Criança Cidadã de Bolsonaro gera mais exclusão e aplica recurso público no setor privado

A Medida Provisória (MP) que vem sendo alardeada por Bolsonaro como um “novo Bolsa-Família”, o Auxílio Brasil, é mais uma fake news gerada por seu desgoverno. Na realidade, o projeto junta alguns programas, sem apresentar os respectivos impactos orçamentários, e os desvincula dos municípios, atropelando o Pacto Federativo e concentrando poderes no Executivo Federal.

Entre esses programas, está o “Auxílio Criança Cidadã”, que implica na oferta de vouchers para a compra de vagas em creches privadas, não conveniadas com o poder público, para mulheres que conseguirem emprego formal. A proposta é um absurdo sob todos os pontos de vista.

O “benefício” é condicionado à conquista de um emprego pela mãe, como se ela estivesse desempregada por vontade própria, e bastasse sua disposição para que o trabalho apareça. O governo simplesmente desconsidera a realidade das mulheres mais pobres, das periferias, áreas rurais e pequenos municípios, e, na realidade, apenas abre mais um mecanismo de exclusão e sobrecarga para elas.

Além disso, de acordo com o texto da MP, a creche estaria dispensada de estar regularizada do ponto de vista fiscal; e, caso fraude alguma informação, a família beneficiária responde subsidiariamente. Tudo penaliza as famílias pobres.

Novidade nenhuma

Mais uma vez, trata-se da intenção do governo de se omitir da responsabilidade sobre a oferta de Educação Infantil e do trabalho de cuidados. Essa intenção já é bastante conhecida, basta olhar para o investimento no programa Brasil Carinhoso, criado por Dilma Rousseff e, 2012 com o objetivo de ampliar as vagas públicas em creches, com foco em crianças de famílias beneficiárias do Bolsa Família e do BPC (Benefício de Prestação Continuada), ou para crianças de famílias que tenham pessoas com deficiência.

Em 2014, o orçamento do programa foi de R$ 765.646.699,04. Em 2016, foi para R$ 545.755.258,49, e em 2017, com Temer na presidência, caiu drasticamente para R$ 39.920.093,42. Sob o governo Bolsonaro, o orçamento foi de R$ 5.874.868,86 em 2019 e R$ 7.961.535,55, até chegar à presente proposta de extinção do programa. Os números são do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE).

Para o Sinpro-DF, o Auxílio Brasil de Bolsonaro acaba com as verbas destinadas à ampliação de creches públicas para crianças em situação de vulnerabilidade social. E, mais uma vez, injeta os recursos públicos no setor privado, retirando direitos de quem mais precisa. Nenhuma novidade para uma trajetória de parlamentar improdutivo, mas sempre alinhado a todos os ataques desferidos contra a classe trabalhadora e setores em situação de vulnerabilidade no país.

 
 

MATÉRIA EM LIBRAS

Sinpro-DF convida a todos a defenderem os serviços públicos e pressionar os deputados contra a PEC 32/20

O Sinpro-DF convida a categoria, nesta terça-feira (17), véspera da paralisação nacional contra a reforma administrativa, a acessar as redes sociais dos deputados federais e cobrar deles/as o posicionamento contrário à PEC 32/2020. Essa PEC faz uma reforma administrativa para favorecer empresários e acabar com os serviços públicos, conquistados com muita luta da classe trabalhadora, prestados à população.

 

Convida também a todos e todas para participar da paralisação nacional contra essa reforma, que será nesta quarta-feira (18), com ato público a partir das 10h, no Anexo II da Câmara dos Deputados. É importante esclarecer que o governo Jair Bolsonaro (ex-PSL) e seus/as apoiadores/as têm, insistentemente, divulgado mentiras e desinformações para empurrar goela abaixo do povo brasileiro uma reforma administrativa que significa um dos piores remendos à Constituição Federal porque ela extingue os serviços públicos e transforma os cargos em cabide de emprego.

 

Na corrida para barrar mais esse ataque à Constituição, servidores(as) das três esferas realizam a Greve Nacional do Serviço Público. O principal alerta do movimento é o de que a reforma do governo Bolsonaro-Guedes prejudica toda a população, principalmente a parcela socioeconomicamente mais vulnerável, além de acabar com a possibilidade de qualquer brasileiro fazer um concurso público e virar servidor.

 

Por que sou contra a reforma administrativa do governo Bolsonaro que será votada na Câmara dos Deputados? Porque reduz salários; extingue com a estabilidade e a dedicação exclusiva; aumenta a carga horária; aumenta a insegurança no trabalho; promove e perpetua o assédio moral; aumenta o número de cargos por indicação (cabide de emprego); estabelece concurso público apenas para reposição de cargos do alto escalão; e atinge os atuais servidores públicos de todas as esferas da União.

