Cresce ocupação de escolas em Goiás em defesa da educação pública

Estudantes ocuparam o Colégio Estadual Hertha Leyser Odwyerm, no Jardim Progresso, em Anápolis, a 55 km de Goiânia, na quarta-feira (23). Com isso, subiu para 24 o número de unidades ocupadas em protesto contra a implantação de organizações sociais (OSs) na rede estadual de Educação, em Goiás.
“O nosso movimento é contra esse modelo de gestão que está sendo imposto. E os estudantes goianos não aceitam mais que as coisas da educação sejam impostas de cima para baixo. Para implantar um novo modelo de educação tem que conversar”, diz Gabriel Bernardes (Tatico), dirigente da União Goiana de Estudantes Secundaristas (Uges) e da União Brasileira de Estudantes Secundaristas (Ubes).
Na terça-feira (22), um grupo de alunos realizou um protesto na capital. Com cartazes nas mãos, os manifestantes se reuniram no Centro e subiram a Avenida Goiás em passeata até a Praça Cívica. O trânsito ficou bloqueado e a Polícia Militar acompanhou o protesto durante todo o trajeto.
Ao chegaram em frente ao Palácio Pedro Ludovico, sede do governo estadual, os manifestantes subiram em cadeiras e gritaram palavras de ordem contra o projeto de terceirização das escolas. “A educação está indo para a mão de OS, para mão de empresário que não são do meio da educação. Esse é o objetivo da luta”, disse o professor Diego Campos.
A Secretaria Estadual de Educação, Cultura e Esporte (Seduce) não se pronunciou sobre a manifestação dos alunos.
No mesmo dia, o Colégio Estadual Costa e Silva, em São Luís de Montes Belos, na região central de Goiás, foi ocupado por alunos do ensino médio contra o projeto do governo estadual.
“Estudantes, pais e professores se unem no país de ponta a ponta para transformar a educação pública em prioridade nacional e assim construirmos uma verdaderia pátria educadora que contemple a maioriada população e com clareza nos dê uma educação democrática e de qualidade”, declara a presidenta Camila Lanes.
Movimento

No total, desde o último dia 9, os manifestantes já ocuparam 12 escolas na capital, três em Aparecida de Goiânia, uma na cidade de Goiás, sete em Anápolis e uma em São Luís de Montes Belos.
O primeiro foi o Colégio Estadual Professor José Carlos de Almeida, em Goiânia. Desde então, outras escolas de Goiânia também foram ocupados pelo movimento estudantil, como o Lyceu de Goiânia, o Colégio Estadual Robinho Azevedo e o Instituto de Educação de Goiás (IEG).
No último dia 14, cinco unidades foram ocupadas: o Colégio Polivalente Frei João Batista, em 
Anápolis; o Colégio Pré-Universitário (Colu), no Setor Leste Universitário, Colégio Estadual José Lobo, no Bairro Rodoviário, e Colégio Estadual Murilo Braga, todos na capital, além do Colégio Estadual Cecília Meireles, no Setor Santo Antônio, em Aparecida de Goiânia.
Outras unidades ocupadas são o Colégio Estadual Francisco Maria Dantas, Pedro Gomes, Cora Coralina, Ismael Silva de Jesus, Instituto de Educação de Campinas Presidente Castello Branco, em Goiânia; Colégio Estadual José Ludovico de Almeida, Jad Salomão, Carlos de Pina, Padre Fernando e Américo Borges de Carvalho, em Anápolis; o Colégio Estadual Nova Cidade e Villa Lobos, em Aparecida de Goiânia, e o Colégio Estadual de Aplicação Professor Manuel Caiado, na cidade de Goiás.
Respostas

