Saiba tudo sobre as eleições do Sinpro-DF

Nos próximos dias 25 e 26 de maio, professores(as) e orientadores(as) educacionais da rede pública de ensino do DF poderão escolher a nova diretoria e o Conselho Fiscal do Sinpro-DF. Concorrem ao processo eleitoral para o triênio 2022-2025 duas chapas: a Chapa 1 – Com Você, Por Você; e a Chapa 2 – Alternativa. Ambas as chapas com 39 titulares e cinco suplentes.

Conheça as chapas clicando abaixo. No material de cada uma há links para saber mais.

Chapa 1 – Com Você, Por Você

Chapa 2 – Alternativa

Onde votar
A votação poderá ser realizada nas sedes e subsedes do Sinpro-DF, das 8h às 20h, e nas escolas públicas do DF, das 8h às 17h para as unidades de turno diurno, e das 8h às 20h para as de turno noturno.

Serão disponibilizadas 42 urnas fixas, sendo quatro na sede e subsedes do sindicato e 38 escolas em diversas regiões administrativas do DF.

“Outros locais de votação de urnas fixas, além de urnas itinerantes que percorrem locais de trabalho e seus roteiros, serão definidos pela Comissão Eleitoral”, traz o edital de convocação das eleições do Sinpro-DF.

Clique aqui e veja os locais de votação 

Quem pode votar
Têm direito ao voto professores(as) e orientadores(as) educacionais sindicalizados(as) há pelo menos seis meses. Eles e elas também devem estar quites com as mensalidades há, no mínimo, 30 dias antes das eleições; enquadrados nos parâmetros estabelecidos no Estatuto do Sinpro-DF; e sem entraves com a lei civil brasileira.

Acesse aqui o Estatuto do Sinpro-DF

Pra votar, basta apresentar documento de identificação com foto.

O Sinpro-DF alerta que a participação no processo eleitoral é decisivo para tornar o sindicato mais forte e, consequentemente, capaz de garantir direitos e avançar em conquistas. Participe!

 

Atenção aposentados e aposentadas: reunião nesta segunda-feira, 16, às 10h!

O Sinpro convida professores(as) e orientadores(as) educacionais aposentados(as) para reunião nesta segunda-feira, 16 de maio, às 10h na sede do sindicato, no SIG.

Na pauta, recomposição salarial e informes gerais. É muito importante a participação de todos e todas! A reunião faz parte da agenda de mobilização da campanha salarial 2022 do Sinpro.

Somente a pressão da categoria organizada vai conquistar as vitórias pelas quais estamos lutando!

O dia seguinte à Lei Áurea

Neste 14 de maio, o Sinpro retoma uma vez mais a discussão dentro da temática especial do 13 de maio e as consequências da Abolição da Escravatura.

A composição do cantor baiano Lazzo Matumbi em parceria com Jorge Portugal nos leva à reflexão sobre as consequências da Lei Áurea.

No vídeo abaixo, o cantor nos brinda com uma interpretação visceral dessa canção, por ocasião da celebração do dia da consciência Negra no Congresso Nacional, em 24 de novembro de 2016.

Excelente material para trabalhar as aulas de História, Língua Portuguesa, Literatura, Geografia etc.

14 de maio

No dia 14 de maio, eu saí por aí
Não tinha trabalho, nem casa, nem pra onde ir
Levando a senzala na alma, eu subi a favela
Pensando em um dia descer, mas eu nunca desci

Zanzei zonzo em todas as zonas da grande agonia
Um dia com fome, no outro sem o que comer
Sem nome, sem identidade, sem fotografia
O mundo me olhava, mas ninguém queria me ver

No dia 14 de maio, ninguém me deu bola
Eu tive que ser bom de bola pra sobreviver
Nenhuma lição, não havia lugar na escola
Pensaram que poderiam me fazer perder

Mas minha alma resiste, meu corpo é de luta
Eu sei o que é bom, e o que é bom também deve ser meu
A coisa mais certa tem que ser a coisa mais justa
Eu sou o que sou, pois agora eu sei quem sou eu

Será que deu pra entender a mensagem?
Se ligue no Ilê Aiyê
Se ligue no Ilê Aiyê
Agora que você me vê

Repare como é belo
Êh, nosso povo lindo
Repare que é o maior prazer
Bom pra mim, bom pra você
Estou de olho aberto
Olha moço, fique esperto
Que eu não sou menino

MATÉRIA EM LIBRAS

Em vídeo que abre nova série, Sinpro apresenta a Secretaria de Raça e Sexualidade

O Sinpro-DF inicia a apresentação de uma série de vídeos contando um pouco da história de cada secretaria durante o período da atual gestão, que já caminha para seu final. A primeira será a Secretaria de Raça e Sexualidade.

