CEF 01 de Planaltina conquista prêmio em projeto voltado à diversidade

O Centro de Ensino Fundamental 01 de Planaltina foi premiada na 9ª edição do Prêmio Construindo a Igualdade de Gênero. O prêmio, realizado em 2013, tem por objetivo estimular e fortalecer a reflexão crítica e a pesquisa acerca das desigualdades existentes entre homens e mulheres no país. O Centrinho foi a única escola do DF a conquistar o prêmio pelo projeto “Diversidade na escola”.
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Estudantes reivindicam texto original para o PNE

Militantes da União Nacional dos Estudantes (UNE) reivindicam que 10% do PIB sejam destinados à educação pública, como previsto no texto original do Plano Nacional da Educação (PNE). A Comissão Especial da Câmara para o PNE manteve ontem (25), em sua última análise antes de ser votado no Plenário, as alterações do texto original feitas pelo Senado.
A presidenta da UNE, Virgínia Barros, afirmou, em reportagem realizada pela TVT, que “nós agora estamos na luta para que a Câmara dos Deputados possa retomar o texto original”. A estudante alega que o Senado determinou que 10% do PIB sejam destinados ao setor, mas não assegura exclusividade à educação pública.
O PNE passou por três comissões na Câmara, duas no Senado e quatro anos de debate públicos. A expectativa é que o trâmite seja votado antes do final de março no Plenário, para enfim passar por sanção presidencial. Virgínia afirma que “até a hora da assinatura da presidenta nós vamos pressionar para que o PNE assegure qualidade à educação pública”.
(Da Rede Brasil Atual)

Intensificada campanha de coleta de assinaturas pela Lei da Mídia Democrática

Representantes de sindicatos, centros de estudo e organizações populares da sociedade civil realizaram, nessa segunda-feira (24), na Rodoviária do Plano Piloto, coleta de assinatura da população para levar ao Congresso o projeto de lei da Mídia Democrática. Na atividade, os participantes dialogaram com os populares que esperavam nas filas de ônibus sobre o projeto de lei de iniciativa popular e sua importância para democratização dos meios de comunicação no país, atualmente monopolizados por poucos grupos empresariais.
“Nosso objetivo é realizar, na última sexta-feira de cada mês,  a coleta de assinaturas em locais de grande circulação em Brasília. Esta primeira atividade foi uma exceção por causa do recesso de Carnaval. Convidamos todos os sindicatos, integrantes de movimentos sociais, movimento estudantil e a sociedade civil a participar das atividades”, convoca o coordenador geral do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do DF, Jonas Valente. Ele lembra ainda que a coleta de assinaturas também deve ser feita nas próprias entidades e organizações sociais e sindicais. Para baixar a lista de assinaturas, clique aqui.
Luta
Para que o projeto de lei da Mídia Democrática entre em debate no Congresso Nacional, são necessárias 1 milhão e trezentas mil assinaturas. O texto do projeto regulamenta os artigos da Constituição Federal que versam sobre a comunicação. Com isso, seria mais fácil garantir, por exemplo, o fim dos oligopólios e os monopólios dos meios de comunicação.
Atualmente, menos de dez famílias concentram empresas de jornais, revistas, rádios, TVs e sites de comunicação no país, o que inviabiliza a garantia da diversidade de opiniões. Além disso, a lei que orienta o serviço de comunicação completou 50 anos e não atende ao objetivo de ampliar a liberdade de expressão, muito menos está em sintonia com os desafios atuais da convergência tecnológica.

A campanha

A Campanha “Para Expressar a Liberdade – Uma Nova Lei para Um Novo Tempo” é encabeçada pelo Fórum Nacional da Democratização da Mídia – FNDC, mas tem o apoio de setores diversos da sociedade civil, entre eles, da CUT. Ela é fruto de anos de luta da sociedade civil organizada para regulamentar a comunicação no Brasil. A campanha nasceu em 2012, resultante das propostas apresentadas na I Conferência Nacional da Comunicação (Confecom), realizada em 2009. Em 2013, recebeu centenas de novos apoios de entidades de vários setores.
Além da regulamentação da rádio e televisão, a campanha também atua junto a outras temáticas da comunicação, como, por exemplo, a implantação do Plano Nacional de Banda Larga, o Marco Civil da Internet, a Lei dos Direitos Autorais e Lei de Imprensa Democrática, dentre outros.
Acesse aqui o texto do projeto de lei da Mídia Democrática
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Fonte: CUT-DF

