TV Sinpro desta quarta-feira traz o Arraiá do Sinpro
Jornalista: Letícia Sallorenzo
TV Sinpro desta quarta-feira às 19h vai mostrar toda a animação do 18º Arraiá do Sinpro, o primeiro depois de dois anos de pandemia. E depois do Arraiá, quais os próximos eventos da secretaria de cultura do sindicato?
Graças à vacina contra a Covid-19, professores(as) e orientadores(as) educacionais puderam finalmente se reunir presencialmente na Chácara do Sinpro (antiga Chácara do Professor), em Brazlândia, no último sábado 20 de agosto para curtir o forró da Banda Rastapé, com participação especial da cantora Mariana Aydar e da mestra Martinha do Coco, referência da cultura popular no Distrito Federal.
E ainda teve muitas comidas típicas, brincadeiras diversas, apresentações folclóricas, brinquedos infláveis e a animação da quadrilha Formiga da Roça!
O 18º Arraiá do Sinpro foi o primeiro evento da Secretaria de Cultura da chapa eleita em maio deste ano. Para o coordenador dessa Secretaria, Bernardo Távora, a participação de todas e de todos foi o ingrediente principal do arraiá. “Além de celebrar a riqueza da cultura brasileira, a tradição e a alegria das festas de São João no Nordeste, o forró, as comidas típicas, também celebramos a alegria de nos reencontrarmos presencialmente depois de dois anos!”.
O TV Sinpro terá a participação dos diretores responsáveis pela Secretaria de Cultura do sindicato: Bernardo Távora, Fátima de Almeida e Leilane Costa, que vão contar sobre os próximos eventos da secretaria. O programa vai ao ar hoje, 24 de agosto, às 19h, na TV Comunitária e nas redes do Sinpro. Não perca!
Sinpro realiza campanha para derrubar vetos de Ibaneis que prejudicam a educação
Jornalista: Vanessa Galassi
Dos 20 vetos do governador do DF, Ibaneis Rocha, à Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2023, sete atingem a educação pública. Isso representa 35% do que Ibaneis não estabeleceu como metas e prioridades para o exercício financeiro do próximo ano. Para derrubar os vetos e garantir meios de valorização da educação pública, o Sinpro-DF convoca a categoria do magistério público para pressionar os(as) parlamentares da Câmara Legislativa do DF, com a campanha #VerbaSimVetoNão.
“Se o descaso de Ibaneis Rocha com a educação pública do DF ainda era algo questionável para algumas pessoas, agora não há mais dúvidas. Os vetos foram publicados no Diário Oficial do dia 2 de agosto, e sinalizam entraves que atingem desde o reajuste salarial dos professores e orientadores educacionais até o investimento na infraestrutura das escolas. É urgente que pressionemos os parlamentares para que eles derrubem esses vetos, possibilitando que as emendas propostas, a maioria articulada por nós do Sinpro, façam parte da LDO 2023”, explica a dirigente do Sinpro-DF Luciana Custódio.
A pressão pela derrubada dos vetos que atingem a educação será feita tanto na atuação corpo a corpo da diretoria do Sinpro-DF junto aos(às) parlamentares, como pelas redes sociais, com a campanha #VerbaSimVetoNão. Para isso, o sindicato inseriu a campanha na plataforma Educação Faz Pressão (acesse AQUI). Lá, é possível enviar mensagem cobrando a derrubada dos vetos para todos os parlamentares da CLDF, com poucos cliques.
2 – Escolha o(a) parlamentar e a rede social que quer acessar
3 – Envie sua mensagem cobrando que o(a) parlamentar vota pela derrubada dos vetos de Ibaneis à educação na LDO 2023
“É importante que enviemos mensagem em todas as redes, para todos os parlamentares. Principalmente aqueles e aquelas que são da base do governador”, alerta a diretora do Sinpro-DF Letícia Montando. Ela lembra que a estratégia de pressão nas redes já se mostrou eficiente em vários outros momentos, como, por exemplo, na pressão para o pagamento da última parcela do reajuste salarial conquistado em 2013 e devida desde setembro de 2015.
Para derrubar os vetos de Ibaneis à educação, é necessário que a maioria absoluta dos(as) parlamentares (50% + 1) vote pela incorporação das emendas à LDO. Isso significa que pelo menos 13 parlamentares devem expressar no voto o compromisso com a educação.
Caso derrubados, os vetos passam, automaticamente, a compor a LDO 2023.
