Aulas presenciais na pandemia é o genocídio nas escolas: não ao PL 5595/20!

No último dia 13 de abril, a Câmara dos Deputados aprovou requerimento que dá caráter de urgência para projeto que reabre escolas e faculdades durante a pandemia do novo coronavírus (PL 5595/2020). Um dia depois, 14 de abril, foi lançado estudo científico (veja AQUI) comprovando que professores que trabalharam presencialmente na rede pública de ensino de São Paulo durante a pandemia tiveram quase três vezes mais chance de se contaminar com o vírus mortal da covid-19 que o restante da população adulta do estado.

O estudo assinado por pesquisadores da Unicamp, UFSCar, UFABC, USP, Unifesp e IFSP constatou que o crescimento da incidência da doença entre professores das escolas monitoradas foi de 138%, em comparação a um crescimento de 81% no restante da população de 25 a 59 anos do estado. A análise foi feita considerando o período de 7 de fevereiro a 6 de março, quando as escolas em São Paulo estiveram abertas.

Sem qualquer base científica sobre os efeitos das aulas presenciais durante a pandemia, as deputadas federais Paula Belmonte (Cidadania-DF) e Adriana Ventura (Novo-SP) propuseram projeto de lei que “vedada a suspensão das atividades educacionais em formato presencial”. Como justificativa, as parlamentares afirmam que “devemos ter a educação como serviço e atividade essencial, não podendo ser renegada em face problemas momentâneos que a sociedade esteja enfrentando”. O “problema momentâneo” a que Belmonte e Ventura se referem é a pandemia da covid-19, que já matou mais de 360 mil pessoas em todo o Brasil.

A defesa da educação pública que as deputadas se propõem a fazer, todavia, entra em choque com o posicionamento das parlamentares em propostas que têm como resultado o desmonte dos serviços públicos.

Adriana Ventura e Paula Belmonte se apresentam como fiéis defensoras da reforma administrativa (PEC 32). A proposta, apresentada pelo governo federal, traz um conjunto de regras com sérios ataques inclusive aos servidores da educação. Com a reforma administrativa, defendida pelas deputadas que exigem o retorno das aulas presenciais, atuais professores ficarão submetidos a novas – e amplas – regras para perda do cargo público e terão seus direitos ameaçados pela nova legislação que será aplicada aos futuros servidores. Nessa nova legislação, já está previsto o fim de direitos como licença-prêmio, aumentos retroativos, adicional por tempo de serviço, férias superiores a 30 dias/ano, incluindo recesso. Aliás, é incerto inclusive que haja futuros professores vinculados ao serviço público, já que a proposta do governo é colocar os serviços prestados à sociedade nas mãos da iniciativa privada. Com isso, o acesso à educação passa a ser mercadoria e, consequentemente, inviável para grande parte da sociedade. Justamente o contrário do que as deputadas dizem defender quando afirmam no PL 5595 que “a Educação reveste-se em direito fundamental e uma garantia básica que deve ser compartilhada por todos os indivíduos em sociedade, independentemente de etnia, classe econômica, religião, etc”.

>> Leia também: Acompanhe a série que traz o ponto a ponto da proposta que acaba com o serviço público

Adriana Ventura também foi favorável à PEC Emergencial (PEC 186), igualmente apresentada pelo governo Bolsonaro. Pela proposta, aprovada pelo Congresso, o auxílio emergencial para as vítimas econômicas da pandemia fica vinculado a uma série de “gatilhos” contra o serviço público. Entre eles, o congelamento salarial dos servidores públicos da União, estados, do DF e municípios por tempo indeterminado. Sem considerar a importância da proposta, Paula Belmonte se absteve da votação.

“Está claro que as deputadas Paula Belmonte e Adriana Ventura não querem tornar a educação serviço essencial no sentido de pilar da democracia, da igualdade de oportunidades; o que se quer é a adesão à política do negacionismo, de apoio ao absurdo. O estudo feito por pesquisadores em São Paulo já mostrou que o retorno às aulas presenciais na pandemia, sem vacinação em massa, gera o aumento de casos de infecção e, consequentemente, de morte. Não se pode permitir que isso se torne uma realidade em todo Brasil, viabilizado pela proibição das aulas remotas. Não podemos aceitar genocídio nas escolas”, afirma a diretora do Sinpro-DF Letícia Montandon.

A dirigente sindical ainda informa que o Sinpro-DF está junto com a Confederação Nacional dos Trabalhadores da Educação (CNTE) na campanha que pressiona pela rejeição do PL 5595. A campanha realiza diversas ações virtuais de pressão sobre os parlamentares para que eles rejeitem o texto que tramita em caráter de urgência.

