Hoje (02/03) é dia do Sinpro no cinema, no Liberty Mall. Toda quinta-feira, você, professor(a) e orientador(a) educacional, paga 10 reais na entrada, com direito a um acompanhante que pagará também o mesmo valor. Para aproveitar o benefício, é preciso ser sindicalizado(a) e apresentar a carteirinha válida, em versão física ou digital. Esqueceu a carteirinha? Não tem problema. Você pode apresentar o último contracheque com o desconto da contribuição sindical.
LUTA COM GESTORES: Sinpro pressiona SEEDF a viabilizar repasse do PDAF
Jornalista: sindicato
A direção do Sinpro se reuniu com a Secretaria Executiva da SEEDF para tratar dos apontamentos realizados em reunião nessa segunda-feira (27/2), na sede do sindicato, às 19h, com participação significativa dos gestores e gestoras das escolas públicas do DF.
A comissão de negociação do Sinpro-DF reforçou a necessidade de maior prazo para adaptação das escolas ao novo modelo de execução da verba pública, uma vez que são quase 700 escolas em condições diferentes para adotar o mesmo plano de financiamento através do Cartão PDAF.
O grande desafio, segundo os gestores presentes na reunião com o sindicato, é que desde 13 de fevereiro, já com estudantes, as escolas estão funcionando sem a primeira parcela do PDAF. Atrelado a isso, está a falta de implementação das etapas para o cadastramento, bem como capacitação dos responsáveis para a utilização do novo processo de utilização da verba pública destinada às escolas.
O formato do cartão PDAF é, até o momento, desconhecido pelo todo da gestão escolar. A possibilidade de um aplicativo que visa otimizar o desenvolvimento do programa está trazendo incertezas, uma vez que não foi ainda testado e reconhecido com operante, nem mesmo pela própria SEEDF. Por isso, a bem do bom uso do dinheiro público, é necessário um período de testagem dessa aplicação, uma transição entre o antigo modelo e o novo. Talvez passar por um projeto piloto de execução do Cartão PDAF, asseguraram os gestores e gestoras presentes na reunião.
A diretora do Sinpro-DF Luciana Custódio lembra que “o sindicato continua pressionando e ressaltando da importância do diálogo e da constante comunicação entre Secretaria de Educação e Gestão Escolar, baseando no princípio da responsabilidade solidária no financiamento público da educação”.
Se a ideia era trazer temas relevantes para os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais, e levá-los (las) a refletir e compartilhar experiências sobre suas vivências pessoais e profissionais, então a primeira edição do projeto Viver em Palavras foi muito bem sucedida.
A ideia do projeto Viver em Palavras, pensado para ser uma parceria da secretaria de Assuntos de Saúde do Trabalhador com as outras 13 secretarias do sindicato, é utilizar a transversalidade como um processo de integrar a comunicação, uma pausa para refletir sobre o viver, reforçando a conscientização sobre a prevenção dos adoecimentos.
No evento de ontem, em parceria com a secretaria de mulheres do Sinpro, a professora do Departamento de Psicologia da Universidade de Brasília Valeska Zanello falou sobre saúde mental e gênero.
Zanello demonstrou que, por ser socialmente construído como o gênero frágil, que é obrigado a gerar e cuidar, sempre pensando primeiro nos outros e ficando para último nas prioridades de vida, as mulheres são cobradas socialmente por determinadas atitudes e comportamentos e, se não se comportam dessa forma predeterminada, são julgadas e culpadas por suas condutas não condizentes com seu papel de gênero.
Várias professoras trouxeram seus depoimentos de vivências. Duas professoras aposentadas contaram das cobranças dos irmãos homens para cuidar de pais idosos; outra professora aposentada contou das cobranças feitas por suas amigas durante seu casamento e após seu divórcio. Histórias compartilhadas por mulheres que se sentiam culpadas por não conseguir atender às expectativas de uma sociedade machista e patriarcal.
“Sou a única mulher de cinco filhos. Meus quatro irmãos nunca se preocuparam em cuidar do meu pai, pois isso sempre foi tarefa minha. Eu estava emocionalmente esgotada, e nenhum deles estendeu a mão pra mim”, contou uma das participantes.
Os depoimentos dessas professoras irão ao ar em breve nas próximas edições do TV Sinpro.
