Ato em apoio à comunidade do CED 01 reúne 400 pessoas

Nesta quinta-feira, 02 de dezembro, a comunidade do CED 01 da Estrutural recebeu o apoio de diversas lideranças comunitárias, do movimento negro, da pastoral da criança e do adolescente, além de mandatos parlamentares, organizações estudantis e entidades sindicais como o Sinpro e a CNTE (Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação).

 

>>> Saiba mais: DEPUTADO BOLSONARISTA INVADE ESCOLA NA CIDADE ESTRUTURAL PARA CENSURAR TRABALHOS DE ESTUDANTES <<<

Com a presença de cerca de 400 pessoas, o ato expressou apoio à vice-diretora da escola, Luciana Pain, e repudiou a censura e o racismo, além de questionar a militarização. Segundo Márcia Gilda, da Secretaria de Raça e Sexualidade do Sinpro, a ação do tenente que queria ver retirados do mural da escola cartazes feitos por estudantes foi uma ação contra a educação pública de qualidade, socialmente referenciada. “O trabalho dos estudantes incomodou porque foi de encontro ao mito da democracia racial”, disse ela. “Mas ninguém irá nos calar! Por isso estamos aqui para manifestar nosso apoio à equipe gestora, ao professor responsável pelas turmas, aos estudantes e à toda a comunidade do CED 01”, afirmou.

O Sinpro requereu ao Ministério Público Federal (MPF) que averigue a atitude autoritária e abusiva do deputado Heitor Freire (PSL-CE), da base de apoio de Jair Bolsonaro, contra a vice-diretora do CED 01 da Estrutural, professora Luciana Pain. O parlamentar invadiu a escola na quarta-feira, 24 de novembro, sem se apresentar e buscando intimidar a gestora.

Assista abaixo o vídeo sobre o ato:

Sábado é dia de ato “Bolsonaro nunca mais!”

Neste sábado 4 de dezembro, mulheres de movimentos sociais, políticos, partidários e de centrais sindicais fazem atos em todo o Brasil pedindo Bolsonaro Nunca Mais!

Em Brasília, a manifestação está marcada para as 15h na Praça Marielle Franco.

De acordo com a dirigente do Sinpro-DF Vanilce Diniz, as mulheres, principalmente as negras, são as que mais sofrem com os desmandos e desgovernos de Jair Bolsonaro, são as vítimas principais do desemprego, da fome e da miséria. “Por isso, vamos às ruas neste sábado, pois temos que marcar posição a favor do impeachment de Bolsonaro”, declarou. “Um governo que incentiva diversas formas de violência contra a mulher não pode continuar!”, diz a sindicalista.

Um total de 29 organizações assinam a convocação do ato de 4 de dezembro, dentre as quais destacam-se : Articulação de Mulheres Brasileiras (AMB), a Marcha Mundial de Mulheres (MMM), o Movimento Negro Unificado (MNU), o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e a União de Negras e Negros pela Igualdade (Unegro), as mulheres do Partido dos Trabalhadores (PT), do Partido Socialismo e Liberdade (PSOL), do Partido Comunista do Brasil (PCdoB), da Central Única dos Trabalhadores (CUT) e da Central de Trabalhadoras e Trabalhadores do Brasil (CTB).

 

Veja na lista abaixo o horário dos atos “Bolsonaro nunca mais!” nas capitais

. Aracaju (SE) – 9h, Praça do Mercado

. Belo Horizonte (MG) – 14h, Praça da Liberdade

. Brasília (DF) – 15h, Praça Marielle Franco, Setor Comercial Sul

. Cuaibá (MT) – aguardando hora e local

. Curitiba (PR) – 9h, na Praça Santos Andrade

. Florianóplis (SC) – 9h30, Largo da Alfândega

. Fortaleza (CE) – 15h, Praça da Gentilândia, Benfica

. Goiânia (GO) – 9h, em frente a Catedral Metropolitana

. João Pessoa (PB) – 9h, concentração será no Lyceu Paraibano e caminhada até o Ponto de Cem Réis, concluindo com um ato público cultural com apresentações artísticas, oficina de cartazes e performances.

