Concurso de poesia e desenho para aposentados está a todo vapor; corra e faça sua inscrição

INSCRIÇÕES ENCERRADAS

Em homenagem ao centenário de nascimento do patrono da educação brasileira, Paulo Freire, o Sinpro-DF realizará concurso inédito e exclusivo de poesia e desenho para aposentados(as) filiados(as) ao sindicato. Com o tema “Poetizando e Desenhando com Paulo Freire em seu Centenário”, o concurso será realizado integralmente de forma virtual. As inscrições vão até dia 4 de janeiro, à meia-noite. Acesse o link https://vm.tiktok.com/ZMJbharmU/ e veja o passo a passo da inscrição para o concurso no canal do Sinpro-DF no Tik Tok. Aproveite para curtir a gente lá. Se preferir, veja as orientações no fim da matéria.

Os trabalhos submetidos deverão levar em consideração a temática apresentada no concurso “Poetizando e Desenhando com Paulo Freire em seu Centenário”. Os três primeiros colocados da categoria Poesia ou da categoria Desenho receberão prêmio em dinheiro. O primeiro lugar das duas categorias receberá R$ 2 mil; o segundo, R$ 1.500,00; e o terceiro, R$ 1 mil. Os trabalhos de ambas as categorias deverão ser manuscritos, inéditos, originais e individuais, e devem ser apresentados em papel oficial, disponibilizado no site do Sinpro-DF, no link para as inscrições. Além disso, cada participante só poderá concorrer com um único trabalho em apenas uma categoria.

O objetivo do concurso realizado pelo Sinpro-DF é valorizar e estimular a criatividade do(a) professor(a) aposentado(a), além de combater os ataques que o educador Paulo Freire vem sofrendo. Além disso, é mais uma forma de o Sindicato intensificar a aproximação com os(as) aposentados(as) filiados(as) e da categoria conhecer os trabalhos e habilidades dos(as) mais experientes.

Passo a passo
Para se inscrever e enviar o trabalho artístico-cultural (desenho ou poesia), o(a) aposentado(a) terá de seguir o passo a passo:

1 – Entre no link de inscrição e faça a inscrição. Isso irá gerar um código, que deverá ser enviado para seu e-mail. Guarde-o.

2 – No link , baixe a folha oficial de desenho ou de poesia e salve em seu computador ou dispositivo móvel (celular, tablet)

3 – Faça seu desenho ou escreva sua poesia na folha oficial que você imprimiu. Importante: não deverá constar nenhum tipo de identificação do(a) aposentado(a), como nome, cidade em que mora, ou qualquer outro tipo de sinal que revele quem é o(a) participante.

4 – Coloque na folha oficial o código que você recebeu no ato da inscrição.

5 – Digitalize seu trabalho e salve-o em formato PDF no seu computador ou dispositivo móvel (não serão aceitos trabalhos em outros formatos).

6 – Acesse o link de inscrição e faça o upload do seu trabalho, ou seja, carregue seu trabalho no site. Só serão aceitos trabalhos enviados por este link

8 – Feito isso, você receberá a comprovação do envio por e-mail.

9 – O Sinpro não receberá nenhum trabalho após o dia 04/01/2021.

10 – Acompanhe o noticiário do site para saber os resultados do concurso.

Clique aqui e confira o regulamento.

 

MATÉRIA EM LIBRAS

Parlamentares apontam verdadeiros construtores da vitória do Fundeb

A garantia dos recursos públicos do Fundeb exclusivos para a valorização das escolas públicas e seus profissionais foi amplamente comemorada nessa quinta-feira (17). Após ter aprovado emenda que transferia quase R$ 16 bilhões do Fundo para outros sistemas de ensino – inclusive para colégios ligados ao Sistema S (Senai, Sesi, Senac, Sesc) –, a Câmara dos Deputados voltou atrás e seguiu a orientação do Senado Federal, que descartava as alterações no texto original. A vitória, todavia, é fruto de um intenso trabalho conjunto, que reuniu a categoria da Educação e suas entidades organizativas, além de parlamentares do campo progressista.

O placar registrado nessa quinta na Câmara dos Deputados contabilizou 286 votos favoráveis à manutenção do texto do Senado Federal e 163 contrários. No último dia 10 de dezembro, quando foi aprovada a emenda que permitia transferência de recursos do Fundo para financiar a rede particular de ensino técnico, infantil e escolas filantrópicas, entre outras, o placar da Câmara registrou 311 votos contrários ao Fundeb público e 131 favoráveis.

Para a deputada Erika Kokay (PT-DF), é “salutar que os parlamentares que colocaram sua digital contra as escolas públicas tenham modificado seus votos, mas é preciso que se tenha noção dos verdadeiros construtores dessa vitória para o Brasil”.

“O movimento feito pelas entidades sindicais, pelo Sinpro-DF, pela CNTE, pela UNE, pela Ubes e por toda a sociedade em defesa da educação pública foi fundamental para que pudéssemos (os parlamentares) articular essa vitória. Só assim foi possível reverter os votos de vários parlamentares que votaram contra a educação pública no primeiro momento na Câmara”, afirma a parlamentar que em todos os momentos votou favorável ao Fundeb que valorizasse as escolas públicas e seus profissionais.

O deputado professor Israel (PV-DF), presidente da sessão da Câmara dos Deputados que aprovou a transferência de recursos do Fundeb para outros sistemas de ensino, disse que, logo após o resultado na Casa, foi iniciado um “processo de negociação com os senadores e com os próprios deputados para garantir que o Senado corrigisse o erro, a proposta retornasse à Câmara e a própria Câmara tivesse a oportunidade de corrigir o erro que tinha cometido”.

“Foi uma semana muito difícil. Conversamos com as bancadas do Brasil inteiro. Colocamos a Frente Parlamentar Mista em Defesa da Educação para buscar apoio, fizemos uma série de negociações com deputados de todos os partidos, e conseguimos. A mobilização dos professores foi essencial neste processo. O tom que os professores utilizaram nas mensagens enviadas aos deputados foi um tom correto, um tom de cidadania, adequado para convencer e garantir esse resultado”, afirma o parlamentar que também votou favorável ao Fundeb para as escolas públicas em ambos os momentos de apreciação pela Câmara.

Mesmo com toda mobilização realizada em torno da defesa da educação pública e do apelo feito pela sociedade, vários votos de deputados federais não foram revertidos. A bancada do DF na Câmara, por exemplo, é composta por oito parlamentares. Do grupo, apenas a deputada Erika Kokay e o deputado Israel votaram contrários à destinação de recursos públicos para instituições de ensino que não fossem públicas. Bia Kicis (PSL), Celina Leão (PP) e Tadeu Filipelli (MDB), Flávia Arruda (PL), Julio Cesar Ribeiro (Republicanos), Luis Miranda (DEM) e Paula Belmonte (Cidadania) marcaram a história de suas atuações como parlamentares com o voto contra a educação pública. Tadeu Filipelli substituiu a deputada Celina Leão na primeira votação na Câmara, já que a parlamentar estava no comando da Secretaria de Esporte e Lazer do Distrito Federal. Já Flávia Arruda não compareceu à segunda votação, decisiva para definir os rumos da educação pública.

Por trás da intransigência
A estratégia política do governo Bolsonaro e de sua base no Congresso Nacional sempre passou pela desvalorização da educação pública. Exemplo disso são os cortes na pasta de Educação, os projetos que desvalorizam o setor, o desrespeito aos profissionais que atuam nas escolas e outras instituições de ensino público. Por trás disso, está não só a lógica do governo federal em mercantilizar a educação para agradar o setor privado, mas modificar o próprio comportamento humano, reduzindo-o ao cumprimento inquestionável de ordens, com ausência de liberdade.

“O fortalecimento da educação pública representa a construção de uma sociedade onde as pessoas não tenham dono, onde as pessoas tenham pensamento crítico. Todo lógica de arbítrio, ditatorial, se sente ameaçada pela educação pública de qualidade. Educação combina com democracia, pois vai na via da construção de sujeito, consciência crítica, autonomia de pensamento, exercício do potencial criativo”, afirma a deputada Erika Kokay.

Segundo a parlamentar, o comportamento de Bolsonaro e de sua base é “doloso”. “Eles não são apenas neoliberais, e acham que têm que favorecer o mercado em detrimento das políticas públicas. Isso é aliado a um ataque intencional à educação, pois educação pública é um instrumento de construção de pessoas com consciência crítica e condições de transformar a própria sociedade, dando oportunidade a todas e todos de vivenciar uma humanidade que eles acham que tem que ser restrita a uma pequena elite do País”, avalia.

O texto que regulamenta o Fundeb segue agora para sanção presidencial. A orientação da CNTE, do Sinpro-DF e de todas as organizações que lutam pela educação pública de qualidade e pela valorização de seus profissionais é de que a mobilização se mantenha. O objetivo é que o texto seja aprovado sem nenhum veto. Na agenda de lutas, está programado para a próxima segunda-feira (21/12), às 10h, mais um twitaço.

 

MATÉRIA EM LIBRAS

 

 

Veja como votaram deputados e deputadas

1ª – Votação: Retirada de quase R$ 16 bi da educação pública para transferir a outros sistemas de ensino, inclusive para o Sistem S

