Sinpro alerta para o prazo de interposição de recurso da pós-gradução

O Sinpro-DF informa que quem não teve a inscrição no curso de pós-graduação “Educação Básica e Direitos Humanos na Perspectiva Internacional” homologada têm dois dias para interpor recurso. O prazo para interposição de recursos começa nesta sexta-feira (24/6) e termina no sábado (25/6). A divulgação dos resultados finais será terça-feira (28/6).

Os resultados preliminares foram publicados e estão disponíveis neste link .

O sindicato pede aos(às) candidatos(as) para lerem atentamente o Manual do Candidato e alerta para a importância de prestarem atenção em toda a documentação exigida pelo Edital, uma vez que, geralmente, a não homologação ocorre por não cumprimento de critérios exigidos.

Além das informações declaradas no curriculum lattes ou no currículo normal, é necessário colocar todos os certificados comprobatórios dos dados da formação escolar e profissional do(a) candidato(a) e toda a documentação exigida em um único arquivo de PDF e enviar para o e-mail definido no Edital.

Se a pessoa que se inscreveu fez algum tipo de declaração, como, por exemplo, a de que usufrui do direito a Cotas Afirmativas, ou seja, se ela declarou que entra na cota de aposentados(as), ou de professor(a) do contrato temporário, ou de negros(as), ou de indígena, ela tem de apresentar o comprovante dessa declaração.

O(a) candidato(a) tem de estar com todos os critérios exigidos pelo Edital rigorosamente certos e cumprir todos itens estabelecidos e só então enviar tudo por e-mail. Importante preencher o formulário do Anexo 4 do Edital, que é o formulário de interposição de recurso. O Edital também disponibiliza formulários próprios para Cotas Afirmativas, como Declaração de Pertencimento a Comunidades Indígenas, Declaração de Pertencimento a Comunidades Quilombolas etc.

É importante ler o Edital e cumprir todos os critérios exigidos. O item 4.6, por exemplo, informa que “a inscrição não assegura a homologação, que ocorrerá apenas nos casos em que a documentação entregue estiver de acordo com as regras do presente edital”.  No item 4.7, o Edital também determina que “o candidato que desejar interpor recurso em razão da não homologação da inscrição deverá encaminhá-lo à Comissão Examinadora pelo e-mail sec.ebdhi@unb.br conforme modelo (Anexo IV) e o cronograma indicado no item 8.1”. Assim, o Sinpro reforça que os recursos deverão ser encaminhados à Comissão Examinadora pelo e-mail sec.ebdhi@unb.br.  Confira o anexo 4 do Edital (veja AQUI) um modelo. 

O  curso de pós-graduação “Educação Básica e Direitos Humanos na Perspectiva Internacional” é voltado para profissionais sindicalizados(as), portadores(as) de diploma de graduação relacionado ao tema da educação básica. É ofertado em parceria com o Grupo de Cooperação Internacional de Universidades Brasileiras (GCUB) e o Centro de Estudos Avançados Multidisciplinares da Universidade de Brasília (Ceam/UnB).

O Centro de Estudos Avançados Multidisciplinares da UnB (CEAM) e a Comissão de Seleção do Programa de Pós-Graduação Lato Sensu em Educação Básica e Direitos Humanos na Perspectiva Internacional (EBDHI) publicaram o resultado preliminar da lista de inscrições homologadas, conforme o edital nº 01/2022. Clique AQUI para ver o resultado preliminar. 

Clique aqui e confira mais informações sobre o curso.

Sinpro realiza palestra na Escola Classe 08 de Ceilândia

O Sinpro, por meio da Secretaria de Assuntos de Saúde do Trabalhador, promoveu hoje (22/06), na Escola Classe 08 de Ceilândia, palestra voltada para a saúde da(o) trabalhadora(o) em educação, assédio moral e medidas de prevenção ao adoecimento. O momento foi conduzido por Luciane Kozicz, psicanalista do Sinpro e pesquisadora da UnB, e contou com a presença do diretor do Sinpro, Anderson Corrêa.

Como parte do projeto implantado pelo Sinpro desde 2019, a palestra intitulada Uma história sem fim: reflexões sobre o cotidiano escolar e a saúde mental, tem como objetivos construir ações que contribuam para diminuir o sofrimento das(os) professoras(os) no ambiente de trabalho, com orientações de uma profissional especializada, e colaborar com pesquisa que subsidiará as ações do sindicato junto à Secretaria de Educação, possibilitando estratégias de ação que beneficiarão toda a categoria.

O sofrimento psíquico de professoras e professores, a falta de condições dignas de trabalho, sobrecarga, problemas de comunicação, o descaso do governo e a nova realidade impactada pela pandemia da Covid-19 são fatores que afligem toda a categoria. Para a professora de Educação Física, Neicar Campos, a realidade pandêmica teve e tem um impacto pesado em toda a comunidade escolar. Segundo ela, as crianças amavam fazer aulas de educação física, mas hoje ela se questiona se elas têm energia, já que muitas delas não têm acesso à alimentação básica. “Estamos vindo de dois anos de pandemia, em uma comunidade cheia de vulnerabilidades. Hoje, quando chega a hora do lanche, eles não querem mais fazer as aulas, só querem lanchar. Elas não têm energia, porque, muitas vezes, não têm com o que comer em casa. Essa realidade me dói muito”, afirma emocionada.

