Aprovada na Câmara, PEC da Morte segue para o Senado

O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou na madrugada desta quarta-feira (26), em segundo turno, a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 241/16 – chamada por governistas de PEC do Teto dos Gastos Públicos, mas que de fato é a PEC da Morte – que estabelece um limite para os gastos federais para os próximos 20 anos, corrigindo-os pela inflação acumulada do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).
pec241_camara
A matéria, de iniciativa do Poder Executivo, foi aprovada por 359 votos a 116 (e duas abstenções), quórum semelhante ao de primeiro turno (366 a 111), e será analisada agora pelo Senado.

Michel Temer e Rodrigo Maia, nessa segunda, durante coquetel com parlamentares
Michel Temer e Rodrigo Maia, nessa segunda, durante coquetel com parlamentares

Durante a sessão, o Plenário rejeitou todos os destaques apresentados pela oposição que pediam a supressão de vários itens do texto.
Os principais destaques rejeitados pretendiam excluir as restrições previstas para o órgão ou Poder que descumprir o limite de gastos, como pagamentos de aumentos salariais ou aumento de auxílios a servidores; permitir a revisão dos limites antes de dez anos; e excluir os gastos mínimos com saúde e educação desses limites.
Desta forma, a medida, tida como inconstitucional por alguns especialistas, afetará áreas sociais, como educação e saúde, habitação, transportes, entre outros serviços essenciais. Até mesmo a política permanente de valorização do salário mínimo estará em risco.
Na verdade, a PEC 241 – ao instituir um teto de gastos por 20 anos – destrói as políticas publicas, reduz os investimentos, privilegiando os interesses da iniciativa privada. É um desastre que vai acabar com as conquistas sociais e trabalhistas das últimas décadas.
Se esta emenda for aprovada de forma definitiva o Brasil vai ter, por exemplo, uma linha decrescente de investimentos per capita em saúde pública porque a população continua aumentando e o custo da saúde sempre cresce acima do IPCA. Não é difícil imaginar que a atendimento pelo SUS ficará mais restrito e que os gestores públicos terão enormes dificuldades em manter as Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), com as especialidades, assim como o programa Mais Médicos e o SAMU.
Educação – Na educação, o desmonte também será de grandes proporções.
Só para se ter uma ideia, segundo a CNTE, as metas do Plano Nacional de Educação, que dependem de mais recursos públicos, estarão todas comprometidas. Isso porque não se prevê crescimento de verbas acima da inflação. Ou seja, o investimento novo, de fato, não ocorrerá. Daqui a 20 anos, em se mantendo os efeitos da PEC 241, corre-se o sério risco de não se investir nenhum centavo a mais do que será repassado à área neste ano de 2016, quando muito a reposição inflacionária. E esse é só um exemplo.
Para avaliar melhor o impacto da proposta, caso já estivesse em vigor, o governo federal teria investido 47% menos em educação do que investe atualmente (R$ 377 bilhões) e 26% a menos em saúde (R$ 300 bilhões), conforme estudo do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).
pec241_trabalhadores
Em suma, a PEC 241 altera profundamente a estrutura de financiamento das políticas públicas de saúde e educação, e todas as demais, retroagindo em mais de meio século a garantia de direitos sociais previstos na Constituição.
Para impedir que ocorram tais retrocessos nos direitos dos trabalhadores e da sociedade, tão duramente conquistados, será preciso uma grande mobilização da classe trabalhadora, com enfrentamento e unidade de luta.
No próximo dia 10 de novembro, os professores e orientadores educacionais do Distrito Federal se reúnem em assembleia geral do Sinpro-DF. Como não poderia deixar de ser, a PEC 241 e as ações que a categoria tomará para combatê-la estão na pauta de discussão.
Votação – A bancada de deputados federais do DF, em sua maioria formada por parlamentares governistas e entreguistas, votou da seguinte forma:
A FAVOR DA PEC DA MORTE
Alberto Fraga (DEM);
Augusto Carvalho (Solidariedade);
Laerte Bessa (PR);
Ronaldo Fonseca (PROS);
Rogério Rosso (PSD);
Izalci (PSDB).
CONTRA A PEC DA MORTE
Erika Kokay (PT);
Rôney Nemer (PP).

