Escolas do DF são convidadas a comemorarem o Dia Internacional do Abraço
Jornalista: Maria Carla
Dia Internacional do Abraço no CEM Setor Leste em 2018
O Abrace Mais – Escola do Abraço convida a todas as Escolas do Distrito Federal (DF) a comemorarem, nesta na quarta-feira (22), o Dia Internacional do Abraço e a promoverem o Abraço Solidário.
A “Prática do Abraço Solidário” faz parte das comemorações do Dia Internacional do Abraço. Nesta ocasião, estudantes, pais, professores e servidores recebem o “dever de casa – Abraço Solidário”, a ser realizado pela comunidade escolar de 22 de maio a 30 de junho.
O dever de casa consiste em praticar o desapego, ou seja, levar para a escola aquilo que não está usando para doar a entidades filantrópicas. Não está usando, desapega. Doar faz bem.
A comunidade escolar de diversos estabelecimentos de ensino será recebida com abraços nesta data comemorativa, dentre eles, o Centro de Ensino Médio Setor Leste (611/612 Sul – Plano Piloto), será das 6h às 8h e no Centro de Ensino Médio 12, de Ceilândia, a partir das 7h.
“Toda escola, escola do abraço, o ano todo”, afirma o professor Francisco Filho, coordenador da campanha. Francisco solicita às escolas que forem participar da Campanha Escola do Abraço a entrarem em contato pelo Facebook do Abrace Mais (mensagem in box) para que seja feita a divulgação de sua participação.
A comunidade que morar ou trabalhar próxima às escolas poderão verificar se aquela escola está participando da campanha e ali fazerem suas doações. A proposta é que esta ação comemorativa seja realizada em todo o DF, ou seja, você é convidado a promover o abraço solidário em seu espaço de convivência (escola, local de trabalho, condomínio, clube, associações, entidades, etc.), consagrando, assim, “Brasília, Capital Mundial do Abraço”.
A sugestão é que os próprios participantes desta ação (escola, local de trabalho, condomínio etc.) entreguem a arrecadação efetuada, de forma coletiva, à entidade que mais receber indicações para ser contemplada com as suas doações.
O Abrace Mais – Escola do Abraço visa a promover a cidadania, a solidariedade, a sustentabilidade, a valorização e o resgate da vida, a cultura da paz e o voluntariado.
Mais informações por meio de mensagem in box pelo Facebook do Abrace Mais: https://www.facebook.com/abracemaisoficial/ =.
Servidora da SEEDF assassinada nesta segunda (20) é vítima de feminicídio
Jornalista: Maria Carla
Débora Tereza Correia, 43 anos, professora da Secretaria de Estado da Educação do Distrito Federal (SEEDF), foi assassinada, na manhã desta segunda-feira (20), pelo companheiro. Ele se matou em seguida. As informações da imprensa confirmam que o assassino era o policial civil identificado como Sérgio Murilo dos Santos, 52 anos.
De acordo com a imprensa, Sérgio tinha histórico de agressão contra a professora, registros de medidas protetivas contra ele e de condenação por violência doméstica. A professora aposentada Maria Auxiliadora, que estava no local na hora do crime, contou, em áudio enviado ao Sinpro-DF, que o crime ocorreu no terceiro andar da Sede II da SEEDF, na Quadra 511, da Asa Norte, local em que funciona a Coordenação Regional de Ensino do Plano Piloto e Cruzeiro.
“Acabei de presenciar, agora, um assassinato na 511 Norte, no terceiro andar. Eu estava sendo atendida e o cara sacou da arma, matou uma atendente, que estava perto de mim, e se matou. Eu só vi dois corpos caindo. Corri escada abaixo e todo mundo saiu correndo. É muito triste a gente ver isso e esse governo que quer armas nas mãos das pessoas”, conta Maria Auxiliadora.
O terceiro andar do prédio da 511 Norte, é ocupado, desde terça-feira passada (14/5), pela Subsecretaria de Gestão de Pessoas (Sugep), que, funcionava no prédio da 607 Norte. Recentemente, em razão da interdição do prédio da 607, passou, provisoriamente, para a Eape e, na semana passada, foi transferida para a 511 Norte.
