Qual a sua opinião sobre a volta às aulas?

O Sinpro-DF lança uma pesquisa de opinião (formulário abaixo do texto) para saber dos(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais sindicalizados informações sobre as condições de trabalho e o prazo de retorno às aulas na rede pública de ensino do Distrito Federal durante a pandemia do novo coronavírus.

A diretoria colegiada da entidade alerta sobre a importância de a categoria expressar sua opinião por meio das respostas ao formulário. Só podem participar da pesquisa professores(as) e orientadores(as) educacionais sindicalizados. As respostas irão subsidiar a categoria nas decisões que precisarão ser tomadas no pós-pandemia para o retorno das atividades escolares.

Para participarem da pesquisa, professores(as) e o orientadores(as) educacionais devem acessar o link no final deste texto e colocar o número do CPF. Ao informar esse número, o formulário com perguntas e respostas objetivas será enviado ao e-mail. Ao clicar no link enviado pelo e-mail, o(a) professor(a) ou orientador(a) educacional terá acesso ao formulário. Basta preencher e enviar.

Aos(às) sindicalizados(as) que não conseguirem acessar o link por não ter recebido a mensagem do Sinpro-DF ou, caso não receba o e-mail, pedimos que entrem em contato com o Cadastro pelo e-mail cadastro@sinprodf.org.br e/ou pelo telefone (61) 99161-2072 para atualizar seus dados. Se o(a) professor(a) ou orientador(a) educacional tiver qualquer dificuldade para acessar o formulário, por favor, entrar em contato com o Cadastro.

Clique no link a seguir, acesse o Formulário dos Professores e Orientadores Educacionais, responda e envie para o sindicato.

https://sinpro25.sinprodf.org.br/formulario-de-perguntas-aos-professores/

Sinpro requer adiamento do prazo de contribuições ao plano de teleaulas

O Sinpro-DF enviou uma carta ao secretário de Estado da Educação (SEEDF), João Pedro Ferraz, na quinta-feira (21), requerendo a prorrogação de 15 dias para entregar as contribuições da categoria ao Plano de Gestão Estratégica para a Realização das Atividades Pedagógicas Não Presenciais do Distrito Federal. Em resposta, o secretário estendeu o prazo até o dia 27/5, mas, no entendimento da categoria, 7 dias também é pouco tempo para analisar o documento.

Até o fechamento desta matéria, o Sinpro-DF não havia recebido nova manifestação da SEEDF sobre o pedido de 15 dias. O sindicato se preocupa e entende a urgência do assunto, porém, apenas uma semana é pouco tempo para estudar um documento complexo que irá definir o futuro da educação pública e a vida de mais de meio milhão de pessoas. Na semana passada, a entidade abriu canais de escuta pelos quais tem recebido centenas de colaborações ao projeto do Governo do Distrito Federal (GDF).

Gestão democrática
Ao apresentar o documento ao público brasiliense, no dia 20/5, o GDF deu 4 dias para o envio de contribuições. A diretoria colegiada e os 365 gestores que participaram da reunião virtual convocada pelo Sinpro-DF, no dia 21/5, para analisar o documento, e os mais de 200 delegados sindicais que participaram de outra reunião virtual sobre o mesmo assunto, no dia 22/5, perceberam a complexidade do conteúdo e observaram que apenas 96 horas ou 7 dias não são suficientes.

Na carta, o sindicato se baseia nas leis que asseguram a gestão democrática da educação para evitar que o GDF prejudique todos os atuais 486.966 estudantes da rede pública de ensino, relativize o direito à educação pública e gratuita, não garanta os direitos trabalhistas e os empregos de 25.978 professores efetivos, 9.817 professores do contrato temporário e 8.813 profissionais de assistência.

O documento dos gestores e lideranças sindicais lembra ao Estado que o debate amplo sobre o tema faz parte da gestão democrática, um direito adquirido da comunidade escolar previsto no artigo 206, da Constituição Federal, que define que o ensino será ministrado com base em vários princípios e, dentre eles, o da gestão democrática; na Lei de Diretrizes e Bases da Educação e na Lei nº 4.751/12, do DF, que também asseguram a prática da gestão democrática nas escolas públicas.

