Quinta é dia de cinema

No dia do Sinpro no cinema, no Liberty Mall, quem ganha é você! Toda quinta-feira, você, professor(a) e orientador(a) educacional, paga R$ 10 reais na entrada, com direito a um acompanhante que pagará também o mesmo valor.

Para aproveitar o benefício, é preciso ser sindicalizado(a) e apresentar a carteirinha válida, em versão física ou digital. Esqueceu a carteirinha? Não tem problema. Você pode apresentar o último contracheque com o desconto da contribuição sindical.

“Esse projeto, em forma de parceria, busca fomentar e incentivar o acesso ao cinema e proporciona à categoria a reaproximação a essa tão importante fonte histórica de cultura e lazer que foi tão dificultada em tempos de pandemia e dos governos atuais que lutam para inviabilizá-la”, afirma o diretor Bernardo Távora, coordenador da Secretaria de Assuntos Culturais do Sinpro.

 

Fique ligado(a)

Todas as quintas-feiras, publicaremos a programação com os filmes que estarão em cartaz no Liberty Mall, para que você possa aproveitar e se programar logo cedo.

 

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SBM divulga edital para Mestrado Profissional em Matemática em Rede Nacional (Profmat)

A Sociedade Brasileira de Matemática (SBM) abre novas vagas para 2023. Com mais de 6.500 titulados, a SBM divulgou, nessa terça-feira (30), um edital oficial para ingresso no Mestrado Profissional em Matemática em Rede Nacional (Profmat). Formado por uma rede de Instituições de Ensino Superior (IES) colaboradoras, o Profmat é um programa de mestrado profissional na área de Matemática com oferta em todo Brasil.

 

Financiado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), o Profmat conta com apoio Instituto de Matemática Pura e Aplicada (Impa) e tem como objetivo proporcionar formação matemática aprofundada e relevante para o exercício da docência na educação básica, especialmente para professores de escolas públicas que busquem aprimoramento da formação profissional.

 

Após a publicação do edital, as inscrições serão iniciadas através do site do Profmat na próxima segunda-feira, dia 5 de setembro de 2022, e seguirão abertas até às 17h do dia 3 de outubro de 2022. Ao todo, serão ofertadas 1400 vagas em 104 campi de 82 Instituições Associadas para ingresso no programa em março de 2023 com valor de inscrição de R$82,00.

 

A distribuição de vagas será feita da seguinte forma: primeiro, haverá uma lista geral de aprovados e depois uma lista de espera em cada IES. No caso de não preenchimento de vagas pelos classificados, será feita uma reclassificação para atender à lista de espera, que dará prioridade aos candidatos que sejam professores das redes públicas de educação básica.

 

O atendimento dessa lista de espera é na mesma Instituição. Se uma instituição oferta 20 vagas e tem em sua lista de classificados 30 candidatos, essa IES poderá receber mais vagas para atender ao número de classificados totais, divulgando uma reclassificação, mas sempre dando prioridade à rede pública. Depois disso, possíveis vagas remanescentes serão repassadas a professores da rede privada.

 

O exame será realizado no dia 22 de outubro, com início previsto para às 14h e término às 17h. As Comissões Acadêmicas Institucionais de cada IES serão as responsáveis por divulgar, até o dia 14 de outubro, o local de realização da prova para cada campus.

 

A avaliação, que busca aferir o domínio matemático dos candidatos, terá 30 questões de múltipla escolha. O exame irá avaliar os conhecimentos numéricos, geométricos, de estatística e probabilidade, algébricos e algébricos/geométricos dos inscritos. Para mais detalhes sobre o cronograma do Profmat, acesse o edital na íntegra.

 

Profmat da SBM

 

Atualmente, a SBM já oferece o Profmat na modalidade de mestrado profissional, com mais de 6500 titulados em diversas Universidades do país.  O programa, além de recomendado pela Capes, também foi reconhecido pelo Conselho Nacional de Educação (CNE) e validado pelo Ministério da Educação com nota 5, a nota máxima para programas de mestrado.

