É amanhã! Plenária de aposentados e aposentadas nesta quarta (15) elegerá delegados(as) ao 12º CTE

Nesta quarta-feira (15), a Secretaria de Aposentados do Sinpro-DF realiza plenária para eleger delegadas(os) ao 12º Congresso dos Trabalhadores em Educação “Um outro Brasil é possível” (12º CTE). O encontro começa às 14h na sede do Sinpro, no SIG (quadra 6).

Conforme divulgado anteriormente, 70 vagas foram disponibilizadas para os(as) aposentados(as). Os(as) contemplados(as) preencherão a ficha de inscrição na própria plenária. O congresso será realizado no Centro de Convenções Ulysses Guimarães no dia 7 de julho, à noite, e dias 8 e 9 de julho durante o dia.

Esse encontro ocorre no momento em que o Brasil vive um cenário de ataque severo à educação, à democracia e ao Estado democrático de direito e de bem-estar social. Os(as) participantes debaterão as conjunturas internacional, nacional e local; a educação pública, gratuita, de qualidade, laica e socialmente referenciada; e a organização sindical. A partir das discussões, será elaborado um plano de lutas, com propostas e estratégias para alcançar um outro Brasil: aquele que faça o povo sorrir.

Participe do 12º Congresso de Trabalhadores em Educação, de 7 a 9 de julho

A diretoria do Sinpro está disponibilizando a Ata de Eleição para os(as) professores(as) que tiverem interesse em participar do 12º Congresso de Trabalhadores em Educação (CTE) como delegado(a) sindical. É importante frisar que para participar como delegado(a) é preciso respeitar alguns critérios, dentre eles, ser professor(a) sindicalizado(a). Leia todos os critérios de participação ao final da matéria.

Para participar como delegado(a) basta preencher a Ata de Eleição (clique aqui) e enviar o documento para o e-mail joelma@sinprodf.org.br ou entregar, em mãos, na sede ou subsedes do sindicato. Para os(as) professores(as) aposentados(as), a Secretaria de Assuntos dos Aposentados realizará uma reunião nesta quarta-feira, 15, às 14h, na sede do Sinpro no SIG. Lá serão definidos os critérios para a participação deste grupo. Durante a reunião será entregue a Ata de Eleição para os(as) interessados(as).

12º CTE

O 12º Congresso de Trabalhadores(as) em Educação acontece dias 7, 8 e 9 de julho, no Centro de Convenções Ulisses Guimarães, e traz como lema “Um outro Brasil é possível”. Em um cenário de ataque severo à democracia e ao Estado de direito, na toada do fundamentalismo religioso e do negacionismo no Brasil e no DF, o 12º CTE debaterá as conjunturas internacional, nacional e local; a educação pública, gratuita, de qualidade, laica e socialmente referenciada; e a organização sindical. A partir das discussões, será elaborado um plano de lutas, com propostas e estratégias para alcançar um outro Brasil: aquele que faça o povo sorrir.

Para participar é preciso ficar atento aos prazos. A entrega das teses poderá ser feita até 27 de junho, as inscrição para delegados(as) até 30 de junho, e a publicação das teses até 1º de julho.

Critérios de participação

Veja abaixo como são escolhidos ao(as) delegados(as) do 12º Congresso de Trabalhadores(as) em Educação:

– Delegados(as) natos(as): diretores(as) do Sinpro.
– Todos(as) os(as) professores(as) dirigentes que fazem parte de entidades nas quais o Sinpro é filiado são delegados(as) natos(as).
– Professores(as) aposentados(as) terão garantidas 70 vagas.
– Delegados(as) sindicais que comprovem sua eleição por meio de Ata atualizada (2022) terão a sua participação garantida, sem levar em consideração o número de delegados(as) a que cada escola tem direito.
– Escolas com até 30 professores(as) têm direito a uma vaga de delegado(a);
– Escolas que tenham de 31 a 150 professores(as) têm direito a duas vagas de delegado(a);
– Escolas com mais de 150 professores(as) têm direito a três vagas de delegado(a);
– Duas vagas de delegado(a) para orientadores(as) por cada Coordenação Regional de Ensino (CRE). Os(as) orientadores(as) deverão ser indicados(as) pelo coletivo de suas respectivas regionais, com registro em Ata;
– Uma vaga de delegado(a) para professor(a) por cada Coordenação Regional de Ensino (CRE);
– Uma vaga de delegado(a) para a Sede I da Secretaria de Educação e uma vaga de delegado(a) para a Sede II da Secretaria de Educação;
– Três vagas de delegados(as) para a Escola de Aperfeiçoamento dos Profissionais de Educação (EAPE), sendo uma vaga para delegado(a) nato(a);
– Os casos de desistência dos(as) delegados(as) deverão, obrigatoriamente, estar registrados em ata.

