Na pressão – Votação da reforma Administrativa pode ocorrer nessa quinta-feira (16)

O Sinpro convoca os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais a se mobilizarem contra a reforma Administrativa. Diante da pressão feita pelo governo Bolsonaro e pelo ministro Paulo Guedes, o relator da PEC 32 pode colocar a reforma em votação na Câmara dos Deputados já nessa quinta-feira (16).

Além de enfraquecer o Estado e fortalecer a iniciativa privada, a reforma Administrativa também acabará com a estabilidade dos(as) servidores(as), abrirá caminho para a privatização desenfreada de serviços públicos em geral e será fatal para as classes mais humildes, pois elas terão que pagar pelo atendimento nos hospitais, nas escolas públicas, serviços que hoje são de graça.

A pressão de cada um de nós é fundamental para que a PEC 32 não seja aprovada. Portanto, mantenha a pressão nos(as) deputados(as) pela plataforma Educação faz Pressão, pedindo para votarem contra a reforma Administrativa. Se votar a favor, não volta!

 

Confira alguns pontos do debate na comissão especial:

▪️Entre os pontos mais criticados pela oposição estão a ampliação de contratos temporários; os instrumentos de cooperação com a iniciativa privada; a possibilidade de reduzir em 25% a jornada e o salário de servidores públicos; e a demissão de ocupantes de cargos obsoletos. Os deputados da oposição também querem mudar o texto para dar mais garantias de que os servidores atuais não perderão direitos adquiridos.

 ▪️Até mesmo os deputados favoráveis à reforma administrativa pediram mudanças no relatório. A principal crítica é a manutenção de benefícios a membros do Judiciário e Ministério Público, como as férias de 60 dias.

 ▪️Além da oposição, o deputado Felício Laterça (PSL-RJ), que faz parte da base do governo, declarou ser contrário à proposta. “Esta reforma trata os atuais servidores com desprezo e ignora os bons serviços prestados no Brasil.”

 ▪️O líder da oposição, deputado Alessandro Molon (PSB-RJ), afirma que a facilitação de contratos temporários e sua renovação põem os concursos públicos em risco. “É o fim de carreiras de profissionais de saúde e de educação. Se hoje muitos municípios já abusam dos contratos temporários, imagine quando isso for constitucional.”

 ▪️O deputado Rogério Correia (PT-MG) afirmou que os instrumentos de cooperação com a iniciativa privada vão privatizar o serviço público. Ele considera o dispositivo uma tentativa de empresas privadas se apoderarem de recursos da Saúde e Educação. “O relator disse que apresentará modificações no relatório. Nós não temos conhecimento de que modificações são essas. Depois que ele apresentar essas modificações, vamos exigir um tempo para conhecer este relatório e buscar, a partir daí, fazer debates e apresentar destaques e emendas. Provavelmente a votação será feita nessa quinta-feira (16). É essencial manter a pressão. Estou convencido que não se tem 308 votos para a aprovação dessa reforma no plenário da Casa. Se aumentarmos a pressão, dificilmente conseguirão aprovar”, afirma o parlamentar.

Assista e ajude a divulgar o vídeo que fala da precarização do serviço público.

https://youtu.be/tDa2Ribyx2k

Saiba como pressionar os deputados:

Para fazer pressão nos(as) deputados(as) que estão discutindo a reforma Administrativa, basta clicar na plataforma do Educação faz Pressão. Clique aqui

Outra forma é pelo link do Servir Brasil, que disponibilizou o acesso a todos(as) os(as) parlamentares que estão indecisos. Basta escolher o estado e pressionar. Clique aqui e faça pressão.

Morte de professor por covid-19 aumenta insegurança e medo na categoria

Um mês após o retorno presencial dos profissionais do Magistério público às escolas no Distrito Federal, infelizmente, aconteceu a primeira morte de um professor por covid-19. O professor Joseli Gomes de Farias, do CED Stella dos Cherubins Guimarães Trois, em Planatina, faleceu aos 53 anos nesta terça-feira, 14, no hospital de campanha do Gama.

