Projeto "Música na escola" chega ao CEF 1 do Paranoá nesta sexta (28)
Jornalista: sindicato
O projeto “Música na escola” chega nesta sexta-feira (28) ao Centro de Ensino Fundamental (CEF) 1 do Paranoá. A partir das 16h, alunos e professores poderão assistir a concertos com a Orquestra de Senhoritas e o quinteto de metais Brasília Brass.
O objetivo do projeto é apresentar diferentes possibilidades de formação de orquestras de câmara e estimular o interesse de estudantes, professores e demais profissionais das escolas em conhecer “outros ritmos e repertórios”.
“O ‘Música na escola’ quer colocar jovens alunos em contato com conceitos musicais básicos, noções de instrumento e conjunto orquestral e compositores eruditos e populares que se destacaram no cenário musical brasileiro e mundial”, afirma a idealizadora do projeto, Jaqueline Dias.
O projeto influi também oficinas introdutórias sobre ritmos, para que o público possa conhecer um pouco da arte antes de assistir aos concertos. Segundo Jaqueline, “é um momento para que eles já fique atentos aos ritmos, aos instrumentos, um primeiro contato com o projeto e o universo musical”.
A musicista Alice Marques, integrante da Orquestra de Senhoritas, realiza outra oficina, direcionada aos professores, com o objetivo de debater a importância da música como conteúdo no currículo, o papel do professor, desafios e a música como “elemento de construção do ser humano”.
“A música tem papel fundamental no processo de ensino. Ela pode ser usada como um recurso no aprendizado de diversas disciplinas. O educador pode selecionar músicas que falem do conteúdo a ser trabalhado em sua área, isso vai tornar a aula dinâmica, atrativa, e vai ajudar a recordar as informações. A escola deve ampliar o conhecimento musical do aluno, dando oportunidade de convivência com os diferentes gêneros, apresentando novos estilos”, afirma Alice.
O Paranoá é a quinta região a receber o projeto, que esteve em Planaltina na semana passada. No próximo dia 5, a CEF 5, em Taguatinga, recebe o projeto.
(Do G1)
Resultado do Enem por escola estará disponível na segunda-feira (1)
Jornalista: sindicato
O resultado preliminar, por escola, do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2013 estará disponível na segunda-feira (1º). Os procedimentos foram determinados em portaria do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) publicada no Diário Oficial da União, nesta quinta-feira (27).
Os dados serão postos à disposição exclusivamente das escolas, em sistema específico, na página do Inep na internet. Em caso de discordância, os dirigentes das unidades de ensino podem entrar com recurso, no prazo de até dez dias após a data da divulgação preliminar. Os resultados finais serão divulgados após a análise dos recursos.
O Enem por escola é calculado para os estabelecimentos de ensino que tenham matriculados, no mínimo, dez concluintes do ensino médio regular seriado e 50% de alunos participantes do Enem. Consideram-se concluintes aqueles que cursam a terceira série do ensino médio, excluídos os do ensino não seriado, conforme os dados do Censo da Educação Básica de 2013.
(Do Portal Brasil)
Docente deve voltar a ser importante na sociedade, diz diretor da Unesco
Jornalista: sindicato
Uma das chaves para melhorar a educação na América Latina é retomar o valor social da carreira docente. É nisso que acredita o diretor da Secretaria de Educaçãopara a América Latina e Caribe da Unesco no Chile, Jorge Sequeira. Em entrevista ao UOL durante o Bett Latin America Leadership Summit, Sequeira disse que o papel do professor deve ser reconhecido com valorização social e salarial.
“Quando eu era criança, o docente tinha muito valor social, tinha muita importância na sociedade, na comunidade, assim como os diretores de escola. Hoje em dia, essa valorização social foi perdida. Temos que recuperá-la, mas isso implica em melhores condições de vida, melhores salários, valorização social, mais importância e reconhecimento [da profissão] na sociedade”, afirma.
