CED 05 de Taguatinga promove a Semana de Arte e Cultura em setembro
Jornalista: Leticia
Entre os dias 19 e 23 de setembro, o CED 05 de Taguatinga organiza a Semana de Arte e Cultura, com apresentações que são adaptações de obras literárias (e do PAS). As apresentações consistem em peças teatrais e dança. Algumas das obras que serão representadas são “O Cortiço” (Aluísio de Azevedo), “O Santo e a Porca” (Ariano Suassuna), “Muito Barulho por Nada” (Shakespeare), “Casa de Bonecas” (Henrik Ilsen), “Juiz de Paz na Roça” (Martins Pena), “Dom Quixote de la Mancha” (Miguel de Cervantes), “Romeu e Julieta” (Shakespeare), “O Pagador de Promessa” (Dias Gomes), “Liberdade, Liberdade” (Millôr Fernandes), “Vidas Secas” (Graciliano Ramos) e “Vestido de Noiva” (Nelson Rodrigues).
Já as apresentações musicais contemplarão os diversos gêneros, como a lambada, o frevo, o rock, a dança africana, a jovem guarda, o passinho, o samba, a MPB, a dança indiana, o axé e o forró.
Prestigie!
Contrário ao programa Escola Sem Partido, Jean Wyllys propõe a Escola Livre
Jornalista: Leticia
O deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ) protocolou na Câmara dos Deputados, na última semana, um projeto de lei que institui a “Escola Livre”. A iniciativa surgiu em resposta ao movimento “Escola Sem Partido” — que condena uma suposta doutrinação no ensino — e defende a liberdade de expressão, o pluralismo de ideias e a autonomia pedagógica nas salas de aulas.
Na prática, um dos objetivos do parlamentar é assegurar que professores não sejam punidos por expressarem suas opiniões e defenderem suas ideologias.
Para os apoiadores do movimento Escola Sem Partido, o docente não deve ser um educador, principalmente em assuntos sobre política, sexualidade e moral. Ele deve apenas ensinar as matérias de uma forma isenta e deverá ser punido caso desobedeça essas regras. Trata-se de “neutralidade do ensino”.
Escola Livre
Em entrevista ao UOL, Jean Wyllys defendeu que o professor deve ter liberdade de ensinar sem censura e sem repressão. Segundo ele, o programa Escola Sem Partido é “perverso” e tem a pretensão de “perseguir e criminalizar a liberdade de expressão e pensamento nas escolas brasileiras.”
“Uma escola que prepare futuros cidadãos e cidadãs para participarem da vida democrática não pode impedir ou proibir que sejam tratadas, em sala de aula e fora dela, questões políticas, socioculturais ou econômicas, com liberdade e pluralidade de opiniões e pensamentos. Muito pelo contrário: deve incentivar que isso seja feito”, argumentou.
O parlamentar afirmou ainda que, em uma escola ideal, as pessoas são ensinadas a aprender por si mesmas baseadas em diferentes teorias e concepções.
“A formação da própria opinião não nasce da aceitação e introjeção do discurso da autoridade ou daquele que domina no ambiente social dos alunos, mas de um caminho em que as diferentes opiniões são ouvidas, debatidas, discutidas, analisadas e criticadas”, acrescentou.
Outro ponto defendido pelo deputado na Escola Livre é o combate à discriminação, ao preconceito e ao discurso de ódio no âmbito da educação. “Uma escola para uma sociedade democrática deve combater os preconceitos, falsas certezas que produzem ódio, estigma, segregação, exclusão e violência — entendendo para isso que discurso de ódio não é opinião. Essa escola deve problematizar os preconceitos que existem fora e dentro dela para que sejam desconstruídos”, resumiu.
A inspiração para o programa veio de um projeto de lei estadual – conhecido como Escola sem Mordaça — apresentado recentemente pelo deputado estadual Juliano Roso (PCdoB-RS) na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul.
Do mesmo lado
Procurado para comentar a nova iniciativa, o senador Magno Malta (PR-ES), autor da proposta de lei Escola Sem Partido que tramita no Senado, considerou a iniciativa bem-vinda. Ele respondeu ao pedido de entrevista via assessoria de imprensa, por e-mail.