Deputado Partido UF Voto
Abílio Santana PL BA SIM
Abou Anni PSL SP SIM
Acácio Favacho Pros AP SIM
Adolfo Viana PSDB BA SIM
Adriana Ventura Novo SP SIM
Adriano do Baldy PP GO SIM
Aécio Neves PSDB MG SIM
Afonso Florence PT BA NÃO
Afonso Hamm PP RS  AUSENTE
Afonso Motta PDT RS NÃO
Aguinaldo Ribeiro PP PB AUSENTE
Airton Faleiro PT PA NÃO
AJ Albuquerque PP CE SIM
Alan Rick DEM AC SIM
Alceu Moreira MDB RS SIM
Alcides Rodrigues Patriota GO SIM
Alê Silva PSL MG SIM
Alencar Santana Braga PT SP NÃO
Alessandro Molon PSB RJ NÃO
Alex Manente Cidadania SP SIM
Alex Santana PDT BA AUSENTE
Alexandre Frota PSDB SP NÃO
Alexandre Leite DEM SP SIM
Alexandre Padilha PT SP NÃO
Alexandre Serfiotis PSD RJ SIM
Alexis Fonteyne Novo SP SIM
Alice Portugal PC do B BA NÃO
Aliel Machado PSB PR NÃO
Aline Gurgel Republicanos AP SIM
Aline Sleutjes PSL PR SIM
Altineu Côrtes PL RJ AUSENTE
Aluisio Mendes PSC MA SIM
Amaro Neto Republicanos ES SIM
André Abdon PP AP SIM
André de Paula PSD PE SIM
André Ferreira PSC PE AUSENTE
André Figueiredo PDT CE NÃO
André Fufuca PP MA SIM
André Janones Avante MG NÃO
Angela Amin PP SC SIM
Antonio Brito PSD BA SIM
Arlindo Chinaglia PT SP NÃO
Arnaldo Jardim Cidadania SP SIM
Aroldo Martins Republicanos PR SIM
Arthur Lira PP AL AUSENTE
Arthur Oliveira Maia DEM BA SIM
Átila Lins PP AM AUSENTE
Átila Lira PP PI SIM
Augusto Coutinho Solidariedade PE SIM
Áurea Carolina Psol MG NÃO
Aureo Ribeiro Solidariedade RJ SIM
Bacelar Pode BA NÃO
Baleia Rossi MDB SP AUSENTE
Benedita da Silva PT RJ NÃO
Benes Leocádio Republicanos RN SIM
Beto Faro PT PA NÃO
Beto Pereira PSDB MS SIM
Beto Rosado PP RN SIM
Bia Cavassa PSDB MS SIM
Bia Kicis PSL DF SIM
Bibo Nunes PSL RS SIM
Bilac Pinto DEM MG SIM
Bira do Pindaré PSB MA NÃO
Boca Aberta Pros PR SIM
Bohn Gass PT RS NÃO
Bosco Costa PL SE AUSENTE
Bosco Saraiva Solidariedade AM NÃO
Bozzella PSL SP SIM
Bruna Furlan PSDB SP SIM
Cacá Leão PP BA SIM
Camilo Capiberibe PSB AP NÃO
Capitão Alberto Neto Republicanos AM SIM
Capitão Augusto PL SP SIM
Capitão Fábio Abreu PL PI SIM
Capitão Wagner Pros CE SIM
Carla Dickson Pros RN SIM
Carla Zambelli PSL SP AUSENTE
Carlos Bezerra MDB MT SIM
Carlos Chiodini MDB SC SIM
Carlos Gomes Republicanos RS SIM
Carlos Henrique Gaguim DEM TO SIM
Carlos Jordy PSL RJ SIM
Carlos Sampaio PSDB SP SIM
Carlos Veras PT PE NÃO
Carlos Zarattini PT SP NÃO
Carmen Zanotto Cidadania SC AUSENTE
Caroline de Toni PSL SC SIM
Cássio Andrade PSB PA NÃO
Célio Moura PT TO NÃO
Célio Silveira PSDB GO SIM
Célio Studart PV CE NÃO
Celso Maldaner MDB SC SIM
Celso Russomanno Republicanos SP SIM
Celso Sabino PSDB PA SIM
Cezinha de Madureira PSD SP SIM
Charles Fernandes PSD BA NÃO
Charlles Evangelis PSL MG SIM
Chico D’Angelo PDT RJ NÃO
Chiquinho Brazão Avante RJ SIM
Chris Tonietto PSL RJ AUSENTE
Christiane de Souza Yared PL PR SIM
Christino Aureo PP RJ SIM
Clarissa Garotinho Pros RJ SIM
Claudio Cajado PP BA SIM
Cleber Verde Republicanos MA SIM
Coronel Armando PSL SC SIM
Coronel Chrisóstomo PSL RO SIM
Coronel Tadeu PSL SP SIM
Cristiano Vale PL PA SIM
Da Vitoria Cidadania ES SIM
Dagoberto Nogueira PDT MS NÃO
Damião Feliciano PDT PB NÃO
Daniel Almeida PC do B BA AUSENTE
Daniel Coelho Cidadania PE SIM
Daniel Freitas PSL SC SIM
Daniel Silveira PSL RJ AUSENTE
Daniel Trzeciak PSDB RS SIM
Daniela do Waguinho MDB RJ NÃO
Danilo Cabral PSB PE NÃO
Danilo Forte PSDB CE NÃO
Danrlei de Deus Hinterholz PSD RS SIM
David Miranda Psol RJ NÃO
David Soares DEM SP SIM
Delegado Antônio Furtado PSL RJ ABSTENÇÃO
Delegado Éder Mauro PSD PA SIM
Delegado Marcelo Freitas PSL MG SIM
Delegado Pablo PSL AM SIM
Delegado Waldir PSL GO SIM
Denis Bezerra PSB CE NÃO
Diego Andrade PSD MG AUSENTE
Diego Garcia Pode PR SIM
Dimas Fabiano PP MG SIM
Domingos Sávio PSDB MG SIM
Dr. Agripino Magalhães Pros CE SIM
Dr. Frederico Patriota MG AUSENTE
Dr. Jaziel PL CE SIM
Dr. Leonardo Solidariedade MT SIM
Dr. Luiz Antonio Teixeira Jr. PP RJ SIM
Dr. Luiz Ovando PSL MS AUSENTE
Dr. Zacharias Calil DEM GO SIM
Dra. Soraya Manato PSL ES SIM
Dra. Vanda Milani Solidariedade AC SIM
Dulce Miranda MDB TO SIM
Edilázio Júnior PSD MA SIM
Edio Lopes PL RR AUSENTE
Edmilson Rodrigues Psol PA AUSENTE
Edna Henrique PSDB PB SIM
Eduardo Barbosa PSDB MG SIM
Eduardo Bismarck PDT CE NÃO
Eduardo Bolsonaro PSL SP SIM
Eduardo Braide Pode MA AUSENTE
Eduardo Costa PTB PA SIM
Eduardo Cury PSDB SP SIM
Eduardo da Fonte PP PE SIM
Efraim Filho DEM PB AUSENTE
Elcione Barbalho MDB PA SIM
Eli Borges Solidariedade TO AUSENTE
Eli Corrêa Filho DEM SP SIM
Elias Vaz PSB GO NÃO
Elmar Nascimento DEM BA AUSENTE
Emanuel Pinheiro Neto PTB MT NÃO
Emidinho Madeira PSB MG NÃO
Enéias Reis PSL MG SIM
Enio Verri PT PR NÃO
Enrico Misasi PV SP AUSENTE
Erika Kokay PT DF NÃO
Eros Biondini Pros MG SIM
Euclydes Pettersen PSC MG SIM
Evair Vieira de Melo PP ES SIM
Expedito Netto PSD RO NÃO
Fábio Henrique PDT SE NÃO
Fábio Mitidieri PSD SE AUSENTE
Fábio Ramalho MDB MG SIM
Fabio Reis MDB SE SIM
Fabio Schiochet PSL SC AUSENTE
Fábio Trad PSD MS SIM
Fausto Pinato PP SP AUSENTE
Felício Laterça PSL RJ SIM
Felipe Carreras PSB PE SIM
Felipe Francischini PSL PR SIM
Felipe Rigoni PSB ES NÃO
Félix Mendonça Júnior PDT BA NÃO
Fernanda Melchionna Psol RS NÃO
Fernando Coelho Filho DEM PE SIM
Fernando Monteiro PP PE SIM
Fernando Rodolfo PL PE NÃO
Filipe Barros PSL PR SIM
Flávia Arruda PL DF SIM
Flávia Morais PDT GO NÃO
Flaviano Melo MDB AC SIM
Flávio Nogueira PDT PI SIM
Flordelis PSD RJ SIM
Francisco Jr. PSD GO SIM
Franco Cartafina PP MG SIM
Fred Costa Patriota MG AUSENTE
Frei Anastacio Ribeiro PT PB AUSENTE
Gelson Azevedo PL RJ SIM
Genecias Noronha Solidariedade CE SIM
General Girão PSL RN SIM
General Peternelli PSL SP SIM
Geninho Zuliani DEM SP SIM
Geovania de Sá PSDB SC AUSENTE
Gervásio Maia PSB PB NÃO
Giacobo PL PR SIM
Gil Cutrim PDT MA SIM
Gilberto Abramo Republicanos MG SIM
Gilberto Nascimento PSC SP AUSENTE
Gilson Marques Novo SC SIM
Giovani Cherini PL RS SIM
Giovani Feltes MDB RS SIM
Glauber Braga Psol RJ NÃO
Glaustin da Fokus PSC GO SIM
Gleisi Hoffmann PT PR NÃO
Gonzaga Patriota PSB PE NÃO
Greyce Elias Avante MG SIM
Guiga Peixoto PSL SP SIM
Guilherme Derrite PP SP SIM
Guilherme Mussi PP SP AUSENTE
Gurgel PSL RJ SIM
Gustavo Fruet PDT PR AUSENTE
Gustinho Ribeiro Solidariedade SE SIM
Gutemberg Reis MDB RJ SIM
Haroldo Cathedral PSD RR SIM
Heitor Freire PSL CE SIM
Heitor Schuch PSB RS NÃO
Helder Salomão PT ES NÃO
Hélio Costa Republicanos SC SIM
Hélio Leite DEM PA SIM
Helio Lopes PSL RJ SIM
Henrique Fontana PT RS NÃO
Hercílio Coelho Diniz MDB MG AUSENTE
Herculano Passos MDB SP SIM
Hermes Parcianello MDB PR SIM
Hildo Rocha MDB MA AUSENTE
Hiran Gonçalves PP RR SIM
Hugo Leal PSD RJ AUSENTE
Hugo Motta Republicanos PB SIM
Idilvan Alencar PDT CE NÃO
Igor Kannário DEM BA SIM
Igor Timo Pode MG NÃO
Iracema Portella PP PI AUSENTE
Isnaldo Bulhões Jr. MDB AL SIM
Ivan Valente Psol SP NÃO
Jandira Feghali PC do B RJ NÃO
Jaqueline Cassol PP RO SIM
Jefferson Campos PSB SP SIM
Jerônimo Goergen PP RS AUSENTE
Jéssica Sales MDB AC SIM
Jesus Sérgio PDT AC NÃO
Jhc PSB AL AUSENTE
Jhonatan de Jesus Republicanos RR SIM
João Campos Republicanos GO SIM
João Carlos Bacelar PL BA SIM
João Daniel PT SE NÃO
João H. Campos PSB PE NÃO