 

Somo contra, sobretudo, porque a reforma administrativa (PEC 32/2020) do governo Jair Bolsonaro, conhecida como “PEC da Rachadinha”, foi criada para facilitar as várias formas de corrupção para políticos e governantes, esquemas, como o das rachadinhas de salários (quando o assessor não concursado repassa parte do salário para o político ou para alguém de sua família), os desvios e outros tipos de crimes se tornarão mais comuns e mais impunes. A PEC vai transformar o setor público no cabide de emprego, permitindo que apadrinhados políticos ocupem as funções de servidores concursados para gerar mais esquemas de corrupção e desvio de dinheiro público.

 

Essas funções serão chamadas de “Funções de Liderança e Assessoramento”. Mas tudo não passa de estratégia do governo Bolsonaro e políticos que o apoiam para lotear o serviço público politicamente, em troca de apoio. O presidente e seus filhos são investigados por diversos motivos, inclusive por esquemas de rachadinha. COINCIDÊNCIA?

Se não barrarmos a PEC 32/2020, ela vai instituir e legitimar essa e muitas outras mamatas definitivamente. Isso não será bom para você, sua família, sua comunidade e seu País. O Sinpro-DF, cuja trajetória é de luta, insiste em dizer: SEM LUTAS NÃO HÁ CONQUISTAS!

Confira na matéria “Greve é dos servidores, mas luta contra reforma administrativa é do povo, alerta diretora do Sinpro-DF”  mais motivos da paralisação e participe da mobilização nas redes hoje (terça, 17) e da paralisação de amanhã (quarta, 18).

 

A PRESSÃO NÃO PODE PARAR!

Envie mensagens para os deputados exigindo a REJEIÇÃO DA PEC 32. Entre no EDUCAÇÃO FAZ PRESSÃO e acesse os contatos dos deputados. Ou, ainda, clique no link, a seguir, ao lado do nome do/a deputado/a e envie a mensagem de pressão.

Mande mensagem diretamente em suas redes alertando sobre os prejuízos da PEC e pedindo apoio no Facebook. É fácil e rápido. Consulte a lista abaixo⬇

 

CONVENÇA OS/AS INDECISOS

 

Dep. Acácio Favacho

PROS-AP

https://twitter.com/AcacioFavacho  

 

Dep. Alceu Moreira

MDB-RS

https://www.facebook.com/depalceumoreira/   

https://twitter.com/@Alceu_Moreira

 

Dep. Alex Manente

CIDADANIA-SP

https://www.facebook.com/alexmanente/  

 

Dep. Neucimar Fraga

PSD-ES

https://www.facebook.com/neucimar.fraga/?_rdc=2&_rdr

https://www.instagram.com/neucimarfraga55/

 

 

REFORCE O APOIO DOS CONTRÁRIOS

Dep. Alencar Santana Braga

PT-SP

https://www.facebook.com/AlencarBraga13/ 

 

Dep. André Figueiredo

PDT-CE

https://www.facebook.com/DeputadoAndreFigueiredo/ 

 

Dep. Camilo Capiberibe

PSB-AP

 

 

Dep. Felício Laterça

PSL-RJ

https://www.facebook.com/delegadofeliciolaterca 

 

Dep. Gervásio Maia

PSB-PB

https://www.facebook.com/gervasiomaiapb/ 

 

Dep. Ivan Valente

PSOL-SP

https://m.facebook.com/IvanValentePSOL/  

 

 

Dep. Milton Coelho

PSB-PE

https://m.facebook.com/MiltonCoelhoSim

 

Dep. Paulo Pereira Da Silva

SOLIDARIEDADE-SP

https://m.facebook.com/paulinho.face/

 

Dep. Professor Israel Batista

PV-DF

https://m.facebook.com/profisrael/ 

 

Dep. Rogério Correia

PT-MG

https://m.facebook.com/deputadorogeriocorreia/  

 

Dep. Rui Falcão

PT-SP

https://m.facebook.com/rfalcao13/ 

 

Dep. Wolney Queiroz

PDT-PE

https://m.facebook.com/wolneyqueirozpe/


PRESSIONE E COBRE DOS FAVORÁVEIS

 

Dep. Alcides Rodrigues

PATRIOTA-GO

https://www.facebook.com/alcidesrodrigues4444/

 

 

