Confira a Portaria de Distribuição de Turmas e Carga Horária de 2017

Foram publicadas na terça-feira (21), no Diário Oficial do DF, a Portaria de Distribuição de Turmas e Carga Horária de 2017, e a Portaria de Atuação dos(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais para o próximo ano letivo. A portaria que regulamenta o procedimento traz algumas novidades, dentre elas a apresentação de uma tabela de pontuação, que será feita de forma eletrônica, onde o servidor deverá entrar no site http://sigep.se.df.gov.br (não digitar www), de 19 a 28 de dezembro, para verificar os dados cadastrais. Outra novidade no processo é a existência de algumas alterações no quadro de pontuação.
O Sinpro está terminando a análise do procedimento e logo mais publicará, em nossa página, um tira-dúvidas com todas as orientações detalhadas sobre os procedimentos a serem adotados pelas escolas e pelos professores e orientadores educacionais. Os servidores que por algum motivo não adquiriram exercício na escola através do Concurso de Remanejamento, que ainda está em andamento, deverão ler a Circular nº 44/2016 e Circular nº 45/2016, ambas da Sugep/SEE-DF, que trazem as datas dos procedimentos descritos acima.
Caso o(a) professor(a) ou orientador(a) educacional identifique a necessidade de atualizar algum dado cadastral, este deverá comparecer imediatamente à regional de ensino e fazer a atualização por meio de requerimento geral. É importante salientar que este banco de dados é a base para fazer a discussão de carga horária nas escolas. A partir do dia 19 de dezembro os professores deverão acessar o site do SIGEP para preenchimento do formulário de pontuação.
Como o Sinpro já havia informado, tudo que for lançado para pontuar deverá ser comprovado pelo servidor com a apresentação dos documentos à direção da escola. Orientamos a todos(as) que utilizem estes próximos dias para buscar as declarações de tempo de serviço nas escolas onde já trabalharam, tendo em vista que há diferença na pontuação entre as atuações possíveis na rede de ensino. Apenas a data de ingresso na SEE não é suficiente para determinar a pontuação do tempo de serviço. Veja abaixo alguns exemplos:
Exemplo 1: quem pediu afastamento remunerado para mestrado/doutorado marcará pontos, mas uma pontuação mais baixa do que aquele que estava em regência no mesmo período. Até 2014 este tempo de afastamento não gerava pontos.
Exemplo 2: quem atuou em regionais de ensino ou na sede da SEE marcará pontos, mas a pontuação será menor de quem está em regência de classe.
Links diretos:
Tira-dúvidas 2017
Portaria nº 445, de 16 de dezembro de 2016 – Dispõe sobre os critérios referentes à atuação dos servidores integrantes da Carreira Magistério Público do Distrito Federal
Portaria nº 446, de 19 de dezembro de 2016 – Dispõe sobre o Procedimento de Distribuição de Turmas e Carga Horária
Circular nº 44/2016  e Circular nº 45/2016 – Dispões sobre datas para os procedimentos
Portaria nº 317, de 29 de setembro de 2016 – Dispõe sobre normas para Lotação, Exercício e Remanejamento de servidores integrantes da Carreira Magistério Público do Distrito Federal e dá outras providências.
Conceito de cursos para progressão na carreira – Esse conceito será utilizado para distribuição de turma no item XXIII, art. 17 da Portaria 446/16. O conceito está em uma outra portaria (Portaria de Regulamentação do Plano de Carreira – 259/13).
 
Confira abaixo a matéria feita no dia 06 de dezembro:
http://www.sinprodf.org.br/distribuicao-de-turmas-2017/
http://www.sinprodf.org.br/escolha-de-turma-para-2017-procedimentos-iniciais/

CUT/Vox Populi confirma: Temer é o pior presidente do Brasil

Arrocho salarial, fim da aposentadoria e congelamento de gastos públicos de Temer são reprovados por mais de 80% dos brasileiros.