João Maia PL RN SIM
João Marcelo Souza MDB MA AUSENTE
João Roma Republicanos BA SIM
Joaquim Passarinho PSD PA SIM
Joenia Wapichana REDE RR NÃO
Joice Hasselmann PSL SP SIM
Jorge Braz Republicanos RJ SIM
Jorge Goetten PL SC SIM
Jorge Solla PT BA NÃO
José Airton Félix Cirilo PT CE NÃO
José Guimarães PT CE NÃO
Jose Mario Schreiner DEM GO SIM
José Medeiros Pode MT SIM
José Nelto Pode GO AUSENTTE
José Nunes PSD BA SIM
José Priante MDB PA SIM
José Ricardo PT AM NÃO
José Rocha PL BA SIM
Joseildo Ramos PT BA AUSENTE
Josimar Maranhãozinho PL MA AUSENTE
Juarez Costa MDB MT SIM
Julian Lemos PSL PB SIM
Júlio Cesar PSD PI SIM
Julio Cesar Ribeiro Republicanos DF SIM
Júlio Delgado PSB MG NÃO
Juninho do Pneu DEM RJ SIM
Junio Amaral PSL MG SIM
Júnior Ferrari PSD PA SIM
Júnior Lourenço PL MA SIM
Júnior Mano PL CE SIM
Juscelino Filho DEM MA AUSENTE
Kim Kataguiri DEM SP SIM
Laercio Oliveira PP SE SIM
Lafayette de Andrada Republicanos MG SIM
Lauriete PSC ES SIM
Leandre PV PR SIM
Leda Sadala Avante AP AUSENTE
Leo de Brito PT AC NÃO
Léo Moraes Pode RO SIM
Léo Motta PSL MG SIM
Leonardo Monteiro PT MG NÃO
Leônidas Cristino PDT CE NÃO
Leur Lomanto Júnior DEM BA SIM
Lídice da Mata PSB BA NÃO
Lincoln Portela PL MG SIM
Liziane Bayer PSB RS SIM
Loester Trutis PSL MS SIM
Lourival Gomes PSL RJ AUSENTE
Lucas Gonzalez Novo MG SIM
Lucas Redecker PSDB RS SIM
Lucas Vergilio Solidariedade GO SIM
Luciano Bivar PSL PE AUSENTE
Luciano Ducci PSB PR NÃO
Lucio Mosquini MDB RO SIM
Luis Miranda DEM DF SIM
Luis Tibé Avante MG AUSENTE
Luisa Canziani PTB PR SIM
Luiz Carlos PSDB AP SIM
Luiz Carlos Motta PL SP SIM
Luiz Lima PSL RJ SIM
Luiz Nishimori PL PR AUSENTE
Luiz Philippe de Orleans e Bragança PSL SP SIM
Luiza Erundina Psol SP NÃO
Luiz Antônio Correia PL RJ SIM
Luizão Goulart Republicanos PR SIM
Luizianne Lins PT CE NÃO
Magda Mofatto PL GO SIM
Major Fabiana PSL RJ SIM
Mara Rocha PSDB AC SIM
Marcel van Hattem Novo RS SIM
Marcelo Aro PP MG SIM
Marcelo Brum PSL RS SIM
Marcelo Calero Cidadania RJ NÃO
Marcelo Freixo Psol RJ NÃO
Marcelo Moraes PTB RS SIM
Marcelo Nilo PSB BA NÃO
Marcelo Ramos PL AM SIM
Marcio Alvino PL SP SIM
Márcio Biolchi MDB RS SIM
Márcio Jerry PC do B MA NÃO
Márcio Labre PSL RJ AUSENTE
Márcio Marinho Republicanos BA AUSENTE
Marco Bertaiolli PSD SP SIM
Marcon PT RS NÃO
Marcos Aurélio Sampaio MDB PI SIM
Marcos Pereira Republicanos SP SIM
Margarete Coelho PP PI SIM
Margarida Salomão PT MG NÃO
Maria do Rosário PT RS NÃO
Maria Rosas Republicanos SP SIM
Mariana Carvalho PSDB RO AUSENTE
Marília Arraes PT PE NÃO
Marina Santos Solidariedade PI SIM
Mário Heringer PDT MG NÃO
Mário Negromonte Jr. PP BA SIM
Marlon Santos PDT RS SIM
Marreca Filho Patriota MA SIM
Marx Beltrão PSD AL SIM
Maurício Dziedricki PTB RS SIM
Mauro Benevides Filho PDT CE NÃO
Mauro Lopes MDB MG SIM
Mauro Nazif PSB RO NÃO
Merlong Solano PT PI NÃO
Miguel Lombardi PL SP SIM
Milton Vieira Republicanos SP AUSENTE
Misael Varella PSD MG SIM
Moses Rodrigues MDB CE AUSENTE
Natália Bonavides PT RN NÃO
Nelson Barbudo PSL MT SIM
Nereu Crispim PSL RS SIM
Neri Geller PP MT SIM
Newton Cardoso Jr MDB MG AUSENTE
Nicoletti PSL RR SIM
Nilson Pinto PSDB PA SIM
Nilson Stainsack PP SC SIM
Nilto Tatto PT SP NÃO
Nivaldo Albuquerque PTB AL SIM
Norma Ayub DEM ES SIM
Odair Cunha PT MG NÃO
Olival Marques DEM PA SIM
Orlando Silva PC do B SP AUSENTE
Osires Damaso PSC TO NÃO
Osmar Terra MDB RS AUSENTE
Ossesio Silva Republicanos PE SIM
Otoni de Paula PSC RJ SIM
Otto Alencar Filho PSD BA SIM
Padre João PT MG NÃO
Pastor Eurico Patriota PE AUSENTE
Pastor Gil PL MA SIM
Pastor Sargento Isidório Avante BA SIM
Patrus Ananias PT MG NÃO
Paula Belmonte Cidadania DF SIM
Paulão PT AL NÃO
Paulo Abi-Ackel PSDB MG AUSENTE
Paulo Azi DEM BA SIM
Paulo Bengtson PTB PA SIM
Paulo Eduardo Martins PSC PR SIM
Paulo Freire Costa PL SP SIM
Paulo Ganime Novo RJ SIM
Paulo Guedes PT MG NÃO
Paulo Magalhães PSD BA SIM
Paulo Pereira da Silva Solidariedade SP SIM
Paulo Pimenta PT RS NÃO
Paulo Ramos PDT RJ NÃO
Paulo Teixeira PT SP AUSENTE
Pedro Augusto Bezerra PTB CE SIM
Pedro Cunha Lima PSDB PB SIM
Pedro Lucas Fernandes PTB MA AUSENTE
Pedro Lupion DEM PR AUSENTE
Pedro Paulo DEM RJ SIM
Pedro Uczai PT SC NÃO
Pedro Westphalen PP RS SIM
Perpétua Almeida PC do B AC NÃO
Pinheirinho PP MG SIM
Policial Katia Sastre PL SP SIM
Pompeo de Mattos PDT RS NÃO
Pr. Marco Feliciano Republicanos SP AUSENTE
Professor Alcides PP GO SIM
Professor Israel Batista PV DF NÃO
Professor Joziel PSL RJ SIM
Professora Dayane Pimentel PSL BA SIM
Professora Dorinha Seabra Rezende DEM TO SIM
Professora Marcivania PC do B AP NÃO
Professora Rosa Neide PT MT NÃO
Rafael Motta PSB RN NÃO
Raimundo Costa PL BA SIM
Raul Henry MDB PE SIM
Reginaldo Lopes PT MG NÃO
Rejane Dias PT PI NÃO
Renata Abreu Pode SP SIM
Renato Queiroz MDB RR SIM
Renildo Calheiros PC do B PE NÃO
Ricardo Barros PP PR SIM
Ricardo Guidi PSD SC SIM
Ricardo Izar PP SP SIM
Ricardo Silva PSB SP SIM
Ricardo Teobaldo Pode PE SIM
Robério Monteiro PDT CE NÃO
Roberto Alves Republicanos SP SIM
Roberto de Lucena Pode SP SIM
Rodrigo Agostinho PSB SP SIM
Rodrigo Coelho PSB SC SIM
Rodrigo de Castro PSDB MG SIM
Rodrigo Maia DEM RJ PRESIDENTE
Rogério Correia PT MG NÃO
Roman Patriota PR SIM
Ronaldo Carletto PP BA SIM
Ronaldo Martins Republicanos CE SIM
Rosana Valle PSB SP SIM
Rosangela Gomes Republicanos RJ SIM
Rose Modesto PSDB MS AUSENTE
Rubens Bueno Cidadania PR SIM
Rubens Otoni PT GO NÃO
Rubens Pereira Jr. PCdoB MA NÃO
Rui Falcão PT SP NÃO
Ruy Carneiro PSDB PB SIM
Sâmia Bomfim Psol SP NÃO
Samuel Moreira PSDB SP SIM
Sanderson PSL RS SIM
Santini PTB RS SIM
Sargento Fahur PSD PR SIM
Schiavinato PP PR SIM
Sebastião Oliveira PL PE AUSENTE
Sérgio Brito PSD BA SIM
Sergio Souza MDB PR SIM
Sergio Toledo PL AL SIM
Sergio Vidigal PDT ES NÃO
Severino Pessoa Republicanos AL SIM
Shéridan PSDB RR SIM
Sidney Leite PSD AM SIM
Silas Câmara Republicanos AM SIM
Silvia Cristina PDT RO NÃO
Silvio Costa Filho Republicanos PE SIM
Soraya Santos PL RJ SIM
Sóstenes Cavalcante DEM RJ AUSENTE
Stefano Aguiar PSD MG SIM
Stephanes Junior PSD PR AUSENTE
Subtenente Gonzaga PDT MG NÃO
Tabata Amaral PDT SP NÃO
Tadeu Alencar PSB PE NÃO
Tadeu Filippelli MDB DF SIM
Talíria Petrone Psol RJ NÃO
Ted Conti PSB ES NÃO
Tereza Nelma PSDB AL SIM
Tiago Dimas Solidariedade TO SIM
Tiago Mitraud Novo MG SIM
Tiririca PL SP NÃO
Tito Avante  BA SIM
Toninho Wandscheer Pros PR SIM
Túlio Gadêlha PDT PE NÃO
Uldurico Junior Pros BA NÃO
Vaidon Oliveira Pros CE SIM
Valdevan Noventa PL SE SIM
Valmir Assunção PT BA NÃO
Vander Loubet PT MS NÃO
Vanderlei Macris PSDB SP SIM
Vavá Martins Republicanos PA SIM
Vermelho PSD PR SIM
Vicentinho PT SP NÃO
Vicentinho Júnior PL TO SIM
Vilson da Fetaemg PSB MG NÃO
Vinicius Carvalho Republicanos SP SIM
Vinicius Farah MDB RJ SIM
Vinicius Gurgel PL AP SIM
Vinicius Poit Novo SP SIM
Vitor Hugo PSL GO SIM
Vitor Lippi PSDB SP SIM
Waldenor Pereira PT BA NÃO
Walter Alves MDB RN SIM
Weliton Prado Pros MG SIM
Wellington Roberto PL PB AUSENTE
Wilson Santiago PTB PB SIM
Wladimir Garotinho PSD RJ AUSENTE
Wolney Queiroz PDT PE NÃO
Zé Carlos PT MA NÃO
Zé Neto PT BA NÃO
Zé Silva Solidariedade MG SIM
Zé Vitor PL MG SIM
Zeca Dirceu PT PR NÃO

