Classe média tem que voltar para a escola pública, defende especialista

A classe média tem que voltar para a rede pública, defende a ex-secretária da Educação Básica do MEC (Ministério da Educação) Maria do Pilar Lacerda. Segundo ela, essa é uma maneira de que a população exerça seu direito e ainda ajude a melhorar o debate da educação e, assim, a qualidade da escola.
Atual diretora da Fundação SM, Maria do Pilar considera a escola pública um espaço radicalmente democrático e por isso deve ser ocupada por diferentes grupos, não apenas os que não podem pagar. “Ela é um equipamento fundamental para a democracia porque ali há o convívio com a religião diferente, a classe diferente, a cor diferente, a orientação sexual diferente”, disse.
Além de ser importante para o contato com a diversidade, Maria do Pilar lembra que esse é um direito e que a entrada de pais da classe média fortalece o debate sobre a qualidade da educação. O objetivo é mudar a visão brasileira clássica de que o que é para pobre pode ser de qualquer qualidade, considerou.
“Essa reversão é uma reversão de cultura. A educação sendo direito não é mercadoria, porque a mercadoria é para quem pode comprar. Como direito, a educação é obrigatoriamente para todos.”
Sobre as escolas privadas que são criadas para atender um público de renda mais baixa, Maria do Pilar diz que em geral ela não tem as mesmas condições físicas da escola pública. “Já viajei muito o Brasil e vemos muitas dessas escolas particulares que não têm a estrutura da rede pública. Mas quando você pergunta por que o pai prefere pagar por aquela escola, ele diz que pelo menos tem aula todo dia”, contou.
Para ela, a questão da dedicação e do desempenho dos professores da rede pública é outro ponto que deve ser colocado em pauta nos planos de carreira e em mudanças da gestão da rede pública. “Eu não posso defender que uma professora que está em todas as aulas, participa de reunião do Conselho, está na escola durante a hora-atividade ganhe o mesmo que aquela professora que falta, chega atrasada diariamente, compra licenças-médicas.”

Plano Nacional de Educação

Participando do 6° Fórum Nacional Extraordinário da Undime (União dos Dirigentes Municipais de Educação), Maria do Pilar comentou o atraso na aprovação do Plano Nacional de Educação.
“O atraso do PNE mostra que a educação não é prioridade, só é prioridade no discurso”, afirmou. “O PNE é um norte que a gente tem, que baliza política pública, que baliza meta, que baliza prioridade. As pessoas continuam trabalhando, mas trabalham sem o foco do planejamento desejado.””
Em tramitação há três anos e meio, o PNE 2011-2020 já passou pela Câmara dos Deputados, pelo Senado e agora está novamente em discussão na Câmara. Ontem (28) o texto-base do PNE foi aprovado pelos deputados, mas os destaques (que podem mudar pontos do plano) serão discutidos apenas na segunda (2). Após passar pelo plenário, o texto vai para sanção presidencial.
Para Maria do Pilar, o atraso se deve a ideologização da discussão sobre o Plano. “O Brasil ideologizou discussões que não deveriam ser ideologizadas”, comentou. “O partido X acha que se o PNE passar desse jeito favorece o partido Y e, então, pede vistas [e atrasa a votação]. O outro [partido] é ligado à igreja e esquece que o plano é para o país e não para uma igreja católica ou evangélica.

Investimento público em educação pública

Um dos pontos fundamentais do plano, para ela, é a questão do investimento público. O texto em discussão prevê que em dez anos o governo atinja o nível de 10% do PIB (Produto Interno Bruto) em educação. No entanto, o texto prevê que o investimento seja público, mas não deixa claro se será em instituições públicas. Isso poderia incluir na conta gastos em instituições privadas, como os feitos pelo Prouni (Programa Universidade para Todos) ou pelo Fies (fundo de financiamento estudantil do ensino superior).
“É uma questão de priorizar. Recursos públicos têm que ir para a escola pública, que é um espaço radicalmente de todos.” Para ela, incluir gastos em instituições privadas como investimento público infla os números na hora da prestação de contas e não amplia o recurso que é necessário na educação básica da rede pública.
“Sou a favor do Prouni e do Fies, mas não acho que eles devem contar como investimento público em educação. Eles já mostraram bons resultados no estímulo ao ensino superior, mas se isso entra como investimento público, isso lesa a educação básica pública.”
(Do Uol)