Membros da diretoria do Sinpro-DF também seguiram para o local. De janeiro até maio deste ano, com o caso da professora Débora, o DF registrou mais de 10 feminicídios. Matéria do G1 sobre o caso Débora indica que, com o assassinato da professora, o DF registra o 13º caso de feminicídio. No Brasil, esse número avança para cifras alarmantes. O Mapa da Violência de 2018 indica que a cada 2 horas uma mulher é vítima desse tipo de crime no país.
Somente em janeiro deste ano, 119 mulheres foram assassinadas, vítimas de feminicídio, e, 60, sofreram tentativas. Os dados são da imprensa. Em se considerando somente os casos noticiados entre janeiro e fevereiro deste ano, o número desse crime ultrapassa 200 vítimas no Brasil. No DF, com a morte da atendente da SEEDF, o número passa de dez casos em 2019.
A luta pelo fim da violência contra a mulher é uma das principais bandeiras do Sinpro-DF. O problema é tão preocupante e devastador que, este ano, o Concurso de Redação e Desenho do sindicato tratou do assunto e, com o tema “Feminicídio: ato final da violência doméstica”, envolveu toda a rede pública de ensino no debate sobre a violência que todo dia faz várias vítimas no Brasil e no mundo e repercute negativamente no ensino-aprendizagem e na comunidade escolar.
O feminicídio também é o tema da Agenda 2019 do Sinpro-DF, distribuída aos(às) professores(as) e orientadores(as) educacionais sindicalizados(as). A entidade coloca à disposição das professoras e orientadoras educacionais a Secretaria de Mulheres, que desenvolve atividades de combate a todos os crimes contra a mulher. A secretaria também desenvolve ações que denunciam a relação estreita que os crimes contra a mulher têm com machismo, o patriarcado e a tentativa de submissão da mulher.
O Sinpro-DF foi o primeiro sindicato da capital federal a implantar uma secretaria totalmente dedicada às questões da mulher. Também produz a revista Sinpro Mulher, um periódico anual voltado para o debate da educação e a questão da mulher, na qual a violência e outros temas relacionados são destaques.
O expediente da Sugep ficará suspenso por três dias porque as equipes prestarão esclarecimentos à polícia e também fornecendo assistência à família.
Não haverá expediente no Sinpro-DF entre os dias 29 e 31 de maio
Jornalista: Maria Carla
O Sinpro-DF comunica à categoria que não haverá atendimento ao público nos dias 29, 30 e 31 de maio em razão das eleições para a escolha da nova diretoria colegiada do sindicato para o triênio 2019-2022. Todavia, o atendimento aos favorecidos do processo do FGTS ocorrerá nos dias 29 e 30.
No dia 31/5, a sede e subsedes do sindicato estarão fechadas para todo tipo de atendimento e retornarão à normalidade na segunda-feira (3/6).
A sede e subsedes não farão atendimento ao público porque serão locais de votação.
Fim da licença-prêmio em pauta. Todos à Câmara Legislativa
Jornalista: Luis Ricardo
A diretoria do Sinpro convoca os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais que estiverem em coordenação pedagógica para acompanharem a leitura do Projeto de Lei Complementar (PLC) que extingue o direito à licença-prêmio dos(as) servidores(as) públicos(as) do DF transformando-a em licença para capacitação, um direito garantido pela Lei Complementar nº 840/2011. O governo reapresentou o PL e segundo informações da Câmara Legislativa do Distrito Federal, o PLC deverá ser lido em caráter de urgência na sessão de plenário desta terça-feira (18).
Tendo em vista a tentativa do GDF em acabar com este direito do servidor público, convocamos todos e todas a comparecerem à CLDF às 14h30. Além de acompanhar a leitura do projeto, daremos prosseguimento às visitas aos gabinetes dos deputados pedindo apoio contra este projeto de lei.
Dando continuidade às discussões sobre pecúnias e a importância do gozo da licença-prêmio, na última segunda-feira (13), a diretoria colegiada do Sindicato dos Professores no Distrito Federal (Sinpro-DF) reuniu-se com aposentados(as) que têm pecúnias a receber do Governo do Distrito Federal (GDF). No encontro, foram atualizadas as informações e apontados os rumos das próximas ações para o pagamento do benefício.
O Sinpro informa aos(as) aposentados(as) que a Comissão de Negociação já tem uma reunião pré-agendada com o GDF para tratar especificamente dessa pauta. A expectativa é que um encontro aconteça na quinta-feira (23). Após essa reunião, os(as) professore(as) e orientadores(as) aposentados(as) deverão ser convocados(as) para uma nova roda conversa para atualizar os informes.