CLDF derruba veto de Rollemberg sobre nomeação de orientadores. Mais uma vitória da luta

Por 19 votos a favor e 5 abstenções, a Câmara Legislativa do Distrito Federal derrubou, durante a tarde desta terça-feira (25), o veto do governador Rodrigo Rollemberg (PSB) às duzentas nomeações de orientadores(as) educacionais. A última convocação de orientador ocorreu em 2008 e desde então o GDF não nomeou nenhum profissional da área, acarretando uma carência de mais de 500 pedagogos(as)-orientadores(as) na rede pública de ensino do DF e a distância do número previsto no Plano de Carreira, que são 1.200 profissionais na rede. Atualmente temos pouco mais de 700 orientadores(as), algumas escolas sem nenhum profissional e em outras, orientadores sobrecarregados.

 _dsc5923

A pressão e a mobilização do Sinpro e da categoria garantiram, em 2014, a realização de concurso público para esse segmento, o que possibilita a ampliação do quadro de orientadores educacionais na SEE. Esta ampliação cumpre com a Portaria nº 32/2012, que modula o profissional da área e garante, em média, um orientador para cada 500 estudantes, e com o Plano de Carreira do Magistério Público do DF (Lei 5.105/13), que garante a criação de até 1.200 cargos nessa área.
_dsc5976
“A importância deste veto vem no sentido de garantir a convocação destes profissionais do concurso de 2014, onde foram criados 1.200 mil cargos e, hoje, na Rede, temos uma carência de mais de 500 orientadores. Neste sentido, esta derrubada reforça a luta dos concursados para que possa se oferecer um trabalho de qualidade em todas as unidades de ensino do DF”, salienta o diretor do Sinpro Luciano Matos, complementando que a derrubada corrige um equívoco do governador. “Portanto é uma vitória importante, mas ainda temos uma luta contínua tendo em vista a necessidade destes profissionais nas escolas”.
Para a diretora do Sinpro Meg Guimarães, foi uma vitória importante já que o governador Rollemberg utilizou o veto para dar a desculpa da falta de dinheiro. “Com a derrubada deste veto, conseguimos garantir para 2017 a nomeação de até 280 orientadores(as). O governo será obrigado a incluir isto no orçamento do próximo ano. Não conseguimos corrigir toda a carência, mas avançamos”, comemora a diretora.
_dsc5954  _dsc5957
Fotos: Deva Garcia

I Seminário de Educação e Trabalho das Mulheres no Sistema Penitenciário

A Universidade de Brasília (UnB) promove o I Seminário de Educação e Trabalho das Mulheres no Sistema Penitenciário. O seminário acontece nesta quinta-feira (25) e sexta-feira (26), às 19h, na Faculdade de Educação (Sala Papirus), e discutirá a pesquisa sobre criminalização e gênero feminino no âmbito da UnB e órgãos públicos federais e do Distrito Federal, buscando ações articuladas que fortaleçam parcerias e pesquisas no tema. O enfoque central será a relação entre Trabalho e Educação no Sistema Penitenciário Brasileiro, com especial atenção para a situação da mulher.
Entre os objetivos do evento está o de dar visibilidade ao modelo educativo e práticas pedagógicas e atividades laborais exercidas por mulheres em cumprimento de pena restritiva ou privativa de liberdade, e promover ações para aumentar a participação de mulheres em cumprimento de pena de restrição ou privação de liberdade na Educação Forma e não Formal, por meio do fortalecimento do acesso à Educação Básica e espaços socioprofissionais, com o objetivo de ampliar as condições de vida no ambiente prisional.
Além das palestras, os participantes poderão participar de debates e mesas redondas.
cartaz