“Que seja bem-vindo se ele quer mesmo instituir no Brasil uma Escola Livre, pois é exatamente o que nós também queremos. O projeto Escola Sem Partido, do qual sou autor, quer uma escola livre de doutrinação política, religiosa e ideologia, uma escola livre de erotização de criança e adolescentes, uma escola que o professor e o aluno sejam livres para ter acesso ao conteúdo puro, simples, sem vício e sem mentiras”, afirmou.
“Se é isto mesmo que o PL [projeto de lei] protocolado na Câmara dos Deputados se propõe, uma escola livre de mentiras e doutrinação, estamos do mesmo lado”, concluiu.
(do Uol)
Apeoesp: Desobediência civil seria resposta à pedagogia da mordaça
Jornalista: Leticia
A presidenta do Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp), Maria Izabel de Azevedo Noronha, a Bebel, defendeu nesta sexta-feira (26) que os docentes atuem em desobediência civil, caso um projeto baseado na proposta “Escola sem Partido” seja aprovado nacionalmente.
“A liberdade de cátedra e de expressão são sagradas. A desobediência civil é um caminho de resistência”, afirmou. Para setores que atuam na área da educação, o projeto é visto como uma espécie de ‘pedagogias da mordaça’, ao subordinar a troca de conhecimentos baseada em estudos científicos a valores morais e ao impedir o debate plural de ideias.” A declaração foi dada durante o lançamento do documentário A Escola Toma Partido, do cineasta Carlos Fronzato.
O documentarista argentino radicado no Brasil já produziu também filme sobre o movimento dos estudantes que ocuparam 200 escolas e derrotaram a proposta de reorganização do governador paulista Geraldo Alckmin (PSDB). O novo projeto ainda não tem data para ser comercializado, mas Apeoesp já solicitou cópias para todas as subsedes.
Segundo Fronzato, o objetivo do documentário foi “ouvir muitos especialistas e profissionais da educação para construir uma crítica firme ao ‘Escola sem Partido’”. O filme tem cerca de 50 minutos e conta com duas dezenas de entrevistas, inclusive da doutora em Educação Nita Freire, viúva do educador Paulo Freire.
Convidada também para o lançamento, Nita avaliou que o projeto está se tornando uma “política oficial do golpe”, referindo-se ao governo do presidente interino Michel Temer (PMDB). “Essa proposta busca desmontar a escola em seu princípio fundamental, que é formar criticamente. E hoje já é muito pouco. O texto é um tratado fascista, que vai nos levar cem anos de volta ao passado”, afirmou.
Para a ex-presidenta da União Paulista dos Estudantes Secundaristas (Upes), Ângela Meyer, o projeto é uma resposta às mobilizações estudantis que ocorrem desde o ano passado: “Eles querem uma escola sem crítica. Nem é tão novo, esse ano faz dez anos que foi implementado o sistema de apostilas em São Paulo, que esvaziou o ensino. Essa escola acrítica servirá bem aos golpistas”.
(da Rede Brasil Atual)
Temer suspende programa nacional de combate ao analfabetismo
Jornalista: Leticia
Depois de suspender contratações do Minha Casa Minha Vida e suspender novas vagas para Pronatec e Fies, o governo interino bloqueou o sistema de cadastro para o sistema que ensinaria 13 milhões de pessoas a ler e escrever pelo programa Brasil Alfabetizado, criado por Lula em 2003.
O governo interino do presidente Michel Temer suspendeu novos cadastros para o Brasil Alfabetizado, programa criado por Lula em 2003 para combater o analfabetismo no país. Depois de cortes no Minha Casa Minha Vida e de suspensão de novas vagas para Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) e Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) , o governo bloqueou o cadastro no sistema de novos alunos no programa que ensinaria a ler e escrever a demanda de mais de 13 milhões de pessoas analfabetas que ainda existem no país.
Estados e municípios, de acordo com o jornal Folha de S. Paulo, relataram o bloqueio e a suspensão do repasse para a execução do programa e a informação foi confirmada pelo Ministério da Educação via Lei de Acesso à Informação a uma cidadã que questionou a pasta.
“Até o momento não há previsão de reabertura do Sistema Brasil Alfabetizado para ativação de novas turmas”, respondeu o ministério.
Referência para a área da educação e elogiado por especialistas, o programa reduziu a taxa de analfabetismo de 12,4% da população em 2002 para 8,3% em 2014.
Atualmente, 168 mil alunos estão cadastrados no atual ciclo, iniciado no ano passado. A pasta chefiada por Mendonça Filho rebateu, no entanto, e afirmou que o programa está em execução, mas que não há previsão para a abertura de novas turmas.
