prever, portanto, que, se o NEM se mantiver, em poucos anos, os concursos públicos para professores(as) de História, Geografia e Biologia (exemplos utilizados acima) tendem a se tornar raridade. Vale destacar que os concursos já têm sido escassos.

O NEM aprofunda desigualdades sociais, regionais e, inclusive, entre os professores e professoras, de acordo com a disciplina que lecionam. Por isso, o Sinpro-DF reafirma a luta pela revogação desse nocivo projeto: não existem adaptações ou reparos possíveis, é preciso rejeitar o NEM como um todo!

Em discussão no Senado

Uma subcomissão temporária sobre o tema foi criada no Senado para debater amplamente uma nova estrutura e avaliar a Lei 13.415/2017, que instaurou o NEM. A senadora Teresa Leitão (PT-PE) foi eleita para presidir a subcomissão.

Teresa terá 180 dias para ouvir todos os setores envolvidos e impactados pelo projeto para discutir desafios e perspectivas. A primeira reunião da subcomissão está agendada para 12 de abril e a revogação da NEM estará em debate.

Mais concursos públicos e nomeação já!

A luta pela convocação imediata de todos os aprovados e aprovadas no concurso para o magistério do DF foi firmada como uma das pautas de prioritárias do magistério público. O compromisso foi firmado com concursados(as) em encontro realizado na última segunda-feira (27) na sede do Sinpro.

A qualidade da educação pública e as condições de trabalho do magistério dependem da ampliação do quadro de profissionais efetivos(as) da rede pública de ensino. Por isso, o Sinpro tem levado às reuniões de negociação com o GDF tanto a pauta “convoca já” quanto a necessidade de realização de mais concursos públicos.

O concurso em vigor foi suspenso em caráter liminar na última terça-feira (28). Falta o julgamento definitivo, que terá base na análise do mérito. O Sinpro segue acompanhando os desdobramentos desse processo.

Sinpro promove seminário de formação antirracista

No dia 11 de abril, às 19h, a sede do Sinpro recebe o primeiro Seminário de Formação do caderno É Preciso Ser Antirracista, lançado em novembro do ano passado e disponível em PDF aqui.

As inscrições para o Seminário de Formação já estão abertas e vão até o dia 10 de abril. CLIQUE AQUI PARA FAZER A INSCRIÇÃO. O seminário é voltado exclusivamente para sindicalizados(as). “Formação antirracista é o que determinam as diretrizes da lei 10.639/2003 – que inclui o ensino de história e cultura afro-brasileiras nos currículos oficiais”, lembra a coordenadora da secretaria de raça e sexualidade do Sinpro, Márcia Gilda.

A formação será realizada pelos organizadores do caderno, o professor Adeir Ferreira Alves e as professoras Aldenora Conceição de Macedo e Elna Dias Cardoso.

O caderno “É Preciso ser antirracista: caderno de apoio para práticas pedagógicas de enfrentamento e combate ao racismo na escola” traz informações importantes, como:  dispositivos legais que respaldam, orientam e determinam o trabalho antirracista na escola; datas importantes para a luta antirracista; expressões racistas que devem ser extintas; e conceitos importantes dos estudos antirracistas.

Além disso, o caderno traz diversas sugestões para se trabalhar o combate ao racismo dentro das salas de aula, nas diversas disciplinas; e orientações para desenvolver práticas pedagógicas de reconhecimento e valorização das contribuições da população negra. “Os objetivos desse trabalho são: oferecer uma ferramenta didática; ser um suporte teórico-conceitual; atender à lei 10.639/2003 como instrumento de capacitação; e oferecer conteúdo qualificado com linguagem acessível”, explica o professor Adeir Ferreira Alves, um dos autores da publicação. “Quero agradecer, em nome da equipe técnica, pela parceria com a Secretaria de Raça e Sexualidade do Sinpro-DF, pela oportunidade de propor uma prática de educação antirracista e de combate ao racismo institucional”, ele destaca.