A pesquisa CUT/Vox Populi, feita entre os dias 10 e 14 de dezembro, a primeira depois da divulgação da delação premiada de executivo da Odebrecht que acusou Temer e vários ministros de corrupção, confirma que esse governo golpista é contra os/as trabalhadores/as e contra o Brasil.
Para 70% dos brasileiros, com Temer, o desemprego vai aumentar. Apenas 12% têm expectativa de que os índices de desemprego vão ficar como estão. 87% da população rejeita a reforma da Previdência que praticamente inviabiliza a aposentadoria de milhões de trabalhadores. Apenas 8% concordam e 4% são indiferentes às medidas que preveem idade mínima de 65 anos e tempo mínimo de contribuição de 25 anos. Para muitos, é o fim da aposentadoria em vida.
Sobre a reforma fiscal, aumentou de 70% para 78% de outubro para dezembro o percentual de brasileiros contrários ao congelamento por 20 anos dos gastos públicos, em especial com saúde e educação.
Avaliação negativa de Temer subiu de 34% para 55% entre outubro e dezembro deste ano em todas as faixas etárias, gênero e faixas salariais – no Nordeste, o percentual dos que rejeitam Temer pulou para 67%, enquanto a aprovação, atinge o ridículo percentual de 4%.
As medidas de arrocho que prejudicam os mais pobres, aliadas às inúmeras denúncias de corrupção envolvendo o presidente e seu núcleo duro – ministros mais próximos e amigos de longa data, delatados por executivos da Odebrecht – contribuem para o aumento da avaliação negativa de Temer em todos os institutos de pesquisa.
Os percentuais são praticamente idênticos quando se trata da avaliação negativa do ilegítimo: No Ipsos o índice de negativo é de 52%; no Ibope, 46%; no Datafolha, 51%. Com Temer na presidência, o combate à corrupção vai piorar para 49% dos entrevistados – em outubro, esse percentual era de 30%. E o Brasil vai piorar para 55% dos brasileiros – no Nordeste, o índice dos que não têm esperança de melhora de vida pula para 71%.
Quanto aos programas sociais, que Temer e sua equipe só falam em reduzir ou extinguir, para 54% dos brasileiros programas como Bolsa Família devem ser mantidos e ampliados porque distribuem renda e ajudam o Brasil a crescer. Marcos Coimbra, do Vox Populi, resume em um tripé a elevadíssima desaprovação de Temer: 1) a falta de legitimidade; 2) a impopularidade do governo do PMDB; 3) a agenda recessiva, reprovada pela maioria do povo brasileiro.
Já o presidente nacional da CUT, Vagner Freitas, chama a atenção para o fato da pesquisa mostrar como a agenda negativa do governo e as acusações de envolvimento em corrupção diminuíram a expectativa dos brasileiros de conseguir emprego, ter a chance de se aposentar, ter saúde e educação públicas e viver em um País mais justa.
Para Vagner, a agenda do golpista e ilegítimo Temer está destruindo o Brasil. “É pior do que o confisco da poupança feito por Collor”. “Não é com arrocho, desemprego e o fim das aposentadorias que o Brasil vai sair da crise. Isso só contribui para aumentar a pobreza, a violência e fazer o país andar para trás”, diz o dirigente, que complementa: “A pesquisa mostra que a classe trabalhadora vai aos poucos se conscientizando dos prejuízos causados por esse governo e, com certeza, se organizar e mobilizar cada vez mais para reverter essa situação.
A Pesquisa CUT/Vox Populi ouviu 2.500 pessoas com mais de 16 anos, em 168 munícipios brasileiros.
A margem de erro é de 2%, estimada em um intervalo de confiança de 95%.
Fonte: CUT Brasil

Deputado apresenta PEC que aumenta jornada para 10 horas diárias

A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 300/16, do deputado Mauro Lopes (PMDB-MG), aumenta a jornada de trabalho das atuais 8 horas para até 10 horas diárias. Reduz ainda o aviso prévio de 90 para 30 dias e também determina a prevalência das disposições previstas em convenções ou acordos coletivos e prazo prescricional de dois anos até o limite de três meses para ações ajuizadas após a extinção do contrato de trabalho, obrigatoriamente submetidas à Comissão de Conciliação Prévia.
A proposta é uma aberração. Mas em tempos bicudos como os que vivemos está valendo tudo. O movimento sindical terá muito trabalho em 2017. Não poderá descuidar em nenhum momento, pois o mercado está cada vez mais assanhado contra os direitos e conquistas dos trabalhadores.
Tramitação
Inicialmente, a proposta será examinada pela Comissão de Constituição e Justiça, onde terá a constitucionalidade aferida. Se passar na CCJ será apreciada por comissão especial, que analisa o mérito do texto.
Com informações do Diap