 

O Profmat é gratuito e é assegurado pelas IES que integram a Rede Nacional do Profmat, denominadas de Instituições Associadas. São elas as responsáveis pela coordenação das atividades do mestrado em seus respectivos locais de ensino.

 

Clique no link a seguir e acesse o edital:
https://sinpro25.sinprodf.org.br/wp-content/uploads/2022/08/Edital-do-Exame-Nacional-de-Acesso-ao-PROFMAT-2023.pdf

 

CED Stella promove passeio ciclístico no dia 7 de setembro

Pedalar é bom e já virou tradição em Planaltina. No dia 7 de setembro, acontece o IX Passeio Ciclístico CED Stella, projeto que envolve toda a comunidade escolar e é fruto de um trabalho interdisciplinar e coletivo desenvolvido durante o ano letivo. Em 2022, o passeio, que já se tornou símbolo do CED Stella e da cidade, tem como tema o Centenário da Pedra Fundamental (1922-2022) e abordará, ainda, outros temas relevantes, como a preservação ambiental e o uso consciente da água.

Com percurso de aproximadamente 25km, o passeio ciclístico sairá do CED Stella, às 8h15, em direção à Pedra Fundamental, onde serão realizadas homenagens, com a abertura de uma cápsula do tempo centenária e o depósito de uma nova, contendo a Carta para o Futuro, fruto de um concurso de redação, que será aberta também daqui a 100 anos. Logo após, o passeio ciclístico segue para o CED Stella, onde será finalizado com um grande almoço para os(as) participantes.

 

Como participar?

As pessoas interessadas devem se inscrever até o dia 5 de setembro, na secretaria do CED Stella, contribuindo com o valor de R$ 5 reais. Parte da renda será revertida para a Casa de Abigail.

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Se prepare! Vem aí a Festa do Professor do Sinpro!

Vamos tirar o atraso! Depois de três anos de cuidados por causa da pandemia, vem aí a Festa do Professor, que também é da professora, do orientador e da orientadora educacional. Todo mundo tá convidado!

No dia 24 de setembro, a partir das 20h, a categoria sindicalizada está convidada para a Festa que acontece no Opera Hall da Vila Planalto. Vai ter muita música, e atrações como Mart’nália, participação especial de Fernanda Abreu, banda Satisfaction e a tenda eletrônica com o DJ Black Roque.

A entrada é gratuita para você e seu(sua) acompanhante, contanto que você apresente a carteirinha de sindicalizado(a).

O coordenador da secretaria de cultura do Sinpro, Bernardo Távora, comemora o início dessa volta ao normal: “Graças à vacina contra a Covid, que está permitindo que, aos poucos, a vida volte ao normal, podemos voltar a nos reunir e a celebrar. O sucesso do Arraiá Cultural do Sinpro, em agosto, mostrou o quanto a categoria está ávida pra se reunir, festejar e celebrar a vida! Agora vamos celebrar os expoentes da música brasileira e dançar muito, porque a gente merece! Cultura também é luta!”

Gostou da novidade? Compartilhe entre os colegas! Vamos fazer essa festa bombar!

 

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Combate às fake news deve ser uma luta travada diariamente

As Fake News têm trazido uma série de problemas, desinformação e preocupação para a população em geral. Desde que foi introduzida no cenário político e social, o Sinpro iniciou uma luta contra este tipo de (des)informação, que já trouxe mortes, como no caso da campanha de vacinação e prevenção contra a Covid-19; elegeu candidatos que atacam os direitos sociais e trabalhistas; entre tantas coisas negativas que permeiam o Brasil e o mundo. Esta luta deve ser travada diariamente por todos(as) nós.

As notícias falsas foram o instrumento usado por Bolsonaro antes e durante as eleições de 2018 e depois de ser eleito, e agora volta novamente à tona às vésperas das eleições de 2022. Há quatro anos, a ideia principal era desestabilizar o país e se mostrar como caminho para ‘recolocar o Brasil em ordem’. Mas o que os brasileiros vivenciam hoje são dificuldades com as altas taxas de desemprego, juros e inflação e o país a caminho da recessão.