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02 de abril – Dia Internacional do Livro Infantil

A leitura é uma prática que traz inúmeros benefícios e quando estimulada desde a infância, pode trazer impactos impressionantes. Por meio dela, as crianças desenvolvem concentração, memória, raciocínio e compreensão, estimulam a linguagem oral, além de ampliar a capacidade criativa. E para valorizar algo tão especial, o dia 2 de abril comemora o Dia Internacional do Livro Infantil.

A data foi escolhida para homenagear o escritor dinamarquês Hans Christian Andersen, um dos principais nomes da literatura mundial, autor, por exemplo, de obras como A pequena sereia. Ao longo de sua vida, escritor escreveu mais de 150 narrativas ficcionais que, ainda hoje, encantam crianças do mundo todo, exemplo de A pequena sereia, O patinho feio e O valente soldadinho de chumbo.

Um dos grandes objetivos do dia é despertar o interesse das crianças pela leitura literária e para o Sinpro, o Dia Internacional do Livro Infantil propicia a reflexão sobre a qualidade da educação das crianças em todo o planeta, já que a formação de leitores(as) depende, antes de tudo, de sua alfabetização. Além disso, é importante e necessário debater qual escola pública estamos oferecendo para os(as) nossos(as) estudantes. “A leitura pode nos levar a outros mundos. Poder nos entreter ao mesmo tempo em que favorece a reflexão sobre a realidade ou a fuga de dificuldades que enfrentamos em nosso cotidiano. Além disso, desperta sonhos, curiosidades e ativa a criatividade”, enfatiza a diretora do Sinpro Joana Darc, complementando que a luta por uma educação pública de qualidade é uma base necessária para que as próximas gerações tenham uma análise crítica do mundo, que só a leitura pode proporcionar.

 

Reestruturação da carreira: Sinpro convoca categoria para ação na CLDF, nesta terça (4)

A Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) poderá votar nesta terça-feira (4/4) o projeto de lei nº 237/2023, que define reajuste salarial de 18%, dividido em três anos, para professores(as), orientadores(as) educacionais e demais carreiras do serviço público distrital. Diante do percentual insuficiente para suprir as perdas acumulas nos últimos 8 anos, o Sinpro-DF convoca toda a categoria para comparecer ao plenário da Casa e exigir o avanço para a reestruturação da carreira do magistério público. A concentração será às 14h.

“A categoria deve ficar atenta. Estamos acompanhando e, caso haja essa antecipação, informaremos à categoria. É essencial que estejamos todos e todas, em peso, nessa sessão. Vamos fazer pressão sobre os deputados e deputadas distritais para reestruturação da nossa carreira”, afirma a diretora do Sinpro-DF Luciana Custódio.

Entre outubro e dezembro de 2022, grupo de trabalho (GT) composto por representantes da Secretaria de Educação (SEEDF), da Secretaria de Fazenda e pela comissão de negociação do Sinpro reuniu-se com o objetivo de elaborar uma proposta de reestruturação da carreira do magistério. Essa é a pauta central da “Campanha Salarial 2023: Basta de descaso com a educação!” por garantir paridade e isonomia, com ganhos para efetivos(as) e contratos temporários, quem está na ativa e aposentados(as).

Com a reestruturação da carreira, o Sinpro reivindica, entre outros pontos, valorização das tabelas de especialização, mestrado e doutorado; incorporação da Gaped/Gase aos vencimentos básicos; fortalecimento da carreira com a nomeação de concursados; a possibilidade de atingir o teto do vencimento antes dos 25 anos de carreira com a antecipação de padrões.

Má fé
No dia 23 de março, o governador do DF, Ibaneis Rocha, anunciou pelo Twitter que o índice de reajuste aos servidores públicos distritais seria de 18%. O percentual foi definido arbitrariamente. Pela proposta, o funcionalismo público receberia 6% em julho deste ano, 6 % em julho de 2024 e 6% em julho de 2025. Com essa estratégia, o GDF ainda indica um novo engessamento de negociações pelos próximos anos.

