Suspensão da votação da militarização do CEF 427 de Samambaia
Jornalista: Alessandra Terribili
A Promotoria de Justiça de Defesa da Educação (Proeduc) recomendou a suspensão da votação para implantação do modelo cívico-militar no CEF 427 de Samambaia. Um ofício foi enviado para a Secretaria de Educação e para a direção da escola nesta quarta-feira, 22.
A Proeduc destaca que a Secretaria de Educação ainda não respondeu à requisição apresentada pelo órgão sobre o quórum para a abertura dos trabalhos e a votação nas audiências públicas sobre o tema. A recomendação é para que, enquanto as respostas não forem fornecidas, a votação permaneça suspensa.
“Os recursos humanos que o GDF dedica à militarização de escolas deveriam ser distribuídos para garantir a segurança em todas as escolas”, afirma o diretor do sindicato Cláudio Antunes. “Cada escola militarizada recebe 20 policiais. Com o número de policiais presentes numa única escola, dez escolas poderiam ser atendidas com uma dupla de batalhão escolar, política desmontada pelo próprio GDF em 2007, durante a gestão Arruda” , completa Cláudio.
A militarização existe apenas para iludir a população de que a escola está protegida, quando, na realidade, pouco se faz nessa real direção. Além de experiências anteriores mostrarem que a gestão compartilhada não acaba com problemas de segurança, dados da Proeduc escancaram que mesmo com a presença de policiais e bombeiros militares, a média de atos infracionais registrados em unidades escolares com este tipo de gestão dobrou. Em maio, o Ministério Público do Distrito Federal revogou a legalidade do processo de militarização de escolas públicas do DF.
A audiência no CEF 427 de Samambaia já havia sido cancelada antes. Originalmente agendada para 4 de junho, foi remarcada para 25 do mesmo mês. Agora, mais uma vez, o encontro deve ser suspenso.
Gripe: Vacinação prioritária da Educação vai até esta sexta (24)
Jornalista: Alessandra Terribili
A Campanha Nacional de Vacinação contra a gripe para os grupos prioritários, entre os quais estão os profissionais do Magistério, vai até esta sexta, 24 de junho.
Para saber quais postos estão aplicando a vacina contra gripe no DF, clique AQUI. O Ministério da Saúde anunciou que a partir de sábado, 25, estados e municípios poderão ampliar a vacinação para toda a população a partir de 6 meses de idade.
A vacinação contra a gripe é muito importante para proteger os profissionais da Educação do vírus influenza, prevenindo o contágio e limitando suas complicações.
As redes sociais redesenharam a relação do brasileiro com a mídia.
As forças progressistas precisam acordar para essa nova realidade e surfar nessa onda
Professora Letícia Montandon
Coordenadora da Secretaria de Comunicação do Sinpro-DF
Os dados são recentes. Fazem parte do relatório Digital News Report, elaborado pelo Instituto Reuters para os Estudos do Jornalismo e pela Universidade de Oxford. A pesquisa foi conduzida pela empresa YouGov, por meio de questionários online, em 46 países – Brasil inclusive.
O relatório insiste numa informação que já é tradicional em se tratando de mídia brasileira, e ainda não mudou: a concentração da propriedade dos meios de comunicação. O que o Digital News Report aponta, no entanto, é que se os grandes conglomerados de imprensa tradicional ainda têm propriedade concentrada e dominam os antigos meios impressos e de broadcasting, essa realidade não se reflete nos meios online: os dados levantados por aqui demonstram que as redes sociais fazem cada vez mais parte do cotidiano dos brasileiros – ao contrário da TV e das publicações impressas, que vêm perdendo terreno.
Foram respondidos 2.022 questionários entre os meses de janeiro e fevereiro deste ano. A partir dos dados disponíveis em Internetworldstats.com, que dão conta de que 75% da população brasileira tem acesso à Internet, o Digital News Report apurou quais são as fontes de informação dos brasileiros. Para não perdermos a referência, a população brasileira é estimada em 214 milhões de pessoas. Logo, 75% de usuários de internet equivale a 160,5 milhões de brasileiros com acesso à Internet.
Os meios de comunicação tradicionais, notadamente o impresso, vêm perdendo influência entre os entrevistados: eram 50% de entrevistados que acessavam alguma forma de mídia em papel em 2013, contra 12% agora. Nesse mesmo período, a quantidade de entrevistados que se informavam apenas por redes sociais saltou de 47% em 2013 para 64% em 2022 – o caminho inverso na curva. E espantosos 83% dos entrevistados se informam, hoje em dia, por meios online – o que inclui sites de mídia tradicional mais mídias sociais. Veja no gráfico abaixo.