Lodo no início das ocupações, a Seduce informou, em nota, que respeita as manifestações feitas pelos alunos e que sempre esteve aberta ao diálogo. O órgão explicou que, mesmo com a implantação das OSs, as escolas vão permanecer 100% públicas e gratuitas. A nota resaltou ainda que “não se trata de privatização ou terceirização do ensino público, mas uma parceria”.
A secretária Raquel Teixeira afirmou, em entrevista à TV Anhanguera, que os direitos dos professores e a gratuidade das escolas administradas por OSs serão garantidas.
“Muita informação inverídica está circulando. Primeiro que professor vai perder direito. Isso não existe, nada mais longe da verdade, todos os professores efetivos manterão todos os direitos adquiridos e todos os professores serão valorizados. A escola vai ser privatizada, nada mais longe da verdade. A privatização aconteceria se eu pegasse a escola e transferisse para um ente privado que ia ter lucro com ela e eu não teria controle. A secretaria que vai ter todo o controle, toda a política pedagógica, toda a orientação”, pontuou.
A secretaria disse ainda que “tem a convicção que este modelo será uma iniciativa inovadora, tornará o sistema mais ágil, mais eficiente e fará avançar a qualidade da educação”, garantiu.

(do Portal Vermelho)

Projeto de meia entrada para todos os professores aguarda aprovação do GDF

No dia 17 de dezembro, os deputados distritais aprovaram o Projeto de Lei n° 289/2015. De autoria do deputado Professor Israel (PV), o texto amplia o acesso do direito à meia entrada para os professores da rede federal de ensino.
Com isso, a Lei n° 3516/2004 é expandida, pois a mesma já concedia o benefício para professores de nível fundamental e médio, mas deixava de fora os professores universitários da rede federal.
“A Lei estende o benefício para os professores dos institutos federais, pois nos últimos anos ocorreu uma grande expansão destes institutos. Assim, os professores do sistema federal de ensino terão os mesmos direitos dos professores distritais. Agora é aguardar a caneta do governador, se ele vai avalizar ou continuar com seu ajuste fiscal, negando a ampliação de direitos da categoria”, relata Gabriel Magno Pereira Cruz, diretor do Sinpro.

Relator recomenda aprovação das contas de Dilma em 2014, enfraquecendo impeachment

Ao contrário da posição adotada pelo Tribunal de Contas da União (TCU) –  que recomendou ao Congresso Nacional a rejeição das contas do governo da presidenta Dilma Rousseff em 2014 -, o relator das contas na Comissão Mista de Orçamento (CMO), senador Acir Gurgacz (PDT-RO), apresentou na noite terça-feira (22) parecer favorável à aprovação, com ressalvas. Numa delas, o senador afirma que “as pedaladas fiscais não se caracterizam como ‘operações de crédito’, por isso não é crime”. Gurgacz afirmou ainda que não houve desrespeito à Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).

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Para Gurgacz, os atrasos nos pagamentos – a inadimplência – foram ou estão sendo quitados, sendo, desta forma, uma mera questão fiscal. Isto é, Dilma “pedalou” para fazer frente a um cenário econômico adverso em 2014. Ele classificou esse tipo de operação como mera formalidade.
Caso seja aprovado o parecer pela CMO e pelo Congresso, cai por terra o principal argumento do pedido de impeachment da presidenta Dilma Rousseff apresentando por três advogados, com apoio dos partidos de oposição, e acolhido por Eduardo Cunha, presidente da Câmara dos Deputados.
O pedido baseia-se na decisão do TCU de recomendar a rejeição das contas do governo federal no ano passado. Como o tribunal é apenas um órgão de assessoramento ao Poder Legislativo, cabe ao Congresso Nacional a palavra final sobre o tema.
Sem relevância – Segundo o relator Gurgacz, os argumentos apresentados pelo TCU para a rejeição das contas “não são relevantes o suficiente para levar à rejeição”. “Temos 14 estados, governados por diversos partidos, que não cumpriram a meta fiscal em 2014. Por isso a importância de fazermos um relatório baseado na legalidade, na Constituição, e não apenas na presidente atual, mas na condição de gestão dos governos”, declarou o senador.
O parecer de Gurgacz deverá ser votado pela CMO até o dia 6 de março do ano que vem.
Deputados e senadores têm até 13 de fevereiro para a apresentação de emendas ao relatório e ao Projeto de Decreto Legislativo, que recomenda ao Congresso a aprovação das contas da presidenta em 2014.
Confira abaixo um passo a passo para entender por quê o pedido de impeachment não tem lógica:
impeachment

