Unidade de internação e sistema prisional participam do terceiro Encontro de Plenárias por Modalidades nesta quinta (27). Participe!

O Sinpro-DF convida a categoria para participar da terceira edição das Plenárias por modalidade. Nesta quinta-feira (27), às 16h, será a vez das Unidades de Internação e Sistema Prisional. A plenária segue o calendário de mobilizações aprovado pela categoria na última Assembleia Virtual e é realizada por meio da plataforma Zoom.

As plenárias têm como objetivo manter a agenda de lutas da categoria através das modalidades virtuais.

Lembramos que é imprescindível a participação de todos(as) no encontro remoto. Compartilhe com seus colegas e nos grupos da sua escola, e reserve este momento na sua agenda para participar das plenárias. Caso algum(a) professor(a) não tenha disponibilidade no dia da sua modalidade, ele(a) poderá participar das próximas plenárias que irão acontecer (confira o cronograma ao final da matéria).

Havendo atividades ou mobilizações na mesma data ou horário das plenárias, o Sinpro-DF poderá alterar o horário do encontro remoto. Caso aconteça, toda e qualquer mudança será informada em nossos canais de comunicação e redes sociais.

Para solicitar o acesso ao encontro remoto, entre em contato com os diretores do Sinpro-DF por meio dos telefones disponibilizados no card.

Datas das Plenárias por Modalidades:

 

27/05 – 16h – Unidade de Internação e Sistema Prisional

 

04/06 – 10h – Orientadores(as) Educacionais

 

01/06 – 16h – Escola Parque

 

08/06 – 16h – Centro de Ensino Especial; Conveniadas e Educação Precoce

 

10/06 – 16h – Escola do Campo

 

15/06 – 16h – Centro de Ensino Fundamental

 

17/06 – 16h – Centro de Ensino Médio e Centro Educacional

 

18/06 – 16h – Sede; CREs e Bibliotecas Escolares Comunitárias

 

22/06 – 16h – Escola Classe e CAIC

 

24/06 – 16h – Jardim de Infância e Centro de Educação Infantil

 

25/06 – 16h – EAPE, Oficinas Pedagógicas e Professores Cedidos

 

29/06 – 19h – Delegados(as) Sindicais

 

01/07 – 19h – Educação de Jovens e Adultos, PROEM e Meninas e Meninas do Parque

 

02/07 – 16h – Gestores(as)

Diretora do Sinpro representará a CNTE no Conselho Nacional dos Direitos da Mulher

A nova composição do Conselho Nacional dos Direitos da Mulher (CNDM) contará com uma diretora do Sinpro-DF em sua nominata. Berenice Darc representará a CNTE – Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação – junto ao conselho no triênio 2021-2024.

A eleição que resultou na nova composição ocorreu dias 19 e 20 de maio, e o resultado saiu nesta terça, 25. Para Berê, nestes tempos em que a democracia brasileira vem sendo sucessivamente golpeada, a presença da sociedade civil nos conselhos traz a perspectiva de ampliar o debate e um alento àqueles e àquelas que lutam por direitos. “Nossa presença nos conselhos deve fortalecer políticas públicas que atendam às necessidades e às expectativas da nossa população, que é tão diversa”, afirma Berê. “No CNDM, a CNTE contribui muito, pois representamos uma categoria majoritariamente feminina, e pretendemos fortalecer o debate contra a desigualdade e a violência contra as mulheres numa perspectiva pedagógica, a partir da escola”, completa.