Na escola, a equipe gestora e o grupo de professores(as) estão consternados com a perda de um colega querido, que era muito dedicado ao trabalho e tinha ótimo relacionamento com todos. De outro lado, estão também profundamente preocupados e se sentindo desamparados: além do óbito, o CED Stella dos Cherubins Guimarães Trois registrou também 6 casos positivos de covid-19. O quadro se apresenta em um momento em que a Secretaria de Educação (SEEDF) descumpre o acordo feito com o Sinpro e determina o retorno presencial imediato daqueles e daquelas que não completaram o ciclo de imunização. 

“As perdas pedagógicas em relação ao ensino remoto, podemos recuperar. E a vida do nosso companheiro de jornada, podemos?”, questiona, com tristeza, a professora Luciana Ribeiro, colega de Lee – como o professor era carinhosamente chamado. “Só sobrou a dor da perda, e uma enorme insegurança em retornarmos ao ensino presencial”, desabafa.

Testagem em massa é fundamental

De acordo com relatos do grupo, a ventilação das salas é inadequada. O prédio, no modelo novo, possui janelas de basculante, que abrem de forma limitada. A direção da escola solicitou, via SEI (sistema eletrônico de informações), à secretaria que fosse feita uma inspeção nas janelas, mas ainda não obteve a visita.

A direção da escola se empenhou para que o trabalho dos profissionais e dos estudantes transcorresse da forma mais segura possível: “Adquirimos os materiais necessários e ampliamos a equipe de limpeza, por exemplo”, relata o diretor da escola, professor Adimário Rocha Barreto. “Mas, infelizmente, assim como nas nossas casas, estamos sujeitos a fatalidades”, diz ele.

A dificuldade de acesso aos testes é apontada pelos professores e professoras como um grande fator de risco. “Nosso salário está congelado há seis anos, muitos não podem pagar um plano de saúde ou o valor exorbitante que vem sendo cobrado para os exames de covid”, ressalta a professora Luciana. Uma consequência da não testagem é a circulação de pessoas contaminadas que estão assintomáticas ou pré-sintomáticas, e acabam transmitindo o vírus. Desde o início da pandemia, a OMS (Organização Mundial de Saúde) recomenda enfaticamente que se promova a testagem em massa, como uma das mais importantes medidas de contenção do contágio.

“O governo não investiu em exames, e o resultado é que as UBS (unidades básicas de saúde) só testam quem está com sintomas”, afirma a professora Luíza Oliveira, da mesma escola. Vale lembrar que a operação do Ministério Público do Distrito Federal “Falso Negativo”, em julho de 2020, apontou um suposto envolvimento da cúpula da Secretaria de Saúde do DF em esquema de superfaturamento na compra de testes de covid-19. O então secretário, Francisco Araújo Filho, chegou a ser preso na operação.

“Essa foi uma das principais reivindicações do Sinpro para o retorno presencial”, lembra Consuelita Oliveira, diretora do sindicato que acompanha o CED Stella dos Cherubins. “As escolas são locais de grande circulação de pessoas, é preciso ter responsabilidade com a vida da comunidade escolar e seus familiares”, destaca ela.

Professores e professoras relatam a triste insegurança de visitar pessoas idosas sem saber se estiveram expostos(as) ao vírus ou não. “Ninguém consegue trabalhar nesse estresse, é desumano”, diz a professora Luíza.

Em um mês, o CED Stella teve seis casos confirmados. A escola foi sanitizada nesta quarta (15), e as aulas serão ministradas em formato remoto até o final desta semana, prazo que poderá ser ampliado.

