Escolas poderão alterar data comemorativa ao Dia do Professor

Após ser consultada por várias escolas a Subsecretaria de Planejamento, Acompanhamento e Avaliação Educacional (Suplave) autorizou que as comunidades escolares alterem a data comemorativa ao Dia do Professor, dia 15 de outubro. Entre as opções da Suplave estão no dia 13 (segunda-feira) ou 17 de outubro (sexta-feira). No caso de mudança na data a escola deverá trabalhar normalmente na quarta-feira, 15.

As escolas que preferirem poderão comemorar o Dia do Professor na quarta-feira, dia 15.

Clique aqui e confira a Circular nº 83/2014

Escola Classe 02 do Arapoanga realiza Projeto Escambo nesta sexta, 10

A Escola Classe 02 do Arapoanga realiza, nesta sexta-feira (10), a culminância de um projeto que visa trabalhar a educação financeira dos alunos. Diante da carência e da situação de vulnerabilidade social vivida pelos estudantes, o Projeto Escambo oportuniza o raciocínio lógico-matemático; motiva o aluno na participação em sala de aula; conscientiza o aluno da importância da disciplina, e desenvolve hábitos de estudo.

Durante a Festa do Dia das Crianças estes estudantes terão a oportunidade de usar as cédulas que conseguiram com seus esforços durante o 2º semestre para colocar em prática toda a teoria adquirida.

A TV e o rádio como trampolim político

No terceiro artigo da série sobre coronelismo eletrônico, mostraremos como a imbricada relação entre meios de comunicação de massa e política não se restringe apenas à propriedade das empresas concessionárias do sistema de radiodifusão. Se a relação entre políticos e concessões públicas já é um dado conhecido no país, pouco se tem atentado ao fato de os programas televisivos serem também espaços privilegiados para a elevação de seus apresentadores ao patamar de representantes eletivos da sociedade brasileira.

Mesmo que a legislação eleitoral impeça a aparição dos candidatos em tais programas durante o período de campanha, não há uma legislação específica coibindo a presença de políticos com mandatos em vigência na apresentação de programas de TV. O poder de lobby instituído a partir do momento em que os eleitos têm uma interlocução privilegiada com os cidadãos, podendo utilizar a TV como palanque eleitoral, é, portanto, altamente questionável e também mereceria algum tipo de regulação.
Pegando exclusivamente o exemplo dos chamados programas policialescos, que se multiplicam país afora, uma rápida passagem pelos principais mostra claramente seu uso político, mesclando populismo político a conteúdos sensacionalistas que violam o direito à privacidade e dignidade humana além de violar outros direitos de crianças e adolescentes, jovens, negros e negras, mulheres e população LGBT. Em geral, tais programas trazem a figura de um apresentador carismático, que se coloca na posição do líder e, a partir de discursos insuflados, baseados em recortes da realidade, convoca as pessoas a tomarem posições sobre os problemas retratados no programa. Assim, constroem narrativas de forma com que a única opção do telespectador ou ouvinte seja concordar com a verdade ali construída. Não por acaso, âncoras e repórteres desse tipo de programa têm alçado e alcançado cada vez mais espaços dentro da política institucional no país.

No último domingo, Wagner Montes (PSD) foi reeleito para o terceiro mandato como deputado estadual do Rio de Janeiro, sendo o segundo mais bem votado, com 208.814, para a Assembleia Legislativa. No pleito anterior, em 2010, ele ficou em primeiro lugar, com 528.628 votos. Há mais de 30 anos, Montes trabalha em programas televisivos deste gênero, tendo apresentado o Aqui e Agora (TV Tupi) e O povo na TV (SBT). Atualmente, enquanto exerce o cargo eletivo no Legislativo fluminense, apresenta um dos programas policialescos mais populares da TV brasileira, o Balanço Geral, no ar pela Rede Record desde 2005. O deputado é famoso por seu estilo eloquente e por cobrar no ar maior firmeza por parte da força policial contra os “marginais”. Seu bordão, gritado, é “escraaacha”.