Na reunião virtual com os gestores, foi aprovada ainda uma proposta do Sinpro-DF de abrir um canal de escuta por meio do qual tem recebido sugestões ao Plano. O canal está aberto e a categoria pode enviar as colaborações pelo e-mail gestoresdf@sinprodf.org.br. Os outros canais de escuta são as duas pesquisas de opinião com a comunidade escolar, em andamento, sobre teleaulas e volta às aulas presenciais durante a pandemia da Covid-19. Ambas têm tido intensa participação da categoria e dos pais, mães e responsáveis por estudantes. Confira nos links a seguir e participe. Atenção, clique sobre o link a seguir e, ao abri-lo, feche o pop-up que se abre com a pesquisa dos pais e vá na matéria para acessar o Formulário dos Professores  e Formulário dos Pais.

Reunião com delegados sindicais
No dia 22/5, o Sinpro-DF realizou reunião virtual com mais de 200 delegados sindicais e observou que toda a categoria está com muitas dúvidas e ansiedades e quer contribuir com o governo para transformar o documento do Poder Executivo local em instrumento de educação pública e gratuita de qualidade e não um mecanismo auspicioso de retirada de direitos trabalhistas e privatização da educação pública.

A categoria exige a abertura do debate, sobretudo, para evitar retrocessos nas atuais leis educacionais do País, como se tem observado em outros setores no âmbito do governo federal, que tem usado a pandemia do novo coronavírus para promover o caos social, divulgar ideias neofascistas e aprovar, sem discutir com o povo, projetos de leis, decretos e medidas provisórias que eliminam direitos históricos; relativizam cláusulas pétreas da Constituição; entregam trilhões do Orçamento público para o sistema financeiro a título de pandemia; ameaçam o sistema democrático com fechamento do Congresso Nacional e do STF; amenizam assassinatos de lideranças populares; legalizam grilagens de terras públicas, quilombolas e indígenas; militarizam instituições do Estado; quebram direitos sociais e patrimoniais entre outros crimes que retrocedem em décadas a democracia e a soberania brasileiras.

Clique na imagem do trecho da carta, a seguir, para acessar a carta na íntegra:

Sindicatos e representantes de categoria debatem PL que aumenta alíquota previdenciária para servidores do DF

A reforma da Previdência de Jair Bolsonaro continua produzindo efeitos danosos aos(às) trabalhadores(às) e servidores(as) de todo o Brasil. No Distrito Federal, o governador Ibaneis Rocha encaminhou à Câmara Legislativa do DF (CLDF) um projeto de lei que reverbera esta reforma feita no âmbito do Governo Federal, e para combater mais este ataque aos direitos dos(as) trabalhadores(as), sobretudo do serviço públicos da capital federal, o Sinpro se reuniu na tarde desta sexta-feira (22) com representante de outras categorias e com a CUT para abrir um processo de debate com a CLDF após o envio oficial da proposta.

O PL altera o percentual da alíquota de previdência dos(as) servidores(as) do GDF e fixa em 14% a contribuição previdenciária dos servidores ativos, inativos e pensionistas do DF. O documento ainda altera os artigos 60 e 61 da Lei Complementar 769/2008, adequando a legislação distrital aos termos da Emenda Constitucional 103/2019, que instituiu a reforma da Previdência de Jair Bolsonaro.

Durante a reunião ficou definida a articulação de reuniões com os parlamentares; com o presidente da CLDF, deputado Rafael Prudente; e com os líderes da Câmara Legislativa. O objetivo é ampliar o processo de diálogo com a Casa e pressionar os(as) parlamentares a não colocarem este PL em pauta para votação.

O Sinpro, centrais sindicais e representantes de diversas categorias continuam com os debates a respeito deste tema, e ressalta que a situação que vivemos hoje é fruto da reforma da Previdência aprovada pelo governo de Jair Bolsonaro. Diante disto pedimos que toda a categoria se mantenha em alerta para este projeto que diminui o salário líquidos dos(as) servidores(as) públicos do Distrito Federal que estão na ativa e também os(as) aposentados(as).

Países europeus ouvem sindicatos e retomam as aulas somente após pico do vírus

Depois da passagem do pico da pandemia do novo coronavírus pela Europa, o primeiro país a reabrir as escolas foi a Dinamarca. Não fez isso de cima para baixo, como vem ocorrendo no Brasil e no Distrito Federal. Primeiro, o país respeitou o isolamento social. Depois, o governo se reuniu com sindicatos da educação para traçaram juntos as estratégias de retomar as atividades escolares.

