Toda solidariedade aos professores e às professoras das escolas particulares
Jornalista: Vanessa Galassi
O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, decidiu liberar a abertura de escolas particulares a partir do dia 8 de março. A manifestação entra em choque com o atual cenário imposto ao DF, que registra média móvel de mortes por covid-19 de 16,3: um aumento de 68,6% em relação há 14 dias. Assim, fica evidente o atendimento dos interesses do capital em detrimento da aplicação de políticas que prezem pela vida do povo.
Independente de estrutura física, quando se trata de aulas presenciais, indica-se aglomeração diante de um vírus que não dá trégua. Em Campinas (SP), por exemplo, em uma única escola particular, 39 funcionários e oito alunos foram infectados pelo coronavírus após a retomada das atividades presenciais com rodízio de 35% dos estudantes, no último dia 25 de janeiro. Isso mostra a gravidade de se retomar as atividades presenciais em escolas públicas ou privadas de qualquer lugar do Brasil em tempos de pandemia da covid- 19.
Por mais que a possibilidade de infecção e morte pelo coronavírus seja menor em ambientes com estrutura física ampla, com disponibilidade de máscara e álcool em gel, estamos falando de vida. Se perdermos apenas uma pessoa sequer, já importa. Pois todas as vidas são iguais. E nenhuma delas pode ser submetida à compensação financeira.
Por isso, o Sinpro-DF se solidariza com todas as professoras e todos os professores das escolas particulares do DF. Estamos juntos na luta, que não é senão pela defesa do direito humano à vida.
PARTICIPE DA LIVE SOLIDÁRIA: A SAÍDA É TRIBUTAR OS SUPER- RICOS HOJE (5), ÀS 21H00
Jornalista: Leticia
Quem paga mais impostos no Brasil? Em geral, é essa a pergunta mais comum quando se trata de tributação. Mas a verdadeira questão é: quem não está pagando? Conhecer a forma como tributamos são elementos-chave nesse contexto. O tema tributário está na ordem do dia, ainda mais instigado pela taxação das grandes fortunas aprovada na Câmara Federal da Argentina nesta semana.
Cada vez que se inicia um debate sobre tributar as mais altas rendas e o patrimônio, enfim, as grandes fortunas, surgem as surradas justificativas contrárias: é muito complicado cobrar, não é tanta gente, não vale a pena; precisamos cobrar de quem ganha R$ 10 mil – nesta faixa teremos o retorno necessário; precisa entregar o dinheiro direto à população (o tal “voucher”); o dinheiro vai escapar do país… E assim segue.
Além de serem argumentos que não se sustentam, devemos levar em conta que o sistema tributário não se pauta somente pelo resultado econômico, se arrecada o suficiente ou não. Ele precisa ser aceito socialmente por um princípio de justiça fiscal, independentemente do volume de arrecadação.
Se existem poucas pessoas que possuem jatinhos, helicópteros, iates e lanchas, não vale a pena cobrar IPVA destas? Claro que vale! Por que o caviar, sendo um artigo de luxo, deve ser mais tributado se é consumido por poucos? Por ser mais justo! Justiça fiscal, essa é a questão fundamental. Quanto mais injusto o sistema, mais se legitima o deslocamento da carga para os mais pobres, o não pagamento espontâneo dos tributos, a sonegação.
Cobrar mais imposto de renda de quem tem mais a contribuir, assim como tributar o patrimônio excedente, as propriedades rurais – que até hoje quase não contribuíram, cobrar mais dos setores altamente lucrativos – como bancos (basta ver os resultados deste setor, na pandemia, inclusive), são medidas que contribuem para uma arrecadação mais justa, que onera mais quem pode mais.
Para entender quem não está pagando o que deveria, precisamos retroceder ao final dos anos 80, quando se iniciou uma grande onda de adaptação dos países às políticas liberais que defendem austeridade, corte de gastos e Estado mínimo.
Ao sair da ditadura, o Brasil promulgou uma nova Constituição, baseada nos princípios de solidariedade e redução das desigualdades sociais e regionais, incluindo assistência social, previdência e saúde. Buscava um Estado de bem-estar social, uma sociedade mais justa e menos desigual, em contraponto às políticas liberais.
Para atender aos preceitos constitucionais, era necessário buscar financiamento para as políticas públicas. Porém, prevaleceu a implementação de medidas liberais, como aumentar a tributação sobre consumo e desonerar as altas rendas de pessoas ricas e muito ricas; não cobrar dos altos patrimônios, nem cobrar mais impostos da propriedade sem uso, o latifúndio, muito menos tocar nas grandes fortunas.
