Comprovante de rendimentos para declarar IRRF já está disponível
Jornalista: sindicato
A Secretaria de Educação do DF informou que desde a tarde desta segunda-feira (2) já estão disponíveis no site do GDF o comprovante de rendimentos, para que cada servidor(a) possa fazer a declaração de imposto de renda.
Os(as) professores(as) que realizaram em 2012 os cursos do PNEM (Pacto Nacional do Ensino Médio) devem fazer suas declarações apenas quanto obtiverem os comprovantes com o recebimento das bolsas que fizeram jus. O Sinpro está cobrando da própria Secretaria de Educação os links para que a categoria possa acessar estes dados.
Facebook já permite que usuário escolha 17 identidades de gênero
Jornalista: sindicato
A partir desta segunda-feira (2), os usuários brasileiros da rede social Facebook terão a opção de escolher outras identificações de gênero, além de apenas “masculino” e “feminino”. Entre o total de 17 itens, há termos como “travesti”, “homem transexual”, “mulher transexual” e “neutro”. Aqueles que não se identificarem com nenhuma das sugestões oferecidas também poderão escrever a sua própria identificação em uma caixa de texto.
No Facebook norte-americano, a mudança já foi implementada em abril do ano passado, com mais de 50 opções de gênero. No Brasil, a lista foi definida com o apoio de ativistas LGBT locais, de acordo com a realidade do país; no entanto, ela ainda poderá ser ampliada.
Um dos ativistas que prestaram consultoria neste caso foi o deputado federal Jean Wyllys (Psol-RJ). Em sua página oficial no Facebook, ele saudou a iniciativa e aproveitou para criticar a postura tomada por alguns parlamentares diante do tema. “Enquanto o Congresso Nacional – e a Câmara Federal, em especial – fica parado em relação à promoção da cidadania LGBT, enquanto não aprova projeto nenhum, principalmente em relação às transexuais e os transexuais, a gente avança no plano da cultura, no plano da comunicação”, afirmou. Veja abaixo a lista completa disponibilizada pelo Facebook:
• Feminino
• Masculino
• Trans homem
• Trans mulher
• Travesti
• Transgênero
• Homem transexual
• Pessoa trans
• Mulher transexual
• Pessoa transexual
• Mulher (trans)
• Homem (trans)
• Neutro
• Sem gênero
• Cross gender
• Mtf (homem que está em transição para o gênero feminino)
• Ftm (mulher que está em transição para o gênero masculino)
(Da Revista Forum)
Centrais sindicais fazem ato pela revogação de MPs que alteram benefícios
Jornalista: sindicato
As centrais sindicais realizam ato em todo o país para pedir a revogação das Medidas Provisórias 664 e 665, que alteram a concessão de benefícios previdenciários e trabalhistas. Os atos acontecem em frente à Superintendências Regionais do Trabalho nos estados.
O ato é parte do calendário unitário das centrais em defesa dos direitos trabalhistas. “O objetivo desse ato é reafirmar a luta dos centrais para impedir um retrocesso aos direitos sociais e trabalhistas. E nas próximas semanas vamos ocupar Brasília para ampliar o debate com os parlamentares e revogar as MPs”, enfatizou o presidente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), Adílson Araújo, que participou do ato em São Paulo. As novas normas de concessão do auxílio-doença e da pensão por morte estão valendo desde 1º de março.
A mobilização em São Paulo contou com a participação de mais de mil pessoas, ocupando duas das três faixas da rua Martins Fontes, na região central da capital. Empunhando bandeiras e faixas, os trabalhadores repudiam as novas regras para acesso a benefícios previdenciários como abono salarial, seguro-desemprego e auxílio-doença. Isso porque, no caso do abono salarial e do seguro-desemprego, as medidas provisórias estendem a carência para que os trabalhadores tenham direito ao benefício. No caso de auxílio-doença, o prazo estabelecido para que as empresas assumam o pagamento do salário (antes do INSS), passa de 15 para 30 dias.
Adilson ressaltou que entre 16 e 18 de março, as centrais vão reforçar o diálogo com parlamentares da Câmara e do Senado para tentar derrubar as MPs na votação do Congresso. Os sindicalistas esperam que, passado o prazo de validade, as medidas percam o efeito.
O secretário-geral da CUT, Sérgio Nobre, classificou as mudanças como “injustas e recessivas”. Ele disse que os segmentos de trabalhadores que apresentam alta rotatividade, como o comércio e a construção civil, são os mais prejudicados, pois muitos trabalhadores não conseguem atingir o prazo de 18 meses de permanência no emprego, prazo mínimo exigido para acesso ao seguro-desemprego.