A secretaria é composta pelas professoras Márcia Gilda (coordenadora), Ana Cristina Machado e pelo professor Cláudio Antunes; e tem desenvolvido um trabalho muito importante e cada vez mais enraizado. “A nossa secretaria é imprescindível para construir uma sociedade justa e igualitária. O trabalho é interseccional, oferecendo formação nas escolas, seminários reconhecidos pela Eape, e outras atividades”, conta Márcia Gilda. “Esse trabalho nunca parou, nem em meio à pandemia. Queremos envolver toda a comunidade escolar nessa grande proposta por uma sociedade justa, fraterna e igualitária”, ressalta ela.

A rede pública de educação do DF conta com enorme número de profissionais negros e negras; bem como é negra boa parte dos estudantes. Portanto, combater o racismo é uma tarefa fundamental de todo o sindicato. Da mesma forma, aqueles e aquelas, nas escolas, que integram a comunidade LGBTQIA+ sofrem com a opressão, a exclusão e a invisibilidade. No último dia 19 de abril, como ação da Secretaria de Raça e Sexualidade, foi lançado o coletivo LGBTQIA+, num evento representativo e animado.

No vídeo, você conhece mais sobre as ações, eventos e debates propostos pela secretaria, e de que formas ela contribui para o combate à injustiça e à desigualdade. Em especial, o vídeo aborda os desafios enfrentados nessa área nos últimos três anos, período de duração da atual gestão do sindicato, que manteve seu trabalho em novos moldes durante a pandemia da covid-19.

Nesta edição e nos demais vídeos da série, professores(as) ou orientadores(as) educacionais que atuam nas áreas apresentadas foram convidados para falar de sua experiência ao lado da diretoria na implementação das diversas políticas. Neste primeiro vídeo, nós ouvimos os professores André Lúcio Bento e João Macedo.

Torneio de Futebol Paulo Freire acontece neste fim de semana na Chácara do Sinpro

Neste final de semana, dias 14 e 15 de maio, a Chácara do Sinpro recebe o II Torneio de Futebol Paulo Freire. Os jogos acontecem no sábado de 8h a 17h e no domingo de 8h a 14h.

No total, 194 professores(as) e orientadores(as) educacionais se inscreveram, distribuídos em 12 equipes – 9 masculinas e 3 femininas. No sábado, acontecem os jogos da primeira fase do torneio masculino. No domingo, as semifinais e final masculina e o torneio feminino.

Os times masculinos estão divididos em três grupos. Os primeiros colocados de cada grupo, mais o melhor segundo colocado, se enfrentam nas semifinais. Já no torneio feminino, as três equipes se enfrentam entre si e a campeã será aquela com maior número de pontos ao final do triangular. Você pode conferir os grupos e as tabelas do torneio clicando AQUI.

Educadores(as) filiados(as) estão convidados e convidadas a ir à Chácara acompanhar o evento e torcer pela sua equipe preferida! “Na luta sindical, sentir-se parte do mesmo time, o de trabalhador e trabalhadora, buscando a unidade neste jogo por melhores condições de trabalho e salários, traz a certeza de que é possível avançar nas conquistas, tanto para categoria, quanto para a sociedade”, diz a diretora do Sinpro Fatinha de Almeida. “Nessa construção, a Secretaria de Cultura do nosso sindicato celebra os 43 anos de muita luta, resistências e conquistas dessa brava categoria que educa”, completa ela.

MATÉRIA EM LIBRAS

Quem comemora o 13 de maio, mesmo?