Apostar na formação de professores é a prioridade do MEC

Com um orçamento de R$ 112 bilhões para este ano, o ministério da Educação (MEC) tem entre seus focos a valorização dos professores. Henrique Paim, chefe da Pasta, destacou ontem (28), durante o 6º Fórum Nacional Extraordinário da União dos Dirigentes Municipais de Educação, que pelo menos 60% do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização de Profissionais da Educação (Fundeb), serão destinados a esse fim. “Isso somado aos demais programas voltados a esse objetivo, ações que já existem no ministério. São vários recursos envolvidos, seja na formação continuada ou nos anos iniciais”, destacou.
Paim afirmou que o ministério dará prioridade à valorização dos professores com políticas e ações que passam por remuneração e planos de carreiras. Defendeu ainda uma política adequada de formação dos docentes. “Nosso esforço será para organizar esse sistema. Precisamos verificar com municípios e estados os gargalos da formação e ver quais são as respostas que as instituições formadoras podem dar. Ao final, temos de rever o currículo”, ressaltou.
Contudo, o ministro não deixou claro de onde viria a verba para essa ação em particular. “Em termos dos royalties do petróleo, tivemos um crescimento importante em investimentos. Passamos de 4,8% para 6,4% do PIB em 2012. Mas mais importante do que isso é aperfeiçoarmos o tipo de formação que oferecemos”, disse. “Precisamos resolver a raiz do problema”, completou.
(Da Undine)

Estudo revela que Brasil eleva escolaridade e qualidade do ensino na educação básica

Os brasileiros têm estudado e aprendido mais. A conclusão faz parte do relatório Indicadores de Desenvolvimento Brasileiro 2001-2012, lançado nesta terça-feira, 27, em Brasília.
O diretor de estatísticas educacionais do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), Carlos Eduardo Moreno, explicou que os indicadores educacionais resumem os avanços sociais conquistados pelo Brasil desde 2001. “Os dados são resultado da decisão estratégica do governo federal de articular políticas públicas para garantir o acesso à educação e melhorar a trajetória regular e o desempenho dos alunos na educação básica”, disse. De acordo com ele, os dados refletem os avanços e os desafios que estão sendo enfrentados para garantir o direito à educação.
O secretário nacional de avaliação e gestão da informação do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), Paulo Jannuzzi, afirmou que a publicação “apresenta um conjunto mais amplo de indicadores que de forma sensível e expressiva dão conta de refletir todo o esforço e investimento do governo brasileiro em sofisticadas políticas públicas de inclusão social, aliadas ao crescimento econômico”.
Hoje, segundo o secretário, o governo brasileiro investe 25% do Produto Interno Bruto (PIB) em políticas sociais. O relatório apresenta também dados sobre o aumento da renda e redução de desigualdades, mercado de trabalho, saúde e acesso a bens e serviços.
 
Gráfico 1
Qualidade – Em todas as faixas etárias, os dados apontam crescimento constante nas taxas de frequência, com destaque na faixa de 4 e 5 anos, de 55% em 2001 para 79,1% em 2012. Também indicam a universalização do acesso, com 98,3% das crianças de 6 a 14 anos frequentando a escola.
A permanência na escola também aumentou no período, em todas as faixas. O dado revela que está cada vez maior a proporção de estudantes com escolaridade adequada para sua idade. Nos anos iniciais do ensino fundamental, por exemplo, 77,4% das crianças de 12 anos têm, pelo menos, quatro anos de estudo. Em 2001, essa proporção era de 68,8%.
 
