Infelizmente o GDF não publicou a portaria que permitiria que os professores de contrato temporário apresentassem atestados de até três dias na própria escola, conforme havia sido anunciado pelo Sinpro como resultado da última negociação da nossa campanha salarial. Ao demorar a expedir a referida portaria, o GDF criou uma série de problemas para os contratos, que acreditaram e confiaram na palavra dada em mesa de negociação. A Secretaria de Educação havia anunciado que aceitaria que os contratos prejudicados entregassem o atestado retroativamente na Diretoria de Saúde Ocupacional (DSO), mas nesta sexta-feira fomos informados que isso não será possível. Diante da situação acreditamos que é preciso resolver o problema nas próprias escolas e apelamos para o bom senso dos gestores no sentido de evitar que os contratos temporários tenham corte em seus salários por este motivo. Esperamos que a portaria seja publicada o mais rápido possível, a fim de evitar mais problemas para os contratos. O Sinpro não irá admitir que estes professores sejam prejudicados e estaremos ao lados dos companheiros na luta por seus direitos.
Projeto que retoma a Gestão Democrática nas escolas públicas deve chegar à CLDF esta semana
Jornalista: sindicato
Será encaminhado nos próximos dias pelo GDF à Câmara Legislativa projeto de lei para instituir a gestão democrática nas escolas públicas, tema que provocou muita discussão e divergência nos últimos anos. Um dos pontos mais polêmicos é a eleição direta para diretor e vice das instituições de ensino. O assunto deve mobilizar professores, sindicatos, associações e pais. O debate se intensificou no último ano, após os deputados aprovarem emenda que derrubou o método antigo de escolha, por meio de indicação do governo, mas que suspendeu por seis meses a definição da nova norma. Previsto para ser votado no fim do primeiro semestre, o projeto teve de passar por intensa negociação entre a Secretaria de Educação e as entidades do setor. O Sinpro tem se debruçado sobre o projeto na tentativa de construir um projeto justo para toda cateria. Nesse período, foram realizadas 21 plenárias com professores e estudantes das 14 regionais de ensino. Só no último evento, realizado em junho no Centro de Convenções com 3 mil pessoas, foram apresentadas 400 emendas ao texto apresentado pelo governo. O resultado foi a criação de seis mecanismos de participação social em três níveis do sistema público: das instituições de ensino, das diretorias regionais e da administração central. O Sinpro que apresentou várias propostas e emendas ao projeto, vai acompanhar todo andamentoo e a movimentação na Câmara para garantir avanços. De acordo com a proposta, a meta é possibilitar a participação ativa de todos os segmentos, com respeito à diversidade e aos direitos humanos, com autonomia às instituições e transparência do uso dos recursos. “O projeto tem uma amplitude inovadora no Brasil. Não se refere apenas à gestão escolar, mas a todo o sistema. Prevê uma série de mecanismos para irmos além da escola e proporcionar o controle social do poder público”, afirma a secretária de Educação, Regina Vinhaes.
Experiências
O Distrito Federal teve duas experiências de gestão democrática. A primeira vez em que houve eleição para diretores foi no governo de José Aparecido, em 1985. No governo petista de Cristovam Buarque, de 1995 a 1998, a metodologia voltou a ser aplicada. No entanto, as gestões seguintes aboliram a escolha popular e decidiram manter a definição dos dirigentes pela indicação do governador. Nos últimos quatro anos, foi aprovada a gestão compartilhada, com provas de título e eleição. Em dezembro de 2010, a bancada do então governador eleito, Agnelo Queiroz (PT), conseguiu suspender a Lei nº 4.036/07, que regulamentava a questão, a fim de atender à reivindicação do Sindicato dos Professores (Sinpro).
Um dos temas mais polêmicos do novo texto trata da fórmula encontrada para a escolha dos diretores. Os candidatos não precisam mais passar por exame teórico. Agora, terão de apresentar um plano de gestão e ter experiência de pelo menos três anos em sala de aula (veja quadro). Poderão votar nos indicados os servidores das escolas, pais de alunos e os próprios estudantes, desde que estejam pelo menos no 5º ano do ensino fundamental ou com 10 anos de idade. Para o presidente da Comissão de Educação da Câmara Legislativa, Washington Mesquita (PSDB), a regra não é a ideal. “Não concordo com essa possibilidade, porque a criança ainda não tem maturidade para escolher”, afirma.
O diretor do Sinpro Washington Dourado acredita que a experiência atende o lado pedagógico e formador dos estudantes. “Eles estão aptos”, defende. Dourado afirma que a entidade apresentará aos distritais sugestões de emendas sobre outros pontos, como da eleição para diretor da regional. “Ele tem papel fundamental na construção pedagógica”, afirma.
Trabalhadores cobram e Dilma aceita criar comissão para discutir reforma agrária
Jornalista: sindicato
A 4ª edição da Marcha das Margaridas terminou na tarde desta quarta-feira (17). Após a caminhada pela manhã até a Esplanada dos Ministérios, as trabalhadoras se reuniram mais uma vez no Parque da Cidade, transformado em Cidade das Margaridas para abrigar as manifestantes, e acompanharam a cerimônia que contou com ministros, lideranças sindicais e a presidenta Dilma Rousseff.