O poder público dinamarquês buscou se basear também na sapiência dos trabalhadores da educação, na experiência de sua representação sindical e no compromisso de cada com a construção de um plano retorno às atividades para pôr em curso uma retomada segura da normalidade. Uma matéria do Jornal Hoje, da TV Globo, mostra que o vice-presidente da União Dinamarquesa de Professores disse à imprensa que os sindicatos foram levados muito a sério e isso garantiu segurança na retomada das aulas.

No acordo com os sindicatos, o país apostou nas aulas fora da escola, em ambientes externos e arejados (confira o vídeo no final deste texto). O jornal destacou as relações democráticas entre sindicatos e governos na volta às aulas em outros países. Na França, a mesma coisa. Governo, sindicatos da educação, pais e mães dialogaram, responsavelmente, para iniciar a volta às aulas e estabeleceram comportamentos diferentes para lidar com a nova realidade.

No país gaulês, só voltaram às escolas os estudantes até 15 anos. Os mais velhos e os que vivem nas áreas muito afetadas pelo novo coronavírus continuaram em casa. Na Espanha, as escolas estão se organizando para receber os estudantes a partir de segunda-feira (25). O desejo do governo espanhol era o de que as aulas tivessem voltado há mais tempo, mas os sindicatos argumentaram que era muito cedo e tudo foi suspenso para uma ocasião apropriada.

Em todos os países europeus, a palavra de ordem é cuidado com a pandemia e respeito à vida. As escolas são os últimos setores que estão em fase de reabertura, geralmente, estão sendo reabertas mais de 70 dias após o pico. Lembrando que o pico da pandemia na Europa ocorreu em março. Antes de reabrirem, estão sendo preparadas para receber os estudantes com distanciamento de pelo menos 2 metros bem definidos entre um e outro nas salas de aula e outras medidas de segurança, como monitoramento da saúde e testagens.

Na semana passada, Portugal voltou às aulas para cerca de 200 mil estudantes finalizarem o ano letivo. Adotaram o monitoramento diário da temperatura dos estudantes na entrada e na saída das escolas. Entre outras ações, eles e elas têm de lavar as mãos ao entrar e ao sair da unidade escolar. Nas salas de aula, uma fila com estudantes e outra vazia para garantir o distanciamento.

Em todos os países os horários foram reorganizados para evitar aglomerações nos intervalos, na entra e na saída. Professores e diretores afirmam que os reencontros, principalmente na hora do recreio, são inevitáveis e representam um desafio porque crianças e adolescentes têm atitudes calorosas uns com os outros após tantos dias sem se verem. O momento exige das escolas, dos professores e dos governos uma responsabilidade maior.

No Brasil e no DF, tudo ocorre aos trancos e barrancos, de forma grosseira, abjeta, sem a menor consideração com o direito à vida. Os gestores públicos assumem atitudes desmazeladas, de baixo nível, autoritárias e ignorantes, sem respeito à ciência e nem à medicina. Coloca até a expertise da Organização Mundial da Saúde (OMS) em xeque para justificar o percurso da necropolítica. O governador Ibaneis, a Secretaria de Estado da Educação (SEEDF) e o Conselho de Educação, por exemplo, se juntaram para definir, autoritariamente e contra todos, o retorno às aulas em pleno pico da pandemia.

O interessante é que, neste período de isolamento social, o governo Ibaneis ignora as entidades representativas vos trabalhadores em educação, mas tem dado ouvidos aos sindicatos patronais da educação e aos donos de escolas privadas. Por causa disso, levou uma sacudida dos pais de estudantes dessas escolas. Esses, pegaram carona na campanha “Não somos cobaias”, do Sinpro-DF, e obrigaram o governador Ibaneis, a SEEDF e os dons das escolas privadas a desistirem do plano de reiniciarem as aulas em maio e junho. Na educação pública, o comportamento do governador Ibaneis é outro. Parece se sentir o dono da vida e da morte dos estudantes e dos trabalhadores da educação e quer dar a esse segmento de mais de meio milhão de pessoas a covid-19 como garantia de vida.