Gráfico 2
O aumento nos anos de estudo, a queda no analfabetismo e a melhoria na qualidade do ensino também receberam destaque na publicação. Para aferir a qualidade, o Inep criou o índice de desenvolvimento da educação básica (Ideb). O indicador é calculado a cada dois anos, levando em conta o desempenho do estudante em avaliações nacionais e as taxas de aprovação. “O Brasil avançou com destaque para os anos iniciais do ensino fundamental”, apontou Moreno.
O relatório foi elaborado pela Assessoria Econômica do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, com a participação do MDS e dos ministérios da Educação, Saúde e Comunicações; Inep, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e Secretaria de Planejamento e Investimentos Estratégicos do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão.
Confira a publicação completa
(Do MEC)

Eleições para as direções de escolas ocorrem nesta quarta-feira (28)

Nesta quarta-feira (28) serão escolhidos cerca de 80 professores para as funções de diretor e vice-diretor, com mandato até 31 de dezembro de 2016.
As escolas que não elegerem seus diretores poderão ter suas direções indicadas até o final do ano. Toda a comunidade escolar está apta a votar. Os estudantes têm o direito de aplicar seu voto em horário contrário ao turno de aula.
Os cargos estão abertos para escolas do Plano Piloto, Cruzeiro, Brazlândia, Ceilândia, Gama, Guará, Núcleo Bandeirante, Sobradinho, Planaltina, Taguatinga, Samambaia, Paranoá, Santa Maria e Recanto das Emas.
Confira abaixo toda a documentação relacionada:
CIRCULAR LIBERAÇÃO MESAS 2014
CIRCULAR Nº 22/2014
Lei 4751/12
Portaria 254/13
Edital nº 1º/14
Manual das eleições 2014
Formulário para inscrição de Comissão Eleitoral Local
Formulário para inscrição de Conselho Escolar
Formulário para inscrição de Diretor e vice
Cédula Eleitoral_2014 – Conselho Escolar – Assistência à Educação
Cédula Eleitoral_2014 – Conselho Escolar – dois segmentos
Cédula Eleitoral_2014 – Conselho Escolar – Estudantes
Cédula Eleitoral_2014 – Conselho Escolar – magistério
Cédula Eleitoral_2014 – Conselho Escolar – Pais e responsáveis
Cédula Eleitoral_2014 – Conselho Escolar – todos os segmentos
Cédula Eleitoral_2014 – Conselho Escolar – três segmentos
Cédula Eleitoral_2014 – ÚNICA
Cédula Eleitoral_2014 maio – duas chapas
Cédula Eleitoral_2014 maio
Ata da Comissão Eleitoral Local – Conselho Escolar – 2014
ATA DA COMISSÃO ELEITORAL LOCAL – direção – 2014
ATA DA MESA APURADORA – conselho escolar – 2014
ATA DA MESA APURADORA – direções – 2014
ATA DA MESA RECEPTORA – direções – 2014
Capa da CABINA DE VOTAÇÃO
Capa da URNA
CONVOCATÓRIA – conselhos – 2014
CONVOCATÓRIA – direções – 2014
MAPA DA MESA APURADORA
MAPA DA MESA RECEPTORA – conselhos – 2014
MAPA DA MESA RECEPTORA – direção – 2014

Grupo Jovem Semear lança campanha Escola do Abraço

O pré-lançamento da campanha foi realizado no Dia Internacional do Abraço, 22 de maio, no Grupo Jovem Semear – Made in Jesus, no Centro de Ensino Médio Elefante Branco – CEMEB.
O lançamento oficial será no dia 01 de junho, há 12 dias do início da Copa da Fifa 2014, como  o objetivo de fazer com que cada casa seja a “a casa do abraço”; cada escola, “a escola do abraço”; cada cidade, “a cidade do abraço”; cada país, “o país do abraço” e o planeta terra, “o planeta do abraço”, e ainda, Brasília, “a capital mundial do abraço” ; o Brasil, “o país do abraço” e a Copa da Fifa 2014, “a copa do abraço”.
Em http://nossogrupojovem.blogspot.com.br você assina a sua participação nesta campanha que acontecerá durante a Copa Fifa 2014 e, após a Copa, o Grupo Jovem Semear, propõe que a campanha “Abrace Mais, seja um estilo de vida.
O Grupo Jovem Semear – Made in Jesus, realiza trabalho nas Escolas há 21 anos, durante o intervalo das aulas, visando à valorização da vida, resgate da vida e a construção da paz.
Mais informações pelo fone: 8233-5177.
 