Destaque PDE

 

Introdução

Sobe para 21 número de escolas ocupadas em Goiás

Estudantes ocupam 21 escolas, em quatro cidades de Goiás, contra a implantação das OSs (Organizações Sociais) na rede pública de ensino do estado. O último colégio ocupado foi o Instituto de Campinas Presidente Castello Branco, localizado em Campinas, bairro de Goiânia, na manhã desta quinta-feira (17).
Os estudantes estão informando o número de instituições ocupadas em páginas no Facebook. Nelas, eles pedem doações de alimentos e materiais de limpeza e higiene, além de apoio para as ocupações.
Segundo os alunos, há 12 ocupações em Goiânia, duas em Aparecida de Goiânia, seis em Anápolis e uma na Cidade de Goiás.
A Seduce (Secretaria de Educação, Cultura e Esporte) não confirmou o número de ocupações. Segundo a pasta, “somente organizadores dos movimentos podem passar números oficiais”.
Na quarta-feira (16), a Seduce determinou a anulação do Aviso de Chamamento Público referente à seleção das OSs para administração de escolas públicas, em Anápolis. Conforme divulgado, a anulação aconteceu porque o documento estava sem assinatura das autoridades competentes. Não há previsão para o novo Chamamento Público.
Os atos começaram na última quarta-feira (9), com a ocupação do Colégio Estadual Professor José Carlos de Almeida. O projeto de implantação das OSs é visto pelos estudantes como a precarização da carreira dos professores e fim da gratuidade do ensino público. Manifestantes classificam como uma terceirização e pretendem ficar nos locais até que o governo recue.
A Seduce, por sua vez, ressalta que a escola “permanecerá pública e gratuita” e que o novo modelo “não vai alterar os direitos dos professores e servidores”. Além disso, a secretaria informa que a parceria com as OSs não se trata de uma privatização ou terceirização do ensino público, “mas uma parceria que busca agilidade e uma educação pública de qualidade”.
(do Uol)

Justiça suspende reorganização e Alckmin sofre nova derrota

Nesta quarta (16) a Justiça paulista atendeu pedido de liminar da Defensoria Pública e do Ministério Público de São Paulo e suspendeu o projeto de reorganização escolar, proposto pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB).
De acordo com a decisão, a rede estadual de ensino permanecerá como está e os alunos continuarão em suas escolas de origem, que deverão aceitar novas matrículas.
O comando das escolas em luta divulgou nas redes sociais nesta quinta (17) que vai realizar uma desocupação coletiva que se iniciará as 12 horas de sexta (18) até as 12 horas da segunda (21).
A nota do comando diz que “que as ocupações já cumpriram sua função e que é hora de mudar de tática”. Ainda de acordo com o texto, “acreditamos que a melhor forma de mostrar a nossa força é fazendo uma desocupação em conjunto”.
O movimento também se mantém mobilizado para uma nova manifestação na próxima segunda (21), com concentração no vão livre do Museu de Artes de São Paulo (Masp).

Reorganização

Sem prévio debate com a comunidade escolar, professores, estudantes e pais, o governador Geraldo Alckmin anunciou a implantação do projeto de reorganização escolar no final de outubro.
Estava previsto o fechamento de 92 escolas, com as demais sendo organizadas por ciclos únicos. Em protesto à falta de debate em torno do projeto, estudantes começaram, em novembro, a ocupar as escolas estaduais por todo o estado.
Com o aumento das ocupações a Polícia Militar protagonizou ações de repressão contra os estudantes, tanto nas escolas, quanto em manifestações públicas.
No período pesquisas apontaram queda na avaliação do governo Alckmin, que no início de dezembro decidiu adiar a reorganização. Sem garantias, os estudantes mantiveram algumas das ocupações.
(do Portal Vermelho)