CED Gisno é a nona escola ocupada por estudantes no DF; movimento deve crescer

Desde segunda-feira (24), o CED Gisno, na Asa Norte, é a nona escola ocupada pelos próprios estudantes no DF. Além dela, CEM Setor Oeste (Asa Sul), CEM 304 Samambaia, CED 01 Planaltina e os IFBs da Cidade Estrutural, Planaltina, Riacho Fundo, Samambaia e São Sebastião também foram ocupados.
No Gisno, a ocupação ao menos nesta semana, está tendo um pouco diferente. Com a proximidade do Enem e do PAS, em reunião entre alunos (as), Secretaria de Educação e professores(as), ficou acordado que as aulas prosseguem até o final de semana, mas não com a carga horária completa. Ela começa às 7h30, é interrompida por 2h, com atividades relativas à ocupação e retomadas em seguida.
“A ocupação ainda está em marcha lenta, mas a partir da próxima semana, terá força total e vai crescer bastante. Atualmente, entre 30 e 40 alunos dormem na escola.  Temos o apoio dos professores. Agora é momento de organizar as atividades durante a ocupação para todos os estudantes que estão vindo pra escola. Estamos esclarecendo a eles as razões da ocupação e promoveremos atividades culturais, além dos aulões com professores da UnB”, relata Felipe Luan Santos Machado, estudante do 1° ano da escola. Os(as) alunos(as) carecem de itens para a segurança, como cadeados e correntes, além de alimentos.
De acordo com o estudante, as razões para a ocupação são “a PEC 241, a MP 746 (que reforma o ensino médio, sem o debate com a comunidade escolar) e também cobramos melhorias para a escola”. Felipe reforça que agora é momento de esclarecer essas questões para os alunos, de “apresentar quais são as perspectivas caso estes projetos, que prejudicam a educação, sejam implementados”, aponta.
Carlos Gomes, professor de filosofia da escola, aplaude a iniciativa dos estudantes. “Sou um professor oriundo do movimento estudantil e como tal, não poderia dar apoio aos estudantes por despertarem esta consciência política, ainda mais aqui na escola, onde já há alguns anos os estudantes não paravam para reivindicar os seus direitos”, salienta.

No Paraná, educadores decidem pela permanência da greve

A decisão foi tomada após uma análise da proposta enviada pelo governo Beto Richa, na última quinta-feira (20), no qual ele se comprometeu a retirar o artigo 33, que tramita na Assembleia Legislativa do Paraná (Alep), que suspende a aplicação da data-base da LDO de 2017.
De acordo com o documento, a retirada era condicionada a suspensão da greve. Para a maioria, o documento apresentado pelo governo do Estado não atende às expectativas dos(as) educadores(as).
Na votação realizada, 724 votaram pela continuidade da paralisação, enquanto 719 votaram pela suspensão. Foram registradas três abstenções.

Entre os encaminhamentos aprovados, na próxima terça-feira (25) será realizada uma reunião do Conselho Ampliado e a reunião do Comando Ampliado avaliará, conforme o cenário, a necessidade de convocação de uma nova assembleia estadual.
Segundo o presidente do sindicato, Hermes Leão, “não é uma greve de aumento salarial, de ganho. É contra a retirada de direitos”.
Os professores em greve também apoiam a luta dos estudantes secundaristas, que ocupam 850 escolas no estado, somando forças pela imediata revogação da PEC 241 e a Reforma do Ensino Médio.
(do Portal Vermelho)

PEC 241 torna Plano Nacional de Educação inviável. Há 1.072 ocupações em protesto