A programação do 12º Congresso de Trabalhadores(as) em Educação será divulgada em breve.

 

Ceilândia confirma: não é verdade que está tudo bem

A Ceilândia recebeu na manhã do último sábado (11/6) o primeiro de uma série de atos “Sinpro com você nas cidades: Não é verdade que está tudo bem”.

Durante a ação, foi feita panfletagem sobre os graves problemas vividos hoje no DF, como salas de aula superlotadas, falta de professores, de monitores, e a desvalorização dos profissionais de educação, evidenciada com a ausência de concurso público para o magistério e com o congelamento salarial de sete anos para a categoria.

“A estratégia adotada no DF é a mesma do governo federal: destruição dos serviços públicos, retirada dos direitos dos cidadãos e descaso com o sofrimento alheio. E quem paga o pato dessa má gestão somos nós”, afirma um dos panfletos distribuídos.

Na atividade de sábado, várias pessoas denunciaram os problemas observados nas escolas onde estudam ou onde estão matriculados os filhos, além das dificuldades que vivenciam no dia a dia da cidade, resultado da má gestão do GDF. As denúncias foram depositadas numa urna que vai percorrer todo o Distrito Federal.

“A Ceilândia mostrou que não está tudo bem no Distrito Federal. A educação sofre com o descaso do GDF e percebemos que outras áreas da administração distrital também estão largadas. É lamentável o que vem acontecendo aqui no DF. E é sobre isso”, disse a diretora do Sinpro Mônica Caldeira, uma das presentes ao ato.

Em breve, o Sinpro divulgará novos locais para outros atos “Sinpro com você nas cidades: Não é verdade que está tudo bem”.

Confira algumas imagens do evento.

 

CNTE participa de ciclo de audiências públicas sobre homeschooling

Série de audiências públicas que terão como tema a educação domiciliar, conhecida como homeschooling, será realizada pela Comissão de Educação (CE) do Senado Federal. Entre os debatedores, está a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), que abordará as relações do homeschooling com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e a formação docente.

O ciclo de debates ainda conta com outras cinco audiências públicas. São elas: o homeschooling e a relação com o direito à educação; o impacto da regulamentação do homeschooling no ensino público; o impacto da regulamentação do homeschooling no ensino privado; as relações do homeschooling com o Plano Nacional de Educação (PNE) e a regulamentação da prática fora do Brasil; e o impacto do homeschooling em políticas de combate à desigualdade social e à violência contra crianças. As datas para o debate ainda não foram definidas.

Além da CNTE, estão na lista de convidados para debater as consequências do homescholing a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino (Contee), a Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação (Anped), e a União Brasileira de Estudantes Secundaristas (Ubes), entre outras organizações contrárias ou favoráveis ao método de ensino.

O texto principal do projeto de lei que regulamenta o ensino domiciliar no Brasil foi aprovado pela Câmara dos Deputados no último dia 19 de maio. A proposta faz alterações na Lei de Diretrizes e Bases da Educação e até no Estatuto da Criança e do Adolescente, além de compor a chamada “pauta ideológica” do governo Jair Bolsonaro (PL).

O projeto da educação domiciliar chegou ao Senado como PL 1.388/2022, e está na Comissão de Educação. O relator é o senador Flávio Arns (Podemos-PR). Se for alterado, o texto volta à Câmara. Caso contrário, segue para sanção ou veto de Jair Bolsonaro.

Pelo Código Penal, a adoção da educação domiciliar é considerada abandono intelectual. Além disso, decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) proíbe a prática no Brasil.

>> Leia também: Por que o homeschooling ameaça os brasileiros e o Brasil? 

Luta no Senado

Em nota publicada nesse mês de maio, a CNTE lembra que o projeto do homeschooling foi apresentado em 2012 e “só se tornou viável a partir da eleição de Jair Bolsonaro”. A Confederação apontou as graves consequências de uma possível implementação da educação domiciliar no Brasil, e convocou educadores e educadoras de todo país a se somarem à luta para barrar a aprovação da proposta no Senado Federal.