Impeachment: STF anula "comissão de Cunha"; saiba os próximos passos

A Câmara dos Deputados terá de refazer a votação que elegeu uma chapa alternativa para a comissão especial do impeachment. A maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal entendeu que a candidatura da chapa não é legítima e defendeu que a indicação dos membros da comissão seja feita pelos líderes dos partidos ou blocos. Também decidiu que a nova votação terá de ser aberta.
“A candidatura avulsa é constitucionalmente inaceitável”, disse o ministro Luís Roberto Barroso, que abriu a divergência ao votar contra o relatório do ministro Luiz Edson Fachin. “Essa disputa com candidaturas alternativas deve ser intrapartidária, e não levada ao Plenário”, continuou Barroso.
A decisão favorece a presidenta Dilma Rousseff, uma vez que a chapa vencedora na eleição do dia 8 de dezembro é composta por 39 deputados de partidos da oposição ou dissidentes da base aliada, sendo, portanto, uma chapa abertamente pró-impeachment.
Esse grupo integraria a comissão de 65 membros que terá a missão de definir se abre ou arquiva a investigação contra a presidenta Dilma Rousseff. A votação que elegeu a chapa, conduzida pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), foi realizada sob intenso tumulto, com urnas quebradas e microfones cortados.
Votaram contra a chapa da oposição os ministros Barroso, Teori Zavascki, Rosa Weber, Luiz Fux, Cármen Lúcia, Marco Aurélio Mello e Ricardo Lewandowski. Já o voto do relator, que mantinha a eleição da chapa alternativa, foi seguido pelos ministros Dias Toffoli, Gilmar Mendes e Celso de Mello.
Outro ponto derrubado pelos ministros foi a eleição da chapa por meio de voto secreto. Em sua fala, Barroso fez críticas ao deputado Eduardo Cunha. “O voto secreto foi instituído por deliberação unipessoal do presidente da Câmara, no meio do jogo. Sem autorização constitucional, sem autorização legal, sem autorização regimental ele disse: ‘vai ser secreto’. A vida na democracia não funciona assim”, afirmou.
Nesse ponto, a votação foi apertada no Supremo, com placar de 6 contra 5: além de Barroso, se manifestaram contra o voto secreto os ministros Rosa Weber, Fux, Cármen Lúcia, Marco Aurélio e Lewandowski; já os ministros Zavascki, Toffoli, Gilmar Mendes e Celso de Mello acompanharam o relator Fachin, que entendeu que o voto secreto era legítimo.
A decisão obriga a Câmara a refazer eleição dos integrantes da comissão especial, e o voto deverá ser aberto. Após o julgamento, Cunha afirmou que a decisão do Supremo pode travar o processo de impeachment e disse que a Câmara deverá recorrer.
Senado
Contrariando novamente o voto do relator Fachin, a maioria dos ministros entendeu que o Senado tem o poder de rejeitar a instauração do processo de impeachment após a autorização da Câmara, o que ocorre quando 324 dos 413 deputados votam a favor do afastamento.
“Entendo que a Câmara apenas autoriza a instauração do processo e que cabe ao Senado processar e julgar, o que significa, consequentemente, que o Senado faz um juízo final de instauração ou não do processo”, continuou Barroso. Seguindo essa regra, o afastamento temporário da presidente, por até 180 dias, ocorre após a análise do Senado. Na última votação da noite, os ministros entenderam que o quórum para abrir o processo na Casa é de maioria simples.
Na leitura de seu voto, o ministro Barroso lembrou o que foi definido pelo Supremo em 1992, no processo contra o ex-presidente Fernando Collor de Mello. “Pauto meu voto pela jurisprudência que o Supremo já definiu em matéria de impeachment, em 1992. A premissa do meu voto é mudar o mínimo das regras que já foram adotadas”, disse.
O ministro Luiz Fux acompanhou a divergência. “Entendo que seria uma gravíssima violação à segurança jurídica se tratássemos esse caso de forma diferente”, afirmou.
Além de Fux e Barroso, votaram pela autonomia do Senado os ministros Zavascki, Rosa Weber, Cármen Lúcia, Marco Aurélio, Celso de Mello e Lewandoski. Fachin, Mendes e Toffoli foram derrotados.