Após o evento, a professora Valeska Zanello contou que esse tipo de reação é muito importante. “A gente pensa que as emoções têm a ver apenas com o âmbito íntimo, com nossa história pessoal, mas uma das questões importantes dentro da perspectiva de se pensar saúde mental e gênero é politizar as emoções, para entendermos o quanto nossas emoções são atravessadas por violências estruturais, como gênero e raça”.
“O projeto Vida em palavras quer ser um espaço de troca e de cuidado mútuo com nossa categoria, nos fortalecendo como seres humanos, com nossas vivências no ambiente de trabalho e, acima de tudo, busca trabalhar a prevenção ao adoecimento das trabalhadoras e trabalhadores da educação”, declarou a coordenadora da Secretaria de Assuntos de Saúde do Trabalhador, Elbia Pires.
“O encontro foi de uma sinergia muito grande, uma vez que nossa categoria é majoritariamente feminina e a nossa função de trabalho é atrelada à divisão de trabalho no que se refere às funções que a sociedade indica para a mulher. Quando a professora Valeska explicou do dispositivo materno, que faz recair sobre a mulher a responsabilização no que se refere à educação das crianças e dos estudantes, pudemos vivenciar as pessoas presentes dialogando com os estudos da professora Zanello e apresentando suas experiências de vida. Esse diálogo foi inevitável”, conta a coordenadora da secretaria de assuntos e políticas para mulheres educadora, Mônica Caldeira.
Novas edições do Viver em Palavras devem acontecer nos próximos meses.
CED Incra 08 de Brazlândia recebe o projeto Cinema nas Escolas
Jornalista: Luis Ricardo
Na estreia do projeto Cinema nas Escolas – Circuito de Cinema Brasileiro, realizado na última terça-feira (28), estudantes do Centro Educacional Incra 08 de Brazlândia puderam conferir o filme O Pastor e o Guerrilheiro, de José Eduardo Belmonte. O projeto marca a pré-estreia nacional do longa-metragem, que teve cenas rodadas na Universidade de Brasília (UnB). O lançamento nacional do filme será no dia 30 de março, nos cinemas de todo o Brasil.
O objetivo é ocupar as escolas com arte, promover o encontro dos profissionais da educação, estudantes e suas famílias, e provocar reflexão sobre as temáticas levantadas pelo filme. A mesa de debates teve a participação do diretor do Sinpro Alberto Ribeiro e do ator Miqueias Paz, que participou do filme.
O projeto será executado de 28 de fevereiro a 16 de março e fará parte das atividades das escolas voltadas para a comunidade escolar, com o objetivo de promover a reflexão em torno do filme, mas também oportunizar o encontro de estudantes e seus familiares no ambiente escolar. Ao todo serão 18 sessões gratuitas em 10 auditórios, incluindo debate após as exibições.
Os(as) estudantes das escolas públicas de Brasília serão os primeiros a assistir, antes do filme estrear nas salas de cinema. “Será uma boa oportunidade para que a comunidade estudantil possa prestigiar e discutir a obra com seus realizadores e especialistas. Mais ainda, é uma contribuição para ampliar as atividades culturais dentro das escolas, favorecendo a diversidade curricular”, ressalta o diretor Alberto Ribeiro.
O pastor e o guerrilheiro
O longa-metragem “O Pastor e o Guerrilheiro” se passa nas décadas de 1960, 1970 e nos últimos dias de 1999. Em 1968, o jovem comunista João deixa a universidade e vai para uma guerrilha na Amazônia. É preso, torturado e enviado para a prisão em Brasília, onde encontra Zaqueu, um cristão evangélico preso por engano. Eles sofrem juntos, superam diferenças ideológicas, se ajudam e marcam um encontro para 27 anos depois, à meia-noite, na virada do milênio, na Torre de TV de Brasília.
O filme foi selecionado para o Festival de Gramado, Nova York Latino Film Festival, Festival Internacional de Cinema do Rio de Janeiro, Mostra de Cinema Internacional de São Paulo e Festival de Trieste na Itália. Em Brasília, foi vencedor do prêmio Melhor Filme, concedido pela Câmara Legislativa do Distrito Federal, no 55º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, edição de 2022.
