ESCOLAS PARQUE PARTICIPAM DAS PLENÁRIAS POR MODALIDADE NESTA TERÇA (1°). NÃO FIQUE DE FORA

 O Sinpro-DF convida todos(as) para mais uma edição das plenárias por modalidade na próxima terça-feira (1° de Junho), a partir das 16h, por meio da plataforma Zoom. Seguindo o cronograma de mobilizações aprovado pela categoria na última Assembleia Virtual, a edição de terça acontecerá com as  escolas parque do Distrito Federal.

As plenárias têm como objetivo, manter a agenda de lutas  através de encontros remotos. Esse será o quarto encontro das plenárias por modalidades. 

Lembramos que é imprescindível a participação de todos(as) na reunião virtual. Compartilhe com seus colegas e nos grupos da sua escola, e reserve este momento na sua agenda para participar da plenária. Caso algum(a) professor(a) ou orientador(a) educacional não tenha disponibilidade no dia da sua modalidade, ele(a) poderá participar das próximas plenárias que irão acontecer (confira o cronograma ao final da matéria).

Havendo atividades ou mobilizações na mesma data ou horário das plenárias, o Sinpro-DF poderá alterar o horário do encontro remoto. Caso aconteça, toda e qualquer mudança, será informada em nossos canais de comunicação e redes sociais.

Para solicitar o acesso ao encontro remoto, entre em contato com os diretores do Sinpro-DF por meio dos telefones disponibilizados no card.

 

08/06 – 16h – Centro de Ensino Especial; Conveniadas e Educação Precoce

 

10/06 – 16h – Escola do Campo

11/06 – 10h – Orientadores/as educacionais

15/06 – 16h – Centro de Ensino Fundamental

 

17/06 – 16h – Centro de Ensino Médio e Centro Educacional

 

18/06 – 16h – Sede; CREs e Bibliotecas Escolares Comunitárias

 

22/06 – 16h – Escola Classe e CAIC

 

24/06 – 16h – Jardim de Infância e Centro de Educação Infantil

 

25/06 – 16h – EAPE, Oficinas Pedagógicas e Professores Cedidos

 

29/06 – 19h – Delegados(as) Sindicais

 

01/07 – 19h – Educação de Jovens e Adultos, PROEM e Meninas e Meninas do Parque

 

02/07 – 16h – Gestores(as)

 

 

Prazo para garantir carência especial do GDF Saúde termina nesta terça (1º/6)

Professoras/es e orientadoras/es educacionais que aderirem até esta terça-feira (1º/6) ao plano de saúde do Instituto de Assistência à Saúde dos Servidores do Distrito Federal (INAS), o GDF Saúde, terão prazos reduzidos para realização de procedimentos. Após essa data, a carência se torna maior.

Caso a adesão ao GDF Saúde seja feita até o dia 1º de junho, a carência que deverá ser cumprida pelo beneficiário será de 60 dias para cirurgias programadas, exames complementares, partos e demais casos. Após o dia 1º de junho, a carência será de 300 dias para realização de partos; 90 dias para a realização de exames complementares; e 180 dias para cirurgias programadas e demais casos.

Saiba mais no GDF Saúde no vídeo abaixo.

https://youtu.be/KJLdJj0lYNY

Para quem tem interesse em fazer a adesão, acesse o link: http://www.inas.df.gov.br/ ou vá direto para o link da adesão: http://www.inas.df.gov.br/adesao-gdf-saude-df/

 

De olho no GDF Saúde

Para acompanhar o GDF Saúde, o Sinpro-DF lançou o De olho no GDF Saúde, uma ferramenta que receberá sugestões e dúvidas sobre o plano de saúde dos servidores públicos do GDF. A ferramenta de monitoramento, exclusiva para filiadas/os, está disponível no link https://bit.ly/3bD6mRv. O atendimento é realizado das 9h às 17h, de segunda a sexta-feira.

 

Atendimento Pedagógico Domiciliar NÃO é homeschooling

O PL 3262/2019, que legaliza o homeschooling no Brasil, aguarda votação do parecer favorável da relatora, deputada Greyce Elias. Para fortalecer a mobilização contra esse projeto nocivo, o Sinpro produzirá uma série de matérias abordando os malefícios que a prática de homeschooling pode causar à Educação. A primeira delas está abaixo e visa a diferenciar o homeschooling do APD – Atendimento Pedagógico Domiciliar.

