Professora mostra sua ancestralidade narrando a história do negro na sociedade

Trazendo uma narrativa de sua ancestralidade, a professora Mariana Almada Viana, cedida pela Secretaria de Educação do DF (SEE) para a Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF), aborda a temática negra no livro Ubuntu. A obra é um trabalho de dois anos de reflexão e construção, que resultou em um fotolivro autobiográfico.

A educadora, que também é fotógrafa, explica que entrar nesse campo é descobrir aquilo que fui e aquilo que sou, porque nós somos. “Este livro é fruto de viagens, de observações que fiz durante buscas da minha ancestralidade, e de elementos e pessoas que pudessem retratar esta história”, explica.

Ao estudar sobre a questão de sua ancestralidade, a professora começou a buscar estes elementos por meio de imagens. O objetivo era trazer um pouco de suas raízes por parte de pai, que é negro. “Eis que são a dor, as tristezas, mas, também, as lutas, as paixões, o amor, as alegrias de tantos Almadas, como toda nossa ancestralidade negra”, analisa Mariana.

Na obra a autora apresenta uma série de fotografias anexadas em um contexto social de onde o negro vive e se relaciona. Os(as) interessados(as) podem adquirir o livro no site da Editora Origem ou com a própria autora pelo Instagram (@mariana_almada_comvocê).

Vacinação: e as crianças menores de 12 anos, como ficam?

Como manter a tranquilidade em sala de aula sabendo que as crianças menores de 12 anos não estão vacinadas contra a Covid, num país onde quase 2.400 meninos e meninas já morreram dessa terrível doença?

Na prática da sala de aula, apenas estudantes do Ensino Fundamental II estão vacinados. Os alunos dos anos iniciais do Fundamental e da Educação Infantil ainda estão fora do calendário de vacinação. E, com maior flexibilização e circulação no decorrer da pandemia de Covid, as crianças passaram a se expor mais ao vírus. Dados da Fiocruz https://portaldeboaspraticas.iff.fiocruz.br/atencao-crianca/covid-19-e-saude-da-crianca-e-do-adolescente-segunda-edicao/ apontam que, até agosto de 2021, foram registrados 1.195 casos confirmados de óbitos na faixa de 0 a 19 anos por Covid, de um total de 2.293 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave.

A Pfizer protocolou junto à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), no dia 12 de novembro, o pedido para uso da vacina em crianças a partir de 5 anos. A Anvisa tem até um mês para analisar o pedido.

E, uma vez autorizado o uso em crianças, a dosagem do imunizante será menor, de forma que 40 milhões de imunizantes sejam suficientes para imunizar toda a população brasileira na faixa etária de 5 a 11 anos, com as duas doses necessárias.

No exterior, as crianças nessa faixa etária já estão sendo imunizadas. Nos EUA, a agência que regula o mercado farmacêutico, a FDA, já autoriza que a vacina seja ministrada a essa faixa etária – duas doses num intervalo de 3 semanas, e a dose infantil equivale a um terço da dose para adultos.

A vacinação contra Covid é importante para todos. O Brasil vê os números de novas infecções e internações caindo graças ao avanço da vacinação da população imunizada contra o vírus SARS-CoV-2.

O Sinpro entende que só quando todos estiverem devidamente imunizados é que as aulas poderão ocorrer sem riscos. E TODOS inclui as crianças. É pela vida, sempre.

Xô, Covid! Vacine-se já!

Posse dos(das) aprovados(as) no concurso do Magistério Público: passo a passo

Mais uma vez, parabéns pra você que passou no concurso público para o cargo de professor(a) de educação básica da Carreira Magistério Público DF. Seja muito bem-vindo(a)!

Você já deve ter visto o tanto de documento e exame que precisa entregar pra tomar posse. Então, vamos facilitar aqui a sua vida, porque a documentação tem que estar prontinha, envelopada e lacrada no dia 25 de novembro. No dia 10 de dezembro, a SEEDF divulga o cronograma de posse, e a posse propriamente dita ocorre no dia 15 de dezembro. O tempo voa, então é importante que você se organize!

Pensando nisso, preparamos aqui este checklist de documentos em ordem cronológica, com links úteis e necessários. Arranje uma impressora, você vai precisar!

 

É bom avisar: vamos facilitar sua vida, mas é importante que você acompanhe diariamente as publicações no site da SEEDF . Fique também de olho na caixa de entrada do seu e-mail (não se esqueça de conferir também o spam, muitas mensagens desejadas são marcadas erradamente como spam) para eventuais comunicações de avisos e orientações.

Se você possuir outro vínculo e precise solicitar rescisão contratual, deverá fazê-lo a partir da data em que for empossado.

E leve caneta azul ou preta para assinar o seu termo de posse no dia 15 de dezembro.  