. Maceió (AL) – 17h, Praça Marcílio Dias

. Natal (RN) – 15h, no cruzamento da Bernardo Vieira com a Salgado Filho, em frente ao Midway

. Porto Alegre (RS – 16h, Praça do Tambor, próximo à Usina do Gasômetro

. Recife (PE) – 14h, Praça do Diário

. Rio de Janeiro (RJ) – 10h, Candelária 

. Salvador (BA) – 13h, na Praça da Fazenda Grande 2, próximo à Companhia da Polícia Militar.

. São Luís (MA) – 15h, Praça Gonçalves, no Centro

. São Paulo (SP) -14h, Masp, na Avenida Paulista

 

Tem atos marcados também em várias cidades do interior dos estados:

. Campinas (SP) – 9h, Largo do Rosário

. Campina Grande – 9h, Praça da Bandeira – terá distribuição de panfletos, intervenções e apresentações culturais.

. Caxias (RS) – 16h, Praça Dante Alighieri

. Blumenau (SC) – 10h30, Praça do Teatro Carlos Gomes

. Juazeiro do Norte (CE) – 16h, no Giradouro

. Lages (SC) – 10h, Praça da Bandeira

. Mossoró (RN) – 8h, Praça do Pax

. Sorocaba (SP) – 18h30, Rua Julio Hamsen, 140

 

Inscrições para cursos de educação profissional e tecnológica terminam neste domingo (5/12)

O Sinpro-DF informa que as inscrições para os cursos de educação profissional e tecnológica para o primeiro semestre de 2022 na rede pública de ensino do Distrito Federal terminam neste domingo (5/12), somente pelo site da Secretaria de Estado da Educação do Distrito Federal (SEE-DF).

 

Segundo o site da SEE-DF, são ofertadas 4.814 vagas nas modalidades presencial e a distância. O período de inscrição começou no dia 23 de novembro e prossegue até o dia 5 de dezembro.

 

Ainda segundo o GDF, as oportunidades são para o nível médio como Formação Inicial e Continuada (FIC) e para diferentes níveis de escolaridade. O sindicato alerta aos(às) interessados(as) para ler com atenção os editais e verificar o que é exigido para a matrícula em cada curso.  

 

Importante destacar que o resultado final para as vagas, que serão preenchidas por sorteio eletrônico, será divulgado na data prevista de 16/12, a partir das 18h, também pelo site da SEE-DF.

 

Na Escola de Música de Brasília, além de cursos com seleção por sorteio de vagas, há oportunidades na formação continuada por meio de teste prático. O cronograma da unidade consta no edital e o resultado final, passadas todas as etapas, também será dia 16/12.

 

O período de efetivação da matrícula de 4 a 6/1/2022 para os contemplados na primeira chamada. A forma de efetivação – on-line ou presencial –,  será divulgada oportunamente.

 

 Haverá segunda chamada e terceira chamadas para as vagas que não forem preenchidas na efetivação da matrícula.

 

Para consultar a lista de oferta de vagas, acesse os editais em http://www.educacao.df.gov.br/

 

Clique no link a seguir para fazer sua inscrição:

 

https://ieducar.se.df.gov.br/ieducar/matricula/internet/escolas_tecnicas/Inscricoes_2022_1/aviso_escolas_tecnicas.php

OU

https://ieducar.se.df.gov.br/ieducar/matricula/internet/escolas_tecnicas/Inscricoes_2022_1/aviso_escolas_tecnicas.php

 

A educação pública pede socorro: concurso para orientador educacional já

Um(a) pedagogo(a)-orientador(a) educacional é responsável por atender 800 estudantes. A modulação, prevista na portaria nº 14 de janeiro desse ano, escancara o cenário devastador para o seguimento, que não tem oferta de concurso público desde 2014.

“Antes dessa portaria, já convivíamos com um número alarmante, que destinava 600 estudantes para cada orientador ou orientadora educacional. Agora, temos aumento de número de estudantes por profissional, mesmo sem a realização de concurso para a contratação de novos orientadores. Com isso, o que vemos cada dia mais é o adoecimento desses orientadores e orientadoras e a impossibilidade de avançar na qualidade do trabalho da orientação educacional”, reflete o dirigente do Sinpro-DF Luciano Matos.

Ainda segundo a portaria nº 14 de janeiro de 2021, de 801 a 1.600 estudantes, são destinados apenas 2 pedagogos(as)-orientadores(as) educacionais; e a partir de 1.601 estudantes, 3 pedagogos(as)-orientadores(as) educacionais. De acordo com dados da Secretaria de Educação do DF (SEEDF), apenas 1.132 orientadores(as) educacionais atendem 685 unidades escolares e 458.805 estudantes.