O Atendimento Pedagógico Domiciliar (APD) é uma modalidade de ensino inserida na Educação Hospitalar. Ele se pauta por proporcionar a continuidade da escolarização do estudante que se encontra acamado ou em convalescença em sua residência ou casa de apoio, e portanto, impossibilitado de frequentar presencialmente a escola.

A modalidade não pode, em hipótese nenhuma, ser confundida com iniciativas de homeschooling. As diferenças são gritantes. Além de ser uma situação transitória para o estudante, devido à sua condição num dado momento, a mediação entre o estudante e os conteúdos é integralmente realizada por um professor ou professora, mantido o vínculo com a escola.

Segundo a professora Helma Salla, pesquisadora do tema em seu doutorado na Faculdade de Educação na UnB, a perspectiva do APD é a inclusão. “Mesmo afastado, o estudante em APD sabe o que está se passando na sala de aula, desenvolve interação com seus pares e mantém contato com a escola”, ela pontua. “O professor ou professora é responsável por que o estudante aprenda os conteúdos pedagógicos, realizando as adequações de tempo, espaço e conteúdo conforme as características do estudante e da sua condição, para que ele dê sequência à escolarização”, completa.

Helma destaca que, para atingir o objetivo de oferecer ao estudante o contexto ensino-aprendizagem, o professor ou professora organiza seu trabalho pedagógico buscando atender as Necessidades Educacionais Específicas do estudante em situação de APD. “Assim, ele precisará lidar com as diversas situações presentes, como as expectativas do estudante e da família e as mudanças diversas ocasionadas pelo adoecimento”, afirma.

Para cumprir esse importante papel, o docente precisa de formação na área, como a que foi oferecida pela Eape em 2017 e 2018, da qual a professora Helma foi a formadora. O curso abordava questões relacionadas ao Atendimento Pedagógico Domiciliar no contexto da educação inclusiva, a fim de acolher os alunos que não podem frequentar fisicamente a escola por motivo de saúde e que estão em internação domiciliar. “É preciso formação continuada na área, e também de uma escuta pedagógica e de sensibilidade para estar a par da situação de adoecimento, entendendo que o estudante é um sujeito único, com direito, entre eles o direito de aprender e desenvolver”, aponta Helma.

O direito de aprender e de se desenvolver se associa ao direito de ser incluído na escola – ao contrário do que propõem os defensores do homeschooling, que é apartar a criança ou adolescente do ambiente escolar. “O professor precisa ser a ponte entre a escola e o estudante, promovendo uma interação entre ele e a comunidade escolar”, completa Helma.

 
 

MATÉRIA EM LIBRAS

CPI convoca Ibaneis para explicar fraudes, superfaturamentos e corrupção com verba do combate à Covid-19

O governador Ibaneis Rocha (MDB) deverá comparecer à Comissão Parlamentar de inquérito (CPI) da Pandemia da Covid-19 para prestar esclarecimentos sobre gastos públicos com ações de enfrentamento à pandemia. Sua convocação foi aprovada, na CPI, na manhã desta quarta-feira (26), em reunião deliberativa da comissão. O Distrito Federal é alvo de investigações do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) nas operações que investigam a crise de saúde pública.

 

Além de Ibaneis, foram convocados governadores e prefeitos que estão na mira da Polícia Federal (PF) e a reconvocação do ex-ministro da Saúde, general Eduardo Pazuello, e do atual ministro, o médico Marcelo Queiroga. No caso de Ibaneis, ele está envolvido nas investigações que apuram fraudes, superfaturamentos e corrupção com dinheiro público destinado ao combate à pandemia nos estados e municípios.

 

 

Apuração do Correio Braziliense indica que “o que norteou o pedido foi a Operação Falso Negativo, deflagrada em julho de 2020, apontando o envolvimento da cúpula da Secretaria de Saúde do DF em um esquema de superfaturamento para compra de testes de diagnóstico de covid-19. A investigação se debruça sobre os crimes de fraude licitatória, organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção e crime contra a ordem econômica, já que a verba vem da União”.

