Concurso para a carreira magistério 2021 é autorizado

Mais uma reivindicação histórica do Sinpro foi alcançada. Fruto de muita luta do sindicato e da categoria junto à Secretaria de Educação do Distrito Federal, o GDF publicou, no Diário Oficial desta terça-feira (09), uma autorização para a realização de concurso público para o provimento de vagas para a Carreira Magistério Público do DF.

A diretoria do Sinpro-DF considera a realização de concurso público fundamental para a excelência na prestação do serviço à sociedade, ainda mais visto que o número de professores(as) e orientadores(as) educacionais está muito aquém da demanda da rede pública de ensino do Distrito Federal. Associado a novos concursos, a nomeação de aprovados(as) e habilitados(as) para contratação de mão de obra efetiva na educação pública é pauta constante do sindicato nas negociações, sobretudo nos últimos anos devido ao alto número de aposentadorias, que tem sido muito superior ao de nomeações.

O sindicato também continuará cobrando concurso público para orientadores(as) educacionais, uma vez que estes(as) profissionais são de extrema importância na qualidade dada para a educação e não foram lembrados(as) nesta autorização expedida pelo governo.

 

REFORMA ADMINISTRATIVA

A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 32/2020, a reforma Administrativa, não promove uma reforma para melhoria dos serviços. Ao contrário que prega o governo federal, mantém os altos salários e todos os privilégios de quem ocupa cargos comissionados do chamado “alto escalão”, transforma o Estado brasileiro e sua estrutura em um verdadeiro cabide de empregos de políticos. Não bastasse, institucionaliza a corrupção e as negociatas com os cargos públicos e promove uma abertura generalizada para a privatização da prestação de serviços em setores fundamentais e essenciais para a população, uma conquista histórica assegurada na Constituição de 1988.

Outro ponto extremamente prejudicial é a privatização do Estado, ou seja, é o fim do concurso público, único mecanismo democrático de acesso aos cargos públicos que evita a sua transformação em cabide de empregos, além de ser o fim da estabilidade, instrumento público que garante aos(às) servidores(as) a segurança na fiscalização das ingerências de empresários e políticos nos serviços.

Para a diretora do Sinpro Carolina Moniz, a PEC é o fim dos serviços públicos e gratuitos. “A carreira magistério exige valorização e condições de trabalho. Consideramos essa publicação uma vitória, mas que só será efetiva com a derrota da reforma Administrativa e os riscos da PEC Emergencial, a realização do processo seletivo aqui no DF e a posse desses(as) novos(as) professores(as). Assim, continuamos em luta pelo fortalecimento do nosso trabalho pedagógico e, consequentemente, por melhor atendimento para nossos(as) alunos e comunidade escolar.  Mais concursos e mais educação para todos”, finaliza a diretora.

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Comissão de negociação do Sinpro se reúne com Secretaria de Educação

Na manhã desta terça-feira, 9, a comissão de negociação do Sinpro-DF se reuniu com uma representação da Secretaria de Educação, com a presença do secretário-executivo, professor Fábio Sousa. Essa foi a primeira reunião de negociação numa nova metodologia de encontros regulares quinzenais. O secretário Leandro Cruz estará presente mensalmente.

Com o agravamento da pandemia no Brasil e no DF, o Governo do Distrito Federal emitiu uma série de decretos que visam a reduzir substancialmente a circulação de pessoas. Assim, o lockdown, o toque de recolher e a recente declaração de estado de calamidade pública apontam para o adiamento sem previsão do retorno das aulas presenciais.

O Sinpro também cobrou agilidade na apresentação de um cronograma de vacinação pelo GDF. A Secretaria de Educação afirmou que está atuando junto à área de Saúde para que se concretize a imunização dos profissionais da Educação, que já foi confirmada pelo GDF como prioritária.

Para a diretoria do Sinpro, agora, o desafio é assegurar que o ensino remoto seja efetuado da melhor forma possível, garantindo acesso de professores e alunos às ferramentas e às condições necessárias para o estudo. A Secretaria afirmou que dispõe de recursos que devem ser otimizados para atender à demanda. Continuará havendo distribuição de material impresso por motoboys e a internet reversa segue disponível.

Outras pautas

Na segunda-feira, 8, o Diário Oficial trouxe o anúncio de concurso público para o Magistério. O registro assegura a realização do concurso – ainda sem perspectiva de data ou de quantitativo – num momento em que medidas do Governo Federal visam a dificultar sua realização. Concurso e nomeações são demandas que o Sinpro apresenta recorrentemente ao GDF.

O Sinpro cobrou, mais uma vez, o pagamento do exercício findo. De acordo com a Secretaria, as incorreções que havia em algumas solicitações já foram solucionadas, e agora o pagamento depende apenas da Secretaria de Fazenda. O sindicato também cobrou agilidade no pagamento da folha suplementar dos profissionais em contrato temporário, que também já está nas mãos da Secretaria de Fazenda para encaminhamento.