Ao seu lado, a jornalista Cidinha Campos, que tem mais de 50 anos de atuação em programas de rádio e televisão, obteve no domingo mais de 75 mil votos pelo PDT, seguindo para seu terceiro mandato consecutivo como deputada estadual. Após as eleições de 2010, até 2012, a parlamentar apresentou, na TV Bandeirantes do Rio de Janeiro, o programa Cidinha Livre.

Em São Paulo, Russomanno foi o candidato a deputado federal com maior número de votos alcançado em todo o país: 1.524.361, 7,26% dos votos válidos do eleitorado paulista. O apresentador (PRB), já em 1994, elegeu-se o deputado federal mais votado graças à popularidade alcançada como repórter de defesa do consumidor. Suas reportagens mostravam as queixas de cidadãos mal atendidos, colocados frente a frente com fornecedores de serviços e produtos. A conversa muitas vezes descambava para brigas físicas. Russomanno fazia papel de advogado em busca de um acordo. Quando conseguia, encerrava sua aparição com a frase que ficou conhecida na TV: “estando bom para ambas as partes, Celso Russomanno, Aqui e Agora”.

Até o início da campanha eleitoral deste ano, ele seguia como apresentador da TV Record. As urnas confirmaram, no domingo, o impacto do uso das emissoras de rádio e TV nos processos eleitorais.

A relação comprova-se em todos os estados brasileiros e também revela-se a nível municipal. Em Fortaleza (CE), no ano de 2012, o segundo vereador mais votado, com 29.952 mil votos, foi Vitor Valim (PMDB) apresentador do Cidade 190, da TV Cidade, afiliada da Rede Record. No último domingo, ele foi eleito para uma vaga na Câmara dos Deputados em Brasília, tendo recebido a soma vultosa de 92.499 votos no estado. Os radialistas Ely Aguiar (PSDC) e Ferreira Aragão (PDT), também apresentadores de programas policiais, foram reeleitos para a Assembleia Legislativa do Estado. Ely obteve 41.632 votos, enquanto Aragão conseguiu 27.607 votos.

Cabe destacar ainda outro aspecto da relação entre apresentadores de programas e política eleitoral, que vem se mostrando bastante comum: a transferência de capital midiático entre parentes com objetivos eleitorais. Os casos de maior destaque são os de Wagner Montes e Wagner Montes, o filho, no Rio de Janeiro; Wallace Souza e seus irmãos Fausto e Carlos Souza, no Amazonas; Samuka Duarte e Samuka Filho, na Paraíba; e Ratinho e Ratinho Jr., no Estado do Paraná. Depois de se candidatar à Prefeitura de Curitiba em 2012, Ratinho Jr. (PSC) se elegeu neste domingo o deputado estadual mais bem votado no Paraná, com mais de 300 mil votos – 5,23% dos válidos.

Crimes e eleições: o caso amazonense

No Amazonas, o programa policialesco Comunidade Alerta, da afiliada da Rede Bandeirantes de televisão, é apresentado por Ronaldo Tabosa e Jander Tabosa, o “Tabosinha”. Juntos, pai e filho protagonizaram recentemente um caso emblemático de violação da legislação eleitoral.

Em 2008, Tabosinha disputou um cargo de vereador, mas apesar de ter sido eleito, não exerceu o mandato até o fim. Ele foi cassado pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Amazonas por ter se passado pelo pai nas vinhetas utilizadas na campanha eleitoral daquele ano. Com isso, parte dos eleitores votou no candidato Tabosinha imaginando estarem votando no pai, Ronaldo Tabosa.

Em 2010, foi a vez de Ronaldo Tabosa se candidatar ao cargo de deputado estadual. Ele não foi eleito, mas acabou assumindo, posteriormente, a suplência de outro parlamentar do mesmo partido (PP). Tabosa também foi processado pelo TRE (Carvalho, 2011), por compra de votos e uso indevido do programa de TV para fins eleitorais. Segundo o TRE, Ronaldo Tabosa explorava e expunha o estado miserável de famílias e realizava entrega de cestas básicas no programa.