 

 

Informa também que, “nas fases da operação, tiveram a prisão preventiva decretada o então secretário de Saúde, Francisco Araújo, além de seis gestores, que também foram presos. Todos respondem em liberdade à denúncia por organização criminosa, dispensa ilegal de licitação, fraude na entrega de uma mercadoria por outra e peculato”.

SINPRO-DF GANHA AÇÃO DE QUINTOS E DÉCIMOS PARA PROFESSORES(AS) E ORIENTADORES(AS) EDUCACIONAIS

A diretoria colegiada do Sinpro-DF, por meio da assessoria jurídica presente no sindicato, informa a toda a categoria que a entidade sindical ganhou a ação judicial para reajustes de valores dos quintos e décimos incorporados aos salários dos professores(as) aposentados(as).

Os valores foram adicionados aos salários dos professores(as) no ano de 1998, em sua maioria de diretores e vice-diretores e estavam congelados desde do ano de 2009.

Aqueles professores(as) e orientadores(as) educacionais aposentados que recebem gratificações vinculadas ao seus contracheques, devem solicitar a revisão dos valores para o recebimento correto das gratificações e o recebimento dos valores retroativos.

Por meio da assessoria jurídica, o sindicato fará contato com os(as) professores(as) que provavelmente fazem jus à revisão de valores.

Atenção: Confira os números que serão usados para o contato com a categoria a fim de evitar golpes. São eles: 61 99333-4214, 61 99441-9882 e 61 98532-6514.

Além do contato via telefone, os professores(as) e orientadores(as) educacionais contemplados, receberão uma carta com orientações para que busquem o auxílio do atendimento jurídico.

Aqueles que precisarem de atendimento, basta enviar uma mensagem por meio do WhatsApp da assessoria jurídica no seguinte número 3031-4400.

Os documentos necessários para a cobrança são:

– KIT PROCURAÇÃO e CONTRATO SINPRO (para preencher)
– CÓPIA RG E CPF
– CÓPIA COMPROVANTE DE RESIDÊNCIA
– CÓPIA DOS TRÊS ÚLTIMOS CONTRACHEQUES
– FICHAS FINANCEIRAS DE 2009 ATÉ 2021 (As fichas financeiras podem ser retiradas pelo site do GDF (Portal do Servidor) onde são disponibilizados, também, os contracheques.)

Os documentos encontram-se disponíveis para impressão e preenchimento.

KIT SINPRO – Preencher

Lista SINPRO – Décimos e Quintos

Ato unificado das centrais em Brasília denuncia governo genocida de Bolsonaro

notice

Portal CUT, Por: Andre Accarini Expostas no gramado em frente ao Congresso Nacional, 600 cestas com alimentos cultivados e colhidos pelo Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST) e pela Confederação Nacional dos Trabalhadores Rurais Agricultores e Agricultoras Familiares (Contag), formaram o cenário de denúncia sobre a trágica situação pela qual passa o país, de milhões de brasileiros passando fome, de desemprego e de miséria. Tudo isso em consequências da política genocida do presidente Jair Bolsonaro (ex-PSL), cujo negacionismo no enfrentamento à pandemia resultou na morte mais de 450 mil brasileiros por Covid-19, além da falta de políticas efetivas de geração de emprego, renda e distribuição da riqueza.

Estes foram os motivos principais do ato unificado da  CUT, Força Sindical, UGT, CTB, Nova Central, CSB, Intersindical, Pública, CSP-Conlutas, CGTB, CONTAG, MST e das frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo, realizado em Brasília na manhã desta quarta-feira (26). O ato antecedeu a entrega da Agenda Legislativa das Centrais Sindicais para a Classe Trabalhadora à presidência da Câmara dos Deputados e do Senado.

O presidente da CUT, Sérgio Nobre, reforçou que o ato – que foi simbólico, sem provocar qualquer espécie de aglomeração e seguiu todos os protocolos de distanciamento social e uso de equipamentos de segurança – teve o objetivo de chamar a atenção do povo brasileiro para a realidade do país.

“Queremos chamar a atenção para a questão da fome, da carestia. Famílias inteiras estão dormindo nas calçadas. Isso tinha acabado e não esperávamos que essa situação voltasse – pessoas, crianças, pedindo auxilio nos faróis e supermercados”, disse o dirigente.