Para tentar justificar o percentual totalmente dissonante da necessidade da categoria do magistério público e demais carreiras do funcionalismo público, o GDF vem tentando emplacar a narrativa de que enquanto o governo federal concede 9% de reajuste para servidores públicos, o GDF garante 18%.

“Temos que lembrar de questões importantes: a primeira é que o reajuste para o funcionalismo do DF é de 6% por parcela a cada ano. Isso depois de cinco anos de gestão do governador Ibaneis. No caso dos servidores federais, o reajuste é de 9% já no primeiro ano do novo governo. Não estamos falando que 9% é um percentual suficiente, mas mostrando que essa narrativa do GDF tem tons de má fé”, afirma a diretora do Sinpro Luciana Custódio.

Assembleia
Assembleia geral com indicativo de greve está agendada para dia 26 de abril. Há possibilidade de antecipação da data. A atividade compõe o calendário de mobilização da Campanha Salarial 2023: Basta de descaso com a educação – Reestruturação da carreira já!. Horário e local serão divulgados em breve.

 

Vanessa Galassi e Alessandra Terribili

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Quando 18 não é o dobro de 9

Um jornal brasiliense de grande circulação estampou em sua capa impressa: “Servidor do GDF terá reajuste de 18%. União fecha em 9%.”

Esse título dá a entender que o aumento do GDF é o dobro do oferecido pela União. Mas, na prática, não é. E a manchete do jornal induz o leitor a interpretar errado uma informação.

O texto-legenda, logo abaixo da manchete, não ajuda a desabonar a má-conduta do título: “Cerca de 220 mil funcionários do Executivo local devem receber nos contracheques de julho, com pagamento em agosto, a primeira de três parcelas de 6% do aumento salarial de 18%, a ser quitado até 2025.”

O reajuste real e imediato, no contracheque, é de apenas 6%, a ser dividido em 3 parcelas anuais. O reajuste oferecido pela União, nos contracheques de maio a serem pagos em junho, de acordo com informações do próprio jornal, é de 9% – três pontos percentuais a mais.

O reajuste da União, portanto, chega um mês antes do reajuste distrital – e já foi aprovado com as centrais sindicais. É o primeiro reajuste do funcionalismo federal desde 2016, e ocorre logo no primeiro ano da nova gestão federal. Além dos 9%, o auxílio alimentação federal recebeu reajuste de R$ 200, passando de R$ 458 para R$ 658. A negociação com as centrais sindicais e o Governo Federal começou em fevereiro, e em dois meses rendeu resultados concretos.

Mas o texto-legenda da capa do jornal em questão continua, com a declaração do governador Ibaneis Rocha: “Tinha o compromisso desde a eleição passada de conceder um reajuste mais do que merecido. Na gestão passada, honramos o pagamento da terceira parcela do reajuste e agora vamos conceder o aumento.”

A declaração de Ibaneis leva o leitor mais distraído a inferir que ele agiu por iniciativa própria. Mas a realidade traz outros elementos que demonstram que a benevolência do governador foi juridicamente motivada: a primeira gestão Ibaneis se iniciou em 2019 e, em quatro anos de mandato, o reajuste não foi concedido em momento algum. Então, assumir o compromisso de reajuste durante a campanha pela reeleição não é bondade. Nossa categoria está há 8 anos sem correção nenhuma nos salários, e com importantes perdas inflacionárias.

O “reajuste honrado da terceira parcela” mencionado pelo governador é uma história que carece de elementos para ser contada por completo: em decisão unânime, o TJDFT determinou em março de 2021 que Ibaneis concedesse imediatamente a última parcela do reajuste conquistado pela categoria em 2012; o governador não concordou e, em setembro de 2021, ingressou no STF contra o reajuste. O STF negou o pedido de Ibaneis, obrigando o governador a “honrar o pagamento da terceira parcela do reajuste”. A benevolência do governador foi juridicamente motivada. Com ares supremos.