Casos de covid nas escolas do DF

Até o momento, 101 escolas contabilizam casos de covid-19 entre profissionais da Educação e/ou estudantes. Segundo dados do Comitê de Monitoramento de Retorno às Aulas Presenciais, entre as queixas e denúncias por parte de professores(as) e orientadores(as) educacionais, muitas se referem à não testagem daqueles e daquelas que circulam na escola e a não disponibilização, ou disponibilização limitada, de máscaras de proteção pelo GDF. Esse é um problema generalizado no DF, que vê a taxa de transmissibilidade aumentar e as restrições à circulação se afrouxarem.

O Sinpro ingressou com ação na Justiça para anular a circular nº 7, que determina o retorno presencial de todos indistintamente, inclusive aqueles e aquelas que não tiveram seu ciclo de imunização completado. Nas mesas de negociação com a SEDF, o sindicato tem insistido na testagem em massa como forma de prevenir o contágio. “A variante Delta já é predominante no DF, e todos sabemos que ela é muito mais contagiosa que a cepa original do vírus”, aponta Consuelita, diretora do Sinpro.

O Sinpro-DF lançou, nesta quarta (15), a campanha “Minha Vida Também Vale Muito”. A iniciativa tem como objetivo defender a vida e exigir do GDF tratamento isonômico a toda a categoria.

A campanha publicará fotos de professoras(es) e orientadoras(es) educacionais com cartazes “Minha Vida Também Vale Muito” nas redes sociais do Sinpro-DF, marcando o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), o GDF, a SEDF e a secretária da pasta, Hélvia Paranaguá.

A diretoria colegiada do Sinpro reafirma sua solidariedade à família, amigos e colegas do professor Joseli Gomes de Farias, o Lee. Lamentamos muito essa perda irreparável e seguiremos na luta para evitar que a tragédia da covid-19 continue vitimando nossa categoria e o povo brasileiro.

 
 

MATÉRIA EM LIBRAS

Após ação do Sinpro, GDF deverá responder à Justiça ordem de retorno presencial sem a D2

O Governo do Distrito Federal tem cinco dias para prestar informações sobre a determinação do retorno presencial de professoras/es e orientadoras/es educacionais da rede pública que não estão completamente imunizados ou, por algum motivo, não se vacinaram. O prazo passa a contar a partir desta terça-feira (14/9), por decisão do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT), em resposta à ação do Sinpro-DF para garantir isonomia de tratamento e defesa da vida.

A determinação do retorno presencial de servidoras/es do magistério público sem a imunização completa contra o vírus mais temido do século foi oficializada pela circular nº 7, publicada no último dia 8 de setembro. Sem qualquer diálogo com a Comissão de Negociação do Sinpro-DF, a decisão unilateral atropelou acordo firmado entre o governo e o Sinpro-DF, construído em negociação oficial.

Assim que publicada a circular, o Sinpro-DF iniciou a tentativa de diálogo com o GDF, mas sem nenhum resultado positivo. Diante do ataque à vida de parte da categoria e do tratamento desigual para este conjunto de trabalhadoras/es, o Sindicato não teve outra opção a não ser acionar a Justiça para que a arbitrariedade irresponsável fosse barrada.

“A nossa pauta principal é a defesa da vida. Nunca nos recusamos a construir negociações. Muito ao contrário. Essa sempre foi nossa primeira opção. Aliás, garantimos questões importantes a partir deste processo legítimo. Mas houve uma ruptura deste processo, feito pelo GDF. Isso é grave. Não só pela quebra em si de um compromisso firmado, mas por essa decisão colocar vidas em jogo. A pandemia não acabou. Ao contrário, a variante Delta assusta. Não abriremos mão de nenhuma vida”, afirma a diretora do Sinpro-DF Rosilene Corrêa.

O acordo firmado pela Comissão de Negociação do Sinpro-DF garantia o retorno presencial às salas de aula apenas de trabalhadoras/es em educação que já tivessem tomado a segunda dose das vacinas que atingem seu potencial de imunização com a D2, depois de 15 dias dessa dose, ou após 15 dias da aplicação do imunizante da Janssen, que é de dose única. A garantia está assegurada na circular nº 4, publicada no último dia 31 de julho.

