Sinpro-DF convoca categoria para carreata, neste domingo (21), pela vacina e contra a reforma administrativa

Sinpro-DF convoca categoria para carreata, neste domingo (21), pela vacina e contra a reforma administrativaA diretoria colegiada do Sinpro-DF convoca a todos e todas a se unirem aos trabalhadores do serviço público e iniciativa privada de todo o País na carreata pela vacina, contra a redução salarial, contra a reforma administrativa entre outros pleitos.

 

O protesto é organizado pelas centrais sindicais e representa o clamor do povo brasileiro contra o governo Bolsoanro e seus ataques aos servidores e serviços públicos com a reforma administrativa, a política genocida de não gestão da pandemia e falta de vacinas, em defesa do auxílio emergencial e outras reinvindicações.

 

As mobilizações em formato de carreatas e bicicletadas vêm, cada vez mais, unindo a população em torno de dois gritos, o #ForaBolsonaro e #VacinaJá. Os atos estão sendo organizados pela CUT e demais entidades que fazem parte das frentes Brasil Popular e Povo sem Medo. Confira no final do texto as cidades que já confirmaram os atos.

 

O protesto busca também mostrar ao presidente da Câmara dos Deputados, deputado Artur Lira, que a maioria dos brasileiros está nas ruas porque não suporta mais a falta de responsabilidade de Bolsonaro para cuidar da economia, por não adotar políticas de geração de emprego e renda, além de negligenciar o enfrentamento à pandemia.

 

“Basta! Não tem mais como continuar convivendo com essa situação. Não é normal”

 

Veja alguns locais onde carreatas já estão confirmadas:

 

Brasília:

Em Brasília a carreata será dia 21/2 e partirá de diversos pontos do Distrito Federal, a partir das 8h, em direção ao Palácio do Buriti, local da concentração. O início oficial da carreata, que vai sair do Palácio do Buriti e seguir para a Esplanada dos Ministérios, é às 10h30.

Ceará

Fortaleza: carreata e bicicletada no sábado, dia 20, a partir das 15h, com concentração em frente à estátua de Iracema. O ato inclui como bandeira de protesto a defesa da aposentadoria dos servidores de Fortaleza e contra a flexibilização do porte de armas.

Mato Grosso

Cuiabá: carreata no sábado, dia 20, às 8h com concentração em frente à Casa da Democracia na avenida do CPA.

Mato Grosso do Sul

Campo Grande: ‘Carreata pela vida, pelo emprego, pelo auxílio emergencial e #ForaBolsonaro. Concentração às 10h na Avenida Gury Marques, próximo ao terminal rodoviário.

Pará

Belém: carreata #ForaBolsonaro e #nãoàReformaAdministrativa, no sábado, dia 20, às 9h com concentração na Aldeia Cabana

Pernambuco

Recife: tem concentração a partir das 09h, na antiga fábrica da Macaxeira, Av.Norte.

Rio Grande do Norte

Natal: carreata com concentração no Acesso à Mãe Luiza, na Via Costeira, às 8h30, domingo (21).

Rio Grande do Sul

Porto Alegre: concentração às 10h na Rótula das Cuias (Parque Harmonia). A carreata seguirá pelas ruas da cidade a partir ds 11h.

Santa Catarina

No estado, as manifestações serão realizadas do domingo, 21/02

Florianópolis: carreata e bicicletada com concentração às 9h30 em frente à ALESC (para quem mora na ilha) e no estacionamento da Beira Mar de São José (para quem mora no continente)

Joinville: carreata com concentração a partir das 9h30, na Arena Joinville

Blumenau: carreata com saída às 9h30 da Prefeitura de Blumenau

Rio do Sul: carreata com concentração no Parque Municipal, às 13:30

Lages: ato unificado na Praça João Costa, no Centro, às 15h

São Paulo

DIA 20 – Carreata Itinerante do Alto Tietê

Arujá: 8h – Rua Serra dos Canudos – Mirante (ao lado da Escola Estadual Geraldo Barbosa de Almeida)

Itaquaquecetuba: 8h30 – Rodovia Alberto Hinoto (altura da Marfinite)

Ferraz de Vasconcelos: 9h – Avenida Gov. Jânio Quadros, 2191 (altura do Ethernety Motel)