A decisão foi não cobrar mais dos mais ricos e jogou-se a conta para os trabalhadores, os pequenos comerciantes, os que podem pagar menos, sem atingir quem efetivamente pode arcar com o peso dos tributos.
Por essa razão estamos propondo a campanha Tributar os Super-Ricos para onerar apenas 0,3% dos mais ricos do país. Estão sendo propostas oito leis tributárias para obter um volume de recursos estimado em R$ 290 bilhões anuais e enfrentar a crise econômica, agravada pela pandemia do Covid-19.
As medidas emergenciais compreendem a revogação da isenção da tributação de lucros e dividendos distribuídos para pessoas físicas, correção da tabela de alíquotas do IRPF, criação de contribuição sobre altas rendas, instituição do Imposto sobre Grandes Fortunas, ampliação das alíquotas do imposto sobre heranças e doações, passando por novas regras de repartição de receitas da União com Estados e Municípios e revisão na concessão de benefícios fiscais.
Precisamos fortalecer o Estado de bem-estar, não o contrário. Nesse momento de crise profunda, imaginemos como seria se não fosse a presença do Estado para a saúde e educação.
O SUS é responsável por 96% dos transplantes no Brasil e por milhares de procedimentos de quimioterapia e radioterapia. O acesso aos medicamentos, às vacinas, à prevenção: tudo é feito pelo SUS, que é público e utilizado por 75% da população brasileira. Mais de 80% das crianças estão na escola pública. E temos bombeiros, defesa civil, instituições importantes para a vida. Ninguém quer precisar, mas os serviços estão disponíveis. Saneamento, estradas, grandes obras de infraestrutura para escoar produção, enfim, o Estado está presente.
Quem ganha se ele for diminuído? É o mercado, que vai oferecer o serviço por um preço. Esta é a grande diferença: o que é público se baseia no direito, na garantia deste direito, universal. Enquanto o bem privado é para quem puder pagar.
Para enfrentar toda esta crise, tributar os super-ricos é urgente e imprescindível. É a única forma de enfrentar a crise, reduzir tributos para os mais pobres, garantir renda, salvar vidas, recuperar a economia, reduzir o desemprego e produzir Justiça Social.
E para debater o assunto e entender melhor sobre tributos, hoje (5), a partir das 21h00, acontecerá a live solidária “ A Saída é tributar os super-ricos”. Para compor o evento de forma remota, participam Jacy Afonso ( presidente do PT/DF) e Maria Regina Paiva Duarte (Presidenta do Instituto Justiça Fiscal). Para mediação, participa a professora e socioambientalista, Iolanda Rocha. Participe você também!
Sinpro se reúne com a SEE para tratar da extinção do CIEF
Jornalista: Luis Ricardo
Uma comissão formada pelo Sinpro, professores(as), trabalhadores(as) da educação e a direção do Centro Integrado de Educação Física (CIEF) se reuniu com a Secretaria de Educação do Distrito Federal durante a manhã desta sexta-feira (05) para tratar do fechamento do CIEF. Participaram da reunião o chefe de Gabinete do SEE, Paulo Vieira; o subsecretário de Educação Básica, Tiago Cortinaz; o subsecretário de Gestão de Pessoas, Idalmo Santos; e Marcelo Lisboa, da Diretoria de Educação Física e Desporto Escolar.
No dia 19 de fevereiro a SEE extinguiu, por meio de uma portaria, o Centro Integrado de Educação Física. A extinção da escola foi mantida na manhã da última quinta-feira (04), com a publicação de uma nova portaria.
Após o Sinpro argumentar que as portarias foram feitas de uma forma totalmente arbitrária, autocrática e à revelia da comunidade escolar, que inclusive estava de férias, a SEE pediu desculpas pelo método, mas justificou a atitude por conta de prováveis irregularidades do CIEF enquanto escola.
Diante deste processo de negociação a comissão reivindica a revogação das duas portarias, justamente porque são portarias que não dialogam com a possibilidade da uma Gestão Democrática e de construção de um novo projeto pedagógico dentro daquilo que a Secretaria de Educação considera como o ideal para o ensino da Educação Física na rede pública de ensino.
Proposta da SEE
A SEE propôs lotar todos(as) os(as) professores(as) do CIEF em uma única escola, provavelmente o Elefante Branco, e todos(as) começariam na segunda-feira (08) com o planejamento do Centro e as adequações curriculares necessárias. A secretaria ainda se comprometeu que durante o ano, com o retorno híbrido, começaria a discutir o novo planejamento do Centro.