Segundo o diretor da Unesco, alguns países da região fizeram importantes avanços em educação, entre eles Colômbia e Brasil, mesmo que o grupo latino-americano ainda apresente desempenho abaixo da média no Pisa (Programa Internacional de Avaliação de Alunos).
“É preciso seguir adiante, manter-se sempre crescendo, formar e dar apoio aos docentes, porque são eles que realmente mudam a qualidade da educação na sala de aula. Se existe ganho de aprendizagem, o fator fundamental para melhorar a qualidade da educação são os docentes”, afirma.
Foco nos anos inciais
Sequeira defende que os países da região concentrem seus investimentos na pré-escola e nos primeiros anos do ensino fundamental. “Os países devem desenvolver políticas públicas que apontem para os mais desfavorecidos, para fortalecer a educação pública, e não necessariamente começar [o investimento] nas universidades. É preciso investir onde está a raiz da desigualdade, que é a educação pré-primária e primária”, diz.
O diretor da Unesco também destaca países como Argentina, Uruguai, México, Chile, Costa Rica, que têm procurado diversificar os seus investimentos e feito reformas nos sus sistemas educativos. Para ele, há uma tendência regional de focar os investimentos nos iniciais de ensino.
Ainda sobre dinheiro, Sequeira diz que a solução para os problemas educacionais na América Latina não está necessariamente no aumento dos recursos para o setor. Ele defende que é preciso repensar e investir melhor em áreas estratégicas.
“Muitos países não podem necessariamente colocar mais recursos, mas podem colocar melhores recursos, ou seja, direcionar o investimento para onde mais se necessita. A porcentagem do PIB [para a educação] em países como México e Argentina é de cerca de 6%, é muito recurso. Então é preciso utilizar esses recursos onde mais se necessita, que é na educação básica, sem prejudicar a educação superior”.
Mas as mudanças, diz Sequeira, não dependem apenas da mobilização do governo. “É possível [investir melhor na educação], mas requer políticas públicas a longo prazo, com continuidade, com apoio e, sobretudo, com participação de todos –jornalistas, pais, crianças, professores, funcionários, parlamentares –, porque a educação é um assunto que compete a todos, não só ao Ministério da Educação e aos docentes”, diz.
(Do Uol)
CEF 12 Ceilândia ganha Prêmio Nacional de Educação em Direitos Humanos
Jornalista: sindicato
Ministro da Educação, Henrique Paim, e professora Gina Vieira
O Projeto Mulheres Inspiradoras, da professora Gina Vieira Ponte de Albuquerque, foi classificado em primeiro lugar na quarta edição do Prêmio Nacional de Educação em Direitos Humanos. A Revista Sinpro Mulher foi uma das fontes de inspiração e de pesquisa usadas pela professora para fundamentar o trabalho. A cerimônia de entrega do prêmio (R$ 15 mil e um troféu) ocorreu nesta segunda-feira (21), no Auditório Sede do Ministério da Educação, na Esplanada dos Ministérios.
A banda “11D3”, formada por alunos do CEF 12, foi um dos grupos artísticos que abriram o evento. O prêmio tem o objetivo de contribuir para a formação de uma cultura que defenda valores, atitudes e práticas sociais que respeitem os direitos dos cidadãos em todos os espaços da sociedade. O prêmio recebeu candidaturas de diversas instituições entre públicas e privadas de educação básica e superior, além de secretarias de educação e instituições do terceiro setor.
O secretário de Educação do Distrito Federal, Marcelo Aguiar, participou do evento e entregou o prêmio à professora Gina Albuquerque. Outro projeto vencedor do Distrito Federal foi o Kalinga, Ciganos na Minha Escola: Uma História Invisível, da Associação Internacional Maylê Sara Kalí (AMSK/Brasil), desenvolvido pela professora Lucimara Cavalcante. A intenção é fortalecer a diversidade étnica e cultural por meio de estratégias didáticas. A professora fez uma apresentação de dança cigana na abertura do evento.
No encerramento da cerimônia, Gina Albuquerque, representando os participantes, fez um discurso com o que lembrou da importância de políticas de combate à violência social, dos cursos de formação de docentes oferecidos pelo Ministério da Educação e do papel orientador das Diretrizes Nacionais para a Educação em Direitos Humanos, em vigor desde 2012, para as atividades educacionais.