Em nota, Fórum Nacional de Educação ressalta importância da aprovação imediata do PNE

O Plano Nacional de Educação (PL 8035/2010) tramita há quase 4 anos no Congresso Nacional. No dia 21 de maio de 2014, o Presidente da Câmara dos Deputados, Deputado Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN) assumiu o compromisso, perante entidades que compõem  o FNE,  de votar  a matéria no plenário da Câmara dos Deputados no dia 28 de maio de 2014.
O Fórum Nacional de Educação considera imprescindível que o Plano Nacional de Educação (PNE) tenha sua tramitação concluída até 31 de maio de 2014.
O  novo PNE começou a ser debatido na  Conferência Nacional de Educação (CONAE/2010),  contando com ampla participação da sociedade. Em defesa das deliberações da CONAE/2010, o  FNE defende a apresentação de apenas dois destaques no processo de votação, que são:
1.   Exclusão do  parágrafo  5º  ao  art. 5º do PL 8.035/2010 (versão aprovada no Senado e na Comissão Especial da Câmara), a fim de  garantir, exclusivamente, o repasse de recursos públicos para a educação pública;
2.   Supressão da estratégia 7.36, que condiciona os investimentos escolares às notas do IDEB (Índice de Desenvolvimento  da Educação Básica) e orienta a política de bônus para os salários do magistério, comprometendo a valorização da carreira desses profissionais;
Fora  estes  destaques acima mencionados, o FNE solicita a aprovação do relatório deliberado pela Comissão Especial que atendeu razoavelmente  nossa  21ª Nota Pública.
A aprovação do PNE, neste primeiro semestre de 2014, é imprescindível para agilizar e orientar a elaboração dos planos estaduais, distrital e  municipais de educação, que devem ser aprovados pelos legislativos locais  em até um ano do início da vigência da lei do PNE.
Entidades presentes:
Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação (ANPEd);
Campanha Nacional pelo Direito à Educação;
Comissão Assessora de Diversidade para Assuntos relacionados aos Afrodescentes (Cadara);
Confederação Nacional das Associações de Pais e Alunos (Confenapa);
Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismos (CNC);
Confederação Nacional dos Estabelecimentos de Ensino (Confenen);
Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE);
Confederação Nacional dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino (Contee);
Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag);
Fórum dos Professores das Instituições Federais de Ensino (PROIFES);
Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (Setec/MEC);
Secretaria de Regulação e Supervisão da Educação Superior (Seres/MEC);
Secretaria Executiva Adjunta (Sea/MEC);
Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC);
União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (UBES);
União Nacional dos Conselhos Municipais de Educação (Uncme);
União Nacional dos Estudantes (Une).
(Da CUT)