 

– Seu nome saiu no DODF de 16/11/2021? (Dica de ouro: CTRL + F faz busca no documento completo)

Ótimo! Você pode continuar a ler este post. Vamos lá:

 

1) Separe um envelope ofício, preencha-o com o seu nome e inclua dentro dele:

a) Cópias autenticadas dos seguintes documentos:

🔲 RG contendo a data de expedição (carteira de habilitação não será aceita)

🔲 CPF

🔲 Título de eleitor

(A SEEDF pede que esses três documentos sejam preferivelmente incluídos numa mesma folha)

🔲 Certificado de reservista (para homens)

🔲 Diploma de sua habilitação, contendo sua assinatura

 

b) Outras cópias de documentos exigidos, mas sem autenticação:

🔲 Certidão de quitação eleitoral (emitida aqui, online, no menu à direita)

🔲 Comprovante PIS ou PASEP contendo a data do vínculo

(PIS – retirado na Caixa Econômica Federal; PASEP – retirado no Banco do Brasil)

🔲Comprovante de conta corrente ou salário no BRB (se não apresentar, não recebe o salário)

🔲Comprovante de residência, com CEP

 

c) Documentos originais a serem baixados, imprimidos FRENTE E VERSO QUANDO FOR O CASO, preenchidos e entregues (baixe todos os PDFs aqui, em Documentos a serem apresentados > documentos originais)

🔲 Formulário de Informações Cadastrais (INCA)

🔲 Formulário de declaração de bens

🔲 Declaração de acumulação de cargos ou Declaração de não-acumulação de cargos (análise prévia da comissão permanente de acumulação de cargos, se for o caso, e declaração original do órgão – a mesma encaminhada para análise prévia)

 

Não haverá conferência de documentos na hora da entrega, nem o “confere com o original”, isso fica a seu cargo.

Então, faça tudo com bastante atenção!

 

2) Lacrar o envelope em casa. Não haverá como lacrar o envelope na hora da entrega.

3) Data, horário e local da entrega: dia 25/11, na Sede III da SEEDF.

Os horários de entrega dos documentos estão disponíveis aqui, neste documento (página 6 do PDF), de acordo com a habilitação em que você foi aprovado. 

O local da entrega dos documentos: será na SEEDF SEDE III – SIA SAPS, Lote E, Área Especial – Brasília.

E por favor, não esqueça a máscara em casa. A SEEDF ressalta a necessidade de utilização de máscaras em todas as ações até a posse.

4) No dia 3 de dezembro, comece a conferir seu e-mail, pois se houver alguma pendência, você será avisado(a). Essas pendências também serão divulgadas no site da SEEDF, em listagem nominal.

 

5) Marque consulta com um médico. Peça para ele lhe solicitar os seguintes exames, que devem estar prontos o quanto antes:

🔲 Hemograma Completo

🔲 Tipagem sanguínea e fator RH

🔲 Creatinina

🔲 EPF

🔲 Glicose

🔲 Glicemia de Jejum

🔲 Uréia

🔲 TGO

🔲 TGP

🔲 GGT

🔲 VDRL

🔲 HBSAg

🔲 SOROLOGIA PARA LUES/VDRL

🔲 Sorologia para Chagas

🔲 ANTI-HVC

🔲 LIPIDOGRAMA

🔲 GAMA GT

🔲 EAS

🔲 PARASITOLÓGICO DE FEZES.

🔲 ECG COM TRAÇADO E LAUDO.

🔲 Audiometria Tonal e Vocal: discriminação vocal e impedanciometria

🔲 Parecer de Otorrinolaringologista: exame de vídeo laringoscopia diagnóstico (com registro áudio visual do exame e com a identificação

visual do candidato)

🔲 ATESTADO DE SAÚDE MENTAL – ASSINADO E CARIMBADO POR MÉDICO PSIQUIATRA

🔲 ATESTADO DE SAÚDE FÍSICA – ASSINADO E CARIMBADO POR MÉDICO

🔲 ACUIDADE VISUAL COM E SEM CORREÇÃO – ASSINADA E CARIMBADO POR MÉDICO OFTALMOLOGISTA

🔲 PARECER ORTOPÉDICO – ASSINADO E CARIMBADO POR MÉDICO ORTOPEDISTA

 

Mulheres acima de 40 anos, incluam na lista acima os seguintes exames:

🔲 Citologia oncótica (Papanicolau)

🔲 Parecer cardiológico

 

Homens acima de 40 anos, incluam na lista acima os seguintes exames:

🔲 Sangue: PSA

🔲 Parecer Cardiológico

 

6) Quando todos os exames estiverem prontos, agende sua avaliação médica previamente na Gerência de Promoção à Saúde do Servidor – GPSS.

envie um e-mail para gpss.adm@economia.df.gov.br, anexando obrigatoriamente, e devidamente preenchido, o “Formulário para agendamento de exame admissional”, disponível aqui, na aba “documentos a serem apresentados”. Nessa avaliação médica da GPSS você vai receber o “APTO médico”, que deve ser entregue no dia da posse (15 de dezembro).