Produzido por Nilson Rodrigues e dirigido por José Eduardo Belmonte, o longa-metragem foi rodado no Tocantins, às margens do Rio Araguaia, e em Brasília.
O elenco conta com uma nova geração do cinema nacional: Johnny Massaro, Julia Dalavia, César Mello, Ana Hartmann, Túlio Starling e William Costa. Também tem nomes como, Antônio Grassi, Sérgio Mamberti, Buda Lira e Ricardo Gelli.
Produção executiva de Caetano Curi, direção de fotografia de Bárbara Alvarez, direção de arte de Ana Paula Cardoso, direção de produção de Larissa Rolin, música de Sascha Kratzer e figurino de Diana Brandão. O roteiro é assinado por José Rezende Junior, Nilson Rodrigues e José Eduardo Belmonte. Roteiro final de Josefina Trotta.
Confira os dias, horários e locais das sessões, e os horários dos debates (sujeitos a alterações):
– 02/03 no auditório da UPIS, na 911 Sul. Sessões às 9h e às 15h, aberta a alunos e familiares do CEMSO. Após a sessão das 15h, debate com o ator Buda Lira.
– 03/03 no auditório do CEM 02 de Ceilândia. Sessões às 7:30 e 19h, com debate após a sessão das 19h com o ator Buda Lira.
– 07/03 no auditório do SESC Taguatinga Norte. Sessão às 8:30 para alunos e familiares com CEMTN Taguatinga. Após a sessão, debate com Ana Hartmann e Miquéias Paz.
– 08/03 no auditório do CED 01 do Guará. Sessão às 20h, seguida de debate com Ana Hartmann
– 09/03 no auditório do CEM 04 de Ceilândia. Sessões às 8h e às 14h, com debate após a sessão das 14h com Gabriela Correa
– 10/03 no auditório do CEM 01 do Gama. Sessões às 8h e às 13:45. Debate após a sessão das 13:45 com Genésio Tocantins.
– 13/03 no auditório do CEMAB de Taguatinga. Sessões às 9h e às 14h. Debate após a sessão das 14h com Genésio Tocantins
– 15/03 no auditório da ADUnB, no campus Darcy Ribeiro da UnB. Sessão às 9:15, aberta a alunos e familiares do CEAN. Após a sessão, debate com Cesar Mello
– 16/03 no auditório do IFB Campus Recanto das Emas. Sessões às 10h, 16h e 19h. Após a sessão das 19h, debate com o diretor José Eduardo Belmonte.
O feminicídio é problema endêmico no Brasil. Por que, para tantos homens, dispor da vida de uma mulher como se fosse um objeto, ou coisa menor / inferior, é algo tão natural? Encontramos a resposta numa combinação histórica e social de cultura machista com ascensão de pautas conservadoras e morais.
Mas o que um sindicato dos professores, uma categoria majoritariamente feminina, tem a ver com o número de feminicídios? Pensando bem, o que a escola tem a ver com isso? O que você, profissional do magistério, tem a ver com isso? Como, em sala de aula, podemos evitar que nossos jovens se tornem agentes e vítimas do feminicídio?
“É função da escola escancarar essa naturalização da violência contra mulheres. É nossa função, como educadores e educadoras, mostrar aos estudantes a ausência de justificativa para o tratamento dispensado às mulheres por vários homens (e mulheres também) em pleno século XXI”, lembra Mônica Caldeira, coordenadora da secretaria de mulheres educadoras do Sinpro. “Qual a correlação entre o conservadorismo, o machismo e a punição aos corpos das mulheres? Qual a correlação entre as pautas morais e as pautas de costumes e a punição à existência das mulheres”, lembra a diretora do Sinpro.
É possível trazer a questão dos feminicídios à reflexão em sala de aula com vários ganchos. Nas aulas de geografia e história, demonstrando os aspectos sociais e históricos da questão, e mesmo nas aulas de português: O feminicídio é comumente contado na voz passiva. Assim, nas manchetes de jornais sobre feminicídios, o sujeito “Mulher morta” é muito mais comum do que “Homem mata mulher”.
Quais as consequências e os efeitos dessas construções sintáticas? Isso contribui para a naturalização da morte feminina?
