Pesquisa aborda a Educação básica pública do DF em tempos da pandemia de Covid-19

Um trabalho realizado pelo Observatório de Educação Básica (ObsEB) em 2020 traçou a realidade da Educação básica pública do DF em tempos da pandemia de Covid-19 – Experiências de 2020. O documento, coordenado pelas professoras Edileuza Fernandes Silva, Ana Sheila e Maria Abádia Silva, contou com a participação de 248 pessoas, entre representantes da equipe gestora das escolas públicas do Distrito Federal, professores(as), supervisores(as), coordenadores(as) pedagógicos(as) intermediários(as) e locais, professores(as) da sala de recursos e orientadores(as) educacionais.

A apresentação do relatório da pesquisa foi realizada no dia 18 de agosto, na Faculdade de Educação da Universidade de Brasília (UnB), marcando o primeiro encontro presencial do ObsEB desde 2020. O encontro também marcou o compartilhamento dos dados da pesquisa e encaminhamentos para a condução da análise das informações. Os eixos que estruturam os questionamentos da pesquisa foram: perfil dos respondentes; a gestão da escola durante o ano de 2020; formação continuada e organização do trabalho pedagógico; trabalho com tecnologias e equipamentos; questões sanitárias e saúde dos docentes.

A professora Edileuza explica que o objetivo da pesquisa foi analisar a realidade da rede pública de ensino do DF sobre a gestão escolar, o trabalho pedagógico e a formação docente, no tocante ao desenvolvimento das atividades de professores(as), diretores(as) e equipes pedagógicas durante o ano letivo de 2020 com o ensino/trabalho remotos decorrente da Covid-19. “É uma pesquisa de alta relevância para compreendermos quais os desafios mais urgentes do ponto de vista da construção e do debate para a avaliação dos dados, e qual a nossa prioridade no que diz respeito à construção e à luta por políticas públicas para tentar corrigir as distorções, dificuldades e problemas evidenciados pela pandemia”. 

Devido à relevância da pesquisa o TV Sinpro da próxima quarta-feira (31) apresenta o relatório do documento. O programa será às 19h com apresentação ao vivo na TV Comunitária, no Youtube e no Facebook do Sinpro-DF.

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Quinta é dia de cinema

No dia do Sinpro no cinema, no Liberty Mall, quem ganha é você! Toda quinta-feira, você, professor(a) e orientador(a) educacional,  paga R$ 10 reais na entrada, com direito a um acompanhante que pagará também o mesmo valor.

Para aproveitar o benefício, é preciso ser sindicalizado(a) e apresentar a carteirinha válida, em versão física ou digital. Esqueceu a carteirinha? Não tem problema. Você pode apresentar o último contracheque com o desconto da contribuição sindical.

“Esse projeto, em forma de parceria, busca fomentar e incentivar o acesso ao cinema e proporciona à categoria a reaproximação a essa tão importante fonte histórica de cultura e lazer que foi tão dificultada em tempos de pandemia e dos governos atuais que lutam para inviabilizá-la”, afirma o diretor Bernardo Távora, coordenador da Secretaria de Assuntos Culturais do Sinpro.

 

Fique ligado(a)

Todas as quintas-feiras, publicaremos a programação com os filmes que estarão em cartaz no Liberty Mall, para que você possa aproveitar e se programar logo cedo.

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TV Sinpro desta quarta-feira traz Arraiá do Sinpro

TV Sinpro desta quarta-feira traz toda a animação do 18º Arraiá do Sinpro, o primeiro depois de dois anos de pandemia. Acompanhe os melhores momentos da festa na programação de hoje, às 19h.

Graças à vacina contra a Covid-19, professores(as) e orientadores(as) educacionais puderam finalmente se reunir presencialmente na Chácara do Sinpro (antiga Chácara do Professor), em Brazlândia, no último sábado 20 de agosto para curtir o forró da Banda Rastapé, com participação especial da cantora Mariana Aydar e da mestra Martinha do Coco, referência da cultura popular no Distrito Federal.

E ainda teve muitas comidas típicas, brincadeiras diversas, apresentações folclóricas, brinquedos infláveis e a animação da quadrilha Formiga da Roça!