 

Observações:

  1. A SEEDF não irá realizar redução de carga horária em virtude dessa nomeação.
  2. Se você quiser solicitar seu reposicionamento para o final da lista de classificação do concurso, clique aqui https://www.educacao.df.gov.br/aviso-no-06-2021-orientacoes-para-posse/ e imprima na aba “documentos a serem apresentados > documentos originais” o PDF “Termo de opção de final de fila”, preencha e envie para o e-mail gselp.sugep@edu.se.df.gov.br  
  3. Se você já ocupar cargo/emprego público e tiver interesse em acumular os cargos deverá encaminhar ANTES DA DATA DE POSSE, POR FAVOR, cópia digitalizada dos documentos necessários para análise da acumulação à Comissão Permanente de Acumulação de cargos através do e-mail cpac.sugep@se.df.gov.br. Você receberá e-mail com resposta à sua solicitação.

Estes são os documentos que você deverá apresentar, neste caso:

– Declaração atualizada fornecida pela unidade de gestão de pessoas do órgão em que exerce outro cargo, contendo os dados referentes a: CARGO, ESPECIALIDADE, NATUREZA DO CARGO/EMPREGO, FORMA E REQUISITO DE INGRESSO, ATRIBUIÇÕES DO CARGO, MATRÍCULA, LOTAÇÃO, DATA DE ADMISSÃO, CARGA HORÁRIA e HORÁRIO DE ENTRADA E SAÍDA DE CADA JORNADA DE TRABALHO.

– Se servidor da Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal, Declaração da chefia imediata afirmando o cumprimento da jornada e do horário de trabalho nesta SEEDF, com vistas a aferir a assiduidade e a pontualidade.

A SEEDF lembra que esses documentos exigidos para análise prévia e encaminhados por e-mail deverão ser entregues, em vias originais, com o resultado da análise. Os originais ficarão de posse da Secretaria de Estado de Educação para finalização das análises de licitude da acumulação.

7) Prepare-se para a posse no dia 15 de dezembro: leve máscara, o “APTO médico” e caneta preta ou azul para assinar o termo de posse.

Finalmente, depois de tudo isso, saiba que a luta está só começando. Aproveita que você foi aprovado(a) no concurso público para o magistério e filie-se ao Sindicato dos Professores do Distrito Federal (também conhecido como Sinpro 😎). Só clicar aqui

E novamente: seja bem-vindo(a) ao Magistério Público do DF.

Projeto artístico protagonizado por mulheres é atração deste fim de semana

Música, poesia e teatro estarão reunidos no projeto Operárias das Artes, exibido neste sábado e domingo, dias 20 e 21 de novembro. Toda a programação poderá ser acompanhada gratuitamente pelo Facebook e YouTube do projeto. Nos dois dias, as apresentações serão ao vivo, das 15h às 21h20. Entre as artistas presentes, a cantora Ana Cãnas. Para assistir, clique AQUI.

Além de Cañas, sobem ao palco virtual outras 15 artistas locais, regionais e nacionais. O objetivo da ação é dar visibilidade às mulheres, com a promoção da equidade de gênero e, consequentemente, geração de qualidade de vida para elas.

“A gente percebe que os palcos ainda são muito masculinos, então criei o projeto (Operárias das Artes) para dar protagonismo às mulheres. Temos tantas cantoras, tantas atrizes, tantas poetas maravilhosas no DF, mas que nem sempre têm a oportunidade de estar no palco”, diz a idealizadora do Operárias das Artes Nanci Araújo, Nanci Araújo.

Cantora formada em canto popular pela Escola de Música de Brasília e produtora cultural, Nanci conta que o Operárias das Artes foi criado em 2017, mas só agora pôde ser viabilizado. Isso por causa de uma série de questões, como captação de recursos e até mesmo dificuldades com a produção das artistas. “Tudo para as mulheres é mais difícil, na Cultura não é diferente”, afirma.

Quase quatro anos após criar o projeto artístico que dá protagonismo às mulheres, Nanci tem grandes expectativas para os próximos dias 20 e 21 de novembro. “Este será mais um espaço de fala para as mulheres. Elas estarão no palco cantando, declamando, interpretando, mas também mostrando suas dificuldades e anseios. Os palcos são espaços potentes para potencializarmos as falas contra o machismo, a misoginia e as opressões contra as mulheres, inclusive dentro da Cultura”, avalia.

O dirigente do Sinpro-DF Júlio Barros lembra que a base do Sinpro-DF é composta por mais de 80% de mulheres, e que o apoio do Sindicato a propostas como essa é vital. “’Operárias das Artes’ tem uma proposta emancipacionista, contra o patriarcalismo na sociedade. Uma linha que é desenvolvida pelo Sinpro, por meio de sua secretaria de mulheres”, lembra.