Até 2013, o programa mantinha ciclos de ao menos 1 milhão de alunos por ano.
(da Revista Forum)
CUT Brasília realiza Assembleia da Classe Trabalhadora do DF e Entorno neste domingo (28)
Jornalista: Luis Ricardo
A luta em defesa da democracia, dos direitos e das conquistas sociais está a todo vapor. Por isso, neste domingo (28), a CUT Brasília realizará a Assembleia Geral da Classe Trabalhadora do DF e Entorno. O encontro será realizado a partir das 10h, no estacionamento do Ginásio Nilson Nelson. Além de celebrar os 33 anos de história da CUT, o dia marcará mais um ato de resistência ao golpe de Estado em curso no país.
“Na atual conjuntura política, é fundamental a participação de toda a classe trabalhadora do DF e dos municípios do Entorno para, juntos, defendermos nossa jovem democracia. Nós da CUT Brasília vamos reafirmar nosso compromisso com os trabalhadores do campo, da cidade, das empresas públicas e privadas”, explica o presidente da CUT Brasília, Rodrigo Britto.
De acordo com ele, a ideia da atividade é fortalecer a luta contra os retrocessos do governo ilegítimo de Michel Temer. Dirigentes dos mais de 100 sindicatos filiados à CUT Brasília, do DF e entorno, se comprometeram a participar da assembleia.
“Quem nasceu na luta contra o golpe militar, resistirá ao golpe parlamentar. Por isso, todos à Assembleia Geral da Classe Trabalhadora do DF e Entorno para combatermos este governo golpista. Fora Temer e não a retirada de direitos!”, concluiu o presidente da CUT Brasília. Contribuição do rapper Gog
A Assembleia da Classe Trabalhadora do DF e Entorno neste domingo (28) contará com a participação e solidariedade de Genivaldo Oliveira Gonçalves, mais conhecido por GOG. Ele é um dos rappers pioneiros no Distrito Federal. Por meio da apresentação de suas produções artísticas, demonstrará a solidariedade e a integração do movimento rap à luta geral dos trabalhadores contra o golpe de Estado em curso, os ataques aos direitos e, também, o desmonte da Cultura. Ato no dia 29
A CUT Brasília e os sindicatos filiados também engrossarão o Dia Nacional de Luta em Defesa da Democracia e dos Direitos, chamado para esta segunda-feira (29/8), pela Frente Brasil Popular.
Pela programação, às 8h, os manifestantes recepcionarão a presidenta Dilma em frente ao Senado Federal. Das 10h às 16h, haverá programação político-cultural no acampamento em defesa da democracia e dos direitos, que será montado ao lado do Ginásio Nilson Nelson. Às 18h, haverá ato político nacional em defesa da democracia e dos direitos em frente ao Senado Federal.
O dia 29 de agosto será emblemático, já que marca a ida da presidenta legitimamente eleita Dilma Rousseff ao Senado Federal para fazer sua defesa no processo de impeachment, instalado sem qualquer fundamento e que, por isso, pode ser chamado de golpe.
Professora lança livro infantil sobre a cidade que as crianças querem
Jornalista: Maria Carla
Após 20 anos de atuação no magistério, Ana Neila Torquato, professora no Centro de Educação Infantil (CEI) 01, no Paranoá, inicia sua jornada no mundo da literatura. A atuação no CEI abriu, para ela, algumas portas para uma produção literária e pedagógica para adultos sobre o mundo infantil.
Neste sábado (20/8), a partir das 17h30, no Sebinho da 406 Norte, ela vai lançar o livro “Minha cidade”. Durante o evento haverá “contação” da história. Ilustrado pela Sofia, filha de Ana Neila, de 7 anos, o livro “é um prato cheio para professores e pais que querem trabalhar questões ligadas à sociedade com as crianças, tais como educação, trânsito, sustentabilidade, saúde, lazer e outras temáticas ligadas à urbanidade”, explica a professora.
A inspiração para a produção dessa obra surgiu a partir de uma proposta de trabalho da Diretoria de Educação Infantil da Secretaria de Estado da Educação do DF (SEEDF). “Nasceu da necessidade de material de apoio para o desenvolvimento do trabalho pedagógico no CEI 01, do Paranoá, no qual estou coordenadora, seguindo a proposta de tema que a Diretoria de Educação Infantil da SEEDF”, afirma.