O 18º Arraiá do Sinpro foi o primeiro evento da Secretaria de Cultura da chapa eleita em maio deste ano. Para o coordenador dessa Secretaria, Bernardo Távora, a participação de todas e de todos foi o ingrediente principal do arraiá. “Além de celebrar a riqueza da cultura brasileira, a tradição e a alegria das festas de São João no Nordeste, o forró, as comidas típicas, também celebramos a alegria de nos reencontrarmos presencialmente depois de dois anos!”.

O TV Sinpro terá a participação dos diretores responsáveis pela Secretaria de Cultura do sindicato: Bernardo Távora, Fátima de Almeida e Leilane Costa, que vão contar sobre os próximos eventos da secretaria. O programa vai ao ar hoje, 24 de agosto, às 19h, na TV Comunitária e nas redes do Sinpro. Não perca!

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CLDF PUBLICA DERRUBADA DE VETOS, MAS MOBILIZAÇÃO DEVE CONTINUAR

A mobilização da categoria por meio da campanha VerbaSimVetoNão, o trabalho de corpo a corpo dos(as) diretores(as) do Sinpro e de alguns deputados distritais foram fundamentais para a derrubada de alguns vetos do governador Ibaneis Rocha, que atingiam diretamente a educação pública do DF. Durante a tarde desta terça-feira (23), a Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) confirmou a derrubada de alguns vetos ligados à Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2023 que estabelecia metas e prioridades para o exercício financeiro do próximo ano.

Em votação no dia 19 de agosto, no Plenário da Casa, todos(as) os distritais presentes (16) votaram pela derrubada parcial. Oito parlamentes estavam ausentes. Conforme a publicação no dia 19 de agosto no Diário Oficial do DF, dentre os pontos que terão verbas para o próximo ano estão a construção de creches; ampliação de unidades de ensino fundamental; construção de unidade escolar; ampliação de unidade escolar; construção de unidade de ensino; e a transparência por meio de descentralização de recursos financeiros para as escolas (PDAF).

A diretora do Sinpro Luciana Custódio afirma que a votação de hoje representa uma conquista parcial, mas importante para a educação pública da capital federal, mas que ainda é preciso manter a mobilização. “Esses vetos representavam entraves que atingem investimentos na infraestrutura das escolas e na busca por uma educação pública de qualidade. Agora, com a derrubada desses vetos, as emendas propostas farão parte da LDO de 2023. Mesmo diante desta conquista parcial, precisamos manter a mobilização para que tenhamos a conquista, também, no que se refere aos nossos avanços salariais”, destaca.

Dois vetos ainda serão analisados pela Câmara Legislativa: a destinação de veto para o cumprimento da Meta 17 do Plano Distrital de Educação (PDE), que se refere aos avanços salariais da categoria; e verba para a aquisição de equipamentos e meios para a preparação do ambiente escolar com condições sanitárias adequadas, além de investimento em tecnologia e equipamentos para possibilitar o amplo acesso ao ensino. Diante disto, os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais devem manter a mobilização pedindo aos(às) deputados(as) o voto pela derrubada desses vetos.

 

 

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CLDF debate o ensino da Educação de Jovens e Adultos e seus problemas atuais

A Educação de Jovens e Adultos (EJA) vem sofrendo mudanças preocupantes, prejudicando principalmente as populações mais carentes. Diante disso, a Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) realizará nessa quinta-feira (25), às 15h, no Plenário da CLDF, uma comissão geral para debater O ensino da Educação de Jovens e Adultos e seus problemas atuais. O debate é proposto pelos deputados Leandro Grass, Reginaldo Veras e Arlete Sampaio, e ainda contará com a presença de Carlos Maciel, Luciana Custódio e demais diretores do Sinpro.

A comunidade escolar e os(as) professores(as) de uma forma geral têm convivido com o fechamento de turmas da EJA de forma sistemática, com problemas recorrentes no ensino noturno, com a multiseriação, dentre outros fatores que têm enfraquecido esta ferramenta tão necessária para a igualdade social e por oportunidade para todos(as). Cerca de 30% da população não concluiu a educação básica, uma consequência de problemas estruturais decorrentes do modelo capitalista da sociedade. Por isso a necessidade de uma EJA forte e integrada para garantir o direito à educação.