Programação

Sábado, 20 de novembro

Georgia W Alô: das 15h às 15h40
1º intervalo: das 15h40 às 15h50

Ediá: das 15h50 às 16h30
2º intervalo: das 16h30 às 16h40

Soul + Eu: das 16h40 às 17h20
3º intervalo: das 17h20 às 17h30

Renata Câmara: das 17h30 às 18h10
4º intervalo: das 18h10 às 18h20

Taleta de Bambu: das 18h20 às 19h
5º intervalo: das 19h às 19h10

Haynna e os Verdes: das 19h10 às 19h50
6º intervalo: das 19h50 às 20h

Marília Abreu e Clara Abreu: das 20h às 20h30
7º intervalo: das 20h30 às 20h40

Emília Monteiro: das 20h40 às 21h20

Domingo, 21 de novembro

Jirlene Pàscoal: das 15h às 15h30
1º intervalo: das 15h30 às 15h40

Margô Oliveira: das 15h40 às 16h20
2º intervalo: das 16h20 às 16h30

DJ Raquel: das 16h30 às 17h10
3º intervalo: das 17h10 às 17h20

3 No Brega: das 17h20 às 18h
4º intervalo: das 18h às 18h10

Fuzuê Candango: das 18h10 às 18h50
5º intervalo: das 18h50 às 19h

Eleni Fagundes: das 19h às 19h40
6º intervalo: das 19h40 às 19h50

Lene Matos: das 19h50h às 20h30
7º intervalo: das 20h30 às 20h40

Ana Cãnas: das 20h40 às 21h20

 

‘Minha aluna desmaiou de fome’: professores denunciam crise urgente nas escolas brasileiras

“Essa aluna chegou bem atrasada. Ela bateu na porta da sala de aula, eu abri e notei que ela não estava bem, mas não consegui entender o porquê. Passei álcool na mão dela e senti a mão muito gelada, num dia em que não estava frio para justificar.”

“Ela sentou e abaixou a cabeça na mesa. Eu estranhei e chamei ela à minha mesa. Ela veio e eu perguntei se ela estava bem. Ela fez com a cabeça que estava, mas com aquele olhinho de que não estava. Perguntei se ela tinha comido naquele dia, ela disse que não.”

“Fui pegar algo para ela na minha mochila — porque eu sempre levo um biscoitinho ou uma fruta para mim mesma. Mas não deu tempo. Ela desmaiou em sala de aula.”

O relato é de uma professora da rede municipal do Rio de Janeiro. A aluna tem 8 anos, é negra e estuda em uma escola localizada em um complexo de favelas na Zona Norte carioca. O episódio aconteceu em setembro deste ano.

STF autoriza abertura de inquérito contra Bia Kicis por racismo e atende representação de professor

O ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a abertura de inquérito contra a deputada federal Bia Kicis (PSL-DF) pela suposta prática do crime de racismo. Ela é alvo de uma representação que contesta a postagem feita por ela em que os ex-ministros Sergio Moro e Luiz Henrique Mandetta, que haviam saído do governo Bolsonaro, são retratados com “blackface”, ou seja, com os rostos pintados de preto. Com isso, a deputada passa a ser investigada em três inquéritos: racismo, fake news e atos antidemocráticos. Os dois últimos são relatados pelo ministro Alexandre de Moraes.

 

No caso da postagem racista, a deputada extremista Bia Kicis contradisse um anúncio do Magazine Luiza de um trainee destinado a pessoas negras. Na avaliação do ministro Lewandowski, “à primeira vista, os fatos narrados na manifestação da Procuradoria Geral da República (PGR) podem constituir ilícitos penais, e, ainda que de forma embrionária, os autos têm elementos indiciários que permitem embasar o início das investigações”. O ministro autorizou as diligências requeridas pela PGR, como a inquirição da parlamentar e a conservação da postagem, medidas que, segundo o relator, “são necessárias para melhor elucidar as condutas descritas no pedido de instauração de inquérito”.

 

 A notícia-crime foi apresentada por um professor de Bauru, São Paulo, que se sentiu ofendido pela postagem, em setembro de 2020. Na petição, o professor paulistano argumenta que a parlamentar induziu e incitou a discriminação e o preconceito de raça e cor ao utilizar o recurso conhecido como “blackface”, que remete ao costume do século XIX e XX de pintar atores brancos de preto, pois não era permitido aos negros atuar no teatro e no cinema e até mesmo no início da televisão, no século XX.

“O blackface usado pela deputada é uma forma de perpetuar o racismo e manter símbolos e estereótipos negativos em relação à população negra. Portanto, a abertura do inquérito e até sua condenação é justa e a gente espera que seja mantida em todas as instâncias da Justiça até porque a gente não pode aceitar o racismo vindo de ninguém, sobretudo de uma parlamentar eleita”, afirma Daniel Kibuku, ativista do Movimento Social Negro e membro do Fórum Nacional de Segurança Alimentar dos Povos Tradicionais de Matriz Africana.

 

Ele explica que a prática de racismo denominada “blackface” surgiu nos EUA numa época em que as representações no teatro, no cinema e no início da televisão não permitiam e bloqueavam o acesso de atores e atrizes negros(as). Para representar pessoas de pele negra, os atores e as atrizes negras pintavam seus rostos de preto, faziam maquiagem negra, com uma boca exagerada, vermelha, para representar estereótipos negativos da população negra.  