Dieese: reforma deixaria 70% da população fora da previdência pública

Segundo coordenador, proposta de Temer visa a privilegiar o setor privado, num processo de desmonte similar ao ocorrido no sistema público de ensino
Para o coordenador de relações sindicais do Dieese, Fausto Augusto Júnior, a proposta de reforma da Previdência encaminhada ao Congresso Nacional pelo governo Temer é um “absurdo” e faz parte de um processo de desconstrução do sistema previdenciário como o conhecemos.
“De um ponto de vista bem objetivo, estamos falando que vamos deixar em torno de 70% da população fora do sistema previdenciário. Mais grave do que isso é que é uma proposta para a desconstrução do setor da Previdência pública, no Brasil”, afirmou Fastou, em entrevista nos estúdios do Seu Jornal, da TVT, na edição do dia 14.
Segundo ele, com as dificuldades de acesso aos benefícios previdenciários criadas pelas novas regras, a tendência é que aqueles que puderem migrar para a previdência privada deverão fazê-lo, em especial a classe média, o que fragiliza ainda mais o sistema.
Confira o vídeo >>> Governo pratica desmonte da previdência com reforma
“A aposta do governo, com essa reforma, de fato, não é diminuir o gasto com a previdência propriamente dito, como foi anunciado. A proposta deles é um processo acelerado de privatização”, ressalta o coordenador do Dieese.
Para ele, a tendência é que o sistema público da Previdência se pareça, cada vez mais, como uma política social, e não um direito, e compara ao programa Bolsa Família. “(Vai virar) um programa social que vai dar uma renda mínima para um conjunto muito pequeno da população mais pobre. Os demais deverão ir para previdência privada. Essa é a proposta.”
Ele compara o processo de desmonte da Previdência com o ocorrido no sistema público de ensino, que também foi fragilizado, o que obrigou a classe média a buscar alternativas no setor privado, colaborando para sucateamento ainda grave do sistema público, num círculo vicioso.
Mais grave ainda, segundo Fausto Augusto, é desvincular o reajuste das aposentadorias do salário mínimo. Ele lembra que a redução das desigualdades sociais e regionais só foram possíveis graças, em grande medida, à política de valorização do salário mínimo adotada nos últimos anos que, através da Previdência, impactava em todas as regiões do Brasil, em especial nos rincões mais pobres do interior.
Fonte: Dieese

Projeto apresentado pela SE-DF exclui estudantes das Escolas Parque

Uma audiência pública realizada na manhã desta sexta-feira (16), no auditório da Escola Parque 313/314 Sul, debateu a Escola Parque para todos(as). O encontro, promovido pela Associação dos Arte-educadores do Distrito Federal, foi uma resposta à proposta apresentada pela Secretaria de Educação do DF em promover uma educação em tempo integral com um número mínimo de estudantes. O projeto excluiria grande parte dos alunos das Escolas Parque. O encontro contou com a presença da deputada federal Érika Kokay (PT), de diretores do Sinpro, de representantes do Conselho Distrital dos Direitos Humanos, da Associação de Arte-educadores, dos professores das Escolas Parque e dos pais, além de uma professora representando a coordenação da Regional de Ensino do Plano Piloto.
Para o diretor do Sinpro Polyelton de Oliveira, caso o projeto da SEE seja concretizado, os 70% dos estudantes das escolas públicas do DF que hoje tem acesso a uma Escola Parque deixarão de ser contemplados. Hoje, 43 escolas são atendidas nas 5 Escolas Parque e a meta da secretaria, respeitando o novo modelo, é de apenas 17 escolas atendidas a partir de 2017. Além de promover um processo de exclusão dos estudantes, o projeto excluiria também uma comunidade escolar inteira, exemplo do Varjão. No novo modelo, a região administrativa não seria atendida, já que a Escola Classe do Varjão, que tem uma situação de vulnerabilidade, não teria acesso a uma Escola Parque.
“Durante a audiência tivemos relatos de professores, pais e estudantes que estudaram em uma Escola Parque e hoje são artistas ou músicos. Eles mostraram o quanto esta experiência foi válida e rica. Neste sentido, a audiência foi muito boa, porque tanto pais quanto os professores conseguiram mostrar, com exemplos, que a Escola Parque funcionando em sua integralidade dá certo”, ressalta o diretor Polyelton, complementando que a grande ausência da audiência pública foi a Secretaria de Educação, que teve apenas uma assessora ao invés de ter o secretário ou adjunto da pasta. “Isto mostra que a SEE não está nem um pouco interessada no assunto”.
A Diretoria Colegiada do Sinpro é contra todo e qualquer projeto que seja implantado de forma impositiva, totalitária e sem o devido debate com os maiores interessados, que são os estudantes, pais e a comunidade escolar. O projeto Educação em Tempo Integral, proposto pela SEE, vai totalmente contra o projeto original de Escola Parque proposto pelo educador Anísio Teixeira. No modelo original, cada região administrativa teria uma Escola Parque, oferecendo o benefício para todos os estudantes. “Vamos exigir a anulação da portaria e que o modelo de Escola Parque fique como está. É preciso respeito e que qualquer mudança seja discutida e elaborada junto com a comunidade escolar”, finaliza a diretora do Sinpro Gilza Lúcia.