Confira abaixo matéria da CUT-DF sobre o tema:

 

Fake news: o que fazer para que 2018 não se repita  

 

 

Embora o tema das fake news tenha ganhado espaço no debate público e instituições importantes como o STF tenham pautado o tema, pouco foi feito para garantir integridade ao processo eleitoral de 2022

Publicado: 29 Agosto, 2022 – 14h00 | Última modificação: 29 Agosto, 2022 – 14h35

Escrito por: Vanessa Galassi para a CUT-DF

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Não é de hoje que os processos eleitorais brasileiros são atingidos pela desinformação: manipulação de conteúdo e/ou informação inventada feitas propositalmente e de maneira organizada para influenciar o debate público e gerar benefícios para alguém ou um grupo. Em 1989, por exemplo, primeira eleição direta para presidente da República após a ditadura militar, a Rede Globo editou o debate realizado entre os então candidatos Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Fernando Collor de Mello (PRN, à época) na reta final do pleito. Na “mutreta”, como definiu Lula, assumida pela Globo mais de uma década depois, foram ao ar os melhores momentos de Collor e os piores de Lula. Naquele ano, Collor foi eleito.

Em 2018, com as novas tecnologias que possibilitam a disseminação de conteúdos de forma instantânea e em grande alcance, o processo conhecido popularmente como fake news explodiu no Brasil. Durante a campanha eleitoral de Jair Bolsonaro (ex-PSL), foi inventado kit gay, mamadeira de piroca; Fernando Haddad, à época candidato a presidente da República pelo PT, foi acusado de ter seguranças cubanos; Manuela D’ávila, sua vice, foi alvo de montagem e apareceu nas redes com uma camiseta escrito “Jesus é Travesti”; e até o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) virou alvo quando se espalhou nos grupos de mensagens instantâneas que o órgão entregou códigos de segurança das urnas eletrônicas para venezuelanos. Nesse ano, Bolsonaro foi eleito.

Em 2018, Jair Bolsonaro, à época candidato a presidente da República, vai ao Jornal Nacional e apresenta o livro “Sexo não é bicho-papão”, de Marcos Ribeiro, e diz que fazia parte do inventado “kit gay”. A informação foi desmentida pelas agências de checagem

 

De lá pra cá, embora o tema das fake news tenha ganhado espaço no debate público e instituições importantes como o Supremo Tribunal Federal (STF) tenham pautado o tema, pouco foi feito para garantir integridade ao processo eleitoral de 2022.

“Os processos levados ao STF não andaram, ficaram restritos ao sistema eleitoral e às instituições. A proibição de impulsionamento nas redes sociais não foi feita. Ao contrário, foi permitida pelo TSE a partir da pré-campanha. Vazamento e venda de dados, grupos organizados e financiados por recursos públicos e privados continuam sendo realidade”, afirma a professora da Universidade Federal do Ceará (UFC) e doutora em Comunicação pela Universidade de Brasília (UnB) Helena Martins.

A docente lembra que um dos importantes passos que poderiam ter sido dados para coibir a produção e disseminação de fake news foi interrompido para atender interesses de grupos. “O PL 2630, que ficou conhecido como PL das Fake News, teve tudo para ser votado, mas, por pressão das plataformas digitais, acabou não sendo. Perdemos com isso a oportunidade de ter uma regra que defina claramente quais são os procedimentos para se garantir transparência nas plataformas digitais, o que teria impacto sobre a questão da desinformação”, alerta.