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Pesquisa sobre a adesão da população às agendas ultraconservadoras na educação será apresentada na próxima quarta (24)

Como a população percebe as ofensivas ultraconservadoras na educação como a censura à igualdade de gênero, educação sexual e a outros temas considerados políticos, a militarização de escolas, a educação domiciliar, o enfrentamento ao racismo? Quais deveriam ser as prioridades para a política educacional?

A pesquisa Educação, Valores e Direitos buscou responder a essas questões, identificando desafios e contradições e trazendo resultados que fortalecem a defesa de uma educação democrática, de qualidade, que enfrente nossas imensas desigualdades – questão central para o processo eleitoral deste ano.

Para aprofundar o entendimento e refletir sobre o significado desses resultados na perspectiva das periferias, a Ação Educativa e o Cenpec, em aliança com um reconhecido grupo de parceiros, realizarão no dia 24/8, das 16h às 18h, uma coletiva de imprensa e apresentação pública. O evento remoto contará como debatedoras com a jornalista Jessica Moreira, do Nós, Mulheres da Periferia, e a professora Jacqueline Teixeira (UnB), especialista sobre questões de gênero e raça no universo evangélico.

Parceiros: ANPED, ANPAE, ANTRA, ANAJUDH, CNTE, Cidade-Escola Aprendiz, Cladem, Conectas, Geledés, Movimento dos Professores contra o Escola sem Partido, Observatório Sexualidade e Política/ABIA, Observatório da Laicidade na Educação, Rede de Ativistas pela Educação do Fundo Malala, Rede Escola Pública e Universidade e Centro de Formação Educação Popular e Direitos Humanos da Ação Educativa.

 

SERVIÇO

– Eleições 2022: QUAL A ADESÃO DA POPULAÇÃO ÀS AGENDAS ULTRACONSERVADORAS NA EDUCAÇÃO? Diálogos sobre a Pesquisa Educação, Valores e Direitos
– Dia 24/8, das 16h às 18h
– Transmissão pública pelos canais Youtube do Cenpec e Facebook da Ação Educativa, do Gênero e Educação e dos parceiros
– Jornalistas que desejarem participar da sala de imprensa, devem se inscrever pelo link: https://bit.ly/ColetivaImprensaEVD

 

Fonte: CNTE

Inflação e neoliberalismo põem alimentos fake na mesa dos brasileiros

Não é só na política e na economia que os brasileiros enfrentam uma profusão de coisas falsas e degeneração acelerada da vida. Estamos na era das fake news, da fartura de mentiras, de um aumento sem precedentes da manipulação de informações e de produtos. A indústria alimentícia usa a desculpa da inflação para colocar nos mercados alimentos falsos, ou seja, produtos que parecem alimentos.

É o caso de algumas marcas de leite condensado, do queijo cheddar e do creme de leite que apareceram, recentemente, nas prateleiras a preços mais baratos. São produtos feitos de substratos e outros tipos de refugo que a indústria descarta porque não servem para o consumo. No entanto, esses resíduos passaram a ser usados para fabricar os alimentos fake e ajudarem as empresas a não perderem lucro.

Numa postagem no Instagram, o Mídia Ninja mostrou uma foto de uma caixinha de leite condensado da Nestlé, mostrando que o produto é fake e escreveu: “O preço do leite tem subido em disparada. Segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), o preço do leite aumentou 25% em julho, em relação ao mês anterior, acumulando uma alta de 77% no ano. Produtos derivados do leite também sofreram um expressivo aumento nos preços. O custo do leite condensado, por exemplo, subiu 19%, enquanto que o da manteiga aumentou 17%, do queijo 16% e do requeijão 14%.”

Colocar alimentos fake nas prateleiras é uma estratégia da indústria de alimentos de trazer para o mercado produtos sem qualidade nutritiva, com preços mais baixos, aparentemente com o objetivo de manter as metas de vendas lá em cima, mas promovendo uma perda nutricional em cada um desses alimentos. As consequências disso são doenças sem cura, como os vários tipos de cânceres advindos de alimentos artificiais, encharcados de centenas de agrotóxicos e produzidos em laboratórios pelas poucas empresas que dominam a produção de alimentos no mundo.