Berê substitui a professora Ísis Tavares, que representou a CNTE no triênio que ora se encerra. Confira abaixo as entidades que comporão o CNDM como titulares até meados de 2021:

Redes e Articulações Feministas e de Defesa dos Direitos das Mulheres:
1. Articulação Brasileira de Lésbicas – ABL – 34 votos
2. Confederação das Mulheres do Brasil – 33 votos
3. União Brasileira de Mulheres – UBM – 33 votos
4. Associação Brasileira de Mulheres de Carreira Jurídica – ABMCJ- – 31 votos
5. Centro de Estudos Afro-Religioso e Cultural Rumpaime Héviosô ZÔÔNOKUM MEAN – 31 votos
6. Rede feminista de Saúde, Direitos Sexuais e Reprodutivos- – 31 votos
7. Rede Nacional de Mulheres Negras no Combate à Violência – 31 votos
8. União de Negras e Negros pela Igualdade – UNEGRO – 31 votos
9. EIG – Evangélicas por Igualdade de Gênero – 29 votos
10. Capítulo Brasil Fórum de Mulheres do Mercosul – 28 votos
11. Federação das Associações de Mulheres de Negócios e Profissionais – 28 votos
12. Organização Nacional de Cegos do Brasil – ONCB – 28 votos
13. Associação Nacional de Travestis e Transexuais – ANTRA – 27 votos
14. Fórum Nacional de Travestis e Transexuais Negras e Negros – FONATRANS – 27 votos

Organizações de caráter sindical, associativa, profissional ou de classe que atuem na defesa da democracia e na promoção da igualdade social e dos direitos das mulheres:
1. Central Única dos Trabalhadores – CUT – 32 votos
2. Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil – CTB -31 votos
3. Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação – CNTE -29 votos
4. Federação Nacional das Trabalhadoras Domésticas – FENATRAD 28 votos
5. Instituto Brasileiro de Direito de Família – IBDFAM 26 votos
6. Conselho Federal de Psicologia – CFP 25 votos
7. Confederação Nacional de Trabalhadores na Indústria – CNTI 24 votos

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CCJ aprova parecer sobre a PEC 32/2020, da reforma Administrativa

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou, nessa terça-feira (25), a admissibilidade da PEC 32/20, da reforma Administrativa. Em votação apertada, fruto de muita mobilização e luta de sindicatos, movimentos sindicais e trabalhadores(as) de todo o país, 39 parlamentares votaram a favor e 26 votaram contra a PEC, que restringe a estabilidade no serviço público e cria cinco tipos de vínculos com o Estado. O texto será analisado, agora, por uma comissão especial.

A reforma Administrativa enviada pelo governo federal ao Congresso nunca teve como objetivo a “modernização”, conforme sempre afirmou o ministro da Economia Paulo Guedes, mas é o desmonte do serviço público para que, sem pressão da sociedade, o governo passe para a iniciativa privada tudo que hoje é gratuito, exemplo da educação, da saúde, da previdência, da segurança, além das estatais e dos órgãos de controle que fiscalizam o próprio governo. A PEC também estabelece que leis complementares tratarão de temas como política de remuneração, ocupação de cargos de liderança e assessoramento, progressão e promoção funcionais e definição dos cargos típicos de Estado.

Sancionada pelo presidente, o serviço público vai atuar na “sobra do mercado”, ou seja, só vai ser público o que a iniciativa privada não quiser pelo fato de não dar lucro. Até a segurança pública pode ser entregue a entes privados sob o risco iminente de terceirização e extinção das guardas municipais em todo o país.

O Sinpro convoca a categoria para continuar fazendo a mobilização contra a PEC 32, com todas as atenções voltadas aos deputados, uma vez que será apreciada na comissão especial, e que todos(as) participem das atividades da Semana de Mobilização contra a reforma Administrativa:

Dia 26 – Ato em defesa do auxílio emergencial de R$ 600, contra a fome e a carestia, por vacina no braço e contra a reforma Administrativa;

Dia 26 – Audiência pública remota com o tema: PEC 32 – Efeitos imediatos e futuros;

Dia 27 – Ato Nacional pela Derrota da PEC 32 – A Reforma Administrativa faz mal ao Brasil.

 

Clique aqui e confira como cada parlamentar votou. 

