Podcast da Educação: Terceiro episódio aborda o mundo do trabalho em meio à pandemia do Coronavírus

O Sinpro lança nesta quarta-feira (18) o episódio número 3 do Podcast da Educação, abordando o mundo do trabalho em meio à pandemia do Coronavírus.

Para tratar do assunto, que muito diz respeito ao magistério público e à classe trabalhadora em geral, o diretor do Sinpro Cláudio Antunes conversa com o presidente da CUT DF Rodrigo Rodrigues e com a diretora do Sinpro Rosilene Corrêa.

O Podcast da Educação tem o objetivo de ser mais um canal de comunicação para que o professor(a) e o(a) orientador(a) fiquem ainda mais informados sobre tudo que gira em torno do magistério público e da Educação. Semanalmente vamos levar à categoria pontos relevantes do magistério público, com a intenção de apontar saídas, além de fazer críticas e sugestões para que cheguemos a uma educação pública de qualidade.

O debate não ficará restrito ao Distrito Federal. À medida que a pauta da educação esteja ligada ao Governo Federal, o Podcast abordará a temática, sempre mostrando as saídas necessárias para o problema apontado. O conteúdo estará disponível todas as sextas-feiras e nos dias excepcionais, e pode ser acessado na página do Sinpro e em todas as nossas redes sociais, além de nossas contas no Spotify e no Youtube.

Clique aqui e confira o episódio completo.

Servidores públicos da ativa precisam fazer o recadastramento obrigatório virtual

O recadastramento obrigatório dos(as) servidores(as) públicos(as) da ativa continua virtual e só vai até o dia 30 de abril. A Subsecretaria de Gestão de Pessoas da Secretaria de Estado da Educação do Distrito Federal (SEEDF) avisa que, como é um recadastramento pela Internet, ele continua e o prazo final permanece o mesmo: vai até 30 de abril.

Os(as) servidores(as) devem estar atentos(as) à data, que começou no dia 15 de fevereiro e só vai até 30 de abril de 2020. Quem não se recadastrar será convocado a prestar esclarecimentos pelo setorial responsável por meio processo administrativo que irá apurar as responsabilidades do não recadastramento e poderá ficar sem pagamento.

A Circular nº 10, editada no dia 12 de fevereiro de 2020, pela Secretaria de Estado de Economia SEE/SUGEP, esclarece todos os procedimentos e dúvidas sobre o recadastramento de quem está na ativa. De acordo com a circular, o recadastramento poderá ser realizado pelo Sistema de Recadastramento, Complementação e Atualização de Dados (Recad), acessível pela Internet.

Em tempos de pandemia do coronavírus e de recesso antecipado por causa da quarentena, o governo distrital informa que o(a) servidor(a) deve acessar o endereço eletrônico https://sistemas.df.gov.br/Recadastramento/ para efetuar o recadastramento.

O Manual do Recadastramento está disponível no link: http://www.seplag.df.gov.br/wp-conteudo/uploads/2018/12/MANUAL_2019-08-07.pdf e no endereço http://www.seplag.df.gov.br/duvidas-frequentes/ . A Circular nº 10/2020 também lista as perguntas frequentes.

Todos(as) os servidores ativos são obrigados a se recadastrarem nesse período, independentemente de estarem afastados, licenciados, de férias ou cedidos a outros Poderes ou entes federativos.

Ou seja, todos os agentes públicos, ativos e contratados temporariamente, dos comissionados aos cedidos a outros órgãos da administração direta, autárquica e fundacional do GDF, todos definidos no artigo 2º da Portaria 256/2019, são obrigados as recadastrarem.

HISTÓRICO
O recadastramento obrigatório faz parte da atualização de dados que GDF tem feito desde agosto de 2019 e da implantação de um novo sistema de gestão de pessoas e produção da Folha de Pagamento, o Sigepe-DF, e, nesse caso, o recadastramento é fundamental para assegurar que os dados a serem inseridos no novo sistema estejam atualizados.

A atualização dos dados do Sistema Único de Gestão de Recursos Humanos (SIGRH) não é feita desde 2011, quando foi realizado o último recenseamento. O recadastramento atinge cerca de 130 mil servidores e será concluído no prazo de nove meses.