“O dinheiro obtido com o seguro-desemprego e o abono salarial vai para a compra da comida, do arroz, do feijão e não para a compra de ações ou títulos do mercado financeiro”, salientou o sindicalista. Ele reafirmou a proposta das centrais de taxação das grandes fortunas, como solução para garantir o equilíbrio das contas públicas. “Enquanto quem compra carro popular paga o IPVA, os que compram lancha ou helicóptero ficam isentos do tributo”, advertiu. Outros estados
Em Pernambuco, centenas de trabalhadores participaram do ato em Recife. A concentração foi na Praça do Derby, de onde os manifestantes saíram em passeata até a avenida Agamenon Magalhães e ocuparam a Superintendência Regional do Trabalho, no bairro do Espinheiro.
Gustavo Walfrido, presidente da União Geral dos Trabalhadores (UGT), afirmou: “Há 15 dias entregamos um documento ao superintendente e agora vamos reiterar nossa reivindicação e pedir satisfações, já que ele ainda não nos deu resposta”, disse.
Em Minas Gerais, sindicalistas de diversas categorias se reuniram em frente à Superintendência Regional do Trabalho e Emprego no Centro de Belo Horizonte.
Centenas de trabalhadores também tomaram o centro de Aracaju, em Sergipe. “Essa manifestação tem o objetivo de alertar a população sobre a situação do país. As pessoas podem se mobilizar através da internet para sensibilizarmos os políticos a revogarem essas medidas que prejudicam todos os trabalhadores”, afirma Higor Trindade, da Força Sindical de Sergipe.
(Do Portal Vermelho)
Senado define primeiros pontos da reforma política a serem votados
Jornalista: sindicato
O presidente do Senado, Renan Calheiros, convocou para esta terça-feira (3), às 15h, uma reunião das lideranças dos partidos da Casa para definir a pauta da sessão deliberativa do dia, na qual devem entrar ao menos três pontos das propostas de reforma política.
O primeiro ponto é a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 40/2011, de autoria do ex-senador José Sarney, que aguarda votação em primeiro turno. O projeto restringe as coligações partidárias, tornando-as válidas somente para eleições majoritárias (presidente, governador, senador e prefeito) e sendo proibidas para as disputas eleitorais de deputados federais e estaduais e vereadores.
A segunda PEC que deve entrar em pauta é a 73/2011, também de autoria de um ex-senador, Wilson Santiago. Ela determina a desincompatibilização do cargo de presidente, governador e prefeito dos ocupantes que disputam a reeleição. Pela regra atual, o governante não precisa se licenciar no período eleitoral para concorrer ao mesmo cargo.
Outro ponto que irá constar nas primeiras votações da reforma política se refere à criação de novos partidos políticos. A PEC 58/2013, do senador Valdir Raupp (PMDB-RO), aumenta o percentual de apoio de eleitores para a fundação de novas agremiações. Atualmente, são exigidas assinaturas correspondentes a 0,5% dos votos válidos na última eleição para a Câmara dos Deputados, aproximadamente 500 mil assinaturas em números de hoje. Pela proposta, a exigência subiria para 1% do eleitorado nacional, o que equivaleria a 1,3 milhão de votantes.
O senador Walter Pinheiro (PT-BA) defendeu a instituição de novas regras para criação de partidos. “Na medida em que nosso modelo permite a criação de partido exclusivamente para um processo de trocas e barganhas no período eleitoral, não há nenhuma contribuição para o processo político. Portanto, o primeiro passo para uma boa reforma política é estabelecermos regra”, afirmou, de acordo com a Agência Senado.
(Da Revista Forum)
Assassinato de mulher por causa de gênero pode ter pena maior
Jornalista: sindicato
O feminicídio pode estar com os dias contados. O Projeto de Lei nº 8.305/14, que modifica o Código Penal (Decreto-Lei nº 2.848/40) para incluir entre os tipos de homicídio qualificado o feminicídio, definido como assassinato de mulher por razões de gênero, está na pauta da semana no Congresso Nacional.
A ideia é que o PL seja votado até terça ou quarta-feira desta semana para que no Dia Internacional da Mulher, 8 de março, o Brasil esteja entre os países que têm a tipificação desse crime em lei. A urgência para votação da proposta foi aprovada na terça-feira (24).