 

Os movimentos negros no Brasil não têm dia 13 de maio de 1888 como marco. Nessa data, o que deve ser lembrado é que houve todo um processo de lutas, e não concessão ou generosidade de membro algum da Coroa Portuguesa. A referência para a luta do povo negro é o 20 de novembro, Dia da Consciência Negra, que reivindica a trajetória de Zumbi e Dandara, líderes do Quilombo dos Palmares.

134 anos após a assinatura da abolição, ainda não há igualdade, e a vida da população negra brasileira é marcada pela violência, pela exclusão e pelo encarceramento. “Negros e negras foram escravizados por mais de 300 anos no Brasil. Não houve políticas de inclusão quando da abolição, o que aprofundou a marginalização e a discriminação”, pontua Márcia Gilda, diretora da Secretaria de Raça e Sexualidade do Sinpro-DF. “Mecanismos como as cotas, por exemplo, somente começaram a acontecer mais de um século depois”, completa ela.

 

Ancestralidade…

Neste mês de maio, o TV Sinpro apresentou dois programas com temática especial referente à luta e à ancestralidade negras.

No dia 11 de maio, o programa transmitiu o documentário Baobá, produzido pela Secretaria de Raça e Sexualidade e pela Secretaria de Imprensa e Divulgação do Sinpro-DF. Ambientado no plantio de baobás na Chácara do Sinpro, o minidocumentário foi produzido em novembro de 2021 quando, em comemoração ao mês da consciência negra, o Sinpro-DF criou o Recanto dos Baobás em sua chácara, em homenagem a mulheres negras brasileiras que protagonizaram a luta antirracista.

Em nove minutos, a obra traz entrevistas com especialistas e militantes históricos(as) da luta antirracista no Distrito Federal, que falam sobre a importância do Baobá para os povos africanos no continente e na diáspora.

Também foi exibido um vídeo sobre a ação realizada no Centro de Ensino Médio 01 de Sobradinho, onde estudantes se somaram ao projeto de plantio de baobás, desenvolvido pelo professor André Bento. O diálogo aconteceu diante dos três baobás mais antigos do DF, localizados em frente à Embrapa, na Asa Norte.

… e a interminável luta por igualdade

No dia 4 de maio, o programa da TV Sinpro teve como tema o racismo, a partir do lamentável caso sofrido pelo estudante Mateus Antunes, de 26 anos, vítima de injúria racial em redes sociais.

A mãe do rapaz, Muria Antunes Damasceno, contou em depoimento emocionante que a primeira injúria de que Mateus foi vítima foi ainda aos 3 anos de idade, quando chegou em casa e disse aos pais que os coleguinhas não queriam brincar com ele porque ele era “preto de gengivas pretas”. Muria lembra que foi o próprio filho quem consolou os pais que estavam aos prantos, dizendo: “Mamãe, deixa! Eles não sabem que se eles cortarem a minha pele, [vão ver que sangue é] da mesma cor!”

A injúria sofrida pelo rapaz, relatada no programa TV Sinpro de 4 de maio, é objeto de inquérito instaurado na 20ª DP. O advogado de Mateus, Dr. Elias Soares, também estava presente ao TV Sinpro, e lembrou que “o racismo não está presente na pele, mas na cabeça de todos nós”.

Márcia Gilda, que conduziu a entrevista, advertiu a todos da diferença entre o racismo e o bullying: enquanto o bullying desconstrói, o racismo desumaniza, pois trata um ser humano como bicho.

Poesia, sempre

Neste 13 de maio, é importante pensarmos no protagonismo de Oliveira Silveira, poeta afro-brasileiro que, junto com o grupo Palmares, idealizou o 20 de novembro como data simbólica do movimento negro. Deixamos, para reflexão, a íntegra do poema 13 de maio, cuja primeira estrofe ilustra este texto:

 

