Sinpro-DF convoca categoria para mobilização no Senado contra congelamento de salário

O Senado Federal irá analisar, nesta quarta-feira (6), pela segunda vez, o PLP 39/2020, projeto da equipe econômica do governo Bolsonaro aprovado, anteriormente, no próprio Senado, e modificado, nessa terça-feira (5), na Câmara dos Deputados, em favor dos professores.

O PLP 39/2020 é o projeto que congela por 18 meses o salário dos servidores públicos das três esferas da União a título de organizar a receita dos estados, municípios e Distrito Federal perante os impactos da pandemia do novo coronavírus. Com esse projeto, o governo congela o salário e benefícios da estrutura da carreira dos professores.

O Sinpro-DF convoca a categoria para reiniciar, neste momento, a mobilização contra o congelamento dos salários no Senado. Para isso, pede a todos e todas para enviarem aos senadores mensagens pedindo para manterem a Emenda de Plenário nº 11, aprovada nessa terça-feira (5), na Câmara dos Deputados.

Confira os contatos:

Leila do Volei (PSB-DF)
(61) 98370-6809
(61) 3303-6427
@leiladovolei
sen.leilabarros@senado.leg.br

Izalci Lucas
(61) 3303-6049 / 6050
@IzalciLucas
sen.izalcilucas@senado.leg.br

Reguffe
(61) 99982-4465
(61) 3303-6355
@Reguffe
sen.reguffe@senado.leg.br

“Nossa tarefa hoje é conversar com os senadores para pedirmos a manutenção da alteração que a Câmara dos Deputados fez para não congelar o salário dos professores”, convoca a diretoria colegiada do Sinpro-DF. Para isso, o sindicato orienta a todos e todas que utilizem o WhatsApp para os senadores, enviem e-mail para todos; postem mensagens em todas as redes sociais deles; liguem em seus gabinetes e transmitam o apelo da Educação pedindo que registrem e retornem.

Importante destacar que, em grande parte da categoria, a renda do(a) professor(a) é única para sustentar a família. Daí a necessidade de mobilizar outras pessoas da família e do círculo de amizades para defender a classe e impedir esse congelamento para a Educação.

“A nossa mobilização nas redes sociais, nessa terça (5), foi um sucesso. Garantimos, com ela, uma vitória importante na Câmara dos Deputados. Mas, agora, precisamos consolidar, neste momento, essa vitória no Senado. Precisamos sensibilizar os senadores para que eles não congelem nossos salários”, afirma a diretoria.

A emenda exclui a categoria de professores do congelamento. Todavia, em razão dessa mudança no texto original, o PLP 39/2020 voltou ao Senado, local em que poderá ter a emenda suprimida. “Cabe a nós, professores(as) e orientadores(as) educacionais nos mobilizarmos para impedir esse retrocesso.

Deputados aprovam emenda que deixa professores fora do congelamento do PLP 39

A categoria dos professores ficou de fora do congelamento proposto pelo PLP 39/2020 – projeto da equipe econômica do governo Bolsonaro aprovado no Senado que congela por 18 meses o salário dos servidores públicos das três esferas da União a título de organizar a receita dos estados, municípios e Distrito Federal perante os impactos da pandemia do novo coronavírus.

Durante a votação, já na fase dos destaques, a bancada do PT, que viu suas várias emendas de exclusão dos servidores públicos do congelamento serem reprovadas, apresentou, como última tentativa de salvar os professores, a emenda nº 11, com a qual demonstrou que os professores são profissionais que estarão à frente da reconstrução do País no pós-pandemia.

O argumento e a campanha dos professores sensibilizaram os parlamentares fazendo com que ela fosse aprovada pela maioria. Com isso, a Emenda de Plenário nº 11, apresentada pelo PT ao PLP 39/2020, e encaminhada à votação pela deputada federal Rosa Neide (PT-MT), foi aprovada com 287 votos favoráveis e 178 votos contrários. Ao todo, 466 votos. Com isso, os professores ficaram de fora do congelamento.

Mas o problema não acaba aqui. Como a aprovação da emenda modificou o texto já aprovado no Senado Federal, ela terá de voltar para análise e votação dos senadores. O Sinpro-DF e sua categoria de professores esperam que o novo texto prevaleça e os professores sejam mantidos fora da proposta original que congelava salário e benefícios da estrutura da carreira.