 

“Bia Kicis representa o segmento supremacista branco que desconsidera toda política pública e privada de reparação para o povo negro. É a cara desse governo racista que ridiculariza,  minimiza e, ao mesmo tempo, potencializa o racismo que é estrutural no nosso País. Pessoas como Kicis, que se recusam a entender a enorme dívida que o Brasil tem com o povo negro, talvez entenda, infelizmente, pela força da lei”, afirma Márcia Gilda Moreira Cosme, coordenadora da Secretaria de Raça e Sexualidade do Sinpro-DF.

 

Racismo

 

Segundo matéria do site do STF, “o relator determinou o encaminhamento dos autos da PET 9198 à PGR para a manifestação quanto aos fatos narrados. Esta, por sua vez, em sua resposta à Corte, requereu a abertura do inquérito, destacando que, ao fazer alusão à “discriminação positiva” promovida pela loja de departamentos e utilizar o “blackface” para criticar os ex-ministros, a parlamentar utilizou mecanismo de discriminação racial. Assim, a postagem configura, em tese, o crime de racismo, previsto no artigo 20, parágrafo 2º, da Lei 7.719/1989 (“induzir ou incitar a discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”)”.

Com informações da Folha de S. Paulo e do STF

 

MATÉRIA EM LIBRAS

“FORA BOLSONARO RACISTA” É MOTE DO ATO PELO IMPEACHMENT DO PRESIDENTE, DIA 20

No próximo dia 20 de novembro, o povo voltará às ruas de todo o Brasil para mais um ato pelo impeachment do presidente Jair Bolsonaro. Realizado no Dia da Consciência Negra, a ação tem como palavra de ordem “Fora Bolsonaro Racista”, e unificará as lutas contra o racismo estrutural no Brasil e as pautas urgentes da classe trabalhadora, como o fim da miséria e da fome, por geração de emprego e renda e contra a política econômica do ex-capitão do Exército. No DF, a concentração do ato está agendada para as 15h, no Museu da República.

“Nós somos o alvo do genocídio, da discriminação racial, da violência, do desemprego, da fome. E também somos nós os principais responsáveis pela geração de riqueza desse país. Sabemos que a discriminação contra negras e negros é histórica, mas vínhamos avançando antes do golpe de 2016. Com Bolsonaro, voltamos a ser o alvo prioritário de todos os ataques. Entretanto, o legado do povo preto é o da resistência, e assim seguiremos, dizendo Fora Bolsonaro Racista”, afirma a dirigente do Sinpro-DF Márcia Gilda.

Vários foram os pronunciamentos de cunho racista proferidos por Bolsonaro durante sua jornada política. Em 2011, no extinto programa CQC, Bolsonaro foi questionado pela cantora Preta Gil sobre o que faria se um de seus filhos se apaixonasse por uma mulher negra. “Eu não corro esse risco. Meus filhos foram muito bem educados e não viveram em um ambiente como, lamentavelmente, é o seu”, respondeu o então deputado federal, que também disse que se recusava a viajar em um avião pilotado por um cotista.

Em 2017, durante palestra no Rio de Janeiro, Bolsonaro contou ao público presente: “Fui num quilombo em Eldorado Paulista. Olha, o afrodescendente mais leve lá pesava 7 arrobas. Não fazem nada. Eu acho que nem para procriador ele serve mais”.

Nem os apoiadores de Bolsonaro escapam dos ataques racistas. Em julho deste ano, o agora presidente da República encontrou um de seus apoiadores na saída do Palácio da Alvorada e disparou: “Como está a criação de barata ai? Olha o criador de barata aqui”, disse sorrindo ao homem com cabelo “black power”.

Entretanto, a postura racista de Bolsonaro vai muito além de suas falas inomináveis. É na execução de sua política que negros e negras têm seus direitos, dignidade e a própria vida violados.

“A precarização do trabalho e o desemprego, por exemplo, jogaram a esmagadora maioria de negras e negros em uma situação extremamente fragilizada. Sobrevivendo de bicos e trabalhos precários, negras e negros arriscaram e arriscam suas vidas, obrigados a sair às ruas no auge da pandemia da covid-19 para poder garantir o seu sustento”, afirma a Convergência Negra, no texto “Por que o movimento negro grita ‘Fora Bolsonaro Racista’” neste dia da Consciência Negra?. O grupo, que reúne entidades nacionais e regionais do movimento negro brasileiro, é um dos coordenadores do ato Fora Bolsonaro do dia 20 de novembro.

Negro drama
No governo Bolsonaro, o ataque à educação também é pavimentado pelo racismo. Aliado ao movimento “Escola Sem Partido”, que impõe mordaça aos professores e às professoras, o governo defende o fim das cotas raciais para os programas de graduação e impõe desmontes que esvaziam o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), principal porta de acesso ao ensino superior no país, sobretudo para pessoas negras e em vulnerabilidade econômica.