Este ano, foram distribuídos R$ 100 mil aos vencedores, sendo R$ 15 mil para os primeiros colocados em cada categoria e R$ 5 mil para os segundos colocados. Além disso, o prêmio, que é bienal, incluiu uma menção honrosa para homenagear – diploma e troféu – experiências referentes a temáticas específicas: em 2010, EDH no âmbito da mídia; em 2012, educação no campo; e, neste ano, educação indígena. Mulheres Inspiradoras Executado no Centro de Ensino Fundamental 12 de Ceilândia, o projeto de Gina Albuquerque foi selecionado dentre cerca de 260 trabalhos inscritos, provenientes de todas as regiões do país e disputou o primeiro lugar na Categoria 2A com o Projeto A Cor do Brasil: uma Prática de Sucesso na Educação Prisional, criado pela professora Maria das Graças Reis Barreto e executado no Colégio Professor George Fragoso Modesto, em Salvador, Bahia.
Mulheres Inspiradoras foi elaborado para lidar com a representação da mulher na mídia e com uma alta incidência de comportamentos associados ao cyberbullying, a pornografia de revanche e a divulgação de imagens eróticas nas redes sociais (sexting). A professora afirma que ele contribui para o uso consciente das redes sociais, incentivo à leitura e à escrita e a sensibilização dos(as) estudantes na construção de uma cultura inspirada e baseada nos direitos humanos, em especial, na igualdade de gênero, trazendo respeito e admiração pelas mulheres.
“O projeto surgiu da necessidade de construir uma prática pedagógica que estabelecesse diálogo com as demandas dos(as) alunos(as). Há muito me sentia incomodada com o modelo educacional vigente, que está muito apartado da realidade da juventude, distanciado das tecnologias com as quais essa juventude se interage o tempo todo”, justifica a professora. Ela mapeou o uso das redes sociais pelos(as) estudantes e constatou que essa relação virtual entre alunos e alunas era um dos problemas da escola. Identificou práticas como sexting (divulgação de conteúdos eróticos e sensuais pelos celulares), cyberbullying (tipo de bullying praticado pela internet que busca humilhar e ridicularizar os alunos, pessoas desconhecidas e professores perante a sociedade virtual), pornografia de revanche (ato de expor na internet fotos e/ou vídeos íntimos de terceiros sem o consentimento deles, geralmente,com cenas de sexo explícito) e outros tipos de violência por meio dos conteúdos que eles e elas postavam e acessavam. Contestando e desconstruindo a mídia A professora construiu o projeto de forma que pudesse intervir nessa situação. O que mais chamou a atenção da professora foi, sobretudo, a forma como as meninas se portavam nas redes sociais e, após algumas pesquisas, incluindo aí a revista Sinpro Mulher , buscou se fundamentar teoricamente para entender esses processos. Percebeu que muito do comportamento das meninas estava eivado de dois aspectos essenciais: o primeiro é que elas estão em pleno exercício da sexualidade e, como característica dos tempos atuais, elas usam tecnologias para isso. O segundo são as referências femininas que chegam a elas por todo lado, principalmente, por intermédio da grande mídia, como, por exemplo, a televisão. “Sabemos que a televisão e a internet são decisivas para a formação de nossos(as) alunos(as). Naturalmente, as meninas e os meninos tendem a reproduzir esse comportamento. Eu sou parte do meu meio. Vi que o interessante seria contestar essas referências femininas colocadas na mídia, em que a mulher é reduzida a objeto sexual, trazendo outras referências femininas”.