Confira a Portaria de Distribuição de Turmas e Carga Horária de 2017

Foram publicadas nesta sexta-feira (16) a Portaria de Distribuição de Turmas e Carga Horária de 2017, e a Portaria de Atuação dos(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais para o próximo ano letivo. A portaria que regulamenta o procedimento traz algumas novidades, dentre elas a apresentação de uma tabela de pontuação, que será feita de forma eletrônica, onde o servidor deverá entrar no site sigep.se.df.gov.br (não digitar www) até o dia 19 de dezembro para verificar os dados cadastrais. Outra novidade no processo é a existência de algumas alterações no quadro de pontuação.
O Sinpro está terminando a análise do procedimento e logo mais publicará, em nossa página, um tira-dúvidas com todas as orientações detalhadas sobre os procedimentos a serem adotados pelas escolas e pelos professores e orientadores educacionais. Os servidores que por algum motivo não adquiriram exercício na escola através do Concurso de Remanejamento, que ainda está em andamento, deverão ler a Circular nº 44/2016 da Sugep/SEE-DF. A mesma circular traz as datas dos procedimentos descritos acima.
Caso o(a) professor(a) ou orientador(a) educacional identifique a necessidade de atualizar algum dado cadastral, este deverá comparecer imediatamente à regional de ensino e fazer a atualização por meio de requerimento geral. É importante salientar que este banco de dados é a base para fazer a discussão de carga horária nas escolas. A partir do dia 19 de dezembro os professores deverão acessar o site do SIGEP para preenchimento do formulário de pontuação.
Como o Sinpro já havia informado, tudo que for lançado para pontuar deverá ser comprovado pelo servidor com a apresentação dos documentos à direção da escola. Orientamos a todos(as) que utilizem estes próximos dias para buscar as declarações de tempo de serviço nas escolas onde já trabalharam, tendo em vista que há diferença na pontuação entre as atuações possíveis na rede de ensino. Apenas a data de ingresso na SEE não é suficiente para determinar a pontuação do tempo de serviço. Veja abaixo alguns exemplos:
 
Exemplo 1: quem pediu afastamento remunerado para mestrado/doutorado marcará pontos, mas uma pontuação mais baixa do que aquele que estava em regência no mesmo período. Até 2014 este tempo de afastamento não gerava pontos.
 
Exemplo 2: quem atuou em regionais de ensino ou na sede da SEE marcarão pontos, mas a pontuação será menor de quem está em regência de classe.
 
 
Confira abaixo a matéria feita no dia 06 de dezembro:
 
http://www.sinprodf.org.br/distribuicao-de-turmas-2017/
http://www.sinprodf.org.br/escolha-de-turma-para-2017-procedimentos-iniciais/