Dep. Aroldo Martins

REPUBLICANOS-PR

https://www.facebook.com/aroldomartinsoficial/

 

 

Dep. Arthur Oliveira Maia

DEM-BA

https://www.facebook.com/arthur.oliveiramaia

 

 

Dep. Átila Lira

PP-PI

 

 

Dep. Capitão Alberto Neto

REPUBLICANOS-AM

https://www.facebook.com/capitaoalbertoneto/

 

 

Dep. Capitão Augusto

PL-SP

https://www.facebook.com/capitaoaugustooficial/

https://twitter.com/capitaoXaugusto

 

Dep. Coronel Tadeu

PSL-SP

https://www.facebook.com/coroneltadeu/

 

Dep. Darci De Matos

PSD-SC

https://www.facebook.com/Depdarcidematos

 

 

Dep. Diego Garcia

PODEMOS-PR

https://www.facebook.com/diegogarciapr

 

 

Dep. Euclydes Pettersen

PSC-MG

https://m.facebook.com/EuclydesPettersenOficial/

 

 

Dep. Fernando Monteiro

PP-PE

 

 

Dep. Kim Kataguiri

DEM-SP

https://www.facebook.com/kataguiri.kim/

 

 

Dep. Lincoln Portela

PL-MG

https://www.facebook.com/deputadolincolnportela/

 

 

Dep. Marcelo Moraes

PTB-RS

https://www.facebook.com/depmarcelo.moraes

 

 

Dep. Márcio Labre

PSL-RJ

https://m.facebook.com/marciolabreoficial/

 

Dep. Reinhold Stephanes Junior

PSD-PR

https://m.facebook.com/reinholdstephanesjunior/

 

 

Dep. Sebastião Oliveira

AVANTE-PE

https://twitter.com/StephanesJr

 

 

Dep. Tiago Mitraud

NOVO-MG

https://m.facebook.com/TiagoMitraud/

https://www.instagram.com/tiagomitraud/

Sinpro cobra que SEEDF apresente protocolo de segurança sanitária específico para a educação

O esforço do Sinpro-DF para garantir que o risco de infecção pelo coronavírus seja mitigado nas escolas com o retorno presencial às aulas continua. Nesta segunda-feira (16/8), a Comissão de Negociação do Sindicato se reuniu com integrantes da Secretaria de Educação do DF e solicitou a apresentação de um protocolo de segurança sanitária específico para a educação em casos de confirmação ou suspeita de infectados com covid-19. Segundo o secretário executivo da Secretaria de Educação do DF (SEEDF), Denilson Bento da Costa, essa e outras pautas apresentadas no encontro serão levadas para discussão com o Governo do Distrito Federal.

Atualmente, as escolas realizam a aplicação de protocolos de segurança focados na prevenção. Com isso, há a indicação de uso de máscara, álcool em gel, higienização das mãos, diminuição da circulação de pessoas nas escolas e outras estratégias. O objetivo do Sinpro-DF é construir um protocolo que foque nas ações que devem ser tomadas ao se verificar suspeitos ou infectados com covid-19 em sala de aula. Com isso, devem ser estabelecidos critérios que indicarão, por exemplo, se a suspensão do ensino presencial será realizada apenas na turma onde houve o caso de covid-19 ou em toda a escola, ou mesmo se a testagem será restrita aos suspeitos de infecção ou feita em massa.

“Não podemos tratar a escola simplesmente como repartição pública, como um andar de ministério ou de uma secretaria. O espaço escolar tem suas singularidades e especificidades, e isso deve ser levado em conta”, afirma o diretor do Sinpro-DF Cléber Soares, integrante da Comissão de Negociação.

Desde o retorno presencial às aulas, as suspeitas ou casos confirmados de covid-19 vêm sendo analisados de forma individual pela Secretaria de Educação, que indica o que a unidade escolar deve fazer. No último sábado (14/8), por exemplo, uma criança da Educação Infantil do CAIC Santa Paulina, no Paranoá, foi diagnosticada com covid-19, e mais duas do Ensino Fundamental têm suspeita de contaminação. Entretanto, a SEE-DF não orientou a suspensão das aulas. Diante da gravidade do cenário, a gestora da escola, Oneide Ribeiro, decidiu suspender as aulas nesta segunda-feira (16), quando será realizada assembleia de pais, mães e responsáveis para definir quais medidas devem ser tomadas.

