Aposentados(as) e pensionistas que aniversariam em julho: não esqueçam de fazer a prova de vida!

Desde 1º de julho, professores(as), orientadores(as) educacionais aposentados(as) e pensionistas que fazem aniversário neste mês devem fazer o Recadastramento/Prova de Vida, para evitar a suspensão de seu pagamento. O procedimento também pode ser efetuado de forma on-line, por meio de aplicativo que já está disponível nas lojas da iOS e Android (veja os links no final da matéria)

Para realizar a prova de vida por meio digital, os(as) aposentados(as) e pensionistas precisam baixar o aplicativo Prova de Vida GDF , inserir o CPF e confirmar alguns dados. Após essa etapa, serão solicitadas a captura do documento do(a) beneficiário(a) e uma foto selfie, com boa qualidade, tirada em ambiente bem-iluminado. Para finalizar, o usuário ou usuária deve informar endereço, telefone celular e e-mail. Após preencher e enviar todas as informações, os(as) aposentados(as) receberão um e-mail com a confirmação do resultado da prova de vida.

A prova de vida é a comprovação anual obrigatória e necessária para o pagamento regular de aposentadorias e pensões. Ela havia sido suspensa em março de 2020, como forma de evitar aglomeração e impedir o avanço da contaminação da Covid-19. Agora, com a melhora nos números sobre infecção e morte decorrentes da doença, o procedimento voltou  a ser obrigatório, e deve ser realizado sempre no mês de aniversário do(a) servidor(a) aposentado(a) ou pensionista.

A diretoria colegiada do Sinpro destaca a necessidade de todos fazerem a Prova de Vida no mês do aniversário, para manter a regularidade no seu pagamento!

Aplicativo Prova de Vida GDF para sistema Android: clique AQUI

Aplicativo Prova de Vida GDF para sistema iOS: clique AQUI

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Livro que conta história do Sinpro pode ser baixado gratuitamente

Os 43 anos Sindicato dos Professores no Distrito Federal são contados no livro Sinpro-DF – Uma história de sonhos, lutas e conquistas. Organizado pelo Instituto Museu da Pessoa, a obra foi lançada no 12º Congresso de Trabalhadores(as) em Educação, e pode ser baixada gratuitamente AQUI 

Em 139 páginas, “Sinpro-DF – Uma história de sonhos, lutas e conquistas” traz 25 histórias de vida, registradas de março a junho de 2021, além de três entrevistas gravadas em 2019 pela equipe de comunicação de Sinpro. “São testemunhos reveladores da alma de um sindicato combativo, respeitoso com a categoria que representa e profundamente identificado com a comunidade em que atua. São relatos que têm o condão de iluminar o passado, contribuir para compreender o presente e ajudar a proteger o futuro. Em comum, o fato de todos eles convergirem para uma mesma constatação: a educação é libertadora”, contextualiza a apresentação da obra.

O livro é dividido em quatro capítulos: A construção da utopia; Despertar de vocações; Pluralidade, diversidade e luta e Olhar para frente. Entre os personagens da obra, está Wanda Clementina Dias Corso, a primeira professora de Brasília.

“O projeto do livro se defrontou com a pandemia da Covid-19, que acabou prejudicando o processo de produção do material. Entretanto, haverá outras edições da obra, que contemplarão muitas outras histórias de vida, de luta, de resistência, de coragem. O importante é que todos, todas e todes se sintam representados com quem está aqui, pois nossa luta é uma só”, disse a diretora licenciada do Sinpro-DF Rosilene Corrêa, na ocasião de lançamento da obra, no 12º CTE. 

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Golpistas da internet continuam tentando lesar a categoria! Fique atento(a)!

Golpistas de Internet continuam tentando tirar dinheiro de pessoas com processos na Justiça. A quadrilha muda de formato constantemente para aperfeiçoar e manter o golpe! O Sinpro alerta mais uma vez: fiquem atentos e atentas!

Na mais recente abordagem, estão usando mensagens com uso do nome de Lucas Mori, advogado do Sinpro-DF, com um número falso de telefone. Toda semana, criminosos usam celulares e mensagens via Internet para aplicar novos métodos de lesar financeiramente os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais. Outro golpe recorrente é o de se apresentarem como funcionários da Câmara de Conciliação de Precatórios, utilizando os números de telefone (61) 2626-2740 e (61) 9825-6570 e informando o resultado do julgamento das propostas de acordo com o último lote, nos termos do edital.