Por isso, o Sinpro-DF, a CUT e a CNTE continuam acompanhando e atuando junto aos parlamentares para que a política econômica neoliberal do governo Jair Bolsonaro não prossiga utilizando a pandemia do novo coronavírus para retirar ainda mais direitos da classe trabalhadora, sobretudo dos(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais.

A diretoria colegiada do sindicato parabeniza a categoria que, desde segunda-feira (4), aderiu de bate-pronto à orientação do sindicato e deu vida à campanha de sensibilização aos parlamentares da bancada do DF desencadeada pelo WhatsApp e enviaram mensagem a todos. E sugere a todos e todas enviarem mensagens agradecendo pelo voto positivo.

Agradece também os parlamentares dos diversos partidos políticos que votaram a favor da emenda nº 11, incluindo aí os deputados federais da bancada do Distrito Federal que votaram para retirar os professores do congelamento.

A mobilização via WhatsApp tem colaborado com efeitos positivos em favor da classe trabalhadora em outros momentos cruciais de votação, no Congresso Nacional, e poderá ser necessária para sensibilizar o Senado Federal a manter o novo texto no PLP, quando ele retornar à apreciação dos senadores.

Importante destacar que, apesar da vitória desta terça-feira (5), outras batalhas ainda serão necessárias e esse recurso poderá ser utilizado novamente. Da bancada do DF, as únicas parlamentares que votaram contra os professores foram Bia Kicis (PSL-DF) e Paula Belmonte (Cidadania). Os outros seis deputados federais votaram a favor da emenda, confira:

Veja como foi a votação:
Deputada Bia Kicis não
Deputada Celina Leão sim
Deputada Érika kokay sim
Deputada Flávia Arruda sim
Deputado Israel Batista sim
Deputado Júlio César sim
Deputado Luís Miranda sim
Deputada Paula Belmonte não

Confira aqui a Emenda de Plenário nº 11

PROFESSORES FAZEM CAMPANHA PARA AJUDAR ESTUDANTE DO CEDEL NO GAMA

Uma estudante de apenas 7 anos, vive um momento delicado. No último dia 24/04/2020, Sarah Santana de Gomes, precisou ser levada às pressas para o hospital, após ter inúmeras crises convulsivas em sua casa. A história da menina que é aluna do Cedel no Gama, chegou aos professores(as) e orientadores(as) da escola, que de imediato, tiveram a ideia de contribuir com a recuperação da criança.

Para levantar fundos financeiros, à família da criança de 7 anos, resolveu criar por meio de uma plataforma digital, a ‘’vaquinha solidária’’, com objetivo de conseguir o valor de R$ 15.000 para a realização do exame, chamado de painel de anticorpos no liquor, exame esse que não está incluso na lista de exames realizados nos hospitais da rede pública do DF.

Até o momento desta publicação, foram arrecadados o valor de R$ 11.648,00. Diante da situação delicada, um professores da escola, entrou em contato com o Sinpro, pedindo a divulgação da campanha.

Faça sua parte e doe. Clique aqui  e veja como ajudar.

 

 

 

 

Brasil ultrapassa os 100 mil casos de Covid-19 e estados endurecem isolamento social

Com mais de 7 mil mortes, país é o sexto em número de óbitos provocados pelo novo coronavírus. Neste trágico ranking, perde apenas para os EUA, Itália, Reino Unido, Espanha e França.

Enquanto Jair Bolsonaro estimula e participa de atos antidemocráticos que provocam aglomerações, como o ocorrido neste domingo (3), em Brasília, os sistemas de saúde público e privado do Brasil já operam sob pressão por causa do grande número de pacientes infectados pelo novo coronavírus (Covid-19) e a única saída para os governos dos estados é prorrogar a quarentena e endurecer as restrições de circulação nas grandes cidades.

O Brasil já tem 101.826 casos confirmados de Covid-19 e 7.051 pessoas já morreram vítimas da doença, mais do que as vítimas fatais registradas na Alemanha (6.866 mortes e 165.664 casos confirmados); Rússia (1.356 mortes e 145.268 casos); e Turquia (3.397 mortes e 126.045 casos confirmados).