O sindicato relembra que esta é uma luta antiga que obteve avanços graças à persistência do Sinpro e de toda a categoria. Após inúmeras mobilizações e ações conjuntas, o governo vem pagando os valores. Todo último dia útil do mês, o GDF disponibiliza cerda 11 milhões para quitar a pecúnia dos(as) aposentados de todas as categorias, obedecendo sempre a ordem da data de publicação.
Os(as) trabalhadores(as) que se aposentaram até o dia 25 de julho de 2016 já receberam as pecúnias, além disso, como determina a lei, vários(as) professores(as) e orientadores(as) que entraram com o pedido de prioridade por terem alguma doença também já adquiriram o benefício.
O Sinpro orienta ainda que os(as) demais aposentados(as) fiquem atentos(as) aos desdobramentos dessa luta e mantenham sempre a unidade. Juntos(as), garantiremos o pagamento das pecúnias para todos(as) professores(as) e orientadores(as) aposentados(as) conforme o cronograma estipulado.
“É fundamental que estejamos na luta em prol do pagamento das pecúnias. O sindicato somos todos nós. Como fizemos no passado, precisamos manter nosso histórico de luta e unidade. Assim, manteremos os que já foram conquistados e alcançaremos ainda mais direitos”, enfatizou a coordenadora da Secretaria para Assuntos dos Aposentados, Silvia Canabrava.
Sinpro premia vencedores do X Concurso de Redação e Desenho
Jornalista: Luis Ricardo
Estudantes, professores e a comunidade escolar lotaram o auditório do Sinpro durante a tarde dessa quinta-feira (16) durante cerimônia de premiação do X Concurso de Redação e Desenho do Sinpro. Trabalhando a temática da violência contra a mulher, 4.028 mil redações e desenhos foram inscritos por estudantes da rede pública de ensino do Distrito Federal, mostrando o interesse dos alunos em participar e mostrar que o fim da violência contra a mulher depende de todos nós.
Diante da necessidade de refletir sobre as causas e as consequências da violência, buscando assim soluções, o Concurso trouxe como tema Feminicídio: ato final da violência doméstica. Para o coordenador da Secretaria de Imprensa do Sinpro, Cláudio Antunes, o concurso é uma gota no oceano de esperança por mudanças. “Esse concurso nasceu após o assassinato do professor Carlos Mota, e após isso lançamos a campanha Quem bate na escola maltrata muita gente. A partir daí veio a ideia de lançar o concurso de redação com vários temas para que as escolas, estudantes e a sociedade pudessem debater pontos de grande relevância”, afirma o diretor.
Primeiro lugar na categoria Redação: 4º e 5º anos do ensino fundamental, Juliana Souza Duarte diz que uma das grandes importâncias do concurso é a de propor mudanças em pontos relevantes para a sociedade. “Quando a escola para e debate a violência contra a mulher, ela propõe medidas que possam acabar com casos de feminicídio, por exemplo. Projetos como este são muito importantes para que nós, estudantes, possamos lutar contra essa questão, que infelizmente cresce a cada dia”, afirma a aluna da Escola Classe 204 Sul.
O Concurso de Redação do Sinpro-DF faz parte da Campanha contra a Violência nas Escolas, uma iniciativa do sindicato adotada em 2008 para ensejar, entre os(as) estudantes da rede pública de ensino, a reflexão sobre as causas, as consequências e as soluções para a violência – um problema que afeta toda a sociedade. É com esta preocupação que o sindicato tem debatido várias temáticas ao longo dos últimos nove anos, fomentando o sonho e a esperança de um mundo mais justo, igualitário e com menos desigualdades.
População vai às ruas e diz não à onda de retrocessos proposta por Bolsonaro
Jornalista: Luis Ricardo
Mais de um milhão de brasileiros(as) saíram às ruas nessa quarta-feira (15) em defesa da Educação e dos direitos da classe trabalhadora. Em um nítido sinal de reprovação com a reforma da Previdência proposta pelo presidente Bolsonaro, em defesa do direito à aposentadoria e contra o corte de investimentos na Educação, professores(as), estudantes, sindicatos, funcionários técnico-administrativos da rede pública de ensino e da rede privada, e trabalhadores(as) de todo o país ocuparam as ruas e deflagraram a Greve Nacional da Educação.