O Sinpro muitas denúncias de professores(as/es) e orientadores(as/es) educacionais acusando o recebimento de mensagens que usam o nome do dr. Lucas e do seu escritório. Nessa modalidade de golpe, uma pessoa diz, na mensagem, que foi autorizada a ordem de pagamento do processo e, em seguida, solicita que o(a) professor(a) ou orientador(a) educacional entre em contato com uma advogada pelos telefones 2626-5741 e 99859-9031. Tudo isso não passa de manobra criminosa para lesar pessoas com processos judiciais e financeiros movidos pelo sindicato.  

Fique atento(a/e)! Não caia no golpe! Denuncie!

Confira um dos modelos de mensagens enviadas aos celulares:

 

Ouça também o áudio do golpe: 

 

Modus operandi

São vários os “modus operandi” das quadrilhas cibernéticas. Um deles, segundo relatos de vítimas, é que após o primeiro contato, os(as) estelionatários(as) dizem que as propostas indeferidas poderão ser objeto de recurso administrativo em um prazo de 5 dias úteis em petição física direcionada à câmara, com protocolo no posto de atendimento da Procuradoria Geral do Município. Em seguida dizem que é preciso o depósito de um valor para as custas advocatícias e taxas de cartório.

Tudo isso é mentira! Tudo é golpe! Não deposite nenhuma quantia em dinheiro. É golpe! O Sinpro alerta para o fato de que nem o sindicato e nem os escritórios de advocacia que integram o Jurídico da entidade pedem dinheiro para recebimento de valores referentes a ações judiciais. Antes de fazer qualquer depósito ou repassar qualquer informação, ligue para o Sinpro.

Fiquem atentos(as/es) às novas “modalidades” de extorsão de dinheiro. A cada nova abordagem, os(as/es) bandidos(as/es) se aperfeiçoam e procuram facilitar e aligeirar o furto de dinheiro de quem tem processos a receber. É preciso ter cuidado e boa observação para não cair no golpe. 

Para facilitar a compreensão de todos(as) sobre as estratégias utilizadas pelos(as) golpistas, seguem todas as versões usadas e denunciadas ao Sinpro:

 

Golpe 1

Criminosos ligam para a casa de educadores(as) informando que foi liberado o alvará de precatório para pagamento. Em seguida, dizem que a vítima tem mais de R$ 100 mil para receber, pedem para ligar no número 99639-2111 e solicitam depósito de um valor na conta: NEXT 237 – AG: 3728 – CONTA 609240-3 (Anderson Fabio de Oliveira – CPF: 031.729.793-77). É importante ficar atento, pois a conversa é feita em aplicativo com perfil que leva a foto da logo do Sinpro-DF.

 

Golpe 2

Para o furto via telefone, usam vários nomes. O nome “Cláudia Maria Rodrigues”, que utiliza o telefone fixo 3181-0041 e o celular/WhatsApp, 96519820, é um dos denunciados pela categoria. O Sinpro-DF informa que o nome “Cláudia Maria Rodrigues”, utilizado pela quadrilha, pertence a uma advogada que também está sendo duramente prejudicada pelo bando. Ela avisou ao Sinpro-DF que já denunciou o caso à polícia e tem Boletim de Ocorrência para comprovar o uso indevido do nome dela. O outro nome usado é “Leonardo Mota” (Núcleo Bancário), com o telefone 3181-0285. Um terceiro nome identificado é “Dr. Marcelo Ricardo”, com o número de telefone 99849-7364.

 

Golpe 3

Para extorquir dinheiro das vítimas, a pessoa que realiza a chamada se passa por diretor, ex-diretor ou funcionário da Secretaria de Assuntos Jurídicos, Trabalhistas e Socioeconômicos do Sinpro-DF. Segundo denúncias realizadas ao Sindicato, em alguns casos, o golpista se apresenta como Dr. Daniel ou Dr. Dimas, e chega a utilizar em sua foto de perfil de WhatsApp a logomarca do Sinpro-DF. Em seguida, o farsante solicita depósito em conta bancária vinculada a uma suposta pessoa com nome de Priscila.

 

Golpe 4

Outra modalidade é o golpe com transferência por PIX. Assim como os outros métodos, o golpista solicita um valor para liberar uma quantia à vítima. No caso de transferência por PIX, não há um sistema de retorno ou cancelamento do envio.