Além do problema grave de fome que o Brasil está vivendo por causa da adoção da política econômica neoliberal a partir do golpe de Estado de 2016 e aprofundado com a eleição de Bolsonaro em 2018, agora se tem também uma oferta de produtos que promovem desnutrição ou que afetam a desnutrição das pessoas. Isso é a prova da irresponsabilidade que o governo Jair Bolsonaro (PL) e que a indústria alimentícia, bem como o setor produtivo têm com o próprio Brasil, com a população e com o consumidor.

Especialistas nesse tema têm ido à mídia, sistematicamente, criticar essa mudança de matriz alimentícia e afirmar que uma empresa de alimentação deveria ter maior compromisso e engajamento com a saúde da população porque, a partir do instante em que a saúde do povo é afetada e prejudicada, as pessoas que só têm dinheiro para comprar alimentos sem qualidade nutricional vão adoecer e parar de consumir, de comprar, porque vão sair do mercado de algum modo.

Seria mais interessante que a indústria se posicionasse melhor diante do governo no sentido de auxiliar o País no combate à inflação, que está muito alta, mas, principalmente colaborar nas políticas de distribuição de renda, ajudar o consumidor a ter produtos saudáveis, assessorar nas políticas públicas de combate à fome e à desnutrição no Brasil. Com essa atitude, as empresas teriam muito mais segurança do ponto de vista de negócio, criando um ambiente de comercialização muito mais interessante para elas próprias do que criar produtos falsos, que desencadeiam a desnutrição e que, comprovadamente, adoecem as pessoas.

As enfermidades advindas de alimentação fake acontece desde uma cárie até problemas de obesidade, doenças incuráveis, como os vários tipos de cânceres e distúrbios neurológicos e outras moléstias que afetam o sistema nervoso central e são irremediáveis. A fabricação e oferta de alimentos fake mostram a irresponsabilidade do setor produtivo no Brasil e de um sistema econômico, social e produtivo que precisa ser modificado porque não dá mais para conviver com um modelo que só promove concentração de renda e de riqueza para alguns e adoecimento para o resto do País.

No entendimento da diretoria colegiada do Sinpro, não há como falar dos produtos fake sem contextualizar também o que o Brasil viveu nesse avanço da transgenia e da nanotecnologia, que vieram para ficar. Nessas duas tecnologias de criação de produtos alimentícios, observamos que a mesma base, ou seja, do mesmo produto que se faz um shampoo ou um detergente, faz-se também um macarrão. O leite “Ninho”, por exemplo, não é leite em pó. É um composto lácteo

Especulação com a falta de alimentos

Os alimentos fake estão intimamente ligados às proliferações de fake news das indústrias alimentícias. E não é de hoje. Desde o início do século XX se tem registros de propagandas enganosas sobre alimentos que não são alimentos. “Existem empresas que estão especulando e produzindo com essa sanha de ganhar dinheiro em cima de uma fragilidade do Brasil e do mundo que é a falta de alimentos. Primeiramente, a onda das tecnologias chegou à agricultura após a Segunda Guerra Mundial. Vimos, nos anos 2000, o avanço intenso da transgenia. E se foi aprovada a liberação de cultivo e comercialização no País por causa de um discurso de que era fato consumado. Existia uma grande produção, especialmente de soja e que não podia se perder essa produção”, explica Rosângela Piovizani, do Movimento de Mulheres Camponesas (MMC).

Ela afirma que logo após as indústrias que visam não produzir alimentos saudáveis, mas sim lucros, desenvolvem também a transgenia e para além das transgenias, as nanotecnologias. “Esse é um processo seguinte à transgenia. Nós, do Movimento de Mulheres Camponesas, Via Campesina, rechaçamos essa forma laboratorial de produção de alimentos. A nanotecnologia pode, a partir de uma única substância produzir shampoos e biscoitos. Isso é uma forma desastrosa de lidar com a saúde e com a vida humana e com a responsabilidade ambiental”, critica.