“Reiteramos o chamamento à luta contra a aprovação da educação domiciliar, agora no Senado, devendo o país se voltar para aquilo que verdadeiramente interessa à grande maioria da população, que tem vivido em carestia, muito, inclusive, pelo desamparo governamental durante a pandemia: é preciso investir na promoção da educação escolar pública, gratuita, laica, desmilitarizada e de qualidade social para todos e todas”, destaca a nota.

Na nota, a CNTE afirma que “o homeschooling é mais uma batalha num setor onde continua imperando a falta de políticas efetivas para enfrentar os reais problemas da educação brasileira”.

A CNTE ainda destaca que a educação domiciliar tem potencial para reduzir números de escolas e profissionais de educação. “Na mesma linha do que pretende a reforma do Ensino Médio, teremos menos escolas, menos profissionais da educação, menos condições para a aprendizagem de qualidade e menos perspectiva de futuro promissor, sobretudo para aqueles que já dispõem de tão pouco para enfrentar as desigualdades sociais que assolam o país desde a sua descoberta”, traz a nota.

Leia a íntegra da nota aqui 

Sinpro solicita dados oficiais sobre contágio por covid-19 nas escolas

Na última sexta-feira (10), o Sinpro-DF enviou à Subsaúde (Subsecretaria de Segurança e Saúde no Trabalho) solicitação, via carta externa e via SEI (Sistema Eletrônico de Informações) para ter acesso aos dados oficiais sobre o número de profissionais do Magistério contaminados por covid-19 nas escolas. Os diretores e diretoras do sindicato também têm recebido denúncias de escolas nas diversas regionais dando conta do crescimento do contágio, com a infecção de muitos educadores(as).

Com isso, o Sinpro pretende ter dados concretos para embasar o diálogo com a Secretaria de Educação e a cobrança de atitudes para proteger a comunidade escolar do vírus. Os índices de transmissibilidade continuam altíssimos no DF, tendo atingido 1,80 no último dia 10.

Recomendação do Centro de Operações de Emergências

No sábado (11), o Centro de Operações de Emergências em Saúde Pública, da Secretaria de Saúde do Distrito Federal, emitiu nota recomendando fortemente o uso de máscaras “em todos ambientes das unidades de ensino públicas e privadas do DF para todos frequentadores”. O comitê também defende que haja campanhas educativas de estimulo à vacinação contra Covid-19 nas escolas e a adoção de estratégias para evitar aglomerações na entrada, intervalo e saída dos estudantes.

No dia 2 de junho, a Secretaria de Saúde já havia recomendado o retorno da proteção facial em ambientes fechados e também em locais ao ar livre, com aglomeração de pessoas. O uso não é obrigatório, “contudo, tecnicamente, é recomendado o uso da máscara”, aponta a Vigilância Sanitária.

A Secretaria de Saúde lembra que a lei 6559/20 continua em vigor. Em seu artigo 1º, ela diz, referindo-se a quem trabalha no serviço público: “Ficam obrigados a utilizar máscaras de proteção, em seus ambientes de trabalho, os funcionários, servidores e colaboradores, em especial aqueles que prestem atendimento ao público, dos estabelecimentos públicos, industriais, comerciais, bancários, rodoviários, metroviários e de transporte de passageiros nas modalidades pública e privada, no âmbito do Distrito Federal, em funcionamento e operação durante o período de ações de enfrentamento ao novo coronavírus, causador da covid-19”.

*Ações de prevenção*

A comissão de negociação do Sinpro pautou essa questão junto ao governo em reunião realizada na quarta-feira, dia 08, e cobrou que sejam tomadas providências diante da situação da contaminação por covid-19 no DF. A SEDF afirmou que está em diálogo com a Secretaria de Saúde e aguardando o estabelecimento dos próximos protocolos.

A diretoria colegiada do Sinpro tem sugerido às escolas que orientem firmemente o uso de máscaras por todos. A máscara de proteção é um aliado fundamental para controlar a circulação do vírus. A ciência já comprovou que o uso correto das máscaras – cobrindo inteiramente nariz e boca – evita o contágio, mais ainda se combinado com outros mecanismos, como o distanciamento social, a ventilação dos espaços e a testagem em massa.

Da mesma forma, é muito importante manter hábitos como a correta higienização das mãos. No momento, também, é desejável a suspensão de eventos que gerem aglomeração.