>> Leia também: PRESSÃO CONTRA PL QUE TRANSFORMA AULA PRESENCIAL NA PANDEMIA EM ATIVIDADE ESSENCIAL 

Matéria em LIBRAS

Audiência pública remota debate a Oferta na Educação de Jovens e Adultos (EJA)

O deputado distrital Leandro Grass (Rede) realiza uma audiência pública remota nesta sexta-feira (16), às 10h, com o tema: Oferta na Educação de Jovens e Adultos (EJA). Após ser um tema central entre as décadas de 1950 e 1980, a EJA tornou-se uma questão invisível no Brasil. Hoje ela reflete a incapacidade do país em consagrar o direito à educação, e desnuda o descomedimento do Estado brasileiro e de setores da sociedade com a questão social.

O tema é uma discussão que vai além da questão formal, e permeia a perspectiva para o mundo do trabalho. De modo direto, três metas do Plano Nacional de Educação (PNE) tratam da EJA. São as metas 8 (equalização dos anos de estudo da população entre 15 e 29 anos), 9 (universalização da alfabetização e redução do analfabetismo funcional) e 10 (articulação da EJA com a educação profissional).

A luta do Sinpro é pela manutenção das escolas abertas no noturno e pela manutenção de uma parte da categoria que trabalha 20h e que está nesta trajetória de trabalhar com jovens e adultos há muitos anos.

A diretora Rosilene Corrêa representará o Sinpro na audiência pública. A transmissão será feita pelo canal da CLDF no Youtube.

Reforma administrativa e vacinação em massa são destaques da segunda Assembleia Macrorregional do Sinpro-DF

A conjuntura de ataques à categoria do magistério público e ao conjunto dos servidores públicos foi debatida na Assembleia Macrorregional dessa terça-feira (13), realizada com professoras/es e orientadoras/es educacionais de Ceilândia, Brazlândia e Taguatinga. A reunião foi a segunda dos cinco agendadas para este mês de abril, preparatórias para a Assembleia Geral do dia 13 de maio.

Na assembleia, que contou com cerca de 250 professoras/es e orientadoras/es, o advogado especialista em direitos dos servidores públicos Marcos Rogério falou dos prejuízos impostos pela reforma administrativa. Ele esclareceu que a proposta do governo federal atinge não só os futuros servidores, mas o que estão na ativa e até os que já se aposentaram. “É o fim dos serviços públicos. E isso prejudica não só os servidores, mas toda a população brasileira”, disse.

A reforma administrativa tramita na Câmara dos Deputados como Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 32. O texto, defendido com unhas e dentes pelo ministro da Economia de Bolsonaro, Paulo Guedes, acaba com a estabilidade no serviço público, põe fim ao Regime Jurídico Único e pleiteia a privatização dos serviços prestados à sociedade, tornando direito mercadoria.

>> Leia também: Acompanhe a série que traz o ponto a ponto da proposta que acaba com o serviço público 

Outro ponto de destaque da Assembleia Macrorregional dessa terça 13 foi a crescente dos casos de infecção e morte pela covid-19 e a insuficiência do quantitativo de vacinas para imunizar a população do DF. “Muitas vidas se foram devido à incompetência do governo federal e do governo do Distrito Federal, pois se tivessem o compromisso com a saúde e com a vida das pessoas, já teriam feito planejamento adequado para compra de mais vacinas e muitas vidas teriam sido preservadas”, afirma o diretor do Sinpro-DF Samuel Fernandes.

De acordo com a lei Nº 14.125/2021, sancionada no último dia 10 de março, estados, DF e municípios ficam autorizados a fazer a compra direta de vacina contra a covid-19. Entretanto, até agora, o governador do DF, Ibaneis Rocha, segue apenas o opaco calendário de imunização do governo federal.

>> Leia também: Campanha pressiona governador: Ibaneis, cadê a vacina?

Ainda compõe a pauta das Assembleias Macrorregionais o pagamento retroativo da sexta e última parcela do reajuste conquistado pela categoria em 2012, devida desde setembro de 2015. Por unanimidade, no último dia 24 de março, a Terceira Turma Cível do Tribunal de Justiça do DF (TJDFT) condenou o Governo do Distrito Federal a pagar os valores. Segundo cálculos do Dieese, cada professora/or e orientadora/or educacional deve receber, em média, R$ 18 mil.

>> Leia também: Participe da campanha “Ibaneis, cumpra a Lei! Pague o que é nosso”

“Esse momento em que estamos nos reunindo, embora que virtualmente, é essencial para consolidarmos nossa organização enquanto categoria, enquanto e servidores públicos. Estamos diante de um quadro difícil, e é fundamental que a categoria esteja antenada às nossas pautas, fortalecendo nossas campanhas, mantendo a unidade”, alerta a diretora do Sinpro-DF Consuelita Oliveira.