“A gente precisa que gestores e gestoras tenham condições de ter agilidade nos encaminhamentos do que fazer diante de casos de suspeita ou infecção pela covid-19. É anunciar para a comunidade que as aulas serão suspensas? Isso não está definido. A falta do protocolo faz com que as coisas sejam muito morosas. Precisamos de um encaminhamento objetivo para que as gestões das escolas tenham tranquilidade nos encaminhamentos de suas decisões, prevenindo inclusive surtos de infecção pelo vírus no ambiente escolar”, avalia Cléber Soares.

Coleta de dados
Na reunião desta segunda-feira (16), o secretário executivo da SEEDF, Denilson Bento da Costa, informou à Comissão de Negociação do Sinpro-DF que a pasta e a Secretaria de Saúde do DF estão desenvolvendo um sistema informatizado de coleta de dados sobre covid-19 nas escolas da rede pública de ensino do DF, para emitir boletins epidemiológicos.

O sistema, que segundo a SEEDF terá os dados abertos ao público, será alimentado pela equipe gestora de cada unidade escolar, que deverá registrar no mecanismo o número de suspeitas e/ou casos de covid-19. O objetivo é de que, ao identificar o caso, o suspeito de infecção seja encaminhado à unidade básica de saúde mais próxima de sua residência, onde será realizado o exame específico para detectar a covid-19. Até então, a pessoa com suspeita ou confirmação de infecção pelo novo coronavírus é encaminhada para o posto de saúde referência na cidade.

A criação desse sistema de coleta de dados responde a uma das solicitações do Sinpro-DF, que enxerga na transparência dos dados sobre covid-19 nas escolas requisito imprescindível para a contenção da proliferação da doença, além de facilitar a apresentação de solução para problemas que inevitavelmente surgiram e surgirão com o retorno presencial às aulas em plena pandemia.

Testagem
A Comissão de Negociação do Sinpro-DF ainda apresentou, mais uma vez, à Secretaria de Saúde do DF a pauta que solicita a testagem em massa nas unidades escolares. Segundo o secretário executivo SEEDF, a pasta segue protocolo do Ministério da Saúde que, por sua vez, orienta testagem apenas em quem apresentar os sintomas da covid-19.

“A testagem deveria ser em massa. Isso porque há que se considerar que há pessoas que são assintomáticas, e transmitem a doença da mesma forma. O GDF pode fazer além do que está determinado pelo governo federal”, pondera Cléber Soares. Segundo ele, o ponto continua em discussão.

Merenda
Desde o primeiro dia de retorno presencial às aulas, vêm sendo feitas denúncias sobre o atraso da entrega de gêneros alimentícios para a preparação das merendas nas unidades escolares. Em alguns casos, professores tiveram que tirar do próprio bolso para complementar pelo menos o básico, como cebola, alho e outros temperos. Em outras situações, aulas tiveram que ser suspensas por falta de condições de produzir a merenda.

Na reunião desta segunda-feira (16), o secretário executivo da Secretaria de Educação do DF, Denilson Bento da Costa, disse que o problema já foi solucionado.

Paridade na jornada
A jornada de trabalho de professoras/es readaptadas/os, professoras/es que trabalham nas salas de recurso, as equipes (pedagogos(as) e psicólogos(as),  orientadoras/es educacionais e coordenadores(as) pedagógicos(as) que atuam nas UEs  deverão seguir a mesma jornada estabelecida para professoras/es em regência durante as aulas híbridas. Ou seja: 4 horas em atuação presencial com estudantes, 1 hora para atividades híbridas e 3 horas para coordenação escolar. O consenso foi firmado na mesa de negociação realizada nesta segunda-feira (16/8).

Gestão democrática
O secretário executivo da SEEDF, Denilson Bento da Costa, afirmou na reunião de negociação desta segunda-feira (16) que, em princípio, haverá eleição para gestoras/es das escolas neste ano, seguindo a legislação vigente. A pasta, entretanto, ainda não bateu o martelo quanto a isso.

As eleições para gestora/es são feitas todos os anos, no mês de novembro. Com a alteração da legislação sobre o tema, essas eleições serão feitas a cada três anos. Entretanto, mesmo com a mudança, não foi discutido se haverá prorrogação de mandato ou mesmo se as condições sanitárias permitirão a realização de eleições, entre outros pontos.

Negociação permanente
Na reunião com a SEEDF, realizada nesta segunda-feira (16/8), a Comissão de Negociação do Sinpro-DF ainda solicitou a retomada da mesa de negociação permanente. Além do Sinpro-DF e da SEEDF, compõem o espaço a Casa Civil e a Secretaria de Economia, além de outras secretarias, quando o tema tratado exige.