O grupo ser reunirá na tarde desta sexta-feira (05) para tratar do assunto e posteriormente dará a resposta para a SEE.
Todo apoio à greve das/os professoras/es de São Paulo
Jornalista: Vanessa Galassi
O Sinpro-DF manifesta seu apoio irrestrito à greve sanitária das professoras e dos professores da rede pública de ensino de São Paulo. Iniciada no dia 8 de fevereiro, quando o governo estadual determinou o retorno presencial às salas de aula, a greve tem como principal pauta o direito à vida.
Até esta quinta-feira (4/3), o Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (APEOESP) registrou 1861 casos de covid-19 em 850 escolas do estado, número que se amplia geometricamente se levada em consideração a subnotificação dos casos. No Brasil, já são mais de 259 mil mortos, sendo que 1.910 morreram nas últimas 24 horas. No estado de São Paulo e em todo Brasil, a saúde pública está em colapso, com ausência de leitos de UTI, inclusive os pediátricos. Mesmo assim, em um ato que configura no mínimo irresponsabilidade, o governador de São Paulo, João Dória (PSDB), e prefeitos municipais determinaram o retorno das atividades presenciais, colocando em risco a vida de professoras/es, estudantes, funcionárias/os e seus familiares.
O retorno seguro às escolas, em São Paulo e em qualquer lugar do Brasil, só será possível com a vacinação contra a covid-19 e com segurança sanitária nas unidades escolares. Por isso, reafirmamos toda nossa solidariedade ao movimento grevista das professoras/es de São Paulo, que lutam pelo direito humano à vida, assim como nós do DF lutamos também.
Audiência pública aborda o impacto da reforma Administrativa
Jornalista: Luis Ricardo
A deputada distrital Arlete Sampaio e o deputado federal Professor Israel realizam nesta sexta-feira (05), às 19h, audiência pública remota com o tema: O impacto da reforma Administrativa. O tema é relevante e extremamente necessário, uma vez que a tentativa de privatizações infelizmente é real no Brasil.
Desde o início do mandato de Jair Bolsonaro, o governo federal tem realizado uma série de ataques, como a tentativa de privatizar empresas importantes para o país, exemplo da Petrobras, do Banco do Brasil, da CEB e dos Correios. A reforma Administrativa, na Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 32/2020, ataca o serviço público e os(as) servidores(as), prejudicando, diretamente, a população brasileira. Com a reforma, o Brasil terá menos educação, segurança, saúde pública, investimento em geração de emprego e renda, saneamento básico, luz, água e esgoto, direito à moradia, enfim, menos todos os direitos fundamentais, que serão mercantilizados, privatizados e reduzidos ao mínimo, como ocorreu no Chile e em outros países que tiveram de reestatizar suas empresas, como EUA, Inglaterra e outros.
A audiência pode ser vista no YOUTUBE.COM/TVWEBCLDF e no FACEBOOK.COM/ARLETESAMPAIOSD.
CAMPANHA CONTRA A REFORMA
O servidor é legal. A reforma, não. Com essa frase o Sinpro-DF oficializou no dia 18 de fevereiro, o início da campanha contra a reforma administrativa. A campanha já está nas ruas, colocada em outdoors e outras mídias durante a semana do carnaval para conscientizar e mobilizar o(a) trabalhador(a) do serviço público e a população sobre os objetivos e efeitos deletérios da reforma administrativa do governo Jair Bolsonaro na vida dos brasileiros e apontar quem vai ficar no prejuízo caso isso seja aprovado.
A campanha explica a reforma administrativa e seus prejuízos por meio de ideogramas, smileys e outros recursos de linguagem usados em mensagens eletrônicas e páginas da web, como emojis, emoticons, bate-papo em aplicativos de troca de mensagens e outros mecanismos disponíveis nas redes sociais para explicar de forma atualizada e simples. Mostra, por exemplo, que os impactos vão desde a demissão aleatória e sem justificativa de servidores públicos até o fim da prestação de serviços públicos essenciais, que devem ser assegurados pelo Estado e não fornecidos por empresas privadas que visam ao lucro.