Rosângela lembra que nos governos do PT os movimentos do campo – Movimento de Mulheres Camponeses, Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra, Via Campesina e outras organizações do campo – construíram políticas públicas de fomento e custeio para produção de alimentos. “Por causa disso a gente teve uma grande produção de alimentos e também uma ascensão de compras governamentais da nossa produção. É impossível se pensar um país na dimensão do Brasil, com um campo fértil de Norte a Sul, com uma riqueza de variedades sem igual no mundo, se vê nas mãos das multinacionais europeias, japonesas, estadunidenses e diante de produtos altamente processados e transformados nas prateleiras dos supermercados”, critica.

No último período pós-golpe, do governo da presidenta Dilma Rousseff (PT), todo o esfacelamento das políticas de fortalecimento da agricultura camponesa, de fortalecimento da produção saudável. “O que vimos foi o desmonte das políticas de crédito, microcrédito, compras para aposta num mercado de produção do mau agronegócio, que só visa a exportação e deixa a população brasileira à mercê de empresas que querem ter lucro. Isso está intimamente relacionado com o aumento escandaloso da fome, da miséria, da subnutrição, do adoecimento e da morte, especialmente num país que tem uma biodiversidade imensa. Rechaço isso com muita veemência porque é inadmissível que a gente busque produtos que não são alimentos, sem propriedades nutritivas, para vender ao povo”, finaliza Piovizani.

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2º Ciclo de debates sobre Educação Física Escolar do Distrito Federal

Na luta por uma educação pública, gratuita, laica e de qualidade, os Avante (Mesclar-FEF/UnB), Observatório da Educação (FE-UnB), Sinpro-DF, Sinproep-DF, Anfope-DF, Centro Acadêmico de Educação Física (CAEDF-UnB) e a Secretaria Distrital do Colégio Brasileiro de Ciências do Esporte promovem o 2º Ciclo de debates sobre Educação Física Escolar do Distrito Federal, que acontecerá de 24 de agosto a 05 de outubro, com o intuito de agregar professores-pesquisadores que estão ou têm interesse em ingressar nos quadros da SEEDF, para organização e estudos sobre Educação Física na rede pública de ensino.

 

Para participar, é necessário se inscrever pelo link https://forms.gle/rEm4tMngs6ZHYEhv9 . As inscrições são gratuitas e vão até dia 29 de agosto. Os encontros acontecerão de forma presencial, com transmissão simultânea pela plataforma ZOOM (acesse o link https://bit.ly/3pFLT54 , digite o ID da reunião: 820 1264 4499 e a senha de acesso: 658552).

 

Os encontros presenciais acontecerão às segundas-feiras, no auditório do SINPRO (SIG), e às quartas, na Faculdade de Educação Física (UnB), sempre às 19h. Os(as) inscritos(as) terão certificação garantida desde que atinjam  participação mínima de 75% nos encontros.

 

Educação Física em foco

Com o desmonte da educação pública, o 2º Ciclo de Debates sobre Educação Física Escolar do Distrito Federal coloca em pauta a retomada dos rumos das políticas educacionais, alinhadas ao Currículo em Movimento e a organização dos trabalhadores em educação, especialmente do componente curricular da Educação Física. O primeiro encontro, que acontece na próxima quarta-feira (24), às 19h, na FEF (UnB), conta com a presença do Prof. Jonatas Maia e tem como tema: Educação Física como linguagem – competências e habilidades em Educação Física.

 

 

SERVIÇO

Inscrições até 29/08

https://forms.gle/rEm4tMngs6ZHYEhv9

Acesso virtual pela plataforma Zoom: https://bityli.com/hJegS , digite o ID da reunião: 820 1264 4499 e a senha de acesso: 658552

 

Datas e locais

Auditório do SINPRO (SIG)

29 de agosto | 05, 12, 19 e 26 de setembro | 03 de outubro

 

Faculdade de Educação Física – UnB

24 e 31 de agosto | 14, 21 e 28 de setembro | 05 de outubro

*As datas acima serão confirmadas de acordo com a disponibilidade dos(as) professores(as) colaboradores(as) da formação.