A crítica situação econômica da maioria dos brasileiros muito se deve à redução do auxílio emergencial, que neste ano chega a apenas cerca de metade daqueles que receberam no ano passado, e com valores ínfimos de R$ 150 a R$ 375, contra os R$ 600 determinados pelo Congresso no ano passado, após pressão da CUT e demais centrais sindicais.

A maioria dos trabalhadores que ainda tem emprego, ganha até dois salários mínimos, ressaltou o presidente da CUT. A carestia – encarecimento de custo de vida – que tem como causa o aumento excessivo nos preços dos alimentos, do gás de cozinha, e de produtos essenciais para a sobrevivência penaliza milhões de brasileiros, acrescentou o presidente da CUT.

A redução do auxílio emergencial é um crime porque o Brasil, oitava economia do planeta tem dinheiro, sim, para socorrer o povo brasileiro

– Sérgio Nobre

SÉRGIO NOBRE / FOTO: VALCI ARAÚJOSérgio Nobre / Foto: Valci Araújo
Ato solidário

O presidente da CUT ainda destacou que o objetivo da manifestação não foi provocar aglomerações. “Sabemos a realidade da pandemia. O número de mortos, mais de 450 mil, é uma tragédia e o responsável é Bolsonaro”, afirmou o dirigente no caminhão de som, estacionado na Esplanada dos Ministérios.

E esse foi o espírito do ato, que teve, no gramado, representantes de entidades dos movimentos sociais, de sindicatos e de centrais – todos distantes uns dos os outros e, em meio a eles, faixas, bandeiras e cartazes com as pautas “fora, Bolsonaro”, “vacina no braço, comida no prato”, “em defesa do SUS” e “auxílio emergencial de R$ 600”.

KLEBER FREIREKleber Freire

Doação de cestas de alimentos

As cestas com alimentos para doação aos mais vulneráveis foram colocadas formando o número “600”, para simbolizar a luta pelo auxílio com valor mais digno.

Carrinhos de supermercado com o (muito) pouco que dá pra comprar com o valor do atual auxílio (a maioria recebe parcelas de R$ 150) também fizeram parte da cena como forma de sensibilizar os parlamentares para que votem uma Medida Provisória que estabeleça, no mínimo, R$ 600 como auxílio emergencial até o fim da pandemia do novo coronavírus.

Ao todo, mais de três toneladas de alimentos, oriundos de assentamentos e da agricultura familiar foam doados à Cooperativa de Catadores de Reciclados do Distrito Federal (Centcoop).

KLEBER FREIREKleber Freire

Movimentos e centrais

O presidente da Contag, Aristides Veras dos Santos, após reforçar que é preciso a vacinação avançar no Brasil e a necessidade de que parlamentares aprovem projetos voltados à agricultura Familiar e à reforma agrária, disse que o ato tem o objetivo da aprovação do auxílio emergencial de R$ 600.

“Esse é ato é por R$ 600, contra a fome, contra a miséria, contra a pobreza e para que o Congresso Nacional encaminhe pautas que interessam ao povo”, disse o presidente da Contag.

MATHEUS ALVES/MSTMatheus Alves/MST

Além do MST e da Contag, participaram do ato também representantes da União Nacional dos Estudantes (UNE), União Nacional dos Estudantes Secundaristas (Ubes) e entidades representativas de trabalhadores do setor público e privado, como a Confederação Nacional dos Eletricitários (CNE), Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Correios e Telégrafos (Fentect-CUT) e Confederação Nacional dos Trabalhadores em Comércio e Serviços (Contracs-CUT).

Parlamentares também participaram. A presidente do PT, deputada Federal Gleisi Hoffmann, considerou fundamental a luta das centrais e movimentos sociais para que o povo brasileiro ‘saia da miséria’.

“Vamos mostrar que não concordamos com a destruição do Brasil e com a crise que o povo brasileiro passa. É fundamental lutarmos para que o povo saia da miséria, a fome não cresça e para defendermos a vida com a vacina”, disse Gleisi.

Assim como Sérgio Nobre, presidente da CUT, presidentes das centrais sindicais também defenderam a importância de denunciar à sociedade e mostrar ao parlamento o projeto de destruição do Brasil, capitaneado por Bolsonaro e que tem relegado o povo brasileiro à própria sorte.