Minha vida também vale muito
Nesta quarta-feira (15/9), o Sinpro-DF lançará a campanha “Minha Vida Também Vale Muito”. A iniciativa tem como objetivo exigir do GDF a isonomia de tratamento com servidoras/es da categoria e a defesa da vida.

A campanha terá como carro-chefe a publicação de fotos de professoras/es e orientadoras/es educacionais segurando cartazes com a frase “Minha Vida Também Vale Muito”. O material será postado nas redes sociais do Sinpro-DF, com marcação do governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), do GDF, da SEEDF e da secretária da pasta, Hélvia Paranaguá.

Letícia Montandon, dirigente do Sinpro-DF

 

“Vamos mostrar para o governo que a nossa categoria não aceita desrespeito e, muito menos, a banalização da vida. Pessoas continuam morrendo, e ações como essa do GDF são consideradas hediondas. É essencial que todas e todos participem da campanha para darmos peso a essa pauta urgente. A volta presencial só pode ser realizada com a D2, depois de 15 dias”, dialoga a dirigente do Sinpro-DF Letícia Montandon.

As orientações sobre a campanha “Minha Vida Também Vale Muito” serão publicadas nesta quarta-feira (15/9) no site e redes socais do Sinpro-DF.

 
 

MATÉRIA EM LIBRAS

Ato contra a PEC 32 mobiliza trabalhadores e movimentos sindicais na capital do país

O dia foi de manifestações na capital da República contra a Proposta de Emenda à Constituição 32/2020 (PEC 32). Desde o início desta terça-feira (14), servidores(as) públicos(as) das três esferas (municipal, estadual e federal), movimentos sindicais e trabalhadores(as) realizaram uma mobilização contra a reforma Administrativa, que ataca diretamente o funcionalismo público.

O ato, que fez parte da mobilização nacional Cancela a reforma, foi organizado pela CUT, demais centrais sindicais e entidades que defendem o serviço público e os(as) servidores(as) das três esferas. As manifestações começaram logo cedo, na área de desembarque do Aeroporto Internacional Juscelino Kubitschek. Logo na chegada, os(as) parlamentares foram “recepcionados” pelos(as) sindicalistas, que pediram o voto contrário à PEC 32. Do aeroporto, todos(as) seguiram para o Espaço do Servidor, na Esplanada dos Ministérios, local onde foi realizada a concentração das delegações. Em seguida, os(as) manifestantes seguiram para o Anexo II da Câmara dos Deputados.

Presente no Ato, Mônica Caldeira, diretora do Sinpro-DF, reforçou a importância do Estado no desenvolvimento do Brasil e ainda afirmou que nunca existiu um momento de crescimento sem investimentos públicos. “Não é a iniciativa privada que provoca o desenvolvimento do Brasil, gerando empregos e renda, mas a força do Estado. Com a reforma Administrativa, este ciclo será rompido, já que estará aberta a possibilidade de transferir serviços essenciais, que hoje são prestados pelo Estado, para a iniciativa privada. Resumindo, o brasileiro terá que pagar por um serviço que, hoje, é gratuito”, ressalta a sindicalista.

Além de enfraquecer o Estado e fortalecer a iniciativa privada, a PEC 32 também acabará com a estabilidade dos(as) servidores(as) e abrirá caminho para a privatização desenfreada de serviços públicos em geral. “Esta reforma é fatal para as classes mais humildes, pois elas terão que pagar pelo atendimento nos hospitais, nas escolas públicas, serviços que hoje são de graça. É por isto que temos que lutar contra a PEC 32”, ressalta Mônica.

