Sinpro repudia ação do presidente do Conselho de Educação por divulgar e incitar ato golpista
Jornalista: Maria Carla
O Sinpro-DF vem a público denunciar e repudiar a ação do presidente do Conselho de Educação, Mário Sérgio Mafra, de divulgar e incitar, em suas redes digitais, atos terroristas protagonizados por criminosos bolsonaristas contra a democracia e os prédios das sedes dos Três Poderes nesse domingo (8). Ressaltamos que esse golpista não representa a categoria do Magistério nem a Educação pública do Distrito Federal.
É inadmissível a postura do presidente do Conselho de Educação de apoiar e divulgar as ações terroristas contra o Estado democrático de direito e a depredação absoluta do patrimônio público e tudo o mais que a horda de terroristas via pela frente. Em seu Instagram, Mafra postou várias mensagens agressivas contra a democracia.
Depois da divulgação de prints, Mafra excluiu os posts de cunho golpista de seu perfil, e tornou-o privado.
Equiparamos a destruição do patrimônio nacional pela turba bolsonarista à gestão de Jair Bolsonaro (PL), que dilapidou o patrimônio público e as riquezas do País durante o seu mandato. Afirmamos que a ação desse domingo é ilegítima e criminosa e defendemos a investigação, identificação dos envolvidos com sua devida e exemplar punição.
O Sinpro pede a todos e todas que quem tenha informações de participantes nos atos criminosos desse domingo (8) enviem para o denuncia@mj.gov.br.
Contra terrorismo, agenda pela democracia começa nesta segunda (9/01)
Jornalista: Vanessa Galassi
Manifestações e outras iniciativas para sustentar o regime democrático foram articuladas por movimentos sociais e partidos políticos como resposta às ações terroristas realizadas por apoiadores de Jair Bolsonaro, nesse domingo (8/01). O calendário, construído de forma conjunta, foi elaborado em reunião realizada nesta segunda-feira (9/01). O primeiro encaminhamento foi um ato também nesta segunda, às 17h, em frente ao Palácio do Buriti. Outros estados também realizarão ações contra a tentativa de golpe.
Os manifestantes se reunirão em frente à sede do Executivo distrital para pedir punição exemplar do governador afastado, Ibaneis Rocha, e dos comandos das forças de segurança, que deveriam garantir a ordem e impedir a depredação.
Outra manifestação, esta nacional, foi agendada para quarta-feira (11/01), em Brasília. Horário e local ainda serão informados. “Temos que ter firmeza nas nossas ações, mas sem nos precipitarmos. Entendemos que precisamos consolidar o campo democrático para ter força nas ações unitárias, sem tolher a iniciativa individual das organizações”, disse o presidente do PT-DF, Jacy Afonso.
De acordo com ele, “o momento é delicado”. “Temos que estar atentos, pois sabemos que boa parte do eleitorado do Bolsonaro é originário das forças de segurança. Tanto as forças de segurança do DF como as federais estão contaminadas com o último governo, sem deixar de considerar as posições históricas desse setor”, pontuou Jacy ao lembrar da conivência de agentes da polícia com os atos terroristas. Os criminosos deixaram um rastro de destruição em prédios públicos, patrimônios históricos e obras de arte.
Além das iniciativas populares, medidas institucionais também estão sendo tomadas. Os deputados distritais Chico Vigilante (PT) e Fábio Felix (Psol) anunciaram que a bancada de oposição da Câmara Legislativa do DF entrará com pedido de CPI para averiguar não só as ações terroristas e a omissão do Estado nesse domingo, mas também as realizadas no dia 12 de dezembro.
“Ouvimos de diversos policiais militares que eles só foram convocados 13h, 14h, 15h (nesse domingo). Houve negligência no planejamento da ação. É preciso resposta contundente a isso”, disse o deputado Fábio Felix, que afirmou ainda que a “direita da CLDF já está focando no ato de Alexandre de Moraes, de afastar Ibaneis Rocha, ao invés das ações terroristas”.
Deputado Chico Vigilante reforçou a importância da CPI do DF, mas afirmou que é essencial a instalação também de uma CPI no Congresso Nacional. “Na CPI do DF, o governador do DF e o comandante da PMDF não são obrigados a comparecer. Na CPI do Congresso Nacional, sim. E essa CPI já está sendo articulada para fevereiro”, disse o parlamentar.