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Campanha para salvar a vida da professora Eudalice da EC 19 de Ceilândia

A professora Eudalice Soares de Souza, vice-diretora da Escola Classe 19 (EC19) de Ceilândia, precisa, urgentemente, de sua ajuda para ficar viva.

 

Ela está com tromboembolismo pulmonar e, internada na sala vermelha do Hospital das Clínicas de Ceilândia, precisa urgente de uma vaga na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), pois não consegue respirar sem o auxílio de oxigênio. Se ficar sem oxigênio, tem crises convulsivas e pode morrer. Ela está recebendo o oxigênio necessário e alimentação intravenosa.

 

A situação é mais complicada ainda porque o plano de saúde dela não cobre os custos do atendimento. A família já entrou na Justiça para o Governo do Distrito Federal (GDF) garantir uma UTI pública equipada e não Covid-19 para ela ou pagar uma UTI privada. Enquanto espera a Justiça, a família pede a sua ajuda para salvar a vida de Eudalice.

 

Sabendo que podemos contar uns com os outros em momentos de aflição, colegas e amigos(as) pedem sua ajuda financeira para salvar a vida da professora. Trata-se de uma ação solidária em favor de Eudalice.

 

Solicitamos aos colegas da rede de ensino uma colaboração que poderá ser feita por meio do:

CHAVE PIX: 61982634153
TRANSFERÊNCIA BANCÁRIA de Eudalice Soares de Souza:
BRB agência 0217- conta corrente 139636-6

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Sinpro-DF realiza assembleia geral nesta sexta (12)

Professoras/es e orientadoras/es educacionais da rede pública de ensino do DF se reunirão em assembleia geral na próxima sexta-feira (12/3), às 16h. O encontro será virtual e poderá ser acessado pelo aplicativo do Sinpro-DF no link https://app.sinprodf.org.br/.

O encontro abordará temas que atingem a classe trabalhadora de todo Brasil e outros específicos da categoria no DF. Em âmbito nacional, serão debatidas questões sobre a reforma Administrativa, a reforma da Previdência e a PEC Emergencial (PEC 186). Já na pauta específica da categoria do DF, serão abordados a ameaça do retorno presencial às aulas sem a imunização contra a covid-19, campanha salarial, GDF Saúde, aumento abusivo da alíquota previdenciária, nomeações e concurso público.

 

Orientações

Para participar da assembleia geral do Sinpro-DF nesta sexta-feira (12), basta clicar no link https://app.sinprodf.org.br/. O endereço é do aplicativo do Sindicato e sua instalação para participar da assembleia é opcional. Ao clicar no link, por um computador de mesa ou qualquer dispositivo móvel, a/o participante acessará o app, onde terá acesso ao botão “assembleia”.

O aplicativo também disponibilizará espaço para inscrição de falas, além de possibilidade segura para que cada participante registre seu voto nos temas encaminhados.

Embora o download do aplicativo do Sinpro-DF não seja obrigatório, quem optar por deixar o app permanentemente no seu dispositivo poderá ter mais facilidade para atualizar dados cadastrais e agilizar a carteirinha de associado. Professores com contrato temporário também poderão baixar o boleto da trimestralidade de associado. Clique aqui e veja o passo a passo para instalar o app da/o Professora/or em seu dispositivo.

 

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Sinpro-DF se integra à Frente Parlamentar Mista do Serviço Público

O Sinpro-DF se integrou à Frente Parlamentar Mista do Serviço Público, que já contava com as participações da CNTE e da CUT. Criado em 2007, o grupo é atualmente formado por 255 deputados federais e 21 senadores de diferentes partidos, além de 60 entidades representativas das mais diversas categorias, e atua em prol do fortalecimento do serviço público e da preservação dos direitos dos servidores.

A Frente é um espaço estratégico para a resistência a tantos ataques aos serviços e servidores públicos e ao desmonte do Estado que vem sendo promovido pelo Governo Federal. A proposta de Reforma Administrativa é, portanto, pauta central.

Na tarde desta segunda-feira, 8, o grupo se reuniu de forma remota para debater a PEC Emergencial e a Reforma Administrativa. O deputado federal Paulo Ramos (PDT-RJ) passou informes da tramitação de ambas. “Contra a Reforma Administrativa, não há remendos possíveis, é preciso rejeitá-la integralmente”, disse.

Os participantes da reunião destacaram a importância de manter e acentuar a pressão sobre os parlamentares, mesmo com as dificuldades da conjuntura atual, em que Senado e Câmara se reúnem, debatem e votam em formato remoto.