“Queremos que essa mesa de negociação permanente retorne, com reuniões a cada 15 dias, para discutirmos para além do que trata a pandemia da covid-19. Recomposição salarial, implementação da Meta 17 do PNE e outras questões que estão na nossa pauta, como a redução da quantidade de alunos em sala de aula, precisam ser encaminhadas”, disse o diretor do Sinpro-DF Cléber Soares.

O compromisso do secretário executivo da SEEDF foi de fazer a discussão sobre o tema junto ao GDF.

 

 
 

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Sai lista de remanescentes para vacinação contra covid-19; é só hoje

Foi publicada nesta segunda-feira (16/8) a tarde lista com os nomes de professores(as) e orientadores(as) educacionais que ainda não tomaram vacina contra a covid-19 e poderão receber o imunizante de dose única (Janssen). A vacinação será realizada das 18h às 20h desta segunda, na Praça dos Cristais, localizada no Setor Militar Urbano, em frente ao Quartel General do Exército.

Acesse a lista aqui

Urgente: Professores(as) e orientadores(as) educacionais que ainda não tomaram a vacina

Esta segunda-feira, 16 de agosto, é o último dia para professores(as) e orientadores(as) educacionais que ainda não tomaram a vacina receberem o imunizante de dose única (Janssen). Aqueles e aquelas que estão na lista de contratação de educadores sociais voluntários devem tomar o mesmo procedimento.

Quem estiver nessa situação deve mandar nome completo, escola em que trabalha e número do CPF para o telefone/whatsapp 99959-0105 (Comitê de Monitoramento) ainda hoje até as 14h30, e se dirigir ao posto de vacinação da Praça dos Cristais, no Setor Militar Urbano, já a partir de 15h. Somente nesta segunda, 16!

Após retorno às aulas presenciais, pelo menos 15 escolas registram casos de covid-19

Pelo menos 15 escolas da rede pública de ensino registraram casos de infecção pelo coronavírus após a determinação de retorno às aulas presenciais. As direções das escolas agiram rápido e não houve surto de contágio. O número é levantado pelo Sinpro-DF a partir de denúncias realizadas pelas gestões escolares. O Governo do Distrito Federal ainda não disponibilizou dados oficiais sobre aos casos de covid-19 nas unidades escolares. (Veja lista completa das escolas no fim da matéria).

No CAIC Santa Paulina, no Paranoá, uma criança da Educação Infantil foi diagnosticada, e mais duas do Ensino Fundamental têm suspeita de contaminação. A direção da escola suspendeu as aulas presenciais nesta segunda-feira, 16, e convocou uma assembleia de pais e responsáveis às 14h para definir quais medidas devem ser tomadas. Nesta segunda, portanto, as aulas acontecem em sistema remoto.

A escola está sendo sanitizada e a professora Oneide Ribeiro, diretora, destaca que o caso aconteceu, infelizmente, mesmo com todas as medidas de segurança sendo tomadas, como o uso de tapetes sanitizantes, totens, dispenser de álcool em gel em todas as salas e demais dependências da escola, além da disponibilização de um borrifador para cada turma. Também foram confeccionados cartazes informativos, adesivos personalizados para mesas, cadeiras e pisos.

Em Planaltina, o CAIC Assis Chateaubriand registrou dois casos confirmados, ambos em servidores terceirizados, que já se submeteram a tratamento e estão recuperados. Uma professora da Educação Infantil tem suspeita de contaminação e aguarda para realizar os exames.

Por precaução, a direção definiu por suspender as aulas presenciais na quarta-feira, 18, para desinfecção da escola. Segundo o diretor da escola, Luiz Cláudio Campos, a situação no CAIC está controlada.

Prevenir o contágio

Nesta segunda-feira, retornam presencialmente professores(as) e estudantes das séries finais do Ensino Fundamental e segundo e terceiro segmentos da EJA (Educação de Jovens e Adultos). Na próxima segunda, 23, é a vez do Ensino Médio e Profissional.

O retorno presencial promove um maior trânsito de pessoas, favorecendo as possibilidades de contágio. Por isso, é necessária a contribuição de todos para reduzir ao máximo os riscos para o conjunto da comunidade. É muito importante que todos e todas que puderem se vacinar o façam, e não deixem de tomar a segunda dose! Além disso, observar cuidadosamente cada medida de proteção, como higienização permanente das mãos e uso de máscaras.

Importante lembrar, também, que o Comitê de Monitoramento de Retorno às Aulas Presenciais, criado pela Comissão de Educação, Saúde e Cultura (CESC) da Câmara Legislativa, e do qual o Sinpro faz parte, está em atividade. O comitê visita as escolas para aferir as condições e recebe relatos, denúncias e sugestões pelos números 99959-0105 (Sinpro) ou 98450-8155 (CESC) e pelo e-mail cesc@cl.df.gov.br.