De acordo com levantamento da universidade norte-americana John Hopkings, o Brasil está em sexto lugar no número de mortes. Os Estados Unidos, com 1.158.341 casos e 67.686 mortes está em primeiro lugar, seguido da Itália, que registrou 210.717 casos e 28.884 mortes. Em terceiro lugar está o Reino Unido, com 187.842 casos e 28.446 mortes; em quarto está a Espanha, com 217.466 casos e 25.264 mortes; e em quinto a Alemanha, com 165.664 casos e 6.866 mortes.

Colapso na saúde do Brasil

O sistema público de saúde de vários estados brasileiros já entrou em colapso, ou à beira do esgotamento total, com Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) lotadas e enfermarias também, pessoas na porta das unidades esperando atendimento durante horas, mortos em corredores ou em caminhões frigoríficos aguardando sepultamento, como vem sendo registrado em Manaus e, em menos escala, no Rio de Janeiro.

Até o último dia 22 de abril, Amazonas já contava 207 mortes em decorrência da Covid-19, mas o numero pode ser ainda maior. Em abril de 2019 foram registrados 871 sepultamentos. Este ano, em apenas oito dias, as mortes contabilizadas pela Covid-19 foram tão numerosas quanto do mês de abril do ano passado. Isso sem contar  Em Manaus, entre os dias 15 e 22 de abril, ao menos 487 sepultamentos foram por causa desconhecida ou doença respiratória.

Nesta segunda-feira (4), o Amazonas começa a receber equipes de novos profissionais de saúde que atuarão nos hospitais como parte do programa do governo federal. O ministro da Saúde, Nelson Teich, está em Manaus para discutir o enfrentamento da pandemia do novo coronavírus.

Amazonas tem mais de 6,6 mil casos da Covid-19 no estado.

Santa Catarina também se encontra em estado crítico por causa do coronavírus, segundo o Ministério da Saúde. O número de casos confirmados quase dobrou em uma semana. Até 24 de abril, 1.200 estavam com Covid-19 oficialmente e agora já são 2.346. A avaliação é que o número de mortes vai começar a aumentar.

SP fecha avenidas

Epicentro da crise sanitária, São Paulo terá vias apenas com o corredor exclusivo de ônibus liberado para passagem de veículos.

Avenidas foram fechadas nesta segunda-feira entre das 7h às 9h para diminuir a quantidade de carros que circulam na cidade, mesmo em situação de quarentena. O índice de isolamento social vem caindo no estado, o que preocupa autoridades.

As avenidas Moreira Guimarães com Miruna (zona sul), Santos Dumont com avenida do Estado (zona norte), Radial Leste com rua Pinhalzinho (zona leste), e Francisco Morato com rua Sapetuba (zona oeste).

São Paulo tem 31 mil casos confirmados de coronavírus e mais de 2 mil mortes. A doença já atinge 332 cidades paulistas, cerca de 51% do estado.

Com o avanço da doença pelo país, vários estados se prepararam para prorrogar a quarentena e endurecer nas restrições. São Paulo vai anunciar nesta segunda-feira novas medidas duras para conter o avanço da pandemia.

Profissionais de saúde do Rio de Janeiro reclamam da falta de equipamentos

Trabalhadores e trabalhadoras da saúde da Baixada Fluminense, no Rio de Janeiro, reclamam da falta de equipamentos de proteção individual para lidar com pacientes infectados pelo novo coronavírus.

Com o sistema de saúde cada vez mais pressionado pelas internações, o número de mortes por Covid-19 no Rio de Janeiro passou de 1 mil (1.019) neste domingo (3), segundo novo balanço da Secretaria de Estado de Saúde. Cerca de 11.139 pessoas foram contaminadas.

Lockdown

Nesta terça-feira (5) entra em vigor as medidas do chamado lockdown (bloqueio total) em São Luís, no Maranhão e a circulação de pessoas na cidade estará restrita. É o primeiro estado brasileiro a decretar o lockdown. Empresas autorizadas a funcionar neste período terão que baixar uma declaração para circulação de funcionários.

O Maranhão registra 4227 pessoas infectadas pelo novo coronavírus e 237 mortos pela doença.