O apresentador conseguiu, no entanto, candidatar-se novamente, para o cargo de vereador, elegendo-se em 2012. Seu mandato finalmente cassado no início de 2013, tornando-se pai e filho inelegíveis por um período de três anos.

Também no Amazonas, a família Castelo Branco se utiliza de programas de TV para construir carreiras políticas. À frente de A voz da esperança, da TV Em Tempo, afiliada do SBT, estão Sabino e Reizo, pai e filho, ambos políticos do PTB. Sabino começou sua carreira no programa Bronca na TV, na mesma emissora. Em 2006, candidatou-se a deputado federal, sendo o segundo deputado mais votado daquele ano no Amazonas, com 126 mil votos. Antes disso, já havia sido vereador de Manaus por três mandatos. Atualmente é presidente do PTB local. Já o filho Reizo, além de apresentador, é vereador da cidade, reeleito em 2012 para o segundo mandato consecutivo. Vera Lucia Castelo Branco, esposa de Sabino e mãe de Reizo, atualmente exerce o mandado de deputada estadual também pelo PTB. Ela e o filho tentaram uma vaga na Assembleia Legislativa do Amazonas, mas não se elegeram no último domingo. O pai, Sabino, desta vez também ficou de fora da Câmara Federal.

O Ministério Público Federal do Amazonas acusou Sabino e Reizo de praticaram ilegalidades eleitorais através de doações de inúmeros bens à população, por intermédio do programa televisivo que comandam. Porém, embora tenham sofrido processos do TRE local, ambos mantém seus espaços na TV e na política.

Por fim, do Estado do Amazonas vem também o exemplo de um dos casos mais emblemáticos associando meios de comunicação de massa, violação de direitos e crime organizado: o “Caso Wallace”. Policial civil durante a década de 1980, Francisco Wallace Cavalcante de Souza foi expulso da corporação por prática de corrupção. Apesar disso, foi eleito vereador de Manaus pelo PP em 1996, sendo reeleito em 2000.

Nesta época, Wallace Souza já era apresentador bastante conhecido do programa Canal Livre, exibido na antiga TV Rio Negro, hoje TV Bandeirantes Amazonas. Até 2008, a emissora pertencia ao ex-deputado federal Francisco Garcia. Durante a década de 1990, a atração televisiva também foi exibida na TV A crítica, com o título de Espaço Aberto; e na TV Manaus (atualmente TV Em Tempo), afiliada do SBT, também como Canal Livre. Ao lado dos irmãos Carlos Souza e Fausto Souza, Wallace comandava o programa apresentando casos policiais, mostrando assassinatos, sequestros e operações de combate ao tráfico de drogas.

Em 2004, Wallace Souza foi reeleito vereador, um dos mais votados da história de Manaus, mas abandonou o mandato para concorrer ao legislativo estadual. O exercício diário da comunicação na televisão foi quesito chave para lhe garantir reeleições consecutivas e, em 2006, o cargo de deputado estadual mais votado do estado, com 48.965 votos.

Em 2008, foi acusado de chefiar um grupo de extermínio. Segundo a Polícia Militar do estado, Wallace orientaria o grupo a matar pessoas com histórico de crimes para, em seguida, exibir os casos em seu próprio programa de TV. O deputado foi indiciado por formação de quadrilha e tráfico de drogas e teve seu mandato cassado. Seus irmãos e seu filho também foram acusados de envolvimento no esquema, ao lado de membros da produção do programa. Em 2009, Wallace teve prisão decretada

Todos esses fatos, no entanto, não foram suficientes para que a família deixasse a política e a televisão. Carlos Souza e Fausto Souza, irmãos de Wallace, foram, além de apresentadores, vice-prefeito e vereador da cidade de Manaus, respectivamente. Hoje, Carlos está concluindo seu terceiro mandato como deputado federal (eleito pelo PP, agora no PSD) e Fausto Souza atualmente é deputado estadual (PSD), não reeleito no último domingo.