Fonte: Congresso em Foco

2ª – Votação: Manutenção do texto do Senado e garantia dos recursos do Fundeb para as escolas públicas

Abílio Santana (PL-BA) – votou Não
Abou Anni (PSL-SP) -votou Não
Acácio Favacho (PROS-AP) -votou Sim
Adolfo Viana (PSDB-BA) -votou Sim
Adriana Ventura (NOVO-SP) -votou Não
Adriano do Baldy (PP-GO) -votou Sim
Aécio Neves (PSDB-MG) -votou Sim
Afonso Florence (PT-BA) -votou Sim
Afonso Hamm (PP-RS) -votou Sim
Afonso Motta (PDT-RS) -votou Sim
Aguinaldo Ribeiro (PP-PB) -votou Sim
Airton Faleiro (PT-PA) -votou Sim
AJ Albuquerque (PP-CE) -votou Sim
Alan Rick (DEM-AC) -votou Não
Alceu Moreira (MDB-RS) -votou Sim
Alcides Rodrigues (PATRIOTA-GO)
Alê Silva (PSL-MG) -votou Não
Alencar S. Braga (PT-SP) -votou Sim
Alessandro Molon (PSB-RJ) -votou Sim
Alex Manente (CIDADANIA-SP) -votou Sim
Alex Santana (PDT-BA) -votou Não
Alexandre Frota (PSDB-SP) -votou Sim
Alexandre Leite (DEM-SP) -votou Não
Alexandre Padilha (PT-SP) -votou Sim
AlexandreSerfiotis (PSD-RJ) -votou Sim
Alexis Fonteyne (NOVO-SP) -votou Não
Alice Portugal (PCdoB-BA) -votou Sim
Aliel Machado (PSB-PR) -votou Sim
Aline Gurgel (REPUBLICANOS-AP) -votou Sim
Aline Sleutjes (PSL-PR) -votou Não
Altineu Côrtes (PL-RJ)
Aluisio Mendes (PSC-MA) -votou Sim
Amaro Neto (REPUBLICANOS-ES) -votou Não
André Abdon (PP-AP) -votou Sim
André de Paula (PSD-PE) -votou Sim
André Ferreira (PSC-PE) -votou Não
André Figueiredo (PDT-CE) -votou Sim
André Fufuca (PP-MA)
André Janones (AVANTE-MG) -votou Sim
Angela Amin (PP-SC) -votou Sim
Antonio Brito (PSD-BA)
Arlindo Chinaglia (PT-SP) -votou Sim
Arnaldo Jardim (CIDADANIA-SP) -votou Sim
Aroldo Martins (REPUBLICANOS-PR) -votou Sim
Arthur Lira (PP-AL)
Arthur O. Maia (DEM-BA) -votou Sim
Átila Lins (PP-AM) -votou Sim
Átila Lira (PP-PI) -votou Sim
Augusto Coutinho (SOLIDARIEDADE-PE) -votou Sim
Áurea Carolina (PSOL-MG) -votou Sim
Aureo Ribeiro (SOLIDARIEDADE-RJ) -votou Não
Bacelar (PODE-BA) -votou Sim
Baleia Rossi (MDB-SP) -votou Sim
Benedita da Silva (PT-RJ) -votou Sim
Benes Leocádio (REPUBLICANOS-RN) -votou Sim
Beto Faro (PT-PA) -votou Sim
Beto Pereira (PSDB-MS) -votou Sim
Beto Rosado (PP-RN)
Bia Cavassa (PSDB-MS) -votou Sim
Bia Kicis (PSL-DF) -votou Não
Bibo Nunes (PSL-RS) -votou Não
Bilac Pinto (DEM-MG) -votou Sim
Bira do Pindaré (PSB-MA) -votou Sim
Boca Aberta (PROS-PR)
Bohn Gass (PT-RS) -votou Sim
Bosco Costa (PL-SE) -votou Não
Bosco Saraiva (SOLIDARIEDADE-AM)
Bozzella (PSL-SP) -votou Não
Bruna Furlan (PSDB-SP) -votou Sim
Cacá Leão (PP-BA) -votou Sim
Camilo Capiberibe (PSB-AP) -votou Sim
Cap. Alberto Neto (REPUBLICANOS-AM) -votou Não
Cap. Fábio Abreu (PL-PI)
Capitão Augusto (PL-SP) -votou Não
Capitão Wagner (PROS-CE) -votou Não
Carla Dickson (PROS-RN) -votou Sim
Carla Zambelli (PSL-SP) -votou Não
Carlos Bezerra (MDB-MT)
Carlos Chiodini (MDB-SC) -votou Sim
Carlos Gaguim (DEM-TO) -votou Não
Carlos Gomes (REPUBLICANOS-RS) -votou Não
Carlos Jordy (PSL-RJ) -votou Não
Carlos Sampaio (PSDB-SP) -votou Sim
Carlos Veras (PT-PE) -votou Sim
Carlos Zarattini (PT-SP) -votou Sim
Carmen Zanotto (CIDADANIA-SC) -votou Sim
Caroline de Toni (PSL-SC) -votou Não
Cássio Andrade (PSB-PA) -votou Sim
Celina Leão (PP-DF) -votou Não
Célio Moura (PT-TO) -votou Sim
Célio Silveira (PSDB-GO) -votou Sim
Célio Studart (PV-CE) -votou Sim
Celso Maldaner (MDB-SC) -votou Sim
Celso Russomanno (REPUBLICANOS-SP) -votou Não
Celso Sabino (PSDB-PA) -votou Não
Cezinha Madureira (PSD-SP) -votou Não
Charles Fernandes (PSD-BA) -votou Sim
Charlles Evangelis (PSL-MG) -votou Não
Chico D´Angelo (PDT-RJ) -votou Sim
Chiquinho Brazão (AVANTE-RJ) -votou Não
Chris Tonietto (PSL-RJ)
Christiane Yared (PL-PR) -votou Não
Christino Aureo (PP-RJ) -votou Sim
Clarissa Garotinho (PROS-RJ) -votou Sim
Claudio Cajado (PP-BA) -votou Não
Cleber Verde (REPUBLICANOS-MA) -votou Não
Coronel Armando (PSL-SC) -votou Não
Coronel Tadeu (PSL-SP) -votou Não
Coronel Chrisóstom (PSL-RO)
Cristiano Vale (PL-PA) -votou Não
Da Vitória (CIDADANIA-ES) -votou Sim
Dagoberto Nogueira (PDT-MS) -votou Sim
Damião Feliciano (PDT-PB) -votou Sim
Daniel Almeida (PCdoB-BA) -votou Sim
Daniel Coelho (CIDADANIA-PE) -votou Sim
Daniel Freitas (PSL-SC) -votou Não
Daniel Silveira (PSL-RJ) -votou Não
Daniel Trzeciak (PSDB-RS) -votou Não
Daniela Waguinho (MDB-RJ) -votou Sim
Danilo Cabral (PSB-PE) -votou Sim
Danilo Forte (PSDB-CE) -votou Sim
Danrlei (PSD-RS) -votou Sim
David Miranda (PSOL-RJ) -votou Sim
David Soares (DEM-SP) -votou Não
DelAntônioFurtado (PSL-RJ) -votou Sim
Deleg. Éder Mauro (PSD-PA) -votou Não
Delegado Marcelo (PSL-MG) -votou Não
Delegado Pablo (PSL-AM) -votou Não
Delegado Waldir (PSL-GO) -votou Não
Denis Bezerra (PSB-CE) -votou Sim
Diego Andrade (PSD-MG)
Diego Garcia (PODE-PR) -votou Não
Dimas Fabiano (PP-MG) -votou Sim
Domingos Neto (PSD-CE)
Domingos Sávio (PSDB-MG) -votou Sim
Dr Zacharias Calil (DEM-GO) -votou Sim
Dr. Frederico (PATRIOTA-MG) -votou Não
Dr. Jaziel (PL-CE) -votou Não
Dr. Leonardo (SOLIDARIEDADE-MT) -votou Sim
Dr. Luiz Ovando (PSL-MS) -votou Não
Dr.Luiz Antonio Jr (PP-RJ) -votou Sim
Dra. Vanda Milani (SOLIDARIEDADE-AC)
Dra.Soraya Manato (PSL-ES) -votou Não
Dulce Miranda (MDB-TO) -votou Sim
Edilazio Junior (PSD-MA) -votou Sim
Edio Lopes (PL-RR)
EdmilsonRodrigues (PSOL-PA)
Edna Henrique (PSDB-PB) -votou Sim
Eduardo Barbosa (PSDB-MG) -votou Sim
Eduardo Bismarck (PDT-CE) -votou Sim
Eduardo Braide (PODE-MA) -votou Sim
Eduardo Costa (PTB-PA) -votou Sim
Eduardo Cury (PSDB-SP) -votou Não
Eduardo da Fonte (PP-PE) -votou Sim
EduardoBolsonaro (PSL-SP) -votou Não
Efraim Filho (DEM-PB) -votou Sim
Elcione Barbalho (MDB-PA) -votou Sim
Eli Borges (SOLIDARIEDADE-TO) -votou Não
Eli Corrêa Filho (DEM-SP) -votou Sim
Elias Vaz (PSB-GO) -votou Sim
Elmar Nascimento (DEM-BA)
Emanuel Pinheiro N (PTB-MT) -votou Sim
Emidinho Madeira (PSB-MG) -votou Sim
Enio Verri (PT-PR)
Enrico Misasi (PV-SP) -votou Não
Erika Kokay (PT-DF) -votou Sim
Eros Biondini (PROS-MG)
EuclydesPettersen (PSC-MG) -votou Sim
Evair de Melo (PP-ES) -votou Sim
Expedito Netto (PSD-RO) -votou Sim
Fábio Henrique (PDT-SE) -votouSim
Fábio Mitidieri (PSD-SE) -votouSim
Fábio Ramalho (MDB-MG)
Fabio Reis (MDB-SE) -votouSim
Fabio Schiochet (PSL-SC) -votouNão
Fábio Trad (PSD-MS) -votouSim
Fausto Pinato (PP-SP) -votouNão
Felício Laterça (PSL-RJ) -votouSim
Felipe Carreras (PSB-PE) -votouSim
Felipe Rigoni (PSB-ES) -votouSim
FelipeFrancischini (PSL-PR)
Félix Mendonça Jr (PDT-BA) -votouSim
FernandaMelchionna (PSOL-RS) -votouSim
Fernando Coelho (DEM-PE)
FernandoMonteiro (PP-PE) -votouSim
FernandoRodolfo (PL-PE) -votouSim
Filipe Barros (PSL-PR) -votouNão
Flávia Arruda (PL-DF)
Flávia Morais (PDT-GO) -votouSim
Flaviano Melo (MDB-AC) -votouNão
Flávio Nogueira (PDT-PI) -votouSim
Flordelis (PSD-RJ) -votouSim
Francisco Jr. (PSD-GO) -votouNão
Franco Cartafina (PP-MG) -votouSim
Fred Costa (PATRIOTA-MG) -votouSim
Frei Anastacio (PT-PB) -votouSim
Gelson Azevedo (PL-RJ) -votouNão
Genecias Noronha (SOLIDARIEDADE-CE) -votouNão
General Girão (PSL-RN) -votouNão
General Peternelli (PSL-SP) -votouNão
Geninho Zuliani (DEM-SP) -votouSim
Geovania de Sá (PSDB-SC) -votouSim
Gervásio Maia (PSB-PB) -votouSim
Giacobo (PL-PR) -votouNão
Gil Cutrim (PDT-MA) -votouSim
Gilberto Abramo (REPUBLICANOS-MG) -votouNão
GilbertoNasciment (PSC-SP) -votouNão
Gilson Marques (NOVO-SC) -votouNão
Giovani Cherini (PL-RS) -votouNão
Giovani Feltes (MDB-RS) -votouSim
Glauber Braga (PSOL-RJ) -votouSim
Glaustin da Fokus (PSC-GO) -votouNão
Gleisi Hoffmann (PT-PR) -votouSim
Gonzaga Patriota (PSB-PE)
Greyce Elias (AVANTE-MG) -votouNão
Guiga Peixoto (PSL-SP) -votouNão
Guilherme Derrite (PP-SP) -votouNão
Guilherme Mussi (PP-SP) -votouSim
Gurgel (PSL-RJ) -votouNão
Gustavo Fruet (PDT-PR) -votouSim
Gustinho Ribeiro (SOLIDARIEDADE-SE) -votouNão
Gutemberg Reis (MDB-RJ)
Haroldo Cathedral (PSD-RR) -votouSim
Heitor Freire (PSL-CE) -votouNão
Heitor Schuch (PSB-RS) -votouSim
Helder Salomão (PT-ES) -votouSim
Hélio Costa (REPUBLICANOS-SC) -votouSim
Hélio Leite (DEM-PA) -votouSim
Helio Lopes (PSL-RJ) -votouNão
Henrique Fontana (PT-RS) -votouSim
Hercílio Diniz (MDB-MG)
Herculano Passos (MDB-SP) -votouSim
HermesParcianello (MDB-PR) -votouSim
Hildo Rocha (MDB-MA)
Hiran Gonçalves (PP-RR) -votouSim
Hugo Leal (PSD-RJ) -votouNão
Hugo Motta (REPUBLICANOS-PB) -votouSim
Idilvan Alencar (PDT-CE) -votouSim
Igor Kannário (DEM-BA) -votouSim
Igor Timo (PODE-MG)
Iracema Portella (PP-PI) -votouSim
Isnaldo Bulhões Jr (MDB-AL) -votouSim
Israel Batista (PV-DF) -votouSim
Ivan Valente (PSOL-SP) -votouSim
Jandira Feghali (PCdoB-RJ) -votouSim
Jaqueline Cassol (PP-RO) -votouSim
Jefferson Campos (PSB-SP) -votouNão
Jerônimo Goergen (PP-RS) -votouNão
Jéssica Sales (MDB-AC)
Jesus Sérgio (PDT-AC) -votouSim
Jhc (PSB-AL) -votouSim