Futuro em jogo

O resultado da ausência de ações eficientes e eficazes para combater as fake news é assustador pela capacidade de atingir direitos essenciais à vida. Foi, sobretudo, por causa das fake news que pessoas deixaram de se vacinar em plena pandemia por medo de terem um chip implantado em seu corpo, de ficarem inférteis, de terem câncer, de virarem Jacaré. Muitas dessas mentiras propagadas pelo próprio presidente da República, Jair Bolsonaro, que mantém firme a investida nas fake news, agora com o objetivo desacreditar o sistema eleitoral e construir “justificativa” para um golpe, caso o resultado das eleições deste ano não seja favorável a ele.

SERGIO LIMA /AFPSergio Lima /AFP
Grupos bolsonaristas tornam praxe defesa do fechamento do Congresso Nacional e do STF. Ações são insufladas pelo próprio Bolsonaro, e tornam-se frequentes próximo às eleições

 

Em entrevista ao Jornal Nacional no último dia 22 de agosto, Bolsonaro voltou a dizer que o resultado das eleições só será aceito se o processo for “limpo”, sustentando as mentiras sobre a insegurança das urnas eletrônicas.

Além disso, assim como nas eleições de 2018, pipocam fake news contra o principal adversário de Bolsonaro nestas eleições: Lula. A Coligação Brasil da Esperança, que tem como candidato o ex-presidente, apresentou ao TSE 15 ações por propaganda irregular em razão de desinformação na internet. Segundo a Coligação, o conjunto de fake news “revela que há um grande movimento coordenado de grupos e apoiadores do candidato à reeleição Jair Bolsonaro”. Entre as desinformações, a volta do kit gay; a afirmação de que Lula acabaria com o emprego dos trabalhadores de aplicativos e revogaria o PIX; vídeo editado com conteúdo falso, fazendo entender que o candidato teria “agradecido o coronavírus”; e falas descontextualizadas de Lula sobre a Lei Maria da Penha, induzindo que o candidato é a favor da violência doméstica.

Para a dirigente da CUT-DF Ana Paula Cusinato, “o combate às fake news tem que ser prioridade na pauta de luta da classe trabalhadora”. Segundo ela, a disseminação de conteúdos falsos ou manipulados tem o potencial de definir o futuro.

“O Teto de Gastos, que congela investimentos em setores sociais; a reforma trabalhista, que aumentou o número de trabalhadores sem carteira assinada e com salários miseráveis; a reforma da Previdência, que acabou com a aposentadoria, são fruto de fake news. Primeiro porque foram definitivas tanto para o impeachment contra Dilma (Rousseff) como para a eleição de Bolsonaro. Depois, porque sustentaram as falsas promessas desses projetos, levando a população a acreditar que eles eram realmente necessários. Os resultados a gente vê hoje: sucateamento dos serviços públicos, desemprego, retirada de direitos sociais e aumento da concentração renda no nosso país, que tem como uma das principais características a desigualdade”, afirma.

Responsabilidades

Assim como a professora Helena Martins, Bia Barbosa, jornalista e representante da Coalizão Direitos na Rede no Comitê Gestor da Internet (CGI) no Brasil, reforça a atuação inconsistente das instituições brasileiras no combate às fake news. Entretanto, lembra que “todos nós precisamos ter responsabilidade neste processo eleitoral”.

Entre as iniciativas que podem ser tomadas, a jornalista destaca a necessidade do “comprometimento das agremiações e candidaturas, principalmente majoritárias, de não promover desinformação”. Para Bia Barbosa, uma boa estratégia é “chamar o eleitorado para ajudar a monitorar a circulação de fake news”, para que partidos e candidaturas possam responder desinformação com informação correta. Ela sugere ainda que partidos políticos e candidatos criem canais de denúncia sobre fake news.

PAM SANTOSPam Santos
 Em atos contra Bolsonaro, em junho de 2020, manifestantes escancaram a utilização de fake news pelo presidente

 

Aos eleitores, segundo Bia Barbosa, cabe a tarefa de “não compartilhar informação antes de verificar se o conteúdo é fato”. Ela sugere que a consulta a agências de checagem seja uma prática.