Mogi das Cruzes: 9h – Concentração na Avenida Cívica

Poá: 9h30 – Avenida Vital Brasil (divisa com Itaquaquecetuba)

Suzano: 10h30 – Avenida Brasil (altura do Parque Max Feffer)

Piracicaba: 9h – Concentração no Bolsão do Estacionamento da Estação Paulista

Jacareí (Vale do Paraíba): 9h30 – Concentração em frente ao Parque da Cidade

Campinas: 10h – Concentração no Largo do Pará

Sorocaba: 10h – Concentração em frente à Prefeitura (Av. Eng. Carlos Reinaldo Mendes, 3041 – Alto da Boa Vista)

Capital: Saídas de diferentes pontos, às 14h, com destino à Avenida Paulista

-Praça Charles Miller (Estacionamento do Pacaembu)

-Avenida Vitor Manzini (Largo do Socorro)

-Em frente ao Itaquerão (estacionamento)

-Estrada do Sabão, 800 (em frente ao Sacolão Municipal) – Brasilândia

DIA 21

Ribeirão Preto: 9h – Concentração em frente à Câmara Municipal (Avenida Jerônimo Gonçalves, 1200 – Centro)

Itapevi: 9h – Concentração em frente à Apeoesp (Rua Ezequiel Dias Siqueira, 178 – Jardim Rainha)

Araçatuba: 9h30 – Concentração na Avenida Odorindo Perenha (ao lado do supermercado Rondon, loja 4)

Santos: 15h – Concentração na Avenida Mário Covas, em frente ao OGMO

 

 

 

 

 
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Coletivo de Gestão Democrática debate plano de retorno às aulas

O Sinpro-DF realizou, na última sexta-feira (12), uma reunião com os(as) gestores(as) das escolas da rede pública de ensino do Distrito Federal sobre o plano de retorno às aulas. O objetivo da reunião foi discutir o que o governo tem apresentado de compromisso com o plano estrutural de retorno. Durante toda a pandemia o Sinpro tem debatido com o governo que o retorno às aulas presenciais está condicionado à vacina aos(às) trabalhadores(as) em educação e à população em geral.

Um dos pontos debatidos foi quais as providências a Secretaria de Educação efetivamente têm tomado para resguardar e proteger a categoria, os estudantes e a comunidade escolar para o retorno às aulas, seja no ensino remoto ou no sistema híbrido, bem como o que tem chegado de orientação para as escolas.

Para o sindicato é importante que a SEE tenha um planejamento para o retorno virtual, uma vez que é compromisso do governo Ibaneis assegurar um retorno presencial somente com a vacina para todos(as) os(as) trabalhadores(as) em educação.

Além da preocupação com o retorno presencial, o retorno virtual também requer cuidados. É preciso que providências sejam tomadas para que não se repita a exclusão de milhares de estudantes, como ocorreu em 2020. Quais as ações estão sendo previstas para que todos os estudantes, sem exceção, acessem a plataforma com uma Internet de qualidade? Embora a categoria tenha se empenhado e reinventado sua prática docente para suprir as necessidades do ensino remoto e as direções de escola tenham assumido fortemente o compromisso com a comunidade escolar em tempo de pandemia, o ensino remoto em 2021 carece de um planejamento de recuperação para garantir o direito à aprendizagem e acesso à educação.

Um levantamento do alcance das aulas remotas em 2020 é imprescindível para o planejamento. Sendo assim, os (as) gestores(as) são fundamentais para que esses dados tenham mais transparência e apresentem a realidade de cada escola.

O ponto central consensuado durante o coletivo, que é a defesa do Sinpro e o mesmo entendimento dos(das) gestores(as) que participaram, é de que não há a menor possibilidade de um retorno presencial sem que os(as) trabalhadores(as) em educação estejam devidamente vacinados(as) e as escolas preparadas para cumprirem com os protocolos.

 

Quero voltar, vacina já

Como complemento da campanha pela vacinação de todos e todas, apresentamos na última sexta-feira (12) a nova etapa: Quero voltar, vacina já. A ideia é que todos(as) os(as) professores(as), orientadores(as) educacionais e estudantes tirem fotos com placas com as seguintes frases: PARA VOLTAR, QUEREMOS VACINA!; PARA PODERMOS VOLTAR, VACINA JÁ! QUEREMOS VACINA PARA VOLTAR! A orientação é que todos(as) postem nas redes sociais e marque o @sinprodf.