Então, nem sempre 18 é o dobro de 9. Mas reajustes salariais que atendam plenamente às demandas de uma categoria só vem depois de muita luta.

Assembleia Geral dia 26 de abril, com indicativo de greve. Compareça.

Sinpro promove palestra sobre estratégia de negócios dirigida a aposentadas(os)

Atendendo a uma demanda dos(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais aposentados(as), o Sinpro, por meio da Secretaria de Assuntos dos Aposentados, promove uma palestra especial com o tema: Estratégia de Negócios. A atividade será realizada no dia 10 de abril, às 14h30, no auditório do Sinpro (SIG Quadra 06 n° 2260). CLIQUE AQUI E FAÇA A SUA INSCRIÇÃO.

Para a coordenadora da Secretaria de Assuntos dos Aposentados, Elineide Rodrigues, o sindicato tem percebido, a partir das feiras culturais promovidas com os(as) aposentados(as), o desejo que muitos(as) têm de abrir seu próprio negócio, “melhorar suas produções manuais e artesanais, tornando assim sua aposentadoria uma aposentadoria ativa”, argumenta.

A palestra tem a parceria do Sebrae. Mais informações pelo telefone 99994-6258 (Elieuza). As vagas são limitadas.

Participe, sua presença é fundamental.

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APOSENTADOS(AS) E PENSIONISTAS: ATENÇÃO À PROVA DE VIDA DE MARÇO

A prova de vida de aposentados(as) e pensionistas, que fazem aniversário no mês de março, encerra hoje. O procedimento é a comprovação anual obrigatória e necessária para o pagamento regular de aposentadorias e pensões. A prova de vida pode ser realizada de forma presencial, com o comparecimento do(a) beneficiário(a) a qualquer Agência do BRB, ou on-line, por meio do aplicativo disponível na Play Store (Android) e App Store (Apple).

 

Aplicativo Prova de Vida GDF
Criado durante a pandemia, o aplicativo Prova de Vida GDF  facilita o atendimento e comodidade nessa tarefa anual. Para realizar a prova de vida por meio digital, os(as) aposentados(as) e pensionistas precisam baixar o aplicativo Prova de Vida GDF, inserir o CPF e confirmar alguns dados. Após essa etapa, serão solicitadas a captura do documento do(a) beneficiário(a) e uma foto selfie, com boa qualidade, tirada em ambiente bem iluminado. Para finalizar, o(a) usuário(a) deve informar endereço, número do telefone celular e e-mail. Após preencher e enviar todas as informações, os(as) aposentados(as) receberão um e-mail com a confirmação do resultado da criação dessa conta (login) no aplicativo da prova de vida.

 

Outras formas de fazer a prova de vida
Aposentados(as) e pensionistas impedidos(as) de comparecer presencialmente em qualquer agência do BRB ou que não tenham acesso ao aplicativo, podem solicitar a visita domiciliar para fazer a prova de vida. O(a) mesmo(a) deverá anexar atestado médico comprovando a impossibilidade. Para beneficiário(a) com mais de 90 anos, também pode ser feita a solicitação pelo e-mail agendamento@iprev.df.gov.br. Brasileiros(as) que residem exterior, a prova de vida deve ser encaminhada por meio de consulado ou da representação diplomática do Brasil no país em que reside. Basta encaminhar ao Iprev correspondência com declaração de comparecimento emitida pela representação do País com cópia dos documentos autenticados. Se o país onde reside não tiver representação, a pessoa deve acessar o Formulário Específico de Atestado de Vida disponível no site do Iprev: https://www.iprev.df.gov.br/prova-de-vida/
 
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Ditadura nunca mais!