A TV, que em 2013 conquistava a preferência de 75% dos entrevistados como meio de informação, neste ano de 2022 é o meio preferido de apenas 55% – com viés de queda desde 2015. O próprio aparelho de TV teve suas funções alteradas desde o início do século: agora, ele sintoniza menos TVs a cabo e emissoras de TV, e deu lugar ao streaming ou mesmo ao espelhamento dos telefones celulares.
Celular e computador trocam de lugar na preferência brasileira
Os aparelhos celulares vêm diminuindo de preço ano após ano, e incorporando cada vez mais facilidades que ficam acessíveis e facilmente disponíveis ao alcance do dedo, muito mais do que um computador, seja ele portátil ou não. Pesquisa da FGV indica que há mais celulares que pessoas no Brasil (242 milhões de celulares inteligentes em uso no país, contra população estimada em 214 milhões de habitantes).
Em 2013, a relação era de 83% de preferência para o computador contra 23% para os celulares; nove anos depois, essa relação se inverteu: hoje, ela é de 75% para celulares contra 24% para computadores, segundo o levantamento do Instituto Reuters. Quando as linhas se cruzaram e trocaram de lugar? Em 2018. Veja no gráfico acima.
O Digital News Report também aponta que 46% dos entrevistados compartilham notícias por redes sociais, apps de mensagens ou email, com Whatsapp ganhando a preferência de 41% dos entrevistados, e 9% de preferência para o Telegram. Também se identificou um crescimento considerável no uso de mídias sociais visuais, como Instagram (35%) e TikTok (12%) para consumo de notícia.
E daí?
O relatório do Instituto Reuters está cheio de dados, que devemos transformar em informação e análise. A última década foi testemunha de uma importante mudança de hábito dos brasileiros: se nossos pais e avós tinham seus horários noturnos regulados pela programação da TV (ao chegar em casa, a família trabalhadora jantava assistindo ao Jornal Nacional, e assistiam juntos à novela das oito antes de se deitarem para se prepararem para mais uma jornada de trabalho), hoje estamos íntimos dos aparelhos celulares, que nos acompanham 24 horas por dia – por vezes, não nos deixam dormir. Esses aparelhinhos acabaram se tornando nossos instrumentos de trabalho.
Uns X Vários
Você se lembra de uma propaganda recente de uma certa emissora de TV que anunciava, orgulhosa, que alcançava diariamente “cem milhões de uns?” Pois é, foi suplantada pela Internet. Agora, somos 160,5 milhões de vários nas redes sociais. Acorda, Pedrinho!
O Brasileiro não é mais teleguiado – não pela televisão. Hoje, define suas verdades e realidades a partir do que lê no Whatsapp, ou assiste no Youtube. A inserção de conteúdo nesses ambientes é bem mais democrática do que nos ambientes tradicionais de broadcasting, algoritmos à parte. O desafio para as forças progressistas é entender a importância de saber como inserir seus conteúdos, suas narrativas, suas histórias de forma relevante nos ambientes de redes sociais. O raciocínio é outro, a dinâmica é outra, a correlação de forças é outra.
As forças progressistas têm o hábito (ora saudável, ora cândido demais) de imaginar os melhores cenários quando vislumbramos uma nova tecnologia digital despontando no horizonte. “A Internet vai democratizar o acesso à comunicação, vai nos tornar mais próximos”, sonhávamos lá atrás. Mas a realidade liberal americana fala mais alto nestes ambientes, e dita os usos e caminhos das novas tecnologias. E eles não são os mais promotores de democratização de informação e união entre os povos – pelo contrário, promovem desinformação, ódio e desunião.
É hora de as forças progressistas se atentarem para esta nova realidade e descobrirem uma forma de vencer os algoritmos e as desinformações. O desafio é entendermos que as trincheiras de luta por democratização de informação são outras, com armas e estratégias diferentes. Outubro está ali na esquina.
Se, no início desta década, costumávamos dizer “aperta o F5” como sinônimo de se atualizar, numa alusão ao comando do nem tão saudoso Internet Explorer para atualização de página web, hoje em dia essa gíria nem faz mais sentido. O tempo de apertar o F5 já ficou pra trás, agora temos que deslizar pra cima!