Congelamento salarial
Um dos vetos de Ibaneis à LDO foi ao artigo que trazia rubricas orçamentárias específicas destinadas ao cumprimento do Plano Distrital de Educação (PDE), além do estabelecimento de cronograma detalhado da previsão de liberação dos recursos relativos ao reajuste da remuneração de professores(as) e orientadores(as) educacionais.
“O veto não impede que seja concedido reajuste salarial para nossa categoria. Entretanto, deixa ainda mais distante esse direito, uma vez que não há um indicativo, um norte a ser seguido. E isso diante de um cenário de sete anos de congelamento salarial”, explica a dirigente do Sinpro-DF Luciana Custódio.
Para a sindicalista, o veto comprova que “o GDF não tem compromisso com a educação pública”. “A reestruturação da nossa carreira é um pleito antigo, que prevê a recomposição inflacionária, além de questões como a redução de padrões da carreira. Com isso, poderíamos avançar rumo ao cumprimento da Meta 17 do Plano Distrital de Educação, que equipara a remuneração de professores e orientadores à média da remuneração das demais carreiras de servidores públicos do DF com nível superior”, reflete a professora.
Infraestrutura à mingua
Pelo menos quatro vetos de Ibaneis dizem respeito diretamente a investimento em infraestrutura de unidades escolares, seja para construção de creche ou ampliação da rede de ensino fundamental.
O governador do DF também vetou a construção de clínica escola especializada no atendimento à pessoa autista.
“É inacreditável. Esse tipo de veto é colocado diante de um cenário que tem como flagrante salas de aulas superlotadas e a ausência de monitores para acompanhar estudantes autistas, com síndrome de down e outras condições”, repudia Luciana Custódio.
PDAF
A LDO sancionada pelo governador Ibaneis Rocha ainda veta uma das rubricas do Programa de Descentralização Administrativa e Financeira (PDAF), criado em 2012 para gerar autonomia financeira nas unidades escolares e coordenações regionais de ensino. Com a ação, o indicativo é que ainda será aberta rubrica no Orçamento. De qualquer forma, embora o veto do governador não retire completamente o PDAF, ele pode limitá-lo.
Ainda sobre o PDAF, o deputado Reginaldo Veras (PV) denunciou, na semana passada, que os recursos foram reduzidos em 29% de 2021 para 2022, o que representa um total absurdo e descaso com funcionamento das escolas, ainda mais num ambiente de inflação crescente. Enquanto o governo bate recorde de arrecadação de impostos, a educação, que não é prioridade de Ibaneis, recebe cada vez menos recursos.
Fonte: Assessoria do deputado distrital Reginaldo Veras (PV)
Gratificação
Com articulação do Sinpro-DF, a deputada Arlete Sampaio apresentou à LDO emenda que cria a Gratificação de Incentivo Profissional para a Carreira do Magistério Público do DF.
O texto sancionado da LDO inseriu a emenda de maneira incompleta. A assessoria legislativa do Sinpro-DF já alertou a Comissão de Economia, Orçamento e Finanças da Câmara Legislativa do DF. Como é de praxe, nessas situações, há republicação do texto, mas sem prazo estabelecido.
Inconsequente
O governador do DF também vetou artigo da LDO que previa rubrica específica para a aquisição de equipamentos e meios para a preparação do ambiente escolar com as condições sanitárias adequadas, além de investimentos em tecnologia e equipamentos para possibilitar o amplo acesso ao ensino.
A diretora do Sinpro-DF Luciana Custódio lembra que a pandemia da Covid-19 ainda não acabou e que é necessário cuidado com a saúde das pessoas. “A principal luta do Sinpro é pela vida. Graças ao SUS e à vacina, hoje não temos o mesmo cenário de 2020, que chegou a registrar mais de mil vidas perdidas por causa da covid-19. Mas ainda não sabemos ao certo as sequelas que o vírus pode deixar. Por isso, todo cuidado é pouco”, afirma.
Ela ainda lembra que o acesso à tecnologia é fundamental para garantir uma educação pública de qualidade. “Cada vez mais fica claro que o investimento em tecnologia significa qualidade na educação. As escolas privadas, em sua maioria, já têm essa prática. A educação pública também precisa ter, ou o abismo educacional que temos no DF ficará ainda mais profundo.”