Para a dirigente do Sinpro-DF Meg Guimarães, a demanda crescente da atuação de orientadores(as) educacionais na rede pública de ensino do DF não vem sendo acompanhada pela atualização do quadro funcional, o que “é grave”. “O último concurso para orientador educacional foi em 2014, no apagar das luzes do Governo Agnelo, após uma década sem concurso nessa área”, lembra. Segundo dados da própria SEEDF, desde 2016, apenas 723 orientadores(as) educacionais foram nomeados(as), sendo que a última convocação foi realizada em 2019.

A dirigente sindical retoma que no Plano de Carreira do Magistério Público do Distrito Federal (Lei 5.105/2013) há previsão de 1.200 cargos de orientadores(as) educacionais, e contextualiza: “Em princípio, parece que esse número foi atingido. O problema é que, todo ano, têm orientadores e orientadoras educacionais que aposentam, falecem, pedem exoneração. Paralelamente, vem aumentando, gradativamente, o número de escolas e de estudantes na rede pública de ensino do DF, o que reforça a urgência da realização de novos concursos na área para ir suprindo essas carências”, avalia Meg Guimarães.

Segundo ela, “não ter orientadores e orientadoras educacionais nas escolas, ou mesmo ter um número muito pequeno desses profissionais, é negar acolhimento a estudantes, professoras e professores, pais, mães e responsáveis, impondo às escolas conflitos de convivência que refletem diretamente no desempenho de estudantes e no desestímulo de professores e professoras”.

Além da realização de concurso público, orientadores(as) educacionais também reivindicam:

• Garantia de um(a) orientador(a) para cada unidade de ensino, independentemente do número de estudantes; e a cada 300 estudantes, mais um orientador;

• Ampliação do número de cargos no Plano de Carreira de 1.200 para 1.800 (Lei 5.105/2013);

• Garantia de espaços físicos adequados, bem como dos recursos necessários para o bom funcionamento das atividades;

• Garantia da Coordenação Coletiva semanal e pelo direito às Coordenações Pedagógicas Individuais, ressaltando a importância desse espaço de reflexão e de construção da identidade do orientador educacional;

• Transparência no processo de remanejamento interno e externo;

• Promoção de políticas públicas de prevenção ao adoecimento físico e psicológico;

• Garantia da formação continuada para orientadores(as) educacionais, envolvendo GOE, Centro de Aperfeiçoamento dos Profissionais de Educação (Eape) e Universidade de Brasília (UnB).

Pressione
Em outubro, o Sinpro-DF lançou a campanha “A Educação pede socorro: concurso público já para professores e orientadores educacionais”. A ação foi pensada como forma de cobrar do Governo do Distrito Federal a garantia do direito constitucional à educação pública com qualidade socialmente referenciada, inclusiva, plural, laica e continuada; o que só pode ser viabilizado com um quadro de trabalhadores(as) concursados.

Para dar corpo à ação, o Sinpro-DF opta, mais uma vez, pela participação ativa da categoria. “Vamos publicar em nossas redes sociais fotos de professores e professoras e orientadores e orientadoras educacionais segurando cartaz com a frase ‘Concurso público já para professores e orientadores educacionais’”, explica coordenadora de Imprensa e Divulgação do Sinpro-DF, Letícia Montandon.

Veja o passo a passo para participar da campanha “A Educação pede socorro: concurso público já para professores e orientadores educacionais”:

1 – Em uma cartolina ou outro tipo de papel tamanho grande, escreva: “Concurso público já para professores e orientadores educacionais”;

2 – Tire uma foto segurando o cartaz;

3 – Envie para o WhatsApp 99323-8131, com nome e, caso tenha, perfil nas redes sociais.

Melquisedek – velório marcado

O velório de nosso querido Melqui será das 9h às 11h do dia 3 de dezembro, sexta-feira, na Capela 09 do Crematório Jardim Metropolitano em Valparaíso – GO.

A cremação será às 11:30.

 

Velório Melquisedek Aguiar Garcia 

Data: 3/12

Hora: 9 às 11h

Local: Capela 09 Crematório Jardim Metropolitano (Valparaíso – GO).