Gina escolheu dez grandes mulheres da história do Brasil e do mundo, com feitos marcantes que entraram para a história da humanidade. Seus e suas alunos(as) estudaram essas personagens reais, leram seis obras de autoria feminina, dentre elas o Diário de Anne Frank, Eu Sou Malala, Quarto de Despejo – Diário de uma Favelada, este último de Carolina Maria de Jesus. Leram também três obras de Cristiane Sobral, que é uma escritora de Brasília, após isso escolheram uma mulher inspiradora do círculo do convívio, a entrevistaram para conhecer a história de vida dela e transformaram essa história em um texto autoral no qual contam a história dessa mulher e falam porque a consideram inspiradora. Por fim, no bojo das discussões sobre Maria da Penha, realizaram a campanha “Eu digo não a qualquer forma de violência contra a mulher”.
“As pessoas empunhavam o cartaz com esses dizeres e postavam nas redes sociais com a perspectiva de criar uma corrente do bem e mostrar para eles e elas que a tecnologia é algo superpositivo se a gente souber usá-la com responsabilidade. Tivemos também a preocupação de fazer um debate, com o qual o Sinpro-DF nos ajudou com isso porque mandou a diretora Vilmara Pereira, sobre a violência contra a mulher e a violência virtual, como a pornografia de revanche que é uma coisa que tem acontecido muito e causado muito sofrimento”, contou.
Ela explica que “os(as) estudantes participaram nessa perspectiva de uma educação que se preocupa com a formação para a cidadania. A gente sabe que é importante o acesso ao saberes acumulados pela humanidade, mas a educação que não é capaz de transformar o pensamento das pessoas não está cumprindo o seu papel. Então, por exemplo, no Brasil temos um dado preocupante: a cada uma hora e meia uma mulher é assassinada pelo simples fato de ser mulher. Não dá para uma escola, comprometida para a formação para a cidadania, fique indiferente com um dado como este. E nós entendemos que medidas, como o fortalecimento das leis em defesa das mulheres é importante, mas isso não basta. A gente precisa de uma ação conjunta da família, da escola, da sociedade e temos a preocupação de cumprir o nosso papel de contribuir para uma sociedade mais justa, porque numa sociedade em que as mulheres não são respeitas, todo mundo vive debaixo da ameaça”. Nova proposta pedagógica Gina Albuquerque diz que durante a execução do projeto percebeu que os estudantes estão insertos numa proposta pedagógica que não dialoga com a realidade deles. “A gente tem um desafio muito grande que é o de superar o modelo educacional posto há bastante tempo e está apartado da realidade dessa geração. A escola não tem feito muito sentido para eles. Não é à toa que muitos(as) resistem a estar na escola, abandonam, evadem. A gente precisa de uma escola que dialogue com eles e elas, com o tempo atual, com as novas gerações, com as novas tecnologias. A primeira coisa que percebi foi os meninos e as meninas mais envolvidos, mais motivados, entusiasmados com as propostas porque também foi um projeto que buscou privilegiar o protagonismo dos(as) alunos(as)”.
Ela afirma que a proposta do projeto foi justamente se afastar desse modelo educacional instrucionista em que o professor está no centro do processo pedagógico novo em que buscou se aproximar de um modelo educacional no qual o(a) aluno(a) é protagonista e ele(a) constrói os saberes interagindo, pesquisando, questionando, refletindo e não apenas sendo ouvinte daquilo que o professor diz.
A professora diz que começou a ter a percepção sobre as redes sociais há algum tempo e, este ano, recebeu uma proposta para trabalhar com um projeto interdisciplinar. Uma disciplina que todas as escolas têm em suas grades e que concede às escolas trabalhar com projetos. “Eu sempre acreditei mais na pedagogia de projetos do que na pedagogia de conteúdos e vi isso como uma oportunidade de que precisava”, conta. O projeto foi uma experiência nova para ela. Para se capacitar e materializá-lo, participou de três oficinas oferecidas pelo Ministério da Educação (MEC).
O Prêmio é fruto da parceria entre a Organização dos Estados Ibero-americanos, o Ministério da Educação, a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da república e a Fundação SM, como apoio do Conselho Conselho Nacional de Secretários de educação e da União dos Dirigentes Municipais de Educação. Além do ministro da Educação, Henrique Paim, participaram da cerimônia de premiação,a ministra da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR), Ideli Salvatti,o deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ), o secretário de Educação do Distrito Federal, Marcelo Aguiar e outros representantes de instituições governamentais, como prefeituras e governos de estado, e instituições não governamentais.