 

  • Edição: Marize Muniz

Fonte: CUT

Monitoramento do PDE é tema de audiência pública nesta quinta, 27

Representantes do Sinpro-DF, de organizações ligadas à Educação e do governo local participarão de audiência pública na Câmara Legislativa sobre a avaliação do cumprimento das 21 metas estabelecidas no Plano Distrital de Educação (PDE). A atividade será nesta quinta-feira (27), às 18h, com transmissão pelo canal da CLDF no Youtube (tvwebcldf).

Participarão do debate a diretora do Sinpro-DF Berenice D’arc; representante do Fórum Distrital de Educação e dirigente do Sinpro-DF, Júlio Barros; representante do Observatório da UnB Edileuza Fernandes; e representante da Secretaria de Educação do DF, ainda sem confirmação de nome.

O PDE prevê apresentação de relatório anual sobre o monitoramento das suas metas e estratégias. O documento deve ser construído por uma comissão, formada por entidades ligadas à Educação e técnicos da Secretaria de Educação. Os trabalhos do grupo, todavia, foram impactado pela morosidade na reestruturação dos cargos da Secretaria de Educação do DF, o que repercutiu no atraso da produção dos relatórios. Com isso, os dados apresentados na audiência pública desta quinta (27) serão referentes ao ano de 2019.

Para o representante do Fórum Distrital de Educação e dirigente do Sinpro-DF, Júlio Barros, “não há qualquer justificativa para a morosidade”. “Não há como fazer planejamento sobre a execução das metas e estratégias do PDE sem um monitoramento”, afirma. Ele ainda destaca que o atual governo distrital extinguiu em agosto de 2019 a Gerência de Planejamento e Acompanhamento das Políticas Públicas, órgão responsável por gerenciar e municiar a Comissão de Monitoramento e Avaliação do PDE para a realização do relatório anual.

Para Barros, o grande problema para a execução das metas e estratégias do PDE é a ausência de investimento. “Sem financiamento, não adianta ter belas políticas educacionais, ou serão apenas letras mortas”, diz.

Segundo a meta 20 do PDE, o governo deverá “ampliar o investimento público em educação pública de forma a duplicar o atual percentual de investimento em relação ao Produto Interno Bruto – PIB do Distrito Federal, assegurando ampliação gradual de 3,23% para 6,12% (recursos do FCDF incluídos) até o fim deste Plano”. Pela tabela apresentada pelo PDE, escalonada em dez anos, em 2019 o GDF deveria ter investido 4,64% da soma do Orçamento mais o Fundo Constitucional do DF. Entretanto, foram investidos apenas 2,94%. Já em 2020, a previsão de investimento era de 4,90%. Mas apenas 3,26% foram investidos na educação pública. “Pode parecer uma diferença mínima, mas trata-se de bilhões”, esclarece Julio Barros.

O dirigente sindical e representante do Fórum Distrital de Educação ainda denuncia que o GDF também não vem apresentando nas leis orçamentárias os recursos necessários para o cumprimento das metas e estratégias do PDE. Na avaliação dele, isso demonstra que a Educação não vem sendo uma prioridade do governo.

Embora a falta de investimento, é possível apontar alguns avanços, mas com ponderações. Julio Barros fala, por exemplo, do avanço na meta 17, que trata da valorização da categoria do magistério público, levando em consideração a conquista do plano de Saúde, o GDF Saúde, pauta histórica da categoria. Entretanto, ele lembra que o GDF ainda não pagou a última parcela do reajuste salarial conquistado pela categoria em 2012, devida desde 2015. “Esperamos que o GDF pague essa parcela. Até porque o pagamento da dívida, até o nonagésimo dia de gestão, foi um compromisso de campanha do governador Ibaneis”, lembra o dirigente sindical.

As metas e estratégias do PDE estão planejadas até 2024. O objetivo do documento é dar qualidade à Educação e ao ensino, a partir de ações multisetoriais.

URGENTE | Sinpro-DF convoca categoria para campanha virtual contra aprovação do homeschooling na CCJ

A deputada federal Bia Kisis (PSL-DF), presidente da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ), da Câmara dos Deputados, pautou, na manhã desta quarta-feira (26), para análise e deliberação de propostas da comissão, o Projeto de Lei (PL) 3.262/2019, que altera o Código Penal para a educação domiciliar (homeschooling) não se configurar como crime de abandono intelectual.