A representante da Coalizão Direitos na Rede no CGI é assertiva ao comentar a precária contribuição das plataformas digitais no combate às fake news. “Muitas medidas são simples de serem efetivadas (pelas plataformas digitais), já estão sendo aplicadas em outros países, como os Estados Unidos e países da Europa, mas infelizmente ainda não foram adotadas no Brasil. É preciso que a sociedade pressione para que elas façam mais para garantir a integridade do processo eleitoral”, afirma Bia Barbosa.  

Lançado em julho deste ano, o documento “Papel das Plataformas Digitais na Proteção da Integridade Eleitoral em 2022”  traz 38 sugestões sobre transparência, protocolos de segurança e moderação de conteúdo para garantir a integridade do processo eleitoral; combater a violência virtual, inclusive com proteção de grupos historicamente violentados, como população LGBTQIA+; combater a desinformação; além de garantir os direitos dos usuários. O documento foi assinado por quase 100 organizações da sociedade civil, entre elas a Coalizão Direitos na Rede, e enviado ao Facebook, Instagram e WhatsApp (Meta); Google e YouTube (Alphabet); Twitter, LinkedIn, TikTok, Kwai e Telegram.

“Avaliamos que as políticas implementadas até o momento pelas plataformas digitais são insuficientes para proteger a higidez e a integridade do processo eleitoral. Ainda que haja diferenças entre elas, nenhuma das plataformas de redes sociais têm políticas totalmente adequadas para os desafios que já estão postos neste processo eleitoral em curso”, afirmam as entidades signatárias do documento Papel das Plataformas Digitais na Proteção da Integridade Eleitoral em 2022.

Entre as medidas apontadas na iniciativa da sociedade civil está a transparência das plataformas digitais. “As plataformas devem ser transparentes e tornar públicas as informações de: a) quantas pessoas têm dedicadas à proteção da integridade eleitoral que falam português e compreendem o contexto local; b) quais os mecanismos internos externos de moderação, inclusive parcerias com agências de checagem”.

O passo importante parece difícil de ser dado. Durante audiência pública na Câmara dos Deputados no dia 5 de julho, a ex-funcionária do Facebook Frances Haugen afirmou que a plataforma não protege as eleições no Brasil e que a empresa não quer interferências e pesquisas sobre a plataforma, porque isso compromete os lucros. “Eles não querem que o ecossistema de regulamentação opere. Eles não querem acadêmicos independentes pesquisando seus problemas”, disse.

A poucos dias das eleições, o solo para a proliferação de fake news é fértil. Os benefícios financeiros e/ou políticos que essa prática traz a grupos influentes na política nacional e internacional é, definitivamente, o ponto central de sua manutenção. Ao mesmo tempo, os prejuízos gerados a populações inteiras, como já foi visto do Brasil, são imensuráveis.

“Façamos sim, cada um de nós a nossa parte para combater a disseminação das fake news. Mas tenhamos certeza de que enquanto a classe trabalhadora, a população em geral, não reivindicar permanentemente saídas democráticas às fake news, ficaremos à mercê de interesses escusos, tendo nosso direito à liberdade de expressão surrupiado e nosso futuro longe daquilo que consideramos equânime, justo, esperançoso”, alerta a dirigente da CUT-DF Ana Paula Cusinato. 

Fonte: CUT-DF

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Reunião com delegadas(os) sindicais nesta terça (30)

O Sinpro-DF reforça o convite aos(às) delegados(as) sindicais e representantes para participarem da reunião mensal, aprovada em Assembleia Geral da categoria para toda última terça-feira do mês, que será realizada nesta terça-feira (30), às 19h, na sede do Sinpro (SIG).

Para Vanilce Diniz, coordenadora da Secretaria de Formação Sindical do Sinpro-DF, esse é um espaço de conquista. “A reunião mensal é base de fortalecimento da nossa caminhada, por ser um momento de escuta, onde delegadas e delegados sindicais trazem informações de seus espaços de trabalho e fortalecem o debate que fomenta nossa luta”, enfatiza.