A próxima Assembleia Macrorregional será realizada no próximo dia 20, às 9h, com professoras/es e orientadoras/es educacionais de Planaltina, Sobradinho, Paranoá e São Sebastião. Veja abaixo o calendário completo.

20 de abril – 9h

Planaltina
Sobradinho
Paranoá
São Sebastião

Contato para pedir o link da reunião: Berê (99674-9942); Vanilce (99685-4997); Melquisedek (99677-1501); Luciana (99248-2314); Consuelita (99836-0396); Bernardo (98151-9068)


29 de abril – 14h

Plano Piloto
Cruzeiro
Núcleo Bandeirante
Guará
Riacho Fundo I e II

Contato para pedir o link da reunião: Vilmara (99279-6282); Ruth (99995-9049); Presilina (99937-4683); Ana Cristina (99961-2875); Bernardo (98151-9068)

4 de maio – 19h

Todas as cidades

Contato para pedir o link da reunião: Leilane (99948-7390); Márcia Gilda (99952-2117); Consuelita (99836-0396); Mônica (99951-6710); Elineide (99943-0217).

 

13 de maio

Assembleia Geral

Sinpro-DF lança campanha de filiação para enfrentar ataques aos direitos do magistério

O atual modelo político-econômico do Brasil, que mira na privatização de todos os serviços públicos, tem atacado – como nunca antes se viu – professoras/es e orientadoras/es educacionais da rede pública de ensino. Para responder as ações dos governos neoliberais e autoritários, que não têm compromisso com a classe trabalhadora, o Sinpro-DF lança mais uma campanha de filiação.

A campanha vai muito além da ampliação da base do Sinpro-DF: ela tem como objetivo conscientizar sobre a importância da organização da categoria através da sua representação sindical. Isso porque a capacidade de uma categoria profissional de vencer os ataques dos governos neoliberais, garantir direitos e ampliar conquistas, está diretamente ligada à sua unidade nas ações conjuntas e interesses coletivos.

Além disso, a campanha do Sinpro-DF tem como foco mostrar que “ser uma/um professora/or ou orientadora/os educacional filiada/o” também significa fortalecer o reconhecimento da profissão enquanto ferramenta para a construção de uma sociedade formada por cidadãos e cidadãs com pensamento crítico, capazes de entender o passado, analisar o presente e construir um futuro mais justo e democrático.

Abaixo, apresentamos uma cartilha explicativa sobre a necessidade e os benefícios de se filiar ao Sinpro-DF, o instrumento de luta da categoria. Clique no canto superior direito do material e aproveite a leitura!

Se preferir um formato maior, clique aqui.

Se quiser baixar o material,  clique aqui

Para filiar-se, acesse https://sinpro25.sinprodf.org.br/filie-se/

 

MATÉRIA EM LIBRAS

CNTE promove a 22ª Semana Nacional em Defesa e Promoção da Educação Pública de 26 de abril a 1º de maio

 

A Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) promove a 22ª Semana Nacional em Defesa e Promoção da Educação Pública, que neste ano traz o tema: “Sem ensino público, sem chance. Aprenda essa lição”. Anualmente, a CNTE e seus sindicatos filiados promovem uma semana de debates com trabalhadores em educação e a sociedade em que abordam os rumos da Escola Pública em uma concepção de atendimento educacional com qualidade e para todos.

Nesta 22ª edição a programação terá atividades diárias de 26 de abril a 1º de maio, que serão realizadas de modo virtual devido às condições de isolamento social decorrentes da pandemia do novo coronavírus (Covid-19).

A programação preparatória começou nesta terça (13), às 19h, com a LIVE da CNTE que fez um resgate histórico do pacto da educação de 1994 – clique aqui para assistir. Na próxima terça (20), às 19h, haverá outra LIVE preparatória com Aloísio Mercadante sobre a importância do MEC no atendimento a educação básica pública. Todas as transmissões ao vivo são realizadas nas redes sociais da CNTE Facebook e Youtube.

Veja a seguir a programação que deverá ser realizada pelas entidades filiadas nos estados durante o dia para que, no período da noite, concentrem audiência nas lives da CNTE que serão realizadas das 19h às 20h.

Dia 26 de abril (segunda-feira)

TEMAS: Militarização Escolar e Reforma Administrativa

– Atos simbólicos pelo Brasil em defesa e na promoção da educação básica pública.

– LIVE da CNTE – das 19h às 20h – sobre as imagens e ações do dia (exibições de vídeo e fotos dos atos simbólicos nos Estados) com comentários de Gilmar, Girlene e Valéria.