FCDF
O Fundo Constitucional do DF para 2023 vai aumentar 42,9%. Em valores absolutos, isso representa um acréscimo de R$ 6,95 bilhões. Com isso, o FCDF passa de R$ 16,2 bi para R$ 23,15 bi. “Há dinheiro para investir na educação. O que não há, é vontade”, avalia a diretora do Sinpro-DF Luciana Custódio.
É hoje, o 18º Arraiá Cultural do Sinpro, sô! Depois de dois anos sem poder realizar grandes eventos de maneira presencial – graças à vacina que nos permite retomar as atividades com a cautela que exige o momento – a tradicional festa volta a acontecer na Chácara do Sinpro (antiga Chácara do Professor), em Brazlândia.
Neste ano, a animação da festa é por conta da Banda Rastapé, com participação especial da cantora Mariana Aydar, e da mestra Martinha do Coco, referência da cultura popular no Distrito Federal. O arraiá, que começa às 19h, tem entrada gratuita, aberta ao público em geral, sem a necessidade de retirar ingressos. Muitas comidas típicas, brincadeiras diversas, apresentações folclóricas, brinquedos infláveis e a animação da quadrilha Formiga da Roça aguardam você!
Simbora, gente! Se arrume, clique aqui no localizador e pé na estrada. Participe, que esse arraiá tá bom demais!
Eleições 2022 | Recomposição do calendário escolar se dará sem prejuízo a estudantes
Jornalista: Luis Ricardo
A recomposição do Calendário Escolar em virtude das eleições de 2022 será feita com atividades não-presenciais, como previa a Circular nº 53, publicada no último dia 12 de agosto. A afirmação foi feita pela secretária de Educação do DF, Hélvia Paranaguá, à Comissão de Negociação do Sinpro-DF, nesta quinta-feira (18/8).
“É essencial lembrar que os estudantes não terão qualquer prejuízo quanto à reposição dos conteúdos. O compromisso com a educação é um princípio nosso”, ressalta a diretora do Sinpro-DF Luciana Custódio.
A recomposição do Calendário Escolar se dá em virtude da necessidade de suspensão das atividades escolares no dia 30 de setembro, data que antecede as eleições para presidente da República, senadores e deputados, agendada para dia 2 de outubro, no primeiro turno e, caso necessário, dia 30 de outubro para segundo turno.
As datas de reposição previstas na Circular nº 53 continuam as mesmas: 20, 27 de agosto; 3, 10, 17 ou 24 de setembro. “Aquela unidades que definiram como parâmetro de mobilidade o dia 1º de outubro de 2022, também deverão replanejar a data do dia letivo móvel”, afirma o documento.
O prazo limite para que as Coordenações Regionais de Ensino enviassem à SUPLAV/DIPLAN/GPOF a data de reposição referente ao dia 30 de setembro foi encerrado no último dia 18 de agosto. “Em caso de ocorrência do segundo turno das eleições, será emitida nova Circular com as propostas de reposição referentes ao dia 28 de outubro de 2022”, alerta a Secretaria de Educação do DF.
O Sinpro-DF convida as(os) delegadas(os) sindicais e representantes a participarem da reunião mensal, aprovada em Assembleia Geral da categoria para toda última terça-feira do mês, que será realizada no dia 30 de agosto, às 19h, na sede do Sinpro, no SIG.
Para Vanilce Diniz, coordenadora da Secretaria de Formação Sindical do Sinpro-DF, esse é um espaço de conquista. “A reunião mensal é base de fortalecimento da nossa caminhada, por ser um momento de escuta, onde delegadas e delegados sindicais trazem informações de seus espaços de trabalho e fortalecem o debate que fomenta nossa luta”, enfatiza.
Vamos à luta!
Salve essa data (30/08), fique atenta(o) e lembre-se: é muito importante a participação de todas as delegadas e delegados regularmente eleitas(os) nas escolas. Somente a pressão da categoria organizada vai conquistar as vitórias pelas quais lutamos.
Nesta sexta-feira (19 de agosto), Dia do Orgulho Lésbico, um artigo da diretora do Sinpro Élbia Pires mostra a história da data e a luta das mulheres lésbicas pelo seu direito à visibilidade, ao livre exercício do amor e da organização política. O artigo foi publicado nos jornais Brasil Popular, Brasil de Fato, e nos sites Forum e GGN. Confira o artigo na íntegra abaixo:
Dia do Orgulho Lésbico: há muita luta pela frente
Dia 19 de agosto celebramos o Dia do Orgulho Lésbico no Brasil. A história da data remete à luta das mulheres lésbicas pelo seu direito à visibilidade, ao livre exercício do amor e da organização política.