(da Carta Capital)

Sinpro premia vencedores do VI Concurso de Redação e Desenho

A Diretoria Colegiada do Sinpro premiou os estudantes vencedores do VI Concurso de Redação e Desenho, que este ano teve como tema “Discriminação produz violência”. A premiação ocorreu na tarde dessa quinta-feira (17), na sede do Sinpro. Mais de 3 mil redações e desenhos foram entregues por estudantes da rede pública de ensino do Distrito Federal. Após a classificação dos avaliadores os trabalhos ainda passaram por uma pesquisa de autenticidade. A cerimônia de premiação foi cercada de grande emoção por parte dos(as) professores(as), estudantes(as) e convidados(as).
Na abertura da cerimônia o coordenador da Secretaria de Imprensa do Sinpro, Cláudio Antunes agradeceu a presença de todos e salientou sobre a importância do concurso. “Já discutimos vários temas nos concursos que realizamos, justamente por saber que essa discussão tem grande importância no processo de melhoria da nossa sociedade. É essencial debater temas relevantes desde a pré-escola para provocar a mudança que a nossa sociedade precisa”.
O Concurso de Redação faz parte da Campanha contra a Violência nas Escolas, desenvolvido pelo Sindicato desde 2008 e tem como objetivo levar os alunos da rede pública do Distrito Federal a refletir sobre as causas, consequências e soluções para a violência no ambiente escolar, problema que afeta a sociedade como um todo e também para a democratização da mídia.
 
Confira abaixo o resultado final com os nomes dos vencedores:
 
Categoria 1 – 4 e 5 anos da Educação Infantil;
1º Lugar
Aluno(a): Thaila Rodrigues da Rocha
Escola: CEI 01 da Estrutural – Guará
Turma/Série: 2º Período “I”
Professor(a): Ângela Cristina Lopes da Silva
 
2º Lugar
Aluno(a): Felipe Oliveira Cunha
Escola: EC 11 de Planaltina
Turma/Série: 2º Período
Professor(a): Aline Eça Machado
 
3º Lugar
Aluno(a): Isabel Lima de Castro
Escola: EC 11 de Planaltina
Turma/Série: 2º Período
Professor(a): Maria Goret Barboza
 
Categoria 2 – 1º, 2º e 3º anos do Ensino Fundamental;
1º Lugar
Aluno(a): Lívia Chimango Rodrigues
Escola: EC 13 de Taguatinga
Turma/Série: 3º ano
Professor(a): Nádia Maria Rodrigues
 
2º Lugar
Aluno(a): Dienyffer Yngrid Marques Macedo
Escola: EC 13 de Taguatinga
Turma/Série: 3º ano
Professor(a): Nádia Maria Rodrigues
 
3º Lugar
Aluno(a): Magno Silva Costa
Escola: EC 203 de Santa Maria
Turma/Série: 2° ano “D”
Professor(a): Maria Alves do Nascimento
 
Categoria 3 – EJA – 1º e 2º Semestres
1º Lugar
Aluno(a): Deoclecio Francisco de Souza
Escola: FUNAP / NUEN CIR
Turma/Série: 1ª ETAPA
Professor(a): Márcia Daniela Nunes Fernandes
 
2º Lugar
Aluno(a): Adailton Alves dos Santos
Escola: FUNAP / NUEN CIR
Turma/Série: 2 ª ETAPA
Professor(a): Márcia Daniela Nunes Fernandes
 
3º Lugar
Aluno(a): Samara Barbosa Araújo
Escola: FUNAP / PFDF
Turma/Série: 1ª Série
Professor(a): Jany Gonçalves Nery Rodrigues
 