PNE: ativista defende respeito à diversidade nas escolas

O presidente da Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Travestis e Transexuais (ABGLT), Tony Reis, defendeu a manutenção do texto da Câmara para o Plano Nacional de Educação (PNE – PL 8035/10) – que prevê, em um dos artigos, que o ensino deve contemplar a diversidade de gênero – e a supressão de adendo do Senado que dá ênfase para “valores morais e éticos”. Ele lembrou que a maioria dos casos de violência dentro das escolas é causada por racismo, machismo ou homofobia.
Tony Reis participou de audiência pública, encerrada há pouco, da comissão especial que analisa o projeto do PNE.
O relator da proposta, deputado Angelo Vanhoni (PT-PR), afirmou que o País não pode conviver com a situação atual de desrespeito à diversidade nas escolas. “Não haverá democracia enquanto cada brasileiro não tiver educação que lhe garanta autonomia para sua vida”, comentou.
Vanhoni informou que seu relatório ainda não está pronto, mas reiterou que vai apresentá-lo após o Carnaval. Ele adiantou que vai manter os artigos femininos na referência a professores(as), por exemplo, e o artigo segundo do texto da Câmara que estabelece o respeito à diversidade de gênero na educação. “Quem quiser mudar terá a votação em Plenário para fazê-lo”, ressaltou o relator.
Com relação à meta de investimento de 10% do PIB em educação,  Vanhoni disse que ainda vai dialogar com outros deputados para decidir se o índice englobará apenas o ensino público.
(Da Agência Câmara)

Número de matrículas em creches cresce 72% em seis anos no país

Nos últimos seis anos, o número de matrículas em creches cresceu 72% no país, de acordo com dados Censo da Educação Básica, divulgados nesta terça-feira (25/2). Em 2013, o Ministério da Educação registrou 2.730.119 matrículas nessa modalidade de ensino, que atende crianças de 0 a 3 anos de idade.
No entanto, ainda estão em fase de preparação mais de 3,2 mil creches em todo o país para atender a demanda da população. Outras 1.415 estão concluídas e 2.313, em obras. No total, o governo pretende ter mais de 6,9 mil mil com contratos firmados até o fim do ano. A educação infantil é uma das metas prioritárias do governo, mas a oferta de vagas nas creches é de responsabilidade dos municípios. O MEC apenas acompanha as obras e repassa a verba.
Outro eixo que tem prioridade no governo, a educação em tempo integral, também mostrou aumento no múmero de matrículas. O crescimento foi de 45,2% entre 2012 e 2013, segundo ministério. Em 2013, mais de 3,1 milhões de matrículas foram registradas nessa modalidade. Três anos antes, esse número era de 1,3 milhão.
Houve redução, no entanto, no total de matrículas. De acordo com o Censo , foram 53.028.928 em 2007 contra 50.042.448 em 2013. Na comparação com a edição anterior do levantamento, também houve queda. A redução mais expressiva ocorreu nos anos iniciais e finais do ensino regular, que conta com mais de 29 milhões de matrículas.
Segundo o ministro da Educação, Henrique Paim, a diminuição no número de matrículas se deve à redução da população e a uma melhoria do fluxo, ou seja, da aprovação dos estudantes.
A maior parte das matrículas, 82,6%, está na rede pública de ensino – 0,6% nas escolas federais, 36% nas estaduais e 46% nas municipais – e 17%, na rede particular.
Henrique Paim afirmou que não faltam vagas no ensino para a população de 6 a 14 anos. “No ensino fundamental, temos, hoje, um atendimento na educação em termos universalizado, temos 98% dos estudantes de 6 a 14 anos atendidos. Temos que trabalhar fortemente na educação infantil na creche, na pré-escola e no ensino médio para melhorar esse atendimento”, disse.
 
(Com informações do Correio Braziliense)

Sindicatos defendem texto da Câmara para PNE

O presidente da Federação dos Sindicatos de Professores de Instituições Federais de Ensino Superior (Proifes), Eduardo Rolim, defendeu há pouco a manutenção do texto da Câmara e a rejeição integral das alterações do Senado à proposta do Plano Nacional de Educação (PNE – PL 8035/10).
O ponto que precisa ser mantido, segundo ele, é a destinação de 10% do PIB para a educação pública – o texto aprovado pelos senadores não garante a aplicação das verbas exclusivamente no ensino público. O sindicalista participa de audiência pública da comissão especial que analisa o projeto.
Rolim acrescentou que definição do custo aluno/qualidade deve ser garantido pela União para que haja um desenvolvimento homogêneo em todo o País. Na avaliação do dirigente, a expansão de 40% do ensino superior e do ensino técnico – outra meta do PNE – deve ocorrer nas instituições públicas.
O secretario-executivo do MEC, Luiz Cláudio Costa, afirmou que o PNE vai nortear as ações da pasta. Ele destacou que há um consenso de que as metas não são fáceis de serem cumpridas, mas se mostrou otimista porque a proposta foi fruto de muita discussão com a sociedade e bem trabalhada por deputados e senadores.
(Da Agência Câmara)