Aconteceu que, em 1983, o proprietário de um bar chamado Ferro’s, em São Paulo, local de encontro de um público progressista, inclusive LGTQIA+, proibiu a circulação do jornal “Chanacomchana”, editado pelo Grupo Ação Lésbica Feminista (Galf). No dia 19 de agosto daquele ano, as mulheres do Galf tomaram o local com um grande protesto denunciando a censura – notem que a ditadura militar estava em seu final – e exigindo visibilidade e respeito. Ao final da ação, o proprietário do Ferro’s pediu desculpas às mulheres e permitiu a venda do jornal. Foi assim que a data se tornou um marco da luta das mulheres lésbicas.
Esse episódio, como tantos outros que seguem acontecendo cotidianamente, atestam que a luta continua sendo muito necessária. No atual período de trevas no qual o Brasil está mergulhado, o desprezo pelos direitos humanos é uma bandeira para o presidente da República e seus seguidores. É o chefe do executivo quem mais incita a violência, encontrando eco em sua base de sustentação na sociedade e nos parlamentos Brasil afora.
A frequente defesa do armamento da população põe em risco sobretudo a vida da comunidade LGBTQIA+, mulheres, pessoas negras, moradores das periferias. Os cortes orçamentários nas áreas sociais, a criminalização de educadores(as) que debatem direitos humanos nas salas de aula, o descaso com a saúde do povo, a ciência e a produção de conhecimento e de cultura atingem principalmente esse setor da população.
Por isso, é mais importante do que nunca eleger políticos(as) comprometidos(as) com a pauta LGBTQIA+. Precisamos fortalecer essa agenda no Congresso Nacional, nos estados e municípios para garantir a dignidade desse segmento da população, defender sua liberdade e sua vida.
Pauta atualíssima
As reivindicações da comunidade LGBTQIA+ por inclusão são também pelo direito à vida: as agressões físicas e morais chegam a se tornar assassinatos – e, infelizmente, isso não é raro no Brasil. Entretanto, a lesbofobia e os ataques às mulheres lésbicas têm contornos e dimensões específicas que exigem, portanto, políticas públicas dirigidas.
Segundo um estudo realizado por pesquisadoras da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), os assassinatos de mulheres em razão de serem lésbicas, aumentou 237% no Brasil entre 2015 e 2019. Um levantamento feito pela revista eletrônica Gênero e Número a partir de dados obtidos no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan, parte do Ministério da Saúde) aponta que, em média, 6 lésbicas foram estupradas por dia em 2017, em um total de 2.379 casos registrados. Em 61% dos casos notificados, a vítima foi estuprada mais de uma vez.
Graças à luta incansável das mulheres lésbicas, o “estupro corretivo” tornou-se um agravante para o crime de estupro. É apenas nos organizando que faremos frente às ideias medievais do p\residente e seus apoiadores, que já demonstraram centenas de vezes seu particular desapreço pelas mulheres – que dirá pelas mulheres lésbicas.
Luta e esperança sempre
Todos os avanços e conquistas que tivemos ao longo da história foram sempre produto da luta coletiva. Nossa cor é o arco-íris, que expressa nas suas cores a alegria, a diversidade, a esperança e – sim! – o orgulho.
Os tempos são de trevas, mas nós temos nossa alegria, nossa diversidade, nossa esperança e nosso orgulho em que nos agarrar. São nossas armas para iluminar e superar este triste momento em direção a um mundo onde caibamos todas, todos e todes com o mesmo direito à felicidade e ao amor! Viva o Dia do Orgulho Lésbico!
Vamos iniciar essa matéria afirmando: nem o Sinpro, nem os escritórios de advocacia ligados a ele, solicita que sejam feitos depósitos para liberação de valores.
O mais novo golpe contra aposentados e aposentadas da categoria, com processos na justiça, envolve a falsificação de supostos documentos, que recebem marcas de bancos e informam depósitos falsos prestes a serem feitos nas contas dos golpeados(as) – contanto que sejam feitos depósitos – PIX em contas de pessoas físicas ou depósitos para pagamento de supostos despachantes ou certidões de cartórios, a título de honorários ou adiantamentos, pagamentos de supostos despachantes ou supostas certidões de cartórios.