Clínica do Trabalho
O Sinpro disponibiliza atendimento psicológico individual para atender professoras(es) e orientadoras(es) educacionais em sofrimento emocional no trabalho e palestra nas escolas. As pessoas interessadas serão chamadas de acordo com a ordem de inscrição nos programas. As inscrições podem ser realizadas pelos seguintes contatos: (61) 3343-4211 | (61) 99244-3839 ou pelo e-mail faleconoscosaudetrabalhador@sinprodf.org.br

Não é verdade que está tudo bem
A campanha Sinpro com você: não é verdade que está tudo bem, também foi pauta no início da palestra. Elencando vários fatores que denunciam o descaso do governo com a população do Distrito Federal, o diretor do Sinpro, Anderson Corrêa, elencou pontos que denunciam a falta de ação do estado, dentre elas, o excesso de obras como ações de fachada para encobrir a ausência de políticas públicas que sejam realmente eficazes. “Não está tudo bem! Há muitos problemas na educação, saúde e segurança. A ausência permanente do Estado gera transtorno para toda a comunidade escolar”, enfatizou.

Da esquerda para a direita: Michelle Aline (diretora), Niedia Lucena (vice-diretora), Luciane Kozicz (psicóloga do Sinpro), Anderson Corrêa (diretor do Sinpro-DF) e Aline (supervisora)

Luciane Kozicz, psicanalista do Sinpro em palestra na Escola Classe 08 de Ceilândia.

Texto: Danielle Freire

Professores e orientadores poderão expor trabalhos de artes durante o 12º Congresso de Trabalhadores(as) em Educação

Ao dar continuidade às comemorações do Centenário da Semana de Arte Moderna, o Sinpro vai selecionar professores(as) e orientadores(as) educacionais sindicalizados(as) que tenham algum trabalho de artes plásticas desenvolvido neste tema para expor durante o 12º Congresso de Trabalhadores(as) em Educação. As imagens dos trabalhos podem ser enviadas até o dia 1º de julho para o e-mail joelma@sinprodf.org.br.

Para participar é preciso que a obra esteja assinada e datada e cada artista deverá enviar fotos de até três obras identificadas para a seleção de apenas uma arte para a exposição. Após a seleção será divulgado o resultado e cada artista selecionado deverá se responsabilizar pela entrega e pela retirada do trabalho no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, local da realização da exposição.

Os trabalhos deverão expostos durante os três dias do Congresso. A professora de artes aposentada, Janilce Rodrigues, que será a curadora do processo de seleção, informa que é importante que os professores apresentem trabalhos originais. Para mais informações, entre em contato pelo telefone (61) 98493-6706.

 

12º CTE

O 12º Congresso de Trabalhadores(as) em Educação acontece dias 7, 8 e 9 de julho, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, e traz como lema Um outro Brasil é possível. Em um cenário de ataque severo à democracia e ao Estado de direito, na toada do fundamentalismo religioso e do negacionismo no Brasil e no DF, o 12º CTE debaterá as conjunturas internacional, nacional e local; a educação pública, gratuita, de qualidade, laica e socialmente referenciada; e a organização sindical. A partir das discussões, será elaborado um plano de lutas, com propostas e estratégias para alcançar um outro Brasil: aquele que faça o povo sorrir.

Para participar é preciso ficar atento aos prazos. A entrega das teses poderá ser feita até 27 de junho, as inscrição para delegados(as) até 30 de junho, e a publicação das teses até 1º de julho.

Milton Ribeiro é preso por tráfico de influência

A Polícia Federal prendeu preventivamente o ex-ministro da Educação Milton Ribeiro, nesta quarta-feira (22/6), em Santos (SP). O mandado de prisão cita crimes de corrupção passiva, advocacia administrativa, prevaricação e tráfico de influência. A operação “Acesso Pago” investiga tráfico de influência e corrupção para a liberação de recursos públicos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), vinculado ao Ministério da Educação (MEC).

O mandado de prisão foi expedido pelo juiz federal Renato Borelli, da 9ª Vara do Distrito Federal, e determina que Ribeiro seja trazido para a Superintendência da Polícia Federal em Brasília.

Há outros 13 mandados de busca e apreensão e mais 4 mandados de prisão emitidos no âmbito da mesma operação “Acesso Pago”, distribuídos pelos estados de Goiás, São Paulo, Pará e Distrito Federal. Há também medidas cautelares, como a proibição de contatos entre investigados e envolvidos.