Para a diretora do Sinpro Rosilene Corrêa, que participou da reunião representando a entidade, a força da Frente está na união das categorias, compreendendo que essa é uma luta coletiva e, portanto, demanda ações conjuntas. “Precisamos mudar radicalmente esse cenário de desmonte, e para isso, temos que contar com a população ao nosso lado”, afirmou.

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Sinpro lança resultado da pesquisa Mulheres e Violência realizada junto às professoras e orientadoras de escolas públicas do DF

Sessenta por cento das professoras da rede pública de ensino do Distrito Federal não se sentem seguras ao andar a pé à noite nas ruas da capital do País. Contudo, para elas, o ambiente de maior insegurança é durante a comunicação direta com a família e com os próprios estudantes. Essas são algumas das conclusões da pesquisa “Mulheres e violência”, realizada pelo Sindicato dos Professores no Distrito Federal (Sinpro-DF), cujos resultados a entidade lança nesta segunda-feira (8).

Realizada entre os dias 12 e 31 de janeiro deste ano, a pesquisa é uma das atividades da Secretaria de Políticas para as Mulheres. Os dados foram coletados das respostas ao questionário divulgado online em que 1.553 professoras responderam. A distribuição do questionário ocorreu por meio de uma campanha realizada pelo WhatsApp e e-mail. A Secretaria de Políticas para as Mulheres também contou com uma engajada rede de apoio que foi fundamental para o alcance obtido com a pesquisa.

“O resultado da pesquisa mostra que, no geral, que entre as professoras da rede pública de ensino do Distrito Federal, tanto a violência psicológica quanto o assédio moral, agressão moral no trabalho, agressão verbal em casa e assédio nas ruas, transportes públicos e demais espaços públicos são violências de maior incidênca sentidas ou percebidas”, informa Mônica Caldeira, diretora da Secretaria de Mulheres do Sinpro-DF.

A recepção do questionário e do tema do estudo foi bastante positiva. O intuito da entidade é entender a concepção de violência de gênero da nossa categoria e perceber o que para as professoras deve ser feito para combater essa violência, algumas perguntas foram feitas sobre as diferentes formas de violência registradas na nossa legislação e o que deveria ter ser feito quanto a elas.

 

Resultados preliminares

Após sistematização das respostas, constatou-se que o ambiente de maior insegurança sentida pela mulher é na comunicação com a famílias dos estudantes e até mesmo com os estudantes:  10% NUNCA se sentem seguras para ter conversas particulares com a famílias ou com os(as)  estudantes e, 47%, disse que, RARAMENTE, sentem essa segurança nessa comunicação.

A maioria das respondentes têm idade entre 40 e 49 anos, representaram 18% das participações. A menor participação esteve na faixa etária de 20 a 29 anos que significou uma participação de apenas 3%. O objetivo da pesquisa está no fato de o Brasil ser o quinto país com o maior índice de feminicídio e, o Distrito Federal, ser uma das unidades federativas com maiores incidências desse tipo de crime e de outras violências domésticas.

A pesquisa avaliou também os ambientes do local de trabalho quanto ao sentimento de segurança da mulher. Outro ambiente de insegurança apontado pelas professoras é aquele em que a professora precisa dar a sua opinião e se posicionar, como, por exemplo, na Sala dos Professores e das Professoras: 46% das professoras disseram que, ÀS VEZES, elas sentem segurança e tranquilidade para falar e expressar opiniões diante dos colegas. Mas não é sempre.

O sentimento é observado não só no trabalho, mas em casa também: 16% das professoras disseram que, ÀS VEZES, sentem seguras e tranquilas para expressar opiniões com seus parceiros a sós. Isso se deve muito ao fato de que 38% das professoras afirmaram que não é sempre que se sentem respeitadas pelos seus(as) estudantes, e, 30%, disseram que, raramente, sentem-se seguras no local de trabalho. As professoras que responderam também se sentem inseguras no transporte público. Sobre assédio sexual, 83% delas declararam que é grave e que o Sinpro-DF precisa denunciar; 14% das respondentes declararam que isso é errado e que a vítima precisa se posicionar.

Nessa mesma metodologia, foi questionado sobre atitudes violentas para intimidar mulheres, como quebrar objetos na mulher, controlar o dinheiro e documentos, sobre violência emocional, sacudir, apertar os braços, expor a vida privada, controlar a mulher, oprimir a mulher, impedir que a mulher previna gravidez ou força-la a abortar, atos sexuais forçados, tirar liberdade de crença, fazer a mulher se achar louca.

“Todas essas situações de violência foram percebidas pelas participantes da pesquisa e o que ficou bem explícito é que a solução apontada por elas para essas situações, predominantemente, esteve em a vítima se posicionar. Em segundo lugar, a possibilidade de toda sociedade denunciar”, analisa Mônica.Ela explica que esse resultado reflete uma construção social ainda bem marcada que é a concepção de que a violência de gênero é algo do âmbito particular, da vida privada, da individualidade, da subjetividade. Um problema individual da mulher.