Golpistas de Internet continuam tentando tirar dinheiro de pessoas com processos na justiça. A quadrilha muda de formato constantemente para aperfeiçoar e manter o golpe! O Sinpro alerta mais uma vez: fiquem atentos e atentas! Na mais recente abordagem, estão usando mensagens com uso do nome de Lucas Mori, advogado do Sinpro-DF, com um número falso de telefone. Toda semana, criminosos usam celulares e mensagens via Internet para aplicar novos métodos de lesar financeiramente os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais. Outro golpe recorrente é o de se apresentarem como funcionários da Câmara de Conciliação de Precatórios, utilizando os números de telefone (61) 2626-2740 e (61) 9825-6570, informando o resultado do julgamento das propostas de acordo com o último lote, nos termos do edital.
O Sinpro-DF recebe, diariamente, várias denúncias de professores(as/es) e orientadores(as/es) educacionais acusando o recebimento de mensagens que usam o nome do Dr. Lucas e do seu escritório. Nessa modalidade de golpe, uma pessoa diz, na mensagem, que foi autorizada a ordem de pagamento do processo e, em seguida, solicita que o(a) professor(a) ou orientador(a) educacional entre em contato com uma advogada pelos telefones 2626-5741 e 99859-9031. Tudo isso não passa de manobra criminosa para lesar pessoas com processos judiciais e financeiros movidos pelo sindicato. Preste atenção às mensagens! Não caia no golpe! Denuncie! Nem o Sinpro, nem nenhum preposto do sindicato solicita que sejam feitos depósitos para liberação de valores.
Confira um dos modelos de mensagens enviadas aos celulares:
Modus operandi
São vários os “modus operandi” das quadrilhas cibernéticas. Um deles, segundo relatos de vítimas, é que após o primeiro contato, os(as) estelionatários(as) dizem que as propostas indeferidas poderão ser objeto de recurso administrativo em um prazo de cinco dias úteis em petição física direcionada à câmara, com protocolo no posto de atendimento da Procuradoria Geral do Município. Em seguida dizem que é preciso realizar o depósito de um valor para as custas advocatícias e taxas de cartório.
Tudo isso é mentira! Tudo é golpe! Não deposite nenhuma quantia em dinheiro. O Sinpro alerta para o fato de que nem o sindicato e nem os escritórios de advocacia que integram o jurídico da entidade pedem dinheiro para recebimento de valores referentes a ações judiciais. Antes de fazer qualquer depósito ou repassar qualquer informação, ligue para o Sinpro.
Fique atento(a)!
Fiquem atentos(as/es) às novas “modalidades” de extorsão de dinheiro. A cada nova abordagem, os(as/es) bandidos(as/es) se aperfeiçoam e procuram facilitar e aligeirar o furto de dinheiro de quem tem processos a receber. É preciso ter cuidado e boa observação para não cair no golpe. Para facilitar a compreensão de todos(as) sobre as estratégias utilizadas pelos(as) golpistas, seguem todas as versões usadas e denunciadas ao Sinpro:
Golpe 1
Uma mensagem enviada por WhatsApp, com foto de perfil com a marca do Sinpro, por um número que não é do sindicato, (61) 99872-4892, informa sobre o assunto: LIBERAÇÃO DO PRECATÓRIO EM FASE DE PAGAMENTO EM REGIME ESPECIAL, com os nomes dos advogados Drª Maria Rosali Barros ou Dr. Lucas Mori, indicando os números (61) 4042-0924 | WhatsApp: (61) 99840-3650 como contatos. Ao final, os golpistas colocam a observação falsa de que o sindicato não está atendendo presencialmente, em virtude os período pandêmico. Fique atento(a)! Isso é golpe! O Sinpro-DF está atendendo, normalmente, de forma presencial, das 8h às 17h, nas sedes e subsedes.
Golpe 2
Criminosos ligam para a casa de educadores(as) informando que foi liberado o alvará de precatório para pagamento. Em seguida, dizem que a vítima tem mais de R$ 100 mil para receber, pedem para ligar no número 99639-2111 e solicitam depósito de um valor na conta: NEXT 237 – AG: 3728 – CONTA 609240-3 (Anderson Fabio de Oliveira – CPF: 031.729.793-77). É importante ficar atento, pois a conversa é feita em aplicativo com perfil que leva a foto do logo do Sinpro-DF.