Quando o escândalo do Bolsolão do MEC estourou, o presidente Jair Bolsonaro chegou a declarar: “ponho minha cara no fogo pelo Milton Ribeiro”. Hoje, as redes sociais perguntam o quanto a cara de Bolsonaro está queimada.

 

O Bolsolão do MEC

O escândalo de corrupção envolvendo dois pastores evangélicos que não exercem cargos oficiais no Ministério da Educação, mas são base de apoio do presidente Jair Bolsonaro (PL), foi confirmado por 10 prefeitos: houve pedido de propina para a liberação de verbas do MEC para suas cidades.

Os prefeitos acusaram os pastores Arilton Moura e Gilmar Santos de operarem um esquema no MEC para facilitar a liberação de recursos no Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). A denúncia veio à tona com a divulgação de uma gravação em que o próprio ministro da Educação admite que o presidente Bolsonaro pediu que ele liberasse verbas intermediadas pelos pastores.

Diante desses fatos, a ministra do Supremo Tribunal Federal (STF), Cármen Lúcia, autorizou a abertura de inquérito pedido pelo Ministério Público Federal (MPF) para apurar o envolvimento do ministro da Educação, Milton Ribeiro, com os pastores

O procurador-geral da República, Augusto Aras, disse ver indícios dos crimes de corrupção passiva, tráfico de influência, prevaricação e advocacia administrativa. Ele ainda precisa dizer se Bolsonaro também será investigado.

Os prefeitos que admitiram ter recebido pedidos de propina feitos pelos religiosos foram: Gilberto Braga – Luis Domingues (MA); Kelton Pinheiro – Bonfinópolis (GO) e José Manoel de Souza – Boa Esperança do Sul (SP).

Os que admitiram que só chegaram ao MEC por meio dos pastores são: Nilson Caffer – Guarani D’Oeste (SP); Adelícia Moura – Israelândia (GO); Laerte Dourado – Jaupaci (GO); Doutor Sato – Jandira (SP); Fabiano Moreti – Ijaci (MG); André Kozan – Dracena (SP) e Edmario de Castro Barbosa – Ceres (GO). A informação foi divulgada pelo jornal Estadão, o primeiro a divulgar o escândalo.

Segundo o jornal, além do pedido de um quilo de ouro feito ao prefeito Gilberto Braga, de Luis Domingues (MA), o prefeito de Bonfinópolis (GO), Professor Kelton Pinheiro (Cidadania), contou que chegou a receber uma oferta de desconto no valor da propina: “(Arilton) falou: ‘vou lhe fazer por R$ 15 mil porque você foi indicado pelo pastor Gilmar, que é meu amigo. Pros outros aqui, o que eu estou cobrando aqui é R$ 30 mil’.” O valor da contrapartida também incluía compra de bíblias patrocinadas pelo pastor. 

O prefeito de Boa Esperança do Sul (SP), José Manoel de Souza (PP), também disse ter sido abordado pelo pastor Arilton com proposta de propina. “Ele disse: Eu falo lá, já faz um ofício, mas você tem que fazer um depósito de R$ 40 mil para ajudar a igreja”.

“A educação tem sido agredida de muitas formas neste caos que é o governo Bolsonaro: desde a Emenda Constitucional 95, passando por congelamentos de verbas e salários. Até questão de ICMS afeta a educação neste governo, já que a redução desse imposto deve ser subsidiada com verbas oriundas da educação. A prisão de Ribeiro só demonstra q o MEC, neste governo, nuca foi fonte de soluções e de verbas, mas de problemas e de fuga de recursos. O Brasil não aguenta mais sustentar a irresponsabilidade e a inconsequência de Jair Bolsonaro”, disse o diretor do Sinpro Cláudio Antunes.

Edital UNDF: 1.400 vagas para professor

A Universidade do Distrito Federal Professor Jorge Amaury Maia Nunes, que está em fase de criação pelo GDF, abriu seu primeiro edital de seleção. São 1.400 vagas no total, das quais 350 para contratação imediata e o restante para formação de cadastro reserva.

As inscrições para o processo de seleção serão aceitas entre os dias 25 de julho e 21 de agosto, somente pela Internet, neste link aqui. A taxa de inscrição é de R$ 188,90, e seu pagamento deve ser efetuado até 23 de agosto.

 

Processo seletivo

São quatro etapas do processo seletivo, as duas primeiras eliminatórias e classificatórias, no dia 25 de setembro, e as duas últimas apenas classificatórias:

  • prova objetiva – 60 questões de múltipla escolha de Língua Portuguesa, Conhecimentos Gerais e Conhecimentos Específicos;
  • prova discursiva – redação dissertativa, com 20 a 30 linhas;
  • cursos de formação profissional;
  • avaliação de títulos.

 

Vagas e provas

Este primeiro edital visa a preencher o quadro docente da nova universidade, motivo pelo qual as vagas disponíveis são para as carreiras de professor de educação superior (250 vagas e 750 cadastro reserva) e tutor de educação superior (100 + 300).