 

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Detran abre inscrições de curso Mobilidade e Trânsito para professores das escolas públicas

Até a próxima segunda-feira (28), os(as) professores(as) efetivos(as) e temporários(as) das escolas públicas do Distrito Federal e das instituições de Educação Infantil podem se inscrever para o curso Mobilidade e Trânsito, oferecido pelo Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran) em parceria com a Secretaria de Educação do DF.  O curso acontecerá de 1º de setembro a 30 de novembro, na modalidade semipresencial, e contará com um encontro presencial e dois encontros virtuais acompanhados por tutores no Ambiente Virtual de Aprendizagem, na plataforma EaD do Detran-DF. A carga horária é de 120h com certificação emitida pela Subsecretaria de Formação Continuada dos Profissionais da Educação (EAPE). 

O curso pode ser realizado simultaneamente com outra capacitação oferecida pela EAPE. Para se inscrever, os(as) interessados(as) devem acessar o endereço https://sigeape.se.df.gov.br/app_Login/, até 28/8/2022. Serão disponibilizados materiais didáticos de apoio para os(as) estudantes dos(as) professores(as) cursistas, sendo um kit de jogos para o professor da Educação Infantil e um kit de livros, contendo um livro do professor e do aluno, para todos os anos do Ensino Fundamental.  

 

Detran nas Escolas 

O curso integra o programa Detran nas Escolas, que visa a implementação da Educação para o Trânsito inserida na proposta pedagógica de cada escola da rede pública, no intuito de democratizar a vivência de uma cultura de paz no trânsito e uma prática social responsável para a preservação de vidas nas vias do Distrito Federal.

Para isso, o Detran-DF desenvolve ações pedagógicas voltadas à Educação para o Trânsito numa perspectiva da mobilidade segura, buscando a compreensão das particularidades implicadas no transitar com segurança nos variados espaços públicos, observando suas diferentes possibilidades, orientações técnicas e determinações legais.

 

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Últimas vagas para participar da oficina de horta e plantas medicinais para aposentadas(os)

O Sinpro, por meio da Secretaria de Assunto dos Aposentados, realiza na próxima quarta-feita (24), mais uma etapa das oficinas de horta em pequenos espaços e plantas medicinais para aposentadas e aposentados da categoria. As inscrições vão até o dia 23 de agosto, às 17h. Para participar é preciso ser sindicalizada(o) e se inscrever pelos números 3343-4235 e 99994-6258.

 

Fique atenta(o)! Essas são as últimas vagas. Quando esgotadas, havendo interesse, uma lista de espera será aberta para futuras turmas. Para as(os) participantes será disponibilizado transporte que sairá da sede do Sinpro, no SIG, e outro de Taguatinga, ao lado da administração do Taguaparque. Em ambos os locais, o transporte sairá às 13h.

 

Interação na luta

Para a coordenadora da secretaria, diretora Elineide Rodrigues, essa é uma importante oportunidade de interagir e conhecer um pouco mais sobre plantio de ervas medicinais e hortas em espaços pequenos, com atividades que tem como objetivo ensinar técnicas de cultivo e importância alimentar e nutricional dos produtos apresentados no curso. “Essa é uma atividade de interação, aprendizado e descobertas, onde cada uma e cada um tem a oportunidade de conhecer as plantas, saber as indicações e contraindicações, lidando com a terra também como uma forma de terapêutica”, comenta.

 

A oficina combina uma série de fatores, como o uso da água, qualidade do solo, luminosidade e nutrientes para o sucesso do cultivo.  “O professor orienta e dá muitas dicas interessantes para as pessoas cultivarem as plantas de acordo com os espaços que elas têm em suas casas ou apartamentos”, afirma. Elineide destaca que as oficinas propiciam um momento de interação e união, o que fortalece a luta. “Inativo é quem não luta”, enfatiza. 

Serviço

Oficina de Horta em pequenos espaços e Plantas Medicinais

Inscrições até 23/08: 3343-4235 | 99994-6258

Data: 24/08, das 14h às 17h

Local: Chácara do Sinpro

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