Em abril de 2013, o programa dos irmãos Souza foi retomado com algumas modificações, mas seguindo a mesma linha sensacionalista. Ele passou a ser chamado de Programa Livre, e está sendo exibido pela emissora TV Em Tempo.

A ausência de uma regulação efetiva de tais programas têm possibilitado, portanto, a reprodução de um sistema pernicioso, que resulta na exploração de concessões públicas de radiodifusão e no uso da programação do rádio e da TV para fins estritamente privados. Embora os tribunais eleitorais sejam rígidos em sua fiscalização durante os períodos de campanha, a “propaganda eleitoral” nos programas policialescos acontece cotidianamente, ao longo de anos e longe dos olhos dos TREs.

Tais programas constituem-se, assim, em trampolins para candidaturas e espaços privilegiados de ascensão política. Ao fazerem uso de uma linguagem sensacionalista e, por vezes, praticarem o assistencialismo via TV, os apresentadores destes programas acabam por criar uma imagem de “salvadores”, justiceiros ou “protetores” da população favorecendo-se significativamente nas disputas eleitorais de que participam.

(Da Carta Capital)

Sindicalistas prometem fortalecer mobilização com o Congresso mais conservador

Representantes de seis centrais sindicais se comprometeram na terça-feira (7) a reforçar as mobilizações na rua para garantir aprovação das pautas trabalhistas e barrar possíveis retrocessos no Congresso Nacional, que a partir de 2015 terá uma configuração mais conservadora. Sindicalistas participaram de um ato relativo ao Dia Internacional do Trabalho Decente, que reuniu pelo menos 200 pessoas em frente à Superintendência Regional do Trabalho e Emprego de São Paulo, no centro da capital.
“A resposta será intensificar as mobilizações, para continuar garantindo as pautas trabalhistas. Na nossa opinião, é necessário também fazer a reforma política para, entre outras coisas, impedir o financiamento privado das campanhas. Da forma como funciona hoje, empresários investiram e conseguiram eleger quem eles quiseram, para manter os interesses deles”, afirmou o presidente da CUT, Vagner Freitas, durante o ato.
O secretário-geral da Força Sindical, João Carlos Gonçalves, o Juruna, concordou. “O que garante as pautas trabalhistas é a mobilização dos trabalhadores. Nós vamos fazer pressão nesse novo Congresso para não retrocedermos”, disse.
Na eleição de domingo (5), parlamentares conservadores avançaram de maneira representativa no Legislativo federal. A bancada do PSDB na Câmara ganhou dez cadeiras, passando de 44 para 54, um crescimento de 25%. Já a bancada do PT perdeu 20% dos deputados, de 88 para 70. Apesar disso, a ala petista ainda continua a maior.
A bancada sindical pode reduzir consideravelmente, segundo levantamento do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap): dos atuais 83 deputados, a estimativa parcial é de que o grupo se reduza a 46.
No Senado, que renovou um terço da Casa, cinco dos novos 27 parlamentares são do PMDB. O PSDB e o PDT têm quatro cada, o PSB elegeu três, mesmo número do DEM, enquanto PT, PTB e PSD conseguiram eleger dois cada. PR e PP fizeram um. A maior bancada a partir de 2015 será a do PMDB, com 19. Em seguida, ficam o PT, com 13, e o PSDB, com 10.