>> Leia também: NEGROS E POBRES SÃO OS QUE MAIS PERDEM COM DESMONTE DO INEP

Negras e negros também foram as principais vítimas da pandemia da covid-19. Levantamento do Núcleo de Operações e Inteligência em Saúde da PUC-Rio mostra que enquanto 55% de negros morreram em consequência de complicações causadas pelo vírus, a proporção entre brancos foi de 38%.

O último Barômetro de Alerta sobre a Situação dos Direitos Humanos no Brasil, publicado em janeiro deste ano, mostra em números como a política aplicada por Jair Bolsonaro reflete na população Negra.

De acordo com o documento idealizado pela Coalizão Solidariedade Brasil – que reúne 18 organizações internacionais de solidariedade atuando em defesa da democracia, dos direitos humanos e do meio ambiente –, cerca de 79% das pessoas mortas em 2019 durante as intervenções policiais são negras. “Da mesma forma, a polícia mata 2,8 vezes mais negros do que brancos. Por fim, 65% dos policiais assassinados são negros (embora representem apenas 44,9% da força de trabalho”, mostra o documento.

O Barômetro de Alerta também mostra que em 2019, 66,6% das vítimas de feminicídio são negras. E no primeiro semestre de 2020, foram registrados 648 feminicídios, um aumento de 1,9% em comparação com o mesmo período de 2019.

Ainda segundo o levantamento, “a taxa de desemprego aumentou em 33% entre maio e setembro de 2020. As análises revelam que são as pessoas com renda mais precária, os jovens, as mulheres e os negros, que foram os mais afetados por estas perdas de emprego”.

Aprovados no PAS | Orgulho de ser da escola pública

As escolas públicas do DF não param de comemorar os resultados conquistados no Programa de Avaliação Seriada (PAS) do triênio 2018-2020. Professores(as), orientadores(as) educacionais, estudantes, pais, mães e responsáveis superaram dificuldades agravadas com a pandemia da covid-19 e a ausência de políticas públicas para o setor da Educação e emplacaram números impressionantes de aprovados no processo de seleção para a entrada na Universidade de Brasília (UnB).

Na página do Sinpro-DF, foram noticiados os feitos do CEM 01 do Gama, que somou 78 aprovados; do Centro de Ensino Médio do Setor Oeste (CEMSO), onde 48 alunos garantiram uma vaga na UnB; e do CED 11 de Ceilândia, que teve a alegria de comemorar 37 aprovações no PAS mesmo após sofrer um dos momentos mais tristes de sua história, com o assassinato do estudante Geoffrey Stony Oliveira do Nascimento, de apenas 16 anos, num caso de latrocínio nos arredores da escola. E todos esses números provavelmente serão ainda maiores, pois ainda será realizada a segunda chamada do PAS (ainda sem data específica).

Desta vez, falaremos das conquistas do CEM 02 da Ceilândia, do CEM 01 e CEM 02, ambos de Brazlândia. As três unidades escolares trazem em comum a alegria de ter um número excelente de aprovados do PAS e o difícil contexto da vulnerabilidade socioeconômica dos estudantes.

CEM 02 da Ceilândia
No CEM 02 da Ceilândia, 39 estudantes garantiram vaga na UnB. O segredo do sucesso, segundo o diretor da escola, Eliel de Aquino, tem inspiração no mestre Paulo Freire.

“Esperançar. Não poderíamos nos imbuir em outra palavra senão essa para superar governos que parecem trabalhar contra a educação”, desabafa o gestor.

Ele conta que, mesmo durante a pandemia, a escola não deixou de executar os projetos de apoio aos estudantes. “Conseguimos doação de computadores e de celulares para aqueles que não tinham equipamentos”, diz. Entretanto, segundo o gestor, além do desafio material, a comunidade escolar também teve como desafio superar as graves sequelas emocionais geradas naqueles que foram infectados pela covid-19 ou tiveram familiares e amigos vítimas do vírus.

A supervisora pedagógica do CEM 02 da Ceilândia, Amanda Margarida Freire de Paula Alves, acredita que o número de aprovados no PAS é reflexo do trabalho conjunto da comunidade escolar e de projetos executados pela escola.

“Temos o (projeto) ‘Jornada das Profissões’, que traz ex-estudantes e profissionais de diversas áreas para conversar com os estudantes, mostrar as profissões e os possíveis campos de trabalho; e temos o ‘Aprova CEM 02’, onde falamos das Obras do PAS, debatemos a matriz com os estudantes e damos detalhes sobre como ingressar na universidade”, explica.

Para ela, um dos fatores principais para o alto número de aprovados foi o “apoio dos professores”. “Os professores motivaram os meninos, seguraram eles pela mão, informaram cada detalhe do PAS”, diz.