Todos os cargos disponíveis exigem formação de nível superior com, no mínimo, especialização. Há muitas vagas em nível de mestrado e doutorado, com remuneração que vai de R$ 2.200 a R$ 5.200, dependendo do grau de formação acadêmica.

 

Professores terão mais uma dose de reforço contra a Covid-19

A diretoria do Sinpro informa que os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais poderão tomar mais uma dose de reforço da vacina Janssen. É importante lembrar que poderão participar somente o grupo que iniciou seu ciclo vacinal com este imunizante. Os postos de vacinação já estão autorizados a imunizar a categoria a partir desta quarta-feira (22). 

Para pessoas de 18 a 39 anos que iniciaram o esquema vacinal com a Janssen, a orientação é de aplicação da primeira dose, um primeiro reforço após dois meses e um segundo reforço após mais quatro meses. Mulheres gestantes ou puérperas que começaram sua imunização com Janssen devem tomar como reforço a vacina da Pfizer ou CoronaVac.

Pesquisa realizada nos Estados Unidos mostrou que a dose de reforço, aplicada com no mínimo dois meses de intervalo, forneceu até 94% de proteção contra a Covid-19. Com a dose única da vacina, esse índice é de 75%. O mesmo estudo ainda apontou que os níveis de anticorpos aumentaram entre quatro e seis vezes com a dose de reforço. Para receber o reforço é necessário levar documento de identidade oficial com foto e o cartão de vacinação.   

Clique aqui e confira a lista dos locais de vacinação no DF.

Governo privatiza os pilares da energia nacional e sacrifica soberania e cidadania brasileiras

“Um país que abre mão do controle estatal de sua energia, abre mão de promover a cidadania de sua população”
Pedro Augusto Pinho, presidente da Aepet

 

 

O Brasil começou a abrir mão da sua soberania em 2016. Perdeu o pré-sal, uma riqueza mineral imensa, para empresas estrangeiras. Hoje, em vez de assegurar o desenvolvimento do Brasil, o pré-sal, um petróleo riquíssimo situado abaixo da camada do pré-sal em mares brasileiros, é usado para desenvolver os EUA, a Inglaterra e outros países que dominam o mundo por meio da energia.

 

Desmoralizaram a Petrobrás, maior empresa nacional e uma das maiores e mais eficientes do mundo na extração de petróleo, pilar da soberania brasileira, para entregar o pré-sal à Exxon Mobil, dos EUA, à Shell e British Petroleum, ambas inglesas, dentre outras estrangeiras. De lá para cá, a empresa sofre grandes desmontes diários para enriquecer banqueiros, rentistas debenturistas. O mesmo aconteceu com a Eletrobrás: outro pilar da soberania nacional. Imagine um imenso prédio sendo implodido. É isso que está acontecendo com a soberania e a cidadania brasileiras.

 

O Sinpro inicia nesta quarta-feira (22/6) a série “Em defesa da Petrobrás” e traz, como primeiro conteúdo, o tema da relação entre energia, soberania e cidadania. Para isso, entrevistou Pedro Augusto Pinho, administrador e petroleiro da Petrobrás aposentado, atualmente é presidente da Associação dos Engenheiros da Petrobrás (Aepet). A entidade luta, diuturnamente, contra o desmonte da nação brasileira e contra a privatização dos pilares energéticos do Brasil: a Petrobrás e a Eletrobrás.

 

Nesta entrevista, Pedro Pinho responde às provocações do Sinpro-DF e, para além da relação íntima entre energia, soberania e cidadania, mostra o estrago que as privatizações estão fazendo no País. Compara com o que os EUA fazem lá dentro do seu próprio território com as suas empresas estatais que controlam a energia e suas águas. Confira.

 

Entrevista | Pedro Augusto Pinho – Aepet

 

Sinpro-DF  – Qual é a relação entre energia, soberania e cidadania?

Pedro Pinho – É a própria civilização, sociedade humana. O ser humano usou, inicialmente, a própria energia. A energia dos braços, das pernas. Escravizou o próprio homem para aumentar a possibilidade energética. Depois domesticou animais até que ele descobriu o fogo, o que foi um grande avanço na energia. E desde então o ser humano veio buscando fontes de energia até que descobriu, no século XIX, o petróleo.

Sinpro-DF  – O que tem o petróleo de tão importante em relação às fontes energéticas?

Pedro Pinho – É porque tem uma densidade de energia incrível. Uma gota de petróleo equivale a quilômetros quadrados de painéis de energia solar. Com isso é possível imaginar o que significar ter o petróleo. É por isso que o petróleo, em todo o mundo, é uma questão estratégica, que é cuidada pelos governos mesmo em países onde não existe petróleo e mesmo em países que adotam a iniciativa privada para promover o seu desenvolvimento industrial e da sociedade.

É nesses países que os Estados Unidos da América (EUA) colocam a Quarta Frota para garantir o seu petróleo. A Arábia Saudita já foi chamada de “porta-avião” dos EUA porque é o lugar que mais fornecia petróleo para os EUA na época. Hoje as coisas estão mudando muito, mas o petróleo ainda é o bem mais precioso e durante os próximos 100 anos vai ser o principal insumo energético.