Treze de Maio
 
Treze de maio traição,
liberdade sem asas
e fome sem pão
 
Liberdade de asas quebradas
como
…….. este verso.
Liberdade asa sem corpo:
sufoca no ar,
se afoga no mar.
Treze de maio – já dia 14
o Y da encruzilhada:
seguir
banzar
voltar?
Treze de maio – já dia 14
a resposta gritante:
pedir
servir
calar.
Os brancos não fizeram mais
que meia obrigação
O que fomos de adubo
o que fomos de sola
o que fomos de burros cargueiros
o que fomos de resto
o que fomos de pasto
senzala porão e chiqueiro
nem com pergaminho
nem pena de ninho
nem cofre de couro
nem com lei de ouro.
O que fomos de seiva
…………………..de base
………………… de Atlas
o que fomos de vida
…………………..e luz
chama negra em treva branca
…………………..quem sabe só com isto:
 
que o que temos nós lutamos
para sobreviver
e também somos esta pátria
em nós ela está plantada
nela crispamos raízes
de enxerto mas sentimos
e mutuamente arraigamos
….quem sabe só com isto:
que ela é nossa também, sem favor,
e sem pedir respiramos seu ar
….a largos narizes livres
bebemos à vontade de suas fontes
… a grossas beiçadas fartas
tapamos-destapamos horizontes
….com a persiana graúda das pálpebras
escutamos seu baita coração
….com nosso ouvido musical
e com nossa mão gigante
batucamos no seu mapa
….quem sabe nem com isso
e então vamos rasgar
a máscara do treze
para arrancar a dívida real
com nossas próprias mãos.
(obra reunida, p. 249).

LC 191/22: Cuidado com a desinformação!

Há um texto que circula via whatsapp, principalmente entre professores, que contém uma série de imprecisões a respeito de um assunto muito importante e que em sendo acompanhado muito de perto pelos departamentos jurídicos do Sinpro-DF e da CNTE.

O texto do whatsapp diz:

O presidente eleito por muitos professores (alguns até colegas de longa data) acaba de assinar lei que ROUBA tempo de serviço dos professores durante o período crítico da pandemia. Na prática, todo esse período passa a não contar para efeito de triênios, férias, licenças-prêmio, etc. É como se os professores tivessem morrido durante esse tempo

Reprodução de tela de Whatsapp

E segue a esse texto um post de um site obscuro, datado do início de março, sobre as leis complementares 173/20 e 191/22.

Há algumas imprecisões no texto citado. A assinatura da lei em questão (191/22) ocorreu no dia 8 de março deste ano, e o “tempo de serviço roubado” é tema de contestação na justiça.

 

Entenda o caso

O Sinpro já explicou duas vezes sobre o tema, em duas reportagens, nos dias 14 e 18 de março deste ano, e vamos recuperá-las neste novo post.

Para se entender o que dizem as leis complementares 173/20 e 191/22, é preciso ter o seguinte intervalo de tempo em mente: de 28 de maio de 2020 a 31 de dezembro de 2021.

Se você estava contando tempo para receber anuênio, então o intervalo de datas acima congelou a contagem, que foi retomada em 1º de janeiro de 2022. A Lei Complementar 173/20 é válida para todas as esferas do funcionalismo público: federal, estadual e municipal. Foi sancionada pelo presidente da República, sob pretexto de combate à Covid-19. Condicionava repasses da União para o DF e demais entes da federação a uma série de limitações de gastos com pessoal.

A Lei Complementar 191/22 (que é citada no texto que circula no Whatsapp) revoga a validade da LC 173/20, mas apenas para profissionais da saúde e da segurança (como já explicamos aqui). Profissionais da educação continuam com a contagem de anuênio suspensa nesse período.

 

Sinpro na luta

“Uma das consequências da LC 191 é reafirmar o discurso de que a nossa categoria não trabalhou. O tratamento não é isonômico”, lembra o diretor do Sinpro Cleber Soares. “Estamos entrando na justiça para questionar essa diferenciação de tratamento que foi dada em relação às categorias. Está sendo judicializado, mas nossa unidade política, enquanto categoria, será fundamental pra reverter essa decisão”, explica Soares.

“Por entender que houve quebra de isonomia, o Sinpro entrou contra o governo na justiça. Estamos no aguardo da contestação da peça”, relatou o advogado do sindicato, Dr. Lucas Mori.

 

Enquanto o processo não avança na justiça, a contagem do anuênio da categoria do magistério segue alterada. O Sinpro preparou uma tabela para você refazer sua contagem.