CEM 01 de Brazlândia
Trinta e seis estudantes do CEM 01 de Brazlândia garantiram vaga na UnB. “Se somados com o Enem, esse número sobe para 67. E acredito que, com a segunda chamada do PAS, alcancemos aí 80 estudantes”, afirma o diretor da unidade escolar, Vinícius Mota.

Para o gestor, o resultado alcançado se deve, sobretudo, ao esforço dos estudantes. “Muitos deles (estudantes) são de área rural, utilizaram apenas material impresso. São de áreas que, mesmo se a gente tivesse um programa de acesso à internet, eles não teriam como acessar”, conta.

Para além desse esforço individual, também houve o trabalho conjunto da equipe gestora, que investiu pesado no ensino remoto. Mesmo assim, a pandemia foi o grande entrave do CEM 01 de Brazlândia para a ampliação do número de aprovados no PAS. “Não tem jeito, quem só tem acesso ao material impresso, acaba perdendo. Fizemos o nosso melhor, mas tem coisas que não dependem da gente. Muitos projetos nossos precisaram ser interrompidos. E mesmo assim nos superamos e tivemos esse ótimo resultado”, avalia Vinícius Mota.

CEM 02 de Brazlândia
No CEM 02 de Brazlândia, 48 estudantes fizeram a 3ª etapa do PAS. Desse grupo, 32 foram classificados e 20 garantiram uma na UnB. Os cursos foram variados: Direito, Mecatrônica, Farmácia e vários outros.

Segundo o diretor da escola, Marcos Acléssio, o resultado, que pode ficar ainda melhor após a segunda chamada do PAS, se deve ao esforço conjunto da comunidade escolar e ao empenho no projeto que visa à inserção dos estudantes no ensino superior, iniciado há cinco anos.

“Estamos localizados em uma área de vulnerabilidade social. Atendemos alunos pobres, de famílias desestruturadas, pais desempregados, sem estudo. Isso já é um grande dificultador. E hoje colhemos fruto desse projeto para inserir estudantes nas universidades, para que assim eles tenham a chance de mudar suas vidas”, conta o gestor.

O projeto, de acordo com Marcos, vai além do reforço no conteúdo: consiste em auxiliar os estudantes a fazerem suas inscrições no PAS, a solicitarem a taxa de inscrição e, muitas vezes, a ratear essa taxa para aqueles que não garantiram gratuidade para participar da seleção.

“Já cansamos de fazer rateiro para alunos poderem fazer suas inscrições. Aliás, a taxa de inscrição para prestar o PAS é o maior empecilho para esses estudantes”, afirma Marcos Acléssio.

Outro projeto que alavancou as aprovações no PAS, segundo Marcos, foi o “Leio, logo escrevo”. A proposta é trabalhar redação, abordando temas do dia a dia, desigualdade social, racismo, machismo e outros que são constantes no PAS e, para além disso, formam cidadãos. Pelo projeto, 20% da nota de todas as matérias está vinculada à redação.

Marcos Acléssio ainda fala que a situação de vulnerabilidade dos estudantes ficou ainda mais grave na pandemia, que gerou desemprego, fome, miséria e não teve a assistência necessária do governo. “Foi difícil para professores e alunos. Não tivemos o respaldo da Secretaria de Educação. O ensino remoto foi jogado pra gente, sem concessão de internet, sem equipamentos. E mesmo assim fizemos o nosso melhor, focando, muitas vezes, no material impresso. Mas é claro que quem não tinha acesso à internet acabou saindo em desvantagem”, afirma o diretor do CEM 02 de Brazlândia.

Sobre o PAS
A 3ª etapa do Programa de Avaliação Seriada (PAS) do triênio 2018-2020 convocou 2.714 estudantes para ingresso na UnB no segundo semestre letivo de 2021, com início previsto para 17 janeiro de 2022.

Para esta etapa, se inscreveram 11.274 candidatos, resultando em uma demanda de 5,2 candidatos por vaga.

Sua escola também aprovou estudantes na UnB? Envie um e-mail para imprensa@sinprodf.org.br e vamos aumentar essa lista que nos enche de orgulho e esperança. Estamos todos aqui, nós do Sinpro e os professores(as) e orientadores(as), com os olhos brilhando de orgulho de vocês!

A culpa é dele: Fora Bolsonaro – Escalada de preços altos no Brasil gera pânico e desespero

Bons tempos aqueles que o Brasil não tinha fome; a extrema pobreza havia sido banida; a economia crescia; as populações mais carentes tinham comida no prato; a taxa de emprego estava em alta; o país era respeitado lá fora e o brasileiro via um futuro promissor. Bons tempos. Há quase três anos, a realidade do(a) brasileiro(a), principalmente da classe trabalhadora é, infelizmente, bem diferente: de muito pânico e desespero.