Para se ter uma ideia, o consumo de energia mundial, em 2020, é o último dado que se tem do mundo, dizia que o petróleo e o gás – porque, na verdade, petróleo é a forma líquida, é o óleo e o gás que formam o petróleo – representavam 56% do consumo de energia do mundo. Mais da metade do consumo de energia do mundo vinha do petróleo.

No Brasil é um pouco menos. No Brasil é 48% o consumo de energia que vem do petróleo porque o Brasil tem uma riqueza hídrica muito grande, que é outra fonte de energia. A hidroeletricidade no Brasil corresponde a quase 30% do consumo energético, enquanto o mundo não chega a 7%. Essa é a distinção entre o Brasil e o mundo na fonte primária de energia. Outra fonte importante é a energia nuclear. O mundo já usa mais de 4% de energia nuclear. O Brasil mal tem 1%. Isso significa desenvolvimento tecnológico.

Sinpro-DF  – Por que a energia é fonte de todo o processo civilizatório?

Pedro Pinho – As energias do petróleo e a nuclear são energia que indicam e determinam o nível de tecnologia de país porque, com o petróleo, o país faz, praticamente, tudo por meio da petroquímica. A petroquímica está na frente de todo mundo. Qualquer coisa que a pessoa esteja usando tem petroquímica, tem petróleo.

Por exemplo, está presente no caderno, no livro, na capa do livro, no talher, nos pratos e copos, na própria comida porque o que a gente come, no geral, veio de plantações nutridas por fertilizantes em que o gás foi fundamental para o fertilizante. O seu lado está carregado de petróleo.

Esse processamento, essa transformação do óleo e do gás do petróleo nessa série de produtos é desenvolvimento tecnológico para o país. Também a energia nuclear. Hoje em dia, o setor de saúde está associado a essa energia. Quantos equipamentos, hoje em dia, salvam vidas e prolongam vidas pelo uso da energia nuclear.

Tudo mostra que a relação da energia com a sociedade é a cidadania. Esse é o ponto fundamental e está interligado com a vida num país que ousa a ser uma nação desenvolvida para seu próprio povo. O que significa isso em termos de cidadania e de soberania? Isso significa que um país que abre mão do controle estatal de sua energia, abre mão de promover a cidadania de sua população.

Sinpro-DF – O que é cidadania?

Pedro Pinho – É saúde, educação, mobilidade urbana, habitação, emprego, renda, cultura, laser, alimentação, vestuário: tudo. Quem pode fazer isso? Os governos. Não estou dizendo que o governo vai agir como o operador de tudo isso. Mas ele tem estabelecer projetos, planejamentos, incentivos, controle para que isso ocorra. A cidadania está vinculada à soberania e é a energia que garante tudo isso.

Sinpro-DF  – Como o senhor mesmo diz, sem energia não há conservação, processamento, cozimento alimentar, não há proteção das variações de temperatura, transformação de matérias primes em objetos de uso individual e social etc. O que isso significa na prática?)

Pedro Pinho – O que significa na prática é a indispensabilidade da energia. Hoje existe uma falácia que o ex-presidente e o atual vice-presidente da Aepet dizem que são as energias potencialmente renováveis. Para se ter uma ideia do que significa isso: apesar de toda a campanha que se faz no mundo inteiro, essas energias renováveis não representam nem 6% da energia mundial. É menos que 6%. Ou seja, se, de repente, aparecessem as energias renováveis muito pouco seriam sentidas.

O Brasil até está mais à frente nisso. O Brasil até tem energias renováveis, como a biomassa, a energia solar, eólica, que representa 17% da energia consumida no País. Além disso, tem a energia hídrica, que representa quase 30% da energia brasileira. Isso mostra que o Brasil, do ponto de vista de energia, é um paraíso porque ele tem a energia do petróleo – óleo e gás abundantes que podem suprir perfeitamente a metade da necessidade energética do País. Tem mais 30% de energia hídrica. Com isso, o Brasil tem 80% das energias fornecidas pelo próprio País: não precisa importar energia alguma.

Isso é a prática. O que significa que o Brasil poderia ser um país desenvolvido, bem melhor do que ele é se houvesse política nacional. Se houvesse elite dirigente, política, que tivesse, acima de tudo, o interesse nacional e que considerasse o Brasil e seu povo uma pátria e uma nação. A energia e seu uso transformador capacitam o povo para a sua defesa, para a sua existência. É claro que a energia está em tudo.

Sinpro-DF  – Como surgiu a Petrobrás?

