Quadrilha Formiga da Roça se apresenta no 18º Arraiá do Sinpro
Jornalista: Maria Carla
Se há uma coisa que não existe é “arraiá” sem quadrilha. Por isso, na 18ª edição do Arraiá do Sinpro, no dia 20 de agosto, o sindicato convidou a Quadrilha Formiga da Roça para se apresentar. É a oportunidade de a categoria conhecer o trabalho artístico e cultural da Organização de Sociedade Civil (OSC) Grêmio Recreativo Arraia Formiga da Roça (GRAFR) – um dos melhores grupos do Circuito de Quadrilhas do Distrito Federal.
Depois de dois anos – e graças às vacinas contra a covid-19, que permitem a retomada com cautela de atividades presenciais – o Sinpro realiza, este ano, a sua tradicional festa agostina, na Chácara do Sinpro, em Brazlândia.
Além da Quadrilha Formiga da Roça, haverá atrações especiais, como os shows da mestra Martinha do Coco, referência da cultura popular na capital do País, e do grupo Rastapé, que terá participação especial da cantora Mariana Aydar.
A festa começa às 19h, do dia 20 de agosto, com entrada gratuita. No local haverá comidas típicas, brincadeiras diversas, apresentações folclóricas, brinquedos infláveis, dentre outras atividades. Aproveite!
Convide colegas e familiares para se divertirem no 18º Arraiá do Sinpro. Esta retomada será inesquecível! Fique ligado e ligada nas redes e no site do Sinpro, que em breve novas informações serão divulgadas.
O atendimento presencial e virtual na sede e nas subsedes do Sinpro-DF será suspenso nesta quarta-feira (3/8). O funcionamento do sindicato voltará ao normal no dia seguinte, quinta-feira (4/8).
A alteração se deve à realização do Seminário de Planejamento dos funcionários(as) do Sinpro-DF. A atividade tem como objetivo aprimorar o atendimento à categoria e traçar estratégias para contribuir com a luta dos(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais.
Após três semanas de merecido descanso, voltam as aulas. O segundo semestre que nos aguarda não vai ser fácil pra ninguém: as eleições mais complexas de toda a história deste país se aproximam. Em pouco mais de 60 dias, estaremos escolhendo nossos próximos representantes.
Se ao escolher o presidente, vamos escolher entre armas e bibliotecas, ou entre o direito de viver e o direito de matar, para governador vamos escolher entre o sucateamento, destruição e desmonte da educação e uma educação de qualidade, gratuita, laica e socialmente referenciada.
A luta vai ser diária, no combate à desinformação rumo a um novo alvorecer da democracia brasileira, no esperançar de um novo amanhã.
Nossas “armas” sempre foram giz e caneta. Sigamos nesse caminho!
TV Sinpro: veja programa especial do Dia da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha
Jornalista: Alessandra Terribili
O TV Sinpro que foi ao ar ao vivo na quarta dia 27 teve como tema o Dia da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha. O debate foi conduzido pela professora Márcia Gilda, coordenadora da Secretaria de Raça e Sexualidade do Sinpro-DF, e contou com a exposição de Joseanes Lima, bacharel em relações internacionais, mestra em Sustentabilidade junto a Povos e Comunidades Tradicionais/MESPT/UnB e integrante da Frente de Mulheres Negras do DF e Entorno.
No programa, Joseanes apresentou um panorama da realidade das mulheres negras no Brasil, e destacou a importância dessa data para marcar as múltiplas lutas desse segmento. Segundo ela, a democracia se estabelecerá de forma plena quando o combate à discriminação racial se tornar uma pauta coletiva. “Não somos todos e todas iguais, temos números diferentes que demonstram isso”, afirmou Joseanes. “A ideia de que há igualdade só favorece o racismo”, completou, trazendo dados e informações sobre o quanto o mito da democracia racial é opressor para a população negra, sobretudo para as mulheres.
Quem perdeu o TV Sinpro ou quem quiser assistir de novo pode acessá-lo na íntegra pelo youtube.