Check-up da educação básica reflete gargalo no 1º ano do ensino médio

O governo federal comemorou nesta terça-feira a tendência de adequação do fluxo dos alunos do ensino fundamental, a partir da política que evita a repetência de alunos. A mudança do ensino fundamental para o médio, no entanto, mostra uma tendência de abandono escolar.
O Censo da Educação Básica 2013 aponta uma redução de matrículas no ensino fundamental, dado que é considerado bom pelo Ministério da Educação (MEC), pelo fato de haver menos repetência nesta fase do ensino. “É considerada uma queda boa porque temos de um lado um movimento demográfico e ao mesmo tempo temos uma melhor desempenho do aluno e uma menor retenção no sistema”, explicou o ministro da Educação, Henrique Paim.
Em 2013, foram identificadas 13,3 milhões de matrículas nos anos finais do ensino fundamental, que compreendem do 5º ao 9º ano. Em 2007, por exemplo, o número de matrículas era de 14,3 milhões. Se a adequação ao fluxo sugere uma elevação no ingresso ao ensino médio, os gráficos do censo não parecem refletir o cenário. De 2007 a 2013, o número de matrículas ficou praticamente estável, passando de 8,369 milhões para 8,312 milhões.
O presidente do Instituto Nacional de Pesquisas Educacionais (Inep), Francisco Soares, explica que a diferença nos números não implica necessariamente evasão. Parte dos alunos se matriculam na educação de jovens e adultos (EJA) ou no ensino profissionalizante. No entanto, ele reconhece que o primeiro ano do ensino médio ainda é um desafio na educação por, entre outros motivos, o número elevado de repetência, que tende a desmotivar os alunos a continuarem sua formação escolar.
“O ensino médio é um problema histórico que está mudando. As taxas de aprovação no ensino médio, principalmente no primeiro ano, estão em torno de 70%. Esse é o gargalo”, afirmou Soares.
Aumenta oferta de ensino integral
A exemplo do ensino fundamental, a educação básica como um todo aponta tendência de queda no número de matrículas, motivadas mais uma vez pela redução demográfica brasileira associada a menor repetência. Mesmo assim, o universo de alunos da pré-escola ao terceiro ano do ensino médio – incluindo ensino técnico profissionalizante – chega a 50 milhões. O total de matrículas é maior do que a população de Argentina, Paraguai e Uruguai juntos.
O governo destacou que de 2010 a 2013, cresceu em 139% o número de matrículas em educação integral no ensino fundamental. Com turno mínimo de sete horas-aula, essa modalidade de ensino ganhou as graças da presidente Dilma Rousseff, que afirma que é característica de países desenvolvidos educação ofertada por mais horas.
Atualmente, o número de estudantes matriculados nesse tipo de escola chega a 3,1 milhões.  O turno complementar é destinado a oferecer mais tempo de ensino em disciplinas fundamentais, como Língua Portuguesa, Matemática e Ciências, mas parte do tempo é destinado ainda a atividades extracurriculares, como atividades culturais e esportivas.
 
Fonte: Terra/Educação

Outras Pautas debate a influência da mídia na política e no mundo

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A terceira edição do Outras Pautas vai debater a conjuntura política no Brasil, abordando um pouco sobre a influência da mídia na política e no mundo. O evento será realizado no dia 18 de março, às 19h30, no Teatro da Escola Parque 308 Sul, e terá como convidado o jornalista Luís Nassif. A entrada é franca!
Entre os temas em pauta estarão a reforma politica, a democratização da mídia, as eleições 2014 e os ataques a países da América Latina. O Outras Pautas é idealizado e realizado pelo Sinpro com o objetivo de ampliar o debate com a categoria e com a sociedade sobre temas relevantes para o avanço da democracia.
Compareça! Você é nosso convidado!