Pedro Pinho – A Petrobrás surgiu a partir de uma constatação de um ministro chamado Góis Monteiro, em 1930, que ele mandou perguntar quanto tempo teria de combustível para deslocar as tropas brasileiras num determinado sentido. Ele teve como resposta que todo o combustível disponível no Brasil, naquele momento, mal dava para uma semana. Aí ele disse: “Isso tem de mudar.” A partir daí foi criado o Conselho Nacional do Petróleo e, posteriormente, foi criada a Petrobrás, a Eletrobrás e, desde então, o Brasil passou a ter interesse na questão da energia. Isso só aconteceu após a Revolução de 1930.

Sinpro-DF – O que está acontecendo hoje?

Pedro Pinho – O que está acontecendo hoje é que estamos deixando de ter um Estado brasileiro para ter um Estado de mercado. Ou seja, um Estado privatista que só se interessa para o lucro de alguns, que são os acionistas das empresas, os donos das empresas. Por isso, que o governo Jair Bolsonaro, do PL, está privatizando todas as empresas e riquezas do Estado brasileiro. Com isso, o Brasil não está capacitando seu povo e está abdicando (renunciando) de sua própria soberania.

Países que não têm energia, eles têm dinheiro, como é o caso da Suíça, que é um país onde o dinheiro é livre. O Estado suíço não pergunta qual é a origem do dinheiro que qualquer pessoa física ou jurídica deposita em seus bancos. Um traficante de drogas, por exemplo, chega lá, despeja uma quantidade de dinheiro e esse dinheiro fica lá, rendendo, aplicado. Com isso, a Suíça, que não tem fontes de energia, tem dinheiro para poder compensar a falta dessa energia.

No entanto, a grande parte dos países que não têm fontes de energia é simplesmente colônia de países ricos e do mercado. São países que se submetem aos ditames dos Estados Unidos da América (EUA) porque não têm energia para se manter. Que energia tem a Bélgica, a França? Que energia tem quase todos os países da Europa? Nenhuma. Então, esses países têm de se submeterem aos EUA, que são detentores de energia. Os EUA têm energia deles mesmos. E a energia que ele tem, a energia hídrica, é controlada pelo Exército. Não é  privatizada não.

Lá nos EUA, a energia hidroelétrica não só é do Estado nacional e controlada pelo governo federal como é administrada pelas Forças Armadas para garantir que seja estatal e porque o controle dessa energia é uma questão de segurança nacional. No resto do mundo, os EUA colocam frotas das suas Forças Armadas para tomar e gerir as minas de petróleo pertencentes a outros países, como é o caso da Arábia Saudita, Kuait, Oriente Médio onde estão as grandes reservas de petróleo do mundo ainda hoje.

Energia, consequentemente, é um elemento básico da cidadania que significa, saúde, educação, moradia, mobilidade urbana, alimentação, desenvolvimento tecnológico, inclusão social.

Sinpro-DF  – O que está acontecendo no Brasil?

Pedro Pinho – A Petrobrás e a Eletrobrás são os pilares da energia brasileira. São empresas nacionais que detêm elevadas tecnologias, que vêm se construindo ao longo dos anos sempre no sentido de aprofundar o conhecimento. Hoje a Petrobrás, sem nenhum sentimento patriótico, simplesmente apenas verificando o que está acontecendo no mundo, pelos prêmios que ela recebe pela capacitação tecnológica na área de petróleo, que a Petrobrás vem acumulando prêmios ao longo de todo este século, ela, a Petrobrás, é a única empresa no mundo capaz de perfurar as águas ultraprofundas atravessando a camada do pré-sal sem causar nenhum acidente ou desastre ambiental.

Essa produção só é feita pela Petrobrás. As empresas de fora que foram colocadas pelo golpe de Estado de 2016 aqui para explorar o pré-sal estão trabalhando em parceria com a Petrobrás, cumprindo as orientações técnicas da Petrobrás porque a Petrobrás é quem detém esse conhecimento e ela detém esse conhecimento porque ela estuda. A Petrobrás, desde 1981 em diante, sobretudo a partir de 1990, ou seja, de 30 anos para cá, a Petrobrás aprofundou os estudos sobre materiais, pressão, corrosão, etc. para poder atravessar a camada de sal e poder produzir petróleo sem que aja um desastre ecológico monumental.

Não há. Quem tem provocado desastres ecológicos monumentais é a Exxon, a Shell, British Petroleum, empresas impostas ao Brasil pelo golpe de Estado de 2016. Após o golpe, o senador José Serra, do PSDB de São Paulo, encontrou um jeito de aprovar o Projeto de Lei 3178/2019, de sua autoria, que modificou a Lei nº 12.351, de 22 de dezembro de 2010, que dispunha sobre a exploração e a produção de petróleo, de gás natural e de outros hidrocarbonetos fluidos. Um conluio imenso, com muitos brasileiros envolvidos, contra o Brasil.