Trabalhadores temporários, afastados, licenciados e que estão cedidos para outros entes federativos também precisam informar seus dados ao governo. Aqueles que não atualizarem os dados poderão ter o salário bloqueado ou até suspenso.

Iprev suspende prova de vida por 30 dias, mas não para quem não a fez em 2019

A diretoria colegiada do Sinpro-DF informa que o Instituto de Previdência dos Servidores do Distrito Federal (Iprev) suspendeu por 30 dias, a contar do dia 16 de março, a prova de vida dos(as) servidores(as) públicos(as) do Distrito Federal aposentados(as).

A decisão é consequência da pandemia do novo coronavírus e foi publicada na Portaria nº 13, dessa segunda-feira (16). Na mesma portaria, o Iprev informa que estão fora dessa decisão os(as) aposentados(as) que não fizeram a prova de vida em 2019.
 
Ou seja, quem não fez a prova de vida em 2019 terá de ir ao Banco de Brasília (BRB) fazê-la mesmo nesses dias de quarentena. Se não fizer, ficará sem o pagamento.

“Visando  garantir  a  saúde  e a segurança  de todos  os(as) aposentados(as),  cuja maioria  está no grupo de risco, estamos  atentos  a todas as informações possíveis  e alertamos  para  que tomem os devidos  cuidados para não se contaminarem”, afirma Sílvia Canabrava, coordenadora da Secretaria para Assuntos de Aposentados do Sinpro-DF.

Confira aqui a Portaria nº 13, de 16/3/2020

 

 

Sinpro convoca a categoria para mobilização virtual no dia 18 de março

Em decorrência da pandemia do Coronavírus, do crescente número de infectados no Brasil e no mundo, além das restrições a grandes aglomerações, a CNTE anunciou a suspensão dos atos públicos que aconteceriam no dia 18 de março, quando será realizada a Greve Geral da Educação e em Defesa dos Serviços Públicos. Apesar do cancelamento das manifestações de rua, as entidades e centrais sindicais, juntamente com o Sinpro, convocam os(as) trabalhadores(as) para uma mobilização virtual nesta quarta-feira (18).

A partir das 10h, o Sinpro convoca os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais a tirarem fotos com faixas e cartazes com a hashtag #greveporeducacaoesaude, denunciando a precarização do SUS; os ataques à educação; ataques ao serviço público; e contra as reformas que estão sendo tramitadas no Congresso Nacional (Plano mais Brasil – Desvinculação do fundo, PEC emergencial e Pacto Federativo, e reforma Administrativa). Incentivamos que cada um(a) faça as postagem em suas redes sociais de forma pública, utilizando a #greveporeducacaoesaude. Não esqueça de marcar o Sinpro  nas redes sociais (@Sinpro).

O objetivo é que a hashtag fique entre as mais comentadas do dia. Quanto mais pessoas utilizarem as redes sociais com a #greveporeducacaoesaude, mais abrangente será a nossa manifestação virtual e o nosso alcance. Pedimos que cada um(a) use roupas vermelhas e verdes (simbolizando a luta e a cura), juntamente com os cartazes e faixas.

Vamos, juntos, lutar por uma educação e uma saúde públicas de qualidade.

 

Ações do dia 18 de março

Tuitaço ao longo do dia
A hashtag #greveporeducaçãoesaude reunirá nas redes sociais as manifestações em defesa da educação pública, da saúde, dos serviços públicos e da democracia em todo país. Para participar, é só postar fotos com cartazes de reivindicações, textos e vídeos com a temática da greve usando essa hashtag. Acesse aqui os materiais para divulgação.

Panos nas janelas
No dia 18 de março os manifestantes poderão apoiar a greve geral da educação pendurando um pano na janela, de qualquer cor ou tamanho, e em seguida fazer uma foto dessa ação e publicar nas redes sociais com a hashtag #greveporeducaçãoesaude.

Apagar e acender das luzes às 20h

Às 20h pedimos que todos apaguem e acendam as luzes de suas casas por um minuto como mais uma forma de protesto neste dia de greve contra todas as medidas contrárias ao serviço público, à educação e à saúde pública.

Participe das ações virtuais da Greve Geral nesta quarta-feira (18), pois o momento de isolamento pela saúde de todos(as) consiste em mais uma oportunidade de luta e consciência por uma vida com qualidade social e por nossos direitos respeitados.