Nesta terça-feira (3/3), o Congresso Nacional vai instalar a Comissão Permanente Mista de Combate à Violência contra a Mulher. Proposta pela CPMI da Violência contra a Mulher, que até 2012 investigou as agressões diretamente relacionadas ao gênero feminino, a comissão será formada por dez senadores e 27 deputados.
A CPMI da Violência contra a Mulher apresentou um relatório de mil páginas com um diagnóstico da situação dos estados. As ações fazem parte das comemorações do Dia Internacional da Mulher, em 8 de março. Confira aqui matéria veiculada nesta segunda-feira (2/3), no Jornal da Câmara, página 3.
Comissão de Direitos Humanos: entidades se mobilizam contra retrocesso
Jornalista: sindicato
Cerca de 80 entidades e figuras públicas assinaram uma nota para que a Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados não seja usada como moeda de troca.
O temor é que a comissão seja presidida por algum deputado que não tenha histórico comprometimento com as lutas de grupos minoritários, o reconhecimento da diversidade, a tolerância, a laicidade e o diálogo com a sociedade civil.
A nota pública foi entregue a todos os deputados. A reunião que iria definir as presidências das 21 comissões temáticas da Câmara estava marcada para a última quinta-feira (26), mas foi adiada para a próxima semana.
“Desde sua criação, em 1995, a CDHM tem sido o espaço por excelência dentro da Câmara dos Deputados para a garantia dos direitos fundamentais, de segmentos vulnerabilizados e das minorias, seja por meio da intensa escuta desses grupos, seja pela resistência contra matérias legislativas destinadas à supressão de seus direitos e da proposição de novos direitos a serem reconhecidos”, diz o documento.
Com a iniciativa, as entidades tentam evitar o cenário de 2013, quando o pastor evangélico Marco Feliciano assumiu a presidência da comissão. A eleição de Feliciano provocou uma série de protestos pelo país, e ativistas denunciavam o retrocesso em relação à participação popular.
Feliciano levou adiante a discussão de propostas notadamente discriminatórias – como é o caso do Projeto de Decreto Legislativo 234/2013, de autoria do deputado João Campos (PSDB-GO), que autoriza a oferta de tratamentos psicológicos para a homossexualidade (conhecido popularmente como “projeto de cura gay”).
No ano seguinte, em 2014, a disputa pela CDHM foi marcada pela candidatura independente do deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ), conhecido por seu discurso avesso aos direitos humanos. Bolsonaro perdeu a presidência por apenas dois votos de diferença para Assis do Couto (PT-PR).
“Não podemos deixar que a Comissão seja usada, mais uma vez, como barganha para atender interesses partidários e privados”, afirma Juana Kweitel, diretora da Conectas. “Esse é um espaço privilegiado para a discussão sobre direitos no Legislativo. A escolha da presidência precisa ser coerente com essa responsabilidade.”
Leia aqui a íntegra da nota pública.
(Da Revista Forum)
O Sinpro cobrou da Secretaria de Educação do Distrito Federal os dados da declaração anual do Imposto de Renda. A publicação da declaração deveria ter sido feita até esta sexta-feira (27), mas a SEE atrasou o procedimento. A pasta informou que a Receita Federal alterou algumas regras e por isto a secretaria teve que alterar o sistema para fazer algumas adaptações. Desta forma não teve tempo hábil para liberar a nova versão.
Os professores e professoras devem aguardar até a próxima terça-feira (03) para utilizarem a declaração já atualizada pelo empregador, já que caso utilizem a anterior poderão preencher o formulário da Receita com discrepâncias.
Feministas defendem regulamentação da mídia em encontro com ministro
Jornalista: sindicato
A Rede Mulher e Mídia esteve hoje (26) em reunião com o ministro das Comunicações, Ricardo Berzoíni, defendendo um marco regulatório para o setor de comunicação brasileiro. Segundo a militante Bia Barbosa, que esteve no encontro, a conversa foi positiva, pois o ministro mostrou disposição de abrir um debate público com a sociedade sobre o assunto.
O movimento defende que, na atual conjuntora, o espaço público das rádios e das televisões tem sido usado fundamentalmente para atender a interesses privados, “muitas vezes estritamente comerciais”, segundo carta entregue ao ministro pelas ativistas. Elas ressaltam que os meios rádio e TV são concessões públicas e portanto devem servir ao interesse da sociedade.