Jana Silverman debate conjuntura política e sindical dos EUA
Jornalista: Letícia Sallorenzo
A doutora Jana Silverman estará no auditório do Sinpro na próxima terça-feira, 2 de agosto, às 19h, para uma conversa sobre conjuntura política e sindical dos Estados Unidos. Silverman faz parte do Centro para os Direitos Globais dos Trabalhadores (CGWR), da Universidade PennState na Pensilvânia. Possui PhD em Desenvolvimento Econômico pelo Instituto de Economia da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), e Mestrado em Relações Internacionais da Universidade Columbia em New York.
Ela foi diretora de programas do Solidarity Center AFL-CIO no Brasil, responsável pela articulação entre o movimento sindical brasileiro e estadunidense.
A conversa com Jana Silverman está marcada para a próxima terça-feira, às 19h, no auditório do Sinpro, no Setor de Indústrias Gráficas. Não perca!
16 anos da lei Maria da Penha e o poder do eleitorado feminino no TV Sinpro
Jornalista: Letícia Sallorenzo
Os 16 anos da Lei Maria da Penha serão lembrados no TV Sinpro desta quarta-feira (3/8), às 19h. As diretoras da secretaria de assuntos e políticas para mulheres educadoras do Sinpro, Mônica Caldeira, Silvania Fernandes e Regina Célia, recebem a jurista Vera Lúcia Araújo.
Elas vão conversar sobre a força e o poder do eleitorado feminino, que é maioria no Brasil desde o ano 2000, e desde 2016, maioria em todos os estados.
“Isto não é pouca coisa”, analisa Monica Caldeira. “Não só o candidato ou candidata a presidente está falando para um contingente eleitoral formado em sua maioria por mulheres, como também todo e toda candidatou candidata em âmbito estadual tem que convencer uma maioria de eleitoras de que suas ideias merecem crédito e voto.”
A doutora Vera Araújo é membro da Associação Brasileira de Juristas Pela Democracia (ABJD) e integrante da lista tríplice do STF para ser indicada ao cargo de ministra substituta do Tribunal Superior Eleitoral.
O TV Sinpro vai ao ar ao vivo nesta quarta-feira (3/8), às 19h, na TV Comunitária e no Youtube e no Facebook do Sinpro-DF.
Publicada portaria sobre remanejamento em 2022/2023
Jornalista: Vanessa Galassi
Professores(as) e orientadores(as) educacionais que tiverem interesse em regularizar/mudar a lotação e o exercício em 2022/2023 devem ficar atentos. A Secretaria de Educação do DF publicou no Diário Oficial da última segunda-feira (25) a portaria número 731, de 22 de julho de 2022, que orienta sobre esses processos. Clique AQUI para baixar a portaria.
O processo de remanejamento, também direcionado aos(às) servidores(as) readaptados(as), é realizado anualmente. Embora a portaria para o processo de 2022/2023 já seja pública, o edital do concurso, determinante para a realização dos trâmites, ainda não foi divulgado. “De qualquer forma, orientamos que professores e orientadores que quiserem participar do processo de remanejamento fiquem de olho para que não percam prazos importantes, como a conferência de dados e a data de envio de lista de prioridades para o remanejamento. Também informaremos a categoria pelos canais de comunicação do Sinpro”, alerta o diretor do Sinpro-DF Cláudio Antunes.
Ele ainda destaca que professores que estão sem lotação deverão buscar a regularização via remanejamento externo. “Caso contrário, ele (o professor) não estará habilitado para participar da distribuição de carga horária que, neste ano, tem previsão de ser realizada em dezembro, antes do início do recesso de final de ano e férias”, esclarece o dirigente sindical. Para verificar a situação de lotação e de exercício na atual unidade escolar, basta acessar o endereço eletrônico sigep.se.df.gov.br (sem o www).
Neste ano, o remanejamento terá apenas uma fase interna e uma fase externa. O servidor da Carreira do Magistério Público do DF poderá participar das duas. Neste caso, prevalecerá o remanejamento externo.
Outra informação importante é que professores que atualmente têm jornada de 20 horas e trabalham no matutino ou no vespertino, poderão bloquear carga no turno inverso ao de atuação, além de concorrer à mudança de unidade de atuação. Já professores que têm jornada de 40 horas, poderão participar apenas do processo de mudança do local de atuação e de mudança de tipo de carga (jornada ampliada ou 20h x 20h).