 

Golpe 5

Nesta modalidade, o golpista envia à vítima, via WhatsApp ou e-mail, documento simulando papel timbrado do Tribunal de Justiça do DF e Territórios (TJDFT). O documento ainda leva o nome de dirigentes do Sinpro-DF. No último relatado ao Sinpro-DF, constava o nome da dirigente Silvia Canabrava. O envio é feito posteriormente a uma ligação, em que o criminoso confirma vários dados da vítima, como nome completo, CPF e nome do pai e da mãe.

 

Golpe 6

O golpe mais recente consiste no envio de carta nominal, com logomarca de escritório de advocacia fantasma. O documento falso é enviado pelos Correios e traz uma série de argumentos jurídicos bem fundamentados, além de endereço de e-mail, telefones e assinatura com registro da OAB.

 

Golpe 7

O primeiro golpe de 2022 chega por WhatsApp e vem supostamente do “Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios, DF”. É nominal, informa que o pagamento do precatório referente ao processo da pessoa está liberado para a data de hoje, “primeira ou segunda parcela”. O titular deverá entrar em contato com uma “Dra. CHRYSTIANE MAIA GUERCO FARIA LUCAS MORI (OAB: 38015/DF)” para solicitação do recolhimento dos alvarás de liberação do precatório, nos telefones (061) 99687-2994 ou (061) 99667-9219 (outros números também são usados nesse golpe), e se a pessoa não entrar em contato até às 15h, deverá esperar “uma segunda chamada com carência de tempo de 5 a 10 anos”. Mas é golpe.

 

Golpe 8

Na nova modalidade criminosa, os bandidos ligam pelo telefone 3322-1515 – contato oficial do Banco de Brasília (BRB), mas clonado – informando que o banco fez um PIX por engano para a conta do(a) professor(a) ou orientador(a) educacional, solicitando a devolução do valor. Além deste procedimento, os estelionatários também ligam dizendo ser de uma empresa jurídica ligada ao BRB, fazendo a cobrança de tarifas não pagas. Na maioria das vezes, os falsários enviam um link ou pedem dados para “corrigir o problema” e até mesmo solicitando dinheiro. Não abra o link, não forneça dados ou transfira qualquer quantia em dinheiro. Trata-se de um golpe!

 

Golpe 9

Em mais uma versão utilizada pelos estelionatários, um professor foi contatado e informado que havia sido autorizado o pagamento de R$ 108 mil referente ao precatório do Ticket Alimentação, ação movida por um suposto escritório jurídico do Sinpro. Porém, para receber o dinheiro, o educador deveria pagar as taxas, valor totalmente indevido, uma vez que o sindicato nunca solicita nenhum tipo de transação bancária para que professores(as) e orientadores(as) educacionais recebam vantagens financeiras. Para identificar se a ligação é um golpe, basta ficar atento ao pedido de qualquer tipo de taxa/valor/dinheiro para recebimento de precatório. Caso a pessoa peça dinheiro, tenha a certeza que se trata de um golpe!

 

Confira nas matérias, a seguir, as modalidades e o modus operandi: 

Sinpro informa que criminosos continuam aplicando o golpe na categoria

Cuidado com o novo golpe na praça. Fique atento e não caia nessa

Golpistas criam nova modalidade criminosa. Não caia no golpe

Bandidos(as) põem em curso nova modalidade de golpe

Sinpro alerta: dinheiro fácil é golpe!

Bandidos aplicam novo golpe do precatório contra professores

Fraudes pelo telefone: aprenda a identificar o golpe

 

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Sinpro divulga Documento Final 2022 do 12º CTE

O Sinpro divulga, nesta segunda-feira (25), o Documento Final 2022. Trata-se do caderno de teses que reúne todo o conteúdo aprovado no 12º Congresso de Trabalhadoras/es em Educação (12º CTE) – Um outro Brasil é possível l–, realizado entre os dias 7 e 9 de julho deste ano.

 

No documento, a categoria poderá conhecer o capítulo da Tese-Guia – Um outro Brasil é possível! Um outro DF é possível!”, de autoria da diretoria colegiada do Sinpro e distribuída em quatro partes:  Conjuntura internacional, nacional e local;  Em defesa da educação pública, gratuita, de qualidade, laica e socialmente referenciada; Organização e estrutura sindical; e Plano de Lutas. À tese-guia foram incorporadas também  a Tese 4, do Grupo de Aposentadas(os), e a Tese 7, sobre organização e estrutura sindical, que estão na íntegra no final deste texto.

 

Há outras subdivisões no documento, tais como o capítulo das Contribuições, que, por sua vez, está dividido em seis partes que abrangem as contribuições dos Grupos de Trabalho (GT) Meio Ambiente; Raça e Sexualidade; Educação Inclusiva com Foco na Educação Especial; Tecnologia na Escola – É preciso não retroceder; Inclusão de Pessoa com Deficiência; Coordenação Pedagógica: um direito a ser valorizado e protegido.  Há ainda os capítulos das Resoluções e das Moções aprovadas pela categoria durante o encontro.

 

Plano de Lutas

 

O Documento Final 2022 do 12º CTE traz, em seu conteúdo,as percepções dos(as) professores(as) do magistério público do Distrito Federal que lutam por outro Brasil e outro DF possíveis. Um dos mais importantes capítulos do documento é o Plano de Lutas. Ele faz parte da tese-guia, na qual se faz o reconhecimento da crise socioeconômica profunda que acomete quase 215 milhões de pessoas e do desmonte do Estado brasileiro.

 

No entendimento dos(as/es) participantes, o destaque é o ataque, sistemático e contínuo, à educação pública, realizado pelo governo Bolsonaro por meio da desvalorização, metódica, calculada e regular, de educadores(as) e por meio da implantação de projetos, como a militarização das escolas, a educação domiciliar (homeschooling), o Escola sem Partido (Lei da Mordaça), a reforma do Ensino Médio, a mercantilização da educação etc.

 

O 12º CTE demonstra os motivos da crise profunda em que o País está mergulhado e indica a saída: “(re)construir outro Brasil e outro DF possíveis”. Contudo, para que isso aconteça, a tese-guia aponta para a necessidade de mobilização permanente na base da categoria e na sociedade, com a manutenção do Sinpro-DF atuante nas escolas e com a revitalização das plenárias sindicais com gestores e gestoras.

 

No documento estão registradas outras deliberações do 12º CTE, como, por exemplo, a indicação de que, sempre que necessário, as paralisações deverão ser realizadas para pressionar a ampliação de direitos e impedir retrocessos. Além disso, o Plano de Lutas traz mais de 30 ações que englobam lutas econômicas, educacionais e gerais do magistério público do DF e do povo brasileiro, como a revogação de reformas neoliberais, tais como a reforma da Previdência e a reforma do Ensino Médio.

 

Também aponta para a necessidade do cumprimento do Plano Nacional de Educação (PNE) e Plano Distrital de Educação (PDE); traça lutas pela recomposição salarial diante do congelamento salarial de 7 anos; e a aplicação da Meta 17 do PDE, garantindo a isonomia entre os trabalhadores em educação com outras áreas com nível de escolarização equivalente. O Documento Final 2022 reúne os conteúdos aprovados que norteiam as lutas do próximo período.

 

Clique na imagem do Documento Final 2022 e confira o conteúdo na íntegra.

 

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Artigo sobre o 25 de julho repercute na mídia

Escrito pela coordenadora da secretaria de assuntos de raça e sexualidade do Sinpro, Márcia Gilda, o artigo “Dia da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha, uma data fundamentalfoi publicado nesta segunda-feira, dia da mulher negra latino-americana e caribenha, em diversos sites da mídia progressista, mais alinhada com uma agenda que visa a incluir e dar voz e visibilidade a setores da sociedade silenciados e relegados a segundo plano.

O artigo de Márcia foi publicado pela Revista Fórum e pelos jornais Brasil Popular e GGN, e também pode ser lido na íntegra aqui no site do Sinpro.

Em seu texto, Márcia lembra da referência da data a Tereza de Benguela, importante liderança quilombola que viveu no século XVIII no Mato Grosso, onde resistiu à escravização da comunidade negra e indígena. Também menciona que “No Brasil, somos 58 milhões de mulheres negras. Somos a base da pirâmide, somos aquelas que ocupam os postos de trabalho menos valorizados, mais precarizados e com os menores salários. Criamos os filhos e filhas das famílias brancas, cuidamos de suas casas, e tudo isso sem acesso aos direitos trabalhistas correspondentes.”

Parabéns a todas nós, mulheres negras latino-americanas e caribenhas!

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Lei de Cotas: 31 anos depois, CUT avalia o que mudou

A Lei de cotas completou 31 anos no último domingo (24/7), e nesta segunda-feira, 25/7, às 18:30, especialistas debatem em live realizada pela CUT o que mudou no mercado de trabalho graças a essa lei. Já se avalia que a inclusão no trabalho não está acontecendo, principalmente com os ataques e retirada de direitos da classe trabalhadora. A transmissão será feita pelas redes da CUT e do Sinpro-DF.

Para debater o assunto, participam da live o secretário de Políticas Sociais e Direitos Humanos da CUT, Ismael Cesar; a diretora adjunta da Direção Técnica do Dieese, Patrícia Pelatiere; o ex-conselheiro do Conade, Isaias Dias; o coordenador do  Coletivo Nacional dos Trabalhadores e Trabalhadoras com Deficiência e diretor do Sinpro-DF, Carlos Maciel; e a coordenadora do Coletivo Nacional dos Trabalhadores e Trabalhadoras com Deficiência e diretora do sindicato dos bancários de São Paulo, Maria Cleide Queiroz.

 

Inclusão? O que é isso?

Os estudos que a subseção do DIEESE na CUT Nacional vem realizando demonstram que não houve crescimento do nível dos empregos formais das pessoas com deficiência. A partir dos microdados da Rais/ME em dezembro de 2020, confirma-se que somente 1,04% do total de empregos formais são ocupados pelas pessoas com deficiência.

Com a pandemia que se alastrou pelo mundo e todos os problemas gerados pela falta de políticas sérias e competentes de vacinação contra Covid, as pessoas com deficiência, como grupo de risco, foram mais atingidas, e isso comprometeu ainda mais sua inclusão no trabalho.

Os trabalhadores e trabalhadoras com deficiência, em meio a toda essa conjuntura de crise, tanto epidemiológica como econômica, social e política, vêm lutando e resistindo para manter os direitos duramente conquistados ao longo de décadas, buscando se organizar também a partir de seus sindicatos de base e particularmente em nossa central.

Acompanhe a live a partir das 18:30, no vídeo abaixo 

https://www.youtube.com/watch?v=De2x29c17hI

 

SERVIÇO

Live: 31 anos da lei de Cotas

Data: 25 de julho (hoje)

Hora: 18:30

Local: Canais da CUT e do Sinpro no Youtube e Facebook.

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Dia Internacional da Mulher Negra, Latino-Americana e Caribenha é o tema do TV Sinpro

O Dia Internacional da Mulher Negra, Latino-Americana e Caribenha é o tema do TV Sinpro desta quarta-feira (27/7), que vai ao ar, ao vivo, às 19h, na TV Comunitária e no YouTube e Facebook do Sinpro. Nesta edição, Márcia Gilda Moreira Cosme, coordenadora da Secretaria de Raça e Sexualidade do Sinpro, apresenta o mote “democracia e racismo” como pauta fundamental a ser divulgada, apreendida e discutida no Brasil atual, em que o fascismo domina as instituições governamentais para desmontá-las e, assim, desativar políticas públicas necessárias que garantem direitos previstos nas leis. Para falar sobre o tema, Márcia Gilda convidou Joseanes Lima, da Frente de Mulheres Negras do DF e Entorno.

 

“Penso que a democracia se estabelece de forma plena quando o combate à discriminação racial se tornar uma pauta coletiva. Não há democracia num país onde as mulheres negras ainda são maioria de desempregadas, recebem os menores salários e são, também, a maioria das vítimas de crimes, como o feminicídio e a violência obstétrica. O Dia da Mulher Negra, Latino-Americana e Caribenha, é mais um momento de reflexão em que precisamos reafirmar que um Estado democrático de direito pressupõe igualdade de direitos, de oportunidades. Nesse sentido, a nossa luta não cessará enquanto a nossa negritude ditar a subalternidade para o nosso povo”.

 

Joseanes Lima é bacharel em relações internacionais, mestra em Sustentabilidade junto a Povos e Comunidades Tradicionais/MESPT/UnB e integrante da Frente de Mulheres Negras do DF e Entorno.

 

O TV Sinpro vai ao ar ao vivo nesta quarta-feira (6/7), excepcionalmente às 16h, na TV Comunitária e no Youtube e no Facebook do Sinpro-DF.

Clique no link a seguir, assista e participe! A nossa participação é a força da nossa luta!

TV Sinpro

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TV Sinpro: Veja programa que debateu Atendimento Pedagógico Domiciliar

O TV Sinpro que foi ao ar ao vivo nesta quarta, 20, abordou o tema “Os estudantes em situação de Atendimento Pedagógico Domiciliar: características individuais e os contextos familiares e escolares”, com os professores Cláudio Antunes e Berê Darc, diretores do Sinpro, e Helma Salla, doutora em Educação pela UnB, onde desenvolveu a pesquisa “Os estudantes em situação de Atendimento Pedagógico Domiciliar: características individuais e os contextos familiares e escolares”

No programa, a professora Helma falou de sua pesquisa e destacou que atendimento pedagógico domiciliar é uma situação de exceção oferecida a estudantes impossibilitados de frequentarem a escola, sempre realizada por profissionais da educação. Muito diferente do homeschooling, ou educação domiciliar, que priva as crianças do ambiente escolar, da convivência com seus semelhantes e do processo pedagógico e educacional conduzido por profissionais habilitados.

Assista ao TV Sinpro na íntegra pelo youtube:

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Nota de pesar | Educação do DF perde professora pioneira Maria Marta Cintra

A história da educação pública do Distrito Federal perde uma de suas mais importantes personagens. A professora pioneira Maria Marta Cintra faleceu no amanhecer desta quarta-feira (20), aos 84 anos, completados na semana passada, após 3 anos de luta contra a doença de Alzheimer. O velório e sepultamento serão realizados nesta quinta-feira (21/7), na Capela 01, do Campo da Esperança, no Plano Piloto, a partir das 13h. O sepultamento será às 15h.

Pioneira na educação do Distrito Federal, o nome da pernambucana e professora Marta está inscrito nas maiores conquistas trabalhistas e pedagógicas da Secretaria de Estado da Educação do Distrito Federal (SEE-DF). Depois de aprovada no primeiro concurso público para professora da capital do País, em 1960, ela levou uma vida totalmente dedicada à defesa de uma educação de qualidade, contra a ditadura militar e em defesa dos direitos da categoria.

Ela fez parte da primeira diretoria do Sinpro-DF, foi chefe de gabinete de Fábio Bruno, diretor-executivo da Fundação Educacional do Distrito Federal (FEDF) e, sobretudo, foi professora, durante anos, no Núcleo Bandeirante. Também formou a equipe de professores do Caseb, primeira escola pública de Brasília. Foi uma das principais protagonistas da implantação do primeiro Plano de Carreira do Magistério Público do DF.

“Faleceu em casa, hoje de manhã, nos meus braços. Foi uma noite muito sofrida e ela descansou nos meus braços, às 6 da manhã, com um dia lindo amanhecendo. Tenho guardado comigo o telegrama que ela recebeu, em fevereiro de 1960, dizendo que ela havia passado no primeiro concurso. Ela fundou Brasília. Veio de São Bento do Una para desbravar esta terra como educadora. Uma índole impecável e generosíssima ”, afirmou a filha dela, também professora da SEE-DF, Isabella Cintra.

Amigos(as) e colegas contemporâneos da professora Marta dizem que não há palavras para expressar a dor desta perda. Sempre alegre, bem humorada, espirituosa e proativa, a professora protagonizou quase todas as lutas da educação da capital do País. Juntamente com o Sinpro e outras personagens importantes da categoria, ela foi responsável por quase tudo que consta, hoje, do contracheque de cada professor(a) e orientador(a) educacional da rede pública de ensino.

Participou ativamente da fundação do Sinpro-DF. Em 1983, Marta disputou a diretoria do sindicato como candidata a presidente. Na época, o Sinpro ainda não tinha adotado a diretoria colegiada. A chapa dela perdeu a eleição, mas, segundo Isabella, o professor Fábio Bruno, que, na época, era o diretor-executivo da FEDF, e também considerado personagem importante na história do movimento sindical e da educação do DF, ao ouvir o discurso dela após a derrota, a convidou para ser sua chefe de gabinete.

Na chefia do gabinete de Bruno, Marta protagonizou a implantação de antigas reivindicações da categoria. Ajudou a criar a EAPE e a instituir o concurso de remoção. Antes disso, para mudar de escola, professores(as) tinham de ter um pistolão, alguém influente que os(as) indicassem. O primeiro ato deles, quando assumiram a antiga FEDF, foi anistiar e readmitir os(as) professores(as) demitidos(as) pelos governos da ditadura militar por terem feito uma greve. “Ela era uma mulher à frente do seu tempo. Aguerrida. Eu só tenho gratidão por ter podido cuidar dela nos últimos 3 anos”, diz Isabella.

 

Depoimentos

Rejane Pitanga, professora aposentada da SEE-DF, ex-presidente da CUT-DF e ex-diretora e liderança sindical do Sinpro, lembra com saudade e gratidão da amiga das horas de alegrias e grandes lutas sindicais e pedagógicas. “Tenho um enorme orgulho de ter sido amiga de Marta, uma mulher admirável e apaixonada pela educação e pela profissão professora. Marta era uma pessoa muito culta e extremamente espirituosa e alegre. Viveu intensamente e alegremente, gostava da vida, de música e de conversar com os amigos. Mãe de Isabella, também professora, que cuidou dela durante a sua doença com muita dedicação e avó do Felipe”.

O professor aposentado e ex-sindicalista Aurélio Anchises foi um dos grandes amigos da professora Marta. “Eu a conheci quando éramos apenas professores da rede lutando contra a ditadura militar. Depois disso, na formação do Sinpro-DF, participamos juntos. Ela participou ativamente dessa construção. Na segunda gestão do sindicato, ela concorreu com uma chapa como oposição e perdeu. Foi sempre uma lutadora que buscou o bem da categoria e as mudanças políticas para combater a ditadura”, lembra.

Professor de geografia, sociologia e filosofia, Anchises  conta que Marta foi uma pessoa combativa. Além de professora, ela foi uma ativista importante do movimento docente do Distrito Federal. Era amiga também de Pompeu de Souza. “Ela participou ativamente da criação do nosso primeiro plano de carreira”.

Ele conta que Marta fez parte do grupo de professores que criou a primeira Associação de Professores da capital do País, antes do golpe militar de 1964. “Ela e outros criaram a Associação dos Professores de Brasília. Inclusive lutaram pelas casas das Quadras 700, na W3 Sul, que estavam vazias, eram funcionais e os(as) professores(as) pagavam aluguel. Na época, as casas da W3 foram construídas para serem imóveis residenciais funcionais. Outra luta em que ela teve participação ativa foi pelo plano de carreira. Essa luta já era elaborada há muito tempo, até antes do sindicato, mas só ganhou corpo quando Fábio Bruno foi diretor da FEDF e Marta Cintra sua chefe de gabinete. É uma história que está registrada por aí”.

Marta Cintra é uma professora que faz parte da história da luta da classe trabalhadora do Distrito Federal. Contemporânea de Marta na rede pública de ensino, no Museu da Educação e no movimento sindical, a professora aposentada da SEE-DF e da Universidade de Brasília (UnB), Eva Waisros Pereira, também lamentou a morte da amiga. “Que notícia triste que o sindicato está me dando agora”, desabafou. Ela disse, em primeira mão para o Sinpro, que Marta é uma das personagens que farão parte de uma trilogia acerca da história de rupturas e desafios da educação do Distrito Federal de 1964 a 1974. A obra está no prelo e será publicada pela Editora UnB.

Eva foi diretora Geral de Pedagogia da FEDF quando Marta foi chefe de gabinete de Fábio Bruno. Ela diz que não se pode falar de Marta com tristeza. “Era extremamente bem humorada. A notícia da morte dela me deixou muito abalada. Sou solidária ao Sinpro por fazer esta homenagem. Quero louvar a figura de Marta e deixar meu reconhecimento por seu legado como pessoa, realmente, batalhadora e dedicada à educação e à categoria profissional dos professores”, disse.

“Conheço Marta Cintra desde que ela veio para Brasília. Eu sou pioneira como ela. No início, ela veio para exercer o magistério e, nesse período, eu não exercia o magistério. Eu a conheci pessoalmente porque eu tinha uma ligação muito grande com o Sindicato dos Professores, inclusive meu marido, Zé Oscar, foi um dos organizadores da entidade enquanto advogado trabalhista. Foi aí que a gente se conheceu, nessa época inicial. Ela tentou, logo no início da educação no DF, organizar a Associação dos Professores Primários porque já havia sido organizada a Associação dos Professores do Ensino Médio. Havia uma certa divisão e ela não concordava. Encabeçou esse movimento com outros professores. Depois tivemos maiores contatos, principalmente após a ditadura militar, quando tive a oportunidade, por meio de um abaixo-assinado do Sinpro, de ser indicada para ser diretora Geral de Pedagogia. Nesse período tivemos uma forte aproximação porque Marta era chefe de gabinete de Fábio Bruno, que havia sido um conhecido sindicalista desde o início de Brasília”, lembra a professora.

Eva conta que, a partir desse momento,  ela e Marta passaram a conviver muito proximamente e compartilharam a luta docente com uma proposta de mudança do currículo imposto pela ditadura. “Nessa gestão de Fábio Bruno, mudamos as imposições da ditadura militar, implantamos filosofia e sociologia nas escolas; implantamos tempo para planejamento; enfim, implantamos uma série de medidas para melhorar a qualidade da educação e, além disso, houve uma implantação da Carreira do Magistério. Também conseguimos ampliar o valor do salário dos professores. Houve todo um rol de conquistas do ponto de vista de carreira e de salário dos professores. Marta Cintra teve uma participação preponderante e muito grande em tudo isso como chefe de gabinete pós-ditadura militar”.

Eva lamenta a morte da amiga e diz que havia, entre elas, uma identificação de propostas e de propósitos. Assim com Eva, Aurélio e Rejane Pitanga, a diretoria colegiada do Sinpro-DF se sente órfã com a partida da amiga, companheira, pensadora da educação, ativista do movimento sindical e, sobretudo, professora Maria Marta Cintra. O Sinpro se solidariza com a família e abraça fraternalmente Isabella Cintra, sua filha, professora da rede pública, sindicalizada e atuante na nossa entidade.

 

Professora Maria Marta Cintra, presente!

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Comunidade Santa Luzia, na Estrutural, recebe reservatório de água

Após 26 meses de espera e muita luta, a Comunidade Santa Luzia, na Cidade Estrutural, recebeu um reservatório de água para consumo da população da região. O reservatório beneficiará mais de 17 mil moradores da comunidade, que enfrentam várias dificuldades devido à falta de saneamento básico, água e eletricidade. A vitória é fruto do projeto Vida & Água para ARIS/DF, que tem a parceria da Universidade de Brasília (UnB), do Sinpro e de um coletivo de movimentos e instituições sociais. Os dois primeiros reservatórios instalados (Santa Luzia e Sol Nascente) foram comprados com o apoio do Sinpro.

Para Perci Coelho, professor do Departamento de Serviço Social (SER/UnB) e coordenador do projeto, já existe um chafariz da CAESB em Santa Luzia, mas que não atende os moradores das ruas mais afastadas da comunidade. “Por isso a importância de um reservatório que é provisório, emergencial, para mobilizar a comunidade a lutar pela instalação definitiva da rede geral da CAESB no local visto que, sendo uma ARIS, a Chácara Santa Luzia também tem direito ao acesso a água encanada da CAESB”, salienta o professor, informando que até o momento foram inauguradas sete casas: (1) na Estrutural/Santa Luzia (CEF 02), (2) no Porto Rico, em Santa Maria (EC 01 Porto Rico), (3) na Dorothy Stang (CEF 04 – Sobradinho), (4) no Vale do Amanhecer (CED Vale do Amanhecer), (5) na ARISI – Recanto dos Encantados – Sobradinho (Povo Indígena – Xukuru), (6) no Sol Nascente (EC-66), e (7) no Itapoã (CED Zilda Arns).

A Casa Vida & Água é um projeto de interesse comunitário de caráter associativo, provisório e emergencial até que seja instalada uma sala de situação nos termos do abaixo assinado protocolado no Governo do Distrito Federal, em 25 de junho de 2020. Essas Casas são constituídas de uma parceria tripartite: Escola/universidade + Trabalhadores(as) da Comunidade Escolar parceira + Comunidade organizada na forma de associações de moradores. A Casa Vida & Água ainda se compromete em favorecer o empoderamento da população mais pobre e vulnerável sem conexão com o sistema da CAESB, sendo assim um estímulo à convivência pacífica comunitária popular.

A expectativa do projeto é de crescimento para outras localidades das 47 ARIS legalmente constituídas pela Câmara Legislativa do Distrito Federal na última revisão do Plano Diretor de Ordenamento Territorial (PDOT). Até o momento a CAESB só autorizou três localidades para serem servidas pelo carro-pipa nos reservatórios articulados pela UnB (Santa Luzia – Estrutural, Fazendinha – Sol Nascente e quadras 203/204, no Itapoã), mas o projeto quer apoiar todas as 47 ARIS a terem direito fundamental à água potável e tratada. 

Veja abaixo o vídeo e uma imagem deste importante momento.

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