Em fevereiro, a secretaria de políticas para mulheres educadoras do Sinpro realizou o Encontro de Mulheres Educadoras, que refletiu sobre qual escola queremos. O TV Sinpro da próxima quarta-feira (1/3, às 19h) traz os principais momentos desse evento.
O mês de março traz uma série de eventos para debater e refletir sobre o papel da mulher na sociedade: a CUT-DF programa para o dia 8, quarta-feira, um cortejo saindo da Funarte às 17h, rumo ao Palácio do Buriti, onde haverá um ato.
Promover a reflexão sobre o papel da mulher na escola e na sociedade é tarefa também do sindicato. E você? Já levou suas turmas a refletirem sobre isso?
Gestores(as) se reúnem com o Sinpro para debater o início do ano letivo
Jornalista: Alessandra Terribili
Gestores e gestoras das escolas da rede pública do DF se reuniram na sede do Sinpro, no final da tarde de segunda-feira (27), para debater os desafios que o início do ano letivo trouxe para as escolas. Entre os temas mais levantados, estava a falta de profissionais, como monitores(as) e agentes de portaria, e os problemas com os uniformes e cartão PDAF.
A reunião se iniciou com um informe do diretor do Sinpro Cleber Soares, integrante da comissão de negociação, sobre o andamento das negociações com o governo. Segundo ele, as negociações se baseiam na meta 17 do PDE (Plano Distrital de Educação).
O professor Paulo Gileno Ribeiro Bosco, diretor da Escola Classe 410 de Samambaia, trouxe informe sobre a reunião que os gestores e gestoras tiveram com presidente e vice-presidente da Câmara Legislativa (CLDF), respectivamente, deputados Wellington Luiz e Ricardo Vale. Na conversa, os gestores informaram oficialmente as dificuldades que as escolas vêm enfrentando neste início de ano letivo. “Dessa conversa, definimos uma reunião com a SEEDF que deve acontecer nesta quarta-feira (01), e o Sinpro participará conosco”, socializou Paulo.
Ao final da reunião, alguns encaminhamentos foram tirados, e a próxima reunião desse coletivo ficou agendada para dia 06/03 (próxima segunda-feira), em formato online, às 18h30.
A diretora do Sinpro Mônica Caldeira, que conduziu os trabalhos na mesa ao lado dos também diretores Bernardo Távora e Ana Cristina Machado, destacou a necessidade de o grupo se manter mobilizado para dar força às negociações e reivindicações. “Vamos reforçar junto à SEEDF que deve haver um diálogo constante com os gestores. Os problemas identificados neste início de ano precisam de amparo do governo”, ressaltou Mônica. “A assembleia com paralisação dia 14 será um momento muito importante, e é fundamental que todos e todas estejamos lá!”, reforçou.
O deputado distrital Gabriel Magno compareceu à reunião e falou das ações que vem sendo tomadas desde a Comissão de Educação, Saúde e Cultura da CLDF, que ele preside, e afirmou que acompanhará de perto a resolução dos problemas levantados.
Chegou a hora de eleger delegados(as) e representantes sindicais nas escolas
Jornalista: Alessandra Terribili
Mais um ano letivo se inicia, e, com ele, novas lutas e perspectivas se abrem. Para a organização e o fortalecimento da categoria para enfrentar essas lutas, a eleição de delegados e delegadas e de representantes sindicais nas escolas é fundamental.
Entre as tarefas de delegados(as) e representantes sindicais estão a mobilização da categoria na escola, a articulação da presença do sindicato em coordenações coletivas, a divulgação de campanhas e mobilizações virtuais. O delegado sindical é também o interlocutor entre seus pares e a diretoria do sindicato, cumprindo as deliberações do estatuto, das assembleias e da diretoria colegiada do Sinpro-DF. O fortalecimento da organização por local de trabalho é uma condição importantíssima para o sucesso nas lutas!
Cada unidade escolar pode eleger um(a) delegado(a) sindical, além de um representante por turno. Por exemplo, uma escola que funciona nos 3 turnos, pode eleger 1 delegado(a) sindical e 1 representante por turno, num total de 4 pessoas. Não há verticalidade nessa relação; a eleição de delegado(a) e representantes é uma estratégia importante para aumentar o nível de representatividade por escola.