Desde o início do governo de Jair Bolsonaro, a população brasileira assistiu, de forma atônita, à crescente alta nos preços dos mais variados produtos e bens de serviço, movida pela disparada da inflação (9,17% este ano). Se fizermos uma comparação dos valores cobrados por diversos itens nos anos de 2011 e em 2021, a variante assusta ainda mais. O litro de leite passou de R$ 2,49 para R$ 5,18; a gasolina de R$ 2,75 para R$ 7,15; um carro popular (Gol 1.0) de R$ 27,331 mil para R$ 67,790 mil; o gás de cozinha de R$ 38,91 para R$ 102,48; a cesta básica de R$ 266,97 para R$ 693,79; o feijão de R$ 3,45 para R$ 6,91; e a carne de segunda (coxão mole, coxão duro e patinho) de R$ 15,94 para R$ 44,02.

Todo este cenário é resultado da política neoliberal praticada por Bolsonaro e Guedes, que visam um Estado cada vez mais fraco, fator que prejudica diretamente a população brasileira. Além da variação exorbitante nos preços dos mais variados produtos e serviços, as tarifas de água, luz e impostos em geral, as passagens de ônibus e o valor cobrado por diversos serviços sobe quase que diariamente, mostrando a face de um governo que prima pelo empresariado em detrimento do povo brasileiro.

Não bastasse esta avalanche de altas, a inflação está pior a cada dia, o governo trabalha incessantemente para aprovar projetos de lei contra a classe trabalhadora e o futuro se torna cada vez mais nebuloso. Diante de todos estes argumentos, para você de quem é a culpa da alta nos preços em praticamente tudo no Brasil? Tá tudo caro – A culpa é dele: Fora Bolsonaro!

 

A culpa é dele

A campanha “A culpa é dele”, do Sinpro-DF, foi lançada no dia 19 de junho, quando o Brasil ultrapassou o número de meio milhão de pessoas mortas pela Covid-19. O objetivo da campanha é explicar à população, de forma didática, que tanto as milhares de mortes causadas pelo vírus como o desemprego, a fome, a miséria, o desalento, a crescente da violência, o medo têm um culpado: o presidente da república Jair Bolsonaro.

No lançamento da campanha, foi exposta no viaduto da rodoviária do Plano Piloto uma faixa de mais de 30 metros de largura, com os dizeres: “Mais de 500 mil mortos. A culpa é dele. Fora Bolsonaro”. Poucos minutos após a abertura do material, a polícia militar, que segue diretrizes do governo local, impôs a retirada da faixa.

Diante da gravidade do cenário e da exaustão do povo brasileiro frente ao caos em que se encontra o Brasil, o Sinpro-DF deu continuidade à campanha, reabrindo, em diversos locais do DF, essa e outras faixas que denunciam a política anti-povo de Bolsonaro.

 

*Os números alusivos ao aumento de alguns produtos foram obtidos por pesquisa da UOL

 

MATÉRIA EM LIBRAS

Conforme reivindicação do Sinpro, profissionais da Educação devem receber segunda dose de vacina Janssen

Diante do adoecimento de tantos(as) colegas e das mortes de quatro professores desde a determinação do retorno presencial às aulas, e da intransigência do GDF ao estabelecer o retorno 100% presencial dos estudantes, o Sinpro-DF vem apresentando reivindicações para garantir condições adequadas para que as escolas recebam a comunidade com segurança. Uma delas é a necessidade de testagem em massa como forma de prevenir o contágio. Outra delas é a dose de reforço da vacina contra Covid-19 aos profissionais da Educação.

Nesta terça-feira, 16, o sindicato voltou a insistir na importância de assegurar a prioridade aos profissionais da Educação na próxima fase da vacinação. A reivindicação visa a responder às preocupações de toda a comunidade escolar, uma vez que as escolas são locais de grande circulação de pessoas, e que as crianças até 12 anos não foram vacinadas.

>>> DOSE DE REFORÇO: SINPRO COBRA POSIÇÃO DA SEEDF

Ainda na tarde de terça-feira, após orientação do Ministério da Saúde, as Secretarias de Saúde e de Educação do GDF decidiram aplicar a segunda dose da vacina Janssen em professores(as), educadores(as) sociais voluntários(as), vigilantes e merendeiros(as); bem como a dose de reforço em toda a população acima de 18 anos, completados 5 meses da segunda dose. O portal Metrópoles noticiou que os(as) profissionais das escolas devem ser convocados(as) nos próximos dias, mas ainda não houve anúncio oficial da pasta. Em nota, a Secretaria de Saúde afirma que “informará com antecedência a data de início da nova estratégia de vacinação para dose de reforço”.

A diretoria colegiada do Sinpro-DF continuará monitorando os números do contágio e as condições das escolas; fiscalizando para que as medidas prometidas para nossa segurança sejam cumpridas; bem como reivindicando que atitudes sejam tomadas pelo governo para evitar que novas ondas da doença comecem a partir das escolas. Reafirmamos a importância da testagem em massa e de se ministrar a dose de reforço aos profissionais de Educação o quanto antes.

Tão logo haja informações precisas sobre a próxima fase do processo de vacinação, o Sinpro-DF comunicará a categoria.

Acessar o conteúdo