Dia 27 de abril (terça-feira)

TEMAS: Gestão Pública da Educação X Gestão Privada; Financiamento Público; Dinheiro Público para a Escola Pública; Educação Pública e Gratuidade do Ensino.

– Promover tuitaço nacional em defesa e promoção da educação pública, com hashtags a serem definidas pela equipe de comunicação da CNTE e divulgadas nas redes da CNTE e entidades filiadas.

– Debater com Secretários/as e/ou Ex-Secretários/as de Educação Municipal/Estadual/Distrital sobre a importância da educação básica pública e as dificuldades atuais que enfrentamos.

– LIVE da CNTE – das 19h às 20h – conversando com Fernando Haddad (a confirmar). 

Dia 28 de abril (quarta-feira)

TEMAS: Gestão Democrática da Escola e Financiamento Público da Educação

Vozes da Comunidade Escolar: “A escola que temos e a Escola que queremos”, o que pensam os/as Estudantes; pais/mães/responsáveis pelos estudantes, Conselheiros/as de Educação?

– LIVE DA CNTE – das 19h às 20h – debate com representação da UBES, UNCME, ASSOCIAÇÃO DE PAIS/MÃES/RESPONSÁVEIS pelos Estudantes. 

Dia 29 de abril (quinta-feira)

TEMAS: Reforma Administrativa e Homescholling

As responsabilidades dos Parlamentos (Municipal, Estadual, Distrital e Federal) no atendimento aos direitos à educação básica pública!

– LIVE DA CNTE – das 19h às 20h – debate com a Presidente da Comissão de Educação da Câmara Federal e o Presidente da Comissão de Educação do Senado Federal (ou com representantes indicados pelas presidências). 

Dia 30 de abril (sexta-feira)

TEMAS: Valorização Profissional e Promoção da Escola Pública

Educação e Cultura, uma referência ao Patrono da Educação Brasileira Paulo Freire: atividades culturais em defesa e pela promoção da educação pública, com depoimentos de artistas e personalidades públicas que estudaram em uma Escola Pública (colher um depoimento de Anita Freire para reforçar o ano do centenário de Paulo Freire).

– LIVE DA CNTE – das 19h às 20h – conversa sobre a escola pública que estudou e música, com transmissão da CNTE, com um/a cantor/a conhecido em todo Brasil 

Dia 1º de maio (sábado)

Dia do trabalhador e da trabalhadora – participar das atividades convocadas pelas centrais sindicais

Clique aqui e confira o calendário completo. 

Fonte: CNTE

MATÉRIA EM LIBRAS

FIQUE POR DENTRO- SINPRO DISPONIBILIZA CARTEIRINHA DE FILIADO(A) EM FORMATO DIGITAL

Pensando na comodidade e praticidade para toda a categoria, o Sinpro-DF lança, a partir desta quarta-feira (14), o acesso digital à carteirinha de filiado(a). Com isso, o sindicato visa contribuir para que todos e todas acessem a carteirinha de sindicalizado(a) de qualquer lugar por meio do próprio dispositivo móvel ou computador. 

Para obter o documento em formato digital, basta clicar no link (https://app.sinprodf.org.br/)  e ingressar no portal do Sinpro-DF.

Aqueles que desejarem baixar o arquivo no celular, ou seja, fazer o download em seu dispositivo, pode clicar na sugestão de “Instalar o aplicativo” (no sistema Android) ou “Adicionar o app Sinpro-DF à tela inicial” (no sistema iOS).

 

Acompanhe, a seguir, o passo a passo para baixar a carteirinha digital:

 

1) Como criar o login?

a) Para criar o acesso ao login, o(a) filiado(a) deverá clicar em “Criar login” no canto inferior da interface do acesso. (https://app.sinprodf.org.br/)

 

b) O(a) filiado(a) deverá preencher, corretamente, todos os campos solicitados com suas informações. Para professores(as) de contrato temporário será necessário ativar a chave sinalizada na interface do acesso e prosseguir com o preenchimento das informações solicitadas.

                                                           

 

c) Em seguida, o(a) filiado(a) receberá, um link de confirmação para acesso ao aplicativo no e-mail cadastrado junto ao Sinpro-DF.

 Observação: A pessoa que não utiliza mais o e-mail informado ao sindicato no ato da filiação deverá entrar em contato com o Cadastro, pelo telefone (61) 99161-2072, e solicitar a alteração de e-mail.

 d) Feito isso, o(a) filiado(a) deverá logar no aplicativo ou na interface da  página, informando a matrícula da SEEDF ou o código de acesso gerado para professores(as) de contrato temporário.