“O Sinpro-DF defende a vida, a educação pública, gratuita, laica e de qualidade socialmente referenciada para todos os estudantes sem nenhuma exceção. Queremos sim a volta às aulas, mas apenas no momento em que isso for seguro para todos. Temos a mesma preocupação dos pais, mães e responsáveis e tememos pela vida e saúde de nossos estudantes e acreditamos que esses pais e mães querem, também, o bem dos professores, de forma que desejam e defendem um retorno em que todos possam voltar com segurança e saúde. As aulas a gente recupera depois”, finaliza Rosilene Corrêa, diretora do Sinpro-DF e da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE).

Confira o vídeo
https://www.youtube.com/watch?v=0ZYB-Jdi5Ak

Com informações do Jornal Hoje/TV Globo

Por que há sofrimento no trabalho?

O Sinpro-DF convida você a entender essa questão,  por isso, lança a pesquisa “A dor da gente”. Colabore com este importante estudo e ajude o Sinpro a investigar as causas do adoecimento da categoria.

Participe! Em apenas 20 minutos você responde a pesquisa completa. Assim, será possível juntar informações científicas que comprovem os fatores que levam ao adoecimento, entender a origem do problema e dar o primeiro passo na luta rumo a uma solução.

 

“Coopere e nos ajude a divulgar nossa pesquisa entre a categoria. Queremos montar esse quebra-cabeça. Com base nas respostas coletadas poderemos encontrar a melhor forma de convencer o governo a promover mudanças e buscar soluções que beneficiem a todos nós e toda rede pública de ensino no DF. Contamos com a colaboração dos professores e orientadores educacionais para responder esta  pesquisa”, convidou o diretor da Secretaria de Assuntos de Saúde do Trabalhador do Sinpro, Alberto de Oliveira Ribeiro.

 

SOBRE A PESQUISA

 

Problemas como estresse, ansiedade, problemas de voz, fadiga e depressão são apenas alguns dos distúrbios que acometem diariamente as trabalhadoras e trabalhadores em educação em todo país. Entretanto, existe um fator multicausal para o adoecimento massivo vivenciado na categoria Magistério. Foi pensando nisso que a diretoria colegiada do Sindicato dos Professores no Distrito Federal (Sinpro-DF) resolveu lançar a pesquisa A dor da gente

Trata-se de um estudo que visa investigar como as relações de trabalho influenciam a saúde dos(as) professores(as) e orientadores (as) educacionais. Usando como objeto de estudo a dinâmica dos relacionamentos entre os pares, com os(as) gestores, as condições de trabalho e o suporte oferecido pela Secretaria de Educação.

A pesquisa será coordenada pelo Núcleo de Trabalho, Psicanálise e Crítica Social da Universidade de Brasília (UnB). Na coleta de dados será utilizado o Protocolo de Riscos Psicossociais Relacionados ao Trabalho (Proart). Esse Protocolo permite o levantamento dos indicadores do trabalho que atuam na gênese de patologias, tendo como unidades de análise os modelos de gestão, a organização do trabalho, os riscos de sofrimento patogênico e os danos físicos, psicológicos e sociais. A pesquisa poderá ser feita por via eletrônica e, para participar, basta acessar o site do Núcleo da UnB:  www.trabalhovivo.net.

 

 

 

 

 

 

 

 

Em 24 horas, Brasil registra 25% das mortes por Covid-19 no mundo, alerta OMS

Com 20 mil mortes, país atingiu a marca de 310.087 casos confirmados da doença, sendo 18.508 nas últimas 24 horas. Somente em uma semana, foram registrados 100 mil casos.

No epicentro da pandemia do novo coronavírus, o Brasil registrou, em apenas 24 horas, 25% do total de mortes por Covid-19 no mundo, de acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), divulgados nesta sexta-feira (22). E como informa o jornalista Jamil Chade, no UOL, esse não é o total de brasileiros que morreram nas últimas 24 horas. É o total de óbitos confirmados neste período e informados à agência até a manha desta quinta-feira (21).

De acordo com a OMS, o mundo registrou 4,4 mil óbitos, sendo 1.179 no Brasil. Nos EUA, onde a doença está sendo avassaladora, foram 932 mortes.