O presidente da CUT-DF, Rodrigo Rodrigues, reforçou que a PEC 32 possibilita a contratação de trabalhadores(as) sem concurso público, e isso abre caminho para a corrupção. “A reforma significa a fragilização dos primeiros fiscais do uso dos recursos públicos. A denúncia levada à CPI sobre irregularidades na compra de vacinas foi feita por um servidor público, que independentemente da posição é o primeiro fiscal da boa prestação do serviço público”, disse o dirigente. Rodrigo explicou ainda que sem a estabilidade, servidores(as) ficam ligados(as) a mandatários propiciando a corrupção. “A população merece mais serviços públicos gratuitos e de qualidade, portanto, é responsabilidade de todos derrotar a PEC 32”, afirmou o presidente da CUT-DF.

O Sinpro pede que a categoria mantenha a pressão nos(as) deputados(as) pela plataforma Educação faz Pressão, pedindo para votarem contra a PEC 32. Se votar a favor, não volta!

 
 

MATÉRIA EM LIBRAS

Dia de fazer pressão contra o PL do Voucher! Participe!

Nesta terça-feira (14), os projetos de lei 852/2016 e 1380/2020, que formam o PL do Voucher, estão, mais uma vez, na ordem do dia da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF). As propostas são de autoria, respectivamente, dos deputados Rafael Prudente e Júlia Lucy e tramitam conjuntamente. Quando o projeto entra na ordem do dia, ele pode ser apreciado e votado pelo plenário da Câmara.

O PL do Voucher visa a transferir recursos públicos para a iniciativa privada, através do que chamam de bolsa do estudante ou “voucher”. O texto da proposta, logo no artigo 2º, o texto assume de forma literal que se trata de financiamento público de escolas privadas.

>>> VOUCHER É DESVIO DE RECURSOS DA ESCOLA PÚBLICA PARA SETOR PRIVADO

É muito importante que o Magistério público do DF faça pressão nos parlamentares em defesa da escola pública, para impedir esse retrocesso! Abaixo, os contatos e perfis no instagram dos deputados e deputadas distritais:

Agaciel Maia
https://bit.ly/3jw6ruD

Arlete Sampaio
https://bit.ly/3yxazPe

Chico Vigilante
https://bit.ly/3BsOzam

Claudio Abrantes
https://bit.ly/3juyUkr

Daniel Donizet
https://bit.ly/2Y2tXaj

Delmasso
https://bit.ly/3yxBk6b

Eduardo Pedrosa
https://bit.ly/3yreywU

Fábio Félix
https://bit.ly/38sFT7j

Hermeto
https://bit.ly/2Y2u1H5

Iolando
https://bit.ly/3kAdstM

Jaqueline Silva
https://bit.ly/3jtscey

João Cardoso
https://bit.ly/3t1EFt6

Jorge Vianna
https://bit.ly/3Bx53yf

José Gomes
https://bit.ly/2V841sY

Júlia Lucy
https://bit.ly/2Wy33XL

Leandro Grass
https://bit.ly/38uUEGA

Martins Machado
https://bit.ly/3kJIUG7

Rafael Prudente
https://bit.ly/3jtPukE

Reginaldo Sardinha
https://bit.ly/38xztUg

Reginaldo Veras
https://bit.ly/3mPbCI4

Robério Negreiros
https://bit.ly/3yyvXDZ

Roosevelt Vilela
https://bit.ly/3kEkxJU

Valdelino Barcelos
https://bit.ly/3gLSLd6

Sinpro recorre à Justiça para anular circular nº 07: a vida de todos e todas vale muito!

Desde o dia 8 de setembro, quando foi publicizada a circular nº 07, dirigida às escolas e às coordenações regionais de ensino, o Sinpro vem atuando para revertê-la. Sem nenhum diálogo com o sindicato, a circular determinou o retorno presencial imediato daqueles e daquelas que ainda não tomaram sua segunda dose de vacina contra Covid-19 (D2), contrariando os acordos firmados anteriormente.

>>> CIRCULAR OFICIALIZA RETORNO 15 DIAS APÓS SEGUNDA DOSE (Circular nº 04, de 31/07/2021)

Na quinta-feira, 9, a comissão de negociação do Sinpro foi, mais uma vez, à Secretaria de Educação (SEDF), que se comprometeu a organizar um levantamento dos profissionais do Magistério prejudicados pela medida. Desde então, o Sinpro pressiona a secretaria por uma resposta.