As empresas que têm causado grandes desastres ambientais monumentais no mundo, principalmente no Golfo do México e no Alaska, são a Exxon Mobil Corporation – multinacional de petróleo e gás dos EUA; a Shell PLC – multinacional petrolífera britânica; a British Petroleum (BP), originalmente Anglo-Persian Oil Company e, depois, British Petroleum, multinacional do Reino Unido. Empresas para as quais, o governo do golpe de Estado de 2016 (Michel Temer) entregaram o pré-sal brasileiro com ajuda do senador Serra. A Petrobrás não produz desastres monumentais e, quando há algum vazamento e a própria imprensa neoliberal brasileira faz um escândalo em cima, esse vazamento não é nem visto no exterior diante das tragédias que acontecem provocadas pelas estrangeiras. O Mar do Norte é a prova disso.

Essas empresas no mar do Brasil é uma armadilha porque elas não têm os mesmos interesses nem o mesmo compromisso com as águas brasileiras que a Petrobrás tem. Os interesses da Petrobrás são diferentes. Ela quer lucrar, claro. Mas ela quer lucrar para continuar investindo, mas ela é, acima de tudo, a produção, atender ao mercado brasileiro de petróleo.  Assim, ao privatizarem a Eletrobrás, como foi feito pelo governo Bolsonaro, deu-se um tiro na soberania brasileira e, consequentemente, um tiro, na cidadania.

Mais cedo ou mais tarde, e mais cedo do que mais tarde, todo e qualquer brasileiro, incluindo aí os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais da rede pública de ensino do DF, vão sentir o que significa a perda da Eletrobrás para o Brasil. E agora, está a caminho a privatização da Petrobrás, com o projeto inconstitucional do presidente do Congresso Nacional, Arthur Lira, do PP de Alagoas. Com a venda dos dois pilares da energia brasileira, a vida vai ficar muito mais difícil. Não é só a gasolina, o gás e o diesel que vão ficar muito mais caros não. Vai ficar cara qualquer coisa que seja de plástico, qualquer coisa de origem petroquímica e os alimentos que têm necessidade de fertilizantes porque, no governo Bolsonaro, a Petrobrás alienou todas as empresas de fertilizantes nacionais que existiam como subsidiárias da Petrobrás, do grupo chamado Petrofértil.

Meus caros e minhas caras, professores e professoras, orientadoras e orientadores educacionais, patriotas brasileiros(as), não é uma questão de economia apenas. É uma questão de soberania e de cidadania a defesa do controle da energia pelos(as) brasileiros(as).

 

Inscrições para uma vaga nos CILs começam nesta quinta (23)

A inscrições para estudantes da rede púbica concorrerem a uma vaga em um dos Centros de Línguas (CIL) começam nesta quinta-feira (23) e seguem até 05 de julho. Só é possível se inscrever online, pelo site www.educacao.df.gov.br.

A inscrição não garante a matrícula, de modo que candidatos e candidatas devem ficar atentos(as) às chamadas publicadas no site da SEDF: primeira chamada dia 18/07 a partir de 18h; segunda chamada dia 28/07, a partir de 18h. Dias 04 e 05 de agosto abrem-se as vagas remanescentes para a comunidade escolar.

A efetivação da matrícula para os contemplados na primeira chamada será de 20 a 25/07. Para aqueles(as) contemplados(as) na segunda chamada, o período será de 29/07 a 01/08. As aulas do segundo semestre têm início dia 8 de agosto, e a transferência entre CILs se dará a partir do dia 15 do mesmo mês.

Conto de fadas às avessas, gestão compartilhada mostra que não é a solução para os problemas nas escolas públicas

Único projeto apresentado pelo Governo do Distrito Federal para a educação pública na gestão de Ibaneis Rocha, a escola militarizada foi imposta como a solução para os problemas de segurança vivenciados por unidades escolares, mas dados apresentados pela Promotoria de Justiça de Defesa da Educação (Proeduc) mostram que o “conto de fadas” na verdade não passa de um grande engodo. Além de experiências anteriores mostrarem que a gestão compartilhada não acaba com problemas de segurança, dados da Proeduc escancaram que mesmo com a presença de policiais e bombeiros militares, a média de atos infracionais registrados em unidades escolares com este tipo de gestão dobrou.

Em 2019, por exemplo, foram registradas 119 ocorrências dentro dos centros educacionais militarizados na Delegacia da Criança e do Adolescente (DCA), o que deu uma média diária de 0,59. Já este ano, de 15 de fevereiro a 12 de maio, a DCA registrou 70 ocorrências, isto em apenas 59 dias letivos. Os números divulgados pela Proeduc mostram que a média diária passou para 1,18, ou seja, o número dobrou nos períodos comparados mostrando uma ocorrência a cada 24 horas nas 17 escolas militarizadas na capital federal. Este é o retrato, divulgado inclusive no portal de notícias Metrópoles, que mostra que escola militarizada não acaba com a violência nas escolas.

Segundo a própria Proeduc, a gestão compartilhada, ao contrário do que pregaram o GDF e outros órgãos, mostra total inaptidão das escolas militarizadas para a administração preventiva e positiva de conflitos nos ambientes de ensino.