Sinpro informa que posse dos 821 nomeados está mantida

O Sinpro informa que a entrega de documentação e a posse dos(as) 821 professores(as) nomeados(as) está mantida. Devido à pandemia do Coronavírus e de todas as restrições decorrentes do vírus, a data para a cerimônia de posse será alterada, acontecendo a partir do dia 31 de março, conforme cronograma a ser divulgado até o dia 30 na página da Secretaria de Educação.

Com a emissão deste documento, os(as) nomeados(as) que estavam preocupados(as) com a possibilidade da posse ser adiada podem ficar tranquilos. Apesar da mudança na data, a posse está mantida.

No documento de posse consta que o CEP dos(as) professores(as) que tomarão posse deve ser do Distrito Federal, fato que está sendo corrigido pelo governo. A Secretaria de Educação informa que soltará uma errata em relação ao Comunicado, na parte onde trata do CEP do Distrito Federal.

Comunicado

Documentos de posse

Dois Brasis e o coronavírus: Qual vencerá?

Pensar em nós ou em nossa família talvez seja um exercício interessante para avaliarmos como nos comportar nesses tempos de distopia e pandemia. Para mim há dois projetos de sociedade que estão em disputa

Crianças protestam por um Brasil melhor, em frente ao Congresso Nacional, em Brasília.

Por Maria Frô

Demorei bastante tempo para abordar o tema no blog. Apesar de acompanhar de perto o que está ocorrendo no Brasil e no mundo, especialmente na Itália, sei que os profissionais da saúde são mais qualificados para tratar do tema. Por isso quero tratar de nós como coletividade neste contexto de pandemia do COVID-19, o popular coronavirus.

Tenho pais idosos na faixa dos 80 anos e um irmão com deficiência física severa e sistema imunológico muito comprometido na faixa dos 47 anos (faixa etária que já é vítima do coronavírus  na Itália). Os três são alvos fáceis desta pandemia.

Ontem no grupo da família orientava meus irmãos na proteção deles. Meu irmão já havia tomado várias providências. Isso dá tranquilidade, porque ao menos no seio familiar todos estão trabalhando do mesmo lado e lado a lado.

Eu mesma faço parte do público alvo, apesar de não estar na faixa etária acima dos 60. Desde abril do ano passado já sofri 6 internações e três grandes intervenções cirúrgicas, a última há exatos 15 dias.

Pensar em nós ou em nossa família talvez seja um exercício interessante para avaliarmos como nos comportar nesses tempos de distopia e pandemia. Para mim há dois projetos de sociedade que estão em disputa. O número de mortos, a quantidade de infectados, a superlotação dos serviços de saúde dependerá das medidas concretas dos governantes, mas também de nossa decisão diante de nossas vidas e das dos demais brasileiros, lembrando que não importa se o infectado é fascista, esquerdista ou em cima do muro.

A ausência de valores de uma sociedade cega pelo ódio

Ontem, após romper a quarentena, cumprimentar e tirar selfies com seus apoiadores, Bolsonaro, de modo cínico, defendeu a micareta fascista que quer fechar 2 dos elementos do tripé da democracia (o Congresso Nacional e o STF) usando as péssimas condições do transporte coletivo superlotados, como se ele, como governante, não tivesse nada a ver com isso.

Ontem, vimos, talvez, a manifestação mais egoísta desde 2015: os xingamentos, as palavras autoritárias, a ausência de qualquer proposta, inundavam os cartazes dos saudosos dos governos de exceção que torturaram, mataram, exilaram, censuram o país por mais de duas décadas e até hoje seus entulhos nos assombram. Assustou ver a quantidade de idosos, alguns andando com auxílio de andador, com suas máscaras e luvas no meio da manifestação fascista.

O presidente e seus seguidores não são apenas inconsequentes, irresponsáveis, eles mostraram que não têm o amor tão propalado ao país e nem a eles mesmo. Como é possível diante do cenário mundial de pandemia esses manifestantes e seu presidente negarem a realidade e ampliarem as chances de contágio, inclusive entre aqueles que são os mais vitimados pelo COVID-19, os idosos?

