Comissão de Negociação do Sinpro se reúne com a SEE por mudanças na EJA

A Comissão de Negociação do Sinpro se reuniu com a Secretária de Educação do Distrito Federal (SEE), Hélvia Paranaguá, e com membros da pasta para tratar de um tema que tem preocupado a categoria, a comunidade escolar e a sociedade como um todo: a situação da Educação de Jovens e Adultos (EJA). Nos últimos meses a SEE alterou o funcionamento de várias escolas que oferecem esta modalidade ao reduzir o número de turmas e estabelecer a organização de salas multietapas. Esta reorganização dificulta o trabalho pedagógico, ao mesmo tempo que pode gerar uma maior evasão escolar.

Para justificar tal medida a SEE apontou uma série de incorreções que teria sido identificada em visitas realizadas em diversas escolas. Contudo, ainda que hajam problemas pontuais, a secretaria não apresentou uma estratégia organizada para garantir ao estudante e ao trabalhador(a) o acesso e permanência na escola.

Após extenso debate com a Comissão de Negociação, a SEE se comprometeu em manter as turmas que tenham o número mínimo de estudantes, conforme o disposto na estratégia de matrícula, e rever o desmembramento de turmas que alcançarem o número mínimo de estudantes, conforme a estratégia. A pasta reafirmou ainda o compromisso em discutir a estratégia de matrícula para o próximo ano.

Além destes pontos, a comissão cobrou da secretaria a garantia de que as escolas definam, de forma autônoma, como será a recomposição do Calendário Escolar em decorrência das eleições gerais e como será conduzido o processo eleitoral de novos(as) gestores(as) escolares. A SEE pediu que o debate sobre a escolha dos(as) novos(as) gestores(as) e a discussão a respeito da recomposição sobre Calendário Escolar fossem remetidos para outra reunião, que será remarcada posteriormente.

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Fique atenta(o) às datas do Remanejamento Interno 2022/2023

O Sinpro preparou uma tabela completa com as datas do Remanejamento 2022/2023 e um card que será publicado a cada etapa do processo. Prepare-se para tirar um print e salvar as informações da primeira etapa e não perder nenhum dos prazos.

Para participar do procedimento e acompanhar as fases constantes no processo, os(as) interessados(as) devem acessar o Sistema Integrado de Gestão de Pessoas (Sigep). O Procedimento de Remanejamento é regulado pelas normas contidas no edital e é disponibilizado e efetivado via Internet, no sítio eletrônico sigep.se.df.gov.br, por meio do Sistema Integrado de Gestão de Pessoas (Sigep).

 

Confira as primeiras etapas do remanejamento interno:

 

Atenção

Em caso de dúvidas, os(as) interessados(as) devem entrar em contato com as Unidades Regionais de Gestão de Pessoas (Unigep) das Coordenações Regionais de Ensino ou com a Diretoria de Gestão de Servidores Efetivos e Temporários (Diset), da Subsecretaria de Gestão de Pessoas (Sugep), da Secretaria de Educação.

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Governo federal: descaso com a vacinação infantil

Falta vacina para a população brasileira, e a imunização contra várias doenças está sendo efetuada de maneira insuficiente e ineficaz. As crianças são o público mais afetado, e estão vulnerabilizadas, segundo reportagens do jornal O Globo e da Agência Senado.

Contra a Covid-19, um mês após o Ministério da Saúde autorizar a aplicação do imunizante CoronaVac em crianças a partir de 3 anos, não há contrato para aquisição de mais doses para o público pediátrico. Além de Brasília, Rio de janeiro, Itapira (SP) e outros 11 municípios do Rio Grande do Norte suspenderam a aplicação da primeira dose nesse público, segundo reportagem do jornal O Globo desta semana. O desabastecimento de vacinas contra Covid também afeta municípios baianos e vários outros estados da federação – só Pará e Roraima responderam que dispõem de vacinas suficientes para a tender à demanda, ainda segundo a reportagem do Globo.