 

Nota técnica

A Promotoria de Justiça de Defesa da Educação (Proeduc) já havia emitido um despacho no dia 11 de maio, revogando a Nota Técnica nº 1/2019, que considerava legal a implementação do projeto Escola de Gestão Compartilhada. Os titulares da Proeduc acompanharam enunciado do Conselho Nacional de Procuradores-Gerais (CNPG) segundo o qual o Programa Nacional de Escolas Cívico-Militares fere os princípios constitucionais da reserva legal e da gestão democrática do ensino público.

O despacho foi uma resposta a uma série de irregularidades cometidas por policiais militares, dentre elas à truculência e desrespeito impetrados por PM’s, que no dia 3 de maio exigiram a retirada de trabalhos relativos à Consciência Negra, em exposição no CED 01 da Estrutural, além de pedir a exoneração da vice-diretora Luciana Pain.

O Sinpro sempre se colocou contrário à militarização por acreditar que o processo educacional deve ser feito por educadores(as), que são preparados para o magistério e para o lidar com os(as) estudantes, e a gestão compartilhada não combina com a militarização, fato corroborado pela Proeduc. A militarização é, portanto, incompatível com a Gestão Democrática. Enquanto temos a comunidade escolar escolhendo seus gestores, na gestão compartilhada a indicação é feita pelos próprios militares, deixando a opinião de pais, mães e responsáveis pelos(as) alunos(as), além dos(as) educadores(as) de lado. Além disto, a formação dos militares não dialoga com o nosso currículo em movimento, que defende a autonomia e a pluralidade de opinião dos(as) estudantes, além de impor vestimentas, comportamento e censurar o direito que cada um(a) tem de se expressar em sua diversidade étnica e cultural.

O sindicato continuará lutando por uma educação pública de qualidade, plural e acolhedora, e que o debate em sala de aula seja respeitado, pois é diante do livre pensar e do respeito ao contraditório que chegaremos a um país mais justo, igualitário e de respeito a todos e todas.

36ª Feira do Livro de Brasília faz a festa dos amantes da literatura

Diversas editoras, livrarias, escritores(as) e autores(as) estão fazendo a festa dos amantes da literatura. Na capital federal até o dia 26 de junho, a 36ª Feira do Livro de Brasília traz o tema O Quadradinho, o Quadrinho e a Leitura… Sempre em Frente, em homenagem ao ilustrador e escritor Roger Mello, oferecendo uma gama de obras dos mais variados segmentos literários, além de palestras, rodas de leitura, apresentações culturais e ações educativas. A Feira está sendo realizada no Complexo Cultural da República, na Esplanada dos Ministérios.

Dentre os escritores presentes na Feira do Livro está o professor da rede pública de ensino do Distrito Federal, Silvano Colli. Autor de outras obras, como o Herdeiro Supremo, A Vingança e Contos que Encantam, o educador traz o livro Amizade sem Preconceito, que narra a história da preconceituosa dona Bianca, que briga com seu filho por estar brincando com um garoto negro. No decorrer do enredo, ela aprende a maior lição de sua vida: não importa se somos brancos, negros, índios ou amarelo, mas a certeza de que todos fazemos parte de um mesmo elo, somos todos da raça humana.

Para Silvano, a Feira do Livro é um grande incentivo à leitura e à cultura em geral. “Às vezes o que falta para muitos estudantes é apresentar um livro. Quando estou fazendo contação de histórias nas escolas, alguns alunos dizem que não gostam de ler e eu desafio a ler um livro. Depois, quando ele pôde escolher um presente meu, ele escolheu outro livro a uma caixa de chocolate. Então eu costumo dizer que o que falta é um incentivo para muitos que dizem não gostar de ler”, afirma o professor.

Para esta edição, a Feira traz algumas novidades, como Praça Família + Leitora e os espaços Sesc Vitrine Literária, Quadradinho + Autoral, Beco dos Quadrinhos e Casa do Cordel. Os ambientes Casa do Cordel, Espaço do Autor e Beco dos Quadrinhos abrigam mostras de xilogravuras e de HQs, além de sessões de autógrafos e de lançamentos literários. A Praça Família + Leitora é um espaço de convivência intergeracional, destinado ao incentivo da leitura entre crianças e familiares. O Território Senac é composto por quatro carretas com ativações e oficinas de informática, gastronomia, beleza e moda. Já o Vitrine Literária vai receber atividades artísticas, contações de histórias e oficinas formativas.

Se você, professor(a) e orientador(a) educacional, também está expondo uma obra na Feira do Livro, entre em contato conosco pelo e-mail imprensa@sinprodf.org.br. Sua história também pode ser publicada na nossa página.

 

Serviço:

 

36ª Feira do Livro de Brasília (FeLiB)

Quando: de 17 a 26 de junho de 2022

Horário: de segunda à sexta-feira, das 9h às 22h. Sábados e domingos, das 10h às 22h

Local: Complexo Cultural da República (Esplanada dos Ministérios)

Entrada: gratuita

Classificação indicativa: livre

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