Categoria 4 – Centros de Ensino Especial / Classes Especiais nas escolas regulares;
1º Lugar
Aluno(a): Jenifer Pereira Europeu
Escola: CEE 01 de Brazlândia
Turma/Série: Oficina DI
Professor(a): Neziane Ricardo da Silva
 
2º Lugar
Aluno(a): Elias Alves de Souza
Escola: CEE 01 de Brazlândia
Turma/Série: Oficina Deficiência Inte
Professor(a): Neziane Ricardo da Silva
 
3º Lugar
Aluno(a): Karina Alves Nunes Galeno
Escola: CEE 01 de Brazlândia
Turma/Série: Oficina Deficiência Inte
Professor(a): Neziane Ricardo da Silva
 
Categoria 5 – do 4º e 5º anos do Ensino Fundamental /EJA-1º segmento;
1º Lugar
Aluno(a): Joelma da Silva Santos
Escola: CAIC Assis Chateaubriand de Planaltina
Turma/Série: 5° “A”
Professor(a): Ana Maria Gomes dos Santos
 
2º Lugar
Aluno(a): Décio Delfino dos Santos
Escola: FUNAP/ PFDF / ATP
Turma/Série: 4ª ETAPA
Professor(a): Luciemire Antonia Marques
 
3º Lugar
Aluno(a): Zayoo Wendel Mesquita Campos
Escola: CAIC Assis Chateaubriand de Planaltina
Turma/Série: 5° “A”
Professor(a): Ana Maria Gomes dos Santos
 
Categoria 6 – do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental /EJA-2º segmento;
1º Lugar
Aluno(a): Valmir Frenando da Silva
Escola: FUNAP / NUEN – CIR
Turma/Série: 5ª Série
Professor(a): Roseli
 
2º Lugar
Aluno(a): Giovanna Brandão Silva Lima
Escola: CEF 02 de Brazlândia
Turma/Série: 9º
Professor(a): Laércio Ferreira dos Santos
 
3º Lugar
Aluno(a): Kelly Areda Pinto
Escola: CEF 02 de Brazlândia
Turma/Série: 9º “A”
Professor(a): Laércio Ferreira dos Santos
 
Categoria 7 – Ensino Médio/EJA-3º segmento.
1º Lugar
Aluno(a): Roberta Gianechini Cardozo Rodrigues
Escola: CED 02 do Cruzeiro
Turma/Série: 1° ano
Professor(a): Daniane Vieira
 
2º Lugar
Aluno(a): André Rodrigo do Nascimento Ramiro
Escola: FUNAP / NUEN – CIR
Turma/Série:
Professor(a): Roseli
 
3º Lugar
Aluno(a): Giovana Martins dos Santos
Escola: CED 02 do Cruzeiro
Turma/Série: 1° ano “B”
Professor(a): Daniane Vieira