Jhonatan de Jesus (REPUBLICANOS-RR) -votouNão
João C. Bacelar (PL-BA) -votouNão
João Campos (REPUBLICANOS-GO) -votouNão
João Daniel (PT-SE) -votouSim
João H. Campos (PSB-PE) -votouSim
João Maia (PL-RN) -votouNão
João Marcelo S. (MDB-MA) -votouSim
João Roma (REPUBLICANOS-BA) -votouNão
JoaquimPassarinho (PSD-PA) -votouNão
Joenia Wapichana (REDE-RR) -votouSim
Joice Hasselmann (PSL-SP) -votouNão
Jorge Braz (REPUBLICANOS-RJ) -votouNão
Jorge Goetten (PL-SC) -votouNão
Jorge Solla (PT-BA) -votouSim
José Airton (PT-CE) -votouSim
José Guimarães (PT-CE) -votouSim
Jose Mario Schrein (DEM-GO) -votouSim
José Medeiros (PODE-MT) -votouSim
José Nelto (PODE-GO) -votouSim
José Nunes (PSD-BA) -votouSim
José Priante (MDB-PA) -votouSim
José Ricardo (PT-AM) -votouSim
José Rocha (PL-BA)
Joseildo Ramos (PT-BA) -votouSim
JosimarMaranhãozi (PL-MA)
Juarez Costa (MDB-MT)
Julian Lemos (PSL-PB)
Júlio Cesar (PSD-PI)
Julio Cesar Ribeir (REPUBLICANOS-DF) -votouNão
Júlio Delgado (PSB-MG) -votouSim
Juninho do Pneu (DEM-RJ) -votouSim
Junio Amaral (PSL-MG)
Júnior Ferrari (PSD-PA) -votouSim
Junior Lourenço (PL-MA) -votouNão
Júnior Mano (PL-CE)
Juscelino Filho (DEM-MA)
Kim Kataguiri (DEM-SP) -votouNão
Laercio Oliveira (PP-SE) -votouSim
Lafayette Andrada (REPUBLICANOS-MG) -votouNão
Lauriete (PSC-ES) -votouSim
Leandre (PV-PR) -votouSim
Leda Sadala (AVANTE-AP) -votouSim
Leo de Brito (PT-AC) -votouSim
Léo Moraes (PODE-RO) -votouSim
Léo Motta (PSL-MG)
Leonardo Monteiro (PT-MG) -votouSim
Leônidas Cristino (PDT-CE) -votouSim
Leur Lomanto Jr. (DEM-BA) -votouNão
Lídice da Mata (PSB-BA) -votouSim
Lincoln Portela (PL-MG)
Liziane Bayer (PSB-RS) -votouNão
Loester Trutis (PSL-MS) -votouNão
Lourival Gomes (PSL-RJ) -votouSim
Lucas Gonzalez (NOVO-MG) -votouNão
Lucas Redecker (PSDB-RS) -votouNão
Lucas Vergilio (SOLIDARIEDADE-GO) -votouNão
Luciano Bivar (PSL-PE)
Luciano Ducci (PSB-PR) -votouSim
Lucio Mosquini (MDB-RO)
Luis Miranda (DEM-DF) -votouNão
Luis Tibé (AVANTE-MG)
Luisa Canziani (PTB-PR) -votouNão
Luiz Carlos (PSDB-AP) -votouSim
Luiz Carlos Motta (PL-SP) -votouNão
Luiz Lima (PSL-RJ) -votouNão
Luiz Nishimori (PL-PR)
Luiz P. O.Bragança (PSL-SP) -votouNão
Luiza Erundina (PSOL-SP) -votouSim
LuizAntônioCorrêa (PL-RJ) -votouNão
Luizão Goulart (REPUBLICANOS-PR) -votouSim
Luizianne Lins (PT-CE) -votouSim
Magda Mofatto (PL-GO) -votouNão
Major Fabiana (PSL-RJ) -votouNão
Mara Rocha (PSDB-AC) -votouSim
Marcel van Hattem (NOVO-RS) -votouNão
Marcelo Álvaro (PSL-MG) -votouNão
Marcelo Aro (PP-MG) -votouSim
Marcelo Brum (PSL-RS) -votouNão
Marcelo Calero (CIDADANIA-RJ) -votouSim
Marcelo Freixo (PSOL-RJ) -votouSim
Marcelo Moraes (PTB-RS)
Marcelo Nilo (PSB-BA) -votouSim
Marcelo Ramos (PL-AM)
Marcio Alvino (PL-SP) -votouNão
Márcio Biolchi (MDB-RS) -votouSim
Márcio Jerry (PCdoB-MA) -votouSim
Márcio Labre (PSL-RJ) -votouNão
Márcio Marinho (REPUBLICANOS-BA) -votouNão
Marco Bertaiolli (PSD-SP) -votouSim
Marcon (PT-RS) -votouSim
Marcos A. Sampaio (MDB-PI) -votouSim
Marcos Pereira (REPUBLICANOS-SP) -votouNão
Margarete Coelho (PP-PI)
MargaridaSalomão (PT-MG) -votouSim
Maria do Rosário (PT-RS) -votouSim
Maria Rosas (REPUBLICANOS-SP) -votouNão
Mariana Carvalho (PSDB-RO) -votouSim
Marília Arraes (PT-PE) -votouSim
Marina Santos (SOLIDARIEDADE-PI)
Mário Heringer (PDT-MG)
MárioNegromonte Jr (PP-BA) -votouSim
Marlon Santos (PDT-RS) -votouSim
Marreca Filho (PATRIOTA-MA) -votouSim
Marx Beltrão (PSD-AL) -votouSim
Maurício Dziedrick (PTB-RS) -votouNão
Mauro Benevides Fº (PDT-CE) -votouSim
Mauro Lopes (MDB-MG) -votouSim
Mauro Nazif (PSB-RO) -votouSim
Merlong Solano (PT-PI) -votouSim
Miguel Lombardi (PL-SP) -votouSim
Milton Vieira (REPUBLICANOS-SP) -votouNão
Misael Varella (PSD-MG) -votouNão
Moses Rodrigues (MDB-CE)
Natália Bonavides (PT-RN) -votouSim
Nelson Barbudo (PSL-MT) -votouNão
Nereu Crispim (PSL-RS) -votouNão
Neri Geller (PP-MT)
Newton Cardoso Jr (MDB-MG) -votouSim
Nicoletti (PSL-RR) -votouSim
Nilson Pinto (PSDB-PA) -votouSim
Nilson Stainsack (PP-SC) -votouSim
Nilto Tatto (PT-SP) -votouSim
Nivaldo Albuquerq (PTB-AL)
Norma Ayub (DEM-ES) -votouSim
Odair Cunha (PT-MG) -votouSim
Olival Marques (DEM-PA) -votouSim
Orlando Silva (PCdoB-SP) -votouSim
Osires Damaso (PSC-TO) -votouSim
Osmar Terra (MDB-RS) -votouSim
Ossesio Silva (REPUBLICANOS-PE) -votouNão
Otoni de Paula (PSC-RJ) -votouNão
Otto Alencar (PSD-BA) -votouSim
Padre João (PT-MG) -votouSim
Pastor Eurico (PATRIOTA-PE) -votouNão
Pastor Gil (PL-MA) -votouNão
Pastor Isidório (AVANTE-BA) -votouSim
Patrus Ananias (PT-MG) -votouSim
Paula Belmonte (CIDADANIA-DF) -votouNão
Paulão (PT-AL) -votouSim
Paulo Abi-Ackel (PSDB-MG) -votouSim
Paulo Azi (DEM-BA) -votouNão
Paulo Bengtson (PTB-PA) -votouSim
Paulo Freire Costa (PL-SP) -votouNão
Paulo Ganime (NOVO-RJ) -votouNão
Paulo Guedes (PT-MG) -votouSim
Paulo Magalhães (PSD-BA) -votouSim
Paulo Martins (PSC-PR) -votouNão
Paulo Pereira (SOLIDARIEDADE-SP)
Paulo Pimenta (PT-RS) -votouSim
Paulo Ramos (PDT-RJ) -votouSim
Paulo Teixeira (PT-SP) -votouSim
Pedro A Bezerra (PTB-CE) -votouSim
Pedro Cunha Lima (PSDB-PB) -votouNão
Pedro Lucas Fernan (PTB-MA)
Pedro Lupion (DEM-PR) -votouNão
Pedro Paulo (DEM-RJ) -votouSim
Pedro Uczai (PT-SC) -votouSim
Pedro Westphalen (PP-RS) -votouSim
Perpétua Almeida (PCdoB-AC)
Pinheirinho (PP-MG)
Policial Sastre (PL-SP) -votouNão
Pompeo de Mattos (PDT-RS) -votouSim
Pr Marco Feliciano (REPUBLICANOS-SP) -votouNão
Prof Marcivania (PCdoB-AP) -votouSim
Profª Dorinha (DEM-TO) -votouSim
Profª Rosa Neide (PT-MT) -votouSim
Professor Alcides (PP-GO) -votouSim
Professor Joziel (PSL-RJ) -votouNão
Professora Dayane (PSL-BA) -votouNão
Rafael Motta (PSB-RN) -votouSim
Raimundo Costa (PL-BA) -votouNão
Raul Henry (MDB-PE) -votouSim
Reginaldo Lopes (PT-MG) -votouSim
Rejane Dias (PT-PI) -votouSim
Renata Abreu (PODE-SP) -votouSim
Renato Queiroz (MDB-RR) -votouSim
Renildo Calheiros (PCdoB-PE) -votouSim
Ricardo Barros (PP-PR) -votouNão
Ricardo Guidi (PSD-SC) -votouSim
Ricardo Izar (PP-SP) -votouNão
Ricardo Silva (PSB-SP) -votouSim
Ricardo Teobaldo (PODE-PE) -votouSim
Robério Monteiro (PDT-CE) -votouSim
Roberto Alves (REPUBLICANOS-SP) -votouNão
Roberto de Lucena (PODE-SP) -votouNão
Rodrigo Agostinho (PSB-SP) -votouSim
Rodrigo Coelho (PSB-SC) -votouNão
Rodrigo de Castro (PSDB-MG) -votouSim
Rodrigo Maia (DEM-RJ) -votouPresidente
Rogério Correia (PT-MG) -votouSim
Roman (PATRIOTA-PR) -votouSim
Ronaldo Carletto (PP-BA) -votouNão
Rosana Valle (PSB-SP) -votouSim
Rosangela Gomes (REPUBLICANOS-RJ) -votouNão
Rose Modesto (PSDB-MS) -votouSim
Rubens Bueno (CIDADANIA-PR) -votouSim
Rubens Otoni (PT-GO) -votouSim
Rubens Pereira Jr. (PCdoB-MA) -votouSim
Rui Falcão (PT-SP) -votouSim
Ruy Carneiro (PSDB-PB) -votouSim
Sâmia Bomfim (PSOL-SP) -votouSim
Samuel Moreira (PSDB-SP) -votouSim
Sanderson (PSL-RS) -votouNão
Santini (PTB-RS) -votouNão
Sargento Fahur (PSD-PR) -votouNão
Schiavinato (PP-PR) -votouSim
Sebastião Oliveira (AVANTE-PE) -votouNão
Sérgio Brito (PSD-BA)
Sergio Souza (MDB-PR) -votouSim
Sergio Toledo (PL-AL) -votouNão
Sergio Vidigal (PDT-ES)
Severino Pessoa (REPUBLICANOS-AL) -votouNão
Shéridan (PSDB-RR) -votouSim
Sidney Leite (PSD-AM) -votouSim
Silas Câmara (REPUBLICANOS-AM) -votouNão
Silvia Cristina (PDT-RO) -votouSim
Silvio Costa Filho (REPUBLICANOS-PE) -votouSim
Soraya Santos (PL-RJ) -votouNão
SóstenesCavalcante (DEM-RJ) -votouNão
Stefano Aguiar (PSD-MG) -votouNão
Stephanes Junior (PSD-PR) -votouNão
SubtenenteGonzaga (PDT-MG) -votouSim
Tabata Amaral (PDT-SP) -votouSim
Tadeu Alencar (PSB-PE) -votouSim
Talíria Petrone (PSOL-RJ) -votouSim
Ted Conti (PSB-ES) -votouSim
Tereza Nelma (PSDB-AL)
Tiago Dimas (SOLIDARIEDADE-TO) -votouNão
Tiago Mitraud (NOVO-MG) -votouNão
Tiririca (PL-SP) -votouSim
Tito (AVANTE-BA)
ToninhoWandscheer (PROS-PR) -votouSim
Túlio Gadêlha (PDT-PE) -votouSim
Uldurico Junior (PROS-BA) -votouSim
Vaidon Oliveira (PROS-CE) -votouSim
Valdevan Noventa (PL-SE) -votouNão
Valmir Assunção (PT-BA) -votouSim
Vander Loubet (PT-MS) -votouSim
Vanderlei Macris (PSDB-SP) -votouSim
Vavá Martins (REPUBLICANOS-PA) -votouNão
Vermelho (PSD-PR) -votouNão
Vicentinho (PT-SP) -votouSim
Vicentinho Júnior (PL-TO) -votouNão
Vilson da Fetaemg (PSB-MG) -votouSim
Vinicius Carvalho (REPUBLICANOS-SP) -votouNão
Vinicius Farah (MDB-RJ) -votouSim
Vinicius Gurgel (PL-AP) -votouSim
Vinicius Poit (NOVO-SP) -votouNão
Vitor Hugo (PSL-GO) -votouNão
Vitor Lippi (PSDB-SP) -votouNão
Waldenor Pereira (PT-BA) -votouSim
Walter Alves (MDB-RN) -votouSim
Weliton Prado (PROS-MG) -votouSim
Wellington (PL-PB)
Wilson Santiago (PTB-PB) -votouSim
WladimirGarotinho (PSD-RJ)
Wolney Queiroz (PDT-PE) -votouSim
Zé Carlos (PT-MA) -votouSim
Zé Neto (PT-BA) -votouSim
Zé Silva (SOLIDARIEDADE-MG) -votouNão
Zé Vitor (PL-MG)
Zeca Dirceu (PT-PR) -votouSim