>>> Saiba mais: CONTAMINAÇÃO CRESCE NAS ESCOLAS DO DF; SINPRO COBRA PROVIDÊNCIAS DA SEDF 

EC 415 Norte adota meditação e transforma para melhor a vida de todos (vídeo)

Se para adolescentes e adultos é difícil prestar atenção na aula após um intervalo recreativo, imagine para crianças de 6 a 10 anos a dificuldade que é se concentrar após o recreio da escola. É quase uma tarefa impossível. Avalie daí a dificuldade de uma professora ou de um professor para canalizar a energia pulsante que vem das brincadeiras e das correrias para uma plena atenção ao conteúdo ministrado. Acalmar crianças após o recreio não é nada fácil.

Mas a Escola Classe 415 Norte (EC 415 Norte) está tirando de letra e conseguindo, com sucesso, promover a concentração das crianças após o recreio. A meditação é o método utilizado e é tão poderoso e bem-sucedido que, por causa dessa prática, a escola já foi destaque na mídia nacional e do Distrito Federal e já concorreu a prêmio na educação.

Após uma pareceria com a Sociedade Vipassana de Meditação, a escola adotou o projeto Plena Atenção, que levou a meditação para a sala de aula. A experiência está demonstrada no vídeo-reportagem que o Sinpro-DF fez na escola. Confira no final desta matéria.

A diretoria colegiada do Sinpro-DF vê na iniciativa um excelente trabalho pedagógico. Afinal, em vez de militarizar a escola e tratar adolescentes debaixo do tacão e da brutalidade, a EC 415 Norte demonstra, com sua experiência, que existem outras possibilidades pedagógicas pensadas por educadores(as), com resultados eficientes, de tranquilizar crianças e adolescentes por meio da paz, do respeito humano, da serenidade e do conhecimento. A “volta à calma” por meio do projeto Plena Atenção acabou por extrapolar as salas de aula e, hoje, faz parte do cotidiano e do comportamento dos(as) estudantes de tal forma que modificou até a visão de mundo vários pais e mães.

A descoberta aconteceu há mais de 7 anos, por causa da inquietação de uma professora que via na meditação a possibilidade trazer a experiência que ela tinha tido na educação infantil denominada “volta à calma” após o intervalo.  Adepta da meditação, Ana Márcia Correia, professora e coordenadora pedagógica, passou a utilizar algumas práticas da “volta à calma” no Ensino Fundamental da EC 415 ainda em 2015.

A escola é inclusiva e tem 310 estudantes. A equipe da escola viu o que estava acontecendo e, aos poucos, foi aderindo à metodologia. “A meditação, para mim, sempre foi uma necessidade, uma inquietação, uma dúvida e uma vontade. Como eu venho de experiências da educação infantil em que a gente fazia a volta à calma depois do recreio, eu sempre carreguei essa prática quando eu migrei para o Ensino Fundamental”, conta.

Ela diz que, na EC 415, ela percebeu que as crianças voltavam do recreio muito agitadas e aí retomou a prática da volta à calma da época que trabalhava na educação infantil. “E deu muito certo. Desde 2015, aqui na EC 415 Norte, eu já vinha trabalhando com o exercício da volta à calma depois do recreio. E após pesquisas, estudos, conversas, com colegas que já se interessavam por essa prática também, resolvemos fazer um projeto de meditação”.

Foi aí que trocaram o nome do método de “volta à calma” para “meditação. Em 2018, elas inscreveram a atividade no Prêmio Victor Civita. Essa participação deu visibilidade ao trabalho e virou notícia. O prêmio foi uma oportunidade de mostrar para todo o País que é possível meditar na escola e promover a calma e a concentração, principalmente, depois do recreio.

Nesse mesmo ano, a Sociedade Vipassana de Meditação fez um convite à escola para conhecer o projeto da plena atenção que fazia na sociedade e a proposta de levar essa prática para a escola. Desse encontro, resultou uma parceria com a Secretaria de Estado da Educação do Distrito Federal (SEE-DF), que era livre para quem quisesse participar.

Ana Márcia foi à reunião, conheceu o projeto Vipassana e voltou para a escola dizendo que queria participar. A adesão foi acontecendo. As outras professoras e professores foram percebendo, na prática meditativa, que isso era muito bom. Chegou um tempo que todos fizeram o curso na Sociedade Vipassana e a escola toda adotou o método.

Lígia Fernanda Fruet, professora da EC 415 há 9 anos e atuante no magistério há 36, resistiu à prática, mas, quando viu os resultados, adotou o método e até hoje pratica a meditação com seus e suas estudantes. Ela conta que só acreditou depois que a Márcia a convenceu a tentar. “Eu achava que essa coisa da meditação era moda, como todas as ondas de novidades que existem no magistério. Quando eu recebi o material, eu não conseguia nem tocar nele. Comecei a fazer o curso e passei a achar que talvez daria. Quem sabe essa história de bater sininho, de respirar  pode dar certo?”