Entretanto, hoje (terça, 14), esgotaram-se todas as possibilidades de acordo. A SEDF insiste em manter a determinação, quebrando a isonomia entre os professores(as) e orientadores(as) educacionais da rede pública do DF.

Continuaremos a insistir com a SEDF que reveja seu posicionamento e restabeleça o que foi resultado na mesa de negociação. A partir da manutenção da circular 07, que é o que está em vigor, a diretoria colegiada decidiu também pelo caminho da judicialização como forma de garantir o direito a que toda a categoria seja tratada com isonomia. Ou seja, estamos buscando através da Justiça que o retorno dos(as) profissionais do Magistério ocorra somente após completado o processo de imunização, e que os efeitos da circular 07 sejam anulados.

Sede do Sinpro no SIG estará fechada durante toda a semana

A diretoria colegiada do Sinpro-DF comunica que a sede do sindicato no SIG estará fechada ao longo de toda esta semana (13 a 17 de setembro) por terem sido identificados casos de Covid-19 entre os funcionários da unidade.

O departamento jurídico fará contato com aqueles e aquelas que têm atendimento agendado para esse período. Nesse caso, os atendimentos serão realizados por videoconferência ou telefone; ou então, caso o professor ou professora prefira o atendimento presencial, será efetuado o reagendamento. Aqueles e aquelas que necessitarem de atendimento ainda não agendado podem recorrer aos telefones listados abaixo.

As demais subsedes (Gama, Planaltina e Taguatinga) permanecem abertas normalmente. Porém, o Sinpro sugere enfaticamente que os professores(as) e orientadores(as) educacionais evitem as visitas presenciais às sedes, priorizando os contatos telefônicos.

Números do Sinpro-DF

SEDE (Taguatinga)
Geral: (61) 3562-4011 |(61) 9 9245-0122
Cadastro: (61) 99245-2122

SUBSEDE SIG
Geral: (61) 3343-4200 | (61) 3343-4201 | (61) 3343-4202
Administração: (61) 99978-2804
Cadastro: (61) 9 91612072
Organização: (61) 9 9994-6258

SUBSEDE PLANALTINA
Geral: (61) 3388-5144 | (61) 99323-8114
Cadastro: (61) 99261-9905

SUBSEDE GAMA
Geral: (61) 3556-9105 | (61) 3384-8476 | (61) 99204-6345 | (61) 99167-2846

JURÍDICO SAÚDE
Contatos:
(61) 3031-4400
(61) 9 9244-3839

JURÍDICO
Contatos:
(FGTS): (61) 9 9204-6345
(61) 9 9323-8114
(61) 9 9611-9715
(61) 9 9964-9263
(61) 9 9122-5025
(61) 9 9996-5854
(61) 9 9935-6204
(61) 9 9167-2846
(61) 9 9963-3982
(61) 9 9976-3698

“Cancela a reforma já!” é uma das frases mais lidas nas ruas do DF

A denúncia de que a reforma administrativa faz mal à educação está registrada em 25 outdoors espalhados por 14 cidades do Distrito Federal. Em espaços de, em média, 9 metros de largura por 3 metros de altura, o Sinpro-DF alerta a população para o risco da proposta apresentada na PEC 32, de autoria do governo Jair Bolsonaro.

“Cancela a reforma já!”, exige o material publicitário que vem sendo lido por milhares de habitantes do DF que passam diariamente nas vias onde estão instalados os painéis.

A ocupação das ruas do DF contra a reforma administrativa também vem sendo feita com passeatas e atos. Nesta terça-feira (14/9), servidores públicos federais, estaduais e municipais ocuparão novamente a capital federal no Dia Nacional de Luta para Derrotar a PEC 32.