Amanhã, primeiro de abril, se completam 59 anos de um dos períodos mais lamentáveis e infames da história de nosso país. Décadas de repressão, destruição, censura, assassinatos e muita perseguição política.

A mentira e a manipulação começaram no primeiro dia do golpe militar, que ocorreu, de fato, no dia primeiro de abril, o dia da mentira. Para que a data não ficasse associada a uma lorota ou pegadinha, lançou-se mão da mentira oficializada: a “Revolução Gloriosa”, ou “revolução redentora”, aconteceu 24 horas antes, em 31 de março.

Durante 21 anos a escuridão da ditadura tomou conta do Brasil.

Não havia transparência.

Não havia democracia.

O diferente, o outro, era torturado e morto.

É muito fácil desejar a ditadura em tempos de democracia. Difícil é desejar (e lutar para conseguir) democracia em tempos de ditadura.

Em 13 de dezembro de 1968, quando a escuridão se tornou treva com o Ato Institucional nº 5, a informação chegou ao país cifrada e em forma de metáfora: o Jornal do Brasil, do Rio de Janeiro, que estava sob censura absoluta de um militar que revisava todas as reportagens, conseguiu deixar passar na previsão do tempo alguma informação sobre a repressão e a abolição do estado democrático de direito (imagem).

Não queremos mais a treva.

Não queremos mais tortura.

Não queremos mais ditadura, nem supressão de direitos.

Queremos a verdade.

Queremos transparência.

Queremos democracia.

Queremos a memória restaurada, e a democracia viva.

Ditadura nunca mais!

A entrevista com Eneá de Stutz e Almeida, recém-nomeada presidenta da Comissão de Anistia, recriada no governo Lula com sua atribuição de restaurar a memória e a verdade dos desaparecidos durante período tão tenebroso da história deste país.

 

Acesse os materiais da Campanha Salarial 2023: Basta de descaso com a educação!

A Campanha Salarial 2023 da categoria do magistério público do DF está a todo vapor. Com o lema “Basta de descaso com a educação – Reestruturação da carreira já!”, a campanha reflete o cenário imposto à categoria do magistério público do DF, que traz desde o congelamento salarial de 8 anos até condições de trabalho precárias.

A campanha é estruturada em várias ações junto à categoria e outros setores, como plenárias regionalizadas, Sinpro nas Cidades, reuniões com gestores, delegados(as) sindicais, concursados(as); mutirão nos gabinetes da Câmara Legislativa, entre outras. Todas as atividades estão no calendário de mobilização aprovado na assembleia geral do dia 14 de março, que aprovou indicativo de greve. “Isonomia e paridade são princípios da nossa campanha. Nossa pauta atinge toda a categoria: efetivos e contratos temporários, ativos e aposentados”, explica a diretora do Sinpro Luciana Custódio.

>> Acesse o link para ver o calendário de mobilização da Campanha Salarial 2023 e a conjuntura imposta a professores(as) e orientadores(as) educacionaishttps://bit.ly/40tk9Bb

Para dialogar com professores(as) e orientadores(as) educacionais e com a população do DF, o Sinpro elaborou materiais gráficos que mobilizam, falam da situação imposta pelo GDF e indicam a luta como saída para o cenário de desvalorização e descaso.

Foram feitas duas edições do Folha do Professor, uma delas é especial para professores(as) de contrato temporário. Os dois informativos são utilizados nas plenárias regionalizadas como materiais pedagógicos.

Também vem sendo distribuído o Sinpro Cidadão. O material é direcionado à sociedade, mas também chegou às unidades escolares.

Ainda foram confeccionadas faixas com motes da campanha salarial, como reestruturação da carreira, recomposição salarial e convocação imediata dos(as) aprovados(as) no último concurso público, realizado em 2022. Elas são levadas às unidades escolares por dirigentes do Sinpro, que realizam reuniões para dialogar sobre as pautas de reivindicação e a importância da unidade na luta.