Além disso, é importante ressaltar que professores que atuam no diurno não poderão atuar no noturno. Isso porque existe um número excedente de professores no turno da noite, e o Tribunal de Contas do DF tem, sistematicamente, exigido a redução desse quantitativo.
Entretanto, professores(as) do noturno com direito de distribuição de carga horária poderão participar do remanejamento e bloquear carga tanto no seu turno de trabalho quanto no diurno. “É necessário esclarecer aos professores no noturno que optarem pelo remanejamento de turno que não há garantia de retorno ao trabalho no período da noite nos próximos anos”, alerta o diretor do Sinpro-DF Cláudio Antunes.
Assim que o edital do concurso de remanejamento de servidores da Carreira Magistério Público do Distrito Federal for publicado, o Sinpro-DF informará a categoria.
Clique AQUIpara baixar a portaria 731, de 22 de julho de 2022, que orienta sobre regularização/mudança da lotação e do exercício em 2022/2023.
Parece que Ibaneis Rocha se esqueceu de que “erradicar o analfabetismo de adultos” era promessa de campanha. Na prática, o projeto do atual governo do Distrito Federal é de desmonte. A quantidade de turmas de Educação de Jovens Adultos (EJA) é cada vez menor, com cada vez menos unidades escolares ofertando a modalidade. Em algumas escolas, as turmas estão sendo multisseriadas.
O Grupo de Trabalho Pró Alfabetização do Fórum de Educação de Jovens e Adultos no Distrito Federal (GTPA-Fórum EJA/DF) entende que não existe, por parte da SEEDF, uma ação de forma ativa para captação de estudantes para EJA. A pandemia causou uma grande evasão escolar em todos os segmentos da educação, e esse processo foi ainda mais preocupante na EJA pelo fato de o perfil dos alunos dessa modalidade ser de trabalhadores que têm como prioridade a sobrevivência, o trabalho. Se, de fato, a SEEDF tivesse proporcionado os meios, um incentivo para que os estudantes permanecessem, não haveria uma evasão tão exacerbada de alunos e, consequentemente, não haveria necessidade de (nem desculpas para) realizar a multisseriação.
Para o Sinpro, fica evidente que a “estratégia” do governo é dificultar para inviabilizar e, assim, aumentar ainda mais a evasão escolar dos jovens e adultos. Turmas que precisariam estar espalhadas por diversas áreas do DF estão concentradas – e nos locais errados.
É o caso do CEM 304 de Samambaia. Há 4 anos o GDF sofre pressão do Sinpro e da comunidade escolar para não fechar as turmas do primeiro segmento da EJA. Agora, anunciam que a oferta da EJA será em uma turma multisseriada.
“O problema das turmas multisseriadas é a dispersão de temas. Os estudantes têm formação e conhecimentos diferentes, logo a demanda por estudos é diferente. Juntar uma turma heterogênea para ministrar conteúdos de diversos anos do ensino fundamental é contraproducente e, em muitos casos, desestimulante, ainda mais se levarmos em consideração que o primeiro segmento é o que cuida da alfabetização dessas pessoas”, analisa o diretor do Sinpro Cláudio Antunes, que também lembra: “turma multisseriada é recurso utilizado no interior do país, ou em rincões com população pequena, onde não há professor disponível ou o número de estudantes é reduzido. Não é política a ser adotada pela Capital da República.”
Multisseriadas e, ainda por cima, em locais com pouca demanda. As novas regiões habitacionais que surgem a cada dia, como o Assentamento 26 de Setembro, em Taguatinga, deveriam ter unidades educacionais ofertando EJA, pois o perfil habitacional de lá coincide com o perfil da EJA: pessoas com muita idade, baixa escolaridade, várias analfabetas, negras, e de baixíssimo poder aquisitivo. Trata-se de público não escolarizado que só encontra dificuldades quando busca retomar os estudos, quando deveria justamente ter todas as suas demandas facilitadas pelo Estado.