“Temos questionado a invisibilidade seletiva, sobretudo das negras, indígenas, lésbicas e mulheres transexuais, mas também de nossas reivindicações sociais e políticas e de nossa pluralidade”, disse a carta.
O documento diz que o efeito mais danoso da falta de uma regulamentação da mídia tem sido reforçar os estereótipos e preconceitos e uma das demandas é que isso seja impedido por novas regras. “A luta das mulheres também é uma luta por um marco regulatório dessas comunicações para garantir que a mídia respeite a imagem da mulher na mídia, para garantir que as mulheres possam ter espaço para exercer o direito à comunicação na esfera pública midiática”, disse Bia, que representa o movimento Intervozes dentro da Rede Mulheres e Mídia.
A militante explicou que, em alguns países, a regulamentação da mídia pode significar censura, porém, se o debate for bem articulado, isso não vai acontecer no Brasil. “Esse debate, se for feito de forma democrática, não há risco para a gente conseguir avançar na construção de um novo marco que vá de forma alguma cercear a liberdade de imprensa e de expressão”, disse Bia, acrescentando que as normas irão fortalecer o exercício da liberdade de expressão da população. “Hoje quem exerce essa liberdade de expressão são os donos dos grandes grupos de comunicação”.
(Da Agência Brasil)
Tipificação do crime de feminicídio pode ser votada semana que vem
Jornalista: sindicato
Deve ser votado na próxima semana o Projeto de Lei 8305/14, que modifica o Código Penal (Decreto-Lei 2.848/40) para incluir entre os tipos de homicídio qualificado o feminicídio, definido como o assassinato de mulher por razões de gênero. Esse crime também passará a ser crime hediondo, o que eleva a pena para o culpado.
A informação foi dada na última quinta-feira (26) pela ministra-chefe da Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República, Eleonora Menicucci, após reunião com o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha e deputadas da Secretaria da Mulherda Câmara.
“Ele colocará na semana que vem, terça-feira ou quarta em votação, para que no dia 8 de março, Dia Internacional das Mulheres, o Brasil passe a integrar os países que tem a tipificação do crime contra as mulheres em lei”, afirmou a ministra. A urgência para votação da proposta foi aprovada na terça-feira (24). O presidente confirmou que as propostas entrarão na pauta do Plenário.
Segundo a proposta, há razões de gênero quando o crime envolve violência doméstica e familiar, ou menosprezo e discriminação contra a condição de mulher. A pena prevista para homicídio qualificado é de reclusão de 12 a 30 anos.
A tipificação especial para o delito foi proposta no relatório final da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) da Violência contra a Mulher, que tem mais de mil páginas e foi concluído em junho de 2013.
Nações Unidas
No encontro, Cunha anunciou que a Casa vai enviar delegação oficial à 59ª Sessão da Comissão sobre a Situação da Mulher (CSW59), prevista para acontecer na sede da ONU em Nova York, entre os dias 9 e 20 de março.
Outras propostas
A ministra também veio defender a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 590/06, da deputada Luiza Erundina (PSB-SP), que obriga a Mesa Diretora da Câmara e do Senado a ter em sua composição ao menos uma mulher. Cunha já tinha se comprometido com a bancada feminina a colocar o texto em votação na Semana da Mulher, comemorada em março.
A última proposta defendida por Menicucci foi a que cria o Fundo Nacional de Enfrentamento à Violência contra a Mulher (PL 7371/14). De acordo com a ministra, todas as propostas serão votadas pelo Plenário em março.
Aborto
A ministra evitou falar sobre as propostas para ampliar as possibilidades de aborto legal no país. O presidente da Câmara afirmou em entrevista que não colocaria em pauta nenhum projeto com esse teor em sua gestão.
“A pauta das mulheres hoje no Congresso Nacional é a da violência, da paridade e da reforma política”, resumiu Menicucci. Ela lembrou que há o movimento social pelos direitos das mulheres forte, assim como a atuação do ministério e da bancada feminina para defender pautas como a ampliação das possibilidades de aborto legal. “Não temo retrocesso nos temas que estou discutindo agora. Não vim a essa Casa para discutir o tema da interrupção da gravidez.”
Municipais de Valparaíso de Goiás expressam apoio à paralisação dos professores
Jornalista: sindicato
O Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Valparaíso de Goiás – SINDSEPEM/VAL manifesta total apoio à paralisação dos profissionais do magistério do Distrito Federal em face do atraso e do parcelamento de pagamento de verbas salariais, entre outras situações contrárias aos interesses da categoria. Direção do SINDSEPEM/VAL