“Registramos todas as visitas com fotos. É essencial que professores e orientadores educacionais saiam nas fotografias. Isso é importante para mostrar a força do nosso movimento. As fotos são postadas nas redes sociais do nosso Sindicato”, afirma a dirigente do Sinpro-DF Letícia Montandon.

 

O Sinpro também distribui plaquinhas com a frase “Basta de retirada de direitos das aposentadas e dos aposentados”, para denunciar a situação vivida por este segmento, que vem sendo duramente combatida pelo Sinpro. Os materiais já foram levados a quase 300 escolas e milhares de professores(as), orientadores(as) educacionais, cidadãos e cidadãs.

 

O Sinpro orienta que esses materiais sejam distribuídos por toda a categoria para estudantes, familiares, amigos. “Uma ideia é, nos bilhetes e mensagens enviadas a pais, mães e responsáveis, anexar nossos materiais. O objetivo é dialogar também com a sociedade para denunciar o descaso com a educação, explicar a legitimidade da campanha salarial e mobilizar para a luta”, orienta Letícia Montandon. (Acesse todos os materiais no fim da matéria. Leia, imprima, compartilhe com seus contatos)

Convoca Já!
A luta pela convocação imediata de todos os aprovados e todas as aprovadas no concurso público para o magistério do DF é uma das pautas prioritárias da campanha salarial da categoria.

A qualidade da educação pública está necessariamente ligada à qualidade das condições de trabalho dos profissionais do magistério da rede pública de ensino. E aos professores(as) de contrato temporário é imposto um vínculo empregatício frágil, que gera insegurança e medo.

A reivindicação é para que nomeiem, imediatamente, tanto os aprovados para vagas de provimento imediato como aqueles que ficaram no cadastro reserva. Isso porque, mesmo com essa convocação, as carências da rede pública de ensino não serão resolvidas.

>> Clique no link e saiba mais sobre a pauta https://bit.ly/3nvq6iG

Mutirão na CLDF
Outra ação que o Sinpro realiza para fortalecer a Campanha Salarial 2023 são os mutirões nos gabinetes da Câmara Legislativa do DF. Pela terceira vez neste ano, a Comissão de Negociação do Sinpro visitou a os gabinetes dos(as) parlamentares para pedir apoio na luta pela reestruturação da carreira e recomposição salarial.

Por intermédio do deputado Gabriel Magno (PT), na última terça-feira (28/3), a comissão foi recebida pelo presidente da CLDF, deputado Wellington Luiz (MDB). O compromisso foi de que a Câmara faça a mediação de diálogo com o GDF para que não se encerrem as negociações com a proposta de reajuste de 18%, parcelado em três anos, apresentada unilateralmente pelo governador Ibaneis Rocha ao conjunto do funcionalismo público.

A luta da categoria do magistério público conta com o apoio parlamentares de diversas legendas.

Assembleia geral
Assembleia geral com indicativo de greve e paralisação está agendada para 26 de abril, com possibilidade de antecipação. Segundo a Comissão de Negociação do Sinpro, “a resposta se haverá greve ou não está nas mãos do governador”.

Acesse os materiais gráficos da Campanha Salarial 2023 e veja fotos das visitas às unidades escolares. Interessados(as) podem retirar exemplares de materiais impressos na sede do Sinpro (SIG) ou nas plenárias regionalizadas. Ainda é possível obter os materiais com os(as) dirigentes do Sinpro que visitam a sua escola.

Sinpro nas Cidades
Planaltina, Gama e Guará https://bit.ly/3zl6eSk
Ceilândia, Planaltina e Gama https://bit.ly/3ntyY8B
Ceilândia, Brazlândia, Sobradinho e Núcleo Bandeirante https://bit.ly/3G4mACv
Candangolândia, Núcleo Bandeirante, Riacho Fundo, Sobradinho e Brazlândia https://bit.ly/3M35VTC

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