Também já começaram a ser protocolados pedidos de impeachment do governador do DF afastado, Ibaneis Rocha. PT e Psol protocolarão pedidos nas próximas horas. PV entrou com pedido na manhã desta segunda.
Povo consciente
Entre os consensos da reunião das organizações da sociedade civil realizada nesta segunda, esteve a conscientização do povo brasileiro sobre quem representa, de fato, a população do país.
“O governo Ibaneis é cúmplice, é um dos responsáveis pela tentativa de golpe. Precisamos também pedir a prisão de Bolsonaro. Ele é o mentor ideológico disso. O povo precisa entender que nós, os movimentos da sociedade civil, o representamos. É preciso fazer com que os trabalhadores compreendam o momento que a gente vive”, disse Marco Baratto, da direção nacional do MST.
Coordenadora da CMP (Central de Movimentos Populares), Cris Santos alerta que o povo que precisa ser conscientizado também “está doente”. “Passamos pela Covid, passamos por esse governo que também nos adoeceu fisicamente e psicologicamente. Temos tarefa que é para além das nossas forças, que é garantir a volta de uma normalidade democrática para que o povo possa trabalhar e viver.”
“Se há uma coisa que tem que ficar clara é que temos que garantir a existência desse casamento que firmamos para eleger lula por mais 4 anos”, disse a presidenta do Psol-DF, Tetê Monteiro. “Iniciamos uma temporada muito dura de luta neste país. É um grupo organizado nacionalmente, com novas lideranças extremistas, e mostrou que vai fazer oposição dura e sanguinária contra o governo Lula”, alertou o deputado Fábio Félix.
O que já foi feito
Ao ver as cenas de terror da invasão do STF, do Congresso Nacional e do Palácio do Planalto, partidos políticos e movimentos da sociedade civil começaram a se posicionar com notas pedindo a intervenção federal. O decreto foi feito pelo presidente Lula ainda nesse domingo.
Também nesse domingo, Ibaneis Rocha foi afastado do cargo de governador por 90 dias. A decisão foi do ministro do STF Alexandre de Morais.
Além disso, cerca de 300 pessoas que estavam nos atos terroristas foram presas. A pena pelo crime de tentativa de golpe de Estado pode chegar a 12 anos de reclusão.
Ato em defesa da democracia nesta segunda (09), às 17h, na Praça do Buriti
Jornalista: Alessandra Terribili
Uma grande manifestação em defesa da democracia acontecerá nesta segunda-feira (09), às 17h, na Praça do Buriti. Chega de terrorismo no DF!
Convocada por entidades do movimento social, sindical e partidos comprometidos com a defesa da democracia, a manifestação registrará o repúdio da população aos atos terroristas de domingo (08) e também de 12/12, e exigirá que as devidas providências sejam tomadas para que nunca mais voltem a acontecer.
Mais que vandalismo, a ação de grupos golpistas e terroristas visa a intimidar a população e o governo legitimamente eleito por ela. É inaceitável a depredação dos prédios dos Três Poderes, bem como é inaceitável a complacência e a autorização de tais atos. O governador Ibaneis tem responsabilidade sobre isso.
Os criminosos devem ser punidos de forma exemplar, para que a segurança das pessoas e das instituições seja garantida. Não podemos tolerar nenhum ataque à democracia!
Sinpro repudia ataque à democracia e tentativa de golpe dos criminosos bolsonaristas
Jornalista: Maria Carla
O Sinpro-DF condena, veementemente, os atos terroristas ocorridos na Esplanada dos Ministérios, nesse domingo (8), contra a democracia e a destruição do patrimônio público nacional. A ação foi um ataque à República brasileira representada pelos prédios que representam os Três Poderes, demonstrando o propósito desse grupo que, há meses, insiste em contestar a democracia expressa pelo povo nas eleições de 2022, com intuito de sequestrar a institucionalidade do Estado democrático de direito.
É imprescindível a imediata apuração e punição exemplar dos mentores, financiadores e executores dos atos terroristas contra os símbolos do Estado democrático de direito. Afirmamos que esses criminosos bolsonaristas financiados para estarem em Brasília de forma ostensiva com o propósito de impor um regime autoritário devem ser identificados, investigados e impedidos de continuar a demolir a recente democracia conquistada a sangue e luta após de 21 anos de regime ditatorial e terrorista. Comparamos os atos desse domingo aos crimes quem praticados nos últimos 4 anos contra a vida e a soberania nacional.