Golpe 3
Para o furto via telefone, usam vários nomes. O nome “Cláudia Maria Rodrigues”, que utiliza o telefone fixo 3181-0041 e o celular/WhatsApp, 96519820, é um dos denunciados pela categoria. O Sinpro-DF informa que o nome “Cláudia Maria Rodrigues”, utilizado pela quadrilha, pertence a uma advogada que também está sendo duramente prejudicada pelo bando. Ela avisou ao Sinpro-DF que já denunciou o caso à polícia e tem Boletim de Ocorrência para comprovar o uso indevido do nome dela. O outro nome usado é “Leonardo Mota” (Núcleo Bancário), com o telefone 3181-0285. Um terceiro nome identificado é “Dr. Marcelo Ricardo”, com o número de telefone 99849-7364.
Golpe 4
Para extorquir dinheiro das vítimas, a pessoa que realiza a chamada se passa por diretor, ex-diretor ou funcionário da Secretaria de Assuntos Jurídicos, Trabalhistas e Socioeconômicos do Sinpro-DF. Segundo denúncias realizadas ao Sindicato, em alguns casos, o golpista se apresenta como Dr. Daniel ou Dr. Dimas, e chega a utilizar em sua foto de perfil de WhatsApp a logomarca do Sinpro-DF. Em seguida, o farsante solicita depósito em conta bancária vinculada a uma suposta pessoa com nome de Priscila.
Golpe 5
Outra modalidade é o golpe com transferência por PIX. Assim como os outros métodos, o golpista solicita um valor para liberar uma quantia à vítima. No caso de transferência por PIX, não há um sistema de retorno ou cancelamento do envio.
Golpe 6
Nesta modalidade, o golpista envia à vítima, via WhatsApp ou e-mail, documento simulando papel timbrado do Tribunal de Justiça do DF e Territórios (TJDFT). O documento ainda leva o nome de dirigentes do Sinpro-DF. No último relatado ao Sinpro-DF, constava o nome da dirigente Silvia Canabrava. O envio é feito posteriormente a uma ligação, em que o criminoso confirma vários dados da vítima, como nome completo, CPF e nome do pai e da mãe.
Golpe 7
O golpe mais recente consiste no envio de carta nominal, com logomarca de escritório de advocacia fantasma. O documento falso é enviado pelos Correios e traz uma série de argumentos jurídicos bem fundamentados, além de endereço de e-mail, telefones e assinatura com registro da OAB.
Golpe 8
O primeiro golpe de 2022 chega por WhatsApp e vem supostamente do “Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios, DF”. É nominal, informa que o pagamento do precatório referente ao processo da pessoa está liberado para a data de hoje, “primeira ou segunda parcela”. O titular deverá entrar em contato com uma “Dra. CHRYSTIANE MAIA GUERCO FARIA LUCAS MORI (OAB: 38015/DF)” para solicitação do recolhimento dos alvarás de liberação do precatório, nos telefones (061) 99687-2994 ou (061) 99667-9219 (outros números também são usados nesse golpe), e se a pessoa não entrar em contato até às 15h, deverá esperar “uma segunda chamada com carência de tempo de 5 a 10 anos”. Mas é golpe.
Golpe 9
Na nova modalidade criminosa, os bandidos ligam pelo telefone 3322-1515 – contato oficial do Banco de Brasília (BRB), mas clonado – informando que o banco fez um PIX por engano para a conta do(a) professor(a) ou orientador(a) educacional, solicitando a devolução do valor. Além deste procedimento, os estelionatários também ligam dizendo ser de uma empresa jurídica ligada ao BRB, fazendo a cobrança de tarifas não pagas. Na maioria das vezes, os falsários enviam um link ou pedem dados para “corrigir o problema” e até mesmo solicitando dinheiro. Não abra o link, não forneça dados ou transfira qualquer quantia em dinheiro. Trata-se de um golpe!
Golpe 10
Em mais uma versão utilizada pelos estelionatários, um professor foi contatado e informado que havia sido autorizado o pagamento de R$ 108 mil referente ao precatório do Ticket Alimentação, ação movida por um suposto escritório jurídico do Sinpro. Porém, para receber o dinheiro, o educador deveria pagar as taxas, valor totalmente indevido, uma vez que o sindicato nunca solicita nenhum tipo de transação bancária para que professores(as) e orientadores(as) educacionais recebam vantagens financeiras. Para identificar se a ligação é um golpe, basta ficar atento ao pedido de qualquer tipo de taxa/valor/dinheiro para recebimento de precatório. Caso a pessoa peça dinheiro, tenha a certeza que se trata de um golpe!