Essa parcela da sociedade bem representada no #coronaday ignora o fechamento de fronteiras, o cancelamento de voos e de grandes eventos. Malafaia e Edir Macedo chegaram ao cúmulo de negar o fechamento de suas igrejas-negócio e Edir Macedo disse que essa coisa de Satanás não pega nos fiéis. Houve manifestante como um no Maranhão, que negou, inclusive, as mortes tão divulgadas por coronavírus. Só ontem na Itália morreram 369 pessoas, ultrapassando pela primeira vez o número de pacientes em tratamento em unidade intensiva. Outros brigaram com o governador de Goiás, o ruralista extremamente conservador Ronaldo Caiado, mas que num raio de lucidez lembrou que é médico e tentou chamar os manifestantes bolsonaristas à razão. Foi vaiado e xingado pela malta cega.

Entre os artistas desta facção o coronavírus vira piada de mau gosto. Não faltou sequer tiro de bolsonarista fascista na manifestação.

Não existe mais álcool gel nas farmácias, nem máscaras e começam a faltar produtos nos supermercados, como papel higiênico. Terá que se criar normas restritivas para aqueles que estocam?

A parcela da sociedade que entendeu a importância do SUS

Na outra ponta da sociedade vemos a solidariedade, o humor para desanuviar esses tempos distópicos de desespero, a imensa criatividade que também nos é característico, para tentar ajudar a conter a propagação do vírus, o apoio, reconhecimento e a defesa do SUS, nosso maior patrimônio que se depender de CoronaGuedes acaba.

Brasileiros brincam com o problema da segurança pública e a pandemia, assim como defendem o SUS contra o ataque dos neoliberais que tiram recursos da saúde pública

Nos grupos de whatsapp, nas redes sociais circulam de tudo.

Algumas figurinhas educativas sobre cuidados com a transmissão do COVID-19 que circulam no whatsapp

Figurinhas educativas como as vistas acima inundam o whats app.

Muito compartilhamentos de dados, reportagens, entrevistas de médicos infectologistas. Tanto a mídia tradicional como a blogosfera de esquerda vêm prestando serviço de utilidade pública na orientação para que a pandemia não cause a quantidade de mortes vistas na Itália e na China e para que o Brasil não se torne um país paralisado como foi o caso da Itália. Essa parcela da sociedade sabe que nossa curva de propagação do vírus segue muito semelhante à Itália e quer evitar que o Brasil seja a Itália amanhã.

Os nordestinos desta parcela da sociedade assim como fizeram na crise do derramamento de óleo (que igualmente foi ignorada pelo governo federal), usam a poesia, a arte para conscientizar a população, como nesse belo cordel.

Os governadores do Nordeste aplicam mais recursos para a saúde como fez Camilo Santana e, até o momento, o Ceará vem controlando a disseminação do vírus.

Ontem, uma campanha bonita pedia aplausos para os valentes profissionais da saúde pública.

As centrais e sindicatos CUTistas que tinham manifestação marcada para o dia 18 responsavelmente a cancelaram e propuseram um dia de greve para protestos em defesa do SUS, da educação, da democracia.

Quem vencerá? A parcela da sociedade que entendeu que é necessário um esforço conjunto da população ao mesmo tempo que devemos cobrar dos governantes medidas concretas de investimento no SUS, de combate à pobreza, pois um corpo debilitado está muito mais sujeito a danos, de fazer a defesa do trabalho e empregos decentes ou a parcela lunática que segue seu mito e todos os seus crimes?

O Brasil de amanhã depende desta disputa. Que o bom senso, o senso de coletividade e a solidariedade nos salve do caos.

Podcast da Educação: Segundo episódio aborda o Coronavírus

O Sinpro lança nesta segunda-feira (16), de forma excepcional, o episódio número 2 do Podcast da Educação. Diante dos últimos acontecimentos e de toda proporção que o Coronavírus tem trazido para o Brasil e para o mundo, nada mais pertinente que trazer o tema para o conhecimento dos(as) professores(as) e dos(as) orientadores(as) educacionais.

Para tratar do assunto, que muito diz respeito ao magistério público, o diretor do Sinpro Cláudio Antunes conversa com a deputada distrital e médica sanitarista Arlete Sampaio, e com o diretor da Secretaria para Assuntos de Saúde do Trabalhador do Sinpro,  Alberto Ribeiro.