Escolha de turma para 2017: procedimentos iniciais

O Sinpro informa que a escolha de turma para o próximo ano letivo será feita utilizando um programa da Secretaria de Educação do Distrito Federal. A portaria que regulamenta o procedimento e que apresenta a tabela de pontuação será publicada nos próximos dias, ocasião que disponibilizaremos em nossa página. Diante disto, os(as) servidores(as) deverão consultar o site sigep.se.df.gov.br (não digitar www) até o dia 19 de dezembro para verificar os dados cadastrais.
Caso o(a) professor(a) ou orientador(a) educacional identifique a necessidade de atualizar algum dado cadastral, este deverá comparecer imediatamente à regional de ensino e fazer a atualização por meio de requerimento geral. É importante salientar que este banco de dados é a base para fazer a discussão de carga horária nas escolas. A partir do dia 19 de dezembro os professores deverão acessar o site do SIGEP para preenchimento do formulário de pontuação.
Como o Sinpro já havia informado, tudo que for lançado para pontuar deverá ser comprovado pelo servidor com a apresentação dos documentos à direção da escola. Orientamos a todos(as) que utilizem estes próximos dias para buscar as declarações de tempo de serviço nas escolas onde já trabalharam, tendo em vista que há diferença na pontuação entre as atuações possíveis na rede de ensino. Apenas a data de ingresso na SEE não é suficiente para determinar a pontuação do tempo de serviço. Veja abaixo alguns exemplos:
Exemplo 1: quem pediu afastamento remunerado para mestrado/doutorado marcará pontos, mas uma pontuação mais baixa do que aquele que estava em regência no mesmo período. Até 2014 este tempo de afastamento não gerava pontos.
Exemplo 2: quem atuou em regionais de ensino ou na sede da SEE marcarão pontos, mas a pontuação será menor de quem está em regência de classe.
 
Devido a estas variáveis, há necessidade que se comprove detalhadamente o ano de trabalho e a atividade desenvolvida. Estas declarações servirão para a distribuição de turmas dos anos seguintes. Quem já tem declarações das escolas de anos anteriores poderá utiliza-las como documento comprobatório.
O servidor terá até o dia 28 de dezembro para lançar estas informações e entregar as cópias dos documentos utilizados para pontuar na escolha de turma na direção das escolas. Os professores que participaram do Concurso de Remanejamento deverão fazer todos estes procedimentos e entregarão os documentos na direção da nova escola para qual foi remanejado.
O Sinpro disponibilizará um tira-dúvidas sobre os procedimentos detalhados da escolha de turma tão logo a portaria seja publicada. Os professores que por algum motivo não adquiriram exercício na escola através do Concurso de Remanejamento, que ainda está em andamento, deverão ler a Circular nº 44/2016 da Sugep/SEE-DF. A mesma circular traz as datas dos procedimentos descritos acima.
 
Confira abaixo a matéria feita no dia 06 de dezembro:
http://www.sinprodf.org.br/distribuicao-de-turmas-2017/