 

21 dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres, militarização das escolas e segurança pública

Por Vilmara do Carmo*

Nunca vivi um momento de tamanha incerteza e receio quanto ao futuro como agora. Não falo do próximo ano. Falo da semana que vem, do dia de amanhã, da próxima hora. Qual novo absurdo vamos ter que suportar desse (des)governo Bolsonaro e seus cupinchas? O cenário impõe que nada é mais imperativo do que agirmos de forma democrática, no radicalismo que exige esse conceito.

É com essa inquietação que sugiro a reflexão sobre os ataques à educação pública no Distrito Federal via militarização das escolas, durante esses 21 dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres – no Brasil, realizado de 20 de novembro a 10 de dezembro. Isso porque na mira desses ataques estão, majoritariamente, mulheres e meninas. O mais recente deles foi realizado no dia 24 de novembro, no CED 01 da Estrutural, escola cívico-militar.

Em alusão ao Dia da Consciência Negra, foi proposta a exposição de charges alusivas à data no mural da escola. Entre as charges expostas, algumas do cartunista Carlos Latuff, que faz crítica contundente à abordagem policial junto à população negra. Os trabalhos de Latuff escolhidos por alunas, alunos e alunes estão respaldados pela realidade. A 15ª edição do Anuário Brasileiro de Segurança Pública, elaborado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), mostra que, em 2020, 78,9% das pessoas mortas em intervenções policiais eram negras. Um percentual registrado com pequenas alterações em anos anteriores.

Mas a exposição das charges refletindo sobre abordagem policial/racismo incomodou o tenente que ocupa o cargo de diretor disciplinar do CED 01 da Estrutural, que solicitou à vice-diretora da escola, professora Luciana Pain, a retirada dos trabalhos. Ela se negou. E não bastasse a incoerente solicitação do tenente, o deputado bolsonarista Heitor Freire (PSL-CE), assim que soube do caso pelas redes sociais, invadiu a unidade escolar, reforçando o pleito do tenente diretor disciplinar do CED 01 da Estrutural. Novamente a professora Luciana Pain se recusou a vetar os trabalhos, argumentando que não se tratava de um ataque à polícia militar, mas de uma crítica ao racismo, na voz de estudantes que vivem diariamente aquela realidade. “Você vai cair”, disse o parlamentar à vice-diretora – uma mulher –, como forma de intimidá-la: prática recorrente por integrantes de setores reacionários, como o que apoia o governo Bolsonaro.

Essa não é a primeira vez que uma escola militarizada cai em vexame nacional. O CED 03 de Sobradinho também foi parar na mídia após alunas denunciarem casos de assédio sexual por policiais dentro da escola. Um dos relatos feito por uma aluna diz: “Uma aluna foi assediada por um sargento, e a outra levou um tapa na bunda. O mesmo pegou seu número e o de sua irmã em arquivos escolares, e por meio do WhatsApp incomodou-a com frases do tipo ‘beijinhos no canto da boca'”. Uma situação pavorosa!

Podemos ainda citar o caso ocorrido na escola cívico-militar Colégio Militar João Augusto Perillo, na cidade de Goiás, onde uma aluna foi constrangida a ficar nua durante uma revista realizada no banheiro na unidade que deveria ser direcionada à educação que liberta, e não à opressão.

Essas e outras tantas situações corroboram com a tese defendida por nós, educadoras, de que a militarização das escolas ataca, sobretudo, nós, mulheres. Somos nós a maioria nas escolas, seja como regentes, funcionárias, gestoras, alunas. E, diariamente, nos vemos pressionadas a abrir mão do nosso direito de cátedra e de liberdade de expressão para atender determinações que estão na esfera de quartéis e não de unidades escolares.

Temos plena consciência de que a segurança pública é essencial também para quem está dentro das escolas, principalmente para nós, mulheres. Entretanto, é um equívoco inominável tentar transformar o espaço do ensino-aprendizado no da ordem-punição. É dentro das escolas que podemos transformar o que está para além dos muros que a delimitam. Mas jamais conseguiremos realizar essa urgente e necessária ação sem a possibilidade da educação que atua para a formação de pessoas críticas ao racismo, ao machismo, à homofobia e às diversas formas de opressão.