Também revela e explica por que a primeira coisa que a reforma administrativa significa o fim do concurso público, admite a velha política de preenchimento dos cargos públicos sem a qualificação e capacitação devida por meio de indicação de políticos. A campanha tenta demonstrar o quanto o Brasil precisa dos serviços públicos desde a emissão de documentos, certidões, alvarás, documentos para aposentar etc. até limpeza urbana, saneamento básico, educação, segurança, saúde, tudo isso será suprimido. A reforma administrativa de Jair Bolsonaro vai atingir a todos pela ausência de serviços públicos. Todo mundo vai pagar caro por isso, mas quem mais vai sofrer é a população que mais precisa, a população carente. A campanha “O servidor é legal. A reforma não” explica tudo isso e muito mais. Acompanhe!
Mesmo com inclusão em grupo prioritário, categoria deve fortalecer luta pela vacinação contra covid-19, afirma CNTE
Jornalista: Vanessa Galassi
A Advocacia-Geral da União (AGU) informou ao Supremo Tribunal Federal (STF), na última terça-feira (2/3), que trabalhadores da educação de todo Brasil terão prioridade na vacinação contra a covid-19. Entretanto, a afirmação vem sem o respaldo de um calendário que indique as datas específicas para a imunização da categoria.
O presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), Heleno Araújo, afirma que a inserção dos trabalhadores da educação no grupo prioritário de vacinação contra a covid-19 é uma conquista da categoria, mas que a luta deve ser reforçada até que a imunização seja de fato garantida.
“Eles nos colocaram no grupo prioritário, mas ainda não tem data marcada (para a imunização). E o que nós queremos é uma definição de período. Será em março? Qual o período exato? Isso nós perguntamos ao Ministério da Saúde e eles disseram que não era possível definir uma data. Por isso continuamos na luta”, afirma Araújo.
No Distrito Federal, a luta da categoria do magistério público já havia garantido que esses trabalhadores tivessem prioridade na imunização contra o coronavírus. Entretanto, para a diretora do Sinpro-DF e da CNTE Rosilene Corrêa, a garantia dessa prioridade em nível nacional mostra a unidade e a força desses trabalhadores.
“Essa não é uma benesse do governo Bolsonaro. Aliás, esse mesmo governo chegou a retirar os trabalhadores da educação do grupo prioritário de vacinação. Esse ato lúcido do governo federal, uma coisa rara, é resultado da nossa luta nacional em defesa da vacina e da vida. Não imunizar trabalhadores da educação é condenar toda uma sociedade ao risco da morte”, diz Rosilene Corrêa.
Ela lembra que, só nas escolas públicas do DF, circulam cerca de 500 mil pessoas por dia, e que a urgência da vacinação da categoria é evidente. “Desde o início da pandemia, nossa categoria vem alertando para o risco de contaminação da covid-19 nas salas de aula. Só nas escolas públicas do DF circulam cerca de meio milhão de pessoas por dia. Fora o contato indireto, realizado com familiares, transporte público e outros. É por isso que as aulas presenciais sem vacina são, no mínimo, uma irresponsabilidade”, afirma.
O posicionamento da dirigente sindical é reconhecido pelo próprio Ministério da Saúde. Em nota informativa publicada no último dia 19 de fevereiro, a Secretaria de Vigilância em Saúde falou que escolas e universidades são potenciais na exposição à infecção por covid-19. “Entendendo que o ambiente de escolas e universidades são potenciais na exposição à infecção pela covid-19, e, principalmente no ensino básico, esses profissionais possuem contato com muitos alunos simultaneamente, é de extrema relevância a vacinação dos trabalhadores da educação”, cita trecho do documento.
Como estratégia para garantir a vacinação contra a Covid-19, o presidente da CNTE afirma que é necessário fortalecer a Campanha Nacional em Defesa da Vida e dos Serviços Públicos, lançada dia 4 de fevereiro, no Conselho Nacional de Entidades da CNTE.
A campanha tem três eixos prioritários. O primeiro aborda a necessidade da vacinação dos trabalhadores para o retorno presencial às atividades, com testagem em massa, rastreamento e demais medidas de Segurança Sanitária. O segundo eixo defende a manutenção do Auxílio Emergencial. O último eixo reivindica o impeachment do presidente Jair Bolsonaro. A justificativa é de que “o governo federal não está priorizando a educação e vem negligenciando a saúde pública, colocando milhares de vidas em risco, além de promover o desmonte de serviços públicos essenciais para a população”.
A campanha ainda apresenta um calendário de ações, que vai até dezembro deste ano (veja aqui). “A ideia é que em cada atividade indicada no nosso calendário de lutas reforcemos os eixos da nossa campanha em defesa da vida e dos serviços públicos”, diz Heleno Araújo.