 

2) Como recuperar a senha?

a) Para aqueles(as) que precisarem recuperar o Cadastro, basta clicar em “Esqueci minha senha” e inserir a matrícula da SEEDF ou informar o código gerado no ato do cadastro. Nesse momento, será gerada uma nova senha, a qual será enviada para o e-mail cadastrado junto ao Sinpro-DF. 

 

b) Para aqueles(as) que precisarem recuperar a senha cadastrada, basta clicar em “Esqueci minha senha” e inserir a matrícula da SEEDF ou informar o código gerado no ato do cadastro.

O acesso digital à carteirinha do sindicato ficará disponível nas três barrinhas ao lado da foto em destaque no perfil. O(a) filiado(a), deverá clicar em “Carteirinha digital” e gerar o documento. 

 

Agora, de forma simplificada, você está apto(a) para fazer o uso do documento digital. 

 

 

Atenção!

Caso o(a) filiado(a) não utilize mais o e-mail em tela, será necessário contatar o Cadastro pelo tefelone (61) 99161-2072, e solicitar a alteração do e-mail.

 

3) Como fazer a renovação da carteirinha?

A criação da carteirinha virtual do Sinpro-DF possibilita aos(às) filiados(as) a validação em tempo real, disponível no QR Code  gerado na própria carteirinha virtual, não sendo mais necessário a etiqueta de renovação. Contudo, caso o(a) filiado(a) tenha pendências junto ao sindicato, a validação não vai ocorrer e ele não irá visualizar a carteirinha dentro do aplicativo. 

Para regularizar as pendências, é necessário contatar o Cadastro pelo telefone (61) 99161-2072 e verificar a situação do(a) filiado(a). Em seguida, o documento digital será gerado automaticamente.

Importante destacar que o sistema digital do Sinpro-DF permite a todos(as) os(as) filiados(as) atualizarem os seus dados. Mantê-los atualizados é de extrema importância para o recebimento de conteúdo do sindicato.

 

Tudo de forma simples e digital para você.

Acesse e não fique de fora.

Compartilhe esta novidade com todos e todas!

 

MATÉRIA EM LIBRAS

Pressão contra PL que transforma aula presencial na pandemia em atividade essencial

O Sinpro-DF convoca a categoria para acessar o link “Na Pressão” para pressionar os deputados federais contra a votação em caráter de urgência, em Plenário, do Projeto de Lei (PL) nº 5.595/2020, de autoria da deputada federal Paula Belmonte (Cidadania-DF) e outras, que permite reabrir as escolas e faculdades durante a pandemia do novo coronavírus. A urgência foi aprovada nessa terça-feira (13). Com isso, a votação poderá ocorrer a qualquer momento nesta semana. Acesse o link do Na Pressão e do WhatsApp de cada deputado federal da bancada do Distrito Federal no final da matéria.

 

Confira como cada parlamentar da bancada do DF votou:

 

 

 

No entendimento dos parlamentares que votaram contra essa “urgência”, trata-se de um gesto de retaliação das bancadas de apoio ao governo Jair Bolsonaro e representantes do empresariado e banqueiros pelo fato de o Senado Federal ter sido obrigado, pelo Supremo Tribunal Federal (STF), a instalar a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pandemia.

 

Em nota, a Confederação Nacional dos Trabalhadores da Educação (CNTE) afirma que a inserção do PL, de autoria das deputadas federais Paula Belmonte (CIDADANIA-DF), Adriana Ventura (NOVO-SP), Aline Sleutjes (PSL-PR), na pauta da Câmara para votação em regime de urgência, “revela uma atitude intempestiva e inoportuna do presidente da Casa Parlamentar, Arthur Lira (PP-AL) por vários aspectos”. 

 

Câmara dos Deputados virou negacionista por conveniência

 

A CNTE considera que essa postura deva ser reprovada pelo conjunto dos parlamentares, a fim de preservar o bom senso e o caráter de responsabilidade do Congresso Nacional perante o combate à pandemia do coronavírus. “Em primeiro lugar, a pauta dessa proposição demonstra a adesão da Câmara dos Deputados ao negacionismo expresso diariamente pelo governo federal no enfrentamento da pandemia”, diz a nota.

 

No documento, a entidade observa que “só quem não conhece a realidade da maioria das escolas públicas e/ou quem nega os métodos científicos de combate ao coronavírus com vistas a impedir mais mortes, é capaz de propor ou apoiar o referido projeto de lei. O momento exige isolamento social e ampliação da vacinação para conter o alastramento do vírus. E as duas coisas não estão acontecendo a contento no Brasil, estando a população à mercê da contaminação, com índices cada vez maiores de óbitos decorrentes da Covid-19”.