Lista das escolas com casos de covid-19 (atualização em 31/8, às 8h20):

1 – Jardim Infância 308 Sul
2 – CEI 416 Santa Maria
3 – CEI 08 Taguatinga
4 – CEI 307 de Samambaia
5 – EC 102 Sul Plano Piloto
6 – Ced 02 RF 1 ( aluna , somente a turma da aluna com aula remota ).
7 – EC 415 Samambaia
8 – EC 100 Santa Maria
9 – EC 308 Sul do Plano Piloto
10 – EC 55 de Taguatinga
11 – EC 121 Samabaia
12 – CAIC UNESCO São Sebastião
13 – CAIC Walter José de Moura de Taguatinga
14 – CAIC Bernardo Sayão Ceilândia
15 – CAIC Paranoá (estudante da educação infantil)
16 – Escola Classe 305 Sul – 1 servidor
17 –  CAIC de Sobradinho II (uma professora e uma merendeira)
18 – Cei 04 de Taguatinga
19 – JI 108 Sul.  –  2 crianças
20 – CEI Galvão – 1 professora (variante Delta)
21 – EC 13 de Ceilândia (1 aluno)
22 – CED Myrian Ervilha
Recanto da emas (4 funcionários com Covid)
23 – CAIC Helena Reis ( uma professora)
24 – CED AGROURBANO ( 1 professor).
25 – Ec 38 Ceilandia (aluna)
26 – CEF 507 DE Samambaia
27 – EP 308 sul (duas professoras em 13/08 testaram positivo)
28 – CEF 312 de Samambaia
29 – EC RCG do Plano Piloto
30- EC 410 de Samambaia
31- CED São Bartolomeu (São Sebastião)
32- EC 218 Santa Maria
33 – Cef 214 sul (1 professora)
34 – CEF 102 Norte
35- CED Vargem Bonita (aluno)
36 – EC 115 Norte
37 – CEF 102 Norte
38- CEF 410 Norte
39- EC 203 Santa Maria
40 – CEMUB – Centro de Ensino Médio Urso Branco
41 –  Ced Queima Lençol de Sobradinho – 1 professora e 4 alunos
42 – CEF 206 Recanto das Emas – 1 professora
43 – CEF 08 Guará
44 – CED 01 RF 2 ( 1 professor(a) e 1 aluno (a) ).
45 – CEF 14 Ceilândia (guardinha)
46 – CEMI Gama

 
 

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Sinpro convoca para paralisação nesta quarta (18), dia de Greve Nacional do Serviço Público

O Sinpro convoca a categoria para a paralisação nesta quarta-feira, dia 18: é a Greve Nacional do Serviço Público. No mesmo dia, também acontecerá um ato público no Anexo II da Câmara Federal, a partir das 10h.

A ação é convocada pela CUT (Central Única dos Trabalhadores) e demais centrais sindicais, além de diversas organizações da sociedade civil, como a CNTE (Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação). O movimento faz parte da agenda de resistência contra a PEC 32, proposta de reforma administrativa que tramita no Congresso Nacional.

>>> Saiba mais: GREVE É DOS SERVIDORES, MAS LUTA CONTRA REFORMA ADMINISTRATIVA É DO POVO, ALERTA DIRETORA DO SINPRO-DF

Servidores das três esferas participam da mobilização desta quarta. O principal alerta é de que a reforma do governo Bolsonaro-Guedes prejudica toda a população, principalmente a parcela socioeconomicamente mais vulnerável. “A greve é dos servidores e das servidoras, mas luta contra reforma administrativa é do povo”, afirma a diretora do Sinpro Rosilene Corrêa.

Além da ameaça aos direitos da população, a reforma administrativa também aplica duros golpes contra os servidores públicos. Pelo texto, há perda de estabilidade, possibilidade de demissão, apadrinhamento político com aliados ao governo de plantão em cargos estratégicos, afrouxamento de regras que coíbem a corrupção, fim das férias de mais de 30 dias e uma série de outras perdas.

Por tudo isso, a participação de cada um e cada uma é fundamental para contruir uma mobilização forte e barrar essa reforma. Compartilhe as informações e a convocação para a paralisação, converse com os e as colegas na escola, e vamos todos construir um grande movimento contra a PEC 32, em defesa do serviço público e dos direitos da população!