A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 241, que deve ser votada nesta semana em segundo turno na Câmara dos Deputados e que congela por 20 anos os investimentos sociais do governo federal, representa uma ameaça à educação, pois impede a implementação do Plano Nacional de Educação, documento de Estado com 20 metas para o setor nos próximos dez anos. Como resposta à proposta do governo Michel Temer, estudantes iniciaram um movimento de ocupação de escolas, universidades e institutos federais que chegou hoje (24) a 1.072 localidades, segundo o último balanço, divulgado às 16h30, pela União Brasileira dos Estudantes (Ubes).
Para alcançar as metas do Plano Nacional de Educação – que incluem universalizar a educação infantil, o ensino fundamental de nove anos e o ensino médio; oferecer educação integral para 50% das escolas públicas; elevar a taxa de alfabetização dos adultos; e triplicar matrículas na educação profissional – é necessário aumentar o percentual investido pelo Estado em educação até alcançar 10% do Produto Interno Bruto (PIB) no final da vigência do documento.
“A PEC 241 impede a ampliação dos recursos para educação”, diz a presidenta da UNE, Carina Vitral. “O principal risco da PEC 241 é o fim do Plano Nacional de Educação, uma pauta que lutamos por dez anos para aprovar e que planeja a educação pelos próximos dez. O plano previa que o governo fosse aumentando gradualmente o investimento em educação e, sem esse recurso, as metas se inviabilizam.” O plano foi aprovado em 2014.
Estudantes de diversos estados organizaram hoje um dia nacional de luta contra a medida. Foram ocupados 73 campi universitários e realizadas aulas públicas e fechamento de rodovias federais. Além disso, os estudantes convocaram atos em Brasília, Porto Alegre, Rio de Janeiro e Belo Horizonte. Em São Paulo a mobilização está marcada para amanhã. Os estudantes protestam também contra a Medida Provisória (MP) 746, que propõe uma reforma no ensino médio, considerados ultrapassados por especialistas, e contra o projeto Escola sem Partido.
“Hoje é um dia nacional de luta do movimento educacional com ocupações e paralisações em diversas universidades, junto com professores e técnicos administrativos”, diz Carina. “É um aviso para que o governo não tente enfiar essa PEC goela a baixo da educação.”
Além das universidades, são 995 escolas e institutos federais e três núcleos de educação estão ocupados, além de outro espaço não identificado pela União Brasileira dos Estudantes Secundaristas, responsável pelo levantamento. O estado que concentra o maior número de ocupações é o Paraná (847), seguido por Minas Gerais (48), Rio Grande do Sul (13) e Goiás e Rio Grande do Norte (ambas com 9). “O movimento de ocupações é legítimo e é uma pressão pela retirada da PEC 241 e da Medida Provisória do ensino médio (746). É uma ação emergencial contra medidas que colocam em risco a educação”, diz a presidenta da UNE.
Segundo professores da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj), se a lei valesse desde 2005, osrecursos para a área em 2015 teriam caído de R$ 98 bilhões para apenas R$ 24 bilhões. O crescimento de 100% em vagas nas universidades federais desde 2003 e de mais de 400% no número de mestres e doutores desde 1996 não teria ocorrido.
Já a reforma do ensino médio, que foi anunciada pelo governo Temer em 22 de setembro, prevê a flexibilização do currículo para que os alunos escolham entre as áreas de linguagens, matemática, ciências da natureza, ciências humanas e formação técnica e profissional. Artes, Educação Física, Filosofia e Sociologia deixam de ser obrigatórias e os professores não precisariam mais ter diploma de licenciatura. O modelo foi duramente criticado por especialistas, que defendem que ele fragmenta a formação.
(da Rede Brasil Atual)

Jornal publica dados errados para ajudar Rollemberg a cortar investimentos no setor público