Há cerca de 5,6 milhões de crianças de 3 e 4 anos no Brasil, logo seriam necessárias cerca de 11 milhões de doses de CoronaVac, pois o ciclo contempla duas aplicações no intervalo de 28 dias.

Números do LocalizaSUS, porém, mostram que apenas 261.611 crianças de 3 e 4 anos receberam a primeira dose até a última sexta-feira no Brasil – 4,67% da população almejada. Desse total, o irrisório número de 3.168 crianças, em todo o país, completaram a vacinação com a segunda dose.

O Ministério da Saúde informou em nota à reportagem do Globo que ainda “está em tratativas para aquisição do imunizante com maior celeridade, de acordo com a disponibilidade de entrega das doses pelos fornecedores”, sem informar detalhes. E, mesmo sem ter efetivado a compra, a pasta prevê receber os imunizantes a partir de setembro, mas não divulgou sequer a quantidade de doses a serem adquiridas.

Fabricante da CoronaVac no Brasil, o Instituto Butantan informou que poderia entregar vacinas à pasta para as crianças a partir do próximo mês. Ainda não há, porém, pedidos ou negociações em andamento. O Butantan importou o Ingrediente Farmacêutico Ativo (IFA), insumo essencial para produzir o imunizante, a fim de atender toda a faixa etária.

Mas o problema não se restringe à CoronaVac. Dados do próprio Sistema Único de Saúde (SUS) dão conta de que a redução na imunização das crianças brasileiras é uma realidade. Texto da Agência Senado dá conta de que os níveis de imunização infantil são os mais baixos dos últimos 30 anos.

A reportagem informa que em 2021, em torno de 60% das crianças foram vacinadas contra hepatite B, tétano, difteria e coqueluche. Contra tuberculose e paralisia infantil, perto de 70%. Contra sarampo, caxumba e rubéola, o índice não chegou a 75%. A baixa adesão se repetiu em diversas outras vacinas. Para que exista a proteção coletiva e o Brasil fique blindado contra as doenças, o recomendável é que entre 90% e 95% das crianças, no mínimo, estejam imunizadas.

Médicos das áreas de pediatria, infectologia, epidemiologia e saúde coletiva temem que, se esse quadro de baixa vacinação for mantido, o país poderá assistir a novas catástrofes sanitárias, com o ressurgimento de epidemias que eram comuns no passado. O infectologista José Cassio de Moraes, professor da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, alerta:

— Estamos brincando com fogo. Ao contrário do que muita gente acredita, essas doenças não são benignas. Elas são graves e, dependendo da situação, deixam sequelas e levam à morte.

A meningite e a caxumba, por exemplo, podem causar surdez. O sarampo pode retardar o crescimento e reduzir a capacidade mental. A difteria pode levar os rins à falência. A coqueluche pode provocar lesões cerebrais. Quando a mulher contrai a rubéola na gravidez, o bebê pode nascer com glaucoma, catarata e deformação cardíaca, entre outros problemas, além do risco de aborto.

Médico desde 1971, Moraes lembra que o Hospital das Clínicas de São Paulo teve antigamente um andar inteiro destinado à internação de pacientes com paralisia infantil que, para respirar e viver, dependiam dos chamados pulmões de aço. O Hospital Emílio Ribas, também em São Paulo, reservava dois ou três andares para o isolamento dos doentes de difteria.

— O que estamos vendo é a crônica de uma tragédia anunciada — ele acrescenta. — Precisamos agir rápido para que não andemos para trás e voltemos a ser aquele Brasil dos séculos 19 e 20, que era tomado pelas epidemias e mortes.