Não basta que professores (as), orientadores (as) educacionais e demais profissionais sejam vacinados(as) se a população não estiver imunizada. É importante a inserção dos(as) trabalhadores(as) em educação no grupo de prioridades. No entanto, o que realmente trará tranquilidade é a vacinação para toda a população.

 

 

 

 

 
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Sinpro-DF reúne com o Inas e cobra explicações sobre o plano de saúde

O Sinpro-DF se reuniu, na manhã desta sexta-feira (12), com a direção do Instituto de Assistência à Saúde dos Servidores do Distrito Federal (Inas-DF) para buscar explicações sobre o funcionamento do GDF Saúde e outras questões relacionadas ao plano de saúde apresentadas pela categoria, que reclama de falta de clareza nas informações disponibilizadas pelo instituto.

 

Dentre os temas, pautados, destaque para as explicações sobre os erros de cálculo e, consequentemente, de cobranças indevidas no contracheque de professores(as). A comissão alertou para o fato de que os auxílios não podem ser utilizados para cálculo de percentual de cobrança. Observou que a redução dos valores cobrados de coparticipação, principalmente, nos casos de cirurgias e internações podem chegar à R$ 5 mil por evento. E reivindicou a diminuição do percentual de 50% para 30% nos casos de atendimentos em algumas especialidades médicas. Na maioria das especialidades, o percentual cobrado é 30%.

A comissão do Sinpro-DF advertiu sobre a importância de o Inas fornecer uma tabela clara com os valores de consultas, exames, procedimentos etc. reais e vigentes, já que se trata de um plano com coparticipação. A categoria quer saber quanto irá desembolsar, de fato, em cada utilização do plano e pede para que isso esteja claro. Dentre outras coisas, o sindicato destacou a necessidade de mais clareza na lista de clínicas credenciadas porque várias das que estão listadas como integrantes da rede credenciada não atendem ao GDF Saúde.

 

Solicitou informações sobre portabilidade para quem já tem plano de saúde e quer mudar para o Inas, uma vez que, quando o plano foi lançado, a portabilidade não havia sido admitida. Indagou sobre a nomeação dos conselheiros representantes dos trabalhadores na diretoria do Inas, uma vez que há espaço para essa representação, mas até agora não houve nomeação, bem como uma posição sobre a adesão de professores do contrato temporário que, por enquanto, estão sem matrícula.

 

A direção do Inas esclareceu vários pontos e, outros, ficou de verificar para dar uma resposta precisa. Eles se comprometeram a corrigir as cobranças indevidas no próximo contracheque e a estudar o caso da portabilidade. Assumiu o compromisso de viabilizar a nomeação dos conselheiros representantes dos trabalhadores e informaram que isso irá ocorrer no próximo em março.

 

Também explicou que o professor do contrato temporário só pode fazer a adesão no momento em que estiver com um número de matrícula e com contrato em vigor como Governo do Distrito Federal (GDF) e que, uma vez aceito no plano, mesmo que esse contrato seja encerrado, a pessoa poderá permanecer nele até 1 ano depois de encerrado. Mas para isso acontecer, o contratado terá de manifestar, oficialmente, esse desejo.

GDF lança quinto leilão de precatórios

O Sinpro, por meio da Secretaria de Assuntos Jurídicos, informa que o Governo do Distrito Federal acaba de lançar um edital abrindo a possibilidade dos(as) servidores(as) que têm precatórios com o governo de participarem de um leilão. A partir deste procedimento, ele(a) poderá ter acesso a receber os valores devidos pelo GDF, mas ao submeter, a pessoa terá um deságio de 40% de valor.

O Sinpro esclarece que ao aceitar participar do leilão, além do deságio do valor do seu precatório o(a) professor(a) e orientador(a) educacional terá a necessidade de pagar os honorários de 10% do advogado. Esta é a quinta vez desde 2018 que o governo abre este espaço de negociação.