 

Confira como votou cada membro da CCJ:

Pela aprovação da reforma Administrativa

Bia Kicis (PSL-DF) – Sim

Carlos Jordy (PSL-RJ) – Sim

Caroline de Toni (PSL-SC) – Sim

Daniel Freitas (PSL-SC) – Sim

Coronel Tadeu (PSL-SP) – Sim

Filipe Barros (PSL-PR) – Sim

Vitor Hugo (PSL-GO) – Sim

Marcelo Aro (PP-MG) – Sim

Margarete Coelho (PP-PI) – Sim

Christino Aureo (PP-RJ) – Sim

Darci de Matos (PSD-SC) – Sim

Edilazio Junior (PSD-MA) – Sim

Paulo Magalhães (PSD-BA) – Sim

Sérgio Brito (PSD-BA) – Sim

Bilac Pinto (DEM-MG) – Sim

Geninho Zuliani (DEM-SP) – Sim

Kim Kataguiri (DEM-SP) – Sim

Leur Lomanto Jr. (DEM-BA) – Sim

Márcio Biolchi (MDB-RS) – Sim

Marcos A. Sampaio (MDB-PI) – Sim

Capitão Augusto (PL-SP) – Sim

Giovani Cherini (PL-RS) – Sim

Magda Mofatto (PL-GO) – Sim

Sergio Toledo (PL-AL) – Sim

Lucas Redecker (PSDB-RS) – Sim

Paulo Abi-Ackel (PSDB-MG) – Sim

Samuel Moreira (PSDB-SP) – Sim

João Campos (Republicanos-GO) – Sim

Lafayette Andrada (Republicanos -MG) – Sim

Marcos Pereira (Republicanos -SP) – Sim

Silvio Costa Filho (Republicanos -PE) – Sim

Paulo Martins (PSC-PR) – Sim

Marcelo Moraes (PTB-RS) – Sim

Diego Garcia (PODE-PR) – Sim

Genecias Noronha (Solidariedade-CE) – Sim

Greyce Elias (Avante-MG) – Sim

Pastor Eurico (Patriota-PE) – Sim

Enrico Misasi (PV-SP) – Sim

Gilson Marques (Novo-SC) – Sim

 

Contra a reforma Administrativa

Aguinaldo Ribeiro (PP-PB) – Não

Hiran Gonçalves (PP-RR) – Não

Fábio Trad (PSD-MS) – Não

Juarez Costa (MDB-MT) – Não

Shéridan (PSDB-RR) – Não

Dagoberto Nogueira (PDT-MS) – Não

Félix Mendonça Jr (PDT-BA) – Não

Pompeo de Mattos (PDT-RS) – Não

SubtenenteGonzaga (PDT-MG) – Não

Léo Moraes (PODE-RO) – Não

Rubens Bueno (Cidadania-PR) – Não

Orlando Silva (PCdoB-SP) – Não

Capitão Wagner (PROS-CE) – Não

Alencar S. Braga (PT-SP) – Não

Gleisi Hoffmann (PT-PR) – Não

José Guimarães (PT-CE) – Não

Maria do Rosário (PT-RS) – Não

Patrus Ananias (PT-MG) – Não

Paulo Teixeira (PT-SP) – Não

Rui Falcão (PT-SP) – Não

Gervásio Maia (PSB-PB) – Não

Júlio Delgado (PSB-MG) – Não

Ricardo Silva (PSB-SP) – Não

Tadeu Alencar (PSB-PE) – Não

Fernanda Melchionna (PSOL-RS) – Não

Aureo Ribeiro (Solidariedade-RJ) – Não

Categoria em alerta – Projetos sobre educação domiciliar podem entrar em pauta a qualquer momento

O Sinpro orienta a categoria que permaneça mobilizada e em alerta porque dois projetos sobre educação domiciliar podem ser colocados em pauta a qualquer momento na Câmara dos Deputados. Após o governo federal se manifestar dizendo que a aprovação do projeto de lei que permite a educação domiciliar no Brasil estaria entre as suas prioridades, o PL 3179/2012 e o PL 3262/2019 tiveram suas tramitações impulsionadas na Câmara.

O PL 3179/2012 possibilita que a Educação Básica seja oferecida em casa, sob responsabilidade dos pais ou tutores legais. Conforme o PL, o poder público deverá fazer a supervisão e a avaliação periódica da aprendizagem, mas não especifica as condições. O projeto tramita em regime de urgência e aguarda a constituição de uma comissão temporária que dará um parecer sobre o projeto.