CLDF pode colocar PLDO em votação na próxima terça (28)
Jornalista: Luis Ricardo
A diretoria do Sinpro informa que o Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) para 2023, projeto que encaminha verbas públicas para vários setores, dentre eles a Educação, pode ser votado na próxima terça-feira (28), na Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF). Diante da importância do projeto para o cumprimento do Plano Distrital de Educação (PDE) e por recursos para as demandas da escola pública, o sindicato pede que a categoria fique em alerta para que, caso o PLDO seja colocado na pauta de votações, possamos lutar por mais investimentos para a educação.
O sindicato encaminhou um estudo com sugestões de emendas ao Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias, como ajustes no PLDO para o PDE e, também, frente ao crescimento acelerado nos últimos anos da demanda pela escola pública. Apenas em 2022 houveram 26 mil novas matrículas na rede pública, impulsionadas por mudanças socioeconômicas na economia das famílias. O Plano Distrital de Educação (Lei nº 5.499, de 15 de julho de 2015) traz metas para a melhoria da qualidade da educação e objetiva tornar realidade uma educação ampla, acessível e de qualidade, tanto com a valorização dos(as) servidores(as) da carreira Magistério Público do Distrito Federal, como na garantia de um ambiente escolar adequado.
No estudo também foi sugerida, no Anexo de Metas e Prioridades, construção, ampliação e reforma de escolas frente ao aumento da demanda por vagas em escolas públicas e a necessidade de adequação do espaço escolar; aumento do número de cargos previstos para nomeação e realização de concursos de professor(a) da educação básica (6.200), orientador(a) educacional (1.000) e monitor(a) de Gestão Educacional (2.766) em número suficiente para atender à demanda existente; e a previsão de reestruturação da Carreira Magistério Público do DF (autorização no Anexo IV da LDO) para permitir a recomposição da inflação e melhorias salariais efetivas para toda a categoria.
A educação mudou e com essa nova realidade surgiram demandas imprescindíveis, como a segurança sanitária nas escolas e a necessidade de investimentos em tecnologia e equipamentos. Nas metas e prioridades definidas para o Orçamento de 2023 devem estar previstas a adaptação e adequação do ambiente escolar com as condições sanitárias adequadas. Além disso, o espaço escolar está muito reduzido devido ao aumento da demanda pela escola pública. É preciso investimento para que possamos ter uma educação pública de qualidade para todos e todas.
Faltam poucos dias para o 12º Congresso dos Trabalhadores (as) em Educação, que ocorre entre os dias 7 e 9 de julho no Centro de Convenção Ulysses Guimarães, em Brasília. A edição 211 do jornal Folha do Professor, disponível online, reúne todas as informações sobre o evento que mobiliza a categoria.
12º CTE | GT de Raça e Sexualidade se reúne daqui a pouco
Jornalista: sindicato
Temas relacionados a raça e sexualidade que pautarão o 12º Congresso de Trabalhadores(as) em Educação serão discutidos em grupo de trabalho específico, que se reunirá hoje (23/6). O encontro, agendado para as 18h30, será virtual, pela plataforma Zoom. A participação é aberta ao público. Veja as informações no fim da matéria.
Para o debate, foram convidados Leonardo Café e André Lúcio Bento. Leonardo é professor da rede pública de ensino do DF, Mestre em linguística pela Universidade de Brasília, atua como formador na EAPE na área de Diversidades e Direitos Humanos, é pesquisador no campo interseccional de gênero, diversidade sexual e educação, além de escritor do livro “A gente só é; e pronto!”, publicado pela Editora Appris, em Dezembro de 2020. André Lúcio Bento é Doutor e mestre em Linguística e especialista em Cultura Africana. A mediação será feita pelas diretoras do Sinpro-DF Márcia Gilda e Ana Cristina Machado.
O 12º Congresso de Trabalhadores(as) em Educação será realizado de 7 a 9 de julho, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães. Saiba mais sobre o 12º CTE em https://sinpro25.sinprodf.org.br/category/12-cte/
Serviço
GT de Raça e Sexualidade
Data: Dia 23 de junho, quinta-feira
Formato do encontro: Virtual, pela plataforma Zoom.
Reunião com delegados sindicais nessa segunda-feira (27)
Jornalista: Luis Ricardo
Conforme decisão aprovada em Assembleia Geral da categoria no dia 1º de junho, o Sinpro-DF realiza reunião com os(as) delegados(as) sindicais na próxima segunda-feira (27), às 19h, pela plataforma Zoom. O link para participar da reunião pode ser solicitado pelos(as) delegados(as) e representantes pelo telefone 99323-8140 (Joelma).