A imprensa de Brasília volta a demonizar o funcionalismo e os serviços públicos, como fez criminosamente no fim da década de 1980 e nos anos 1990, sobretudo durante o governo neoliberal do ex-presidente da República Fernando Collor de Mello, quando criou o mau hábito de pichar os (as) servidores (as) públicos (as) de “marajás”.
Uma matéria publicada nessa sexta-feira (21), pelo Correio Braziliense, intitulada “DF lidera gasto com pessoal”, mostra que a mídia não tem compromisso com a verdade e, para desqualificar serviços e servidores (as) públicos (as) e  “conquistar” o apoio da população para a aprovação da PEC 241, que congela o investimento de dinheiro público nos serviços públicos, e outros projetos em curso que desmontam o Estado de direitos, vale qualquer coisa.
Nessa matéria, o jornal e as fontes entrevistadas prestam um desserviço à população e falsifica números para jogá-la contra o funcionalismo. Os cálculos da matéria e números demonstrados não levam em consideração dados relevantes e determinantes no resultado das contas apresentadas.
Não foram levadas em conta as competências de estados e municípios e não contabilizaram os orçamentos desses dois entes para calcular as posições na classificação e, apesar desse erro, colocaram o DF no ranking. Para o cálculo ser sério, honesto e real, teria de considerar o gasto com a Folha de Pagamento de todos os estados e municípios do país e dividir pelo número de habitantes de cada um deles. Afinal, o DF não é estado e, sim, uma unidade da Federação que reúne competências de estado e de município. Confira a matéria do Correio Braziliense aqui.
Um dos motivos de o cálculo estar errado é porque não considerou os gastos dos municípios e somente o dos estados. Outro erro é que desmembrou as competências de estados e municípios e, assim, o custo da Folha foi também desmembrado, o que não ocorre com o DF. Por exemplo: uma das atribuições dos estados é investir dinheiro público na segurança e no ensino médio públicos. Aos municípios, por sua vez, compete financiar o Ensino Fundamental, a pavimentação e o saneamento. O DF reúne todas essas competências.
Assim, ao analisarmos os dados do estudo mencionado na matéria, denominado Boletim de Finanças Públicas dos Entes Subnacionais, divulgado nessa sexta-feira (21) pela Secretaria do Tesouro Nacional (STN), descobrimos que, em vez de estar em primeiro lugar, o DF está no oitavo e pode cair ainda mais se executarmos o cálculo honesto com cada uma das 27 unidades da Federação. As contas do jornal e a opinião de um dos entrevistados da matéria deturpam completamente a informação.
Por exemplo, se o cálculo tivesse considerado o custo per capita de Roraima nas duas esferas, estadual e municipal, esse estado não estaria abaixo do DF e sim muito acima. Outro dado importante não mencionado na matéria é o de que o próprio Boletim informa que esse levantamento foi realizado para se criar um software cuja finalidade é a de ajudar as Prefeituras a terem um controle melhor dos gastos públicos.
Ainda analisando os erros da matéria, em se considerando o gráfico do próprio Correio Braziliense e os do Boletim da STN, verifica-se que o Estado de São Paulo tem um gasto com servidores per capita de R$ 1.604,30. Contudo, se consideramos apenas o Município de São Paulo e somarmos o gasto com funcionalismo do município e do estado e dividirmos pelo número de habitantes o valor sai de R$ 1.604,39 para R$ 2.028,67.
Ou seja, se somarmos o gasto com funcionalismo estadual e municipal que atuam apenas na capital do Estado de São Paulo, o valor apresentado na matéria é elevado em 26%. Apenas esse cálculo retira São Paulo da 16ª posição – no que se refere a gasto com pessoal – para 8ª posição, passando à frente de vários estados que, pelo gráfico da matéria, estão na frente.
Outro problema da matéria é que buscou um alto funcionário do banco de investimentos INVX Global Partners para analisar os resultados. Os bancos são os principais interessados em transformar direitos sociais em mercadoria. É por isso que o Fundo Monetário Internacional (FMI) voltou a ditar normas na economia brasileira desde que o vice, Michel Temer, assumiu o Palácio do Planalto. O FMI lançou recentemente um comunicado dizendo que urge o Brasil fazer uma reforma da Previdência e suspender os gastos públicos em serviços públicos por 20 anos.
O INVX Global Partners é um banco de investimento privado, com sede em Miami, Flórida, que atua na América Latina, França e Tunísia em várias áreas do mercado financeiro. O INVX Global Partners e a INVX Global Capital Asset fazem parte da instituição financeira denominada INVX GLOBAL GROUP, da qual faz parte a empresa INVX Global Capital Asset, de gestão de fundos incorporados, como fundos de pensão, com filial em São Paulo, onde os governos estadual e municipal são do PSDB.
 