Governo Rollemberg persegue, tortura e prende manifestantes

O governo Rodrigo Rollemberg (PSB) reprimiu violentamente, nessa terça-feira (13), manifestação popular contra a votação, no Senado Federal, da Proposta de Emenda à Constitucional nº 55 (PEC 55), de 2016, que congela por 20 anos investimentos de dinheiro público nos serviços públicos.
Autorizou todo tipo de repressão, tortura e prisão de manifestantes. Mais de 100 pessoas foram presas e não se tem a conta das tantas outras que ficaram feridas. “Somente na época áurea da ditadura militar se viu perseguições e ação tão violenta da polícia na Esplanada”, comenta Vilmara Carmo, diretora do Sinpro-DF.
Ela conta que a agressividade dos policiais começou desde a abordagem às pessoas que tentavam ultrapassar as barreiras posicionadas na altura da Catedral, as quais tinham o objetivo de impedir a passagem dos manifestantes para o gramado em frente à Câmara dos Deputados e ao Senado Federal. Eles revistavam bolsas, mochilas, roupas de forma autoritária e indiscriminadamente.
“Não se conseguia ter acesso ao gramado do Congresso Nacional, o qual foi planejado, no projeto de construção de Brasília, justamente para abrigar grandes manifestações populares. Uma barricada da polícia situada na altura da Catedral impedia o livre acesso à Casa do Povo”, conta Vilmara . Ela lembra que a ação da polícia foi semelhante à do dia 29 de novembro, durante a votação de primeiro turno da PEC 55.
A polícia fechou a área e, num determinado momento, começou a empurrar os manifestantes na direção da Rodoviária e, ao aproximar-se da Rodoviária, intensificou a agressão, jogando bombas de efeito moral, como gás lacrimogêneo e gás de pimenta. E daí iniciou uma perseguição, com pancadaria, porrada com cassetete, torturas e prisão de pessoas. Em reação a isso, um grupo ateou fogo em um ônibus.
“A região da Rodoviária parecia um cenário de guerra. Eu e um amigo fugimos na direção da Asa Norte. Mas, na SQN 103, uma viatura da polícia nos abordou. Desceram vários policiais que mandaram a gente se deitar no chão com as mãos na cabeça. Embora estivéssemos imobilizados e no chão, bateram na gente com cassetete e jogaram gás de pimenta. Introduziram cassetete no nosso ânus e nos puseram dentro do camburão. Mesmo com a gente passando mal, rodaram conosco pela cidade durante horas e somente depois disso nos largaram na DPE, por volta das 20h. Saímos de lá às 2h da madrugada desta quarta-feira”, relata o Jorge, professor da rede pública de ensino do DF.
Ele diz que o amigo passou muito mal em consequência do gás de pimenta, mas os policiais riam, o humilhavam e diziam que ele estava fingindo. Enquanto isso, em outra região da Asa Norte, na altura da SQN 303, um grupo de estudantes de fora de Brasília, que já estava a caminho da Universidade de Brasília (UnB), local em que estava acampado, foi duramente perseguido e submetido a uma sessão de tortura.
O grupo foi obrigado a ficar sentado no gramado enquanto os policiais falavam coisas horríveis, dentre elas, vários tipos de ameaças. Pessoas da população que viram a cena e protestaram foram agredidas com gás de pimenta. Em seguida, o grupo foi levado para o Departamento de Polícia Especializada (DEP), no Parque da Cidade, e só saiu de lá às 6h desta quarta-feira (14), após intervenção dos Advogados Populares, que impediram a polícia de enquadrar mais de 100 pessoas presas arbitrariamente na Lei de Segurança Nacional porque se manifestaram contra a aprovação de leis antipopulares e nocivas ao país.
Em outra região da cidade, a polícia massacrou um homem que protestou contra a prisão de uma criança de 11 anos, a qual estava junto com os manifestantes. “Ele foi buscar a mulher dele, uma professora, e presenciou a cena. Viu policiais mandarem todo mundo se encostar à parede e, entre elas, havia essa criança de 11 anos. Quando ele perguntou ao policial por que estava fazendo aquilo, o PM já se voltou contra ele, deu-lhe uma gravata e este homem, que nem sequer participou de manifestações, também foi detido porque questionar o abuso de autoridade”, conta Vilmara.
O fato é que Brasília reviveu cenas de um período de terrorismo de Estado vistas, na Esplanada, durante a ditadura militar. Muitas prisões arbitrárias. Muitos estudantes que deveriam ter voltado para seus estados na noite de terça, não retornaram para casa. Estavam detidos, presos, longe de seus parentes. Só não ficaram desamparados por causa da assistência dos Advogados Populares, a qual é muito importante nesse sentido porque assegurou o direito de defesa a essas pessoas e a libertação delas.
Contudo, um menino, menor de idade, ficou detido, acusado de supostamente ter jogado pedra durante o protesto. Acompanhado de uma das advogadas populares, ele foi a julgamento na tarde desta quarta-feira (14). “A gente está vivendo de fato num regime de exceção no qual a livre manifestação não está sendo assegurada. A gente não tem mais o direito de se manifestar e nem de registrar a manifestação”, afirma a diretora.
Ela vê na ação policial a reação autoritária e antidemocrática do governo Rollemberg. “Qualquer manifestação, este governo põe polícia para agir arbitrariamente, violentamente, sem a garantia de nossos direitos individuais. Estamos vivendo uma situação delicada, complexa e que temos de estar a todo o tempo lembrando quais são os nossos direitos e denunciando essas arbitrariedades para que esse tipo de ação não se repita”, alerta.
Vilmara diz que, “infelizmente, leis como esta que foi aprovada nessa terça virão por aí. Até piores, como a da reforma da Previdência e a trabalhista, que são maléficas para a sociedade e para o Brasil, e a gente não pode ficar assistindo pela TV. A gente vai se manifestar. A gente está aqui para dizer que este país é uma democracia e esta democracia é uma conquista que a gente tem de estar o tempo todo lutando para mantê-la”, finaliza.
Confira imagens do cenário (Fotos da CUT Brasília):

Sinpro realiza reunião no dia 14 de dezembro com diretores e vice-diretores eleitos