“Ou seja, mantém, equivocadamente, que “em briga de marido e mulher não se mete a colher. Essa concepção é uma das que pioram a situação da mulher vítima de violência doméstica. “Sim, é preciso “meter a colher” sim e denunciar. Há canais para denúncia anônima”, afirma a diretora.  Outra metodologia utilizada nas questões foi a de avaliar qual violência incide mais ao redor ou na vida das professoras da rede pública de ensino do Distrito Federal.

O relato demonstra que, nesse quesito, a violência psicológica foi presenciada por 59% das professoras; 46% foram as vítimas dessa violência. Ou seja, ela respondia se conhecia alguém que sofreu ou se ela teria sofrido. De alguma forma, a professora está em contato com essas violências, ou sabendo que ela está acontecendo com alguém, ou sendo a própria vítima.

Agressão física em casa, agressão sexual no trabalho, agressão física nas ruas, transportes etc, agressão sexual em casa e agressão física no trabalho foram VIOLÊNCIAS DE MENOR INCIDÊNICA relatadas na pesquisa, porém ainda demonstrando que ou a mulher sabe de alguém próximo que está sofrendo essas violências graves ou é a própria vítima. Ou seja, as professoras do DF convivem de algum modo com a violência de gênero e a violência doméstica.

 

Professoras desconhecem a existência de instituições de defesa e proteção da mulher

Uma das descobertas do estudo foi o desconhecimento sobre instituições do Estado criadas para defender, proteger e resguardar mulheres vítimas da violência sexista e familiar. “Para finalizar, é importante mencionar que algumas instituições existentes para prevenir, combater e proteger às mulheres nem sempre são conhecidas por elas”, informa Mônica Caldeira.

A pesquisa aponta um desconhecimento da existência e de quais são os órgãos de defesa da mulher por parte da nossa categoria: 64% das que responderam conhecem  o trabalho da  Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam), mas, 33%, já ouviu falar; e, 21%, não conhece.

Das respondentes, 36% conhecem o trabalho do Centro de Referência Especializado de Assistência Social; 42% já ouviu falar, mas, 20% delas, não conhecem o trabalho. Outras 51% das professoras já ouviram falar dos Núcleos de Atendimento às Famílias Vítimas de Violência Doméstica, mas 24% não conhecem esse trabalho. Também constatou que 42% já ouviram falar do Centro de Referência de Assistência Social, mas 34% delas não conhecem esse trabalho; e 49% das professoras já ouviu falar da Casa da Mulher Brasileira, mas 31% delas não conhece esse trabalho.

“Isso indica que o acesso a esses espaços de proteção e defesa às mulheres são desconhecidos pela maior parte da nossa categoria e isso implica na sensação de insegurança ou de desamparo ou de furar a bolha da lógica de que o problema é da mulher, é da vítima. E dificulta o conceito mais humano de que a violência em torno da vida da mulher seja no trabalho ou em casa é um problema da sociedade que o produz e reproduz”, analisa a diretora.

Na avaliação dela, “a sociedade é violenta com a mulheres, então o problema é social e tem que combatido no seio da sociedade porque exigir da vítima fazer algo é mais uma forma de violência porque sem as políticas públicas garantidoras dos direitos das mulheres, o silenciamento, a individualização, a solidão, o isolamento e a responsabilização continuarão a serem obstáculos para acabar de vez com as várias violências direcionadas especificamente às mulheres e nossa categoria reflete e sente essa realidade”.

A diretoria colegiada do Sinpro-DF informa que a entidade irá discutir estratégias, a partir desta e de outras pesquisas, para combater a violência contra a mulher no local de trabalho e em casa para disponibilizar à categoria.

 

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No Dia Internacional da Mulher, Sinpro-DF parabeniza e convida mulheres para a luta

A diretoria colegiada do Sinpro-DF homenageia e parabeniza todas as professoras, orientadoras educacionais e educadora da carreira do Magistério.  O 8 de Março ­─ Dia Internacional das Mulheres ─ de 2021 é um dos mais significativos da história dessa data porque, este ano, no Brasil, as mulheres enfrentam uma das piores crises econômicas e sanitárias.

 

A data sempre foi momento de mobilização, marchas, protestos e ações em todo o mundo. As mulheres brasileiras se organizavam em grandes passeatas. Este ano não é diferente. Serão realizadas ações em todo o País.  No Distrito Federal, a mobilização será de forma unificada pelas mulheres da capital federal e do Entorno e conta uma programação diversificada que deve durar até o fim do mês. (Veja a programação abaixo).