DIA 18 | Greve é dos servidores, mas luta contra reforma administrativa é do povo, alerta diretora do Sinpro-DF

Governo federal e apoiadores divulgam uma série de desinformações para empurrar goela abaixo do povo brasileiro um dos piores remendos à Constituição Federal: a reforma administrativa. Na corrida para barrar o projeto, em tramitação na Câmara dos Deputados como PEC 32, servidores das três esferas realizam a Greve Nacional do Serviço Público, no dia 18 de agosto. A principal alerta do movimento é de que a reforma do governo Bolsonaro-Guedes prejudica toda a população, principalmente a parcela socioeconomicamente mais vulnerável.

Organizado pela CUT (Central Única dos Trabalhadores) e demais centrais, além de diversas organizações da sociedade civil, como a CNTE (Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação), a Greve Nacional do Serviço Público será marcada por ações em todo o país. No Distrito Federal, a greve será realizada concomitantemente a ato no Anexo II da Câmara Federal, a partir das 10h.

“O governo federal usa da mentira, uma das suas especialidades, para tentar enganar a população quanto à reforma administrativa. Para forçar a aprovação da PEC, esse governo, que já retirou direitos históricos da população, fala em supostos privilégios para servidores e ineficiência dos serviços públicos. A prova de que isso é completamente falso está na própria realidade. Imagina só se diante dessa pandemia não existisse o SUS! Imagina quantas pessoas mais teriam morrido. Imagina o valor da vacina contra a covid-19. Além disso, a mídia tenta esconder, mas a verdade é que metade do funcionalismo público ganha cerca de dois salários mínimos”, alerta a diretora do Sinpro-DF Rosilene Corrêa. “A greve é dos servidores, mas luta contra reforma administrativa é do povo”, completa.

O conjunto de regras apresentado na reforma administrativa faz com que direitos como educação, saúde, alimentação, moradia, lazer, segurança, previdência social, proteção à maternidade e à infância, assistência aos desamparados e vários outros fiquem ameaçados. Isso porque o texto da proposta indica que a iniciativa privada deve executar serviços básicos para a garantia da dignidade humana. 

“Todo mundo está indignado com o preço do gás de cozinha, da gasolina, dos alimentos. E isso pode piorar. Imagina ter que pagar por escola, por hospital, por segurança pública? É isso que acontece quando serviços são prestados pela iniciativa privada. E é isso que vai acontecer se a reforma administrativa for aprovada”, explica a diretora do Sinpro-DF Letícia Montandon. 

Paralelamente aos ataques à sociedade, a reforma administrativa também aplica duros golpes contra os servidores públicos. Pelo texto, há perda de estabilidade, possibilidade de demissão, apadrinhamento político com aliados ao governo de plantão em cargos estratégicos, afrouxamento de regras que coíbem a corrupção, fim das férias de mais de 30 dias e uma série de outras perdas (veja aqui https://df.cut.org.br/noticias/18-de-agosto-servidores-as-publicos-do-df-realizam-greve-de-24h-e-ato-contra-pec-791a).

No caso da educação, por exemplo, atuais professoras/es ficarão submetidas/os a novas – e amplas – regras para perda do cargo público e terão seus direitos ameaçados pela nova legislação que será aplicada às/ aos futuras/os servidoras/es. Nessa nova legislação, já está previsto o fim de direitos como licença-prêmio, aumentos retroativos, adicional por tempo de serviço, férias superiores a 30 dias/ano, incluindo recesso. Aliás, é incerto inclusive que haja futuros professores vinculados ao serviço público, já que o esforço do governo é para minguar o protagonismo do Estado.

“É por tudo isso que devemos parar no dia 18 de agosto e nos mobilizar permanentemente contra a reforma administrativa. Essa reforma faz mal ao Brasil, e essa luta tem que ser de todas e todos nós”, convoca Rosilene Corrêa.

A reforma administrativa foi aprovada na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados, mesmo transgredindo em vários pontos a própria Constituição Federal. Atualmente, ela está na comissão especial, onde aguarda o relatório do deputado Arthur Maia (DEM-AM), que também relatou a reforma da Previdência, dando parecer favorável à proposta que impossibilitou brasileiros e brasileiras de se aposentar.

 
 

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Repescagem para vacinação contra a Covid-19 nessa sexta, sábado e domingo

O Sinpro informa que os(as) professores(as), orientadores(as) educacionais e demais profissionais da Educação poderão se vacinar contra a Covid-19 nessa sexta-feira (13), sábado (14) e domingo (15). A repescagem da imunização ocorrerá na Praça dos Cristais (em frente ao Quartel General do Exército, no Setor Militar Urbano), das 18h às 20h, no esquema de Drive thru.