O Podcast da Educação tem o objetivo de ser mais um canal de comunicação para que o professor(a) e o(a) orientador(a) fiquem ainda mais informados sobre tudo que gira em torno do magistério público e da Educação. Semanalmente vamos levar à categoria pontos relevantes do magistério público, com a intenção de apontar saídas, além de fazer críticas e sugestões para que cheguemos a uma educação pública de qualidade.

O debate não ficará restrito ao Distrito Federal. À medida que a pauta da educação esteja ligada ao Governo Federal, o Podcast abordará a temática, sempre mostrando as saídas necessárias para o problema apontado. O conteúdo estará disponível todas as sextas-feiras e nos dias excepcionais, e pode ser acessado na página do Sinpro e em todas as nossas redes sociais, além de nossas contas no Spotify e no Youtube.

Clique AQUI e confira na íntegra o podcast do Sinpro.

 

GDF decreta 15 dias de recesso escolar a partir de 16 de março

O Governo do Distrito Federal (GDF) determinou recesso escolar de 15 dias na rede pública de ensino a começar nesta segunda-feira (16/3) e vai até 30 de março. As aulas voltam, normalmente, a partir do dia 31/3.

A decisão do governador Ibaneis Rocha foi instituída pelo Decreto n° 40.520, de 14 de março de 2020, que, dentre outros pontos, determina a suspensão das aulas na rede pública de ensino do Distrito Federal.

O inciso III do documento indica que este período deverá ser compreendido como recesso/férias escolares do mês de julho, tendo início a partir do dia 16 de março de 2020.

O decreto, porém, não fala em renovação ou prorrogação deste período. No entanto, como se trata de uma questão emergencial de saúde pública, isso não deve ser descartado.

 

  • 1º A suspensão das aulas na rede de ensino pública do Distrito Federal, de que trata o inciso III, deverá ser compreendida como recesso/férias escolares do mês de julho e terá início a partir do dia 16 de março de 2020, nos termos deste Decreto.

 

  • 2º O recesso/férias escolares terá duração máxima de 15 dias corridos, independente do quantitativo de dias de recesso constante no calendário escolar da unidade de ensino.

 

O Sinpro-DF esclarece que em virtude da aplicação deste decreto, o que está vigente a partir de segunda-feira (16) é um recesso escolar, que será de quinze dias corridos.

Qualquer discussão sobre a recomposição do calendário escolar só será tratado a partir do fim da emergência na saúde pública. Atualmente estamos com mais de 300 milhões de estudantes sem aula em todo o planeta em função da pandemia de Coronavírus.

O sindicato continuará prestando todos os esclarecimentos e tirando as dúvidas da categoria, mas orientamos a todos(as) os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais que mantenham uma etiqueta de higiene neste período, conforme as autoridades mundiais já têm solicitado (evitar aglomerações, como shopping e cinema).

 

Recesso escolar ou Férias?

Apesar do governo do DF ter expressado a palavra Férias no Parágrafo primeiro do decreto, tendo em vista que em julho a rede pública de ensino, que tem calendário escolar próprio, tem recesso escolar, deverá ser aplicado o entendimento de que a antecipação se trata, neste momento, de recesso escolar. É importante salientar que não está havendo antecipação de férias neste momento.

Até segunda-feira (16) a Secretaria de Educação vai publicar uma circular explicando os detalhes da aplicação deste decreto na rede pública, de forma que orientamos que aguardem a publicação deste documento, que vai diminuir as principais dúvidas da categoria.

 

Recomposição dos dias

Já estamos recebendo diversas perguntas sobre a recomposição, mas, neste momento, não há como responder. À medida que tivermos respostas para a questão da recomposição dos dias, faremos os esclarecimentos pelas nossas redes sociais.

 

Situação de pagamento dos professores substitutos

A diretoria do Sinpro conversou na tarde deste sábado (14) com a Secretaria de Educação sobre a situação de pagamento dos(as) professores(as) substitutos(as) em função das alterações do Calendário Escolar ocasionadas pela pandemia do Covid-19. O objetivo é o de garantir o mesmo tratamento que foi aplicado aos(às) professores(as) substitutos(as) em 2009, por ocasião da gripe H1N1.
Com isso, a remuneração será paga normalmente: vencimento, gratificações e benefícios. A Circular n° 18/2020, da SUGEP, traz todos os detalhes.
Clique aqui e confira o documento na íntegra.