 

O Sinpro-DF aderiu, como o faz todo ano, ao Março Feminista Antirracista Unificadas DF e Entorno, e tem promovido, desde a última semana de fevereiro e vai até o fim de março, uma série de atividades virtuais, com matérias, reportagens, debates, lives, vídeos e programas de TV sobre a questão da mulher e da educadora nas redes sociais e na TV Comunitária do Distrito Federal. O lema dessas ações é “Pela Vidas de Todas as Mulheres, Auxílio Emergencial e Vacina Já! Fora Bolsonaro e seu governo assassino!”

 

Nesta segunda-feira (8), às 16h, por exemplo, promove uma roda de conversa virtual para celebrar o Dia Internacional da Mulher com a participação especial da mineira Cida Mendes, a Concessa – personagem que a atriz interpreta no seu canal do YouTube “Tecendo Prosa”, que tem mais de 300 mil inscritos. A atividade virtual, intitulada “8 de Março – Uma data marcada por lutas e resistências”, faz parte do Março Feminista Antirracista Unificadas DF e Entorno, iniciativa em curso que marcar o mês de março várias atividades, como lives, debates, publicação de matérias, reportagens, artigos entre outras ações.

 

A roda de conversa será, a partir das 16h, em todas as redes sociais do Sinpro-DF (YouTube, Instagram e Facebook) e pela TV Comunitária de Brasília (TV Cidade Livre), no canal 12 da NET e em suas redes sociais.  “A unificação dos movimentos de mulheres na última década nas ações do 8 de Março nos aponta que é possível avançar e conquistar a emancipação das mulheres. Temos muito a construir e conquistar”, afirma Vilmara Pereira do Carmo, diretora da Secretaria de Mulheres do Sinpro-DF.

 

Ruth Brochado, diretora do Sinpro-DF e integrante da Secretaria de Mulheres, destaca que “o 8 de Março é uma construção de resistência permanente! ” Para falar dos assuntos, o sindicato reuniu parlamentares e dirigentes sindicais da própria educação do Distrito Federal, afinal, ninguém melhor do que as sindicalistas para retratar o problema que aflige a categoria e discutir com professoras(es) e orientadoras(es) educacionais a situação e o papel da mulher na sociedade, na família, na escola e no mercado de trabalho.

 

O  “8 de Março – Uma data marcada por lutas e resistências” traz para a discussão cinco temas cotidianos e primordiais para a categoria: violência doméstica, precarização do trabalho da educadora na pandemia, educação como instrumento que liberta, a cultura como instrumento de resistência e reforma administrativa. Mônica Caldeira, diretora do Sinpro-DF e também da Secretaria de Mulheres, avalia que “não avançaremos na construção de um mundo justo e igualitário enquanto o machismo continuar matando as mulheres e continuar na impunidade”.

 

 Rosilene Corrêa, diretora do Sinpro-DF, lembra que sempre que há crises em qualquer país, mas, sobretudo no Brasil, as mulheres são as primeiras a serem atingidas. Ela destaca que, com a pandemia da Covid-19, a mulher tem sofrido ainda mais com desemprego, violência doméstica e feminicídio. “Com certeza o ano de 2020 e agora, 2021, tem sido dois anos muito ruins para todos, mas, principalmente, para as mulheres, pois já carregamos muitas tarefas ao longo da vida e ainda vivemos a realidade da desigualdade. Espero que este 8 de março sirva para uma reflexão profunda a respeito de tudo isso”, afirma. A diretora destaca algumas lutas que as mulheres enfrentaram por melhores condições de vida e trabalho.

 

“Nós mulheres batalhamos muito pelo direito ao voto e a Lei Maria da Penha. Temos uma capacidade gigante de organização para ir à luta e não desistir. No governo Michel Temer, mas, principalmente agora, no governo Jair Bolsonaro temos sofrido retrocessos imensos em termos de conquistas das mulheres. Antes tínhamos políticas públicas sendo implementadas e que faziam a diferença na vida das mulheres. Com o golpe contra a ex-presidenta Dilma, perdemos espaço no sentido de cuidados e responsabilidades do Estado”, lamenta.

 

Rosilene explica, ainda, que a crise econômica criada pelos governos Temer e Bolsonaro e a gestão neoliberal do ministro da Economia, o banqueiro Paulo Guedes, é que tem piorado não só o problema do desemprego e da renda, mas, principalmente, a pandemia do novo coronavírus.

 

“É justamente o contrário do que diz a mídia comercial, como a Globo entre outras. Neste 8 de março a nossa categoria e a população precisa lutar por recursos para a educação e pela revogação da Emenda Constitucional 95, que congelou, de forma criminosa, por 20 anos, os gastos do governo com a saúde e a educação e, agora, contra a PEC 186/2019, que aprofunda a EC95”, afirma.