Em Recife, a prefeitura planeja ampliar as medidas de isolamento social por causa da pandemia e não descarta adotar o “lockdown”.

Pernambuco registrou 498 casos do novo coronavírus e 24 óbitos no domingo (3). Segundo a Secretaria Estadual de Saúde, 8.643 pacientes confirmados para a Covid-19, a doença causada pelo novo vírus, sendo 5.344 em situação grave e 3.299 casos leves, e 652 óbitos ocasionados pela doença em todo o estado.

 

Reprodução CUT Brasil 

VACINAÇÃO DA GRIPE É ADIADA PARA PROFESSORES(AS)

O Sinpro informa que a vacinação referente à Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe para os(as) professores(as) foi adiada e terá início no dia 18 de maio.

A Secretária de Saúde do Distrito Federal, reformulou o calendário de vacinação, onde alterou o dia 9 de maio, conhecido também como dia D, com previsão para o dia o dia 11 de maio. No entanto, professores(as) e pessoas entre 55 a 59 anos, só serão vacinados no próximo dia 18 de maio. 

O Sinpro lamenta todas essas alterações feitas no calendário de vacinação,pois acaba aumentando os riscos de exposição da categoria com o vírus da gripe.  

Com  a chegada do inverno, as possibilidades da propagação do vírus  é alta, por isso, é importante todos(as) ficarem atentos ao cronograma de vacinação da Secretaria de Saúde do Distrito Federal. 

Confira abaixo o cronograma disponibilizado pela Secretaria de Saúde do Distrito Federal. 

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Governo Bolsonaro usa pandemia para congelar salários e reduzir poder aquisitivo de servidores

O Senado Federal deu mais um passo para aprofundar a Emenda Constitucional nº 95, de 2016 (EC95/16) – que congelou por 20 anos os investimentos do Estado nos setores sociais do País. Aprovou, no sábado (2/5), projeto de lei do governo Bolsonaro que congela o salário dos(as) servidores(as) públicos(as) civis municipais, estaduais, distritais e federais e dos membros dos Três Poderes por 18 meses, até dezembro de 2021.

A proposta original, do ministro da Economia, Paulo Guedes, previa um corte salarial de 25% e deixava de fora servidores(as) da segurança pública, Forças Armadas e saúde e, com isso, materializava o projeto do governo Bolsonaro que já queria pôr isso em prática desde 2019. O relator da proposta no Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), manteve as categorias que não serão afetadas, retirou o corte salarial e colocou, no lugar, o congelamento por 18 meses. Isso afetará o poder aquisitivo dos(as) servidores(as) públicos(as).

A proposta aprovada faz parte do substitutivo aos Projetos de Lei Complementar (PLP) 149/2019 e 39/2020, que ainda será voltado na Câmara dos Deputados e sancionado pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido). Mas, as centrais sindicais já estão atuando no Parlamento para reverter a situação. A economia estimada com isso é de cerca de R$ 130 bilhões, sendo R$ 69 bilhões para os estados e o Distrito Federal e R$ 61 bilhões para os municípios, até o fim de 2021.

“Não há justificativa para jogar o custo da pandemia nas costas do trabalhador quer seja do serviço público quer seja da iniciativa privada. O Estado brasileiro tem dinheiro para bancar os custos dessa crise. A prova disso é que, em março, quando estados, municípios e Distrito Federal decretaram isolamento social, o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, providenciou um pacote com R$ 1,216 trilhão, ou 16,7% do Produto Interno Bruto (PIB), incluindo ações que ainda estão em estudo para “socorrer” os bancos durante a crise da pandemia”, informa Rosilene Corrêa, diretora do Sinpro-DF.

Cinco dias depois, o ministro da Economia, Paulo Guedes, anunciou o desejo de repassar mais R$ 2 trilhões em ativos imobiliários e participação em estatais para bancos e especuladores do mercado financeiro a título de pandemia do novo coronavírus. Os repasses do governo Bolsonaro aos bancos a título de “amenizar prejuízos” provocados pela pandemia, se comparado aos R$ 117 bilhões aplicados no socorro aos bancos durante a crise financeira global de 2008 e 2009, que corresponderam a 3,5% do PIB, o montante é quase 10 vezes maior.