Já o PL 3262/2019 altera o Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 (Código Penal), a fim de prever que a educação domiciliar (homeschooling) não configura crime de abandono intelectual. O projeto está na CCJ e já recebeu parecer da Relatora, Dep. Greyce Elias (Avante-MG), pela constitucionalidade. Os dois projetos haviam sido vinculados por tratarem de matéria correlata, mas já foram separados sob o argumento de que a regulamentação e a descriminalização devem ser apreciadas separadamente.

É importante frisar que o homeschooling desrespeita diversos artigos do Estatuto da Criança e do Adolescente e da Constituição Brasileira, além de abrir portas para a terceirização e a privatização da Educação. O projeto simplesmente desconsidera o papel que a escola cumpre na convivência, na socialização, na construção de uma cultura de tolerância e de cooperação. Além disso, em um país como o Brasil, a escola é o espaço que oferece a merenda, uma contraposição ao trabalho infantil e à violência doméstica. Sem contar que, estando o país sob uma grave pandemia que nos levou ao ensino remoto, a tramitação desses projetos torna-se ainda mais grave e mais contraditória para a base bolsonarista que, de um lado quer ver a escola como serviço essencial para expor professores(as) e estudantes ao risco de morte, mas, de outro, quer legalizar a educação doméstica desprezando o valor da escola.

Diante de tudo isso e com a possibilidade da Câmara aprovar projetos tão nefastos para a educação e para a sociedade, o Sinpro pede a cada professor(a) e orientador(a) educacional que se mobilize e continue cobrando dos(as) parlamentares que se posicionem contra o PL 3179/2012 e o PL 3262/2019.

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Live aborda quebra de patentes das vacinas, nesta terça 25

Embora a política genocida do governo federal seja determinante para que o Brasil registre quase meio milhão de vítimas fatais por covid-19, os imbróglios político-econômicos para a quebra das patentes dos imunizantes contra o vírus são decisivos para que pessoas continuem morrendo de uma doença que tem vacina. Para abordar a necessidade de liberação da fórmula e de todo processo tecnológico dos imunizantes, a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) realizará nesta terça-feira (25) a live “Quebra de patentes da vacina e o direito à saúde”. A atividade será às 19h, pela página do Facebook e canal do Youtube da CNTE, com retransmissão pela página do Facebook do Sinpro-DF.

Para o debate, foram convidados o secretário de Relações Internacionais da CUT, Antonio Lisboa, a secretária da Saúde da CNTE, Francisca Seixas, e o vice-presidente da CTB, Divanilton Pereira.

“A falta de democratização no acesso às vacinas, além de gerar um número chocante de mortes, gera também a intensificação das desigualdades econômicas e sociais entre os países pobres e ricos; e isso gera exploração, morte e também geração de novas doenças e até epidemias. Nós não podemos aceitar que as vacinas, produzidas tão rapidamente, passem a ser commodities utilizadas apenas por países ricos. A vacina é um direito humano e, antes de tudo, uma questão ética. Elas foram descobertas em universidades, a partir recursos públicos nacionais. E agora, as farmacêuticas querem ampliar sua estrutura de poder em cima dessas vacinas, dominando a governança global”, alerta Antônio Lisboa, em matéria publicada pela CUT-DF.

A matéria da CUT-DF ainda explora que, “na corrida pelo acúmulo do lucro e a manutenção do poder, países como Estados Unidos e a maioria dos europeus, principalmente Itália, França e Alemanha se debruçam na preservação da propriedade intelectual das grandes corporações farmacêuticas com sede em seus países, na concentração dos imunizantes em seus territórios e na proibição da exportação das vacinas. A estratégia permite o controle de produção e de preços dos imunizantes, tornando-os economicamente inacessível aos mais pobres”. O material ainda apresenta estudo lançado pela The Economist Intelligence Unit (The EIU) em março deste ano. Segundo a pesquisa, enquanto a maior parte da população dos países ricos estará vacinada em meados de 2022, mais de 85 países em desenvolvimento “não alcançarão ampla cobertura de vacinação antes de 2023, na melhor das hipóteses”.

No último dia 7 de abril, Dia Mundial da Saúde, a CUT deu peso à campanha em defesa da vida, com protestos em todo país. Com lema: “Salvar vidas e proteger o trabalho! Vacinas para todas e todos! Em defesa da quebra de patentes!”. A iniciativa foi realizada em consonância com a ação global deflagrada pela Confederação Sindical Internacional (CSI).

 

Prova de vida continua suspensa por tempo indeterminado

O Sinpro-DF informa à categoria que a prova de vida de servidores(as) públicos(as) aposentados(as) continua suspensa por tempo indeterminado pelo IPrev, por conta da pandemia da Covid-19. A medida é provisória e preventiva.

Neste momento em que o Distrito Federal beira os 400 mil casos confirmados de contaminação, é importante manter as medidas de distanciamento social. Qualquer nova informação, o sindicato socializará com todos e todas.

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Semana de mobilização contra a reforma Administrativa. Essa luta é de cada um de nós

Esta semana será crucial para a luta contra a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 32/20, que trata da reforma Administrativa. Nessa segunda-feira (24) a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados rejeitou um pedido para retirada da PEC da pauta de votação, ponto que coloca a reforma para ser votada pelo plenário já nesta terça-feira (25).

Diante disso, várias atividades farão parte da Semana de Mobilização contra a reforma Administrativa. O Sinpro orienta que os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais participem das atividades, convide as pessoas e mobilize-se em suas redes sociais para que, juntos, possamos impedir mais este retrocesso contra a classe trabalhadora e contra o Brasil.

 

Ato da CUT

Nesta quarta-feira (26), a partir das 10h, a Central Única dos Trabalhadores (CUT), demais centrais sindicais e os movimentos sociais realizam, de forma unitária, um ato presencial em frente ao Congresso Nacional em defesa do auxílio emergencial de R$ 600, contra a fome e a carestia, por vacina no braço e contra a reforma Administrativa. A mobilização terá as presenças e falas dos presidentes nacionais das centrais sindicais e das lideranças dos movimentos sociais, além de parlamentares. Todos falarão do alto de um caminhão de som, voltados ao Parlamento.  

O ato será transmitido ao vivo para todo o Brasil, via redes sociais e Youtube da CUT, e marcará o lançamento e a entrega da primeira Agenda Legislativa das Centrais Sindicais a lideranças partidárias no Congresso Nacional. Os sindicalistas também solicitaram audiência com os presidentes Arthur Lira (Câmara dos Deputados) e Rodrigo Pacheco (Senado) aos quais entregarão o documento.

O ato é uma forma de resistência e atuação propositiva junto ao Congresso, que traz o posicionamento e faz propostas do movimento sindical a 23 projetos em tramitação na Câmara dos Deputados e no Senado. Esses projetos afetam diretamente a vida e os direitos da classe trabalhadora, como a reforma Administrativa, privatizações, auxílio emergencial, geração de emprego e renda.

Ao final do ato, serão doados alimentos cultivados sem agrotóxicos pela agricultura familiar em áreas da CONTAG (Confederação Nacional dos Trabalhadores Rurais e Agricultores Familiares) e assentamentos do MST. Serão mais de 600 cestas com, ao mínimo, 16 itens colhidos na terça-feira (25) e transportados em quatro caminhões até a frente do Congresso Nacional, onde serão expostos simbolicamente no gramado, em forma de mosaico. Serão doados a 600 catadores da CENTCOOP (Cooperativa de Catadores de Materiais Recicláveis) do DF, na Cidade Estrutural, periferia do Distrito Federal.

 

Confira a programação:

         7h30 – Chegada dos caminhões com as cestas do MST e da CONTAG no estacionamento em frente ao Palácio do Buriti

         8h – Os caminhões partem para a Esplanada dos Ministérios, atravessando todo Eixo monumental, pela faixa mais à esquerda

         8h30 – Cenário montado

Chegada dos caminhões com as cestas verdes na Esplanada

         9h – passagem pela tenda de protocolo sanitário

         10h – início das falas, com parlamentares

         10h30 – início das falas dos organizadores (Centrais, MST, Contag, Frentes)

         11h30 – Fim das falas (No caminhão)

         11h30 em diante – entrega da Agenda Legislativa da Classe Trabalhadora.