Essa dúvida era a de todos e todas. Assim como Lígia, as professoras Fabienne Moreno e Soleima Cardoso duvidaram, mas adotaram. Hoje ela s não querem saber de outra coisa. Durante a pandemia, a meditação on-line permaneceu presente e chegou a envolver mães e pais. Foi e é um sucesso, confira na reportagem em vídeo o projeto , da escola na época, que implantou a Plena Atenção em 2018. Na época, Soleima era diretora e ela foi a responsável pela implantação do projeto “Plena Atenção”.

Confira a reportagem em vídeo:

 

MATÉRIA EM LIBRAS

 

Cuidado com o novo golpe na praça. Fique atento e não caia nessa

Criminosos estão utilizando um novo meio para tentar lesar professores(as) e orientadores(as) educacionais. Desta vez os bandidos se apresentam como funcionários da Câmara de Conciliação de Precatórios utilizando os números de telefone (61) 2626-2740 e (61) 9825-6570, informando o resultado do julgamento das propostas de acordo com o último lote, nos termos do edital.

Após o primeiro contato os estelionatários dizem que as propostas indeferidas poderão ser objeto de recurso administrativo em um prazo de cinco dias úteis em petição física direcionada à Câmara, com protocolo no posto de atendimento da Procuradoria Geral do Município. Em seguida dizem que é preciso o depósito de um valor para as custas advocatícias e taxas de cartório. Não deposite qualquer quantia em dinheiro. É golpe!

O Sinpro alerta que nem a entidade nem os escritórios de advocacia que integram o Jurídico do sindicato pedem dinheiro para recebimento de valores referentes a ações judiciais. Antes de fazer qualquer depósito, ligue para o Sinpro. Fiquem atentos(as) às novas “modalidades” de extorsão de dinheiro. A cada nova abordagem, os(as) bandidos(as) procuram facilitar e aligeirar o furto de dinheiro de quem tem processos a receber. É preciso ter cuidado e boa observação para não cair no golpe. 

Para facilitar a compreensão de todos(as) sobre as estratégias utilizadas pelos golpistas, seguem, abaixo, todas as versões usadas:

 

Golpe 1

 

Criminosos ligam para a casa de educadores(as) informando que foi liberado o alvará de precatório para pagamento. Em seguida, dizem que a vítima tem mais de R$ 100 mil para receber, pedem para ligar no número 99639-2111 e solicitam depósito de um valor na conta: NEXT 237 – AG: 3728 – CONTA 609240-3 (Anderson Fabio de Oliveira – CPF: 031.729.793-77). É importante ficar atento, pois a conversa é feita em aplicativo com perfil que leva a foto da logo do Sinpro-DF.

 

Golpe 2

 

Para o furto via telefone, usam vários nomes. O nome “Cláudia Maria Rodrigues”, que utiliza o telefone fixo 3181-0041 e o celular/WhatsApp, 96519820, é um dos denunciados pela categoria. O Sinpro-DF informa que o nome “Cláudia Maria Rodrigues”, utilizado pela quadrilha, pertence a uma advogada que também está sendo duramente prejudicada pelo bando. Ela avisou ao Sinpro-DF que já denunciou o caso à polícia e tem Boletim de Ocorrência para comprovar o uso indevido do nome dela. O outro nome usado é “Leonardo Mota” (Núcleo Bancário), com o telefone 3181-0285. Um terceiro nome identificado é “Dr. Marcelo Ricardo”, com o número de telefone 99849-7364.

 

Golpe 3

 

Para extorquir dinheiro das vítimas, a pessoa que realiza a chamada se passa por diretor, ex-diretor ou funcionário da Secretaria de Assuntos Jurídicos, Trabalhistas e Socioeconômicos do Sinpro-DF. Segundo denúncias realizadas ao Sindicato, em alguns casos, o golpista se apresenta como Dr. Daniel ou Dr. Dimas, e chega a utilizar em sua foto de perfil de WhatsApp a logomarca do Sinpro-DF. Em seguida, o farsante solicita depósito em conta bancária vinculada a uma suposta pessoa com nome de Priscila.