Fonte: Congresso em Foco

MATÉRIA EM LIBRAS

Sinpro-DF alerta volta da prova de vida: “evite ficar sem pagamento”

A partir do dia 4 de janeiro de 2021 professoras/es e orientadoras/es educacionais aposentadas/os e pensionistas deverão voltar a fazer a prova de vida para recebimento dos benefícios. A regra vale para todos os setores do serviço público. A decisão está na portaria nº 58, publicada no Diário Oficial do Distrito Federal dessa quinta-feira (17/12).

“Toda/os as/os professoras/es e orientadoras/es aposentadas/os devem ficar atentos! Não esqueçam de fazer a prova de vida no mês do seu aniversário. Evitem ficar sem pagamento”, alerta a diretora da Secretaria de Assuntos dos Aposentados Silvia Canabrava.

A prova de vida é a comprovação anual obrigatória e necessária para o pagamento regular de aposentadorias e pensões. Ela havia sido suspensa em março, como forma de evitar aglomeração e impedir o avanço da contaminação da Covid-19.

Documentação necessária
>> Documento de identificação com foto (Carteira de Identidade, Carteira de Habilitação ou Carteira Profissional)
CPF

>> Comprovante de residência, datado dos últimos três meses

Documentação para tutores, guardiões e curadores
>> Original da tutela
>> Termo de guarda ou curatela
>> Documento de identidade oficial do representante legal

Na hipótese de o aposentado ou pensionista residir em território nacional, mas fora do Distrito Federal e da Região Integrada de Desenvolvimento do Distrito Federal (Ride), ele deverá encaminhar correspondência ao Iprev-DF com Declaração de Vida, de Residência e de Estado Civil emitida em cartório e expedida no mês do procedimento. Não será aceita Declaração de Vida, Residência e Estado Civil com reconhecimento de firma por semelhança (Fonte: Agência Brasília)

Problemas de locomoção
Segundo informa a Agência Brasília, “aposentados e pensionistas residentes no Distrito Federal, impossibilitados de locomoção em decorrência de doença grave ou incapacitante, comprovadas por laudo médico, e maiores de 90 anos poderão requerer a visita domiciliar de servidor do Iprev-DF para realização da prova de vida. O pedido de visita deverá ser formulado pelo e-mail agendamento@iprev.df.gov.br, com atestado médico anexado e que comprove a condição de impossibilidade de locomoção”.

MATÉRIA EM LIBRAS

Alterações que retiram R$ 16 bilhões das escolas públicas são rejeitadas. Vitória da Educação

A educação obteve uma importante vitória na tarde desta quinta-feira (17). As alterações realizadas anteriormente pela Câmara dos Deputados, que retiravam cerca de R$ 16 bilhões das escolas públicas para repassar a outros sistemas de ensino, inclusive para colégios ligados ao Sistema S (Senai, Sesi, Senac, Sesc), foram rejeitadas por ampla maioria dos(as) parlamentares durante votação do texto da regulamentação do Fundeb.

Em tempos de pandemia, a categoria teve que pressionar o Parlamento de forma eletrônica, e em todos os momentos de discussão do Fundeb esta mobilização, por meio de envio de mensagens que o sindicato organizou, tornou-se vital para impedir retrocessos no campo da Educação. “Esta participação foi vital na aprovação do Fundeb como uma política permanente e agora, na regulamentação, está garantindo que os recursos não fossem desviados para a área privada. Isto é uma vitória para todos e todas que buscam uma educação pública de qualidade”, salienta o diretor do Sinpro Cláudio Antunes.

O Senado Federal já havia aprovado uma emenda global restabelecendo o substitutivo do deputado Felipe Rigoni (PSB-ES) ao PL 4.372/20, rejeitando todas as emendas privatistas da Câmara, consideradas inconstitucionais por entidades responsáveis pela fiscalização do FUNDEB, especialmente pelo conjunto dos Ministérios Públicos Federal e Estaduais e Tribunais de Contas nacionais (MPF, MPE, TCU, TCEs e TCMs).

O FUNDEB aprovado pela EC 108 tem compromissos valorosos com o país. Com ele será possível incluir os estudantes que estão fora da escola – especialmente em situação de trabalho infantil –; superar o analfabetismo literal de mais de 11 milhões de jovens e adultos e o analfabetismo funcional de outros quase 30 milhões; ampliar a escolarização de cerca de 77 milhões de brasileiros/as que não conseguiram concluir a educação básica na idade apropriada; ampliar a oferta de educação integral; melhorar a qualidade do ensino em todas as etapas e modalidades do nível básico e valorizar efetivamente os profissionais da educação pública.

 

Substituto do Senado é mantido

Com o resultado da votação sobre a regulamentação do FUNDEB, fica estipulado o que havia sido combinado entre o relator Felipe Rigoni com a oposição e a base social da educação, mantendo, agora, integralmente o substitutivo do Senado que:

 

  1. Não admite convênios com o Sistema S ou quaisquer outras entidades privadas, mesmo sem fins lucrativos, para a oferta da educação técnica e profissional;
  2. Veda o conveniamento de matrículas públicas nas etapas do ensino fundamental e médio, ainda que na proporção de 10% sugerida na emenda de plenário da Câmara;
  3. Não permite convênios privados para atividades no contraturno, uma vez que a educação integral é um dos objetivos a serem alcançados pelo novo FUNDEB permanente;
  4. Só admite remunerar com recursos do FUNDEB os/as profissionais da educação pública, previstos no art. 61 da Lei 9.394/96, e os/as psicólogos/as e assistentes sociais nos termos da Lei 13.935/19.

Votação da bancada do DF

A bancada do Distrito Federal, composta por oito parlamentares, sete votaram para que os recursos do Fundeb ficassem com a educação pública. Apenas a deputada Bia Kicis, do PSL, votou para que o dinheiro fosse encaminhado para a rede privada.

MATÉRIA EM LIBRAS

Câmara agenda votação do Fundeb para esta quinta (17); pressão é urgente

Está na pauta desta quinta-feira (17) da Câmara dos Deputados a votação o texto da regulamentação do Fundeb. A matéria volta à Casa após o Senado Federal, sob pressão dos setores que defendem a Educação, descartar alterações realizadas anteriormente pela Câmara, que retiravam cerca de R$ 16 bilhões das escolas públicas para repassar a outros sistemas de ensino, inclusive para colégios ligados ao Sistema S (Senai, Sesi, Senac, Sesc). A sessão será às 10h.