Ela diz também que, “para os profissionais da educação, o livro está recheado de conteúdos significativos a serem trabalhados ao longo de um ano letivo ou de um projeto pedagógico específico”, explica. Ana esclarece que, “além das questões ligadas à formação cidadã, outras interfaces podem ser interessantes aos educadores: rimas, nomes e apelidos, alimentação, necessidade da prática de esportes, educação financeira, são assuntos facilmente introduzidos com o suporte do livro”.
O projeto gráfico foi especialmente pensado para crianças em processo de aquisição de leitura e escrita. O “’Minha cidade’ é um presente estimulante à imaginação das crianças, que, a partir de uma leitura descontraída e cheia de cor, poderão se ver como criadoras de sua cidade”. Mais detalhes sobre a obra no site www.livrominhacidade.com.br.
Aula inaugural do Curso de Formação Ambiental para professores, nesta quinta (18), será na UnB
Jornalista: Maria Carla
Nesta quinta-feira (18), professores (as) e orientadores (as) educacionais de rede pública de ensino do Distrito Federal estão convidados a participar da aula inaugural do Curso de Formação Continuada para professores (as) da Secretaria de Estado da Educação do DF (SEEDF). A aula inaugural será realizada no CET/Turismo -UnB, dia 18/08 (quinta-feira), às 14h.
O curso de formação ambiental é uma parceria entre a Equipe de Coordenação Pedagógica Central de Educação Ambiental, da Gerência de Educação Integral e Ambiental da SEEDF com a Adasa, Caesb, Escola da Natureza, SLU. Os (as) participantes receberão certificação da EAPE. Os (as) interessados podem se inscrever durante a aula inaugural, nesta quinta.
Confira a programação a seguir:
1) Curso de Formação para Professores da SEEDF : Gestão Sustentável da Água e dos Resíduos Sólidos. De acordo com informações da subsecretaria, o curso de Formação para Professores da SEEDF em Gestão Sustentável da Água e dos Resíduos Sólidos capacita docentes da rede com vistas à melhoria da gestão compartilhada da água e resíduos sólidos.
O curso será realizado em três pólos:
Turma A – Samambaia – Parque Três Meninas.
Turma B – Brazlândia – Escola Parque da Natureza de Brazlândia.
Turma C – PPC e Paranoá – Estação de Tratamento de Água (ETA) Brasília.
O horário do curso será – 14h às 17h.
As inscrições foram prorrogadas e poderão ser realizadas até dia 18/08/2016 pelo site da EAPE (inscricao.eape@gmail.com) ou pessoalmente, na aula inaugural, aberta a todos os interessados no tema.
2) Palestra para gestores e/ou coordenadores pedagógicos sobre Resíduos Sólidos e o Aterro Sanitário de Samambaia – com Kátia Campos (diretora-presidente do SLU) – sugerimos que vocês nos informe uma data e local para a realização desta palestra, pois necessitamos confirmar com o SLU.
3) Concurso Saneamento nas Escolas: Nós Fazemos! Esse tem como foco a promoção da sensibilização nas Unidades Escolares e em toda a comunidade escolar, com intuito de melhoria das condições de saneamento básico nas escolas da rede que , após diagnóstico, devem propor ações voltadas para os pontos críticos identificados nas escolas visando melhorias em relação ao saneamento básico.
Para maiores esclarecimentos, ligar no 3901-3194
Sinpro deseja à categoria um bom retorno às aulas e luta diante das tentativas de retrocesso
Jornalista: Luis Ricardo
Os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais retornam às salas de aula nesta segunda-feira (15) com a certeza de que é na luta que conquistaremos um futuro mais justo. Este sempre foi o sentimento da categoria, que luta por uma educação pública de qualidade e exige respeito aos direitos conquistados. Este retorno, porém, está cercado por um cenário político preocupante.
Tanto no cenário nacional quanto no Distrito Federal, a conjuntura é de projetos que visam a retirada de direitos dos(as) trabalhadores(as) e o prejuízo à educação pública, fatores que exigirão dos(as) professores(as) muita união e resistência para enfrentar os desafios. Em contrapartida às pautas que visam o prejuízo ao trabalhador, o Sinpro, a CUT e a CNTE fazem a defesa da democracia, dos direitos e das conquistas sociais; o repúdio às reformas trabalhista e da Previdência; a defesa da Petrobras e do pré-sal; além da defesa da educação, da saúde e de todos os serviços públicos.