 

A confederação também aponta outra ação lamentável do presidente da Câmara com essa atitude: “A apreciação da urgência do PL 5.595/20 é pautada para o mesmo dia em que o Senado Federal deverá (por ordem judicial) instalar a CPI para apurar as ações e omissões do governo Bolsonaro no combate à pandemia. E, caso o presidente Arthur Lira considere sua atitude como estratégica para fortalecer o presidente cambaleante, seria bom se atentar para o risco de afundar o Parlamento na crise institucional, uma vez que estará, indubitavelmente, corroborando a má-gestão pública para o enfrentamento da pandemia”.

Clique aqui e acesse a nota da CNTE

 

Os únicos deputados da bancada do Distrito Federal que votaram contra a urgência foram Erika Kokay (PT-DF) e Israel Batista (PV-DF), os demais apoiaram a opção pelo genocídio. Na avaliação da diretoria colegiada do Sinpro-DF, a politicagem com a pandemia da Covid-19 tem transformado o Brasil em um grande cemitério, com centenas de milhares de famílias vitimadas pelo excesso desnecessário e totalmente evitável de mortes pela doença.

 

“Reabrir escolas agora e transformar aulas presenciais em atividades essenciais é o cúmulo da irresponsabilidade e da falta de empatia porque o essencial, hoje, é revogar as Emendas Constitucionais 95/2016 e 109/2021, elaboradas para atender aos banqueiros, e investir o dinheiro público no combate à pandemia e à pobreza, bem como derrubar a PEC da reforma administrativa do governo Bolsonaro, que privatiza e transforma os serviços públicos em cabide de emprego”, afirma a diretoria.

 

Contra o direito à vida, Belmonte expõe estudantes e professores do DF ao coronavírus

 

As três deputadas são oriundas das três unidades federativas com os maiores e vexaminosos números de mortes e contaminações por Covid-19 do Brasil, onde a vacinação não deu conta, até esta quarta-feira (14), de imunizar um terço da população. Também estão com Unidades de Terapia Intensiva (UTI) lotadas, com filas de pessoas doentes de Covid-19, em estado grave, esperando uma vaga para entrar na UTI.

 

São Paulo é o estado que lidera mortes e contaminações no Brasil, na América Latina e no mundo e, o DF, cujo governador aderiu ao Palácio do Planalto, além do avanço excessivo de mortes e contaminações diárias e UTI lotadas, faltam insumos para garantir ao paciente intubado a sedação nos hospitais.

 

A deputada Alice Portugal (PCdoB-BA) afirmou que o texto é inconstitucional porque retira autonomia de gestores locais para decidir sobre as melhores medidas contra a propagação do vírus. “Vai impactar na autonomia de prefeitos e governadores na decretação da suspensão da educação presencial, na contramão do que decidiu o Supremo Tribunal Federal”, disse.

Clique aqui e acesse o link do Na Pressão      

Confira os links que dão acesso ao WhatsApp de cada parlamentar:

PRESSIONE!

BIA KICIS PRP
Clique aqui  

FLAVIA ARRUDA PR
Clique aqui 

JULIO CESAR PRB
Clique aqui 

LUIS MIRANDA DEM
Clique aqui 

ERIKA KOKAY PT
Clique aqui 

PAULA BELMONTE PPS
Clique aqui

PROFESSOR ISRAEL PV
Clique aqui 

CELINA LEÃO PP
Clique aqui 

LAERTE BESSA PL
Clique aqui 

 

MATÉRIA EM LIBRAS

Você sabe qual será o impacto da privatização da Eletrobras na sua conta de energia elétrica?

O governo federal não apresentou nenhum cálculo sobre os impactos que a privatização da Eletrobras deverá ter nas tarifas dos consumidores finais.

 

Mas nós sabemos que:

 

  1. A tarifa de energia elétrica brasileira é considerada uma das mais caras do mundo de acordo com a Agência Internacional de Energia. O custo elevado da tarifa impede o acesso da população mais pobre ao serviço essencial e encarece os custos do setor produtivo, gerando aumento dos preços de bens e serviços e reduzindo a competitividade das nossas empresas no mercado global.   
  • A proposta de privatização da Eletrobras prevê a liberalização dos preços de um conjunto importante de usinas hidrelétricas do país. Imagine algo semelhante à atual política de preços da Petrobras, onde o preço da energia elétrica varie de acordo com as condições do mercado de energia, nível dos reservatórios, aumento de preço dos combustíveis das usinas térmicas, realização ou não de novos investimentos, etc.     
  • A proposta prevê que os preços da energia das usinas da Eletrobras que hoje estão sob o regime de cotas devem mais que dobrar (descotização), passando de algo em torno de R$ 70 MW/h para mais de R$ 155 MW/h.