E entre quarta e quinta, o Brasil país registrou mais um triste recorde de mortes por coronavírus em 24 horas. Foram 1.188 óbitos — o maior número registrado desde o início da pandemia – totalizando 20.047 mortes pela doença. O número de pessoas contaminadas também vem crescendo rapidamente. Até ontem eram  310.087, sendo 18.508 em 24 horas. Somente em uma semana, foram registrados 100 mil casos.

O avanço da Covid-19 em sete dias aponta a velocidade do contágio da doença – desde o primeiro diagnóstico, o país levou 67 dias para atingir a marca de 100 mil casos.

Com esses dados, o Brasil é o terceiro país no mundo com o maior número de casos confirmados da doença, atrás apenas dos Estados Unidos e Rússia.

Segundo os dados do Ministério da Saúde, 3.534 óbitos suspeitos ainda estão em investigação e 164.080 casos seguem em acompanhamento. Cerca de 125.960 pacientes já se recuperaram da doença.

No mundo, mais de 5 milhões de pessoas foram infectadas pelo vírus e mais de 333 mil pessoas já morreram, segundo o levantamento da Universidade Johns Hopkins.

Mesmo diante da maior crise sanitária, o Brasil continua sem ministro da Saúde e está sob o comando interino de um general, sem formação acadêmica em medicina, que já indicou para a pasta 21 militares, nenhum deles é médico.

No Rio de Janeiro, a prefeitura projeta que em duas semanas a cidade vai atingir a marca de 40 mil casos de Covid-19, segundo da Secretaria Municipal de Saúde. A capital tem 18.743 pessoas infectadas, o estado do Rio tem 32.000 e 3.400 pessoas já perderam a vida.

Na capital paulista, o segundo dia de feriadão (o prefeito Bruno Covas, do PSDB, antecipou o feriado de Corpus Christi para esta quarta e Dia da Consciência negra para esta quinta)  teve muitas pessoas nas ruas, ônibus e metrô movimentados e baixa adesão ao isolamento social. Para aumentar ainda mais a taxa de isolamento, a Assembleia Legislativa de São Paulo antecipou também o feriado estadual de “9 de julho” para segunda-feira (25).

São Paulo registrou nas ultimas 24 horas 195 mortes no estado em decorrência da doença, chegando à marca de 5.558 mortes no estado desde o início da pandemia.

Norte Nordeste

Manaus pode ter mais de 200 mil infectados pela Covid-19, 20 vezes o número de casos confirmados pelo governo, segundo um estudo da Universidade Federal de Pelotas.

A pesquisa foi realizada em 133 cidades do país. Na capital amazonense foram entrevistadas e testadas 250 pessoas – o que representaria 11% da população contaminada.

Segundo os dados do Ministério da Saúde, o Amazonas tem mais de 23 mil contaminados, 11.643 deles concentrados em Manaus. O estado tem 1.561 mortes pela doença.

Terceiro estado mais afetado pela pandemia no Brasil, o Ceará registrou 31.413 casos de pessoas infectadas e um total de 2.161 óbitos por Covid-19. Fortaleza, epicentro da pandemia no estado, já tem 18.644 pessoas com a doença e 1.503 mortes.

O município de Caucaia, na Grande Fortaleza, soma 1.104 casos confirmados e registra 55 óbitos em decorrência da doença. A cidade é a mais afetada pelo novo coronavírus no Ceará, depois da capital.

Reprodução  CUT

VOLTA ÀS AULAS: GESTORES ESCOLARES PODEM ENVIAR SUGESTÕES

Diante do Plano de Retorno às aulas apresentado pela Secretaria de Educação, o Sinpro por meio de reunião com as direções das escolas realizada ontem (21), disponibiliza a partir de hoje, um canal de comunicação para gestores fazerem o envio de críticas, elogios ou sugestões.

O envio poderá ser feito pelo endereço eletrônico gestoresdf@sinprodf.org.br 

Participe e deixe sua contribuição. 

Pesquisa de opinião: pandemia e condições de trabalho do magistério do DF

O Sinpro-DF lança, nesta sexta-feira (22), uma pesquisa de opinião para saber dos(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais sindicalizados informações sobre as condições de trabalho e o prazo de retorno às aulas na rede pública de ensino do Distrito Federal durante a pandemia do novo coronavírus.
 