IMPACTO DO CONGELAMENTO SOBRE OS PROFESSORES DO DF

O fato é que se, eventualmente, a proposta for aprovada na Câmara dos Deputados e sancionada pelo Presidente, haverá congelamento das progressões das carreiras públicas da União, estados, municípios e DF e isso atinge, no mínimo, algumas situações de professores(as) e orientadores(as) efetivos(as) até o fim de 2021, a saber:

1. Reajuste salarial.
2. Avanço de padrões na carreira, progressão vertical, de 01 a 25 níveis/etapas.
3. Avanço de titulação na carreira, progressão horizontal: graduação, mestrado, doutorado. Mudança de um nível de PQ para outro.
4. Aumento do Adicional por Tempo de serviço (anuênio). Quem ainda não mudou de padrão e/ou anuênio em 2020, perderá 2 anos de avanços (2020 e 2021).
5. Licença Prêmio por Assiduidade (LPA) terá a contagem de tempo aquisitivo suspensa, sendo retomada apenas a partir de 2022. Quem estava aguardando dias ou meses para a publicação de um último quinquênio para autorizar a publicação da aposentadoria, terá de decidir se aposenta sem esse quinquênio ou se aguarda a conclusão da aquisição. No DF, esses quinquênios em aquisição (anterior a julho/19) são pecuniários.
6. Professores(as) que estão aproveitando o tempo de magistério em outro estado ou município para progressão vertical na carreira na SEEDF também terão suas progressões oriundas desse tempo de serviço suspensas até 2022.

Os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais devem, preventivamente, conferir a remuneração no seu contracheque e:

1 – Conferir se o anuênio corresponde ao percentual que faz jus a receber. Há situações em que, por erro do sistema da Secretaria de Estado da Educação do DF (SEEDF), o anuênio pode não estar atualizado. Para evitar conflitos entre o valor real e uma eventual nova legislação.

2 – Os(as) que têm cursos para avançar na progressão vertical e não entregaram o curso até agora, devem entregá-lo imediatamente porque, neste caso, se a lei nova for aprovada, mesmo quem fazia jus a entregar o curso anterior, tendo em vista o fato de essa entrega ser optativa, não será considerado para progressão se entregar depois que a eventual lei for sancionada.

3 – Quem está com certificação de pós-graduação para entregar para a SEEDF para adquirir progressão horizontal, deve fazer isso imediatamente para não ser impedido de obter a progressão em razão de uma eventual nova legislação.

4 – Os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais devem utilizar o SEI da SEEDF para solicitar as progressões e eventuais ajustes no seu adicional de tempo de serviço (anuênio).

5 – Quem tiver dificuldade de utilizar o SEI/SEEDF ou por algum motivo está impedido de utilizá-lo, deve entrar em contato, por telefone, para o SUGEP RESPONDE para verificar a forma de fazer as solicitações de ajustes caso seja necessário. Confira o número (que também é WhatsApp):

SUGEP RESPONDE
+55 61 9285-1430
Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal
SUGEP RESPONDE

LIVE DE CATEGORIA Em homenagem ao Dia do(a) Trabalhador(a)

Vamos passar juntos nosso 1º de Maio?

O SinproDF estará on-line por todo esse dia especial comemorando à trajetória emocionante de trabalhadores e trabalhadoras na luta por participação justa no movimento da engrenagem social! 

A busca pela dignidade é a parte dos trabalhadores do mundo pela história da humanidade. 

Então, venha comemorar com sua entidade sindical! Pois, nossa unidade é a alegria e nossa luta é a história que fazemos!

Das 10h às 19h 

Nas redes sociais do SinproDF

Participe ao vivo! Comente! Curta! Envie seu video em homenagem ao dia do trabalhador(a) para o Whatsapp (61) 9 91017064.  Faremos juntos esse dia especial!