Com o agendamento, a orientação é de que a pressão sobre os parlamentares se intensifique. A principal ferramenta utilizada pela CNTE, Sinpro-DF, CUT e outras organizações que defendem a educação pública de qualidade e para todas e todos é o site Na Pressão, que possibilita o envio de mensagens para todos os parlamentares, de forma facilitada.

“A pandemia da Covid-19 nos impede de ir às ruas. Mas as redes possibilitaram que a nossa pressão continue ativa e gerando resultados positivos. Prova disso é a posição do Senado. Agora é cobrar dos nossos deputados e deputadas. Temos que lembrá-los: quem votar contra o Fundeb para a educação pública, não vai mais voltar”, alerta o diretor de Imprensa do Sinpro-DF, Cláudio Antunes.

 

Deputados Federais do DF podem fazer a diferença 

Os/as 8 deputados/as federais do DF pertencem a 8 partidos políticos diferentes e podem influenciar suas bancadas na Câmara dos Deputados. Veja abaixo as orientações do Sinpro-DF para a mobilização virtual e faça sua parte.

1️⃣ Clique nos links, e envie a mensagem (ela já está escrita).

2️⃣ No Instagram (@sinprodf) e no Facebook ( https://www.facebook.com/sinprodf/ ) você encontrará novos cards dos parlamentares do DF sobre o Fundeb!

3️⃣ Envie estas orientações para as listas de WhatsApp da sua escola.

Deputados(as) do DF

👩🏻‍💼 BIA KICIS PRP DF
https://bit.ly/3p20hm4

👩🏾‍💼 ERIKA KOKAY PT DF
https://bit.ly/3oYdk80

👩🏼‍💼 FLAVIA ARRUDA PR DF
https://bit.ly/2K4lGMI

👨🏻‍💼 JULIO CESAR PRB DF
https://bit.ly/3msmE2j

👨🏻‍💼 LUIS MIRANDA DEM DF
https://bit.ly/2WoZGyE

👩🏼‍💼 PAULA BELMONTE PPS DF
https://bit.ly/3ax0EBd

👨🏽‍💼 PROFESSOR ISRAEL PV DF
https://bit.ly/3mrVgRW

👨🏻‍💼 FILIPELLI MDB DF
https://bit.ly/3mtePJu

O Fundeb
No último mês de agosto, o Congresso Nacional promulgou a Emenda à Constituição 108/2020, que implementou o novo Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). Com isso, o Fundo passará a vigorar a partir de janeiro de forma permanente, com ampliação dos repasses federais.

Atualmente, a União repassa para o Fundo 10% sobre o montante reunido por governos estaduais e prefeituras. Com a alteração, o percentual deve chegar a 23% em 2026. Entretanto, mesmo com a promulgação do Congresso, é necessária a aprovação de uma lei que regulamente a operacionalização e a distribuição dos recursos a estados e municípios.

Também foi adicionado à Constituição o Custo Aluno-Qualidade (CAQ), mecanismo que determina quanto o governo deve investir por estudantes ao ano em cada etapa da educação básica, indicando um padrão mínimo de qualidade, com a garantia de acessibilidade, alimentação nutritiva, internet banda larga, saneamento básico e outros requisitos. O objetivo é reduzir as desigualdades existentes país afora.

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Sinpro entra com ação no TJDFT contra Ensino Domiciliar

O Sinpro, por meio da Secretaria de Assuntos Jurídicos, entrou com uma Ação Direta de Inconstitucionalidade no Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) contra a Lei 6.579 de 2020, que institui a educação domiciliar no Distrito Federal. De forma totalmente açodada e sem o devido debate com a sociedade, o governador Ibaneis Rocha (MDB) sancionou, nesta quarta-feira (16), o homeschooling.

Existem tipos de aprendizagem que só acontecem no ambiente escolar, ambiente preparado para receber estudantes, e ensinar, com professores(as), orientadores(as), diretores(as) e psicólogos(as). No entanto, a política do GDF tem sido a de depredar sistematicamente o ensino público para justificar a implementação deste tipo de política.

Diante deste cenário, o Sinpro, em defesa de uma educação pública de qualidade, apresentou a ação questionando a prática, por ser claramente inconstitucional, afrontando direitos previstos na Constituição e na Lei Orgânica do DF, assim como a decisão recente do STF, que estabelece que tal sistema de ensino somente pode ser estabelecido por meio de Lei Federal a ser debatida no Congresso Nacional.

 

Por que somos contrários

O sindicato é totalmente contrário à educação domiciliar por vários motivos pedagógicos, científicos, e também por entender que, para além de inconstitucional, por ser matéria do Congresso Nacional, como determinou o Supremo Tribunal Federal (STF), fica claro que setores minoritários da população querem usar o dinheiro público para criarem um feudo para seus filhos, sem convivência social, sem diversidade de raças, gênero, classes sociais, pluralidade de ideias, liberdade de cátedra. Aliás, quem defende a educação domiciliar são os mesmos defensores da famigerada ‘escola sem partido’, a Lei da Mordaça.

A lei sancionada por Ibaneis acompanha a política de privatização do governo Jair Bolsonaro/Paulo Guedes, e ainda mostra um cenário desanimador, visto que não há nenhuma política e nenhum projeto que nos faz acreditar em melhorias, em investimento do dinheiro público na educação para assegurar melhor qualidade e melhores condições de trabalho.

É importante lembrar que vários artigos do então projeto de lei, além do substitutivo, deixam claro que esse projeto tem como objetivo abrir as porteiras para a terceirização e para a privatização da educação, como o que diz o Art. 3º, do PL nº 1.268/2020 do GDF, que a educação domiciliar será exercida por meio de registro na Secretaria de Educação em Entidade de Apoio à Educação Domiciliar (EAED) ou em instituição privada que esteja em regular funcionamento.

O Sinpro defende, sim, mais investimentos para a educação pública, pois é desta forma que poderemos ter uma educação pública de qualidade para todos e todas.

 

Clique aqui e confira a ADI.

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Fundeb | Pressão agora é na Câmara

Uma série de ações no Congresso Nacional e nas redes sociais estão sendo desenvolvidas pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) e sindicatos filiados, como o Sinpro-DF, para garantir que a Câmara dos Deputados siga a decisão do Senado Federal sobre o texto de regulamentação do novo Fundeb. A cobrança feita pelos servidores da Educação, estudantes e pela sociedade em geral sobre deputados e deputadas vem sendo feita principalmente pelo site Na Pressão, e a orientação é de que a participação popular se intensifique nos próximos dias.

“Com a pandemia da Covid-19, as ações presenciais ficam limitadas a um grupo menor, que está atuando fortemente no Congresso Nacional; atuação essa liderada por dirigentes sindicais da CNTE, da CUT e também do Sinpro-DF e outros sindicatos. Com a prova de que as redes sociais têm força, a categoria da Educação deve intensificar a mobilização virtual, mandando mensagens para deputados e deputadas, marcando o nome deles em posts sobre o Fundeb e exigindo a necessidade de valorizar a educação pública e seus profissionais”, explica o diretor de Imprensa do Sinpro-DF Cláudio Antunes.

Nessa terça-feira (15), o Senado Federal descartou alterações realizadas anteriormente pela Câmara dos Deputados, que retiravam cerca de R$ 16 bilhões das escolas públicas para repassar a outros sistemas de ensino, inclusive para colégios ligados ao Sistema S (Senai, Sesi, Senac, Sesc). Diante da alteração, o texto agora volta para a Câmara dos Deputados, que pode aprovar ou não a mudança. Há expectativa de que deputadas/os votem o projeto ainda nesta semana.

“Na prática, o Senado consertou o passa-moleque da Câmara dos Deputados, no último dia 10, quando foi descumprido o acordo selado entre o relator da matéria e a oposição, com o aval das entidades nacionais da educação”, afirma a CNTE em nota pública (Leia a íntegra aqui)

O Fundeb
No último mês de agosto, o Congresso Nacional promulgou a Emenda à Constituição 108/2020, que implementou o novo Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). Com isso, o Fundo passará a vigorar a partir de janeiro de forma permanente, com ampliação dos repasses federais.

Atualmente, a União repassa para o Fundo 10% sobre o montante reunido por governos estaduais e prefeituras. Com a alteração, o percentual deve chegar a 23% em 2026. Entretanto, mesmo com a promulgação do Congresso, é necessária a aprovação de uma lei que regulamente a operacionalização e a distribuição dos recursos a estados e municípios.

Também foi adicionado à Constituição o Custo Aluno-Qualidade (CAQ), mecanismo que determina quanto o governo deve investir por estudantes ao ano em cada etapa da educação básica, indicando um padrão mínimo de qualidade, com a garantia de acessibilidade, alimentação nutritiva, internet banda larga, saneamento básico e outros requisitos. O objetivo é reduzir as desigualdades existentes país afora.

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Versão digital de revista com foco em estudantes da rede pública será lançada nesta quarta (16)

Há cinco anos, nasceu a revista Caminhos: O Melhor do Brasil, com a proposta de valorizar, informar e formar estudantes da rede pública de ensino. Neste ano, pela primeira vez, a revista terá formato digital. O lançamento será nesta quarta-feira (16), às 20h, com transmissão pela TV Resistência Contemporânea, pela TV Comunitária (Canal 12 na NET) e retransmissão pelo canal do Sinpro-DF no Youtube.

Segundo os organizadores da Caminhos, a 5ª edição da revista é resultado de trabalho em grupo, realizado à distância, mas sem perder o “compromisso de fazer ecoar as vozes e vezes das/os estudantes das escolas públicas”.

“O foco das nossas publicações é a partilha desse projeto que envolve e convida estudantes e toda a nossa comunidade a pensar sobre temas ligados à Identidade, Patrimônio e Meio Ambiente, a partir de seus próprios lugares e realidades”, afirma a coordenação do projeto.

Trajetória
A Revista Caminhos: O Melhor do Brasil é uma publicação oficial do Projeto Re(vi)vendo Êxodos. Nascido em 2001, o projeto, com atuação nas escolas públicas do DF, tem como objetivo proporcionar a alunas e alunos visão crítica do mundo, tornando-os “cidadãos participativos” com “coragem de agir como transformadores das diversas realidades”.

“Estamos vivendo em um mundo globalizado, ainda sob a égide de uma potência hegemônica, com o crescimento exponencial dos dramas sociais e ambientais em todo o planeta. (…) É vital e urgente a discussão da questão do ‘pertencimento’, do respeito à cidadania, do encorajamento da ética nas relações políticas e humanas, do fortalecimento da tolerância. Queremos que nossos alunos brilhem, numa escola pública de qualidade, laica, inclusiva, tolerante, diversificada, presencial, que defenda a liberdade de expressão, os direitos humanos e que seja capaz de instrumentalizar esses jovens a serem cidadãos participantes, responsáveis, críticos e amorosos”, disse o coordenador do projeto, professor Luis Guilherme, em entrevista feita pelo Sinpro-DF em 2018.