Reunião com gestores aborda recomposição salarial, revisão da Lei de Gestão Democrática e condições nas escolas

O Sinpro-DF convida os(as) gestores(as) das escolas públicas do Distrito Federal para reunião na próxima segunda-feira (16), às 17h30, no auditório Paulo Freire (SIG Quadra 6 Lote 2260 – Setor Gráfico). A reunião traz para o debate temas importantes e necessários para a categoria: recomposição salarial, revisão da Lei de Gestão Democrática e as condições nas escolas públicas. Esta reunião faz parte da agenda de lutas aprovada em assembleia. Clique aqui e confira o Edição Extra.

Na assembleia geral da categoria, realizada no dia 12 de maio, a situação das escolas foi um dos pontos debatidos, pois a realidade mostra com nitidez o descaso do governo Ibaneis com a Educação. Problemas sérios decorrentes da militarização, com graves ataques à gestão democrática; turmas superlotadas; desvalorização dos profissionais de educação; redução e desorganização no repasse de recursos; dificuldades de estrutura; desmonte da EJA (Educação de Jovens e Adultos) e da educação inclusiva; carência exorbitante de professores, associada à enorme quantidade de profissionais em contrato temporário; carência de orientadores educacionais; carência de monitores e aumento do número de estudantes com deficiência nas turmas sem nenhuma política de inclusão. Nada disso é mera negligência, mas sim, consequência de um projeto consciente de sucateamento da educação pública.

Gestor(a), participe da reunião porque é a nossa união que fortalecerá nossa luta por melhores condições de trabalho, salários decentes, investimento para a educação e respeito pelo magistério público.

 

 

 

 

Assembleia geral define: agenda de mobilização continua!

Professores(as) e orientadores(as) educacionais se reuniram em assembleia geral na manhã desta quinta-feira, 12 de maio. Em meio à conquista do reajuste do vale-alimentação, anunciado nesta quarta (11) pelo GDF, a categoria foi firme em reafirmar que seguirá lutando para que os demais itens da pauta de reivindicações sejam atendidos, especialmente os referentes à recomposição salarial.

O governador não negociava diretamente com a categoria desde 2020. Foi a mobilização dos educadores e educadoras, desde a primeira assembleia deste ano, em fevereiro, que alcançou os avanços pelos quais lutamos – atualização da tabela salarial, que estava em atraso desde 2015; incorporação ao vencimento do valor do antigo auxílio-saúde; reajuste do valor do vale-alimentação.

Sabemos que é insuficiente, afinal, há muitos outros itens na nossa pauta. Mas é importante considerar que o cumprimento pelo governo de cada uma dessas reivindicações foi produto da pressão. Foram conquistas arrancadas, e não concessões feitas, pois o GDF vinha resistindo a atender, e até a negociar.

A realidade nas escolas mostra com nitidez o descaso do governo Ibaneis com a Educação. Problemas sérios decorrentes da militarização, com graves ataques à gestão democrática; turmas superlotadas; desvalorização dos profissionais de educação; redução e desorganização no repasse de recursos; dificuldades de estrutura; desmonte da EJA (Educação de Jovens e Adultos) e da educação inclusiva; carência exorbitante de professores(as), associada à enorme quantidade de profissionais em contrato temporário; carência de orientadores(as) educacionais; carência de monitores(as) e aumento do número de estudantes com deficiência nas turmas sem nenhuma política de inclusão. Nada disso é mera negligência, mas sim, consequência de um projeto consciente de sucateamento da educação pública.

É por isso que a categoria não se ilude que qualquer vitória poderá vir espontaneamente desse governo. Continuaremos pressionando pela incorporação da Gaped/Gase; pela redução dos padrões na tabela salarial, de forma a abreviar o tempo necessário para se alcançar o topo da carreira; por recomposição salarial já. Manter a mobilização e a pressão é a principal ferramenta para ir além e buscar ganhos reais.