 

PROGRAMAÇÃO

  • 10h – Abertura
  • 10h15 – Últimas campanhas do SINPRO-DF de TV
  • 10h20 – Concierto 1º Mayo de la Solidaridad Internacional
  • 11h35 – Mensagens de homenagem ao dia do trabalhador
  • 11h50 – Homenagem do SINPRO-DF ao aniversário de Brasília
  • 12h – Bate papo ao vivo sobre os desafios da Classe Trabalhadora.
  • 14h – ATO POLÍTICO E CULTURAL ORGANIZADO PELA CUT-DF
  • 18h – Vídeos recebidos em homenagem ao Dia do Trabalhador
  • 19h – Encerramento

 

O USO DE MÁSCARAS PODE SALVAR VIDAS

Como forma de evitar a disseminação do novo Coronavírus no Distrito Federal, o GDF por meio do Decreto de N° 40648, publicado no último dia 23/04/2020, decidiu que a partir de hoje (30), passa a ser obrigatório o uso de máscaras em todos os todos os espaços públicos, vias públicas, equipamentos de transporte público coletivo e estabelecimentos comerciais, industriais e de serviços no âmbito do Distrito Federal.

A medida visa conter a disseminação da pandemia do novo Covid-19 que vem crescendo em todo o mundo. Segundo dados da Secretaria de Saúde do Distrito Federal, até o último boletim divulgado ontem (29), o DF registra 1.313 casos de Coronavírus, com  28 óbitos. No Brasil, até o momento da publicação desta reportagem, 79.361 casos foram  confirmados, somando  5.511 óbitos registrados. 

Diante do crescimento acelerado de pessoas infectadas pelo novo vírus, o Sinpro ressalta a importância do uso diário das máscaras faciais juntamente da higienização  das mãos com água, sabão e o uso consciente do álcool em gel. 

Lembre-se, #FiqueEmCasa, cuidando de quem você ama, e contribuindo para um mundo melhor. 

Confira na íntegra o Decreto de N° 40648, publicado em Edição Extra no último dia 23/04/2020. Decreto

Vietnã: o país onde o corona não se cria

Ben Thanh Market, Ho Chi Minh City, em 17 de abril de 2020. Foto: D. Torras

 

Uma notícia chamou atenção do mundo nesta semana: a Covid-19 já matou mais norte-americanos do que a Guerra do Vietnã. A informação despertou uma curiosidade: como estão as mortes por causa do novo Coronavírus no Vietnã? A resposta surpreende.
 
De janeiro até agora, o país não registrou nenhuma morte por Covid-19 e provou ao mundo que, contra o novo coronavírus, o único remédio é o isolamento social rígido. Em entrevista para o site do Sinpro-DF, o professor David Torras, um espanhol que reside e dá aulas de inglês em Ho Chi Minh (conhecida também como Saigon), conta que não se tem notícias de uma única morte por Covid-19 no país.
 
De fato, o Vietnã é um dos poucos países do mundo onde a pandemia não causou estragos, pois o governo de lá agiu rápido, quando a pandemia ainda ameaçava atingir seu pico na China. No fim de janeiro, o Vietnã aproveitou os feriados de comemoração do Ano Novo Lunar e fechou as fronteiras com a China e demais países vizinhos. Ao mesmo tempo, adotou uma estratégia denominada “low cost” (baixo custo) e implantou um isolamento social rigoroso, sobretudo de doentes e de estrangeiros.
 
Com quase 100 milhões de habitantes, até hoje o país não registrou uma só morte e pouco mais de 300 contaminados. A Organização Mundial da Saúde (OMS) tem elogiado, internacionalmente, a transparência, a adoção do low cost e o isolamento rígido por não ter condições de fazer testes em massa.
 
BLOQUEIO NACIONAL: NO PAÍS ASIÁTICO, O IMPORTANTE É A VIDA

As universidades de várias partes do mundo que estão monitorando o avanço do novo Coronavírus, mostram, nas estatísticas, que aquele país asiático ainda não registrou óbitos por Covid-19 e se revela exemplo de combate à pandemia. O Vietnã fechou as escolas no fim de janeiro e não as reabriu até hoje. Os estudantes vietnamitas estão tendo aulas virtuais e a previsão de retorno do ano letivo é somente em junho: 6 meses de isolamento social.

David Torras também tem dado aula virtual. Ele destaca o fato de haver, relativamente, poucos casos de contaminação e nenhuma morte ao contra-ataque do governo. “Destaco isso, principalmente, em se considerando a proximidade geográfica do país com a China. Penso que o principal motivo para isso é que o país, como muitos outros estados asiáticos vizinhos, reagiu rapidamente quando os primeiros casos começaram a aparecer na China, em janeiro de 2020”. No país asiático, o importante é a vida.