Presidente da Câmara se compromete a votar nesta quarta-feira (28) o PNE

O presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), comprometeu-se, em reunião com representantes de movimentos sociais realizada na última semana em Brasília, a votar o Plano Nacional de Educação em plenário na quarta-feira (28). O documento, que tramita há três anos entre o Senado e a Câmara, traz 20 metas para melhorar os indicadores educacionais brasileiros nos próximos dez anos.
Duas medidas provisórias travam a votação do Plano Nacional de Educação no plenário da Câmara, última etapa antes de seguir para a sanção da presidenta Dilma Rousseff. A primeira delas é a MP 639/14, que permite ao Banco Central ceder à Companhia de Desenvolvimento Urbano da Região do Porto do Rio de Janeiro S.A. (Cdurp) dois imóveis localizados no bairro da Gamboa, na cidade do Rio de Janeiro, para a construção de um novo sistema viário na região.
Em seguida, será analisada a MP 640/14, que cria em caráter temporário 100 Funções Comissionadas de Grandes Eventos, para a Copa do Mundo e as Olimpíadas, e extingue, em caráter definitivo, mais de 564 Funções Comissionadas Técnicas.
A votação do Plano Nacional de Educação já foi adiada diversas vezes, tanto no plenário como na comissão especial que analisava a matéria, devido a pontos considerados polêmicos, como a adoção de mecanismos de bonificação de escolas e a inclusão de instituições privadas, filantrópicas e comunitárias no orçamento do setor, fechado em 10% do Produto Interno Bruto (PIB).
Além disso, o lobby de pastores-deputados, entre eles Marco Feliciano (PSC-SP), adiou a votação por duas vezes ao exigir a retirada da diretriz que propunha superar as desigualdades educacionais, “com ênfase na promoção da igualdade racial, regional, de gênero e de orientação sexual”. Os parlamentares consideravam que a medida podia incentivar a homossexualidade nas escolas.
O relator do Plano Nacional de Educação na Câmara, deputado Ângelo Vanhoni (PT-PR), acredita, no entanto, que já não haja mais nenhum ponto polêmico travando a apreciação do plenário. “Não tem nenhum ponto atrasando a votação, a não ser as MPs que trancam a pauta. Já temos acordo das principais lideranças e com o presidente da Casa para colocar em votação. Já existe essa intenção.”
Para o coordenador da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, Daniel Cara, o maior impasse para a votação do plano atualmente é a meta 20.10 do PNE, que obriga a elaboração de uma lei específica para garantir complementação de recursos da União para os estados, o Distrito Federal e os municípios que não conseguem atingir os valores do Custo Aluno-Qualidade. Atualmente, o repasse da União para educação é fixo, calculado em 18% do total arrecadado.
“O PMDB vinha trancando a pauta a pedido de setores do governo. Apesar disso, as bases do PT e as lideranças do partido na Casa querem votar o plano, com a proposta que aumenta o repasse da União”, diz. “Se esperarmos mais para votar já estaremos às vésperas da Copa e em um ano legislativo mais curto como este a votação pode acabar ficando só para 2015.”
O plano propõe, entre as metas, universalizar da educação infantil para crianças de quatro a cinco anos e ampliar a oferta de ensino em tempo integral para pelo menos 25% dos alunos da educação básica.
(Da Rede Brasil Atual)

Julgamento do acusado de matar o professor Carlos Mota é suspenso por 30 dias

O julgamento de Gilson Oliveira, acusado de matar o professor Carlos Mota, foi suspenso por 30 dias. Após este período, uma nova data será marcada.
Inicialmente marcado para a quarta-feira (28), o advogado do réu alegou que precisaria acompanhar a esposa em uma intervenção cirúrgica, justificativa que foi acatada pelo juiz no Fórum de Sobradinho.
O Sinpro irá comunicar a categoria quando a nova data for agendada.
 
Entenda o caso:
O crime aconteceu no dia 20 de junho de 2008. Gilson Oliveira traficava drogas no Centro de Ensino Fundamental do Lago Oeste (posteriormente renomeado para CEF Carlos Mota), e como foi impedido de vender entorpecentes no local pelo professor, resolveu matá-lo.
Carlos Lima do Nascimento, 22 anos, Benedito Alexandro do Nascimento, 20 anos, e Alessandro José de Sousa, 19 anos, que participaram do crime, já foram julgados e condenados por homicídio qualificado por motivo fútil. Carlos Lima e Benedito foram condenados a 18 anos, e Alessandro a 16 anos de prisão. Os três eram ex-alunos do professor.

CEF 507 de Samambaia sofre com a violência

A comunidade escolar está assustada. Já há algum tempo, são graves os problemas de segurança no CEF 507 de Samambaia.
As denúncias são de assaltos recorrentes no estacionamento da escola, tráfico de drogas, depredação dos veículos, das cercas e das câmeras de segurança.
Recentemente dois professores abandonaram a escola, por sofrerem ameaças e serem perseguidos. Um deles, inclusive foi assaltado nas imediações da instituição de ensino.
A insegurança é tanta que os denunciadores pediram para que seus nomes não fossem revelados, com medo de retaliações.
A escola já encaminhou vários ofícios ao GDF pedindo providências. Não há a presença do batalhão escolar por ali e até agora nada foi feito. Os professores pretendem parar caso o problema não seja resolvido pelo GDF.
A comunidade está se organizando para fazer uma passeata, chamando a atenção do poder público para esta questão tão delicada.
O Sinpro apoia estas iniciativas, para que a escola tenha plenas condições de conduzir seus trabalhos pedagógicos. Escola pública de qualidade precisa de segurança e tranquilidade para todos e todas que a frequentam.