Hoje, 19 de agosto, é celebrado o Dia do Orgulho Lésbico. A data foi escolhida em memória à primeira grande manifestação de mulheres lésbicas no Brasil, ocorrida em 1983, em São Paulo, no que ficou conhecido como o “Stonewall brasileiro”. Em 2022, a mobilização no Brasil completa 43 anos e para celebrar esse dia de luta, a TV Sinpro transmitiu um debate sobre essa história resistência e a importância dessa data para a luta das mulheres lésbicas.
Estiveram presentes Élbia Pires, coordenadora da Secretaria de Saúde do Sinpro e a presidenta do Sindicato dos Enfermeiros do Estado de São Paulo, coordenadora do Comitê LGBTQIAP+ da Internacional de Serviços Públicos (ISP) no Brasil, Elaine Leonide. O debate foi mediado pela diretora Márcia Gilda, coordenadora da Secretaria de Raça e Sexualidade do Sinpro. Confira abaixo o programa na íntegra.
Professores do contrato temporário passam a ter direito ao auxílio creche
Jornalista: Maria Carla
A diretoria colegiada do Sinpro-DF informa que as(os/es) professoras(es) do contrato temporário passam a ter o direito ao auxílio creche. Esse direito está valendo desde junho de 2022, data da publicação do Decreto 43491, de 28 de junho de 2022.
O Sinpro sempre buscou a isonomia de tratamento entre professoras(es) efetivas(os) e do contrato temporário. Para requerer o benefício, a(o/e) professora(o/e) deverá preencher requerimento específico; apresentar a certidão de nascimento do(a) dependente; e documento da escola com o nome dos pais da criança (pai e mãe), nome da criança e situação da matrícula. A criança com idade até 5 anos e 11 meses tem direito ao auxílio-creche.
O Sinpro informa que o Auxílio Creche e Pré-Escola é um benefício de natureza indenizatória instituído para garantir assistência institucional aos dependentes dos servidores públicos civis da Administração Pública direta, autárquica e fundacional do Distrito Federal, dentre os quais se incluem os comissionados, cedidos ou à disposição, bem como aqueles contratados temporariamente.
Clique no link a seguir e acesse o Decreto n° 43.491/2022 para acessar todas as informações para receber o benefício.
19 de agosto: Dia Internacional do Orgulho Lésbico
Jornalista: Maria Carla
O Dia Internacional do Orgulho Lésbico, comemorado no dia 19/8, faz parte da luta feminista das mulheres lésbicas e mostra que não é apenas uma luta para assegurar a diversidade: é também resistência, liberdade e direito à vida! Na ditadura militar, o Ferro’s Bar, em São Paulo, era o ponto de encontros dos grupos oprimidos, como comunistas e lésbicas.
Um dia, o dono do bar chamou a polícia para acabar com os encontros, alegando ser contra a venda do “Chanacomchana”, jornal do Grupo Ação Lésbica Feminista (Galf), que debatia temas como legalização do aborto, relacionamentos entre mulheres, maternidade e perseguição da PM. Em 19 de agosto de 1983, o Galf realizou um protesto no bar, que ficou conhecido como “o pequeno Stonewall brasileiro”. Ativistas invadiram o Ferro’s e leram um manifesto contra a censura e exigiram respeito às mulheres lésbicas e que a venda do “Chanacomchana” fosse permitida, afinal elas eram as principais clientes do estabelecimento.
Para comemorar a data e mostrar a luta, o Sinpro divulga, nesta sexta (19), o artigo “Dia do Orgulho Lésbico: há muita luta pela frente”, de Ébia Pires,coordenadora da Secretaria para Assuntos de Saúde do Trabalhador. O TV Sinpro de 17 de agosto debateu a importância do Dia do Orgulho Lésbico com a diretora Élbia Pires e a presidenta do Sindicato dos Enfermeiros do Estado de São Paulo, coordenadora do Comitê LGBTQIA+ da Internacional de Serviços Públicos (ISP) no Brasil, Elaine Leoni. A mediação foi feita por Márcia Gilda, coordenadora da Secretaria de Raça e Sexualidade do Sinpro. Clique aqui e assista o TV Sinpro de 17 de agosto.