 

Audiência

Também na quarta-feira (26), às 19h, o deputado distrital Chico Vigilante realiza uma audiência pública remota com o tema: PEC 32 – Efeitos imediatos e futuros. A audiência será transmitida ao vivo pelo Facebook e Youtube do parlamentar, e pelas redes sociais do Sinpro.

Além do deputado, farão parte da mesa o presidente da CUT/DF, Rodrigo Rodrigues; o chefe da Casa Civil, Gustavo do Vale Rocha; o senador Paulo Paim; a diretora do Sinpro, Rosilene Corrêa; o secretário geral do Sindicato dos Servidores Públicos Federais do DF, Oton Neves; o representante do Sindicato dos Servidores do DF, André Luiz; e a supervisora técnica do escritório do Dieese em Brasília, Mariel Angeli.

 

Ato contra a PEC 32

Na próxima quinta-feira (27), às 18h, a Confederação Nacional de Trabalhadores em Educação (CNTE) realiza o Ato Nacional pela Derrota da PEC 32 – A Reforma Administrativa faz mal ao Brasil. O evento será retransmitido pelas redes sociais da CNTE e é mais uma atividade contra esta PEC.

Para o Dieese, os novos vínculos propostos pela reforma Administrativa nos levam a uma analogia direta com a Lei 13.467/2017, a chamada reforma Trabalhista. Naquela, foram institucionalizados diversos vínculos de trabalho precários, muitos dos quais anteriormente constituíam a malfadada estrutura essencialmente informal de nosso mercado de trabalho privado. Ao propor a criação de vínculos sem estabilidade, com acesso feito sem a realização de concurso público e com possibilidade de aumento do peso das indicações políticas, a PEC 32/2020 traz para a administração pública problemas que hoje são típicos do setor privado, notadamente a rotatividade. E ainda pior: maximiza a possibilidade de que os interesses privados e de corporações se coloquem acima do interesse coletivo, ao ampliar a figura do contrato por prazo determinado e o leque de destinação dos cargos de liderança e assessoramento, em relação ao que hoje cabe aos cargos em comissão e funções de confiança.

O Sinpro pede para que toda a categoria se mantenha mobilizada, convide amigos e companheiros para participar das atividades e lute contra esta reforma, que será extremamente prejudicial para todos(as) nós.

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Bia Kicis e bolsonaristas querem aprovar homeschooling na surdina

Parlamentares alinhados ao governo Bolsonaro se aproveitam deste momento, em que o país está mergulhado na maior crise sanitária, política e econômica de sua história, para tentar aprovar, na surdina, projetos altamente nocivos para a população brasileira. A “boiada” que o agora investigado Ricardo Salles (ministro do Meio-Ambiente) mencionou vai além da pauta ambiental.

O PL 3262/2019, que, na prática, legaliza o homeschooling no Brasil, é um nítido exemplo disso. De autoria dos bolsonaristas Chris Tonietto (RJ), Bia Kicis (DF) e Caroline de Toni (SC), todos do PSL, o projeto aguarda votação na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) da Câmara Federal, que é presidida por Kicis. A relatora Greyce Elias (Avante/MG) apresentou parecer favorável na última terça-feira, 17.

Em manobra na CCJ, Bia Kicis conseguiu dispensar o PL de ser apreciado por outras comissões da casa que lhe seriam cabíveis, como a Comissão de Educação e a de Seguridade Social. A manobra consistiu em afirmar que seu projeto altera apenas um artigo do Código Penal, o 246 (que classifica como crime de abandono intelectual deixar de prover educação aos filhos em idade escolar), e assim, a análise dele deveria ser apenas jurídica. Na quarta-feira, 18, o deputado Elvino Bohn Gass (PT/RS) apresentou requerimento à mesa para que se reveja a distribuição do PL às comissões. Ele aguarda despacho do presidente da Câmara, Arthur Lira (Progressistas/AL).