UFT realiza evento internacional para discutir os conflitos territoriais no contexto da pandemia
Jornalista: Luis Ricardo
O Observatório de Políticas Territoriais e Educacionais da UFT (OPTE) realiza, de 26 a 29 de abril, o Evento Internacional Conflitos Territoriais e a Covid-19: Economia, Ambiente e Educação. No período serão oferecidos três seminários simultâneos, que contarão com a colaboração do Programa de Pós-Graduação em Geografia da OPTE, além de programas de pós-graduação e laboratórios da Universidade Federal de Goiás (UFG), Universidade Federal de Uberlândia (UFU), Universidade Federal do Amazonas (UFAM) e Universidade Estadual de Goiás (UEG).
O evento conta com a participação direta de pesquisadores(as) de 6 países: Cuba, Colômbia, México, Moçambique, Espanha e Brasil, e tem por objetivo discutir e refletir sobre os conflitos e tensões causados no mundo em função do Coronavírus, percebidos no aumento da riqueza dos mais ricos, na ampliação da pobreza e no aprofundamento das desigualdades sociais em todo o planeta. Ao todo, onze grupos de trabalho debaterão temas como desigualdades regionais, comunidades tradicionais, economia e desemprego, cidades, agronegócio e educação.
A diretora do Sinpro Luciana Custódio comenta que o Sinpro está divulgando esse evento para os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais como mais uma possibilidade de formação com uma temática altamente relevante. “Os trabalhos produzidos nos GTs serão publicados nos anais do evento e aqueles com maior organização metodológica e teórica poderão ser publicados como artigo”, ressalta.
HISTÓRICO DO CURSO
Os seminários que dão base ao evento foram criados em 2017 a partir do projeto PGPSE/CAPES Desenvolvimento Territorial e Sociobiodiversidade: perspectivas para o mundo do Cerrado. Desenvolvido pelo Programa de Pós-Graduação em Geografia da UFG, conta com a coordenação do professor Dr. Eguimar Felício Chaveiro, em associação com os programas de Pós-Graduação em Geografia da UFT (tendo como coordenador associado o professor Dr. Adão Francisco de Oliveira) e da UFU (onde o professor Dr. Rosselvelt dos Santos foi o coordenador associado).
O primeiro seminário será o MADREPLAC – Seminário Internacional Ambiente, Desenvolvimento Regional e Planejamento Territorial na Amazônia e no Cerrado, que teve a primeira edição em 2017 no campus da UFT, na cidade de Porto Nacional. A segunda foi realizada em 2019, nas dependências da UFAM, em Manaus, e esta será a sua terceira edição.
O segundo é o CUBRA – Colóquio Internacional Brasil-Cuba, também na terceira edição, sendo que a primeira foi na Universidad de Granma, na cidade de Bayamo, em Cuba, em 2018. Já o segundo, também na UFAM, em Manaus, no ano de 2019. O terceiro é o CIGEO-DR – Congresso Internacional de Geografia e Desenvolvimento Regional, em sua segunda edição, sendo que a primeira foi realizada simultaneamente com os outros dois, em 2019.
Sobre o tema educação, o evento pretende ainda homenagear o educador Paulo Freire, que neste ano estaria completando 100 anos de vida. Por isso, o evento traz o lema: Geografia dos Sonhos Possíveis: a Geografia homenageia o Educador Paulo Freire (100 anos).
Nesta edição o evento será todo online e não terá taxa de inscrição. É totalmente gratuito. Basta acessar a sua página eletrônica, disponível no endereço www.cigeodr.site.com.br e se inscrever clicando no link INSCRIÇÃO. Há duas modalidades de participação: Ouvinte, para quem apenas deseja conferir as discussões, e Apresentação, para quem deseja submeter um artigo. O prazo para a inscrição e para a submissão de artigos é até 10 de março de 2021.
Sinpro-DF convoca delegados sindicais para primeira reunião 2021 nesta sexta (5)
Jornalista: Maria Carla
A diretoria colegiada do Sinpro-DF convoca os(as) delegados(as) sindicais para a primeira reunião de 2021, a ser realizada virtualmente pela plataforma Zoom, nesta sexta-feira (5/3), às 19h.
Lembramos que o magistério e os serviços públicos estão sob diversos tipos de ataques neoliberais no Congresso Nacional. Além da falta de políticas específicas para combate à pandemia do novo coronavírus, das ameaças de volta às aulas sem condições estruturais e sem vacinação, temos de lutar contra o desmonte do Estado pela PEC 186/2019 e a extinção dos empregos e cargos públicos pela PEC 32/2020 (reforma administrativa).