CUT-DF realiza 14ª plenária estatuária entre quinta-feira (29) e sábado (31)

Começa na quinta-feira (29) e se encerra no sábado (31) a 14ª plenária estatuária da CUT-DF. O evento será realizado no Laguna Plaza Hotel, no Núcleo Bandeirante. A expectativa é de receber cerca de 400 delegados de todos os sindicatos filiados.
“Na plenária, fazemos um balanço do mandato da diretoria da CUT-DF (que se encerra em junho  de 2015), avaliando os nossos avanços e rediscutindo os planos de lutas, redefinindo nossas metais até o final do mandato”, afirma Rodrigo Rodrigues, secretário de formação da entidade.
A conjuntura política também será debatida, assim como serão eleitos os delegados que participarão da plenária nacional da CUT, entre os dias 28 de julho e 1 de agosto, em São Paulo.
Confira a programação completa:
Dia 29 de maio :
8h às 18h – Credenciamento dos delegados e delegadas
11h – Reunião das Secretarias de Políticas Sociais
14h às 14h30 – Abertura da Plenária das Mulheres
14h30 às 15h30 – Análise de Conjuntura Internacional e Nacional
Debatedora: Erika Kokay – Deputada Federal PT/DF e foi presidente da CUT Brasília
15h30 às 16h30 – Conjuntura Distrital
Debatedora: Rejante Pitanga – foi presidente da CUT Brasília
16h30 às 1730 – Os desafios da conjuntura para as mulheres trabalhadoras
Debatedora: Soninha Coelho – Militante da Marcha Mundial de Mulheres
17h30 – Debate e votação das resoluções
Mediadora: Maria da Graça Sousa – Secretária de Mulheres Trabalhadoras da CUT
18h30 – Encerramento
Dia 30 de maio :
8h às 13h – Credenciamento dos delegados e delegadas
14h às 16h – Credenciamento de suplentes
9h às 10h – Solenidade de Abertura
Mesa:
Rodrigo Britto – Presidente da CUT Brasília;
Jacy Afonso de Melo – Secretário Nacional de Organização e Política Sindical da CUT;
Rodrigo Rodrigues – Coordenador Adjunto da 14ª Plenária Estatutária;
Cleusa Maria Cassiano – Vice-Presidente da CUT Brasília;
Maria Isabel Caetano Reis – Secretária de Combate ao Racismo da CUT Brasília
10h às 10h30 – Discussão e aprovação do Regimento Interno
10h30 às 12h – Conjuntura Internacional, Nacional e Local
Conjuntura Internacional e Nacional
Debatedor: Antônio Lassance – Cientista Político e Pesquisador do Ipea , foi assessor de formação da CUT Brasília
Conjuntura Local
Debatedor: Jacques Pena – Bancário, foi presidente Banco Regional de Brasília, da Fundação Banco do Brasil e do Sindicato dos Bancários de Brasília
12h às 13h – Debate
13h às 14h – Almoço
14h às 15h – Projeto Político e Organizativo
Debatedor: Jacy Afonso de Melo – Secretário Nacional de Organização e Política Sindical da CUT
15h às 16h – Debate
16h às 16h15 – Intervalo do lanche
16h15 às 17h15 – Apresentação do Texto Base da Direção da CUT
Apresentador: Representante da CUT Nacional – (a confirmar)
17h15 às 18h – Apresentações dos Textos de Contribuição ao Debate do Caderno de Teses da CUT
Forças políticas que apresentarão texto nacional e que tenham representantes na diretoria executiva da CUT Brasília
18h – Debate
Dia 31 de maio:
9h às 12h – Debate Movimentos Sociais
12h30 às 14h – Almoço
14h às 15h30 – Plano de Lutas
15h30 às 15h45 – Intervalo do lanche
15h45 às 17h – Estatuto
17h às 17h30 – Homologação da atual diretoria da CUT Brasília
17h30 – Eleição dos delegados e delegadas à Plenária Estatutária Nacional, nos dias 28, 29, 30, 31 de julho e 1 de agosto, em São Paulo
18h – Encerramento

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