Essas novas regiões, como o Assentamento 26 de setembro, simplesmente não são monitoradas pelo governo porque elas não existem oficialmente. “A demanda potencial do DF por EJA está em torno das áreas assentadas que estão surgindo. Quem mora nesses locais não existe para o GDF, pois não há monitoramento, tampouco recenseamento nessas áreas”, explica a pesquisadora Dorisdei Valente Rodrigues, coordenadora do GTPA/DF e Doutora em Tecnologias de Educação pela UnB.
Matrículas em queda livre
Dados disponíveis no site da SEEDF, atualizado em 3 de fevereiro deste ano, dão conta de que há 105 unidades escolares oferecendo ensino de jovens e adultos, para 38.212 estudantes, que se dividem em 36.881 presenciais, 1.331 na educação combinada (profissionalizante) e outros 2.006 estudando a distância, segundo dados do Censo Escolar de 2020 atualizado em junho/21.
A própria secretaria informa que o número de matrículas na EJA vem caindo: o total de estudantes em EJA matriculados na rede pública no primeiro semestre está em queda livre de 2019 para cá. Em 2019 foram 42.017 matrículas; esse número caiu para 40.218 em 2020, pouco antes do início da pandemia. Com a Covid, o isolamento e a forte crise econômica, o número de matrículas despencou para 33.094 e, no primeiro semestre deste ano, fechou em 32.608 matrículas. A SEEDF deve divulgar o número final de matrículas para o segundo semestre na semana que vem, mas a matrícula é a segunda fase do processo, pois a fase de inscrição já passou – logo, a secretaria já tem ideia do número de interessados em cursar EJA.
Ainda assim, o governo Ibaneis informa que sobram vagas na educação de jovens e adultos, mas faltou combinar essa informação com os dados do IBGE, que dão conta de que há 66 mil analfabetos na Capital da República. Desse total, metade têm mais de 60 anos. E se 6,3% dos homens do Distrito Federal com mais de 60 anos são analfabetos, entre as mulheres esse índice salta para 10,6% do segmento populacional. Por que, então, o governo Ibaneis não oferece educação a 66 mil cidadãos brasileiros?
Em 2014, o Distrito Federal foi o primeiro a receber o Selo de Território Livre do Analfabetismo do Ministério da Educação, conferido a unidades da federação que atingem 96,5% de alfabetização segundo o censo do IBGE. Mas era uma época em que o secretário de educação dizia que o desafio era “buscar as pessoas e convencê-las a se alfabetizar”. Foi, também, a época em que o Plano Distrital de Educação (PDE) foi aprovado (o PDE foi elaborado, coletivamente, no governo Agnelo, mas só foi sancionado pelo governo Rolemberg em 2015, com 42 vetos do Executivo que foram derrubados pela CLDF).
Por falar em PDE, que ainda está em vigor, as metas 8 a 11 do Plano Distrital de Educação (PDE) que devem ser usadas como horizonte para o trabalho de planejamento da Secretaria de Educação são ignoradas. Lá estão previstos, dentre outros objetivos, a gestão pedagógica e administrativa do EJA e a elevação da taxa de alfabetização da população com 15 anos ou mais para 99,5% até 2018. Mas esse monitoramento, que deveria ser constante, aparentemente cessou em 2018. Como dizer que sobram vagas de EJA se não se monitora a real demanda desse público? E como fazer a busca ativa, se não há o monitoramento da demanda populacional?
A professora Dorisdei informa ainda que, por determinação da própria SEEDF, é possível abrir turmas com no mínimo 10 estudantes, “mas a secretaria às vezes não cumpre o que ela mesma delimita”. Ela alerta ainda para outra consequência da multisseriação das turmas de EJA: se não houver turmas diferentes para séries diferentes, a demanda por professor será menor. Com isso, muitos professores serão devolvidos à regional, e se isso acontecer não serão chamados de volta.
Parceria Sinpro/UnB, pós em Educação Básica e DH na Perspectiva Internacional teve primeira aula síncrona na terça (26)
Jornalista: Alessandra Terribili
A primeira aula síncrona (em tempo real) do Curso de Especialização em Educação Básica e Direitos Humanos na Perspectiva Internacional, parceria Sinpro/UnB, aconteceu na noite de terça-feira (26) em formato remoto. Mais de 160 professoras(es) e orientadoras(es) educacionais da rede pública de educação do DF acompanharam a aula.
O módulo 1 se debruça sobre o tema Trabalho, sociedade e educação básica na experiência internacional, e tem duração de 60 dias. A exposição foi feita pela professora Celi Taffarel, que apresentou uma introdução sobre o acesso ao conhecimento enquanto um direito da sociedade.
“A professora abordou o conhecimento como patrimônio da humanidade, por ser resultado de um acúmulo histórico da própria humanidade”, aponta a diretora do Sinpro Mônica Caldeira, uma das estudantes do curso. “É por isso que a educação jamais pode ser tratada como mercadoria: o acesso ao conhecimento é um direito de todos e todas”, finaliza.
Para a Profa. Dra. Urânia Flores, da UnB, uma das coordenadoras do curso, a expectativa é o desenvolvimento dos conteúdos de forma teórica e prática, por meio da metodologia que tem por base o conceito fundamentado na tríade ação-reflexão-ação: “Como pudemos perceber na aula das professoras Celi Taffarel e Patrícia Pinheiro, o curso buscará acrescentar teoricamente aquilo que os e as profissionais da educação já observam e vivenciam no seu cotidiano”, explica Urânia. “Para tanto, é fundamental compreender a relação educação/trabalho, porque a educação é fundamental na transformação desse sistema”, conclui.
O curso
O curso de pós-graduação Educação Básica e Direitos Humanos na Perspectiva Internacional é uma parceria do Sinpro-DF com o Centro de Estudos Avançados Multidisciplinares da Universidade de Brasília (UnB) e com o Grupo de Cooperação Internacional de Universidades Brasileiras (GCUB). Ele é composto por 6 módulos (disciplinas):
Módulo 1: Trabalho, sociedade e educação básica na experiência internacional Módulo 2: Educação básica: boas práticas no mundo Módulo 3: Metodologia de pesquisa: ação-reflexão-ação Módulo 4: Organização sindical na educação básica: diferentes perspectivas Módulo 5: Organismos internacionais, direitos humanos e educação básica do Brasil Módulo 6: A relação educação básica e universidade em diferentes países
As disciplinas serão ministradas em 60 dias – 45 dias para trabalhar os conteúdos, e os últimos 15 dias para a realização das atividades de avaliação da disciplina (prova e/ou trabalho final). No fim do curso, os e as cursistas defenderão um Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) perante uma banca. O TCC será orientado por um professor ou professora com titulação mínima de mestrado.
A pós é coordenada pelas professoras Luciana Custódio (diretora do Sinpro); Dra. Urânia Flores (Ceam/UnB); Patrícia Cristina Pinheiro (Ceam/UnB); e Dra. Rossana Valéria de Sousa e Silva (GCUB).
Dia 20 de agosto, professores(as) e orientadores(as) educacionais têm um encontro marcado no 18º Arraiá do Sinpro! Depois de dois anos – e graças à vacina que nos permite retomar as atividades, mas com a cautela que o momento ainda exige – a tradicional festa volta a acontecer presencialmente na Chácara do Sinpro, em Brazlândia.
Neste ano especial de retomada, as atrações também são especiais! Os shows ficarão por conta da mestra Martinha do Coco, referência da cultura popular no Distrito Federal, e do grupo Rastapé, que terá participação especial da cantora Mariana Aydar! A festa começa às 19h, tem entrada gratuita, e oferecerá comidas típicas, brincadeiras diversas, apresentações folclóricas, brinquedos infláveis; sem falar na alegre quadrilha de sempre!
Para o diretor do Sinpro-DF Bernardo Távora, a participação de todas e de todos será o ingrediente principal do arraiá. “Além de celebrar a riqueza da cultura brasileira, a tradição e a alegria das festas de São João no nordeste, o forró, as comidas típicas, também vamos celebrar a alegria de nos reencontrarmos presencialmente depois de dois anos!”, diz Bernardo.
Convide seus colegas e familiares: o 18º Arraiá do Sinpro dia 20 de agosto será inesquecível! Fique ligado e ligada nas redes e no site do Sinpro, que em breve novas informações serão divulgadas.