 

Golpe 4

 

Outra modalidade é o golpe com transferência por PIX. Assim como os outros métodos, o golpista solicita um valor para liberar uma quantia à vítima. No caso de transferência por PIX, não há um sistema de retorno ou cancelamento do envio.

 

Golpe 5

 

Nesta modalidade, o golpista envia à vítima, via WhatsApp ou e-mail, documento simulando papel timbrado do Tribunal de Justiça do DF e Territórios (TJDFT). O documento ainda leva o nome de dirigentes do Sinpro-DF. No último relatado ao Sinpro-DF, constava o nome da dirigente Silvia Canabrava. O envio é feito posteriormente a uma ligação, em que o criminoso confirma vários dados da vítima, como nome completo, CPF e nome do pai e da mãe.

 

Golpe 6

 

O golpe mais recente consiste no envio de carta nominal, com logomarca de escritório de advocacia fantasma. O documento falso é enviado pelos Correios e traz uma série de argumentos jurídicos bem fundamentados, além de endereço de e-mail, telefones e assinatura com registro da OAB.

 

Golpe 7

 

O primeiro golpe de 2022 chega por WhatsApp e vem supostamente do “Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios, DF”. É nominal, informa que o pagamento do precatório referente ao processo da pessoa está liberado para a data de hoje, “primeira ou segunda parcela”. O titular deverá entrar em contato com uma “Dra. CHRYSTIANE MAIA GUERCO FARIA LUCAS MORI (OAB: 38015/DF)” para solicitação do recolhimento dos alvarás de liberação do precatório, nos telefones (061) 99687-2994 ou (061) 99667-9219 (outros números também são usados nesse golpe), e se a pessoa não entrar em contato até às 15h, deverá esperar “uma segunda chamada com carência de tempo de 5 a 10 anos”. Mas é golpe.

 

Golpe 8

 

Na nova modalidade criminosa, os bandidos ligam pelo telefone 3322-1515 – contato oficial do Banco de Brasília (BRB), mas clonado – informando que o banco fez um PIX por engano para a conta do(a) professor(a) ou orientador(a) educacional, solicitando a devolução do valor. Além deste procedimento, os estelionatários também ligam dizendo ser de uma empresa jurídica ligada ao BRB, fazendo a cobrança de tarifas não pagas. Na maioria das vezes, os falsários enviam um link ou pedem dados para “corrigir o problema” e até mesmo solicitando dinheiro. Não abra o link, não forneça dados ou transfira qualquer quantia em dinheiro. Trata-se de um golpe!

 

Golpe 9

 

Em mais uma versão utilizada pelos estelionatários, um professor foi contatado e informado que havia sido autorizado o pagamento de R$ 108 mil referente ao precatório do Ticket Alimentação, ação movida por um suposto escritório jurídico do Sinpro. Porém, para receber o dinheiro, o educador deveria pagar as taxas, valor totalmente indevido, uma vez que o sindicato nunca solicita nenhum tipo de transação bancária para que professores(as) e orientadores(as) educacionais recebam vantagens financeiras. Para identificar se a ligação é um golpe, basta ficar atento ao pedido de qualquer tipo de taxa/valor/dinheiro para recebimento de precatório. Caso a pessoa peça dinheiro, tenha a certeza que se trata de um golpe!

 

Confira nas matérias, a seguir, as modalidades e o modus operandi: 

 

Golpistas criam nova modalidade criminosa. Não caia no golpe

 

Bandidos(as) põem em curso nova modalidade de golpe

 

Sinpro alerta: dinheiro fácil é golpe!

Bandidos aplicam novo golpe do precatório contra professores

Fraudes pelo telefone: aprenda a identificar o golpe

Criminoso se passa por funcionário de escritório de advocacia para lesar professora. Fique atento e não caia no golpe!

Sinpro prorroga prazo de inscrição para o XII Concurso de Redação e Desenho do Sinpro-DF

O prazo para se inscrever no XII Concurso de Redação e Desenho do Sinpro-DF foi prorrogado para até o dia 20 de junho. Os(as) estudantes de escolas públicas do ensino regular, ensino especial, Altas Habilidades e EJA (Educação de Jovens e Adultos), incluindo estudantes do Sistema Socioeducativo ou do Sistema Prisional, podem participar do concurso, que este ano traz como tema: Semana de Arte Moderna: 100 anos depois – O 22 de agora é mais que eu, somos nós. A atividade é gratuita e pode ser feita clicando aqui.