 

O Sinpro-DF convoca, com urgência, a todos e todas para participar, agora de manhã, de campanha virtual contra o PL 3262/2019: mais um sério ataque à escola pública e ao direito das crianças e adolescentes à educação e, sobretudo, à socialização. A deputada é uma das autoras desse PL que descriminaliza a educação domiciliar, privatiza a educação pública e infringe o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), além de provocar uma série de prejuízos à infância e adolescência, como a evasão escolar.

Mais de 350 entidades assinaram manifesto contrário a esses projetos e alertam que essa forma de ensino fere o direito de crianças e adolescentes à convivência social e ao acesso a conhecimentos científicos e humanísticos, mesmo que estes confrontem doutrinas religiosas e políticas defendidas por suas famílias. Leia o manifesto: http://bit.ly/manifesto_contra_ed_domiciliar e participe da campanha! Acesse o nome dos deputados da CCJ no link, a seguir, e mande mensagem. Exija a rejeição!

O PL 3262/2019 altera o Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 – Código Penal – para incluir o parágrafo único no seu art. 246, a fim de prever que a educação domiciliar (homeschooling) não configura crime de abandono intelectual.

Confira a pauta neste enderenço: https://www.camara.leg.br/evento-legislativo/61597

LISTA COM OS TELEFONES DE TODOS OS DEPUTADOS DA CCJ

AGUINALDO RIBEIRO PP PB 5561995210711
ALENCAR SANTANA PT SP 5511999921671
BALEIA ROSSI MDB SP 5516996160015
BIA KICIS PRP DF 5561999561515
BIA KICIS PRP DF 5561999700961
CAPITÃO AUGUSTO PR SP 5514996971139
CAPITÃO WAGNER PROS CE 5585982090190
CARLOS JORDY PSL RJ 5521979015852
CAROLINE DE TONI PSL SC 5549988312168
CAROLINE DE TONI PSL SC 5549999041519
DAGOBERTO PDT MS 5567996810120
DANIEL FREITAS PSL SC 5548999105551
DANIEL FREITAS PSL SC 5548996334777
DARCI DE MATOS PSD SC 5547996013648
DIEGO GARCIA PODE PR 5561996940031
DR. HIRAN GONÇALVES PP RR 5595981020000
EDILÁZIO JÚNIOR PSD MA 5598999768907
ENRICO MISASI PV SP 5511991217379
FABIO TRAD PSD MS 5567999830953
FELIPE FRANCISCHINI PSL PR 5541988549982
FELIX MENDONÇA JR PDT BA 5571988148008
FERNANDA MELCHIONNA PSOL RS 5551999561524
FILIPE BARROS PSL PR 5543999904488
GENECIAS NORONHA SOLIDARIEDADE CE 5561982807777
GENINHO ZULIANI DEM SP 5517996269172
GERVÁSIO MAIA PSB PB 5583988485815
GILSON MARQUES NOVO SC 5547999113396
GIOVANI CHERINI PR RS 5561998271223
GLEISI HOFFMANN PT PR 5561991876076
JOÃO CAMPOS PRB GO 5571991422599
JOSÉ GUIMARAES PT CE 5561981571312
JUAREZ COSTA MDB MT 5561982748181
JUAREZ COSTA MDB MT 5591981114471
JUAREZ COSTA MDB MT 5566996170852
JULIO DELGADO PSB MG 5531999845851
KIM KATAGUIRI DEM SP 5511981926746
LAFAYETTE ANDRADA PRB MG 5531997931001
LÉO MORAES PODE RO 5569992730814
LEUR LOMANTO JR DEM BA 5571999880385
LUCAS REDECKER PSDB RS 5551999864511
LUCAS VERGÍLIO SOLIDARIEDADE GO 5562998423344
MAGDA MOFATTO PR GO 5562999719977
MARCELO ARO PHS MG 5531999773333
MÁRCIO BIOLCHI MDB RS 5551995737380
MARCOS AURELIO SAMPAIO MDB PI 5586994525024
MARCOS PEREIRA PRB SP 5561992526920
MARGARETE COELHO PP PI 5586999878120
MARIA DO ROSÁRIO PT RS 5561999978794
ORLANDO SILVA PC%20do%20B SP 5511970937330
PASTOR EURICO PATRI PE 5581999684784
PATRUS ANANIAS PT MG 5531992926961
PAULO ABI ACKEL PSDB MG 5561981164545
PAULO MARTINS PSC PR 5541984240960
PAULO TEIXEIRA PT SP 5561999949059
PINHEIRINHO PP MG 5531998651122
POMPEO DE MATTOS PDT RS 5551981188888
RUBENS BUENO PPS PR 5561984269650
RUI FALCÃO PT SP 5511941131346
SAMUEL MOREIRA PSDB SP 5511999057900
SÉRGIO BRITO PSD BA 5561999948988
SÉRGIO TOLEDO PR AL 5582999747002
SHÉRIDAN PSDB RR 5561996325888
SILVIO COSTA FILHO PRB PE 5581999656522
SUBTENENTE GONZAGA PDT MG 5531988991929
TADEU ALENCAR PSB PE 5581996053939
VITOR HUGO PSL GO 5562982824986
WILSON SANTIAGO PTB PB 5561981031511

