Sinpro convoca professoras/res aposentadas/os para reunião

Para lutar por seus direitos, o Sinpro-DF convoca as professoras e professores aposentadas/os que não foram contemplados com a reestruturação do Plano de Carreira para uma reunião, nesta terça-feira (30), na sede do sindicato. Já que as negociações com o GDF não estão avançando, vamos defender e exigir o direito deste grupo com a força de toda a categoria.

Todos nas ruas no dia 6 contra PL4330

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A CUT organiza uma mobilização geral contra o Projeto de Lei 4330 que regulamenta a terceirização. O PL de autoria do deputado federal Sandro Mabel (PMDB-GO), que já recebeu parecer favorável do relator do texto na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJC), Arthur Maia (PMDB-BA), traz imensos retrocessos. Diretores da CUT salientam sobre a importância da participação da classe trabalhadora nas manifestações do dia 6 de agosto em todo o País.
“Temos de nos preparar, por isso, convocamos os trabalhadores a mostrarem a capacidade de mobilização no próximo dia 6, diante das sedes patronais de todo o País. Esses atos serão fundamentais para fazer com que empresários, governos e parlamentares ouçam nossa voz”, diz Sérgio Nobre, secretário-geral da Central Única dos Trabalhadores.
A secretária de Relações do Trabalho, Maria das Graças Costa, também mostrou insatisfação diante da postura dos empregadores. “Os empresários não estão aceitando propostas e não estão dispostos a uma regulamentação que não precarize. Não vamos abrir mão dos pontos que devem ser regulamentados, da isonomia de direitos, da responsabilidade solidária, da garantia de representação sindical e do direito à informação prévia em caso de terceirização. Se os parlamentares traírem a classe trabalhadora, vamos às bases deles para mostrar o que estão fazendo no Congresso”, alertou.
Negociações
A CUT e as demais centrais sindicais se reuniram na tarde da segunda-feira (29), no Ministério do Trabalho, com governo federal, empresários e parlamentares em mais uma rodada de negociação sobre o PL que regulamenta a terceirização.
Entre os ataques à classe trabalhadora estão a permissão para a terceirização sem limites, inclusive na atividade essencial da empresa, a legitimação da desigualdade de direitos entre contratados direitos e terceirizados e o enfraquecimento da responsabilidade solidária, aquele em que a empresa principal arca com as dívidas trabalhistas não pagas pelas terceirizada.
Sérgio Nobre abriu o encontro criticando o retorno à pauta no Senado de outro projeto que também trata do trabalho terceirizado. No dia 17 de julho, o senador Armando Monteiro (PTB-PE), ex-presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), apresentou na Comissão de Constituição e Justiça da Casa um substitutivo ao PLS 87/10, na mesma linha do PL 4330.
Discussão à mesa
Nobre destacou que qualquer discussão sobre o tema deve ocorrer na mesa quadripartite. “Isso trouxe um enorme desconforto para a bancada dos trabalhadores. Precisamos estabelecer o campo em que iremos resolver o debate sobre a terceirização e, para nós, é a mesa de negociação”, disse.
Após comparar uma manifestação que a CUT promovia às portas do Ministério com a decisão do senador Monteiro, qualificando ambas como lutas em lados opostos, Arthur Maia classificou a ação do ex-dirigente da CNI como uma posição individual e inferior a da mesa de negociação. Disse ainda que conversou com o representante patronal e esse, por sua vez, teria afirmado desconhecer a mesa de negociação, além de ter assumido o compromisso de impedir a tramitação do PLS 87.
Sérgio Nobre afirmou também que a Central não desistirá do diálogo. Porém, ressaltou que avanços dependem do interesse dos empresários em discutir abertamente.

Cuba comemora 60 anos do início da Revolução de Fidel

O 60º Aniversário do Assalto ao Quartel Moncada, o início da Revolução Cubana, liderada por Fidel Castro, será celebrado em ato público, nesta quarta-feira (24), às 18h30, na sede da Fundação João Mangabeira (Lago Sul, SHIS, QI 05, Conjunto 02, Casa 02). Participam da organização e convocação do evento o Movimento de Solidariedade a Cuba, movimento sociais, partidos políticos, Comitê pela Libertação dos 5 Cubanos, entre outras entidades e organizações.

Neste assalto, reprimido pelas forças leais ao ditador Fungencio Batista, Fidel Castro, um advogado das lutas sociais, então com 27 anos, foi preso, juntamente com Raul Castro, seu irmão e outros companheiros revolucionários, sendo absolvidos dois anos depois, por forte pressão popular. Fidel fez sua própria defesa, pronunciando o célebre discurso “A História me absolverá”. A partir dali o Movimento, que denominou 26 de Julho, passou a atuar dentro e fora de Cuba, para tornar-se vitorioso, agora com a presença do heroi argentino Che Guevara, no dia 1º de janeiro de 1959.
Ocorrido na cidade histórica de Santiago de Cuba, o assalto ao Quartel da Moncada, assim como o 4 de Fevereiro de 1992 de Hugo Chávez, na Venezuela, é o ato revolucionário ocorrido em 1953 (seis anos antes da vitória final em 1959), que deu a largada para a última e definitiva etapa das lutas pela independência nacional travada pelo povo cubano desde 1886 e que propiciou a derrubada da ditadura de Fulgência Batista, em 1959.
À frente do assalto ao Quartel Moncada, em Santiago de Cuba, estavam os comandantes Fidel e Raul Castro que, a partir daquele feito e com a criação do Movimento 26 de Julho, lideraram o povo cubano à ruptura com o sistema capitalista, o que influenciou os povo do mundo. A revolução ocorrida em Cuba estimulou o crescimento de movimento revolucionários e de libertação nacional na América Latina, África e Ásia.

Marcada data para conclusão da portaria que regulamenta o Plano de Carreira

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A Comissão de Negociação do Sinpro se reunirá com a Secretaria de Educação do Distrito Federal nos dias 24 e 26 de julho para concluir a portaria que regulamenta o nosso Plano de Carreira. O objetivo é que estas duas reuniões sejam suficientes para que todos os artigos que ainda estão pendentes sejam finalizados, a portaria seja publicada e a categoria usufrua plenamente desta conquista.

A luta não para

Em todo o Brasil, neste dia 11 de julho, os trabalhadores mobilizaram-se com suas reivindicações. Greves, paralisações e manifestações responderam ao chamado da CUT e demais centrais sindicais, exigindo do governo federal, do Congresso nacional e dos patrões:
– Acabar com o PL 4330 da “terceirização”
–  Que as reduções de tarifa do transporte não sejam acompanhadas de qualquer corte dos gastos sociais;
– 10% do orçamento da União para a saúde pública; 10% do PIB para a educação pública, “verbas públicas só para o setor público”;
– Fim do fator previdenciário e valorização das aposentadorias;
– Redução da Jornada de Trabalho para 40 horas sem redução de salários;
– Reforma Agrária;
– Suspensão dos Leilões de Petróleo.
Pauta unitária à qual diferentes setores somam reivindicações específicas. Movimentos populares e jovens também se juntam às mobilizações com suas demandas.
A luta não vai parar neste 11 de julho, novas mobilizações certamente virão. É o momento de unir as fileiras da classe trabalhadora e do povo para avançar na conquista das reivindicações e da verdadeira democracia.
Com as manifestações de massa puxadas pela juventude em junho, quando milhões ocuparam as ruas em todo o  país, revelou-se  o fosso que há  entre o povo e as atuais instituições políticas. Já não era sem tempo que a classe trabalhadora ocupasse o cenário, pois apenas dela pode vir uma saída positiva para a situação.
O atendimento das reivindicações exige do governo Dilma que deixe de destinar bilhões para o Superávit primário, para pagar dívidas a banqueiros e especuladores; que pare de conceder bilhões aos empresários com isenções de impostos, créditos públicos subsidiados e desoneração da folha do INSS e passe a usar esses recursos na Saúde e Educação públicas, na estatização dos transportes, na Reforma Agrária, na retomada do petróleo para a nação.
Plebiscito sim, por uma Constituinte!
Em 24 de junho a presidente Dilma fez a proposta de um Plebiscito por uma Constituinte que fizesse a reforma política. Mas, um dia depois recuou, pois seu vice Temer do PMDB, “aliado” principal do PT no governo de coalizão, foi contra.
Sobrou a ideia de um Plebiscito sobre a reforma política, cujas questões seriam decididas pelo Congresso, o mesmo que, abalado pelas manifestações, pretende agora retomar o controle da situação.
Quem pode acreditar que os atuais deputados e senadores possam fazer uma reforma política contra seus próprios privilégios? Quais serão as questões que irão a plebiscito, se depender do Congresso, cuja maioria inclusive é a favor de um referendo (consulta posterior sobre um “prato feito”)?
Recordemos que em julho de 2012, a CUT adotou uma resolução no seu 11º congresso nacional que defendia “uma verdadeira reforma política”. Ela afirmava que “a relação de forças no atual Congresso Nacional bloqueou até mesmo a tímida reforma eleitoral que se discutia, o que coloca em pauta a questão da convocação de uma Assembleia Constituinte Soberana que dê a palavra ao povo brasileiro, como instrumento que supere os obstáculos levantados pela classe dominante a qualquer transformação de fundo no nosso país.” (página 20 do Caderno de Resoluções do 11º CONCUT)
Sim, o que o Brasil precisa é de transformações de fundo, que protejam a nação da crise capitalista mundial e das pressões do imperialismo para jogar seu custo nas costas dos povos.
Um começo seria atender a pauta dos trabalhadores deste Dia Nacional de Luta, numa sinalização de mudança de rumos por parte do governo Dilma que teria o apoio da esmagadora maioria do povo.
Mas para ir até o fim, é preciso avançar na construção de instituições democráticas, liquidando o entulho que vêm da ditadura militar, numa verdadeira reforma política que só pode ser feita, como dizia a resolução adotada no último CONCUT, por uma Constituinte soberana, com deputados eleitos em lista para uma assembleia unicameral (sem Senado), sem financiamento privado, com regras proporcionais (uma pessoa, um voto) e plenos poderes!
Escrito por: Júlio Turra, diretor executivo da CUT Nacional
 

Câmara vota nesta terça (09) royalties para educação

camara-dos-deputadosA Câmara dos Deputados deve votar amanhã (terça-feira) o texto substitutivo do  projeto que destina os recursos dos royalties do petróleo extraído do pré-sal  para as áreas de educação e saúde. O projeto já fora aprovado pelos deputados, mas como o texto sofreu alterações durante a votação no Senado,  ele retorna à Câmara para nova votação. Também está prevista a votação do projeto que tipifica a corrupção como crime hediondo.
A regra aprovada na terça-feira passada (2) pelo Senado para distribuir recursos dos royalties e participação especial da produção de petróleo garantirá à educação ao menos R$ 2 bilhões por ano a partir de 2014, contando apenas os recursos que cabem à União na arrecadação. A estimativa foi feita pela liderança do governo no Senado, cujo relatório foi aprovado na última terça (2) e agora segue para votação na Câmara dos Deputados, antes de ir à sanção para virar lei.
O texto substitutivo do projeto de lei, de autoria do senador Eduardo Braga (PMDB-AM), líder do governo no Senado, estabelece que metade dos recursos arrecadados pela União sobre contratos de produção de petróleo anteriores a 2013, que já rendem royalties da camada pré-sal pelo regime de concessão, deve ser destinada exclusivamente para a educação.
Além dos R$ 2 bilhões que devem ser diretamente direcionados à área, o governo calcula que outros R$ 2 bi deverão ser aplicados no Fundo Social, um tipo de poupança formada por recursos que a União recebe na produção do petróleo da camada pré-sal. Pelo texto do Senado, o capital principal desse fundo será preservado e somente seus rendimentos financeiros serão usados, sendo 75% deles para a educação e 25% para a saúde.
“O que temos de concreto são R$ 4 bilhões, [R$ 2 bilhões] que vão direto para educação e outros R$ 2 bilhões para o fundo. E rendimentos a partir desse fundo vão tanto para a saúde quanto para a educação”, diz Braga.
As estimativas são baseadas na arrecadação dos três campos de exploração do pré-sal em funcionamento atualmente – complexo Parque das Baleias (ES), Sapinhoá (SP) e Lula (SP).
No ano
passado, o governo federal desembolsou, no total, R$ 94 bilhões na educação e, neste ano, a previsão é que os gastos e investimentos na área somem R$ 98,8 bilhões, segundo o Ministério da Educação. Em 2011, todo o investimento do país na área equivalia a 6,1% do Produto Interno Bruto; o governo almeja alcançar investimento de 10% do PIB.
Segundo o secretário de Gás e Petróleo do Ministério de Minas e Energia, Marco Antônio Martins Almeida, como ainda não existe exploração e produção de petróleo com contratos futuros, não é possível precisar o montante que será arrecadado.
“Do futuro, estamos destinando 100% dos royalties da União para esse conjunto, que é 75% para educação e 25% para saúde”, declara Almeida.
Estados e municípios
Outra regra aprovada pelo Senado prevê que, para os contratos futuros, a proposta aprovada no Senado, que possui o aval do governo, destina a totalidade dos recursos do governo federal para saúde e educação, sem obrigar que estados e municípios cumpram a mesma determinação.
Nos contratos já em vigor, que destinam royalties principalmente para estados produtores como Rio de Janeiro e Espírito, o relator também obrigou somente a União a realizar destinações fixas para a educação e a saúde, evitando, assim, risco de judicialização do tema.
Apesar de não obrigar estados a aplicarem em saúde e em educação, a proposta de Eduardo Braga prevê que a União dê prioridade às unidades federativas e municípios que sigam a determinação válida para o governo federal.
“Nós no Congresso não podemos invadir a competência de orçamento do recurso ordinário do orçamento dos estados. Então, estabelecemos que os estados que aderirem à aplicação específica, de acordo com o que a União está propondo, receberão prioritariamente os recursos da União”, diz Braga.
 

Encerramento da exposição Vida & Poesia

Folder_Maria_Vieira_16-02-2012[5]A professora Maria Vieira de Morais convida para o encerramento da exposição e lançamento do livro Vida & Poesia. O evento será realizado nesta terça-feira (9), às 19h, na Aliança Francesa de Brasília (SEPS 708/907 Lote A).

Clique aqui para ver o convite.

Professores de matemática podem concorrer a vagas do Programa de Mestrado Profissional

Os professores de matemática, com curso de graduação, podem concorrer às 1.570 vagas do Programa de Mestrado Profissional em Matemática em Rede Nacional (Profmat). As inscrições podem ser feitas até 5 de julho, pela internet. As provas serão aplicadas no dia 31 de agosto e o curso começa em março de 2014.
O mestrado tem a duração de dois anos e os períodos letivos são formados para que os mestrandos conciliem com a atividade de professor. O curso é semipresencial.
Participam da seleção deste ano 59 instituições de educação superior federais e estaduais que integram a Universidade Aberta do Brasil (UAB). Das vagas, 80% são reservadas a professores das redes públicas – já que o curso é voltado para esse público – e 20% a educadores das redes particulares, recém-formados e licenciados de outras áreas do conhecimento.
O mestrado profissional é totalmente gratuito. Os professores da rede pública podem pedir bolsa de estudo de R$ 1,5 mil por mês.
Mais informações podem ser obtidas no edital do Profmat.
Da Agência Brasil

CEF 31 de Ceilândia promove 1º exame de faixa de karatê

O Centro de Ensino Fundamental 31 de Ceilândia promove, a partir das 19h30 desta quinta-feira (04), o 1º exame de faixa de karatê. O trabalho é promovido por um professor voluntário e faz parte do Projeto Mais Educação. O objetivo do projeto é tirar os alunos da ociosidade oferecendo uma modalidade esportiva.

Paralisação no COSAÚDE

A Secretaria de Educação do Distrito Federal informa que a unidade da COSAUDE, que fica na 711 Norte estará fechada nesta quarta-feira (03), durante todo o dia. O fechamento ocorre devido à paralisação dos servidores.
Os atendimentos de perícia médica e homologação de atestados, aos profissionais da educação, serão retomados normalmente nesta quinta-feira (04), sem prejuízos referentes às datas dos documentos.

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