Sinpro cobra do GDF assistência às escolas de Samambaia

As fortes chuvas que atingiram a região de Samambaia na quinta-feira (20) deixaram um rastro de estragos pela região. Várias escolas tiveram telhados e muros destruídos, salas alagadas e muitas delas cancelaram as aulas.
É bem verdade que os problemas foram fruto da força da natureza, mas agravados pela falta de manutenção e das reformas necessárias em várias escolas públicas do Distrito Federal. A reforma nas escolas é uma constante luta e reivindicação do Sinpro. Apesar de todas as cobranças feitas pelo sindicato e pela categoria, o GDF tem mantido várias delas sem as condições necessárias para o ensino.
Além das reformas e da manutenção nas escolas do DF, é obrigação do GDF restabelecer as condições de funcionamento de todas as que foram atingidas pelas chuvas. A reconstrução destes centros escolares e a assistência às famílias atingidas pelas chuvas em Samambaia é responsabilidade do governo.
whatsapp-image-2016-10-21-at-16-31-26whatsapp-image-2016-10-21-at-16-29-56
whatsapp-image-2016-10-21-at-16-29-55-1whatsapp-image-2016-10-21-at-16-29-54
whatsapp-image-2016-10-21-at-16-29-53whatsapp-image-2016-10-21-at-16-29-53-1

Escola Classe 419 de Samambaia realiza SOS por vítimas da chuva

A Escola Classe 419 de Samambaia está organizando uma campanha de arrecadação de gêneros alimentícios e roupas para ajudar as famílias dos estudantes da escola que tiveram as casas danificadas em decorrência das fortes chuvas desta quinta-feira (20). Além do prejuízo material, alguns estudantes perderam familiares. Uma aluna de 6 anos perdeu o pai, que passava pelas proximidades da escola e morreu após a queda de um muro.
Diante de toda tragédia a direção da Escola Classe realiza um SOS para angariar alimentos, roupas, colchões e todo tipo de ajuda para as vítimas da chuva. Os donativos podem ser entregues na própria escola (QR. 419 Conjunto I). Professores e voluntários farão kits e entregarão às famílias da Quadra 419 de Samambaia neste sábado (22).
Mais informações com Irene pelos telefones 3901-7788 e 99913-5231.

Calendário escolar 2017 é divulgado

Após vários debates com a rede e também com a própria Secretaria de Educação, o Calendário Escolar 2017 está pronto. Ele vai apresentar o retorno dos(as) professores(as) das férias para o dia 06/02 (segunda-feira), tendo inicio o ano letivo na sexta-feira, dia 10/02, sendo que este dia letivo será um dia letivo/temático, nos moldes do que aconteceu no início do calendário de 2011.
Uma novidade para o início das aulas em 2017 é que a escolha de turma vai acontecer no primeiro dia de retorno, no dia 06/02, na parte da manhã.
O(a) professor(a) deverá se organizar para levar os documentos que vão compor a própria pontuação para a distribuição da carga horária, ou no final deste ano, deixando com a direção da escola, ou levando no primeiro momento da manhã do dia 06/02, que é a data de retorno das férias. Desde 2015, só participam da distribuição de carga horária os(as) professores(as) que já eram da escola em situação de lotação e exercício definido e os(as) professores(as) que estão chegando pelo concurso de remanejamento. Portanto, desta forma, no final do ano de 2016, todos que têm direito de escolher turma no próximo ano já estarão definidos. A distribuição será no primeiro dia letivo, na parte da manhã, para que o(a) professor(a) possa utilizar o resto da semana, nos dias de encontro pedagógico, para fazer o planejamento das primeiras aulas e a organização da sala em que ele(a) irá trabalhar.
O período de férias escolares será a partir do dia 06/01 até o dia 04/02. O recesso do meio do ano (11/07 a 27/07) terá 2 dias móveis, que a caso a escola o utilize, poderá aumentar o recesso para até 3 finais de semanas direto.
calendario-2017-regime-anual
calendario-2017-eja

Acessar o conteúdo