Podem ser delegados sindicais o(a) professor(a) efetivo, de contrato temporário, ou orientador(a) educacional desde que sejam sindicalizados(as) junto ao Sinpro.
O Sinpro sugere que a escolha de delegados(as) sindicais e representantes se dê no espaço da coordenação coletiva. É preciso registrar a presença dos e das participantes! Após o encontro, o delegado(a) sindical eleito(a) deverá acessar o link disponibilizado pelo Sinpro-DF e preencher o formulário com as informações solicitadas. O Sinpro automaticamente receberá as informações.
Também é possível baixar a atae lista de presença, preencher e enviar em formato PDF para a Secretaria de Formação do Sinpro-DF pelo whatsapp (61) 99323-8140 ou pelo e-mail joelma@sinprodf.org.br; ou presencialmente na sede e nas subsedes do sindicato.
Atenção: o(a) delegado(a) só será validado(a) quando o sindicato receber a ata devidamente preenchida! Caso tenha alguma dúvida, contatar a Secretaria de Formação no mesmo número de whatsapp citado acima ou pelo telefone (61) 3343-4209.
Confira o passo a passo abaixo:
1) Após a realização da eleição durante a coletiva, o (a) delegado sindical deverá acessar o LINK e informar o CPF.
2) Se houver representações sindicais por turno, o(a) delegado sindical, deverá preencher e informar no formulário. Havendo necessidade de inserir mais representantes, basta clicar em adicionar “representantes” e, em seguida, salvar os dados informados.
3) O delegado(a) irá inserir o CPF e nome de cada participante da reunião na qual ocorreu a eleição.
Atenção: É de extrema importância que todos os participantes que estiveram presentes na coletiva sejam inseridos no documento digital, independentemente de serem ou não filiados(as). Para cada participante, é preciso salvar o documento.
4) Após o preenchimento de todas as informações, o Sinpro automaticamente receberá as informações do formulário.
5) Por fim, clique em visualizar a Ata de Eleição, imprima ou salve o documento para você.
Caso o candidato(a) queira fazer alguma mudança no formulário, basta acessar o e-mail que será enviado para o endereço eletrônico cadastrado. Os(as) delegados(as) sindicais serão eleitos para mandato de um ano.
Clique no link a seguir e imprima o PDF da Ata de Eleição:
TV Sinpro mostra o Encontro de Mulheres Educadoras
Jornalista: Letícia Sallorenzo
Em meio ao contexto do dia internacional das mulheres, o TV Sinpro da próxima quarta-feira (1º/3), que vai ao ar nas redes do Sinpro e na TV Comunitária às 19h, traz um resumo do que aconteceu no Encontro de Mulheres Educadoras, realizado no dia 11 de fevereiro na Chácara do Sinpro.
O programa vai mostrar as conversas do evento “Qual Escola queremos?”, realizada pela Secretaria de Assuntos e Políticas para Mulheres Educadoras do Sinpro-DF, composta pelas diretoras Mônica Caldeira, Silvana Fernandes e Regina Célia.
O encontro de mulheres educadoras teve muita conversa, muito debate, muita reflexão. Você confere tudo isso no TV Sinpro do dia 1º de março, às 19h, nas redes do Sinpro e na TV Comunitária.
CLDF se compromete em discutir a derrubada do veto ao PL que evita superendividamento de servidores
Jornalista: Luis Ricardo
Uma comissão geral da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) debateu na última quinta-feira (23) um ponto que tem atingido um grupo cada vez maior de professores(as) e orientadores(as) educacionais: o endividamento dos(as) servidores(as) públicos(as) do DF com o Banco de Brasília (BRB). A comissão é produto de uma iniciativa do deputado distrital, professor e ex-diretor do Sinpro, Gabriel Magno.
Segundo informações da Caixa de Assistência e Benefícios ao Servidor do GDF (CABS), cerca de 10 mil servidores(as) têm recebido menos de 50% de seus salários devido ao acúmulo de dívidas junto à instituição bancária. Com o intuito de pensar soluções de forma conjunta para o problema do endividamento de servidores e servidoras o deputado Gabriel Magno propôs uma mediação que propicie melhores condições para que os(as) endividados(as) possam renegociar suas pendências e se recuperar financeiramente.