Curso intensivo de esperanto está com matrículas abertas
Jornalista: sindicato
A Associação Brasiliense de Esperanto está oferecendo curso intensivo de Esperanto. O módulo 1 ocorrerá nos dias 29 e 30 de novembro; o módulo 2 nos dias 6 e 7 de dezembro e o módulo 3, dias 13 e 14 de dezembro. As aulas ocorrem no sábado (9h às 12h e 13h às 17h) e domingo (9h às 13h).
No total, são 11 horas-aula. O custo do material é de R$ 60 (caso o/a aluno/a queira dar prosseguimento, cada apostila custará R$ 30).
O curso será ministrado na Associação Brasiliense de Esperanto (Ed. Rádio Center, sala 2142, SRTVN – Setor de Rádio e TV Norte, próximo do Brasília Shopping).
Os interessados devem enviar nome, endereço e telefone para braziljo@esperanto.org.br até 3 dias antes de cada evento.
Mais informações nos telefones 3383-1067 e 9231-8054 (Cléa) e 8414-7882 (Jenilda)
Alunos do CEF 11 do Gama produzem vídeo para homenagear banda marcial
Jornalista: sindicato
Movido pela vontade de despertar outros interesses nos jovens, Luiz Antônio Fermiado, diretor do Centro de Ensino Fundamental (CEF) 11 do Gama, decidiu criar um grupo musical na instituição. O sonho do educador era montar uma banda marcial completa, mas ele não tinha recursos financeiros para isso. “Foi um desafio, principalmente pelo pioneirismo da ideia”, explica Fermiado, que trabalha na escola há 22 anos.
No início, o grupo era formado exclusivamente por instrumentos de percussão. Depois de algum tempo, incorporam instrumentos de sopro. Hoje, quinze anos após a primeira apresentação, a Banda Marcial da CEF 11 conta com mais de 70 integrantes — entre músicos, corpo de baile e comissão de frente — e busca caminhos ainda mais inusitados. “Queremos virar uma orquestra sinfônica”, afirma o diretor.
Para homenagear a banda que é orgulho para a escola, alunos do 4º ao 8º ano do ensino integral fizeram um curta-metragem que conta a história do grupo, único na rede pública do DF. O vídeo colaborativo é parte do projeto Viveiro Audiovisual, patrocinado pelo Fundo de Apoio à Cultura (FAC), que teve sua primeira edição neste ano. Coordenador geral do projeto, o cineasta Walter Sarça explica que a ação existe há três anos, mas é a primeira vez que a produção audiovisual foi explorada. “Todos colaboraram de uma forma. Pesquisa, entrevista, edição, produção, filmagem”, explica Sarça.
Iniciado em abril de 2014, o Viveiro Audiovisual também ofereceu oficinas de horta e jardim, teatro e desenho ao longo do ano. “Queremos desenvolver a criatividade dos alunos”, diz o coordenador. O projeto também contemplou outras escolas da região: a Escola Classe 21 e o Centro Educacional 8.
Nesta quarta-feira (26/11), o CEF 11 promoveu uma mostra geral da produção dos alunos, com dois vídeos, quadrinhos, entrega de mudas para a comunidade, poesia e teatro. A banda marcial fez apresentação comandada pelo maestro Marcos Balduíno. Violonista nas horas vagas, Fermiano fica feliz com os resultados apresentados pelos alunos. “Tenho alunos que tornaram-se músicos e cantores profissionais. Há muitos talentos por aqui”, garante.
(Do Correio Braziliense)
Senado aprova projeto para equilibrar eleição de homens e mulheres
Jornalista: sindicato
Senadores da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) aprovaram nesta quarta-feira (26) projeto de lei que pode equilibrar as representações de homens e mulheres no Legislativo. Diferente da atual legislação, que obriga os partidos a destinar 30% das candidaturas para o sexo feminino, o projeto reserva metade dos assentos na Câmara dos Deputados, nas assembleias estaduais, na Câmara Distrital do Distrito Federal e nas câmaras de vereadores para as mulheres.