Devido a pandemia da Covid-19 e a impossibilidade de recolhimento de documentos na sede e subsedes do sindicato, o(a) professor(a)/orientador(a) educacional interessado(a) em participar deverá realizar o requerimento no período de 22 de fevereiro e 19 de março, diretamente no site www.acordoprecatorio.pg.df.gov.br, que contém todas as informações, e após a conclusão do requerimento, o(a) servidor(a) deverá protocolar o referido documento no Sistema de Peticionamento Eletrônico (SISPE) no site https://sistemas.df.gov.br/sispe/Login, juntamente com outros documentos necessários.

Caso ao longo do processo de atendimento no leilão ele(a) seja notificado(a) com algum tipo de impedimento, o(a) mesmo(a) deverá procurar assistência jurídica do Sinpro para que possamos analisar a possibilidade de um recurso.

 

Quem pode participar deste leilão?

Professores(as) e orientadores(as) educacionais que possuam processos judiciais concluídos e publicados como precatório até 31 de dezembro de 2019.

 

O que são precatórios?

São dívidas que o Estado tem com o(a) professor(a) e orientador(a). Estas dívidas foram discutidas no Tribunal de Justiça do DF com ganho de causa para este grupo, e o valor da causa é superior a dez salários-mínimos.

 

Só quem tem Vale Alimentação é que pode participar do leilão?

Não. Podem participar do leilão processos de diversas naturezas cujo valor é superior a dez salários-mínimos, inclusive o Vale Alimentação.

 

Tenho Vale Alimentação, mas o processo ainda não virou precatório. Posso participar?

 

Não. Neste caso o(a) professor(a) e orientador(a) educacional deve aguardar a conclusão do processo e caso ele vire precatório, nos leilões seguintes poderá participar, respeitado as regras que cada leilão tem.

Comissão entrega pauta de reivindicações ao GDF

A comissão de negociação do Sinpro-DF se reuniu, na tarde dessa quinta-feira (11), com a Secretaria de Economia do Governo do Distrito Federal (GDF) para entregar a pauta de reivindicações e cobrar a permanência do Auxílio Saúde e demais pautas financeiras para recuperar as perdas salariais da categoria.

A próxima reunião ficou definida para ser realizada no dia 4 de março.

Sinpro cobra pagamento do exercício-findo de 2006

Foi publicado no Jornal Brasília Capital desta quinta-feira (11) uma nota afirmando que a Secretaria de Educação do DF (SEE) está providenciando “adequação orçamentária” para efetuar o pagamento da primeira parcela do exercício-findo referente a 2006 aos(às) professores(as) e orientadores(as) educacionais da rede pública de ensino do DF. Na última reunião da Comissão de Negociação do Sinpro com o Governo do Distrito Federal (GDF), realizada no dia 01 de fevereiro de 2021, mais uma vez cobramos o pagamento e o governo informou que aguardava a confirmação da área financeira para pagar.  

A quitação dessa dívida com a categoria foi anunciada pelo secretário de Educação, Leandro Cruz, em 15 de outubro do ano passado – Dia do Professor. No entanto, desde então, o governo vem adiando o início do pagamento, por, segundo ele, dificuldades de caixa.

Pelo anúncio do secretário, a primeira parcela, correspondente a 2006, deveria ter sido paga em folha suplementar no início de dezembro. Como isto não ocorreu, também em janeiro a assessoria da SEE informou que o pagamento seria feito entre fevereiro e março. A assessoria ainda informou que “a cada mês será realizado o pagamento referente a um ano, começando por 2006, por meio de folha suplementar”.

O exercício-findo são pendências do governo com os(as) servidores(as) não pagas no mesmo ano e que dependem de um decreto do chefe do Executivo para serem quitadas. A estimativa de Leandro Cruz era de que o dinheiro caísse na conta da categoria junto com o salário de novembro, no quinto dia útil de dezembro.

Ainda em dezembro, a secretaria refez a programação e garantiu que a primeira parcela do exercício-findo seria paga no início de janeiro, junto com a folha de dezembro. Mais uma vez a expectativa frustrou a categoria, assim como voltou a se repetir em relação ao salário de janeiro, depositado no quinto dia útil de fevereiro.

O Sinpro continuará cobrando do GDF o pagamento do exercício-findo, assim como o respeito aos direitos dos(as) professores(as) e orientadores(as).