Conheça mais sobre o projeto em http://bit.ly/34hJMu3

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América Latina lança campanha para tributar os mais ricos

A América Latina é a região mais atingida econômica e sanitariamente pela pandemia. Ao mesmo tempo, é a que menos tributa a riqueza. Frente a essa realidade, que empobreceu 45 milhões de pessoas, um movimento que reúne os 24 países da região lança a campanha “Agora ou Nunca! Impostos sobre as grandes fortunas”, nesta terça-feira (15/12), às 11h. O lançamento será em uma coletiva de imprensa pela plataforma de vídeo-conferência.

De iniciativa da Rede de Justiça Fiscal da América Latina e Caribe e Rede Latino-americana por Justiça Econômica e Social (Latindadd), a campanha convidou para a live de lançamento da campanha Jorge Coronado, da CNE – Costa Rica; Adrián Falco, da SES Argentina; e Verónica Serafini, da Latindadd – Paraguay. A moderação será feita por Carlos Bedoya, do Latindadd – Peru.

“É indispensável tributar as grandes fortunas. Os Estados não têm recursos para enfrentar a gravidade da situação”, registra o porta voz da campanha, o sociólogo e especialista em tributação internacional, Jorge Coronado. Os 10% mais ricos da América Latina concentram 63% da riqueza da região, mas poucos pagam tributos sobre seus ativos financeiros e patrimoniais.

Em cada 100, 77 estão vulneráveis

A Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal) aponta que a região retrocedeu 15 anos na luta contra a pobreza. Estima ainda que 2,7 milhões de empresas formais fecharam e a queda do PIB regional será de -9.1% no fim de 2020. De cada 100 pessoas, 77 estão em situação vulnerável, projeta a Cepal.

Estudo minucioso realizado pela Latindadd, que embasa a campanha “Agora ou Nunca! Impostos sobre as grandes fortunas”, aponta que 60% dos bilionários latino-americanos herdaram suas fortunas e não são tributados em muitos dos países, aprofundando a desigualdade.

Exemplos a seguir

O Chile aprovou em maio imposto sobre o patrimônio de super-ricos, país no qual o próprio presidente Sebastian Piñera encabeça a lista de homens mais ricos. Argentina e Bolívia aprovaram neste mês a cobrança de impostos sobre grandes fortunas. Equador e Peru avançam na mesma direção. Até o Fundo Monetário Internacional defende a tributação das fortunas para sair da crise aprofundada pela pandemia, mesma medida antecipada pelo recém-eleito presidente norte americano, Joe Biden.

Dados sobre riqueza são omitidos

“Curiosamente, sabemos tudo sobre os benefícios dados aos mais pobres, mas a riqueza segue sendo apenas estimada, posto que há um véu ao redor dela, em nome da privacidade”, registra a presidenta do Instituto Justiça Fiscal (IJF), Maria Regina Paiva Duarte, entidade integrante da campanha latino-americana no Brasil.

Os dados sobre riqueza e fortunas são frágeis e opacos devido à guarida fiscal, sociedades offshores (sociedades ou contas bancárias abertas em países ou territórios do exterior, sujeitas a um regime tributário diferenciado e favorecido, com domicílio estabelecido em outro país), sociedades anônimas e o segredo bancário e tributário vigente na maioria dos países do bloco.

Além disso, os ricos ficaram mais ricos na pandemia. Os milionários da região latino-caribenha aumentaram sua riqueza em US$ 48,2 milhões entre 18 de março e 12 de julho, segundo a Forbes. Justamente um dos períodos de maior confinamento. Neste período 42 brasileiros aumentaram suas fortunas em R$ 170 bilhões, valor maior que todo o orçamento da saúde pública em 2020.

Campanha no Brasil
No Brasil, a campanha Tributar os Super-Ricos foi lançada em outubro por mais de 70 entidades nacionais, propondo oito medidas legislativas simples de serem implementadas. Com a tributação de apenas 0,3% mais ricos, resultando em receita anual de R$ 300 bilhões. O Brasil é o sétimo país com maior desigualdade no mundo e é também o sétimo com o maior número de bilionários.

As oito propostas legislativas estão disponíveis em https://ijf.org.br/calculadora-irpf/, onde também está disponibilizada calculadora para verificar como ficam os tributos de cada pessoa com a implementação das medidas.

As atividades do movimento também podem ser conferidas nas redes sociais:
Facebook: tributar.os.super.ricos
Instagram: tributaros.super.ricos
Twitter: OsTributar

Serviço
Lançamento da campanha “Agora ou Nunca! Impostos sobre as grandes fortunas”
Data: terça-feira, 15/12
Horário: 11h
Local: Plataforma Zoom – https://bit.ly/Latindadd.

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FUNDEB é desconfigurado e privatizado na Câmara dos Deputados

Em pleno Dia Internacional dos Direitos Humanos (10.12.20), a Câmara dos Deputados, no Brasil, num gesto antagônico à garantia de um dos direitos mais essenciais da pessoa humana e da sociedade (a Educação), aplicou o maior e mais assombroso golpe contra a educação pública brasileira. Nem os mais céticos poderiam prever tamanha inconsequência coordenada pela base do governo Bolsonaro no parlamento, que terminou por quase sepultar o FUNDEB aprovado pela Emenda Constitucional (EC) nº 108, no último mês de agosto.

Após várias rodadas de negociações (ou pretensas negociações) com o relator do PL 4.372/20, deputado Felipe Rigoni (PSB-ES), para que seu relatório inicial fosse adequado aos objetivos da EC 108 – retirando o caráter privatista da proposta e contemplando pautas da sociedade progressista organizada –, entrou oficialmente na pauta de votação da Câmara Federal a regulamentação do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação – FUNDEB. O que se viu, a partir daí, foi um festival de traições e dilapidação da maior conquista da educação pública nos últimos anos. O incontido apetite privatista dos partidos de Direita, especialmente do chamado Centrão (base de apoio do governo Bolsonaro), não só recolocou no texto do FUNDEB os principais pontos que haviam sido retirados por “acordo” entre o relator e os partidos de oposição, como piorou ainda mais a regulamentação.

Sobre o pretenso acordo entre o relator e a oposição, restaram sérias dúvidas a respeito de sua boa-fé. Isso porque vários parlamentares da situação citaram durante a votação outras negociações feitas entre a base do governo e o relator, que descaracterizavam o acordo com a oposição. E essa suposta traição teria como única estratégia garantir que o PL 4.372/20 fosse pautado no plenário da Câmara dos Deputados, sem obstruções. Objetivo claramente alcançado! A oposição cumpriu o acordo e sequer apresentou destaques ao texto (com exceção de um ao final da votação). Já a base do governo surrupiou o FUNDEB na calada da noite.

Nem mesmo os ajustes feitos na parte que trata da complementação da União VAAR (por resultados), a fim de reconhecer as eleições para direções das escolas juntamente com os critérios técnicos e de mérito previstos na redação original do substitutivo, e a inclusão de indicadores sociais e de raça para contrapor os critérios meramente meritocráticos nesta forma redistributiva de recursos da União, foram suficientes para amenizar os enormes retrocessos aplicados à escola pública brasileira. Outra inclusão ao texto diz respeito à vigência da Lei 11.738 até que o Congresso regulamente uma nova lei de piso nacional para o magistério. A proposta da CNTE previa prazo para a regulamentação do piso salarial do art. 206, VIII da Constituição, mantendo-se vigente, até essa data, o atual piso do magistério. O risco agora consiste em não aprovar o piso para todos os profissionais da educação e, de quebra, termos uma nova legislação para o magistério mais restritiva que a atual.

Entre as derrotas impostas à educação pública, destacam-se:
1. A privatização da oferta de educação técnica e profissional, drenando recursos públicos para instituições conveniadas ou “parceiras” com o poder público, sobretudo as entidades do Sistema S, que já contam com fartos recursos públicos e ganharão ainda mais com o FUNDEB. E não há travas para essas parcerias!
2. A privatização por convênios irrestritos na educação infantil (creche e pré-escola) e na educação especial. Também não há limites para as parcerias entre o poder público e as instituições privadas (conveniadas) nessas etapas e modalidades.
3. A privatização de 10% das vagas do ensino fundamental e médio, atendendo especialmente aos interesses de entidades confessionais e aquelas que fazem filantropia com recursos públicos no país.
4. A privatização das atividades de contraturno escolar, algo inédito na educação brasileira. As instituições conveniadas (comunitárias, confessionais e filantrópicas) poderão abocanhar mais 30% do custo aluno do FUNDEB para ofertar atividades extracurriculares aos estudantes das escolas públicas.

Profissionais da educação duramente atingidos em sua valorização
Não bastasse todo o desmonte promovido na oferta escolar pública, a Câmara dos Deputados fechou a votação do FUNDEB com a quase inacreditável aprovação da emenda apresentada pelo “Partido Novo”, que introduz na subvinculação de 70% dos recursos do FUNDEB, destinados à remuneração dos profissionais da educação, também os trabalhadores que desempenham atividades nas instituições comunitárias, confessionais e filantrópicas, além de psicólogos, assistentes sociais e quaisquer outros profissionais que estejam vinculados às secretarias de educação (contadores, advogados, administradores, quiçá militares!).

Essa aberração legislativa visa claramente fragilizar ainda mais o cumprimento do piso salarial profissional nacional do magistério e as políticas de valorização das carreiras profissionais de professores e demais trabalhadores da educação básica pública. Se antes faltavam recursos para valorizar os profissionais da educação, que dirá se essa emenda for definitivamente aprovada pelo Senado?

Mobilização, já!
Não obstante a luta jurídica que se sucederá a partir das emendas aprovadas ao relatório de regulamentação do FUNDEB, sobretudo no que se refere a subvinculação destinada para a valorização dos profissionais da educação, é importante, desde já, organizar a mobilização social para reverter no Senado os absurdos cometidos pela Câmara dos Deputados.

A cobiça privatista aliada ao projeto de desmonte da escola pública brasileira são duas bandeiras indissociáveis do governo Bolsonaro. Todavia, a falta de limites e de bom-senso na votação da Câmara coloca em risco a estrutura da educação nacional. Os municípios, especialmente os menores, serão gravemente afetados com a redução de receitas do FUNDEB drenadas para a iniciativa privada.

É hora de mais uma vez o país se unir para evitar o desmonte da educação pública, Gestores, trabalhadores, estudantes e comunidade escolar por inteiro devem dar as mãos e cerrar fileiras contra os retrocessos impostos pela Câmara dos Deputados ao FUNDEB. Todas as emendas vão contra os objetivos da EC 108 e precisam ser revertidas. Para tanto, a mobilização no Senado, e posteriormente na Câmara dos Deputados – que dará a palavra final sobre as possíveis alterações realizadas pelo Senado – é a primeira e urgente estratégia de reversão dos absurdos cometidos contra a educação pública e seus profissionais em âmbito do FUNDEB.

Essas importantes decisões ocorrerão todas na próxima semana – votação no Senado e eventual retorno à Câmara dos Deputados – e é preciso mobilizar urgentemente as bases sociais, pressionando os/as senadores/as e denunciando a farra inconsequente dos/as deputados/as que votaram contra a educação pública e a maioria do povo brasileiro.
Vamos à luta!
Brasília, 11 de dezembro de 2020
Diretoria da CNTE

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