A diretoria colegiada da entidade alerta sobre a importância de a categoria expressar sua opinião por meio das respostas ao formulário. Só podem participar da pesquisa professores(as) e orientadores(as) educacionais sindicalizados. As respostas irão subsidiar a categoria nas decisões que precisarão ser tomadas no pós-pandemia para o retorno das atividades escolares.
 
Para participarem da pesquisa, professores(as) e o orientadores(as) educacionais devem acessar o link no final deste texto e colocar o número do CPF. Ao informar esse número, o formulário com perguntas e respostas objetivas será enviado ao e-mail. Ao clicar no link enviado pelo e-mail, o(a) professor(a) ou orientador(a) educacional terá acesso ao formulário. Basta preencher e enviar.
 
Aos(às) sindicalizados(as) que não conseguirem acessar o link por não ter recebido a mensagem do Sinpro-DF ou, caso não receba o e-mail, pedimos que entrem em contato com o Cadastro pelo e-mail cadastro@sinprodf.org.br e/ou pelo telefone (61) 99161-2072 para atualizar seus dados. Se o(a) professor(a) ou orientador(a) educacional tiver qualquer dificuldade para acessar o formulário, por favor, entrar em contato com o Cadastro.
 
Caso esteja usando um e-mail não cadastrado no Sinpro-DF, a pessoa não terá acesso ao formulário. Para acessá-lo terá de atualizar o e-mail pelos contatos do Cadastro acima. O Cadastro está à disposição da categoria das 9h às 13h e das 14h às 18h, de segunda a sexta-feira. A pesquisa direcionada aos(às) professores(as) e orientadores(as) educacionais busca coletar dados, no magistério público, sobre este momento da pandemia do novo coronavírus, as condições de trabalho da categoria e a importância da vida.
 
O sindicato pede aos(às) professores e orientadores(as) educacionais que preencham o Formulário dos Professores e Orientadores Educacionais e o enviem ao Sinpro-DF. Pedimos, ainda, que cada professor(a) e orientador(a) educacional encaminhe o Formulário dos Pais (https://bit.ly/3bRdKGc) – da pesquisa lançada, nessa quinta-feira (21), direcionada a pais, mães e responsáveis por estudantes – para suas listas pessoais de WhatsApp de relacionamento com eles/as, bem como para as direções das escolas a fim de que as famílias dos(as) estudantes recebam e respondam.
 
Clique no link a seguir, acesse o Formulário dos Professores e Orientadores Educacionais, responda e envie para o sindicato:

https://sinpro25.sinprodf.org.br/formulario-de-perguntas-aos-professores/

Volta às aulas sim, mas com total segurança

A Promotoria de Justiça de Defesa da Educação (Proeduc), do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), publicou, nesta quinta-feira (21), a Recomendação nº 004/2020, na qual aconselha o imediato retorno das atividades escolares na rede pública de ensino do Distrito Federal no pico da pandemia do novo coronavírus.
 
Na “Recomendação”, as promotoras de Justiça Cátia Gisele Martins Vergara e Márcia Pereira da Rocha, que assinam o documento, citam artigos da Constituição Federal, de leis complementares e distritais e a lei do plano de carreira do magistério público anterior à que está vigente atualmente para exigir o retorno das aulas e, caso isso não ocorra, recomenda o corte de salários.
 
A diretoria colegiada do Sinpro-DF compartilha da mesma preocupação da Proeduc sobre o destino do ano letivo, o atendimento aos estudantes e a volta imediata das aulas, contudo, o ponto central nessa discussão com o Governo do Distrito Federal (GDF) é ele garantir o atendimento exigido na Recomendação nº 004/2020 e cumprir a Constituição, atendendo a 100% dos estudantes.
 
Concordamos com a Proeduc e, vamos mais além: defendemos um atendimento de qualidade sem exclusão de nenhum estudante e nem tampouco uma retomada atabalhoada de aulas presenciais sem a devida garantia de que todas as medidas foram tomadas para assegurar o direito à vida a cada estudante e a toda a comunidade escolar. A pandemia mundial e agressiva do novo coronavírus ainda não permitiu que essas condições fossem dadas.
 
Sem as devidas precauções, o retorno às aulas poderá significar uma tragédia anunciada e o abandono de centenas de milhares de estudantes e de toda a comunidade escolar à sorte de morrer ou não morrer de Covid-19. Ademais, o retorno por meios virtuais também pode excluir centenas de milhares de estudantes de classes menos favorecidas do direito à educação tão mencionado na Recomendação nº 004.
 