É fundamental que todos e todas participem da agenda abaixo, aprovada pela assembleia:

MAIO

16 (segunda)
18h – Reunião com gestores(as) no auditório Paulo Freire do Sinpro (SIG)

19 (quinta)
19h – Reunião com delegados(as) sindicais no auditório Paulo Freire do Sinpro (SIG)

23 (segunda)
18h – Faixaço e bandeiraço com carro de som nas cidades do DF

25 e 26 (quarta e quinta)
Eleições do Sinpro

JUNHO

01 (quarta) – com possibilidade de antecipação
Assembleia Geral

Confira aqui o Edição Extra com o calendário de luta aprovado.

Inscrições abertas para o 3º Concurso de Práticas Inovadoras do Projeto Maria da Penha Vai à Escola

A escola pública do Distrito Federal tem mostrado, ano a ano, que, quando há investimento do dinheiro público, governantes responsáveis, vontade política, compromisso com uma educação pública, gratuita, laica, libertadora, inclusiva, socialmente referenciada, é possível realizar projetos incríveis que mudam a sociedade para melhor.

 

Um exemplo disso são os projetos que concorrem no Concurso de Seleção de Práticas Inovadoras, relacionadas à prevenção e ao enfrentamento da violência contra as mulheres e meninas nas escolas públicas do Distrito Federal, o qual faz parte do projeto Maria da Penha Vai à Escola do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT).

 

Para estimular o enfrentamento a esse desafio e incentivar a criatividade, o TJDFT abriu as inscrições para a terceira edição do concurso. Assim, as inscrições para o 3º Concurso de Seleção de Práticas Inovadoras começaram nessa quarta-feira (11/5) e vão até as 19h do dia 30 de junho de 2022. São feitas, exclusivamente, pela Internet, por meio de formulário eletrônico disponível na página do Núcleo Judiciário da Mulher (NJM) https://bit.ly/3Pj16oe.

 

Segundo o edital, serão selecionadas as três melhores práticas, desenvolvidas tanto no ensino remoto como no presencial. A premiação será em setembro, durante o III Congresso Maria da Penha Vai à Escola. A seleção é coordenada pelo Comitê Gestor do Acordo de Cooperação Técnica do Projeto Maria da Penha Vai à Escola – MPVE.

 

Na nota divulgada à imprensa, o TJDFT informa que as práticas podem ser inscritas por profissionais da educação da Secretaria de Educação do DF (SEE-DF), com atuação nas escolas públicas do Distrito Federal, e podem ser apresentadas individualmente ou em grupo.

 

Para apresentação dos trabalhos, os interessados devem especificar título; descrição do projeto; objetivos; metodologia; público-alvo; desenvolvimento do trabalho; recursos e instrumentos utilizados; desafios encontrados; e os resultados. Os materiais produzidos (imagens, produções textuais, vídeos etc) devem ser encaminhados ao e-mail do NJM: njm.df@tjdft.jus.br.

 

Ainda segundo a nota, a ideia do concurso é a de motivar profissionais da área da educação a disseminarem iniciativas relacionadas ao tema. “A ideia é motivar profissionais da área da educação a disseminarem iniciativas relacionadas à temática junto a estudantes, além de divulgar e dar visibilidade às práticas inovadoras que contribuam para prevenção e enfrentamento da violência de gênero nas escolas”, explica o juiz Josmar Gomes de Oliveira, titular do Juizado de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher de Sobradinho e coordenador do NJM.

 

Na edição de 2021, seis escolas tiveram seus projetos selecionados. Pela ordem, foram Escola Classe Café Sem Troco, do Paranoá; Escola Classe 50, de Taguatinga; Escola Classe 407 Norte, da Asa Norte; Centro de Ensino Fundamental 1 do Planalto, da Vila Planalto; Centro de Ensino Médio de Taguatinga Norte; e Centro de Ensino Médio – CEM 4, de Sobradinho.

 

Dúvidas ou sugestões podem ser esclarecidas pelos telefones (61) 98613-8995 ou 3103-2041, das 12h às 19h, ou pelo e-mail cap.njm@tjdft.jus.br. Confira o edital completo e participe https://bit.ly/3MdJ84M. O TJDFT lembra que o enfrentamento à violência contra a mulher é uma luta de toda a sociedade e pode começar por você.

 

Acesse: http://linearclipping.com.br/seedf/site/m014/noticia.asp?cd_noticia=121514782

 

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