 

Mas o aumento deve ser muito maior. O próprio governo reconhece que não pode garantir estas estimativas rebaixadas. De fato, as tarifas médias praticadas hoje pelas usinas da Eletrobras que não estão no regime de cotas e também por outras geradoras de energia, como a Engie, por exemplo, são maiores que as estimativas apresentadas pelo governo, ficando entre R$ 170 e R$ 190 MW/h. Na verdade, numa situação extrema, como a crise hídrica que ocorreu em 2013, essas tarifas poderiam chegar até R$ 400 MW/h, preço teto para energia negociada no mercado de curto prazo no Brasil. 

 

  • Importante lembrar que essa proposta de privatização da Eletrobras não é nova. Ela foi apresentada também no governo Temer, mas fracassou devido à repercussão extremamente negativa do aumento nas tarifas.  

 

À época, a Aneel apresentou estimativas iniciais de um aumento de até 16% nas tarifas para o consumidor final.

 

A FIESP também manifestou preocupação nesse sentido e elaborou estudo no qual apontava que a liberalização dos preços das usinas da Eletrobras poderia gerar um custo adicional para o consumidor de até R$ 460 bilhões no longo prazo.

 

  • Por isso o governo está prometendo agora utilizar recursos que não possui “para aliviar a alta nas contas de luz” resultante da liberalização do preço da energia.

 

Contudo, tais recursos (bônus de outorga das concessões) dependerão do sucesso da operacionalização de uma “mega” venda de novas ações da Eletrobras, o qual se pretende arrecadar montante superior ao atual valor de mercado da Cia. Isto, considerando ainda a exclusão das usinas nucleares e da usina hidrelétrica binacional de Itaipu do processo de privatização. Uma conta que não fecha!

 

O cronograma da operação também não faz sentido: primeiro se vende as novas ações, depois o governo define o quanto irá arrecadar em bônus de outorga (que depende do valor arrecado com a venda das ações), para somente então definir o quanto será destinado para atenuar o aumento das tarifas.

 

               A proposta prevê ainda, que caso o governo não consiga arrecadar o montante esperado, o que é muito provável, a União deverá fazer oferta secundária das suas ações para tentar complementar o valor a ser arrecado. 

 

  • Diante de todo esse cenário, chega a ser suspeito que até o momento a Aneel não tenha se manifestado sobre o impacto tarifário da atual proposta de liberalização dos preços da energia das usinas da Eletrobras.
  • Em sentido inverso, diversos especialistas do setor já manifestaram preocupação com o elevado poder que uma Eletrobras privada teria sobre o mercado de energia brasileiro, podendo influenciar condições de oferta, e, portanto, de preços.

 

Na avaliação, por exemplo, de Cláudio Sales, presidente do Instituto Acende Brasil, o formato baseado na capitalização da Eletrobras não dá tratamento adequado ao fenômeno de concentração de mercado, lembrando que a Eletrobras é a maior empresa de energia elétrica da América Latina.

 

Nivalde de Castro, coordenador do Grupo de Estudos de Energia Elétrica da UFRJ (GESEL), destaca a quantidade de energia renovável produzida pela estatal e a complexidade de como isso deve ser precificado, já que ela está à frente da tendência mundial pela priorização desse tipo de fonte energética – transição energética.

 

A Eletrobras opera 48 usinas hidrelétricas (cerca de metade dos reservatórios do país), 12 usinas térmicas, 2 termonucleares, 62 usinas eólicas, e 1 usina solar – somando 30% da capacidade instalada total. Também opera metade das linhas de transmissão – são 71 mil quilômetros, o equivalente a uma volta e meia no planeta terra!  O aumento de tarifas e a precarização dos serviços é um resultado comum do processo de privatização de serviços públicos em vários países. Estudo realizado pelo Instituto Transnacional (TNI) mostra que há uma tendência mundial de reestatização desses serviços (energia, saneamento, etc). O levantamento aponta para mais de 1400 casos de reestatização na Europa (Alemanha, França, outros), nos Estados Unidos e outros países, sendo um dos principais motivos exatamente a cobrança de tarifas abusivas por parte dos operadores dos serviços (https://publicfutures.org/#/index ).  

 

 

https://g1.globo.com/globonews/globonews-em-ponto/video/parece-uma-operacao-morde-assopra-diz-especialista-sobre-mp-da-eletrobras-9296118.ghtml

https://abrate.org.br/mp-da-eletrobras-e-recebida-com-cautela-por-especialistas/

https://g1.globo.com/globonews/globonews-em-ponto/video/parece-uma-operacao-morde-assopra-diz-especialista-sobre-mp-da-eletrobras-9296118.ghtml

https://acendebrasil.com.br/imprensa/eletrobras-consultores-destacam-complexidades-da-mp/#:~:text=Em%20sua%20avalia%C3%A7%C3%A3o%2C%20o%20formato,35%25%20da%20gera%C3%A7%C3%A3o%20no%20pa%C3%ADs.&text=O%20impacto%20deve%20ser%20de,um%20novo%20ambiente%20de%20mercado.

https://acendebrasil.com.br/imprensa/acende-brasil-ve-com-preocupacao-uso-de-recursos-da-privatizacao-da-eletrobras-para-fundos-regionais/

MATÉRIA EM LIBRAS

Primeira edição do boletim Bom Conselho está no ar!