Trabalho decente

Durante o ato, representantes das seis entidades entregaram uma carta para o superintendente de São Paulo, Luiz Antônio de Medeiros, solicitando o encaminhamento de 11 reivindicações, entre as quais a não aprovação do Projeto de Lei 4.330, sobre terceirização, o fim do fator previdenciário, redução da jornada de trabalho, equidade de salários entre homens e mulheres, não regulamentação das cooperativas de trabalho e das contratações no modelo “pessoa jurídica”.
“Essas cooperativas e os PJs vão na contramão das propostas de trabalho decente. Estamos aqui hoje contra a precarização do trabalho, que inclui também a exploração da mão de obra infantil e escravidão moderna”, disse o presidente da Confederação Nacional dos Profissionais Liberais (CNPL), Carlos Alberto Schmitt. “Mobilizações como esta ocorrem hoje em todo mundo e são importantes para valorizar o trabalho decente”, afirmou o presidente da UGT, Ricardo Patah.
Medeiros se comprometeu a encaminhar a carta para o ministro do Trabalho e Emprego, Manoel Dias, e a divulgá-la na Superintendência do Trabalho. “O ministério se orgulha das centrais sindicais, porque elas são parceiras importantes no combate ao trabalho irregular. Todo o estado de São Paulo, por exemplo, tem só 400 fiscais do trabalho. É muito pouco. Mas as centrais são grandes parceiras para identificarmos e combatermos irregularidades, como o trabalho análogo ao escravo.”
A data, celebrada em vários países, é uma iniciativa da Confederação Sindical Internacional (CSI), central sindical à qual são filiadas CUT, Força e UGT. “Esta é a Confederação Sindical Internacional que queremos: a que está na rua, nas mobilizações, questionando governos e órgãos internacionais para que tenhamos cada vez mais respeito nas relações de trabalho e para que elas sejam cada vez mais baseadas nas negociações coletivas”, afirmou o presidente da entidade, João Felício, ex-dirigente da CUT.
(Da Rede Brasil Atual)

GDF convoca mais professores (as)

Até a próxima terça-feira (7), o Governo do Distrito Federal (GDF) vai realizar nova convocação de aprovados (as) nos concursos de 2010 e de 2013 para a Secretaria de Estado da Educação (SEE-DF). O chamado será publicado no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF).
A decisão foi comunicada nessa terça-feira (30), durante reunião com Jackeline Aguiar , secretária adjunta da de Administração Pública; Jacy Braga, secretário adjunto da Educação; a Comissão de Negociação do Sinpro-DF, e representantes das Comissões dos Aprovados em Concurso de 2010 e de 2013.
Os candidatos que não tomarem posse no prazo de 30 dias a contar da data da publicação no DODF terão suas nomeações tornadas sem efeito, o que poderá resultar em uma nova convocação, a ser definida numa reunião prevista para ocorrer no início de novembro.
Confira os números:
Concurso de 2010:
Administração – 01 – 40h
Sociologia – 02 – 40h
Contabilidade – 06 – 40h
Guitarra – 01 – 20h e 01  – 40h
Piano popular – 01 – 40h
Contrabaixo elétrico – 01 – 20h
Concurso 2013:
Artes cênicas – 07 – 40h
Música – 04 – 40h
Dança – 04 – 40h
Artes visuais – 06 – 40h
Artes plásticas – 06 – 40h
Educação física – 46 – 40h
Geografia – 14 – 40h
História – 07 – 40h e 06 – 20h
Inglês – 02 – 40h
Português – 10 – 20h
Piano erudito – 01 – 40h
Bandolim – 01 – 40h
Cavaquinho – 01 – 40h
Trompete – 01 – 40h
Carreira de Assistência Educação:
Nutrição – 08 – 40h
Psicólogo – 42 – 40h
 

Campanha arrecada fundos para ajudar filho de professora da EP 210 Norte

A professora Olga Monique Antunes Fonseca, da Escola Parque 210/211 Norte, solicita o apoio de toda a comunidade escolar para ajudar no tratamento de seu filho, José Vitor, de 15 anos.
Ano passado, ele sofreu uma parada cardiorrespiratória, em virtude de ter contraído dengue hemorrágica. O adolescente teve sequelas motoras: não anda, não fala e não se alimenta por via oral. Há um tratamento de fisioterapia intensiva, chamado “Pediasuite”, que trabalha com gravidade zero e acelera a recuperação do paciente.
Entretanto, os custos do tratamento são altos, em torno de R$ 12 mil por mês (o tempo do tratamento depende do ritmo da recuperação).
Quem puder ajudar, os depósitos a partir de R$ 50 podem ser feitos na própria conta da professora (Banco BRB, Agência 210, Conta corrente 160093-0, CPF 334.068.121-04). O telefone para contato é o (61) 8163-1587.
Participe! Ajude!