 

Vamos à luta!

Salve essa data, fique atenta(o) e lembre-se: é muito importante a participação de todas as delegadas e delegados regularmente eleitas(os) nas escolas. Somente a pressão da categoria organizada vai conquistar as vitórias pelas quais lutamos.

Premiação do XII Concurso de Redação e Desenho será dia 9 de setembro

O Sinpro está na reta final do XII Concurso de Redação e Desenho, direcionado a estudantes das escolas públicas do Distrito Federal. Com 30 trabalhos finalistas e quatro menções honrosas (três desenhos e uma redação), a 12ª edição do concurso teve como tema a “Semana de Arte Moderna: 100 anos depois – O 22 de agora é mais que eu, somos nós”. A premiação e os resultados serão divulgados no dia 9 de setembro, às 14h.

A atividade envolveu centenas de estudantes da rede pública de ensino. O sindicato recebeu 1.623 trabalhos distribuídos em 10 categorias diferentes, sendo 345 redações, distribuídas em três categorias: Redação I, II e III. Também recebeu 1.278 desenhos distribuídos em sete categorias: Desenho I, II, III, IV, V, VI e 7.

Como ocorre tradicionalmente, o concurso envolveu estudantes de todas as modalidades do ensino público regular, especial, EJA e sistema prisional e em cumprimento de medidas socioeducativas. Também contou com a participação voluntária de cinco professoras(es) que integraram a banca examinadora da redação e mais cinco juradas(os) da banca examinadora dos desenhos.

Na modalidade desenho, a procura maior foi de estudantes do 6º, 7º e 8º anos do Ensino Fundamental, com 396 inscrições, seguido pelo do 4º e 5º anos do Ensino Fundamental (240); 1º, 2º e 3º ano do Ensino Fundamental (219); Ensino Médio/EJA 3º Segmento (144); EJA 1º Segmento (101). Já na modalidade redação, a maior participação foi dos estudantes do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental/EJA –2º Segmento, com 172 inscrições, seguido do Ensino Médio/EJA–3º Segmento (134).

Nesta 12ª edição do Concurso de Redação e Desenho do Sinpro-DF, o 1º lugar de cada uma das categorias receberá um telefone celular GALAXY A12 64GB; o 2º lugar será premiado com um aparelho GALAXY TAB A7 LITE; e o 3º lugar levará um telefone celular GALAXY A02.  Também foram contemplados professores(as) ou orientadores(as) indicados(as) pelos(as) estudantes vencedores(as) de cada categoria, com premiações de R$ 1200,00 para o 1º lugar, R$ 500,00 para o 2º lugar e R$ 300,00 para o 3º lugar.

 

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Sinpro recebe 2º Encontro de Ciclo de Debates sobre Educação Física

O 2º Encontro de Ciclo de Debates sobre Educação Física faz parte do 2º Ciclo de Debates sobre Educação Física Escolar do Distrito Federal e foi realizado, nessa segunda-feira (29), na sede do Sinpro no SIG.

Com o tema “Aspectos históricos da Educação Física na Educação Básica: os desafios do presente nos motivando a olhar para o passado, na perspectiva do futuro”, esse 2º encontro contou com a presença do professor-doutor Lino Castellani e a mediação do professor e mestre Victor Bernardes.

O 2º Ciclo de Debates sobre Educação Física Escolar do Distrito Federal é uma promoção do Avante (Mesclar-FEF/UnB), Observatório da Educação (FE-UnB), Sinpro-DF, Sinproep-DF, Anfope-DF, Centro Acadêmico de Educação Física (CAEDF-UnB) e a Secretaria Distrital do Colégio Brasileiro de Ciências do Esporte, que acontece desde o dia 24 de agosto até 5 de outubro.

O objetivo é o de agregar professores-pesquisadores interessados em ingressar na SEE-DF para organização e estudos sobre educação física na rede pública de ensino. O ciclo de debates tem certificação garantida, desde que o(a) inscrito(a) tenha participação mínima de 75% nos encontros.