O resultado do bloqueio nacional e do isolamento social rígidos entre janeiro e meados de abril e nenhum registro de mortes por Covid-19 permitiram ao Vietnã o retorno à vida normal, agora, no fim abril. Contudo, o governo colocou em curso um retorno planejado e lento a fim de evitar novo surto e recontaminação em massa.

 

NINGUÉM CONVOCOU VOLTA ÀS RUAS
O professor conta que, no dia 1º de abril, o governo implantou um bloqueio nacional que perdura até hoje. Desde então, as pessoas devem usar máscaras sempre que estiverem em locais públicos. Estão terminantemente proibidas reuniões de mais de duas pessoas, entre outras diretrizes de combate à doença. “Em geral, os vietnamitas têm um caráter não conflituoso, como a maioria dos outros países asiáticos. Houve diretrizes claras do governo e a maioria das pessoas cumpriu, especialmente nas principais áreas urbanas”, informa.

Ele conta que em nenhum momento governo e comerciantes e religiosos convocaram a população a ir às ruas. “Isso não está acontecendo aqui. A pandemia é o principal tópico de discussão, a qualquer hora e em qualquer lugar. O mercado de trabalho está sofrendo, como em todo lugar. Mas ninguém fez esse tipo de convocação por aqui. Não existe.”, ressalta.

Os jornais locais divulgam, diariamente, que um terço da população trabalhadora está temporariamente desempregada. “No entanto, é provável que esses dados sejam imprecisos, pois existe uma economia informal muito grande no Vietnã. Portanto, obter dados confiáveis no campo do emprego pode ser bastante complicado”, explica.

O governo, segundo ele, está sendo muito cauteloso. “Ele quer reabrir a economia lentamente, pois entende que, se as coisas forem feitas com muita rapidez, uma segunda onda poderia facilmente ocorrer. Alguns empresários, obviamente, estão ficando ansiosos, pois relatam perdas ou já tiveram de fechar seus negócios. Geralmente, as pessoas estão bem cientes da situação e não pressionam para que tudo reabra imediatamente”, assegura.

IMPACTO NA EDUCAÇÃO
Escolas e universidades estão fechadas desde o fim de janeiro de 2020. Os estudantes continuam estudando online. “Conseguir que as crianças se concentrem no treinamento remoto é bastante desafiador”, afirma o professor de inglês do centro de idiomas local ILA, onde dá aulas, principalmente, para crianças entre 4 e 11 anos nos níveis Cambridge “iniciantes”, “movers” e “flyers”.

Torras dá aulas também para adolescentes e ministra treinamento para empresas. Ele diz que, quando o isolamento social entrou em vigor, estava no fim do primeiro semestre. Em Ho Chi Minh, cidade no sul do país, famosa pelo papel que desempenhou na Guerra do Vietnã, oficialmente, os estudantes seguem as normas que regem todo o país: ainda estão participando de cursos online e terão de fazer exames finais.

No entanto, na prática, segundo ele, parece haver casos de indulgência excessiva em algumas escolas, o que significa que os estudantes não seguem, necessariamente, o plano de estudos estritamente, pois muitos afirmam estar entediados. “Na minha escola de idiomas, eles introduziram aulas online. No entanto, os resultados não são bons porque lidamos com crianças de 4 a 11 anos e níveis baixos, o que dificulta o ensino online”, afirma.

DESAFIOS DA APRENDIZAGEM EM EAD
Ele cita as distrações que ocorrem em casa e atrapalham o aprendizado. “Em casa, as crianças têm uma quantidade muito maior de distrações do que na escola regular ou de idiomas. Imagino que algumas pessoas estejam utilizando as teleaulas ou vídeoaulas, mas, pessoalmente, não ouvi falar de nenhum colega ou amigo íntimo que esteja fazendo isso. Acho que as vídeoaulas seriam mais úteis do que a interação online ao vivo, pois elas dão ao estudante mais independência e há menos problemas com a conexão com a Internet”.

Torras conta que, durante as sessões de Zoom online, os professores estão, regularmente, tendo problemas com a Internet devido à sobrecarga, queda de conexão, dificuldade em gerenciar grupos de cerca de 15 estudantes e assim por diante. Ele observa que o Vietnã é um país muito bem conectado em termos gerais.