O Sinpro-DF apresenta a primeira edição do boletim Bom Conselho! Ele será mensal e trará a cobertura dos debates e encaminhamentos que vêm sendo feitos nos conselhos do DF que contam com representação do Magistério. São eles: Conselho dos Direitos da Mulher (CDM), Conselho de Administração do IPrev (Conad), Conselho de Alimentação Escolar (CAE), Conselho de Acompanhamento e Controle Social do Fundeb (CACS) e Conselho de Educação. Em breve também haverá participação da categoria no Conselho do Inas (Instituto de Assistência à Saúde dos Servidores do Distrito Federal), apenas aguardando nomeação.

São todos conselhos muito importantes, cujas discussões têm muita relevância para a população do DF! Por isso, a intenção deste boletim é que essas discussões cheguem a cada professora (or) e orientadora (or) educacional nas escolas do DF.

Nesta primeira edição, saiba mais sobre a formação e as atribuições de cada um desses conselhos, quem são os (as) representantes da categoria e quais os principais debates atuais. Clique na imagem para ampliar. Boa leitura!

MATÉRIA EM LIBRAS

Clique no site “Na Pressão” e pressione os senadores a votar contra vacinação privada

2021 04 12 destaque napressao3

A Central Única dos Trabalhadores (CUT) disponibiliza a ferramenta “Na Pressão”, com a campanha ‘Fila furada é roubada!’ para que a população possa ajudar a defender a vacinação gratuita contra a covid-19 para todos e todas.

Por meio do “Na Pressão”, que pode ser acessado de qualquer lugar pelo celular, tablet ou computador, com apenas alguns cliques os cidadãos e cidadãs poderão pressionar os senadores por meio de mensagens. Pode ser diretamente para Whatsapp, redes sociais (Facebook e Twitter) e e-mail dos parlamentares. Veja o passo a passo abaixo. 

A ideia é impedir a aprovação no Senado Federal, do Projeto de Lei (PL) nº 948/2021, de compra de imunizantes por empresas privadas, sem necessidade de que elas doem 100% das doses ao Sistema Único de Saúde.

O PL já foi aprovado no último dia 7, pela Câmara dos Deputados, e pode atropelar o Plano Nacional de Imunização (PNI) contra a pandemia do novo coronavírus, e ainda privilegiar os mais ricos. Se  aprovado pelo Senado vai à sanção presidencial.

O secretário de Comunicação da CUT Nacional, Roni Barbosa , alerta de que a se o projeto for aprovado, será uma barbaridade que nem os países mais capitalistas do mundo deixaram cometer, para que os mais ricos furem a fila da vacina.

“O Brasil tem o SUS e um Plano Nacional de Imunização que jamais permitiram isso. É preciso pressionar o Senado Federal para que seja rejeitado o projeto que desobriga os empresários que comprarem a vacina contra o Covid-19 , de repassarem as doses ao  SUS”, diz.

Para ele, o uso por empresas da vacina “rouba a vez de quem está na fila para se vacinar”, e complementa: “ veja, em um momento em que a produção de vacina ainda é insuficiente para imunizar a todos, quando alguém usa o poder do dinheiro para comprar a sua vacina, certamente alguém que não tem essa condição deixará de ser vacinado”, ressalta o dirigente.

Passo a passo de como pressionar

Clique aqui e acesse o site napressao.org.br 

2 – veja a campanha ‘Fila furada é roubada!” e clique em “pressionar”

3 – Escolha os senadores na listagem que aparece abaixo:

a) “apoiam o fura-fila” (vermelho);

 b) “indecisos” (amarelo) e;

c) “contra o fura-fila” (verde) 

4- Defina por qual meio deseja pressionar (WhatsApp, Facebook, Twitter ou E-mail) e clique no ícone, logo abaixo da foto do senador.

5 – Uma nova janela será aberta para você enviar a mensagem.

Em poucos cliques você manda o seu recado quantas vezes quiser. Você também pode compartilhar os endereços eletrônicos dos parlamentares com seus amigos e ajudar a pressionar.

(CUT, 12/04/2021)

Fonte: CNTE

MATÉRIA EM LIBRAS

Acessar o conteúdo