Importante lembrar que um levantamento da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) dá conta de que, na última eleição, 90% dos parlamentares eleitos representam o empresariado. Nossa representação nas Casa Legislativas é mínima e precisamos nos fortalecer, cada vez mais, para combater esses ataques.
Unidos e juntos venceremos! Essa é a receita da vitória. Por isso, sua participação na reunião é fundamental. Para participar, é preciso pedir o link da reunião. Confira, a seguir, a distribuição dos links por grupos.
Grupo 1 – Brazlândia, Ceilândia e Taguatinga devem pedir o link pelos números: 99951-6710 (Mônica) e 99952-2117 (Márcia Gilda).
Grupo 2 – Plano Piloto, Guará, Núcleo Bandeirante, Paranoá, São Sebastião, Candangolândia, Riacho Fundo I, Park Way: 99677-1501 (Melqui) e 99995-9049 (Ruth).
Grupo 3 – Santa Maria, Gama, Recanto das Emas, Riacho Fundo II e Samambaia: 99948-7390 (Leilane) e 99860-0901 (Carlos).
Grupo 4 – Planaltina e Sobradinho: 99951-6410 (Carolina) e 99836-0396 (Consuelita)
SINPRO-DF CONVOCA GESTORES PARA REUNIÃO VIRTUAL SOBRE A VOLTA ÀS AULAS, NESTA SEXTA-FEIRA (5)
Jornalista: Maria Carla
A diretoria colegiada do Sinpro-DF convoca os(as) gestores(as) para reunião, nesta sexta-feira (5/3), às 14h. A pauta vai tratar da volta às aulas.
A reunião será realizada pela plataforma Zoom. O Sinpro-DF orienta sobre a necessária participação de todas e todos e disponibiliza o número (61) 99685-4997. Basta entrar em contato e solicitar o link da reunião.
O sindicato somos nós e a nossa força é a unidade! Participe!
Sinpro-DF e Sesc materializam parceria para oferecer vantagens e benefícios à categoria
Jornalista: Maria Carla
O Sindicato dos Professores no Distrito Federal (Sinpro-DF) firmou parceria com o Serviço Social do Comércio (Sesc-DF) para oferecer à categoria uma série de benefícios e vantagens que a empresa disponibiliza.
A parceria já está valendo e ela foi materializada para dar aos(às) sindicalizados(as) acesso a preços diferenciados exclusivos à categoria de convênio. Aderindo à categoria, o(a) sindicalizado(a) paga o valor mensal de R$ 26,00 e terá acesso aos diversos serviços oferecidos com até 40% de desconto em cima da tabela de valores disponível à categoria de Público em Geral.
Para aderir à parceria, professores(as) e orientadores(as) educacionais sindicalizados(as) só precisam apresentar a carteirinha do Sinpro-DF atualizada e a documentação pessoal em qualquer unidade do Sesc ou realizar o pré-credenciamento por meio do site ou aplicativo (App) do Sesc-DF.
A Secretaria de Administração do sindicato explica que a vinculação é direta entre a pessoa e a empresa. O Sesc é uma empresa privada, sem fins lucrativos, reconhecida nacionalmente pela prestação de serviços socioeducativo e por propiciar qualidade de vida e bem-estar aos(às) comerciários(as) e seus familiares.
O Sesc informa que oferece 260 serviços diretos nas unidades do DF, além de uma rede credenciada que oferece descontos diferenciados em diversos segmentos do mercado por meio do aplicativo da empresa. O(a) sindicalizado(a) que se associar ao Sesc poderá usufruir de várias vantagens, tais como:
Descontos em consultas médicas
Descontos em procedimentos clínicos
Descontos em atendimentos odontológicos
Descontos em modalidades esportivas
Descontos em atendimentos psicológicos
Acesso aos Clubes das unidades do Sesc-DF
Acesso à rede credenciada com vantagens em serviços oferecidos por empresas parceiras
Credencial válida em todas as unidades do Distrito Federal por um ano
Possibilidade de participação em eventos produzidos pelo Sesc-DF
Desconto exclusivo em excursões do Turismo Social.
A empresa atua nas áreas de educação, saúde, esporte, lazer, cultura, alimentação, turismo social e assistência. No Distrito Federal, o Sesc possui 11 unidades operacionais para atender à população nas áreas atuantes.
Para dúvidas e esclarecimentos, entrar em contato, diretamente, com o Sesc pelos seguintes contatos: