Popular entre crianças, Minecraft é usado como ferramenta pedagógica nas escolas
Jornalista: sindicato
Enquanto alguns pais ainda temem pelo uso de games pelos filhos. Uma série de pesquisas veem desmonstrando que eles podem, sim, ajudar no aprendizado das crianças. Febre entre os mais jovens, o Minecraft – ou o Lego digital – é um dos mais populares jogos do momento. Utilizado de forma compulsiva por muitas crianças, várias escolas ao redor do globo estão vendo nele uma possibilidade real de trabalhar uma série de competências que se alinham à propostas curriculares das instituições.
Nesse game de gráficos simples e jogabilidade intuitiva, o jogador tem a chance de explorar o mundo completamente feito de blocos. No game, o usuário cria a própria aventura, quebrando, criando e construindo estruturas para se proteger contra monstros ou zumbies. Também é possível, com os blocos, construir réplicas de importantes monumentos, como a Torre Eiffel, por exemplo.
Todas essas possibilidades fizeram com que uma escola em Estolcomo trabalhasse com o game com estudantes do ensino fundamental. “[Com o jogo] eles aprendem sobre planejamento urbano, questões ambientais e até como planejar o futuro”, afirmou ao Times, a professora Monica Ekman. A possibilidade de explorar o game com outros jogadores de forma on-line é outra vantagem destacada por uma professora dinamarquesa. Segundo ela, enquanto os alunos se divertem em grupo, é possível praticar o inglês durante o jogo.
Lançado no final de 2011, o Minecraft está disponível em smartphones, computadores e pelo console Xbox. Existe uma versão demo gratuita e uma paga. Para jogá-lo, no entanto, é preciso fazer um cadastro prévio. Com informações doThe New York Times
POR SABINE
Sem médicos em áreas remotas do país, o governo federal decidiu chamar profissionais de saúde estrangeiros para ocupar vagas ociosas. A iniciativa tem causado rebuliço. Apesar de controversa, é uma tentativa do governo de ampliar o acesso à saúde em áreas remotas.
Muito bem. Mas e o acesso à educação nas mesmas áreas remotas?
Estive esses dias em uma dessas regiões, que fica na floresta amazônica profunda, no Amazonas, caminho do Acre.
Para chegar lá, viajei até Manaus, depois peguei um aviãozinho por quase três horas sobrevoando a floresta amazônica e, depois, mais cinco horas de “voadeira” (lancha) rio Juruá acima.
Lá, existem cerca de 1.300 alunos na área rural. São extrativistas que vivem no coração da floresta amazônica colhendo castanha e açaí, por exemplo.
Quem quer dar aula lá?
“Temos muita dificuldade para conseguir professores. Já teve caso de escola que ficou sete anos sem um único professor”, conta Leinice da Silva Barroso, secretária de educação do município de Carauari, no Amazonas, responsável pela região. Ela estava comigo vistando a região.
Quem topa dar aula nas áreas remotas, em geral, tem pouca formação. Por exemplo, tem apenas ensino médio. E nenhum incentivo.
Para piorar o cenário já caótico, não há escolas em todas as comunidades. Isso porque a população rural vive espalhada pelo rio Juruá em grupos pequenos, o que inviabiliza a existência de uma escola por comunidade.
Resultado? Alguns alunos precisam viajar horas de barco para chegar à escola mais próxima.
Saí de lá pensando em soluções para melhorar a educação nas muitas áreas remotas do país. “Mais professores” para áreas remotas? Com informações da Folha de S. Paulo
A pressão das entidades dedicadas às crianças e jovens com deficiência surtiu efeito: o Ministério da Educação (MEC) anunciou que vai propor uma nova redação para a Meta 4 do Plano Nacional de Educação (PNE). As entidades afirmam que, dependendo do texto a ser aprovado, há o risco de que se acabe com o acompanhamento diferenciado oferecido em escolas públicas para alunos com deficiência.
O MEC também informou que a Meta 4 não vai mais definir data para o fim dos repasses do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) às instituições que oferecem ensino especial, como é o caso da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae). A previsão era de que os repasses fossem encerrados a partir de 2017, o que gerou protestos.
O anúncio de uma nova redação para a Meta 4 foi feito pela secretária de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão do MEC, Macaé Maria dos Santos, durante audiência na segunda-feira (16/09) na Comissão de Direitos Humanos (CDH). O PNE tramita na Casa sob a forma de um projeto de lei, o PLC 103/2012, e a controvérsia vem atrasando a aprovação dele.
Apesar das concessões que anunciou, Macaé fez um alerta: disse que, na visão do governo, as instituições privadas filantrópicas e comunitárias “precisam ir se preparando para assumir o atendimento educacional especializado [destinado aos alunos com deficiência]”. Contraturno
Um dos críticos à proposta que poderia dar exclusividade à rede pública no atendimento especial foi Wellington Dias (PT-PI), que é pai de uma adolescente autista. O senador disse que muitos estudantes com deficiência não conseguem adaptar-se às escolas regulares, seja pelas próprias dificuldades ou porque as escolas não estão preparadas para recebê-los.
“Elas podem, inclusive, ficar traumatizadas com a experiência. É comum. Os pais de crianças com deficiência sabem como é esse drama, que eu vivenciei com minha esposa”, disse.
Wellington afirmou que, com a redação dada à Meta 4 pela CAE (que ainda não incorporou a nova proposta do MEC), “o que fica para o ensino especializado [direcionado aos alunos com deficiência] é o chamado contraturno; é como se o estudante fosse obrigado a estudar em uma escola regular para ter direito à escola especializada, o que é inaceitável”.
“Como já disse ao ministro [da Educação], sou o líder do partido da presidente aqui no Senado, mas tenho divergências quanto a esse assunto”, frisou Wellington. Inclusão
Lurdinha Danezy, coordenadora-geral do Fórum Permanente de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência do DF e Entorno (Faped), utilizou argumentos semelhantes aos de Wellington ao defender as escolas especiais. Mãe de um adolescente com síndrome de Down, ela lembrou que há vários tipos de deficiência (que vão da surdez e cegueira, por exemplo, a problemas que prejudicam o desenvolvimento mental) e em variados graus. Para ela, “com o modelo de escola regular atual, as escolas especiais precisam existir, porque as pessoas com deficiências muito severas precisam desse ensino diferenciado”.
“Se acabarmos com as escolas especiais, estaremos condenando muitas pessoas com deficiência a passar o resto de suas vidas dentro de casa. Estaremos excluindo-as do convívio social”, ressaltou, acrescentando que “a escola é o ambiente ideal para o desenvolvimento cognitivo e profissional”.
O PNE está para ser votado na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania do Senado (CCJ).
(SENADO, 17/09/13)
“Fui passando, passando, passando e cheguei na quinta série sem saber ler nem escrever. Daí minha mãe me colocou na primeira série de novo, quando eu tinha 11 anos.” Essa é a trajetória da Tia Edna, que, mesmo sem abandonar os estudos ou ser reprovada, concluiu o ensino médio apenas aos 22 anos. Hoje, com 39, ela se dedica a dar aulas de reforço para crianças na periferia de São Paulo, a maioria não alfabetizada.
O problema vivido por Tia Edna persiste. A sociedade brasileira ainda não solucionou a desigualdade que afeta, particularmente, territórios vulneráveis como as periferias urbanas e as zonas rurais. É preciso reconhecer as desigualdades que marcam o acesso à língua escrita e às práticas de letramento no Brasil.
Apenas 1 em cada 4 brasileiros domina plenamente as habilidades de leitura, escrita e matemática. Da população de 15 a 64 anos, 27% é analfabeta funcional –a proporção de analfabetos funcionais na área rural é de 44% e de 24% nas áreas urbanas. Um em cada 4 brasileiros que cursaram até o ensino fundamental 2 tem nível rudimentar de alfabetismo e somente 35% dos brasileiros com ensino médio completo podem ser considerados plenamente alfabetizados (Indicador de Alfabetismo Funcional 2011/2012).
O conceito de letramento é uma evolução do termo alfabetização. Busca responder à complexidade das demandas de conhecimento atuais, incluindo as novas mídias e linguagens. Letramento designa as diferentes práticas de leitura e escrita nos diversos domínios da vida social como o trabalho, a família e a escola.
Mesmo considerando a história de superação de tantas Tias Edna, os alunos das escolas públicas não deveriam precisar de aulas de reforço particulares. A escola é a instituição que trabalha intencionalmente o ensino da leitura e escrita. É, portanto, sua responsabilidade garantir o letramento da população, para que o indivíduo usufrua das oportunidades da sociedade contemporânea. Para isso, é necessário fortalecer o papel do professor, peça-chave para assegurar o letramento do aluno, investindo em sua formação continuada.
Mais que condição “sine qua non” para que as crianças dominem os demais aprendizados e competências e avancem na escolarização, o letramento é um direito humano. Condição que potencializa o exercício da cidadania, contribui para a formação individual e a autonomia.
A sociedade globalizada demanda cidadãos que pensem globalmente e atuem localmente. Cidadãos capazes de fazer uma leitura de mundo e contribuir para a sustentabilidade do planeta.
A escola tem que ser eficaz em seu papel fundamental de garantir o direito ao letramento, estimulando o acesso às novas práticas originadas pela cultura digital. Só assim conseguiremos avançar na construção da nação que desejamos neste século 21 –uma sociedade que, além de economicamente desenvolvida, seja socialmente justa e sustentável.
Em tempo: Tia Edna é o nome fictício de uma entrevistada na pesquisa Educação em Territórios de Alta Vulnerabilidade Social na Metrópole, coordenada pelo Cenpec, em 2012.
MARIA ALICE SETUBAL, doutora em psicologia da educação pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, é presidente dos conselhos do Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária (Cenpec) e da Fundação Tide Setubal
Os artigos publicados com assinatura não traduzem a opinião do jornal. Sua publicação obedece ao propósito de estimular o debate dos problemas brasileiros e mundiais e de refletir as diversas tendências do pensamento contemporâneo. debates@uol.com.br Com informações da Folha.com
Aula de teatro ajuda a desenvolver a concentração da criança
Jornalista: sindicato
Você já pensou no teatro como atividade extracurricular para o seu filho? Para a psicóloga Maria Fernanda Zamarian, do setor de gerenciamento de estresse e qualidade de vida da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), a atividade é um importante recurso pedagógico para o crescimento e desenvolvimento das crianças. “A expressão artística propicia o desenvolvimento psíquico. Quando esse e o desenvolvimento físico esperado entram em equilíbrio, chamamos de qualidade de vida”, afirma Maria Fernanda.
Há 35 anos à frente da Escola Superior de Artes Célia Helena, que leva o nome de sua mãe (1936-1997), a atriz Lígia Cortez, filha do também ator Raul Cortez (1932-2006), também defende o teatro como meio de desenvolvimento da criança. “Testemunho o avanço infantil no teatro há anos, inclusive porque levo em consideração a minha experiência. É uma arte coletiva, que faz com que a criança trabalhe e crie com o outro. Agrega uma experiência de vida muito importante e trabalha a concentração, a observação, a percepção e a sensibilidade”, afirmou ela, que é a favor da inclusão do teatro na grade curricular escolar.
Com cerca de 150 crianças, a Casa do Teatro, que faz parte da Escola Superior de Artes Célia Helena, oferece um curso livre, dividido por faixa etária. Nele, os alunos praticam teatro por meio de outras linguagens artísticas como música, circo, artes plásticas e dança.
Para crianças tímidas, a atuação pode ajudar a acabar com o medo de se expressar, mas é preciso que haja identificação com a modalidade, como com qualquer outra atividade extracurricular que venham a fazer. “Normalmente, funciona para os tímidos. Tenho alunos que, na primeira apresentação, quase não falavam e foram melhorando. Cada criança tem seu tempo e ritmo”, diz Ariane Moulin, que trabalha no Teatro Escola Macunaíma, em São Paulo, e é professora de teatro infantil há oito anos.
Com apresentações de projeto a cada final de semestre, os alunos de Ariane não são separados por idade. A mistura acontece, justamente, para que haja troca de experiências entre os mais velhos e os mais novos. “Todo mundo aprende com todo mundo. Os pequenos ainda têm aquela coisa da fantasia e contagiam os maiores, que, por sua vez, ajudam nas dificuldades com as regras e disciplina.”
Teatro e autismo
Fazer aula de teatro pode funcionar como forma de tratamento para crianças diagnosticadas com autismo, de acordo com Carla Gikovate, neurologista infantil e mestre em psicologia do desenvolvimento. O autismo é um transtorno global do desenvolvimento identificado por três características principais: dificuldade de interação social, problema de domínio da linguagem e comportamento padrão de repetição. “A partir dos seis, sete anos, o teatro é um bom treinamento de habilidade social. Com ele, o autista vai conseguir identificar e ler situações sociais para saber o que é adequado fazer em certo momento. Decorar cenas e ensaiá-las, por exemplo, vai ajudá-lo a não repetir tantas vezes a mesma coisa e dar sequência a uma tarefa. Tenho encaminhado muitos pacientes para fazerem aula. Ajuda muito”, declara.
Para Carla, é importante que, no caso de crianças com autismo, o professor de teatro trabalhe em conjunto com um profissional da área de psicologia, caso da parceria entre Manuela Borges, psicoterapeuta cognitivo comportamental, e Caio Ruas Miranda, professor de teatro. “Não trabalho com instrumentos formais de avaliação de desempenho. Sei que meus pacientes avançaram por causa de relatos verbais dos pais sobre a melhora de algumas capacidades sociais, como ter reação a um pedido, fazer comentários sobre os assuntos e iniciar uma conversa contínua, por exemplo”, diz Manuela para quem os maiores estimulantes no tratamento do autismo são os exercícios dinâmicos e com contato físico do teatro. “O teatro trabalha as emoções e a empatia. Fazer um papel em uma peça e servir de plateia para outras permitem ao autista experimentar situações sociais, refazê-las de diferentes formas para depois ver os resultados e dá a oportunidade de estar no lugar do outro”, afirma a psicoterapeuta. Com informações do UOL
Abertas as inscrições para o Encontro sobre Aprendizagem Lúdica e suas Interfaces
Jornalista: sindicato
O Grupo de Estudos e Pesquisas sobre Aprendizagem Lúdica (Gepal) realiza, de 29 de novembro a 01 de dezembro de 2013, na Faculdade de Educação da Universidade de Brasília (UnB), o Encontro sobre Aprendizagem Lúdica e suas Interfaces. As inscrições podem ser feitas gratuitamente pelo no site bit.ly/encontrogepal2013, de 1º de setembro a 25 de novembro.
O evento, que tem o objetivo de discutir, divulgar e trocar experiências na temática de aprendizagem relacionada ao lúdico oferecerá uma programação diversificada, com o debate de temas importantes, enfatizando as teorias, estratégias e experiências lúdicas. Planejam-se atividades como: mesas-redondas, oficinas, apresentação de trabalhos, lançamento de livros e outras.
São esperadas aproximadamente 200 pessoas, entre professores; gestores da área de educação; estudantes de diversos níveis de ensino nas distintas áreas do saber; representantes de organizações da sociedade civil e demais interessados que trabalham com o tema. Clique aqui e confira o convite do evento.
O acampamento organizado pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) permanece montado em frente ao Senado, e de 17 a 19 de setembro Distrito Federal, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul estarão responsáveis pelo acampamento.
O alojamento está instalado no local desde 30 de agosto, data em que a Confederação realizou um ato público com mais de 300 trabalhadores e trabalhadoras em Educação de todo o Brasil.
A entidade cobra do Congresso Nacional e dos senadores que o Plano Nacional de Educação (PNE) seja votado de acordo com o relatório que foi aprovado na Câmara dos Deputados (que deixa claro que 10% do PIB precisam ser investidos na educação pública).
Há uma previsão que o PNE seja votado no Senado dia 18 de setembro, por isto é importante que todos os professores e professoras compareçam ao acampamento para reforçar a luta. Professores (as) e escolas interessados nas atividades devem entrar em contato com o Sinpro/DF pelo telefone 3343-4236, ou falar com o diretor do sindicato que visita a sua escola.
Com o mesmo contato é possível fazer o agendamento de ônibus, caso necessário. Além disso, o Sinpro/DF pede aos professores (as) que participem das ações do acampamento durante os horários de folgas e coordenação.
A Comissão de Negociações do Sinpro-DF voltou a se reunir na tarde dessa quinta-feira(12), com o Governo do Distrito Federal(GDF) para discutir reivindicações da categoria, como a correção da tabela salarial dos aposentados(as) proporcionalmente, a elaboração da minuta para a Portaria que regulamenta o Plano de Carreira.
Sobre a correção das distorções na tabela salarial dos professores (as) aposentados (as) proporcionalmente, o GDF se comprometeu em formalizar a proposta apresentada na negociação anterior na próxima terça-feira(17). O Sinpro reivindicou que a proposta contemple a perspectiva de reajuste mínimo de 23,74% .
Está previsto também para o dia 17 de setembro a entrega da minuta para a Portaria que regulamenta o Plano de Carreira da categoria. Em seguida, o Sinpro analisa a minuta. No dia 27 de setembro, momento em que haverá novas negociações, o sindicato espera que seja concluída a Portaria de regulamentação.
Durante a reunião foi discutido ainda a situação dos alunos da Estrutural, que desde 2011 foram transferidos para outras unidades escolares, devido a problemas identificados no terreno que foi construído a escola. O GDF informou que no prazo de 40 dias irá realocar esses estudantes das séries iniciais para um espaço no Setor de Indústria Gráfica (SIA).
O sindicato ressalta ainda que essa reivindicação da comunidade escolar de instalar essas crianças na cidade em que reside (Estrutural) ou em um local mais próximo de suas residências é muito antiga, por isso, a necessidade de uma solução ágil para o problema.
Obras dos principais pensadores da educação em um só clique
Jornalista: sindicato
O Ministério da Educação disponibiliza gratuitamente uma excelente biblioteca virtual, contendo obras dos principais pensadores da educação brasileira e mundial. Para pesquisas, estudos ou lazer, as Obras de Domínio Público podem ser baixadas neste link: clique aqui.
Entre as obras mais acessadas pelos interessados estão: Jean Piajet, por Alberto Munari, com quase 30 mil acessos; Alceu Amoroso Lima, por Carlos Roberto Jamil Cury; Lev Semionovich Vygotsky, por Ivan Ivic;Manifesto dos pioneiros da Eduacação Nova (1932 e dos Educadores, por Fernando Azevedo, e (como não poderia faltar)Paulo Freire, por Louis Raillon. Todas estas obras tiveram mais de 20 mil acessos.
Ao todo, a Biblioteca Digital dispõe de 62 títulos, referentes aos principais pensadores da educação no País e no mundo.