“Esse já é o segundo Dia Nacional de Luta contra a PEC 32 neste ano, e o Sinpro-DF vem participando ativamente de todas essas manifestações. Isso porque essa chamada reforma – que ao contrário do que diz a palavra faz é destruir tudo – não prejudica só um setor dos serviços públicos ou mesmo só os servidores públicos. Essa reforma prejudica o povo brasileiro. E é por isso que estamos nas ruas, para barrar a PEC 32, que faz mal ao Brasil”, afirma a dirigente do Sinpro-DF Meg Guimarães.

“Nossa pressão para barrar a reforma administrativa também é nas redes”, lembra a dirigente do Sindicato Letícia Montandon. Ela se refere à plataforma Educação faz Pressão, que possibilita o envio de mensagens para as redes sociais dos parlamentares. “A pressão tem que ser agora e conjunta”, afirma a sindicalista.

Dia de Luta
As ações contra reforma administrativa no Distrito Federal nesta terça (14) começam às 7h, com recepção dos parlamentares no Aeroporto Internacional JK. Às 14h, manifestantes se concentrarão no Espaço do Servidor, na Esplanada dos Ministérios. De lá, às 15h, seguirão em passeata até a Câmara dos Deputados.

A proposta de reforma administrativa já foi aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados. No último dia 31 de agosto, o relator da proposta na Casa, Arthur Maia (DEM-BA), apresentou parecer favorável à PEC. No rito de tramitação, a proposta será votada pela Comissão Especial da Câmara, o que deve acontecer nos dias 14, 15 e 16 deste mês. Depois disso, a proposta será encaminhada para o Plenário da Casa. A preocupação é grande, já que os presidentes da Câmara, Arthur Lira (Progressistas-AL), e do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), vêm trabalhando para aprovar a reforma administrativa a toque de caixa.

De acordo com o advogado Marcos Rogério, especialista em direitos dos servidores públicos, o relatório apresentado pelo deputado Arthur Maia está longe de resolver os problemas do texto original.

Um dos pontos ressaltados pelo especialista é que, com o alargamento de contrato temporário, feito no parecer do relator, todas as áreas públicas que não forem as de função típicas de Estado serão atingidas.

“Ao permitir que os contratos temporários sejam utilizados ao bel-prazer, ele (o relator) alarga demasiadamente este conceito e, de forma subrepitícia, quebra estabilidade (dos servidores)”, explica.

O advogado ainda reforça que está mantido no texto da PEC a “possibilidade de realização de instrumentos de cooperação entre o governo federal, estadual ou distrital com entidades privadas para gestão dos equipamentos públicos, como escolas e hospitais”.

“Hoje, uma escola, por exemplo, com servidor estável, com concurso público, já tem dificuldades em garantir educação. Imagine em um modelo em que os professores não têm estabilidade, não têm concurso público; com políticos podendo indicar quem vai ser contratado nessas entidades privadas”, analisa Marcos Rogério. (Veja análise completa no vídeo abaixo)

Com a reforma administrativa, a educação, e outras áreas do serviço público, sofrerão precarização de contratos de trabalho, maior influência do setor privado e consequentemente, no caso específico da educação, a diminuição da liberdade de cátedra.

 
 

MATÉRIA EM LIBRAS

Sinpro inicia campanha de recadastramento dos sindicalizados nesta segunda (13)

O Sinpro-DF lança, nesta segunda-feira (13), a campanha de recadastramento dos(as) sindicalizados(as) e convida os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais filiados(as) a se recadastrarem.

Com essa campanha dirigida aos(às) sindicalizados(as), o sindicato pretende atualizar os dados de todos e todas para poder atuar de forma mais precisa na defesa dos interesses da categoria porque, com o recadastro, o Sinpro-DF terá uma comunicação direta e eficiente com você.

Recadastre-se e mantenha seus dados atualizados nas plataformas do Sinpro-DF para receber informações sobre sua carreira profissional, seus direitos trabalhistas e sociais, seu salário e sobre todas as lutas diárias do sindicato.