A diretora do Sinpro Luciana Custódio destaca que na próxima terça-feira (28) a Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) pode encaminhar a votação do Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) para 2023, projeto que encaminha verbas públicas para vários setores, dentre eles a Educação. Diante disto precisamos deixar a agenda livre para, caso confirmada a votação, possamos estar presentes na CLDF na luta pelo cumprimento do Plano Distrital de Educação (PDE) e por recursos para as demandas da escola pública.
É muito importante a participação de todos os delegados e delegadas regularmente eleitos(as) nas escolas. Somente a pressão da categoria organizada vai conquistar as vitórias pelas quais estamos lutando.
GT Educação Inclusiva com foco na Educação Especial, nesta quinta (23)
Jornalista: Vanessa Galassi
Grupo de trabalho específico para debater a Educação Inclusiva com foco na Educação Especial se reunirá nesta quinta-feira (23/6). O encontro, que é preparatório ao 12º Congresso de Trabalhadores(as) em Educação, será virtual, pelo Zoom, às 18h30. A participação é aberta ao público. Veja as informações no fim da matéria.
Foram convidadas para a reunião do GT Educação Inclusiva com foco na Educação Especial Anna Paula Feminella e Érica Corado. A mediação será feita pelas diretoras do Sinpro-DF Luciana Custódio e Berenice Darc, e pelo diretor do sindicato Carlos Maciel.
O 12º Congresso de Trabalhadores(as) em Educação será realizado de 7 a 9 de julho, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães. Saiba mais sobre o 12º CTE em https://sinpro25.sinprodf.org.br/category/12-cte/
Minibio
Anna Paula Feminella é ativista de direitos humanos desde os anos 90, educadora, pesquisadora na área de estudos sobre deficiência e servidora pública. Iniciou sua militância sindical em 1996. Foi assessora de formação da Escola Sindical Sul – organizada pelas CUTs da Região Sul. No governo Dilma Rousseff, trabalhou na Secretaria-Geral da Presidência da República como coordenadora do Programa de Inclusão de Pessoas com Deficiência. Atualmente é técnica em assuntos educacionais da Enap, da base do Sindsep-DF, participa do Coletivo de Trabalhadores e Trabalhadoras com Deficiência da CUT, diretora da CUT-DF, atua na coordenação da Frente Nacional de Mulheres com Deficiência e coordena o Setorial de Pessoas com Deficiência do PT Distrito Federal.
Érica Curado é professora sala de recurso Generalista SEEDF, integra o Coletivo de Trabalhadores com Deficiência da CUT-DF, e abraça a Frente Nacional de Mulheres com Deficiência.
Serviço
GT Educação Inclusiva com foco na Educação Especial
Data: Dia 23 de junho, quinta-feira
Formato do encontro: Virtual, pela plataforma Zoom.
O 12º CTE (Congresso de Trabalhadores e Trabalhadoras em Educação) acontece entre os dias 7 e 9 de julho no Centro de Convenções Ulysses Guimarães e grandes nomes já estão confirmados para debater com a categoria os rumos da Educação, do Brasil e do DF. Confira abaixo quem serão os palestrantes!
UM NOVO BRASIL É POSSÍVEL
QUINTA-FEIRA (07), 19h45
Márcio Pochmann
Economista, foi presidente da Fundação Perseu Abramo, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) e secretário municipal Desenvolvimento, Trabalho e Solidariedade de São Paulo da prefeitura de São Paulo entre 2001 e 2004. Doutor em Ciências Econômicas, é professor titular da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). É autor de dezenas de livros sobre economia, desenvolvimento e políticas públicas. Foi agraciado com o Prêmio Jabuti em 2002.
CONJUNTURA INTERNACIONAL, NACIONAL E LOCAL
SEXTA-FEIRA (08), 08h30
Antônio Lisboa
Professor aposentado da SEDF, foi diretor do Sinpro-DF e da CNTE. Em 2014, foi eleito membro representante dos Trabalhadores no Conselho de Administração da Organização Internacional do Trabalho (OIT). É Secretário de Relações Internacionais da CUT Brasil.
Ana Prestes
Socióloga, doutora em Ciência Política pela UFMG e doutoranda em História pela UnB. Atualmente é Assessora Técnica na Câmara dos Deputados. É autora e organizadora nos livros 100 Anos de Luta das Mulheres pelo Voto e Teoria das Relações Internacionais: Contribuições Marxistas.