Sinpro-DF: 41 anos de sindicalismo genuíno

Hoje é Sábado, 14 de março de 2020, e a categoria Magistério do Distrito Federal tem motivos para comemorar: é aniversário do Sindicato dos Professores no Distrito Federal (Sinpro-DF).

A trajetória do Sinpro começa em 1960, quando nascia a primeira organização representativa dos educadores da recém fundada capital federal, a Associação Profissional dos Professores do DF (APPDF). Mas, foi somente em 14 de março de 1979, que a entidade recebeu do Ministério do Trabalho a denominação de sindicato.

Pioneiro nos embates de professoras e professores, o Sinpro já havia sido construído na luta desde seu nascimento. Sua representatividade era tamanha que, em apenas dois meses após sua criação, o sindicato sofreu uma intervenção federal militar, com a destituição da diretoria e instauração de uma junta interventora. Uma eleição e posse da nova direção só aconteceram nove meses depois. Tratava-se da consolidação de uma luta iniciada que, mesmo em meio ao contexto dos anos de chumbo, conseguiu se estabelecer como maior sindicato do Brasil. De lá para cá, sua combatividade e autonomia tem sido decisivas no embates locais e nacionais.

Se por um lado o sentimento entre a categoria é de comemoração, por outro, a palavra de ordem também é coragem. Pois mesmo diante de um momento delicado das conjunturas política e econômica do país, o Sinpro é reconhecido por promover um sindicalismo de massa, classista, autônomo e democrático. Cujo compromisso é a defesa incansável dos interesses imediatos e históricos da classe trabalhadora, sempre na luta por uma educação pública, gratuita, laica e de qualidade socialmente referenciada para todos.

A classe trabalhadora vive um período de ataques propositais à democracia e presenciam as políticas antipovo e o desmantelamento dos serviços públicos promovidos no atual governo.
São alvos de Bolsonaro direitos essenciais como saúde e educação. Somente em 2019, por exemplo, foi anunciado um corte de mais de 1, 5 bilhão do orçamento destinado à educação. A Universidade de Brasília anunciou que o bloqueio orçamentário imposto pelo governo federal impactou em R$ 48,5 milhões a menos para o orçamento discricionário da UnB, correspondendo a 39% do total disponível para pagamento de despesas de manutenção.

E os sucateamentos dos serviços públicos não param por aí. A Emenda Constitucional 95, mantida e defendida por Bolsonaro tem inviabilizado a contratação de profissionais de saúde via concurso público e também de manutenção ou criação de programas adotados na área. Estes são apenas alguns dos desafios da categoria nesta conjuntura. Mais que nunca, é preciso manter a unidade de classe.

A diretoria colegiada do Sinpro-DF parabeniza os mais de 36 mil os(as) trabalhadores(as) filiados pela força e participação massiva em todas as atividades convocadas. O protagonismo do sindicato no passado e nos dias atuais reflete a força do Sinpro como importante agente nas lutas sociais, populares, trabalhistas, sindicais, bem como na conjuntura política do DF e de todo o país.

Hoje, nosso sindicato, por meio do apoio desta categoria de luta se firma como interlocutor de peso para que nossas aspirações e interesses dialoguem na diversidade e na busca por avanços e unidade de classe. O Sinpro seguirá firme na construção e fortalecimento de um movimento sindical representativo e alicerçado na base. Nossas conquistas reafirmam nossa capacidade de luta e empenho na organização de todos os professores e orientadores educacionais no DF.

Parabéns ao Sinpro pelos 41 anos de história. Viva o magistério! Viva a luta sindical! Viva à democracia!

Sindicato dos Professores no Distrito Federal, presente…

Diretoria Colegiada do Sipro 2019-2022

Greve geral do dia 18 de março está mantida

A CNTE, a CUT e as demais centrais sindicais definiram que a Greve Geral do dia 18 está mantida. Em razão da pandemia do Coronavírus e mediante os cuidados relacionados à saúde pública, não haverá realização de atos com aglomeração de pessoas como estava programado anteriormente.

Na próxima segunda-feira (16) o Sinpro, juntamente com outros sindicatos e a CUT, se reunirão e definirão de que forma a classe trabalhadora poderá fazer com este dia mantenha seu objetivo, que é o de defender a educação pública.  Os encaminhamentos de como ocorrerão os atos pelas redes sociais também serão definidos após esta reunião.

Acessar o conteúdo