 

A professora da rede pública de ensino e diretora da Secretaria de Mulheres da CUT-DF, Thaísa Magalhães, avalia a gestão do governador Ibaneis Rocha (MDB) e do presidente Jair Bolsonaro (ex-PSL) como péssima e que os prejuízos causados pela pandemia foram potencializados, consideravelmente, por eles, o que obrigou as mulheres a repensarem a mobilização deste ano. 

 

“Em nossas mobilizações, sempre pautamos nossas lutas específicas por uma sociedade mais justa, com direitos igualitários para todas e todos, mas também levamos temas gerais, como Lula Livre e defesa da democracia, por exemplo. Neste ano, tendo em vista a péssima gestão da pandemia feita pelos governos federal e distrital, as pautas da política geral ganharam força”, afirma.

 

E completa:  “Este ano, excepcionalmente, não realizaremos ato de massa, como fizemos em outros anos anteriores. A ideia inicial era que, unificadas, as mulheres fossem às ruas e realizassem grande mobilização. Porém, no DF, Ibaneis não comprou vacina e segue aguardando pelo plano de vacinação do governo federal. Já a nível nacional, o governo Bolsonaro tem se mostrado negligente e genocida e deixado claro que vidas não são prioridades. Dessa forma, as ações para a construção do 8 de março têm ocorridos virtualmente”, disse.

 

O 8 de Março Feminista Antirracista Unificadas DF e Entorno está organizado desde 2016 e é formado por mulheres de mais de 80 Coletivos, entre movimentos sociais, políticos, Organizações Não Governamentais (ONGs), além de centenas de mulheres que não estão organizadas, mas que contribuem para o movimento. Desde então, a luta do grupo tem movimentado a capital federal. Para se ter ideia da força do grupo, em 2017, por exemplo, a mobilização reuniu mais de 15 mil mulheres na Esplanada dos Ministérios.

 

*Confira a programação da CUT-DF nas redes sociais:*

 

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8 de Março Unificadas DF e Entorno

 

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Sinpro-DF celebra o Dia Internacional da Mulher com roda de conversa sobre lutas e resistências

O Sinpro-DF realiza, nesta segunda-feira (8), uma roda de conversa virtual para celebrar o Dia Internacional da Mulher. A atividade faz parte do “Março Feminista Antirracista Unificadas DF e Entorno”, iniciativa em curso para marcar o mês de março, como séries de lives, debates, publicação de matérias, reportagens, artigos entre outras ações.

 

O debate a ser realizado pelo Sinpro-DF, na segunda, será transmitido, a partir das 16h, em todas as redes sociais do Sinpro-DF (YouTube, Instagram e Facebook) e pela TV Comunitária de Brasília (TV Cidade Livre), no canal 12 da NET e em suas redes sociais. Confira os endereços virtuais no final deste texto.

Este ano, as celebrações do sindicato do Dia Internacional da Mulher contam com a participação especial da mineira Cida Mendes, a Concessa – personagem que a atriz interpreta no seu canal do YouTube “Tecendo Prosa”, que tem mais de 300 mil inscritos.

Intitulada “8 de Março – Uma data marcada por lutas e resistências”, a atividade virtual do Sinpro-DF traz para a discussão cinco temas cotidianos e primordiais para a categoria: violência doméstica, precarização do trabalho da educadora na pandemia, educação como instrumento que liberta, a cultura como instrumento de resistência e reforma administrativa.

 

“A unificação dos movimentos de mulheres na última década, nas ações do 8 de Março, nos aponta que é possível avançar e conquistar a emancipação das mulheres. Temos muito a construir e conquistar”, afirma Vilmara Pereira do Carmo, coordenadora da Secretaria de Mulheres do Sinpro-DF.

 

Ruth Brochado, diretora do Sinpro-DF e integrante da Secretaria de Mulheres, destaca que “o 8 de Março é uma construção de resistência permanente!” Para falar dos assuntos, o sindicato reuniu parlamentares e dirigentes sindicais da própria educação do Distrito Federal, afinal, ninguém melhor do que as sindicalistas para retratar o problema que aflige a categoria e discutir com professoras(es) e orientadoras(es) educacionais a situação e o papel da mulher na sociedade, na família, na escola e no mercado de trabalho.

 

Mônica Caldeira, diretora do Sinpro-DF e também da Secretaria de Mulheres, avalia que “não avançaremos na construção de um mundo justo e igualitário enquanto o machismo continuar matando as mulheres e continuar na impunidade”.