Os encontros são presenciais, com transmissão simultânea pela plataforma ZOOM (acesse o link https://bit.ly/3wxGH7r, digite o ID da reunião: 890 6072 9956 e a senha de acesso: 114863).

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Deflação é sinal de crise e de prejuízo para trabalhadores e servidores públicos

Na semana passada, durante uma entrevista ao Jornal Nacional, realizada na segunda-feira (22), o presidente Jair Bolsonaro (PL) comemorou os “números fantásticos da economia” citando a deflação. O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, previu que serão 3 meses de inflação negativa. Na quarta-feira (24), o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou que o IPCA-15, que mede a inflação entre os dias 15 de julho e 15 de agosto, recuou 0,73%. Foi o menor resultado para o índice desde o início da série histórica do instituto, desde 1991.

Mas é importante estar atento(a) para as fake news com palavras e conceitos do mundo da economia. Não há o que comemorar. A festa com números é falsa. A deflação afeta negativamente a economia e quem paga a conta são os(as) trabalhadores(as) da iniciativa privada e, embora de forma mais amena, esse problema atinge também os(as) servidores(as) públicos(as). A deflação é um recuo nos preços ocasionado por vários fatores. No entanto, se num primeiro momento ela possa parecer uma coisa positiva, no fundo, é uma redução da massa monetária ou financeira motivada por algum problema, que pode gerar o não consumo, o desemprego, a redução na arrecadação de impostos e, conseguintemente, impedir reajustes salariais de servidores(as) públicos(as) estáveis.

“Ela afeta a população e, principalmente, os(as) trabalhadores(as) da iniciativa privada, mas reflete nos(as) servidores(as) também. Se, por um lado, ela reduz preços; por outro, ela sinaliza para o fato de que a economia não está bem. Em não estando bem, isso gera consequências. Uma delas é o efeito cascata. Ou seja, ela gera a diminuição do consumo, que ocasiona uma arrecadação menor de imposto, o que faz com que o governo passe a ter menos dinheiro para investir nos setores, como educação, saúde, segurança e trabalhadores(as) dessa área, ainda que do setor público, terão dificuldades terão dificuldades de obterem avanços remuneratórios. No setor privado, haverá perdas generalizadas, inclusive de empregos”, explica Cláudio Antunes, coordenador da Secretaria de Organização do Sinpro-DF.

Às vezes, como houve, recentemente, um recuo nos preços dos combustíveis, que é uma tentativa do governo federal para reeleger Jair Bolsonaro (PL) a presidente da República, ocorre uma redução de preços na cadeira produtiva. Mas também existe uma deflação ocasionada pelo não consumo. Ou seja, o não consumo faz com que os empresários reduzam os preços dos seus produtos ou pratique aquilo que a gente já explicou, que é a redução da quantidade do produto dele, em se tratando de alimentação, ou uma mudança na qualidade dos alimentos, como é o caso dos produtos laticínios, que os empresários mudaram os produtos que tinham o leite como referência e passaram a produzi-los com o soro ou com refugos que descartavam, muitas vezes impróprios para o consumo, ou seja, impuseram a perda da qualidade nos produtos para manterem a margem de lucro.

Quando ocorre a deflação, principalmente advinda do recuo do consumo, é considerada pelas economias mundiais como uma praga. Esse conceito, que compara com a “praga,” é aplicado porque as pragas, nas lavouras, elas corroem e destroem a lavoura. Assim, a deflação é chamada de praga da economia porque ela, dentre outras coisas graves, devora os empregos da classe trabalhadora, sobretudo quando perdura por um período mais longo.

IPCA-15 tem deflação de 0,73% em agosto perante 0,13% em julho

No entanto, há uma confusão de informações sobre o que ocorre na economia do País, justamente para favorecer o time do atual governo federal nas urnas em 2 de outubro. O jornal O Globo chama atenção para isso e titula uma matéria com a indagação: “Deflação? Quase 140 preços pesquisados pelo IBGE acumulam alta superior a 10% em um ano”. E prossegue: “Leite sobe 80% em 12 meses. Outros itens importantes no orçamento doméstico, como cebola e farinha de trigo, tiveram reajustes expressivos”.