Ao lambuzar com o verniz da “disciplina” práticas de assédio moral e até sexual contra mulheres e meninas, a militarização das escolas públicas do DF escancara que este é um projeto falido, pelo menos para quem pensa em uma educação que crie possibilidade de transformação da vida das pessoas e do mundo, o que jamais poderá ser feito diante de práticas que pretendem calar as mulheres ou, no mínimo, não lhes dar voz.

É por isso que nós, educadoras, mais do que nunca, temos que ter ciência e consciência do que é a militarização das escolas e da sua ineficácia para a qualidade da segurança pública. Temos que exigir do GDF ações que, de fato, sejam eficazes no enfrentamento à violência, mas pela raiz; e não apenas aceitar projetos que trazem um falso sentimento de segurança à população, mas, na prática, impõem ainda mais medo para a comunidade escolar.

*Vilmara do Carmo é professora de História da rede pública de ensino do DF, coordenadora da pasta de Assuntos e Políticas para Mulheres Educadoras do Sinpro-DF e militante da Marcha Mundial das Mulheres

 

 

2ª Conape Distrital é adiada para o primeiro semestre de 2022

Em virtude do falecimento do companheiro, professor e diretor do Sinpro, Melquisedek Aguiar Garcia, e pelo abalo provocado por esta fatalidade na Comissão Organizadora da 2ª Conape Distrital, a diretoria do Sinpro informa que a II Conferência Nacional Popular de Educação – Etapa Distrital (II Conape Distrital) foi adiada. A decisão foi tomada de forma coletiva e o Fórum Distrital de Educação/FDE, juntamente com a Comissão Organizadora, marcará uma nova data para o 1º semestre de 2022.

O sindicato pede a compreensão de todos e todas para este momento de profunda dor e assim que for definida a nova data, publicaremos em nossa página e nas redes sociais do Sinpro.

Melquisedek, Presente!

Dia Mundial de Luta contra a Aids

O Dia Mundial de Luta contra a Aids foi estabelecido pela OMS (Organização Mundial da Saúde) nos anos 80, quando o mundo viu a doença se espalhar e tornar-se latente a necessidade de controlar a contaminação. Celebrada todos os anos no dia 1° de dezembro, a data busca dar visibilidade aos métodos de prevenção e de enfrentamento da doença, bem como aos cuidados com as pessoas que convivem com o vírus HIV.

A conscientização é uma poderosa ferramenta contra a Aids e contra o preconceito. “O diagnóstico e o tratamento da doença avançaram muito, bem como o combate ao preconceito, e tudo isso se deve à ampliação da consciência entre as pessoas”, afirma Élbia Pires, diretora do Sinpro. “É por isso que a data é importante, e nós a utilizamos todos os anos para promover debates”, completa.

Este ano, a sede do Sinpro receberia estudantes da rede pública do DF para, mais uma vez, debater a importância do Dia Mundial de Luta contra a Aids. Entretanto, com a triste notícia da perda do nosso companheiro Melquisedek Aguiar, diretor do Sinpro, a atividade foi cancelada em sinal de luto.

Sinpro Fechado na 4ª-feira, 1/12

Em memória a nosso grande e querido companheiro Melquisedek Aguiar Garcia, falecido nesta terça-feira, a Diretoria Colegiada do Sinpro, em luto, informa que não haverá expediente na sede e nas subsedes do sindicato nesta quarta-feira, 1º de dezembro.

Melquisedek Aguiar Garcia, presente!

Profundamente abalada, a diretoria colegiada do Sinpro informa o falecimento do companheiro e diretor do Sinpro Melquisedek Aguiar Garcia, que atuava na regional de São Sebastião. Nosso querido Melqui faleceu nesta terça-feira, 30 de novembro, no Maranhão, vítima de enfarte, aos 47 anos.

Melquisedek foi ao Maranhão visitar sua mãe, que estava adoecida. Passou mal, foi transferido para a capital São Luiz mas não resistiu. Ele deixa três filhos.

O CED São Bartolomeu, em São Sebastião, instituição da qual ele era professor regente, decretou luto. Não haverá aula amanhã, quarta-feira, 01 de dezembro.

Tão logo tenhamos mais detalhes, traremos as informações.

No momento, nos somamos consternados à dor da família.

Melquisedek, PRESENTE!

 

Velório Melquisedek Aguiar Garcia 

Data: 3/12

Hora: 9 às 11h

Local: Capela 09 Crematório Jardim Metropolitano (Valparaíso – GO).

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