O governador Ibaneis Rocha (MDB) foi omisso e negligente porque era do conhecimento de todos no País, amplamente divulgado pela imprensa, os propósitos dos criminosos bolsonaristas acampados no centro de Brasília. Exigimos que essa inaceitável “tolerância” do governador aos grupos antidemocráticos seja investigada porque tudo o que aconteceu nesse domingo e essa permanência acintosa, nos últimos meses, de acampamento declaradamente golpista nas imediações do Quartel General do Exército (QGE) – uma instituição pública de defesa do Estado nacional – denunciam o desprezo e a transgressão não só governador ao Estado democrático de direito, mas também do comando do QGE.
Por isso e por muito mais, o Sinpro reconhece como legítimo o gesto do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), de determinar o afastamento de Ibaneis Rocha do cargo por 90 dias. A ação de Ibaneis de exonerar o seu secretário de Segurança Pública, Anderson Torres, não basta, afinal, ele o nomeou mesmo sabendo que, legalmente, Torres responde a dois processos no STF.
O Sinpro reitera que a violenta ação terrorista desse domingo como as demais violações contra a democracia cometidas pelos bolsonaristas são ilegítimas e não podem ser denominadas de “manifestação”. Apontamos a ação desse domingo como um dos piores ataques à democracia, à Constituição e ao patrimônio público ocorridos no País desde a sua redemocratização nos anos 1980. Acreditamos que o ataque terrorista tem sim o aval e o estímulo do ex-presidente da República que atuou ativa e/ou passivamente contra a democracia em todo o seu mandato.
Os ataques à eleição democrática de 2022 deste domingo ocorrem 2 anos após a ação antidemocrática protagonizada pela extrema direita dos Estados Unidos da América (EUA) ao atacar o Capitólio após a eleição de Joe Biden e uma semana depois da posse do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o que demonstra uma grave orquestração internacional desse grupo conservador. Essa ideologia vem sendo praticada de forma ilegal, inconstitucional e agressiva na capital do Brasil não somente desde outubro de 2022, mas também durante todo o mandato de Bolsonaro.
Afirmamos que esses ataques que estão ocorrendo no Brasil não fazem parte do debate democrático e nem ensejam discussões de ideias. Essa ideologia visa a contestar todos os parâmetros constitucionais e os grupos que a praticam agem de forma criminosa. Por isso, a diretoria colegiada do Sinpro cobra a imediata aplicação das medidas nos marcos legais e democráticos com punição exemplar dos criminosos para que nunca mais se repitam esse tipo de ação e de tentativa de golpe contra a Nação brasileira.
Pagar ou ficar no escuro? Abaixo assinado reivindica fim da privatização da Eletrobras
Jornalista: Vanessa Galassi
O Coletivo Nacional dos Eletricitários lançou abaixo assinado que reivindica o retorno integral da Eletrobras à gestão estatal. O texto resgata manifesto publicado em julho do ano passado, e já teve a adesão de mais de 3,6 mil assinaturas em todo o Brasil. Qualquer pessoa pode apoiar o abaixo assinado, basta clicar AQUI.
O manifesto afirma que a privatização da empresa responsável por cerca de um terço de toda a capacidade de geração de energia elétrica no Brasil impacta não só no aumento da tarifa de energia elétrica, mas também de itens essenciais da cesta básica. “Praticamente todas as cadeias produtivas e setores têm na eletricidade um insumo básico. Assim, desde o preço do arroz até o dos automóveis vai aumentar por conta da política antinacional e antipovo de Bolsonaro.”
Pesquisa realizada pelo IPEC para o ICS (Instituto Clima e Sociedade) mostrou que 22% dos brasileiros já têm que escolher entre pagar a conta de luz e comprar comida. O dado é apontado no texto que embasa o abaixo assinado pelo cancelamento da privatização da Eletrobras, que lembra também a importância da empresa na execução do programa Luz para Todos, definitivo para levar energia elétrica para mais de 15 milhões de brasileiros.
Projeto político do governo Bolsonaro, a Eletrobras foi desestatizada no ano passado, quando entrou para a bolsa de valores. Com isso, o governo deixou de ser o acionista majoritário, embora tenha mantido alguns privilégios, como o poder de veto em decisões estratégicas.