Milhares vão às ruas contra o impeachment de Dilma

Milhares de pessoas foram às ruas de 23 estados nesta quarta-feira 16 em manifestações contra o processo deimpeachment da presidenta Dilma Rousseff. Os atos, realizados três dias apósmanifestações a favor da remoção da petista – que minguaram em comparação com os protestos anteriores contra o governo – foram organizados por movimentos sociais e partidos políticos de esquerda.
De acordo com o Datafolha, 55 mil pessoas participaram dos atos desta quarta-feira 16 em São Paulo. No domingo 13, nos atos contra Dilma, foram 40 mil pessoas de acordo com o mesmo instituto.
Além dos protestos contra o impeachment de Dilma, visto como fruto de um processo ilegítimo, os manifestantes desta quarta se uniram em torno do “fora Cunha”, bandeira que pede o afastamento do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e das críticas ao ajuste fiscal colocado em prática pelo governo Dilma Rousseff. No início da noite, a Procuradoria-Geral da República pediu o afastamento de Cunha do cargo de deputado federal e, por consequência, da presidência da Câmara.
As duas últimas causas foram as que permitiram a união de movimentos mais próximos ao governo, como a UNE, o MST e a CUT, a grupos críticos do Planalto, como o MTST e o Psol. Militantes e políticos de siglas como o PT e o PCdoB também integraram as manifestações.
“É um ato cívico, um ato em defesa da democracia, em defesa da cidadania e da liberdade, pelo fora Cunha e pela mudança da política econômica”, disse à Agência Brasil Vagner Freitas, presidente nacional da CUT, em São Paulo
“O Brasil precisa de tranquilidade para construir um projeto de desenvolvimento. Nossa agenda não é do impeachment e da Lava Jato. É da mudança da política econômica e da construção de um projeto de desenvolvimento”, acrescentou. Na capital paulista, os manifestantes se concentraram no vão livre do Masp, fecharam os dois sentidos da avenida Paulista, e caminharam até a Praça da República, no centro da cidade.
No Rio de Janeiro, um palco foi montado em frente à Cinelândia, no centro da cidade, onde se concentraram os manifestantes. Para a integrante da União dos Negros pela igualdade, Sônia Nascimento, um possível impeachment de Dilma seria uma ruptura no regime democrático. “A gente acha que é um golpe porque não tem provado nada contra a nossa presidenta. Ela não foi julgada, não tem nada que desabone a conduta dela enquanto presidenta do país, por isso a gente vê a iminência de um golpe”, afirmou à Agência Brasil.
Para Nascimento, o País precisa melhorar em vários setores, como saúde e educação. “Mas não é por isso que a gente vai querer um golpe, a gente vai lutar pela democracia, para que o País melhore cada vez mais. A gente ficando passível pelo golpe, o País retrocede”, acrescentou.
O ator Osmar Prado disse que está participando da manifestação como cidadão, representando a classe artística engajada na luta democrática. “Nós estamos hoje aqui pelo Estado Democrático de Direito, para garantir a governabilidade do governo legitimamente  eleito de Dilma Rousseff, para que não haja casuísmos, golpes ou tentativas antidemocráticas de tomada de poder”.
Prado afirmou ainda que todos os governos fizeram manobras fiscais como as que Dilma está sendo acusada. “Deixem Dilma governar e derrotem-na se o quiserem, democraticamente, em 2018, se o povo assim o permitir”
Também no Rio, houve um ato em frente ao escritório de Cunha, no centro do Rio. Durante o protesto, os manifestantes jogaram para o alto notas de dinheiro impressas com a imagem de Cunha e gritaram “empurra o Cunha que ele cai” e “não vai ter golpe”.
(da Carta Capital)

Orientadora Ione Patrícia

 
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Nome: Ione Patrícia Ferreira
Escola: CEI 210 de Santa Maria
Tempo de carreira: 7 anos
Ione Ferreira, que atua no CEI 210 de Santa Maria, alega que um dos grandes desafios da profissão é que muitas vezes a escola precisa fazer o papel da família. “São muitos os problemas de violência na sociedade e aqui na comunidade. Muitas crianças não são orientadas pelos seus pais e sobra pra gente resolver estes problemas. Então chamamos as famílias e realizamos um trabalho coletivo, mas não é fácil”, aponta.
Para a orientadora educacional, uma de suas grandes satisfações e quando todo este trabalho dá resultado. “Quando vejo que as coisas estão fluindo, que toda a equipe da escola atua com o mesmo objetivo, quando a família nos escuta e valoriza nossa profissão, é muito gratificante. A sementinha sendo plantada e já nascendo, o resultado é maravilhoso”, diz.
Com 7 anos na carreira, ela já observa uma mudança desde quando entrou. “Nós não tínhamos uma identidade construída. Nós tínhamos a teoria acadêmica e nos faltava a prática. No dia a dia, com nossa capacitação, com a equipe de orientadores se reunindo sempre, buscamos aprimorar nossa prática e aprendemos muito”, relata.
A respeito do futuro, Ione é otimista pois pensa em “agir localmente e pensar globalmente. Sou otimista e temos que sempre fazer o melhor onde estamos e trabalhamos”.

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