O Sinpro-DF também defende o retorno às aulas, mas, não à custa da contaminação e até da morte de milhares de pessoas. É sabido, no mundo inteiro, que a escola é ambiente propagador da Covid-19. Tanto é que todos os países fecharam, em primeiro lugar, as escolas. E essas têm sido as últimas a serem abertas nos países onde o pico da pandemia já acabou e o número de mortes e contaminação decresceu. No DF (e no Brasil), onde a curva de contaminação e mortes está em pleno crescimento, além de as escolas serem locais fechados, as salas de aula são superlotadas, propícias para alta carga de propagação rápida e contaminação pelo novo coronavírus.
 
Defendemos a educação pública, gratuita e de qualidade para todos os mais de 460 mil  estudantes sem exceção, sem nenhum tipo de exclusão, e, sobretudo, o direito de todos(as) à vida, conforme está na Letra da Lei. Para isso é preciso que o GDF ofereça os mecanismos de atendimento escolar sem colocar a vida de estudantes e servidores em risco e expor familiares à Covid-19.
 
As manifestações do GDF sobre o retorno às aulas até agora apresentadas têm muitos pontos de fragilidade que precisam ser alinhados para oferecer segurança a esse retorno quer seja ele presencial quer seja por mecanismos virtuais. Até o momento, a Secretaria de Estado da Educação do DF (SEEDF) só apresentou planos que não garantem o atendimento a 100% dos estudantes ou coloca todos em risco de morte.
 
Precisamos garantir aos estudantes o que realmente está nos artigos 6º, 127, 129, 5º, 227, 205, entre outros, da Constituição Federal e nas leis complementares, assegurando o direito deles à educação pública de qualidade, gratuita e laica e a obrigação do Estado de garantir essa educação a todos sem nenhum tipo de exclusão. Importante lembrar, que, na Constituição, o direito à vida está acima de todos os demais direitos.
 
Portanto, o plano de retorno às aulas deve passar bem longe do risco de contaminação pelo novo coronavírus, tão insistentemente alertado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) – autoridade máxima em saúde no mundo – e por todas as instituições científicas e médicas do planeta. É com base em todas essas leis e na ciência que a diretoria colegiada do sindicato conta com a Proeduc no sentido de observar e corrigir as fragilidades apresentadas nas propostas do GDF de retorno às atividades educacionais.
 
Não vemos motivo para o GDF insistir em retomar as aulas, sem nenhuma justificativa científica que garanta a segurança de todos em pleno pico da pandemia, prevista para ocorrer entre os meses de junho e julho se houver respeito ao isolamento social.

Sinpro convida delegados sindicais para reunião nesta sexta (22)

O Sinpro convida todos(as) os(as) delegados(as) sindicais para uma reunião com a direção do sindicato nesta sexta-feira (22), às 9h30. A reunião terá como pautas a Educação no contexto da Covid-19, Previdência e Plano da Secretaria de Educação para a volta às aulas.

A reunião será feita pela plataforma “Zoom”. Se você ainda não instalou o aplicativo do “Zoom”, o link te direcionará para a ‘Play Store’ (celulares Android) ou ‘App Store’ (celulares Apple).

Para baixar em celulares Android: https://play.google.com/store/apps/details?id=us.zoom.videomeetings  

Para baixar em celulares Apple: https://apps.apple.com/br/app/zoom-cloud-meetings/id546505307

Os(as) interessados(as) em participar da reunião deverão confirmar participação pelos telefones abaixo (WhatsApp) para que possam receber o link uma hora antes da abertura da sala virtual. Participe!

 

1 – Brazlandia/Ceilândia/Taguatinga

 

Mônica 99951-6710

 

Elineide 99943-0217

 

2– Plano Piloto/Guará/Núcleo Bandeirante/Paranoá/São Sebastião/ Candangolândia/Riacho Fundo I/Park Way/ 

 

Melqui 99677-1501

 

Ruth 99995-9049

 

3 – Santa Maria/Gama/Recanto/RF II/Samambaia

 

Carolina 99951-6410

 

Leilane 99948-7390

 

4 – Planaltina/Sobradinho

 

Vanilce 99685-4997

 

Consuelita 99836-0396

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