“A lei da privatização prevê um mecanismo chamado descotização, que nada mais é do que obrigar o consumidor que já pagou pela construção das hidrelétricas ao longo de décadas, através da tarifa, a pagar novamente pelas mesmas usinas. Por ano o impacto dessa descotização será de quase R$ 20 bilhões, que vão sair do bolso do consumidor para as contas bancárias dos novos donos da Eletrobras. Só essa descotização terá um impacto de 17% na conta de luz do consumidor e o que é pior, sem nenhuma contrapartida”, denuncia o manifesto do Coletivo Nacional dos Eletricitários.
Inclusão e respeito às raízes africanas celebrados
Jornalista: Letícia Sallorenzo
O Diário Oficial da União desta sexta-feira 6 de janeiro instituiu o Dia Nacional das Tradições das Raízes de Matrizes Africanas e Nações do Candomblé, a ser comemorado no dia 21 de março.
A lei 14.519, de 5 de janeiro de 2023, veio do Congresso Nacional e foi assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, pela ministra da Cultura Margareth Menezes da Purificação Costa e pela ministra da Igualdade Racial, Anielle Francisco da Silva (Anielle Franco).
A diretora da secretaria de raça e diversidade sexual do Sinpro, Márcia Gilda, está exultante com a nova lei: “Construído sobre a exploração do povo negro, submetido à escravidão, o Brasil estruturou o racismo na sua base normalizando a interiorização e a discriminação ao “Ser Negro” em toda a sua amplitude. A religiosidade é um dos aspectos mais atacados. Felizmente, retomamos o caminho da garantia dos Direitos Humanos, da Liberdade de Credo e o respeito à Diversidade elegendo Lula, um legítimo representante do povo que pratica a sororidade reconhecendo a importância dessa lei para a História do povo afrobrasileiro.”
O dia 21 de março é também a data em que se comemoram o dia Internacional contra a Discriminação Racial, o dia Internacional das Florestas e da Árvore, o Dia Mundial da Infância e o dia Mundial da Síndrome de Down.
O levantamento ainda mostra que, nos últimos dois anos, o número de obras não concluídas com recursos federais aumentou de 29% para 38,5%. Entretanto, os números podem ser muito maiores.
Em discurso no Palácio do Planalto, o ministro da Casa Civil, Rui Costa, disse que o governo de Jair Bolsonaro apagou obras não concluídas dos sistemas federais de monitoramento e controle. “Nem sabemos quantas obras no Brasil estão paralisadas. Cada um tem um número. Nem o próprio ministério, cada pasta, consegue precisar quantas obras temos paralisadas hoje. Isso é a demonstração do caos que estamos recebendo”, afirmou.
Em 22 de dezembro, o vice-presidente, Geral Alckmin, disse que o legado do governo Bolsonaro seria de “14 mil obras públicas paralisadas em todo o país”. A fala foi feita na divulgação do balanço das ações levantadas pelos grupos técnicos responsáveis pela transição do governo.
“Essas obras paralisadas resultam em crianças e adolescentes sem escolas; em doentes sem hospitais; em pessoas em situação de rua sem abrigo. Como mostra o relatório do TCU, a educação foi a maior prejudicada. E, mais uma vez, lembramos que isso não é um acaso, mas um projeto”, afirma a diretora do Sinpro-DF Luciana Custódio.
A dirigente sindical lembra que a construção de escolas sempre foi um pleito do Sinpro, da CNTE (Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação) e de todos os movimentos que lutam por uma educação de qualidade. “É nosso dever manter essa pauta viva e cobrarmos que esse número absurdo de obras paralisadas seja zerado. Ter escolas, hospitais, praças públicas, ciclovias, sistemas de saneamento e urbanização é um direito da população e um dever do Estado”, diz.
Conheça 8 livros indicados para refletir sobre capacitismo com crianças
Jornalista: Alessandra Terribili
Quindim é um clube de assinatura de livros infantis. Com foco na importância da diversidade, o clube selecionou oito livros que abordam o capacitismo, indicados para crianças desde pré-leitoras até leitoras fluentes.
Segundo o Quindim, o objetivo dessa seleção de livros é ajudar a iniciar uma conversa sobre capacitismo e o processo de entendimento e aceitação desses traços que fazem as pessoas únicas, não solitárias: “A literatura pode ser uma importante ferramenta para promover a aceitação entre pessoas com deficiência e, também, um veículo para estimular o acolhimento de pessoas com deficiência por toda a sua comunidade”, disse a equipe em postagem no instagram.