Alunos da Escola Classe 42 de Taguatinga lançam nesta terça-feira livro de suspense

Alunos da Escola Classe 42 de Taguatinga realizarão nesta terça-feira (25), o sonho de se tornarem pequenos escritores, com o lançamento do livro E agora?, às 19h, no JK Shopping. A obra, escrita por 27 estudantes do 5º ano, representa um estímulo à produção escrita, ao desempenho escolar e marcará a vida dos pequenos.
“Antes das aulas do projeto, eu era péssimo para ler e escrever. Lia no máximo dois livros finos por ano, e agora, depois que aprendi a gostar disso, tenho até coleção e passei a ler com mais frequência. Tudo melhorou, até a minha letra”, brincou o estudante Rayner Ricardo Valeriano, 11 anos.
O projeto que proporcionou a mudança no ensino de Rayner e de vários outros estudantes foi idealizado, em 2012, pela professora Elci Soares de Brito. Diante do baixo rendimento dos alunos, a docente passou a estimular a leitura e valendo-se da máxima de que “quem lê muito escreve bem” induziu os alunos a produzirem conteúdo.
Inicialmente, conforme lembra a educadora, foi um choque de realidade, já que não havia muito interesse por parte dos estudantes. Porém, com persistência foi possível despertar o gosto das crianças pela leitura e pela escrita.
“Todos os dias, após o recreio, estimulávamos os alunos a ler. Em 2012, produzimos o primeiro livro e vimos que eles tinham medo de escrever e também de errar. Nós fomos trabalhando aos poucos até que eles passaram a se interessar, e hoje leem autores famosos, como Fernando Sabino”, explicou a professora.
O livro possui 13 contos e 83 páginas que contam histórias fictícias ou verídicas que ocorreram no dia a dia dos estudantes e têm um tom de suspense, de expectativa. Os textos começaram a ser escritos no primeiro bimestre de 2013, e agora, após um ano de correções, estudos e contextualizações, serão conhecidos do público.
“Nesse projeto, o aluno não aprende só a ler. Eles são induzidos a desenvolver outras habilidades. Até mesmo a matemática é trabalhada por causa da lógica e da compreensão, e com isso mostramos que a escrita não é apenas para algumas pessoas que têm o dom, mas para todos”, acrescentou a educadora.
A receptividade do projeto que transformou os alunos em escritores impactou diretamente o desempenho escolar e incentivou os pequenos a buscarem sempre mais. Esse foi o caso da estudante Luciana de Jesus dos Santos, 11 anos, que afirmou ter aumentado consideravelmente a frequência de leitura.
“Apesar de ser muito estudiosa eu quase não lia. Eram de dois a três livros por ano, no máximo. Agora, sempre que meus pais podem, peço para comprar um. Isso mudou meu vocabulário, a letra, a pontuação e principalmente o desempenho escolar”, frisou a estudante.
Tanto este livro quanto a versão de 2012 foram impressos gratuitamente, por uma gráfica que se sensibilizou com o projeto pedagógico. Esta edição, no entanto, será comercializada a preço simbólico de R$ 5.
 
Serviço:
Lançamento do livro E agora?
Data: 25 de fevereiro
Horário: 19h30
Local: JK Shopping, Avenida Hélio Prates, Taguatinga Norte
– Doações de livros para a escola podem ser agendadas pelo telefone 3901-3737
 
Créditos da foto: Hmenon Oliveira / Agência Brasília
(Com informações da Agência Brasília)

DF terá guia escolar sobre exploração sexual de crianças e adolescentes

A Secretaria da Criança (Secriança), em parceria com a Secretaria da Educação, lança nesta quarta-feira (26), às 14 horas, em Brazlândia, o projeto “Guia Escolar do DF: Identificação de Sinais de Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes”.
O guia tem informações que ajudam a identificar os sinais de violência sexual, além de orientar como proceder no caso de suspeita de algum caso. “Os professores, que acompanham o dia a dia das crianças e adolescentes, ao observarem mudanças de comportamento, como oscilações de humor, ansiedade, curiosidade sexual excessiva e estado de timidez e extroversão, devem acionar a rede de proteção, como os conselhos tutelares, a polícia, o Disque 100, ou o CRCA (Centro de Referência da Criança e do Adolescente)”, ressaltou a secretária da criança, Rejane Pitanga.
Além do guia, a comunidade escolar será capacitada, por meio de cursos coordenados pela Secriança. Os workshops ainda estão sendo formatados e serão realizados durante todo o ano.
Segundo dados do Centro de Referência da Criança e do Adolescente, no primeiro quadrimestre de 2013, o Distrito Federal registrou cerca de 300 denúncias de violência sexual contra crianças e adolescentes. Entre os tipos de violência relatados, em primeiro lugar está a negligência (72%), depois violência psicológica (48%), violência física (39%) e violência sexual (23%). O levantamento mostra, ainda, um aumento no número de denúncias, no período entre 2012 e 2013, de 29,73% no Distrito Federal.
Serviço:
Lançamento do Guia Escolar
Dia: 26/2/2014 (quarta-feira)
Horário: 14 horas
Local: Auditório do Centro Educacional nº 01 de Brazlândia (endereço: Aer 2, s/n, Setor Sul).
(Com informações da Agência Brasília)

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