Acesse o passo a passo no final deste texto. No Recadastro – Sinpro-DF, preencha o formulário e clique em “Cadastrar” para atualizar os dados.

 

Recadastre-se! Seu comprometimento é o que fortalece a nossa luta!

 

Por que devo me recadastrar?

Com a atualização, o(a) filiado(a) poderá manter seu vínculo com o sindicato mais eficiente e resolver muita coisa pela Internet. Além disso, fica mais informado de seus direitos e do que acontece em sua carreira profissional. E, ainda, fica a par, em primeira mão, do noticiário produzido pelo sindicato e fora dele.

Seu recadastramento irá proporcionar ao Sinpro-DF uma comunicação direta, rápida e eficiente com você e com a categoria e, assim, aperfeiçoa sua própria atuação em prol de todos e todas. Ao se recadastrar, você também estará sempre sabendo das informações sobre as ações da luta sindical, da agenda do sindicato, de convênios, das negociações com o governo e outros benefícios exclusivos dos(as) filiados(as).

É importante esclarecer que o recadastramento se faz necessário porque, com a evolução das tecnologias, ampliaram-se a diversidade e a velocidade dos canais de comunicação, os quais, por sua vez, também se desenvolvem. Com isso, as entidades sindicais necessitam de conferir e atualizar dados periodicamente. Até mesmo para assegurar a luta por direitos da categoria na Justiça. Além disso, a comunicação via redes sociais ganhou relevância para sempre, daí a importância de estarmos conectados também nas redes sociais.

Recadastre-se! Confira o passo a passo no final deste texto.

Vale destacar que muitas informações do Sinpro, necessárias para sua atuação na defesa dos interesses da categoria, estão defasadas. Os Correios devolvem muitas correspondências enviadas e alguns números de telefones mudaram de proprietário.

A comunicação e o diálogo alinhado à velocidade e à qualidade do conteúdo são condições fundamentais para manter professores(as) e orientadores(as) educacionais do Distrito Federal bem informados.

RECADASTRAMENTO – Passo a passo

É bem simples e rápido

1 – Acesse o link do recadastramento

Recadastro Sinpro DF

2 – Preencha os campos solicitados no Formulário com seu nome, nome social, CPF, matrícula na SEE-DF, e-mail, número do celular, endereço do Facebook, Twitter, Instagram, seu endereço fixo na cidade com o CEP.

3 – Em seguida, preencha os campos sobre seu cargo na SEE-DF e outras informações adicionais sobre sua carreira na rede pública de ensino.

4 – Faça a certificação da ficha respondendo a última pergunta, clique na caixinha do “Eu concordo…” e, finalmente, clique na palavra CADASTRAR, ao final do formulário. Feito isso, você receberá um e-mail de confirmação no endereço eletrônico que você forneceu.

Sede do Sinpro no SIG estará fechada nesta segunda

A sede do Sinpro-DF no SIG (Setor de Indústrias Gráficas) estará fechada durante a segunda-feira, 13 de setembro. A decisão foi tomada após um funcionário do departamento jurídico ter recebido resultado positivo no exame para Covid-19.

Dessa forma, a sede do sindicato será sanitizada e todos os funcionários em trabalho presencial serão testados. Os professores(as) e orientadores(as) educacionais que foram atendidos(as) no jurídico na semana passada devem observar a apresentação de sintomas da doença.

A sede reabre na terça-feira, 14, mas o departamento jurídico permanecerá em trabalho remoto ao longo de toda a semana. O próprio departamento fará contato com aqueles e aquelas que têm atendimento agendado para esse período. Nesse caso, eles(as) poderão ser atendidos(as) por videoconferência ou telefone, ou então, caso prefiram o atendimento presencial, será efetuado o reagendamento.

A marcação de novos atendimentos será feita pelos telefones da equipe, dispostos abaixo:

Jurídico SINPRO
Vítor – 99976-3698
Sidiléia – 9996-5854
Renata – 99611-9715

Acessar o conteúdo