O protesto, que precede a Greve Geral que será realizada no dia 14 de junho, foi uma resposta ao projeto de desmonte da educação pública conduzido por Jair Bolsonaro (PSL) e pelo ministro da Educação Abraham Weintraub, e à política de retrocessos e de desrespeito que o governo federal tem adotado com o(a) trabalhador(a).
O corte de 30% no orçamento discricionário de 2019 para todas as universidades e institutos federais anunciado pelo Ministério da Educação (MEC) há alguns dias representa um duro golpe à luta por uma educação pública de qualidade, e para a diretoria do Sinpro as mobilizações mostraram que a população é totalmente contrária às políticas de Bolsonaro e de sua equipe ministerial.
O futuro de um país passa diretamente pelo respeito à Educação, e não é com o corte de verbas que encontraremos esse caminho. A trajetória de crescimento, de progresso, de uma vida digna à população e de avanço nos mais variados segmentos do país passa pelo investimento em escolas, universidades e na educação, fato que esse governo tenta acabar. Contra todo desrespeito e à tentativa de retrocessos do governo Bolsonaro a paralisação da educação tomou conta das escolas, institutos federais, universidades, praças, ruas e avenidas das capitais de todos os estados brasileiros e do Distrito Federal, além de centenas de cidades do interior do país.
A população está unida contra os cortes na educação e contra a proposta de reforma da Previdência, que vai impedir o acesso à aposentadoria de milhões de brasileiros(as).
Idiota é quem não luta, Bolsonaro
Em meio às manifestações pacíficas e democráticas realizadas por milhões de brasileiros ao redor do Brasil, Bolsonaro mostrou, mais uma vez, que não entende a importância da democracia. Durante breve conversa com jornalistas nos Estados Unidos, o presidente disse que a luta em defesa de recursos para a educação é feita por “idiotas úteis”, classificados por ele como “militantes” e “massa de manobra”. Além disso, afirmou que os estudantes que estão nas ruas “não sabem nem a fórmula da água” e servem de instrumento político para “uma minoria espertalhona que compõe o núcleo das universidades federais”.
A fala de Bolsonaro revela um total desconhecimento com relação aos protagonistas do ato, uma vez que participaram do Greve Nacional da Educação trabalhadores das mais variadas áreas e brasileiros que empunhavam a bandeira do respeito aos seus direitos, direitos esses conquistados diante de muita luta.
A diretoria do Sinpro sempre estará na luta por mais investimentos na educação, na luta pelos direitos da classe trabalhadora e na busca por uma educação de qualidade a cada brasileiro. Não nos calaremos diante do autoritarismo e da tentativa de retrocessos. É diante da luta que conquistaremos nossas vitórias.
Professores do DF no ato
Professores(as) e orientadores(as) vieram de todas as regiões administrativas do Distrito Federal participar do ato em defesa da Educação, da aposentadoria e contra as políticas de retrocessos apresentadas pelo governo federal. Unidos aos demais trabalhadores e estudantes da capital federal, marcharam do Museu Nacional da República até o Congresso Nacional, e depois retornaram em marcha até a Rodoviária do Plano Piloto.
Beco sem saída
O Sinpro apresentou nessa quarta-feira (15), durante a Greve Nacional da Educação, uma abordagem lúdica para explicar à população o que a reforma da Previdência fará caso seja aprovada. Em uma cabine, o cidadão é convidado a entrar para descobrir quem é a pessoa que não vai se aposentar com a reforma de Jair Bolsonaro. Ao passar pela cortina e entrar na cabine, a pessoa se depara com uma pergunta (Quem não vai se aposentar com a reforma da Previdência) e uma porta. Ao abrir, descobre que é ele mesmo que vai ficar sem se aposentar.
A abordagem lúdica explica à população o quanto a reforma é prejudicial para todos(as) os(as) trabalhadores(as) e para os jovens que ao concluir seus estudos, terão dificuldades em ingressar no mercado de trabalho.
Juntamente com a cabine o Sinpro entregou um panfleto espelho explicando os prejuízos da reforma, disponibilizando contatos telefônicos dos parlamentares do Distrito Federal para que cada um ligue e peça para votar contra.
Aqueles(as) que quiserem que o sindicato leve a cabine para passar um dia na escola para que professores(as) trabalhem o tema com a comunidade escolar e com os próprios estudantes nos horários de entrada de turno ou dias de reunião podem ligar para a imprensa do Sinpro (3343-4236) e agendar o dia que querem a cabine do Beco sem Saída na sua escola.