“A maioria das pessoas tem Internet em casa. O problema está mais relacionado ao estabelecimento de um ambiente de aprendizado adequado porque, em uma casa típica do Vietnã, há duas, três gerações vivendo sob o mesmo teto, o que cria muito ruído e distrações”.

O professor não sabe precisar o percentual de estudantes que não têm as ferramentas para estudar online. “Mas acho que é baixo porque a maioria dos vietnamitas tem acesso à Internet e a Smartphones. O governo não intervém para evitar que os estudantes atrasem seus trabalhos de casa, pois essa é a responsabilidade das escolas”, afirma.

AULAS PRESENCIAIS SÓ EM JUNHO
O ano letivo no Vietnã deve voltar em junho. “Normalmente, os estudantes têm um intervalo de dois meses entre junho e agosto, mas, como este ano eles terão um intervalo de quatro meses devido à Covid-19, acho que o plano é que as crianças estudem de junho a janeiro do próximo ano para permanecerem no caminho certo e consigam cumprir o currículo”, informa.

Segundo Torras, a maioria dos professores, incluindo ele mesmo, obtém uma renda boa com a profissão. “Portanto, em termos gerais, estamos indo bem, economizando e, obviamente, gastando menos, porque as lojas, restaurantes e cafés estão fechados”.

A dificuldade maior é para os colegas professores extrovertidos, uma vez que estão mais entediados, especialmente porque a vida social é bastante ativa no Vietnã sob circunstâncias normais. “Mantemos contato com amigos e familiares, nos reunimos, ocasionalmente, na casa de outras pessoas, mas apenas de duas a quatro pessoas, a fim de evitarmos possíveis reclamações. Mal podemos esperar para que essa situação acabe”, finaliza.

Confira, a seguir, outras matérias sobre o impacto da pandemia do coronavírus em outros países.

Alemanha
Alemanha retoma educação com rigidez e restrições
Reportagem completa no site
Sinopse no Facebook

Os motivos que levaram a Alemanha à flexibilização parcial da quarentena

Reportagem completa no site
Sinopse no Facebook

Itália
Professora da SEEDF que adquiriu coronavírus conta como a Itália lida com a pandemia
Reportagem completa no site
Sinopse no Facebook

França
Na contramão da Cidade Luz, Brasil das trevas mantém o Enem
Reportagem completa no site
Sinopse no Facebook

Espanha
Covid-19 na Espanha: Tragédia, isolamento e mudanças na educação
Reportagem completa no site
Sinopse no Facebook

Europa
Europeus adotam critérios científicos para retomar a vida e abrir escolas
Reportagem completa no site
Sinopse no Facebook

 

Sinpro convida delegados sindicais para reunião amanhã (30) de abril

A diretoria do Sinpro convida os(as) delegados(as) sindicais para reunião nesta quinta-feira (30) às 14h. O encontro ocorrerá por meio de telereunião em que participarão como convidados Arlete Sampaio (PT), Berenice Jacinto diretora do Sinpro e o presidente da CUT Brasília Rodrigo Rodrigues.

A mesa de trabalho será organizada pelos diretores do Sinpro; Rosilene Corrêa, Letícia Montandon e Jairo Mendonça.

O encontro é de grande importância, pois, dentre as pautas, debateremos os impactos da Covid-19 na educação do Distrito Federal, do Brasil e do mundo.

Os delegados sindicais, ou os representantes das escolas, deverão entrar em contato com os números abaixo para obter o link de acesso da  reunião. Participe!

 

1 – Brazlandia/Ceilândia/Taguatinga

Mônica 99951-6710

Elineide 99943-0217

2 – Plano Piloto/Guará/Núcleo Bandeirante/Paranoá/São Sebastião/Cand/RF I/Park Way/ 

Melqui 99677-1501

Ruth 99995-9049

Ana Cristina 99961-2875

3 – Santa Maria/Gama/Recanto/RF II/Samambaia

Letícia 9999-33063

Leilane 99948-7390

4 – Planaltina/Sobradinho

Vanilce 99685-4997

Consuelita 99836-0396

 

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