Assim, participarão do debate a deputada federal Erika Kokay (PT-DF); Vilmara Pereira do Carmo, coordenadora da Secretaria de Mulheres do Sinpro-DF; Mônica Caldeira e Ruth Brochado, diretoras do sindicado e integrantes da Secretaria de Mulheres; Rosilene Corrêa e Berenice D’Arc Jacinto, diretoras do Sinpro-DF e da CNTE; Maria Gilda Costa, diretora do Sinpro-DF; Magnete Guimarães (Meg), diretora do Sinpro-DF e vice-presidente da CUT-DF; Thaísa Magalhães, secretária de Mulheres da CUT-DF; Neliane Cunha, professora de Atividades e integrante da Frente de Mulheres Negras do DF.

 

A diretoria colegiada do Sinpro-DF convida a todas as professoras e orientadoras educacionais, bem como professores e orientadores, para participar da atividade. Em tempos de pandemia descontrolada e ameaças de volta às aulas sem vacinação da categoria e de todo tipo de ataque à educação, aos serviços e ao funcionalismo públicos, é preciso debater os vários tipos de violências que vão desde a violência imposta à mulher por questões de gênero e a doméstica até os ataques ao direito à educação pública e aos serviços que o Estado tem de prestar ao seu povo.

 

Professora(or) e orientadora(or) educacional, nossa vitória depende de nossa força que, por sua vez, depende de nossa união e participação no sindicato!

 

Confira, a seguir, os endereços das redes sociais do Sinpro-DF e TVCom para acessar a live do Dia Internacional da Mulher.

Sinpro-DF
YouTube: /sinprodf ; Instagram: /sinprodf; Facebook: /sinprodf

TV Comunitária de Brasília (TV Cidade Livre)
Canal 12 da NET; YouTube: /tvcomdf; Instagram: /tvcomdf ; Facebook: /tvcomdf

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SINPRO REALIZA REUNIÃO COM GESTORES ESCOLARES

Para dar início ao ano letivo de 2021, aconteceu na tarde de hoje (5), mais uma reunião  com os gestores(as) escolares para discutir o panorama do retorno às aulas no ensino público diante da pandemia da Covid-19.

Além da necessidade real e urgente do adiamento das aulas presenciais, a reunião discutiu também, os problemas e dificuldades enfrentadas pelos estudantes, professores(as) e orientadores(as) educacionais durante o processo de aulas remotas. Com a participação de cerca de 60 gestores, o encontro  que ocorreu de forma virtual, abriu espaço para que cada participante apontasse suas necessidades e condições de trabalho diante das limitações impostas pela pandemia e os desafios enfrentados no DF como consequência da falta de uma política  eficaz de vacinação para toda categoria  e comunidade escolar.

No cenário de mortes que o mundo vem enfrentando, o encontro aconteceu para unir forças na defesa da vida e intensificar a campanha de vacinação para que toda categoria tenha as condições necessárias para retorno presencial com segurança. O Sinpro-DF reafirmou a importância dos gestores no  processo de luta em defesa do fortalecimento da categoria e a importância da participação de todos em nossa primeira assembleia que está prevista para acontecer na primeira quinzena de março. Com o aumento acelerado dos casos de covid em todo o país, é necessário que no retorno das atividades educacionais  os(as) gestores escolares tenham em seus diálogos, o alerta para o momento delicado que vivemos. 

Devido a Semana Pedagógica, a próxima reunião com gestores escolares, ocorrerá no próximo dia 19/03/2021, tendo possibilidade de acontecer antes da data divulgada. Ressaltamos que é de extrema importância o envolvimento de todos(a). Participe!

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Servidores lançam calendário de luta em defesa do auxílio emergencial e contra o fim dos serviços públicos

Tudo indica que a PEC Emergencial (PEC 186) será votada na Câmara dos Deputados na semana do dia 8 de março. A proposta, aprovada pelo Senado no último dia 3 de março, surgiu para viabilizar o auxílio emergencial para brasileiros que sofrem os efeitos financeiros pandemia. Mas foi utilizada pelo governo federal como condição para impor uma série de perdas para o funcionalismo público e para a população, principalmente a parcela que mais precisa dos serviços públicos. Em defesa do auxílio emergencial e contra o desmonte do Estado, professores e demais servidores públicos articularam calendário de lutas para a segunda semana de março.

Ações como tuitaços e principalmente pressão virtual sobre os deputados federais estão previstas na lista de atividades indicada pelos servidores públicos (Veja calendário completo no fim da matéria). Uma das principais ferramentas utilizada pelo setor é o site Na Pressão, que permite o envio de mensagens para parlamentares de forma dinâmica e prática. A ideia é reivindicar que deputados e deputadas aprovem o auxílio emergencial, mas excluam as maldades impostas pelo governo Bolsonaro.

Na mira, o povo
De acordo com o advogado especialista em direitos dos servidores públicos Marcos Rogério, a PEC Emergencial caminha paralelamente à Reforma Administrativa, pois “prevê diversas medidas que impactam os servidores públicos”.