Pacote de maldades
Entre as pautas negativas e que trazem prejuízo à educação e ao funcionalismo público estão os projetos de lei nº 257 e 241, que desmontam o serviço público, detonam os servidores e contemplam uma concepção de Estado neoliberal, privatista e entreguista. As duas propostas são extremamente danosas às carreiras dos(as) servidores(as). A aprovação do PLP 257 representa o fim de concursos públicos, o congelamento de salários, a ampliação da terceirização e a precarização dos serviços, entre outras consequências. Além dos prejuízos citados, o PLP promove o desmonte dos serviços públicos e altera 38 itens da Lei de Responsabilidade Fiscal em prejuízo dos entes federativos, mediante a redução do limite prudencial.
Já a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 241/2016 congela os gastos públicos por 20 anos, período em que o dinheiro economizado será canalizado para o pagamento da dívida pública, que atualmente consome quase metade do orçamento do país. Como se já não bastasse os cortes sucessivos realizados nos anos de 2015 e 2016 na educação e saúde públicas no Brasil, a PEC 241 prevê mais cortes para os próximos anos. A medida altera os critérios para cálculo das despesas mínimas na Educação e Saúde, que serão corrigidos pela variação da inflação do ano anterior, sem aumento real.
Outro projeto de lei que tem como objetivo trazer prejuízos à educação e aos brasileiros é o PL 4567/2016. Antigo PLS 131/2015, o projeto de autoria do ex-senador José Serra (PSDB-SP) tira a obrigatoriedade da Petrobras ser a única operadora do présal e a participação mínima de 30% nos campos licitados. O PL visa privatizar o Pré-sal, afetando os recursos da educação e a própria soberania energética do país.
Política neoliberal no DF
No cenário local, o Governo do Distrito Federal tem promovido uma política neoliberal e de censura nas escolas públicas. Os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais estão com os salários congelados desde 2015 e aqueles que estão se aposentando não estão recebendo a pecúnia, mais um claro exemplo de calote por parte do GDF.
Além disto, o governo do DF tem implantado uma política de privatização ao comprar vagas para a educação infantil, sendo que a política correta seria a construção de novas salas de aula e de creches públicas; a tentativa de aprovar o PL da Mordaça, que visa censurar o professor em sala de aula; e a luta da categoria pelo respeito à Campanha Salarial 2016.
É diante deste cenário que iniciamos mais um semestre letivo. Esta categoria nunca se abalou diante das dificuldades e dos desafios e será com a união de todos e todas que venceremos todas as tentativas de prejuízo ao trabalhador e à educação pública.
Teatro da Escola Parque 307/308 Sul recebe obra de José Pacheco
Jornalista: Luis Ricardo
A Cia. Marapuanesca de Teatro apresenta, nesta quarta-feira (17), a peça Para os filhos dos filhos dos nossos filhos. Baseada na obra do educador português José Pacheco e com a direção de Janaína de Ná, a peça terá início às 20h, no Teatro da Escola Parque 307/308 Sul. Fazem parte do elenco Ana Carolina Silva, Júlio César Avanci e Malba Oliveira.
Pela primeira vez em Brasília, a peça traz como foco questionamentos sobre o tempo necessário para que a uma Nova Educação se materialize. “Já é o meu terceiro livro que se transforma numa peça. Talvez um livro não consiga passar a ‘mensagem’ tão intensamente quanto os atores em palco, emocionando quem os vê e escuta”, ressalta Pacheco, atual morador da cidade. A peça busca corroborar com o processo formativo do Projeto Gaia Escola e convida todos os educadores do Distrito Federal a participar da Rede de Mudança da Educação que já existe, mas que precisa assumir a escala exata para fazer a virada que todos queremos.
Grupo de Estudos e Pesquisas sobre Aprendizagem Lúdica (GEPAL) realiza, nos dias 18 e 19 de novembro, o II Encontro de Atividade Lúdica, com o tema A Ludicidade e seus Desafios. As inscrições já estão abertas e podem ser feitas até o dia 18 de novembro no site www.gepalunb.wix.com/gepal. O encontro será realizado na Faculdade de Educação da Universidade de Brasília (UnB).
A programação completa e mais informações sobre o encontro podem ser obtidas no site e pelo e-mail aprendizagemlucidaunb@gmail.com.