Veja abaixo os livros indicados pelo Quindim:
1. Pássaro Amarelo, de Olga de Dios (Editora Boitatá) Público: pré-leitor
Ele é capaz de tudo, menos de voar… Quando seus amigos batem asas e vão conhecer o mundo, Pássaro Amarelo inventa uma maneira de viajar também e irá conhecer outros iguais a ele, com quem compartilha seus conhecimentos e transforma vidas mundo afora.
2. Quer ler um livro comigo, de Lawrence Schimel, com tradução de Raquel Parrine (Editora Callis) Público: leitor iniciante
Com uma estrutura de conto acumulativo, a narrativa ilustrada celebra a leitura como espaço de inclusão e amizade entre as pessoas, em um cenário urbano repleto de referências tipicamente brasileiras e latino-americanas.
3. Monstro Azul, de Olga de Dios (Editora Boitatá) Público: leitor iniciante
Num lugar encantado, vive um pequeno grupo de amigos que são os melhores em força, em pular em altura ou ser ouvido à distância… Mas apenas Monstro Azul possui a sensibilidade para ser amigo de todos!
4. Gigante Pouco a Pouco, de Pablo Albo, com tradução de Catarina Meloni (Editora Biruta) Público: leitor iniciante
Manuel era como as outras crianças até, aos sete anos, começar a crescer e crescer, até não caber mais dentro da sala de aula. Ele receou que seus colegas de classe ficassem assustados e se afastassem dele, mas, ao contrário, os amigos o ajudaram a mostrar ao mundo que suas diferenças não o tornavam um cara menos legal.
5. Tom, de André Neves (Editora Projeto) Público: leitor autônomo
Todos tentam entender o menino de olhar parado, com seu silêncio a escutar pássaros: o mundo acontece do lado de fora, Tom acontece do lado de dentro.
6. Assim eu vejo, de Andriy Lesiv e Romana Romanyshyn, com tradução de Flora Manzione (Editora do Brasil) Público: leitor fluente
Enxergar o mundo ultrapassa a retina e exige sensibilidade. São tantos os elementos que compõe o ver as coisas. O livro trata o abrir os olhos e despertar com o amanhecer, passando por uma consulta oftalmológica, criaturas microscópicas, elementos espaciais, o braile, até curiosidades do cotidiano daqueles sujeitos que exploram os outros sentidos para ver as coisas.
7. Nori e Eu, de Masanori Ninomiya e Sonia Ninomiya (Editora WMF Martins Fontes) Público: leitor fluente
O livro traz duas versões de uma história familiar: a narrativa de Sonia e a de seu filho Masanori, o Nori, diagnosticado como uma criança do espectro autista aos 4 anos de idade. Nori começou a falar aos 12, mas antes disso já desenhava, avidamente, tudo que via, e é ele quem ilustra as duas versões do quadrinho.
8. Eu falo como um rio, de Jordan Scott e Sydney Smith, com tradução de Julia Bussius (Editora Pequena Zahar) Público: leitor fluente
O premiado autor canadense Jordan Scott descreve em linguagem poética a história de um menino com dificuldades na fala, que encontra em seu pai o alicerce capaz de reconectá-lo com o mundo a seu redor e ajudá-lo a encontrar sua voz. Baseado na experiência pessoal do autor, é um livro para quem se sente perdido, solitário ou incapaz de se adaptar.
Hoje (05/01) é dia do Sinpro no cinema, no Liberty Mall. Toda quinta-feira, você, professor(a) e orientador(a) educacional, paga 10 reais na entrada, com direito a um acompanhante que pagará também o mesmo valor. Para aproveitar o benefício, é preciso ser sindicalizado(a) e apresentar a carteirinha válida, em versão física ou digital. Esqueceu a carteirinha? Não tem problema. Você pode apresentar o último contracheque com o desconto da contribuição sindical.
O Sinpro entrou em contato com a SEE-DF para obter informações a respeito dos pagamentos devidos à categoria. Em resposta, o secretário executivo da SEE-DF Isaías Aparecido informou que na noite de quinta-feira, 5 de janeiro, a categoria recebe o valor referente a 1/3 de férias, e na sexta-feira (6 de janeiro) o salário do mês 12/2022.
Já os acertos financeiros de dezembro dos(as) professores(as) de contrato temporário serão efetuados no quinto dia útil – ou seja, na sexta-feira, 6 de janeiro.