 

“Em troca do auxílio emergencial, o governo promoveu uma verdadeira chantagem, pois disse que o auxílio só seria aprovado se fosse aprovada uma reforma fiscal muito dura para o Brasil e para os servidores públicos”, afirma.

Na PEC que deveria tratar exclusivamente da garantia do auxílio emergencial para quem está na mira da fome e da miséria, foram inseridos diversos “gatilhos” que promovem o desmonte do Estado.

“Os gatilhos, como a gente sabe, estão nos revólveres. Alguém puxa o gatilho, mas alguém é destinatário dessa bala. E nesse caso, o gatilho atinge em cheio os servidores públicos”, explica Marcos Rogério.

A metáfora do advogado pode ser rapidamente compreendida ao observar em que resultam os tais “gatilhos” apontados pelo governo federal. Uma das consequências é o congelamento salarial dos servidores públicos da União, estados, do DF e municípios por tempo indeterminado. Isso seria realizado sempre que a as despesas obrigatórias primárias excedessem 95% das receitas correntes ou também quando a despesa corrente ultrapassasse 85% da receita corrente, neste caso com a necessidade de aprovação do Legislativo. A vigência seria imediata.

No campo do funcionalismo público, também ficaria proibida a realização de qualquer concurso, posse de quem já foi aprovado e até a possibilidade de progressão na carreira.

“Não estamos falando de gatilhos que serão acionados durante a calamidade da pandemia. Hoje já existem esses gatilhos. Nós estamos falando de gatilhos permanentes, que seguirão existindo mesmo depois da calamidade”, alerta Marcos Rogério.

Os gatilhos também podem disparar prejuízos que vão além. Com o ajuste fiscal, ficaria impossibilitado, por exemplo, o financiamento de novos leitos de UTI, já que isso geraria despesas extras. Até a valorização do salário mínimo ficaria impedida, e isso independente do governo eleito.

Em matéria publicada em seu sítio, a CUT nacional aponta alguns dos piores pontos da PEC Emergencial. Veja abaixo:

1 – Serviços públicos e programas de manutenção de emprego ficam sem verbas

A PEC não prevê outras despesas para combate à pandemia. Ou seja, o SUS, o Pronampe, o Programa de Manutenção do Emprego e da Renda (BEm), que reduziu jornadas e salários e suspendeu contratos, e que o próprio governo diz ter preservado 10 milhões de empregos, entre outros, não terão novos recursos.

2 – SUS sem verbas para criação de novos leitos contra Covid-19

A impossibilidade de ser criada uma nova despesa obrigatória, pode, por exemplo, impedir o financiamento de novos leitos de UTI no combate à Covid-19.

3 – Reajuste do salário mínimo sem valorização acima da inflação

Sem a criação de nova despesa obrigatória também ficaria impedida, não importando o governo eleito, a valorização real do salário mínimo, acima da inflação.

4 – Incentivo às privatizações

O gatilho fiscal permite ao governo tomar diversas providências de contenção de gastos e privatizações. A PEC libera a venda de ativos, o que nada mais é do o governo privatizar as estatais.

5 – Fim dos repasses de R$ 9 bi ao ano do Fundo Social do pré-sal para a educação

Diante das pressões dos conservadores pela redução da despesa pelo teto de gasto, o fim das vinculações tende a afetar diversos setores e as receitas antes vinculadas serão ser destinadas ao resultado primário e à amortização da dívida. Um exemplo é o Fundo Social do pré-sal que destina 50% dos seus recursos para a educação. Com a PEC a educação perderá R$ 9 bilhões ao ano.

6 – Fim de desonerações fiscais

O plano de redução de benefícios tributários pode afetar cadeias produtivas relevantes, com impacto negativo sobre o PIB e o emprego, como as indústrias químicas, de tecnologia de informação e comunicação.

7 – Congelamento de salários de servidores e da União, estados e municípios

Com a previsão de gatilhos para conter gastos de estados e municípios quando despesas correntes atingirem 95% das receitas correntes, e se a despesa corrente superar 85% da receita corrente, os servidores de todos os entes terão seus salários congelados.

Calendário de luta em defesa do auxílio e contra o desmonte do Estado

8/3 – Segunda
Tuitaço às 19h com hashtag a ser apresentada pela Frente Parlamentar Mista do Serviço Público

9/3 – Terça
Tsunami de comentários em páginas de deputados influenciadores de votos ao longo do dia. Vamos enviar a lista de deputados/as que serão alvos dessa açao e as mensagens-chave na próxima semana.

10/03 – Quarta
Tuitaço às 11h (hashtag a ser definida) e LIVE: será realizada pela Liderança da Minoria na Câmara e terá a participação de representantes de entidades sindicais e sociais, que vão falar ao longo da votação (previsão – 11h)

Diariamente
Envio de mensagens para deputados/as pelo site Na Pressão

MATÉRIA EM LIBRAS

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