O Plano de Vacinação dos Profissionais de Educação do Distrito Federal teve início em 21 de maio e será executado diariamente até que todos(as) estejam imunizados(as) contra a Covid-19.

Para ter acesso às listas de convocação, clique aqui.

Números mostram que resultados positivos da vacinação já podem ser sentidos no Brasil

Em todo o mundo, os números têm mostrado, inequivocamente, que a vacinação é o instrumento fundamental para a superação da pandemia da Covid-19. Mesmo no Brasil, onde a vacinação começou mais tarde do que poderia ter sido e se desenvolveu de forma lenta, os números já demonstram que ela é decisiva para conter o avanço da doença, resguardar o sistema de saúde e salvar vidas.

As cidades de Serrana e Botucatu, no interior de São Paulo, foram palco de estudo da eficácia das vacinas Coronavac e AstraZeneca, respectivamente. Os estudos se basearam na vacinação em massa das populações, e os resultados não deixam dúvidas.

Em Serrana, os casos sintomáticos de Covid-19 caíram 80%, as internações, 86%, e as mortes, 95%, após a conclusão da vacinação de toda a população maior de idade com as duas doses de Coronavac. Além disso, outra das conclusões da pesquisa é de que crianças e adolescentes, que não foram imunizados, também se beneficiaram do processo. Quando se contém a circulação do vírus, o benefício é coletivo, o que reforça que a vacinação é uma medida de saúde pública, e não apenas individual.

Em Botucatu, onde a população recebeu a primeira dose de AstraZeneca, a queda no registro de novos casos já foi de 71,3%. As internações caíram 46%. Lá, o público-alvo da vacinação em massa são pessoas de 18 a 60 anos. A segunda dose está sendo aplicada nesta semana.

Boa evolução nos estados

O último boletim da Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz), publicado na quarta-feira, 11, mostra que a taxa de ocupação de UTIs para adultos no SUS (Sistema Único de Saúde) está em menos de 80% em todos os estados brasileiros. É o melhor resultado desde que o boletim começou a ser editado, há pouco mais de um ano. Apenas cinco estados se encontram na zona de alerta intermediário, com ocupação de leitos entre 60% e 80%. São eles: Goiás, Mato Grosso, Roraima, Rio de Janeiro e Rondônia.

Trata-se de uma informação importante porque demonstra que os primeiros resultados da vacinação no país já podem ser sentidos. Hoje, mais da metade da população brasileira recebeu ao menos uma dose de vacina contra Covid-19. Completaram o ciclo de imunização, com duas doses ou a vacina de dose única, cerca de 22%.

No Distrito Federal, onde 57,77% da população recebeu a primeira dose até quinta-feira, 12, dados da Secretaria de Saúde mostram que a taxa de mortalidade por Covid-19 entre pessoas vacinadas com a primeira dose é de 0,07%. Quando remetemos às pessoas que têm a imunização completa (22,23% da população do DF até agora), esse número cai para 0,06%.

Todas as vacinas aplicadas no Brasil – Coronavac, AstraZeneca, Pfizer e Janssen – foram testadas e têm eficácia comprovada. Como vimos, os números já vêm mostrando isso, mesmo antes de se concluir o processo de imunização. Entretanto, mesmo que as chances de contrair o vírus diminuam, elas não são nulas enquanto ele estiver em circulação elevada.

Interromper a circulação do vírus

No DF, por exemplo, a taxa de transmissibilidade está igual ou maior que 1 há dez dias, o que indica a pandemia em aceleração. Felizmente a campanha de vacinação avançou na reta final, e tem sido possível manter sob controle os números de internação e óbitos. Mas eles precisam reduzir mais.

Entretanto, enquanto o vírus estiver circulando descontroladamente, os riscos seguem existindo. Nenhuma vacina imuniza 100% uma pessoa, mas, como atestam os números, ela reduz significativamente os riscos. Para reduzir ainda mais, é preciso vacinar ainda mais pessoas. O falecimento do ator Tarcísio Meira em decorrência da Covid-19, infelizmente, é demonstrativo disso. Aos 85 anos, ele tinha tomado as duas doses de vacina, mas estava cercado de pessoas que não estavam imunizadas.

Embora os números sejam animadores, todos os cuidados devem ser mantidos e até intensificados, uma vez que a variante delta do novo coronavírus, considerada quase 90% mais transmissível que a cepa original, está em circulação no DF. A conclusão do processo de imunização será essencial para que as rotinas de todos sejam retomadas com o máximo de normalidade possível.

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