> No DF, lei semelhante foi aprovada pela Câmara Distrital e sancionada pelo governador Ibaneis Rocha. O Sinpro-DF entrou com ação direta de inconstitucionalidade (Adin) no Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios. Saiba mais:

> Na contramão da ciência, distritais aprovam homeschooling

> ANEC se une ao Sinpro-DF contra o homeschooling

O homeschooling desrespeita diversos artigos do Estatuto da Criança e do Adolescente e da Constituição Brasileira, além de abrir portas para a terceirização e a privatização da Educação. O projeto simplesmente desconsidera o papel que a escola cumpre na convivência, socialização, construção de uma cultura de tolerância e de cooperação. Além disso, num país como o Brasil, a escola é o espaço que oferece a merenda, uma contraposição ao trabalho infantil e à violência doméstica.

Sem contar que, estando o país sob uma grave pandemia que nos levou ao ensino remoto, a tramitação do PL 3262/2019 torna-se ainda mais grave. E mais contraditória para a base bolsonarista que, de um lado quer ver a escola como serviço essencial para expor professores(as) e estudantes ao risco de morte, mas, de outro, quer legalizar a educação doméstica desprezando o valor da escola.

É muito importante que a categoria esteja atenta à tramitação do homeschooling para fazer pressão nos nossos parlamentares e evitar que uma aberração dessa dimensão seja aprovada em nosso país. Vamos defender a Educação e os direitos das crianças e adolescentes!

Escola de Educação Profissional e Escola de Música de Brasília participam do segundo encontro de Plenárias por Modalidades desta terça (25). Participe!

Seguindo o calendário de mobilizações aprovado pela categoria na última Assembleia Virtual, o Sinpro-DF convida toda a categoria para a participação da segunda edição das Plenárias por modalidades que será realizada nesta terça-feira (25), a partir das 16h, por meio da plataforma Zoom.

As plenárias têm como objetivo, manter a agenda de lutas da categoria através das modalidades virtuais. O primeiro encontro ocorreu no último dia 20 de maio com a participação dos Centros Interescolares de Línguas- CIL, e teve como pauta a agenda de lutas e as especificidades importantes desta modalidade.

Lembramos que é imprescindível a participação de todos(as) no encontro remoto. Compartilhe com seus colegas e nos grupos da sua escola, e reserve este momento na sua agenda para participar das plenárias. Caso algum(a) professor(a) não tenha disponibilidade no dia da sua modalidade, ele(a) poderá participar das próximas plenárias que irão acontecer (confira o cronograma ao final da matéria).

Havendo atividades ou mobilizações na mesma data ou horário das plenárias, o Sinpro-DF poderá alterar o horário do encontro remoto. Caso aconteça, toda e qualquer mudança, será informada em nossos canais de comunicação e redes sociais.

Para solicitar o acesso ao encontro remoto, entre em contato com os diretores do Sinpro-DF por meio dos telefones disponibilizados no card.

25/05 – 16h – Escola de Educação Profissional e Escola de Música de Brasília

Confira o cronograma das próximas plenárias

27/05 – 16h – Unidade de Internação e Sistema Prisional

  

28/05 – 10h – Orientadores(as) Educacionais

01/06 – 16h – Escola Parque

 

08/06 – 16h – Centro de Ensino Especial; Conveniadas e Educação Precoce

 

10/06 – 16h – Escola do Campo

 

15/06 – 16h – Centro de Ensino Fundamental

 

17/06 – 16h – Centro de Ensino Médio e Centro Educacional

 

18/06 – 16h – Sede; CREs e Bibliotecas Escolares Comunitárias

 

22/06 – 16h – Escola Classe e CAIC

 

24/06 – 16h – Jardim de Infância e Centro de Educação Infantil

 

25/06 – 16h – EAPE, Oficinas Pedagógicas e Professores Cedidos

 