Para a Procuradora da Mulher no Senado, senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), autora de vários projetos para aumentar a representação feminina nos parlamentos, não se pode falar em representação política justa enquanto as brasileiras estiverem pouco representadas no Parlamento. Ela acredita que isso pode mudar com a aprovação de propostas que garantam a eleição da mulher para o legislativo.
Na proposta que apresentou para realização de um plebiscito sobre o assunto tema do proejto aprovado na CCJ, Vanessa destaca que “temos presenciado hoje as manifestações populares com um rol de reivindicações que convergem para a falência do sistema político atual.”
Em outro projeto de sua autoria, que estabelece que quando houver eleição para renovação de dois terços do Senado, um terço das vagas seja ocupado por mulheres, ela explica que “tem gente que ri, mas isso acontece em muitos países do mundo. Alguns adotam a lista fechada, com alternância de gênero, outros adotam a reserva de vagas no parlamento. Mas todos, muito mais do que o Brasil, se preocupam em inserir a mulher na política”, afirma a senadora. Críticas à cota
A cota de 30% das candidaturas é alvo de críticas de movimentos sociais, como o Centro Feminista de Estudos e Assessoria (Cfemea), que não considera a medida eficaz. O argumento é que, mesmo com a reserva, essas candidaturas não recebem apoio e atenção financeira em igualdade de condições com outros candidatos, e o resultado é que, nas urnas, essa porcentagem se dilui.
A relatora da proposta aprovada na CCJ, senadora Angela Portela (PT-RR) fez coro às críticas. Segundo ela, a medida não trouxe os resultados esperados e menos de 10% das cadeiras no Legislativo são ocupadas por mulheres.
“A participação feminina nos diferentes legislativos do Brasil é irrisória, e deixa o país, na comparação internacional, atrás de países que não dispõem de regras de estímulo à participação de mulheres. Essa situação demonstra, de maneira cabal, o fracasso da política de reserva de candidaturas”, afirmou.
Para ela, a solução para essa subrepresentação pode surgir com a política de reserva de cadeiras. “Afinal, as mulheres constituem já a maioria da população brasileira, e a tendência observável é de aumento dessa maioria, em vez da redução progressiva até uma situação de igualdade numérica entre homens e mulheres”, destacou.
(Do Portal Vermelho)
Alemanha aprova cotas para mulheres nas cúpulas das grandes empresas
Jornalista: sindicato
Na última terça-feira (25), coalizão da chanceler alemã Angela Merkel aprovou a criação de cotas para mulheres nas cúpulas das grandes empresas do país. De acordo com a norma, que poderá valer a partir de 2016, 30% dos membros dos conselhos fiscais dessas corporações deverão ser compostos por pessoas do sexo feminino.
“Não podemos nos permitir renunciar à competência das mulheres”, afirmou Merkel ontem (26), diante do parlamento (Bundestag), durante o debate geral dos orçamentos de 2015, depois que o consenso foi alcançado no dia anterior pelas lideranças de sua coalizão – Horts Seehofer, líder da União Social-Cristã da Baviera; Sigmar Gabriel, do Partido Social-Democrata (SPD); além da própria chanceler, chefe da União Democrata-Cristã (CDU).
“Esta lei é um passo importante rumo à igualdade, porque introduzirá, além disso, uma mudança cultural no mundo laboral”, declarou a ministra da Família e da Mulher, a social-democrata Manuela Schwesig, defensora ferrenha da medida. Já Merkel, até pouco tempo, era contra a proposta – ela preferia a inserção “natural e gradual” das mulheres no mundo empresarial alemão. A chefe de Estado teria mudado de ideia ao ver que, nos últimos anos, a representatividade feminina permaneceu baixa neste campo.
A cota para mulheres tem ainda um importante passo rumo à implantação. Em 11 de dezembro, será analisada pelo Conselho de Ministros de Merkel, que poderá impor sanções às empresas cujos conselhos fiscais não alcançarem a porcentagem proposta.