Para esta edição é feita a reflexão de que o movimento artístico que rompeu com a formalidade e deu um grito por liberdade centrado no “eu” agora é contextualizado com o “nós”. O 22 de hoje traz a arte-resistência que transpõe a estética e se enraíza no social; realizada na periferia, pelo povo pobre, preto, marginalizado. “A arte é uma das maneiras mais eficazes de denunciar a opressão, os interesses escusos de governos, as atrocidades feitas com um povo. Ao mesmo tempo, a arte também é uma das principais ferramentas de conscientização da população que, a partir do lúdico, pode compreender definitivamente a atuação das classes dominantes”, analisa a coordenadora de Imprensa e Divulgação do Sinpro-DF, Letícia Montandon.

A diretora ainda explica que o espaço da escola é determinante para que a arte-resistência seja valorizada e visibilizada. “A partir das redações e desenhos queremos despertar nos estudantes e nas estudantes da rede pública de ensino a importância da arte e da cultura na construção de uma sociedade justa, plural; democrática. No centenário da Semana de Arte Moderna, queremos ressaltar que o hoje quer a periferia em vez de elitismo, o protagonismo do povo preto em vez de racismo; as mulheres organizadas em vez de machismo, o povo indígena em vez de latifúndio, a comunidade LGBTQIA+ em vez de preconceito; a juventude afrontosa em vez de autoritarismo. E é a educação libertadora que traçará esse destino”, diz a sindicalista.

O Concurso de Redação e Desenho do Sinpro-DF integra a campanha Quem bate na escola maltrata muita gente.

Embora as inscrições só possam ser feitas pela internet, a entrega do trabalho poderá ser feita digital ou presencialmente, na sede ou em uma das subsedes do Sinpro-DF. O trabalho deve ser entregue em folha específica disponível para download no site do Sindicato, junto com autorização para utilização do trabalho concorrente em qualquer peça de comunicação do Sinpro-DF. O modelo de autorização também está disponível no link da inscrição.

O regulamento do concurso divide a apresentação de trabalhos em sete categorias, nas modalidades redação/poesia e desenho. Para cada faixa etária/segmento há regras específicas, como, por exemplo, quantidade mínima e máxima de linhas para a redação.

 

Premiação

Nesta edição, serão premiados os três primeiros lugares de cada categoria. Em todas elas, o 1º lugar receberá um aparelho celular Samsung Galaxy A12 64GB; o 2º será premiado com um aparelho tablet Samsung Galaxy Tab A7 lite 32GB 4G; e o 3º lugar leva um aparelho celular Samsung Galaxy A02 32GB. Estudantes do Sistema Socioeducativo ou do Sistema Prisional poderão ter o prêmio convertido em dinheiro.

Também serão contemplados professores(as) ou orientadores(as) indicados(as) pelos(as) estudantes vencedores(as) de cada categoria, com premiações de R$ 1.200 para o 1º lugar, R$ 500,00 para o 2º lugar e R$ 300 para o 3º lugar.

 

 

>> ACESSE AQUI O REGULAMENTO DO XII CONCURSO DE REDAÇÃO E DESENHO DO SINPRO-DF

Sinpro realiza atividade para denunciar problemas na educação, neste sábado (11)

Os problemas nas escolas públicas são vários e atingem não só a categoria do magistério público, mas toda a sociedade. Para cobrar mudanças, em defesa do povo, da democracia e da vida, o Sinpro-DF realizará neste sábado (11/6) a ação “Sinpro nas cidades: Não é verdade que está tudo bem”. A atividade será na Praça da Feira da Ceilândia, a partir das 8h.

Na ação, além de análises feitas por dirigentes do Sinpro-DF, será realizada panfletagem. O material dialoga com a população sobre problemas graves vivenciados hoje no Distrito Federal, como salas de aula superlotadas, falta de professores, de monitores, além da desvalorização dos profissionais de educação, evidenciada com a ausência de concurso público para o magistério e com o congelamento salarial de sete anos para professores(as) e orientadores(as) educacionais.

“A estratégia adotada no DF é a mesma do governo federal: destruição dos serviços públicos, retirada dos direitos dos cidadãos e descaso com o sofrimento alheio. E quem paga o pato dessa má gestão somos nós”, afirma trecho do panfleto que será distribuído. Acesse o material completo aqui.

Na atividade deste sábado, a população também será convidada a denunciar os problemas que registram nas escolas onde estudam ou onde estão matriculados os filhos, além das dificuldades que vivenciam na cidade, resultado da má gestão do GDF. O registro será feito em papel e depositado em urna específica.