CPI da pandemia não irá impedir Bolsonaro, mas revelará os culpados pelas mortes

“O que mais me impressionou, ao assistir alguns depoimentos da CPI da Pandemia, foi a falta de empatia no depoimento dos ex-ministros, sobretudo os de Ernesto Araújo e Eduardo Pazuello, e a quantidade de mentira com que eles lançam mão para negar o que eles mesmos disseram pela imprensa, pelas redes sociais, nas manifestações de rua. Eu me assustei com tamanha falta de compromisso”. Essa é a declaração de Cleber Soares, diretor do Sindicato dos Professores no Distrito Federal (Sinpro-DF) sobre a primeira fase de audição da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pandemia da Covid-19.

 

Nesta terceira matéria, o Sinpro-DF considera que a maior vitória da CPI não será o impeachment do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), mas sim a de mostrar as entranhas e a essência das mentiras diárias do próprio Presidente da República e das atitudes maledicentes e propositais que redundaram em uma gestão desastrosa da pandemia.

 

A CPI cumpre o papel de evidenciar, de forma mais organizada, os fatos até agora ocorridos em relação à pandemia e a má-gestão do governo Bolsonaro dessa crise sanitária a partir das atitudes do Presidente da República. É preciso ressaltar que este não é nem um governo de ações, e sim um governo de alucinações porque só uma pessoa nessa condição mental de estar alucinada poderia provocar tanta desorganização na estrutura de um país de 210 milhões de habitantes. Não considero que o principal papel da CPI seja levantar dados que justifiquem o impedimento de Bolsonaro. Isso não vai acontecer porque o governo detém a maioria dos votos na Câmara dos Deputados”, analisa Cláudio Antunes, diretor do Sinpro-DF.

 

Ao fazer uma balanço da primeira etapa da CPI, na qual o colegiado ouviu os ex-ministros das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, e da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, Nelson Teich e, sobretudo, o general Eduardo Pazuello, dentre outros integrantes do governo Bolsonaro, o Sinpro-DF observa o papel da CPI na exposição da realidade que leva à condenação do governo pelas mentiras divulgadas para favorecer setores que estão ganhando muito dinheiro com as mais de 450 mil mortes de brasileiros por Covid-19.

O general Pazuello usou um Habeas Corpus (HC) para mentir de forma explícita nos dois dias em que prestou depoimento. A CPI ainda analisa sua volta para mais depoimentos porque tudo o que ele falou foi desmentido por áudios, vídeos, documentos e ações do Presidente da República. O próprio Jair Bolsonaro desmentiu todas as falas de Eduardo Pazuello na CPI da Pandemia. Os relatos do general evidenciaram seu forte interesse em blindar o Presidente da República e seu governo nas ações de descaso com a pandemia porque, na verdade, o que ele fez é um pouco do que ele mesmo disse: “Missão cumprida”.

“O problema é que qual era a missão dele? E aí ele mente o tempo todo porque há dezenas de depoimentos, declarações, vídeos, postagens nas redes sociais, deliberações do Palácio do Planalto interferindo na gestão da pandemia, como, por exemplo, na compra das vacinas, na compra da cloroquina, dizendo que ele que manda e os outros é que obedecem”, afirma Antunes.