29/06 – 19h – Delegados(as) Sindicais

 

01/07 – 19h – Educação de Jovens e Adultos, PROEM e Meninas e Meninas do Parque

 

02/07 – 16h – Gestores(as)

 

SINPRO-DF CONVIDA TODA CATEGORIA PARA PARTICIPAR DA CAMPANHA DE DELEGADOS SINDICAIS

 Com objetivo de viabilizar uma melhor organização por local de trabalho para fortalecer a luta e resistência da  categoria dentro do ambiente educacional, o Sindicato dos Professores no Distrito Federal-SINPRO-DF, continua à campanha de eleição para delegados(as) sindicais, durante o mês de junho aos (as) interessados(as) em serem representantes sindicais em suas escolas.

Entre suas atividades essenciais estão a mobilização da categoria, a articulação da presença sindical durante as coordenações coletivas, a divulgação de campanhas e mobilizações virtuais, o fortalecimento do local de trabalho e a defesa dos direitos da categoria, atuando próximo ao representante da diretoria do sindicato na sua escola para o atendimento a seus pares e, sobretudo, cumprindo as deliberações do Estatuto, das assembleias e da diretoria colegiada do Sinpro-DF. 

Cada unidade escolar tem o direito de eleger um (a) delegado (a) sindical por escola e um representante por turno. Por exemplo, uma escola que funciona nos 3 turnos, pode eleger 1 delegado(a) sindical e 1 representante por turno, somando ao total de 4 pessoas. Não há verticalidade nessa relação, é uma estratégia importante para aumentar o nível de representatividade por escola, melhorando toda organização de trabalho da unidade escolar. 

Podem ser delegados sindicais o professor(a) efetivo, de contrato temporário, ou orientador(a) educacional desde que sejam sindicalizados(as) junto ao Sindicato dos Professores no Distrito Federal. 

Devido ao cenário de pandemia que vivemos, as eleições acontecem  em formato remoto durante uma coletiva  virtual. Após o encontro remoto, o delegado(a) sindical deverá acessar o link disponibilizado pelo Sinpro-DF, preencher os campos em branco e fazer o envio da Ata de delegado(a) sindical para registro e controle do Sindicato. Aqueles que quiserem, podem fazer a impressão da ficha ou até mesmo salvar algum dispositivo móvel. Confira o passo a passo abaixo:

Após a realização da eleição durante a coletiva, o (a) delegado sindical deverá acessar o link e informar o CPF.

 

 

Se houver representações sindicais por turno, o(a) delegado sindical, deverá preencher e informar no formulário. Havendo necessidade de inserir mais representantes, basta clicar em adicionar “representantes” e em seguida, salvar os dados informados.

O delegado(a), irá inserir o CPF e nome de cada participante da reunião na qual ocorreu a eleição.

Atenção: É de extrema importância que todos os participantes que estiveram presentes na coletiva, sejam inseridos no documento digital independentemente de serem ou não filiados(as).  Para cada participante, é preciso salvar o documento.

 

Após o preenchimento de todas as informações, o Sinpro-DF automaticamente receberá as informações  do formulário.  Por fim, clique em visualizar a Ata de Eleição, imprima ou salve o documento para você. 

 

 

Caso o candidato(a) queira fazer alguma mudança no formulário, basta acessar o e-mail que será enviado para o endereço eletrônico cadastrado. Os(as) delegados(as) sindicais serão eleitos para mandato de um ano.

Para a diretora do Sinpro Luciana Custódio, a participação da categoria como delegados sindicais é de  extrema importância para fortalecer os direitos conquistados por meio de lutas de todos e todas filiados junto ao Sinpro-DF. “Nossa luta é que crie uma rotina nas coletivas das escolas com uma pauta sindical com os principais acontecimentos da semana, Além, obviamente, da importância de participação da luta que se constrói no dia a dia:plenárias, reuniões, seminários, congressos, assembleias dentre outros espaços importantes de luta”, afirma.

Para acessar a Ata, clique aqui.

Eleja seu(a) delegado(a) sindical e fortaleça nossa rede de luta!

 

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