A Federação de Associações de Empresários (BDA) e alguns consórcios que cotam no DAX30 (o conjunto de 30 companhias abertas de melhor performance financeira da Alemanha) já teceram críticas à medida.
(Da Revista Forum)
Texto aprovado no Senado viabiliza pagamento de piso salarial de professores
Jornalista: sindicato
A Comissão de Educação (CE) aprovou ontem o Projeto de Lei do Senado (PLS) 14/2013 — Complementar, que tem a finalidade de excluir dos limites de gastos com pessoal, em todas as esferas de governo, as despesas com pagamento do piso salarial dos professores que venham de transferências do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).
O projeto seguirá agora para análise na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE). Depois irá ao Plenário do Senado, para decisão final.
O texto, proposto por Eunício Oliveira (PMDB-CE), altera dispositivos da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), a Lei Complementar 101/2000. O autor argumenta que muitos municípios e alguns estados enfrentam grandes dificuldades para cumprir, simultaneamente, a exigência da LRF sobre limite de gastos com servidores e a norma da lei do piso salarial dos professores (Lei 11.494/2007), que determina aumento anual da remuneração desses profissionais.
“Talvez não seja esta a solução definitiva da questão, mas estamos convencidos de que a adoção dessa medida contribuirá, ao menos por um bom período, para viabilizar o pagamento dos aumentos salariais dos professores sem que isso venha implicar desrespeito aos preceitos da responsabilidade fiscal”, observa o autor na justificação.
O relator, Valdir Raupp (PMDB-RR), apresentou relatório favorável, acentuando que o aumento da demanda potencial por educação exige contratação de novos professores e funcionários nas escolas. Salienta ainda que, “para completar, tanto o Plano Nacional de Educação quanto os clamores da sociedade, exigem a melhoria salarial dos profissionais da educação”.
Raupp lembra, no relatório, que o ato que regulamenta o Fundeb exige que pelo menos 60% dos recursos de cada fundo sejam aplicados em pagamento dos profissionais do magistério em exercício. Com as regras atuais da LRF, observa, “mesmo que tivessem arrecadação e receita, os gestores dos estados e municípios estariam, na prática, impedidos pela vigilância do Ministério da Fazenda de cumprir a Lei do Fundeb e de responder aos fatos”. Psicofobia
A CE aprovou ainda a realização de audiência pública para instruir o exame de projeto que institui o Dia Nacional de Enfrentamento à Psicofobia. O termo se refere ao preconceito contra os portadores de transtornos e deficiência mentais.
A proposta (PLS 263/2014) foi apresentada por Paulo Davim (PV-RN). A audiência foi solicitada por Paulo Paim (PT-RS), que é o relator do projeto na CE. Entre os convidados para o debate, estão representantes do Ministério da Saúde e da Associação Brasileira de Psiquiatria.
(Da Agência Senado)
51ª Festa do Boi de Seu Teodoro ocorre neste sábado (29) e domingo (30)
Jornalista: sindicato
Nos dias 29 e 30 de novembro acontece a tradicional Festa do Boi de Seu Teodoro. O evento, que chega na sua 51ª edição (Matança do Gado 2014) e ocorre na Quadra 15, Área Especial n°2, em Sobradinho.
A festa foi idealizada pelo mestre maranhense Teodoro Freire, o grande responsável pelo Bumba Meu Boi em Brasília. Atualmente o evento é organizado por Guarapiranga Freire (filho caçula do mestre Teodoro) e receberá dezenas de artistas. A entrada é franca.
O evento também oferecerá área de alimentação e área de recreação infantil.
A Matança do Boi é uma ópera popular, inserida dentro do Bumba Meu Boi, uma das mais ricas representações do folclore brasileiro. Ela começa às 17h (no sábado, dia 29) e ao meio-dia (no domingo, dia 30).
A programação completa está disponível neste site.
Mais informações pelos telefones (61) 9669-1020 e (61) 8173-3040.
Participe! Prestigie a cultura popular!