 

No entendimento de Soares e Antunes, as mentiras explícitas do general Pazuello não resistiram à farta e larga documentação apresentada. Ficou registrado ali um massacre político do ex-ministro da Saúde que envergonhou até os generais da ativa do Exército, que, nesta segunda-feira (24), reagiram. Estão buscando um jeito de retirá-lo da cena política e de se afastarem, o mais depressa possível, do Presidente da República.

 

Da primeira semana da CPI, no entanto, fica a marca da mentira do governo Bolsonaro nas declarações de Pazuello sobre a falta de oxigênio em Manaus no início do ano, o que levou até os próprios integrantes da oposição a fizeram uma autocrítica sobre se estariam sendo enrolados e desmoralizados pelo ex-ministro.

 

Na avaliação do Sinpro-DF, o balanço dos depoimentos dos ex-ministros, sobretudo os dois primeiros da Saúde, revelaram os fatos que levaram o Brasil a ter este número exorbitante, em crescimento rápido e desnecessário, de mortes por Covid-19. A média de mortes diária por Covid-19 no País é uma das maiores do mundo e isso ocorre porque os dois primeiros ministros ficaram sem espaço e autorização para trabalhar uma gestão da pandemia.

 

Eles mostraram, na CPI, que saíram do governo justamente porque estavam tentando desempenhar a tarefa de evitar o pior da pandemia no Brasil e foram impedidos pelo governo Jair Bolsonaro, muitas vezes, até diretamente, pelo próprio Presidente da República.

 

A CPI pode e deve até cumprir o papel de fritar o governo Bolsonaro para retirá-lo da corrida eleitoral de 2022, no entanto, o seu objetivo é investigar e identificar o que levou tantos brasileiros a morrerem de uma doença que quase todos os países souberam contornar, reduzindo em quase 100% o número de mortes com as com adoção de medidas simples, básicas e quase sem custo financeiro: isolamento e distanciamentos sociais, uso de máscara e álcool em gel, tudo que o governo federal não fez e o próprio Presidente desobedeceu e criticou, provocando meio milhão de mortes por Covid-19 em 14 meses.

 

“O fato é que a CPI irá causar, no máximo, um desgaste político que, talvez, possa levá-lo a uma derrota no processo eleitoral de 2022. Lembrando que a campanha já começou. Em se considerando as falas de Bolsonaro paralelas à CPI, nota-se que ele continua sem governar o Brasil e atua, diariamente, para desviar a atenção da população das polêmicas e revelações que a CPI está trazendo à tona”, afirma Cláudio.

Para Cleber, o conjunto de ações confirmados na CPI, muito mais do que omissões, assumidas e encaminhadas pelo governo Bolsonaro, executadas pelos ministros e ex-ministros, sobretudo Pazuello, ações documentadas, são a prova de um crime de lesa-humanidade que levaria todos a um tribunal sério e justo. Mas, infelizmente, até as eleições de 2022, as famílias brasileiras continuarão perdendo entes queridos porque, nas eleições de 2018, uma boa parte da população deu ouvidos às fake news, principalmente o eleitorado do Distrito Federal, e enterrou o Brasil nas mãos de políticos comprometidos com interesses privados, fortaleceu o centrão que jamais irá colocar em pauta o impedimento de Bolsonaro.

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Contrato temporário: Sinpro garante prioridade para o pagamento em folha suplementar

Conforme o Sinpro antecipou no final da última semana, foi confirmada, na noite desta terça-feira (25), a liberação de recurso para o pagamento referente a dezembro/2020 dos professores e professoras em contrato temporário.

A comissão de negociação do Sinpro vem acompanhando diariamente, junto à Secretaria de Economia, o processo de liberação do recurso para pagamento dessa folha suplementar. A comissão argumentou diretamente com o secretário André Clemente quanto à gravidade dos erros cometidos e ao prejuízo causado aos professores(as) temporários.

O próprio secretário André Clemente contatou o Sinpro, nesta noite de terça-feira, para informar a efetivação da alteração orçamentária que autoriza a liberação do recurso. Ao longo de quarta-feira (26), o sindicato manterá contato com a Secretaria para confirmar o prazo para o pagamento se concretizar.

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