Frei Betto vê na democratização da mídia a derrota da falta de verdade

O escritor Frei Betto afirmou, em comentário nesta segunda-feira (6) na Rádio Brasil Atual, que a democratização dos meios de comunicação é uma das medidas mais urgentes para o país acabar com a “falta de verdade” que impera na mídia e que se revela nos resultados das eleições realizadas ontem (5) no país. “A grande mídia editorializa a notícia”, lamenta. Com isso, todas as políticas importantes do governo federal não são informadas. Para ele, os veículos alternativos podem dar clareza às informações, fazer a crítica construtiva. “Não podemos falsear os fatos, mas, sim, explicitá-los para que a população tire suas conclusões.”
Segundo ele, com a possível reeleição da presidenta Dilma Rousseff (PT) será preciso cobrar maior apoio do governo federal à mídia alternativa, o que não tem sido feito. “Isso é grave. Não vamos dar informação sadia, verdadeira, sem ter alcance. É preciso que o governo esteja atento a esta mídia que transmite o Brasil real”, afirma, acrescentando que há um país fictício divulgado pelo grandes veículos, que encobrem tudo o que ocorre de bom. “Precisamos criar mais veículos alternativos”, diz.
Sobre o resultado as eleições, Frei Betto disse que teve duas alegrias, que foram a vitória do petista Fernando Pimentel para o governo de Minas, desbancando o candidato de Aécio Neves, Pimenta da Veiga (PSDB), e a eleição de Flávio Dino (PCdoB), no Maranhão, derrotando a influência da família Sarney.
No entanto, ele lamenta o fato de a presidenta Dilma não ter sido reeleita no primeiro turno e por Eduardo Suplicy (PT) ter sido derrotado por José Serra (PSDB) para o Senado por São Paulo. Também sente por Olívio Dutra (PT) não ter sido eleito senador pelo Rio Grande do Sul.
Sobre a reeleição do governador paulista Geraldo Alckmin (PSDB) no primeiro turno, Frei Betto ironiza: “Ele é um fenômeno”. Para o escritor, é incrível o tucano obter este resultado diante da crise de escassez de água, da violência da Polícia Militar, da falta de investimentos em habitação. “A população paulista é muito conservadora, com exceção da capital”, avalia.
No geral, Frei Betto se diz feliz porque alguns partidos aumentaram as bancadas, como é o caso do Psol, que elegeu cinco deputados.
Para o segundo turno, o comentarista diz esperar que Marina Silva (PSB), pessoa a quem ele respeita muito, tenha bom senso e apoie Dilma Rousseff. “Não dá para falar em nova política apoiando o velho caciquismo do PSDB. Marina é um coringa nesse baralho político. Foi hospedada no PSB. Espero que não apoie Aécio, pois isso mostraria muito oportunismo político.”
“Vamos ter de trabalhar muito para reeleger a presidenta Dilma, pois todos vão unir forças contra o PT. As políticas sociais, como o programa Mais Médicos, incomodam. Tudo incomoda muito”, lamenta.
(Da Rede Brasil Atual)