 

 

 

 
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Decisão do TJDFT pode determinar pagamento da última parcela do reajuste

Em agosto de 2016, após diversas tratativas com o Governo do Distrito Federal na tentativa de equacionar o pagamento da 6ª e última parcela do reajuste previsto na Lei 5.105 de 2013, o Sinpro, juntamente com os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais, decidiram ingressar na Justiça para cobrar o pagamento dos valores indevidamente retirados de seus salários. Desde então o sindicato vem buscando o respeito ao texto da Lei, que claramente determina o pagamento dos valores à categoria, que se encontram com o salário congelado há mais de cinco anos.

A ação judicial proposta pelo Sinpro foi julgada de forma favorável na primeira instância, pelo Juiz da Oitava Vara de Fazenda Pública do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT), que determinou em sua sentença a imediata implementação do reajuste nos vencimentos dos(as) professores(as) e orientadores(as), assim como o pagamento retroativo das diferenças. Ocorre que o DF apresentou recurso, suspendendo os efeitos da decisão de primeira instância.

O Sinpro aguarda a definição da data do julgamento do recurso do DF, confiando que o TJDFT mantenha a sentença de primeiro grau e que siga os precedentes recentes que determinaram o pagamento da última parcela do reajuste, em especial o julgamento da última quarta-feira (10), que reconheceu o direito dos servidores da assistência social.

 

 

 

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Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência e a igualdade gênero

Você conhece uma mulher ou uma menina cientista? Se ainda não, o dia 11 de fevereiro, Dia Internacional das Mulheres e das Meninas na Ciência, está aí para mostrar que existem milhares delas atuando na pesquisa científica no Brasil e no mundo. Se sim, vale reforçar que o objetivo da data oficial é aumentar a conscientização sobre a excelência das mulheres na ciência e lembrar que a ciência e a igualdade de gênero devem avançar lado a lado para enfrentar os principais desafios globais e alcançar as metas da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável.

A data foi instituída, em 2015, pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), agência especializada da Organização das Nações Unidas (ONU). Este ano, o tema escolhido é “Mulheres cientistas na vanguarda da luta contra a Covid-19”. A entidade observou, em nota, que o surto da pandemia do novo coronavírus demonstrou, claramente, o papel crítico das mulheres pesquisadoras em diferentes estágios da luta contra a Covid-19, desde o avanço do conhecimento sobre o vírus até o desenvolvimento de técnicas de teste e, finalmente, da vacina.

Também lançou, na manhã desta quinta-feira (11), o Relatório de Ciências da Unesco como um registro do dia. O documento mostra que cientistas de carreira ainda enfrentam o preconceito de gênero e que as mulheres representam apenas 28% dos graduados em engenharia e 40% dos graduados em ciência da computação e informática. O capítulo sobre gênero na ciência, intitulado “Para ser inteligente, a revolução digital precisará ser inclusiva”, dá conta de que a proporção de mulheres entre os graduados em engenharia é inferior à média global de muitos membros da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

Também indica que as mulheres não estão se beneficiando, totalmente, das oportunidades de emprego abertas a especialistas altamente qualificados e qualificados em áreas de ponta. “A luta pela igualdade entre homens e mulheres deve começar desde as oportunidades educacionais para meninas e meninos.  Uma educação que exclui as meninas da ciência e da pesquisa deve promover a inserção de meninas e mulheres como política do currículo. Não por incapacidade das meninas e mulheres, mas para corrigir o distanciamento e a invisibilidade delas diante da divisão sexual na educação que reproduz a lógica de reprodução e produção”, afirma Mônica Caldeira, diretora da Secretaria de Mulheres do Sinpro-DF.

DF: mulheres e meninas cientistas enfrentam o negacionismo
No Brasil, além de lutar para serem respeitadas enquanto integrantes da comunidade científica, as mulheres e meninas da ciência também têm de lutar, cotidianamente, contra o chamado “negacionismo” das ciências e as políticas de sucateamento das instituições de pesquisa, bem como contra o esvaziamento deliberado dessas pesquisas no Brasil.

A diretoria colegiada do Sinpro-DF tem alertado para o fato de que esse negacionismo faz parte da política econômica neoliberal que o governo Jair Bolsonaro utiliza para desviar o dinheiro público destinado, no Orçamento público e outras contas públicas, à pesquisa científica, às universidades públicas e à educação em todos os níveis para os interesses privados dos banqueiros e grupos de empresários de vários setores, sobretudo da educação, que estão com ele no poder.