Os primeiros sinais dessa tragédia são concretos. Em 2016, o Brasil ganhou da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) o certificado de território livre do sarampo. Naquele momento, o país vinha registrando um ou outro caso importado da doença. Logo em seguida, no entanto, o sarampo voltou com força total. Entre 2018 e 2021, o Brasil contabilizou mais de 40 mil doentes, dos quais 40 morreram. A Opas acabou retirando o certificado em 2019.

“É inacreditável. Temos uma infraestrutura de vacinação nacional que começou a ser montada ainda na década de 1960. As campanhas de vacinação eram eficazes a ponto de alcançarmos 100% de imunização em algumas campanhas. Dentre todos os sucateamentos e desmontes promovidos por este governo irresponsável e inconsequente, o descaso com a saúde infantil é o mais mórbido de todos”, pondera Cláudio Antunes, diretor do Sinpro-DF.

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Prêmio Jubileu de Diamante – Professores são homenageados por dedicação e luta pela educação

Ao mestre, com carinho. O ditado sempre foi usado para demonstrar todo respeito e agradecimento de estudantes, pais e mães pelo trabalho dos(as) professores(as), que se dedicam diariamente para levar o conhecimento às futuras gerações. Colocando o ditado em prática, o Conselho de Educação do Distrito Federal (CEDF) homenageou os(as) professores(as) André Lúcio Bento, Alberto Ribeiro, Maria de Lourdes Pereira dos Santos, Maria José Correia Barreto (Zezé) e vários outros(as) educadores(as) com o prêmio Jubileu de Diamante. O diploma foi entregue pela relevância e determinação de todos(as) para a educação do DF.

O diploma Jubileu de Diamante é destinado a homenagear educadores(as), instituições de ensino, personalidades, conselheiros(as) e ex-conselheiros(as) de educação, servidores(as) e ex-servidores(as) do Conselho. Os quatro nomes foram indicados pelo Sinpro-DF em evento que ocorreu nesta quarta-feira (17), durante a XVII Conferência de Educadores do Distrito Federal, no Auditório da Unidade I da Escola Superior de Ciências da Saúde (Escs).

Segundo o diretor do Sinpro, Alberto Ribeiro, no ano de 2012 foi criada a Lei de Gestão Democrática do Sistema de Ensino Público do Distrito Federal, e com esta lei o Conselho de Educação passou a ter uma cadeira destinada ao sindicato dos professores da Rede Pública de Ensino pelo fato da inclusão das entidades representantes da sociedade civil. “Neste momento em que o CEDF faz 60 anos, podemos, enquanto entidade sindical, indicar educadores que tiveram papel importante na vida prática das escolas públicas do DF”, comemora Alberto.

 

As homenagens indicadas pelo Sinpro:

André Lúcio Bento

O professor Bento é doutor e mestre em Linguística pela UnB e especialista em História e Cultura Africana e Afro-brasileira pela UFG. Tem pós-doutorado em educação e linguagem pela UEG. É professor da Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal há 29 anos. Durante todo esse tempo, já atuou nos anos iniciais, finais e no ensino médio. Também atuou na educação de jovens e adultos. Exerceu o cargo de diretor do CAIC de Brazlândia, gerente de formação para educação básica na EAPE e foi subsecretário da Subsecretaria de Formação Continuada dos Profissionais da Educação, de janeiro de 2019 a junho de 2020. No mesmo período, foi membro do Conselho de Educação do Distrito Federal. É autor de diversos livros nas áreas de Educação e de Análise de Discurso Recentemente, lançou o livro infantil “Tâmara e Tamarindo da Terra das Coisas e das Pessoas Doces”, com temática afrocentrada. Desde 2019, desenvolve projeto de catalogação dos baobás existentes em Brasília. Os baobás são árvores com representatividade cultural, material, social, política e religiosa para os povos tradicionais africanos. Os mais antigos baobás vieram para o Brasil ainda nos navios negreiros, como sementes, simbolizando força, identidade e ancestralidade dos povos negros. Após a catalogação dos baobás, o professor pretende apresentar um relatório por meio do qual irá propor ao Governo do Distrito Federal o tombamento dos baobás como patrimônio cultural de Brasília.

 

Maria de Lourdes Pereira dos Santos

Natural de Paracatu – MG, Lourdes é professora aposentada da Secretária de Educação. Militante do Movimento Popular há mais de 40 anos, trinta e cinco dos quais no Paranoá, no Centro de Cultura e Desenvolvimento do Paranoá e Itapoã – CEDEP. Trabalha com parcerias e coordena o Grupo de Educação de Jovens e Adultos – EJA, além de trabalhar também com Alfabetização Infantil e na coordenação dos Grupos de Base no CEDEP. Trabalha na organização da sociedade em busca de melhores políticas públicas, inclusive pelo polo da Universidade de Brasília no Paranoá. Lourdes atua também em parceria com Entidades do terceiro setor, como a Programando o Futuro.

 

Maria José Correia Barreto

A história do Sinpro-DF se confunde com a trajetória da professora Maria José Correia Barreto, a Zezé. Em 28 anos de magistério, Zezé foi uma das fundadoras do Sinpro (estava presente na histórica Assembleia Geral da categoria de 14 de março de 1979, quando foi decidido sobre a criação do Sindicato dos Professores no Distrito Federal). Foi diretora do Sinpro durante cinco mandatos (2001 a 2016), criou a Secretaria de Saúde do Sinpro em 2002, foi responsável pela implantação da subsede de Planaltina, lecionou 23 anos no Centro de Ensino Fundamental 01 de Planaltina, 5 anos no Centro de Ensino Especial do Plano Piloto e 1 ano na APAE. Ela também foi a responsável pela criação da Secretaria de Mulheres da CTB, central sindical à qual é filiada.

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IX Passeio Ciclístico CED Stella homenageia o centenário da Pedra Fundamental de Brasília

Pedalar é bom e já virou tradição em Planaltina. No dia 7 de setembro, acontece o IX Passeio Ciclístico CED Stella, projeto que envolve toda a comunidade escolar e é fruto de um trabalho interdisciplinar e coletivo desenvolvido durante o ano letivo. Em 2022, o passeio, que já se tornou símbolo do CED Stella e da cidade, tem como tema o Centenário da Pedra Fundamental (1922-2022) e abordará, ainda, outros temas relevantes, como a  preservação ambiental e  o uso consciente da água.

Com percurso de aproximadamente 25km, o passeio ciclístico sairá do Planaltina Center, às 8h15, passando pelo Arapoanga, em direção à Pedra Fundamental, onde serão realizadas homenagens, com a abertura de uma cápsula do tempo centenária e o depósito de uma nova, contendo a Carta para o Futuro, fruto de um concurso de redação, que será aberta também daqui a 100 anos. Logo após, o passeio ciclístico segue para o CED Stella, onde será finalizado com um grande almoço para os(as)  participantes.

 

Como participar?

As pessoas interessadas devem se inscrever até o dia 5 de setembro, na secretaria do CED Stella, contribuindo com o valor de R$ 5 reais. Parte da renda será revertida para a Casa de Abigail.

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Publicado edital para o Remanejamento 2022/2023

A diretoria colegiada do Sinpro-DF informa que está aberto o Procedimento de Remanejamento 2022/2023 para servidores(as) da carreira Magistério Público do Distrito Federal. O Edital nº 41, de 16 de agosto de 2022, com as normas para Procedimento de Remanejamento Interno e Externo 2022/2023, foi publicado no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF), desta quarta-feira (17).

O Concurso de Remanejamento Interno e Externo é composto por várias fases e é necessário que o(a/e) professor(a/e) e orientador(a/e) educacional interessado(a/e) fique atento(a/e) para não perder prazos e nem errar etapas. É importante ler com atenção o Edital de Procedimento de Remanejamento 2022/2023, que disponibilizamos no final deste texto.

Os(as/es) servidores(as/es) da Carreira Magistério Público que têm lotação definitiva e interesse em alterar ou em adquirir exercício em uma unidade escolar deve participar da etapa interna. Já os(as/es) que desejam a mudança de Coordenação Regional de Ensino (CRE), a participação deve ocorrer na etapa externa. Servidores(as/as) recém-empossados(as/es) e demais servidores(as/es) com lotação provisória devem participar do processo na etapa externa. Assim, será possível adquirir lotação definitiva.

Para participar do procedimento e acompanhar as fases constantes no processo, os(as/es) interessados(as/es) devem acessar o Sistema Integrado de Gestão de Pessoas (Sigep). O Procedimento de Remanejamento é regulado pelas normas contidas no edital e é disponibilizado e efetivado via Internet, no sítio eletrônico https://sigep.se.df.gov.br/, por meio do Sistema Integrado de Gestão de Pessoas (Sigep). 

Cronograma

Até o dia 17 de setembro será o prazo para visualização dos dados cadastrais e entrada de requerimentos, solicitando correções, se for o caso. Este é o período único para que os(as/es) servidores(as) visualizem os dados cadastrais, a situação funcional e a jornada de trabalho e, caso o exercício do(a/e) servidor(a/e) na UE/UEE/ENE esteja “sem definição”, este deverá, neste período, procurar a equipe gestora para efetuar manutenção na situação funcional.

Também neste dia, conforme cronograma, é a data de atualização de dados cadastrais. O(A/E) servidor(a/e) deverá solicitar atualização dos Dados Cadastrais por meio de Processo SEI. É a data para entrada de Requerimento Geral de servidor PcD não identificado no Sigep e período para entrada de Requerimento Geral de servidor Readaptado não identificado no Sigep. É, ainda, a data para manifestação de servidores que se enquadram nos Casos Especiais.

Os resultados dos recursos da pontuação, da situação funcional e das solicitações de casos especiais estão agendados para serem apresentados no dia 29 de setembro. Nesta data também será feita a análise e a apreciação dos Casos Especiais. No dia 30 de setembro, será publicado o resultado dos recursos da pontuação, da situação funcional e das solicitações de Casos Especiais.

O dia 30 de setembro é também a data limite para abertura de carências a serem ofertadas para o Remanejamento 2022/2023. Confira os quadros com os cronogramas.

 

Confira abaixo os quadros com o cronograma completo e, acesse, a seguir,  os links do Edital nº 41, de 16/8/22, a partir da página 79, DODF n° 155, de 17/8/22 e o Ofício nº 2.349/2022, da SEE/GAB/AESP .

 

Clique na imagem abaixo para você ter acesso à tabela com as datas do Remanejamento 2022/2023. Guarde, imprima ou salve no celular  para consultas e não se perder nos prazos. 

A divulgação preliminar de carências para o remanejamento interno será no dia 4 de outubro. De 4 a 6 de outubro estão estipulados como período para os recursos. As análises dos recursos serão realizadas de 4 a 7 de outubro. Dia 11 de outubro será feita a divulgação final das carências para o Remanejamento Interno. De 11 a 14 de outubro, professores/as e orientadores/as educacionais poderão enviar a lista de carências no Sigep para participação no Remanejamento Interno. No dia 18 de outubro, a Sugep/Suplav divulgará o resultado preliminar do Remanejamento Interno.

De 18 a 20 de outubro, Período de Recursos do resultado preliminar do Remanejamento Interno; de 18 a 22 de outubro, Período de análise dos Recursos do resultado preliminar do Remanejamento Interno. E dia 25 de outubro Resultado Final do Remanejamento Interno.

Já no caso do Remanejamento Externo, as datas são as seguintes: 27 de outubro, divulgação final das carências para o Remanejamento Externo. De 28 de outubro a 1º de novembro, período para os(as/es) professores(as/es) e orientadores(as/es) educacionais enviarem a lista de carências no SIGEP para participação no Remanejamento Externo. Dia 3 de novembro, será divulgado o resultado preliminar do Remanejamento Externo. As datas de 3 a 5 de novembro é o período de recursos do resultado preliminar e, de 3 a 9 de novembro, será feita a análise de recursos do resultado preliminar. No dia 18 de novembro, a Sugep/Suplav divulgará o resultado final do Remanejamento Externo

Em caso de dúvidas, os(as/es) interessados(as/es) deverão entrar em contato com as Unidades Regionais de Gestão de Pessoas (Unigep) das Coordenações Regionais de Ensino ou com a Diretoria de Gestão de Servidores Efetivos e Temporários (Diset), da Subsecretaria de Gestão de Pessoas (Sugep), da Secretaria de Educação.

 Clique e acesse:

Edital nº 41, de 16/8/22, a partir da página 79, DODF n° 155, de 17/8/22

Ofício nº 2.349/2022, da SEE/GAB/AESP

 

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Sinpro de olho nos seus diretos

Você sabia que o Sinpro disponibiliza um conjunto de cartilhas virtuais, com orientações e tira-dúvidas, com base em leis vigentes e atuais para orientar professoras(es) e orientadoras(es) educacionais com relação aos seus direitos? São nove exemplares que tratam dos seguintes temas: acidente de trabalho (geral) e Covid-19, proteção à infância, assédio moral, licença médica geral, isenção de IRPF, adicional de insalubridade, suicídio e readaptação funcional. 

Para acessar, basta ir à página principal do site do Sinpro e clicar na aba clínica do trabalho, que fica no topo do site. Em seguida, role a página para baixo e clique em cima das imagens de cada cartilha, para visualizar e também salvá-las em seu computador ou celular. Tudo de forma rápida e acessível.  

 

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17 de agosto marca o Dia do Patrimônio Histórico Nacional

Feliz e digno o país que respeita e preserva a sua história. O dia 17 de agosto, Dia do Patrimônio Histórico Nacional, reforça bem esta preocupação e esta necessidade de se proteger e preservar os bens culturais brasileiros.

A data, escolhida em 1998 para homenagear o historiador e jornalista mineiro Rodrigo Melo Franco de Andrade, ganhou significado após mais de 60 anos de criação do mais importante órgão de preservação do país, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). Rodrigo foi o maior responsável pela consolidação jurídica do tema Patrimônio Cultural no Brasil e pela criação do Iphan em 1937, que presidiu até 1967. O Iphan, como forma de honrar sua memória, premia ações de proteção, divulgação e preservação do patrimônio cultural brasileiro anualmente, com o Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade.

Entre as principais conquistas para os brasileiros está a criação de uma política dedicada ao Patrimônio Cultural Imaterial, que inspirou diversos países e deu as bases para a formulação e implementação de modelos similares nas esferas estaduais e municipais. Responsável por viabilizar a identificação, reconhecimento, salvaguarda e promoção dos bens culturais imateriais brasileiros, essa política pública completou 20 anos no dia 04 agosto de 2020. Por meio dela, ao longo das duas últimas décadas, foram registrados 48 bens como Patrimônio Cultural do Brasil. Neles estão os ofícios, lugares, modos de fazer, celebrações; formas de expressão e diversos saberes transmitidos de geração a geração, sendo referência às identidades, ação e memória dos diferentes grupos formadores da sociedade brasileira.

Em tempos de desrespeito, abandono, descaso e destruição da cultura brasileira, fruto da política implantada pelo governo de Jair Bolsonaro, comemorar o Dia do Patrimônio Histórico Nacional e comemorar toda a diversidade da cultura nacional. É respeitar o plural, o que é produzido pelo povo e toda riqueza advinda do brasileiro, em suas mais ricas e diversas produções culturais.

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Aluno do CEF 16 de Ceilândia conquista medalha de ouro nas Paralimpíadas escolares

Um estudante do Centro de Ensino Fundamental 16 de Ceilândia fez bonito no Programa Centro de Iniciação Desportiva (CID), das Paralimpíadas Escolares do Distrito Federal. Aluno do 9º ano da Sala de Recursos (laudo de DI/ANE), João Gabriel Souza Lins conquistou a medalha de ouro na modalidade Bocha durante o evento que aconteceu na última semana.

Para Ese Alves da Silva Barra Tentis, professora da Sala de Recursos do CEF 16, a vitória de João representa mais um passo na busca por inclusão nas escolas públicas. “Para nossa escola representa muito orgulho, pois por meio dessa medalha conquistamos mais um passo na busca por inclusão nas escolas públicas. Essa medalha representa superação, e foi conquistada com muita dedicação, mesmo o João tento suas particularidades e limitações”, comemora a educadora.

As Paralimpíadas Escolares são idealizadas e organizadas pelo Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) desde 2009 e é o maior evento mundial para crianças com deficiência em idade escolar. Nesta primeira etapa foram inscritos 308 atletas de atletismo, bocha e natação.

O novo formato da competição tem três fases regionais e uma fase nacional. A primeira regional em Brasília recebeu participantes das regiões Norte e Centro-Oeste do país. Já a cidade de Natal contemplará a fase regional Nordeste das Paralimpíadas Escolares, entre os dias 24 e 26 de agosto, enquanto São Paulo será sede da etapa regional Sul-Sudeste (exceção Minas Gerais, que participará da regional Brasília) de 7 a 9 de setembro. Já a nacional, acontecerá de 23 a 25 de novembro, também em São Paulo, no Centro de Treinamento Paralímpico.

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Sinpro realiza oficina de horta e plantas medicinais para aposentadas(os)

No próximo dia 24, o Sinpro realiza mais uma etapa das oficinas de horta em pequenos espaços e plantas medicinais para aposentadas e aposentados da categoria. Essa é mais uma importante atividade promovida pela Secretaria de Assuntos dos Aposentados, que será realizada na Chácara do Sinpro.

Para participar é preciso ser sindicalizada(o) e se inscrever pelos números 3343-4235 e 99994-6258. As vagas são limitadas e quando esgotadas, havendo interesse, uma lista de espera será aberta para futuras turmas. Para os(as) participantes será disponibilizado transporte que sairá da sede do Sinpro, no SIG, e outro de Taguatinga, ao lado da administração do Taguaparque. Em ambos os locais, o transporte sairá às 13h.

 

Interação na luta

Para a coordenadora da secretaria, diretora Elineide Rodrigues, essa é uma importante oportunidade de interagir e conhecer um pouco mais sobre plantio de ervas medicinais e hortas em espaços pequenos, com atividades que tem como objetivo ensinar técnicas de cultivo e importância alimentar e nutricional dos produtos apresentados no curso. “Essa é uma atividade de interação, aprendizado e descobertas, onde cada uma e cada um tem a oportunidade de conhecer as plantas, saber as indicações e contraindicações, lidando com a terra também como uma forma de terapêutica”, comenta.

A oficina combina uma série de fatores, como o uso da água, qualidade do solo, luminosidade e nutrientes para o sucesso do cultivo.  “O professor orienta e dá muitas dicas interessantes para as pessoas cultivarem as plantas de acordo com os espaços que elas têm em suas casas ou apartamentos”, afirma Elineide, que destaca ainda que essas atividades propiciam um momento de interação e união, o que fortalece a luta. “Inativo é quem não luta”, enfatiza. 

 

Serviço

Oficina de horta em pequenos espaços e plantas medicinais

Inscrições: 3343-4235 | 99994-6258 (inscrições abertas até o fechamento das turmas)

Data: 24/08, das 14h às 17h

Local: Chácara do Sinpro

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