O parlamentar lembrou que a situação que passam milhares de servidores(as) já vem de algum tempo e é fruto de um processo que é preciso avançar no Brasil, de regulação do setor financeiro e do próprio acesso ao crédito. “Nos últimos anos este processo se agravou muito devido a uma política por parte dos governos Federal e do DF de arrocho salarial aos servidores públicos. No caso dos servidores públicos do DF, temos uma realidade de oito anos de congelamento salarial, que se soma a um processo de descontrole da situação econômica brasileira, à inflação, aumento do custo de vida, e, no nosso caso, de redução salarial”, lembrou o deputado. “Os balanços do próprio BRB demonstram lucro recorde, um banco público que tem sua missão social, missão de desenvolvimento social da cidade, precisa e deve se preocupar também com a saúde financeira dos servidores da capital da República”.
Para buscar solução, o deputado Roosevelt Vilela (PL) apresentou, em 2022, o projeto de lei 2886, aprovado em primeiro e sem segundo turno, mas vetado pelo Governo do Distrito Federal (GDF). São abordados na lei, que se aplica a todos os bancos e não somente ao BRB, o estabelecimento de multa caso a instituição se recuse a disponibilizar a cópia de contratos de empréstimo; mudanças no seguro prestamista que não é devolvido em caso de quitação de empréstimo; e a responsabilidade em caso de comprometimento de 100% da renda do cliente, considerado crédito irresponsável.
A diretora do Sinpro Márcia Gilda, que representou o sindicato no debate, salientou que o BRB não tem o maior juro do mercado, mas pratica a tabela Price, tabela praticada no mercado imobiliário, ou seja, você paga primeiro os juros para depois pagar a dívida. “Você faz um empréstimo em 46 parcelas, paga 20 e quando vai tentar quitar, não abate o que está devendo. Algumas regras precisam ser mudadas e são praticadas pelo BRB. Nossa categoria está adoecida devido às dívidas e precisamos mudar esta realidade cada vez mais dura e cruel”, salienta.
Ao final da audiência foi decidido que nas próximas semanas será colocada em discussão na CLDF a derrubada do veto ao PL do deputado Roosevelt Vilela, assim como a tramitação de projetos que versam sobre a questão dos superendividados. Também serão discutidos mecanismos de financiamento por parte do GDF para pensar no subsídio e financiamento de dívidas, além do requerimento de dados e informações ao BRB e ao GDF, será encaminhado o resumo da comissão e das propostas para representantes do Governo do DF, líderes da CLDF e presidente da Casa.
Sinpro retransmite seminário com Pepe Mujica, Celso Amorim e Antônio Lisboa dia 28/2
Jornalista: Letícia Sallorenzo
O Sinpro retransmitirá um dos debates do Seminário Internacional Democracia, Integração Regional e luta contra o neofascismo, que será realizado pela Confederação Sindical dos Trabalhadores das Américas (CSA) no próximo dia 28 de fevereiro. O seminário a ser transmitido nas redes do Sinpro às 16:30 contará com a participação do ex-presidente do Uruguai Pepe Mujica, o ex-chanceler e atual assessor especial do presidente Lula, Celso Amorim, e o representante da Central Única dos Trabalhadores (CUT) e ex-dirigente do Sinpro-DF, Antônio Lisboa. Eles vão discutir sobre os Desafios para a integração regional e para a classe trabalhadora.
O objetivo do Seminário Internacional realizado pela CSA-TUCA é aprofundar a análise sobre a conjuntura regional e global e buscar uma resposta conjunta frente aos ataques contra a democracia, fortalecendo as alianças sindicais com atores políticos e sociais.
Além do debate com Pepe, Amorim e Lisboa, o Seminário também contará, às 14h, com o debate sobre os Ataques à democracia e luta contra o fascismo, que terá a participação da Ministra da mulher, Cida Gonçalves, a deputada federal Erika Hilton (PSOL/SP), o sindicalista togolês Joel Odigie e o Secretário-Geral da CSA, Rafael Freire.
O seminário Internacional Democracia, Integração Regional e Luta contra o Neofascismo ocorre no dia 28 de fevereiro aqui em Brasília, no Centro de Convenções Brasil 21, Salas Mundo Novo 1 e 2, e será transmitido pelas redes da CSA.