Resistência e defesa da ciência e da educação públicas
Mas a resistência aos ataques ocorre na prática, nas redes sociais e na realização de pesquisas. E, a cada dia, ganha mais adesões. A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), do Ministério da Saúde, por exemplo, dedicou sua página eletrônica não só a homenagens, mas, sobretudo, a informações sobre mulheres e meninas na ciência. Também publicou o Calendário 2021 totalmente dedicado às “Grandes Mulheres Cientistas da Fiocruz”.

O Instituto Federal de Brasília (IFB) também dedicou seus espaços virtuais ao fortalecimento da igualdade de gênero na pesquisa científica e revelação das mulheres cientistas que atuam no instituto. A equipe lançou uma ação virtual para marcar a data e dar visibilidade às mulheres e meninas do IFB. As professoras Sylvana Santos e Cristiane Bonfim, ambas do eixo Informação e Comunicação, criaram um perfil intitulado “Meninas na Ciência do IFB”, no Instagram, para divulgar as postagens intituladas “Conheça uma cientista”.

Na Universidade de Brasília (UnB), um dos centros de excelência em pesquisa científica do Brasil em franco sucateamento imposto pelo governo Jair Bolsonaro e pela política econômica do ministro da Economia Paulo Guedes, também há comemoração da data. Entre os dias 8 e 31 de março deste ano, está previsto o II Seminário Mulheres na Ciência da UnB. O evento é realizado pelo Departamento de Matemática com o objetivo de discutir questões de gênero na ciência brasileira e, apesar dos cortes financeiros federais, conta com o apoio da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAP-DF) . 

Sinpro-DF na defesa da paridade e igualdade de gênero e da educação pública
A diretoria colegiada do Sinpro-DF lembra que a rede pública de ensino do Distrito Federal também integra o aporte nacional de produção de conhecimento novo. Todo ano dezenas de estudantes cientistas da rede são revelados(as) e premiados(as) nas feiras de ciências locais, nacionais e internacionais graças às pesquisas de iniciação científica que ocorrem na escola pública do Distrito Federal.

Além de revelações de meninas e meninos nas ciências, a educação básica e pública do DF também revela inovações e descobertas científicas produzidas nas unidades escolas sob a coordenação e a orientação de seus(as) professoras(es) em parceria com a UnB, IFB e outras instituições públicas. Em 2020, por exemplo, estudantes do Centro de Ensino Médio 02 do Gama (CEM02) desenvolveram um plástico biodegradável, feito da casca da laranja.

O projeto, orientado pelo professor de química Alex Aragão, já acabou, mas foi uma iniciativa de sustentabilidade e chegou a ser cotado para uma exposição na Ásia com perspectiva para se tornar comercial em 2021.

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Votação – Diga não à reforma Administrativa

Além de não visar um corte de gastos públicos, a reforma Administrativa enfraquece o serviço público brasileiro, acabando com a estabilidade nos moldes atuais. Caso seja aprovada, os(as) mais prejudicados(as) serão aqueles(as) que mais precisam de serviços públicos de qualidade em suas vidas.

Vote agora na consulta disponibilizada no site do Senado Federal. Ao receber 20 mil apoios, a ideia se tornará uma Sugestão Legislativa e será debatida pelos senadores. Basta clicar no link https://www12.senado.leg.br/ecidadania/visualizacaoideia?id=145925 e votar NÃO!

Diga não à reforma Administrativa! Diga sim ao serviço público que salva vidas!

#VacinaÉServiçoPúblico #UniversidadeÉServiçoPúblico #SaúdeÉServiçoPúblico #DerrubaPEC32 Menos

 

 

 

 

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Reunião virtual sobre o plano de retorno às aulas nesta sexta-feira (12/2)

A diretoria colegiada do Sinpro-DF convoca os(as) gestores(as) para reunião do Coletivo de Gestão Democrática, nesta sexta-feira (12/2), às 10h. A pauta vai tratar do plano de retorno às aulas.

A reunião será realizada pela plataforma Zoom. O Sinpro-DF orienta sobre a necessária participação de todas e todos e disponibiliza o número (61) 99685-4997. Basta entrar em contato e solicitar o link da reunião.

O sindicato somos nós e a nossa força é a unidade! Participe!

 

 

 

 
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