Rosilene Corrêa
Professora aposentada da SEDF, é diretora licenciada do Sinpro-DF e da CNTE. Também é dirigente da Central Única dos Trabalhadores (CUT).
Gabriel Magno
Professor da SEDF, foi dirigente do Sinpro-DF e da CNTE. Também foi chefe de gabinete da Deputada Distrital Arlete Sampaio.
DESAFIOS DA EDUCAÇÃO PÚBLICA
SEXTA-FEIRA (08), 10h
Carlos Abicalil
Mestre em Educação, foi presidente do SINTEP-MT e da CNTE, deputado federal (2003 a 2011), Secretário de Articulação com os Sistemas de Ensino do MEC e Diretor Geral de Educação, Ciência e Cultura da Organização de Estados Iberoamericanos. Atualmente, é coordenador do Núcleo de Acompanhamento de Políticas Públicas de Educação da Fundação Perseu Abramo.
Edileuza Fernandes
Pedagoga e especialista em Gestão Escolar e Formação de Professores para os anos iniciais de escolarização. Mestre e Doutora em Educação pela UnB com estágio de doutoramento na Universidade do Porto (Portugal). Professora aposentada da SEDF, onde coordenou a implantação do Ensino Fundamental de nove anos, foi Subsecretária de Educação Básica e coordenou a elaboração do Currículo em Movimento.
EDUCAÇÃO LAICA E DIVERSIDADE RELIGIOSA X FUNDAMENTALISMO RELIGIOSO
SEXTA-FEIRA (08), 14h
Ariovaldo Ramos
Pastor, professor e coordenador da Frente Nacional de Evangélicos pelo estado de Direito.
Kota Mulanji (Dra Regina Nogueira)
Médica pediatra e presidente do Fórum Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional dos Povos de Matriz Africana. Professora de pediatria da UCPEL. Foi coordenadora da Coordenadoria da Mulher no RS e coordenadora da Saúde da População Negra de Embu das Artes-SP.
Padre Júlio Lancelotti
Sacerdote católico, formado em Pedagogia e Teologia, foi professor primário, professor universitário, membro da Pastoral do Menor da Arquidiocese de São Paulo e da Pastoral do Povo de Rua. Pároco da paróquia de São Miguel Arcanjo no bairro da Mooca, na cidade de São Paulo, e responsável pelas missas realizadas na capela da Universidade São Judas Tadeu.
A TRAGÉDIA DA FOME: SOBERANIA EM QUESTÃO
SEXTA-FEIRA (08), 16h30
Frei Betto
Frade dominicano, jornalista e escritor. Militante de movimentos pastorais e sociais, foi assessor especial do presidente Lula em 2003 e 2004. Foi coordenador de Mobilização Social do programa Fome Zero. Adepto da Teologia da Libertação, tem inúmeros livros publicados.
Arlete Sampaio
Atualmente exercendo terceiro mandato de deputada distrital, é médica e foi vice-governadora do Distrito Federal de 1995 a 1999. Está no terceiro mandato como deputada distrital no DF. Foi Secretária de Desenvolvimento Social e Transferência de Renda do DF e também Secretária Executiva do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome no governo do ex-presidente Lula.
CULTURA E DIREITOS HUMANOS NO ENFRENTAMENTO AO FASCISMO
SÁBADO (09), 13h30
Preta Ferreira
Multiartista, produtora, feminista e antirracista.
Juca Ferreira
Sociológo, foi Ministro da Cultura, secretário municipal de Cultura da Prefeitura de São Paulo e presidente da Fundação Municipal de Cultura de Belo Horizonte.
Erika Kokay
Atualmente exercendo seu terceiro mandato de deputada federal, foi presidente do Sindicato dos Bancários de Brasília de 1992 a 1998 e da CUT-DF de 2000 a 2002.
DESAFIOS DA CLASSE TRABALHADORA DIANTE DAS MUDANÇAS NO MUNDO DO TRABALHO
SÁBADO (09), 16h30
Antônio Lisboa
Professor aposentado da SEDF, foi diretor do Sinpro-DF e da CNTE. Em 2014, foi eleito membro representante dos Trabalhadores no Conselho de Administração da Organização Internacional do Trabalho (OIT). É Secretário de Relações Internacionais da CUT Brasil.
Meg Guimarães
Orientadora educacional aposentada da SEDF e diretora licenciada do Sinpro-DF. É vice-presidente da CUT-DF.