O Sinpro convida os(as) diretores(as) e vice-diretores(as) eleitos(as) no último processo eleitoral (23 de novembro) para uma reunião com a diretoria colegiada no dia 14 de dezembro, às 14h, na sede do sindicato. A eleição faz parte da Gestão Democrática (Lei 4.751/2012), que é uma conquista da categoria e deve ser defendida a fim de que a democracia esteja no cotidiano da vida escolar.
A reunião será o momento em que a diretoria irá apresentar a posição que a categoria docente delegou ao sindicato defender sobre a Gestão Democrática e também dar as boas-vindas aos(às) novos(as) eleitos(as) e aos(às) reeleitos(as), que terão um mandato de três anos, que terá início em janeiro de 2017 e encerra-se em dezembro de 2019.
A diretoria do Sinpro parabeniza a categoria pelo resultado do processo eleitoral e pela luta para assegurar a Gestão Democrática nas escolas públicas. Polyelton Lima, diretor de Finanças do Sinpro, afirma que “as ações pedagógicas nas escolas devem ser pautadas pela democracia, pelo respeito às diferenças e pela valorização integral do ser humano. Nesse sentido, a gestão democrática é a principal ferramenta da comunidade escolar para fazer valer as diversas vozes existentes. Só com a democracia conseguiremos construir uma educação pública de qualidade”, finaliza.

“Velhice Ponto G” está em cartaz no Teatro Goldoni

Como uma conversa descontraída na calçada, a atriz Ruth Guimarães compartilha com o público, sobre sua ótica e a ótica de uma grande vó, interessantes reflexões sobre o processo de envelhecimento, com poesia e muito humor.
velhice_ponto_g
Local: Sala Adolfo Celli do Teatro Goldoni – 209 Sul. Telefone: 3244 3333
Dias: 2/12 (sexta), 3/12 (sábado), 4/12(domingo), 10/12 (sábado) e 11/12(domingo)
Horário: Sempre às 20h30
Ingressos: R$40,00 e R$20,00
Classificação: 16 anos
Sobre a peça
Em um país onde as estatísticas apontam para mais de 21 milhões de pessoas velhas, e que, igualmente ao resto do mundo, essa população cresce em escala progressiva, a atriz e autora, Ruth Guimarães, em seus 70 anos de idade, traz para a cena, seu olhar e suas reflexões sensíveis e bem humoradas sobre este momento tão inerente à condição humana: Envelhecer
Como falar do envelhecimento sem cair no chavão? Como falar dos meus prazeres, das minhas agonias, dos meus sonhos, das minhas utopias, do meu tesão, das minhas inquietações de mulher, pois que envelheci, é , envelheci, de verdade? Aí, pensei: a minha grande porta é o Teatro. Por que não, ao envelhecer, me atrever a escrever, montar e apresentar um espetáculo solo, autoral? Até porque, os sabores e dissabores das vivências que carrego, só são experimentados por mim e, paradoxalmente ao envelhecimento, me veio a lucidez de que ninguém melhor do que eu para fazer esses registros. Arregacei minhas energias e fui a luta, uma vez que não podia mais perder tempo, pela própria idade que me confere. Ai, me vieram vários questionamentos sobre o envelhecimento: Como ir ao encontro do meu ponto G, da minha zona de prazer, para além da sexual, na velhice? Como envelhecer em harmonia com essa avalanche de novidades tecnológicas? Como não perder o referencial de cidadã velha em relação a meus direitos? Como administrar a possível solidão, sem me virilizar? Como conviver com as mazelas humanas, sem perder as esperanças? Como não escamotear as dores reumáticas diante de um mercado que aposta na juventude eterna? Como não entrar nessa armadilha desses apelidos que inventaram pras pessoas velhas? Como ressignificar atitudes e conceitos em relação a velhice, para um possível reposicionamento das pessoas velhas diante da vida? Inclusive do meu, claro.
E os jovens? Pensando em seduzi-los, também, pra essas reflexões, o texto dialoga com essa geração y/z, jovens que já nasceram dentro do mundo digital e durante a encenação têm a oportunidade de refletirem sobre a necessidade e a importância do toque físico, vital à sobrevivência humana, para além do “touch screem”, ou seja, para além da tela. Como não tenho vocação para tragédias, muito menos para dramas, procuro trilhar um caminho poeticamente alegre e descontraído para essas reflexões.
O diálogo franco em “Velhice Ponto G” poderá nos trazer, ao contrário dos discursos pessimistas ou de auto piedade, um avanço nas discussões sobre a humanidade, suas fragilidades, mas, sobretudo, sobre a velhice como espaço de resistência, de prazer, de dignidade e de ousadia. Onde a velhice não seja apenas um exemplo, mas sobretudo um maravilhoso banquete, onde são servidas apetitosas histórias. Afinal, envelhecer é nossa grande chance de aprofundar nosso mapa e servirmos de guia para os nossos jovens.

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