Na matéria, O Globo informa que na média, os preços da economia podem até ter ficado no terreno negativo nos últimos 30 dias. “Segundo dados divulgados pelo IBGE, quarta-feira (24), o IPCA-15, que mede a inflação entre os dias 15 de julho e 15 de agosto, recuou 0,73%. Foi o menor resultado para o índice desde o início da série histórica do IBGE, em 1991”. Confira a matéria:

Esses são os números da deflação que Jair Bolsonaro, comemorou na entrevista que deu ao Jornal Nacional, na segunda-feira (22), como “números fantásticos da economia”, citando a deflação. O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, previu que serão três meses de inflação negativa.

Mas o brasileiro que vai ao supermercado não sente isso no bolso. Vários itens importantes na cesta de consumo acumulam fortes altas nos últimos 12 meses. Do total de produtos pesquisados pelo IBGE, 135 itens sobem acima de 10% nesse período.

O leite, principal vilão da inflação o IPCA-15 de agosto, acumula alta de quase 80% (79,79%). A cebola subiu 56,57%. O feijão carioca, 33,99%. A farinha de trigo, 28,88%.

E mesmo quando se olha o comportamento dos preços apenas nos últimos 30 dias há altas expressivas. Dos produtos pesquisados pelo IBGE, 25 subiram acima de 3% em um único mês. Além do leite (14,21%), integram a lista manteiga (5,02%), batata-doce (5,19%) e frango em pedaços (3,08%).

SAIBA MAIS

Veja, abaixo, a lista dos produtos que mais subiram nos últimos 12 meses.

Leite longa vida: 79,79

Pepino: 78,61%

Melão: 64,16%

Morango: 60,49%

Cebola: 56,57%

Melancia: 50,93%

Manga: 47,88%

Óleo diesel: 37,28%

Alimento infantil: 34,49%

Feijão – carioca (rajado): 33,99%

Mamão: 33,84%

Repolho:29,82%

Maçã: 29,53%

Farinha de trigo: 28,98%

Seguro voluntário de veículo: 28,28%

Alface: 27,09%

Leite condensado: 26,67%

Banana-d’água: 25,62%

Macarrão instantâneo: 24,72%

Abobrinha: 22,79%

Maionese: 22,55%

Agasalho feminino: 21,49%

Farinha de arroz: 21,25%

Sabonete: 20,95%

Couve: 20,87%

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Para o Sinpro, aumento na margem do crédito consignado é uma armadilha para a categoria

A Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) aprovou o projeto de lei complementar nº 128/2022, que aumenta a margem de empréstimo consignado dos(as) servidores(as) públicos(as) do DF para 40%. O Sinpro recebe esta notícia com bastante cautela e preocupação, uma vez que os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais se encontram em superendividamento e com os salários congelados há sete anos.

Devido à defasagem nos salários e aos juros exorbitantes cobrados pelo Banco de Brasília (BRB) nos empréstimos adquiridos pela categoria, aumentar a margem consignada é, na verdade, uma medida bastante perigosa. O Sinpro analisa que as medidas mais corretas são a valorização das carreiras do serviço público, sobretudo o magistério; lutar por uma melhor política de juros, não essa que escraviza as pessoas ao banco devido aos juros do crédito consignado; e a derrubada do veto que trava o orçamento para a valorização dos(as) servidores(as).

Antes de pegar um empréstimo, o(a) professor(a) ou orientador(a) educacional deve ter em mente que ele terá um dinheiro a mais no momento, mas terá seu salário comprometido nos próximos meses, ou seja, o orçamento familiar pode ficar comprometido no futuro próximo.

A medida ainda aguarda sanção do governador Ibaneis Rocha.

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