O “Sinpro nas cidades: Não é verdade que está tudo bem” também será realizado em outras cidades do DF. A programação será divulgada em breve.

Sinpro-DF recorre ao Ministério Público por melhores condições de trabalho

O Correio Braziliense deu destaque à iniciativa do Sinpro de procurar o Ministério Público, conforme decisão de assembleia geral, para formalizar denúncia sobre a situação da rede pública de ensino no Distrito Federal. Entre as questões apontadas estão o aumento da contaminação por covid-19 nas escolas, superlotação das salas de aula, necessidade de contratação de mais professores e oferta de novas unidades de ensino.

“Está cada vez mais difícil a interlocução com governo, tanto na secretaria de saúde, onde houve troca de cinco secretários, como na de educação, com quatro substituição de titulares da pasta. Além disso, o risco de transmissão da covid nas escolas se torna ainda maior com a constatação de que as crianças são vetores e muitas delas sequer foram vacinadas”, disse a diretora do Sinpro-DF Luciana Custódio ao Correio.

Leia a matéria completa abaixo.

 

Sinpro-DF recorre ao Ministério Público por melhores condições de trabalho

Aumento de casos de covid, superlotação das salas de aula, contratação de professores e oferta de novas escolas foram alguns pontos debatidos

(Jáder Rezende para o Correio Braziliense)

 

O Sindicato dos Professores (Sinpro-DF) formalizou junto ao Ministério Público o Distrito Federal e Territórios (MPDFT) denúncia sobre a situação da rede pública de ensino na capital. Na quarta-feira (8/6), a comissão de negociação da entidade se reuniu com promotores para detalhar a questão, além de problemas como o aumento da covid-19 nas escolas, superlotação das salas de aula, necessidade de contratação de mais professores e oferta de novas unidades de ensino.

De acordo com a diretora do Sinpro-DF, Luciana Custódio, o encontro cumpriu deliberação da assembleia geral, realizada na quarta-feira (1/6), quando a categoria decidiu pela formalização de uma série de denúncias, relatando, sobretudo, o volume expressivo de professores em regime de contratação temporária.

“São 24 mil professores atuando nas unidades de ensino, sendo mais da metade, 13 mil, em regime de contrato temporário. A grande questão é a descontinuidade do trabalho deses docentes, o que não garante vínculo com a comunidade”, observa, lembrando que em 2005 houve a recomendação do MP de um termo de ajuste para limitar a contratação temporária.

O termo de ajuste em questão limitava em 6.500 professores o contrato temporário. “O advogado do Sinpro, Lucas Mori, apresentou aos promotores dados retirados no Portal da Transparência com as curvas de professores do contrato temporário e efetivos, alertando que essa desproporcionalidade é cada vez mais considerável.”

Segundo ela, ao avaliar a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), foi constatado que o governo dificilmente conseguirá suprir a demanda de vagas. “Além disso, o cadastro reserva não resolve o problema da rede. Com a pandemia observou-se uma lata demanda de alunos da rede privada migrando para a rede pública. Foram pelo menos mais 7 mil novas matrículas”, afirma a dirigente do sindicato.

“Além disso, a rede registrou 27 mil novas matrículas após retorno presencial, sem que o governo sequer se preparasse para essas novas matrículas, mesmo com quase dois anos de trabalho remoto para se programar”, completa.

A falta de escolas e o número considerável de imóveis alugados para brigar unidades de ensino, ainda segundo Custódio, foram outros pontos destacados na reunião. Como exemplo da carência de escolas, ela aponta a regional do Paranoá, onde há uma grande demanda de alunos transportados para outras unidades, acarretando gastos que poderiam ser revertidos na construção de novas unidades próximas.

Ainda segundo ela, a comissão apontou ainda a urgência de divulgação de protocolos para gerenciamento do alto índice da transmissão de covid-19 nas unidades de ensino, destacando os riscos acarretados para os alunos e suas famílias, “Está cada vez mais difícil a interlocução com governo, tanto na secretaria de saúde, onde houve troca de cinco secretários, como na de educação, com quatro substituição de titulares da pasta. Além disso, o risco de transmissão da covid nas escolas se torna ainda maior com a constatação de que as crianças são vetores e muitas delas sequer foram vacinadas”, afirma.

Segundo Custódio, os promotores se comprometeram a estudar todas as denúncias minuciosamente para adotarem as medidas cabíveis. “A reunião foi frutífera, com um bom diálogo e escuta muito sensível”, disse.

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