“Beco sem saída” mostra à população o que acontecerá caso a reforma da Previdência seja aprovada
Jornalista: Luis Ricardo
O Sinpro apresentou nessa quarta-feira (15), durante a Greve Nacional da Educação, uma abordagem lúdica para explicar à população o que a reforma da Previdência fará caso seja aprovada. Em uma cabine, o cidadão é convidado a entrar para descobrir quem é a pessoa que não vai se aposentar com a reforma de Jair Bolsonaro. Ao passar pela cortina e entrar na cabine, a pessoa se depara com uma pergunta (Quem não vai se aposentar com a reforma da Previdência) e uma porta. Ao abrir, descobre que é ele mesmo que vai ficar sem se aposentar.
A abordagem lúdica explica à população o quanto a reforma é prejudicial para todos(as) os(as) trabalhadores(as) e para os jovens que ao concluir seus estudos, terão dificuldades em ingressar no mercado de trabalho.
Juntamente com a cabine o Sinpro entregou um panfleto espelho explicando os prejuízos da reforma, disponibilizando contatos telefônicos dos parlamentares do Distrito Federal para que cada um ligue e peça para votar contra.
Aqueles(as) que quiserem que o sindicato leve a cabine para passar um dia na escola para que professores(as) trabalhem o tema com a comunidade escolar e com os próprios estudantes nos horários de entrada de turno ou dias de reunião podem ligar para a imprensa do Sinpro (3343-4236) e agendar o dia que querem a cabine do Beco sem Saída na sua escola.
Sinpro disponibiliza ônibus para Greve Nacional da Educação
Jornalista: Luis Ricardo
No dia 15 de maio, professores(as) de todo o país se unirão na Greve Nacional da Educação. A mobilização é um protesto unificado contra a reforma da Previdência (PEC 6/2019), que atinge em cheio toda a classe trabalhadora, em especial, o magistério público. Em Brasília, a mobilização começará a partir das 10h, com concentração no Museu Nacional da República.
Para que todos(as) possam comparecer da atividade e ajudar a engrossar a luta em defesa dos nossos direitos, o Sinpro-DF disponibilizará transporte à categoria.
Confira os locais e os horários a seguir:
PARANOÁ – Igreja da Praça Central – 9h30.
BRAZLÂNDIA – Praça do Laço – às 9h30.
CEILÂNDIA – Estacionamento do BRB – às 9h30.
FORMOSA – Praça da Matriz/Catedral – às 9h.
GAMA – CEM 02 – às 9h30.
PLANALTINA – Centro de Ensino Especial 01 – às 9h30.
RECANTO DAS EMAS – Regional 306 passando pela Faculdade da Terra – às 9h30.
SAMAMBAIA – Feira da 202 – às 9h30.
SAMAMBAIA – CED Myriam Ervilha passando pela EC Buriti – às 9h30.
SANTA MARIA – CEE 01 passando pelo CEF 215 – às 9h30.
Mais uma edição de sucesso do Concurso de Redação do Sinpro-DF
Jornalista: Leticia
A Diretoria Colegiada do Sinpro-DF premiará estudantes vencedores do X Concurso de Redação e Desenho, que este ano teve como tema “Feminicídio: ato final da violência doméstica”. A Cerimônia de premiação ocorrerá na próxima quinta-feira (16), às 14h, no auditório Paulo Freire. Participarão da premiação professores, orientadores e alunos que foram contemplados, um momento de alegria e orgulho para a categoria.
Com temas presentes no cotidiano, o projeto faz parte da campanha contra a Violência nas Escolas, desenvolvido pelo sindicato desde 2008, e tem como objetivo levar os alunos da rede pública de ensino do Distrito Federal a refletirem sobre as causas, consequências e soluções para a violência no ambiente escolar, problema que afeta toda a sociedade. Ao todo, 4.028 mil redações e desenhos foram enviados.
“A diretoria colegiada do Sinpro parabeniza a todos professores e estudantes que participaram do X Concurso de redação. O concurso é um momento de aprendizagem e reflexão para os alunos e esperamos ansiosos pela próxima edição”, ressaltou o diretor do Sinpro, Claúdio Antunes.
Atenção! Escolas premiadas deverão entrar em contato a partir desta segunda (13), por meio do número 3343-4230.