Abertas as inscrições para o 17º Concurso Nacional do Museu da Imprensa

O Museu da Imprensa abriu inscrições para o 17º Concurso Nacional de Desenho, Redação e Artigo. As inscrições ficarão abertas até o dia 31 de dezembro. Os temas vão abordar a obra e a vida dos compositores Ary Barroso e Dorival Caymmi e do piloto de Fórmula 1, Ayrton Senna. Estudantes de todos os níveis de ensino, regularmente matriculados em escolas públicas e particulares de todo o país podem participar.
O certame vai distribuir R$ 30 mil em prêmios. Os vencedores ganharão prêmios em caderneta de poupança, oferecidos pela Caixa Econômica Federal. Professores dos estudantes vencedores também serão premiados.
Nessa edição do concurso, o desafio proposto na categoria Redação (Ensino Fundamental/6º ao 9º ano) é abordar o legado de Dorival Caymmi. Ainda em Redação, os estudantes do 1º ao 3º ano do ensino médio escreverão a respeito do sentimento nacional de Ary Barroso. Destaque também na categoria Artigo (Ensino Superior) para o tema “Importância dos museus na formação cultural do País”.
Os estudantes do Ensino Fundamental (1º ao 5º ano) podem concorrer na categoria Desenho trabalhando o tema “Ayrton Senna visita o Museu da Imprensa”. Como forma de incentivo, o professor indicado em cada um dos trabalhos dos alunos vencedores em 1º, 2º e 3º lugares, exceto na categoria Artigo, será premiado com uma caderneta de poupança da Caixa Econômica Federal, no valor de R$ 700,00.
O certame é uma iniciativa da Imprensa Nacional, órgão vinculado à Casa Civil da Presidência da República. Além de despertar nos estudantes o interesse pela visitação a museus e instituições históricas, o objetivo do concurso é estimular os trabalhos de pesquisa e produção intelectual e artística nas instituições de ensino de todo o país.
O patrocínio é da Caixa Econômica Federal, com parcerias da Revista Imprensa e da Associação dos Servidores da Imprensa Nacional-Asdin. O Sinpro-DF colabora na comissão de julgamento desde 2009. Este ano (2014), o diretor de Imprensa, Cláudio Antunes representou o Sinpro-DF na cerimônia de premiação, na qual onze estudantes da rede pública de ensino foram vencedores do XVI Concurso Nacional Museu da Imprensa. Inscreva-se! Mais informações pelo telefone 0800-725 6787.
Confira a seguir os prêmios:
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Réu acusado de mandar matar o professor Carlos Mota é condenado

Após mais de 13 horas de julgamento no Fórum de Sobradinho, o réu Gilson Oliveira foi condenado a 20 anos de prisão, em regime fechado, por ser o mandante do assassinato do professor Carlos Mota no dia 20 de junho de 2008, no Centro de Ensino Fundamental do Lago Oeste (que posteriormente foi renomeado para CEF Carlos Mota).
Após o cumprimento de 2/5 da pena, o réu pode usufruir do regime semiaberto. O advogado de Gilson afirmou que vai recorrer da sentença.
“Foi um dia difícil, após 6 anos foi feito justiça, no meu ponto de vista. É uma grande vitória para a categoria, pois quem bate na escola machuca muita gente. Tomara que fatos como este jamais se repitam”, afirmou Rita de Cássia, viúva do professor.
Entenda o caso
Gilson Oliveira traficava drogas na escola. Ele foi impedido de vender entorpecentes no local pelo professor Carlos Mota e resolveu matá-lo.
Carlos Lima do Nascimento, 22 anos, Benedito Alexandro do Nascimento, 20 anos, e Alessandro José de Sousa, 19 anos, que também participaram do crime, já foram julgados e condenados por homicídio qualificado por motivo fútil. Carlos Lima e Benedito foram condenados a 18 anos, e Alessandro a 16 anos de prisão.

Diário Oficial publicou nesta sexta (3) a nomeação de cerca de 180 professores (as)

Foi publicado nesta sexta-feira (3) na seção 2 do Diário Oficial do DF, a nomeação de cerca de 180 professores (as). No mesmo documento, também foi tornado sem efeito a nomeação de professores (as) que não se apresentaram em tempo hábil para a posse. E também foi publicado as solicitações de final de fila por candidatos (as) que não podem assumir o cargo neste momento.
Nesta semana, a Comissão de Negociação do Sinpro realizou uma reunião com o Secretário de Educação, para que se garantisse a nomeação dos aprovados no concurso de 2010 (que a validade se encerra em dezembro) e do concurso de 2013, tendo em vista a necessidade da contratação de mais professores (as)
O documento pode ser conferido aqui: Nomeação_Outubro 2014

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