Dilma aproveitou a ocasião para apresentar aos agricultores um caderno com respostas às reivindicações da Marcha já encaminhado à secretária de Meio Ambiente da CUT e coordenador geral da Marcha das Margaridas, Carmen Foro. Para a presidenta, o principal resultado da Marcha é a continuidade do diálogo entre agricultores e o governo federal.Ao comentar as medidas que adotará, citou pontos criticados por produtores familiares, como a falta de apoio para distribuição dos alimentos, além do acesso ao crédito e à assistência técnica pelas mulheres.
De acordo com a presidenta, a meta do governo é investir na melhoria de condições de distribuição para atingir o índice de 30% de alimentos fornecidos pela agricultura familiar para as merendas escolares, garantir ao menos 30% do total disponível de crédito para o agricultor familiar às mulheres e ampliar o acesso à creche de qualidade no campo. Dilma disse ainda ter determinado um diagnóstico das condições de todos os assentamentos existentes hoje no Brasil.
Reforma agrária em questão
Presidente da Contag (Confederação dos Trabalhadores na Agricultura), Alberto Bloch, foi o primeiro a falar e propôs a criação de uma comissão composta por organizações dos movimentos sociais e representantes dos assentamentos para discutir um novo modelo de reforma agrária. “A agricultura familiar é a base desse novo modelo de desenvolvimento sustentável porque assegura soberania alimentar, dinamiza a economia nas cidades do interior e valoriza a natureza”, apontou.
Carmen Foro, adotou discurso semelhante e acrescentou os pontos que julga essenciais para melhorara a vida das trabalhadoras rurais. “Não abrimos mão da reforma agrária, da mesma forma que queremos ampliar o orçamento para enfrentamento da violência contra a mulher e que o governo seja avalista do crédito para a mulher do campo e da floresta”, disse.
Dilma disse concordar com a criação do grupo para discutir a questão do acesso à terra e confirmou a definição de uma comissão interministerial, com participação dos movimentos sociais, para acompanhar as medidas adotadas.Avaliação
Para a secretária da Mulher Trabalhadora da CUT e integrante da organização da Marcha, Rosane Silva, a manifestação foi muito positiva. “Cumprimos nosso objetivo que era colocar 30 mil cutistas em Brasília e 100 mil pessoas no ato graças a um processo de mobilização que durou todo um ano.”
Ainda segundo ela, a fala de Dilma indicou aspectos positivos como o reconhecimento de que a mulher vive uma situação de desigualdade em todos os espaços e que é necessário ter políticas públicas para romper essa discriminação.
“Apresentamos uma pauta com 150 itens, divididos em temas que nunca foram tratados numa mobilização do campo e da floresta. Acredito que é um avanço a presidenta tratar da necessidade de levar a creche para o campo e para a floresta, de ter estrutura para atender mulheres vítimas de violência nesses locais. Assim como se comprometer a oferecer mais crédito para reforma agrária”, falou.
Rosane também enxerga com bons olhos a criação de um grupo capaz de monitorar a distância entre o que é anunciado e o que foi efetivamente executado. “A partir daí é que veremos o que realmente saiu do papel.”
Fonte: CUT-BRASIL
O filme Lixo Extraordinário, que retrata a vida dos catadores do Jardim Gramacho, no Rio de Janeiro, será exibido em Brasília nos dias 16 e 19 de agosto. O público ainda terá a oportunidade de ouvir uma palestra com o catador Sebastião Carlos dos Santos (Tião), personagem do filme. A exibição da obra na UnB está vinculada à campanha nacional Limpa Brasil, que Tião está ajudando a divulgar com palestras educativas. A ideia é convidar os cidadãos para ajudar a limpar suas cidades e assim incentivar a reflexão para a mudança do hábito de jogar os resíduos em locais inadequados. Veja os locais e horários abaixo:
O Centro de Ensino Médio Setor Oeste iniciou as comemorações do seu jubileu de prata, com uma bela festa no Museu Cultural da República, na última sexta-feira (foto). As comemorações continuarão até dezembro, com atividades artísticas, exposições e apresentações musicais. De 1986 para cá, a escola só contabiliza sucessos. No ano de 1987, de um total de 223 alunos, 169 foram aprovados nos vestibulares da UNB, FMG, USP E UNICAMP, obtendo um índice de 71% de aprovação. Desses, entraram na UNB 48%, inclusive alguns para o concorrido curso de Medicina e direito. Este desempenho vem se repetindo ano a ano. O Centro de Ensino Médio Setor Oeste foi criado em 1986 por iniciativa de um grupo de professores que dava aulas também nas escolas da rede particular. Angustiados em acompanhar a aprovação nos vestibulares só de estudantes dos colégios particulares, eles resolveram enfrentar esse desafio. O grupo elaborou um projeto de criação de escola que preparasse os alunos para o vestibular e, ao mesmo tempo, desenvolvesse uma consciência crítica na formação do estudante. A proposta foi aceita pelo então secretário de Educação e ex-senador Pompeu de Souza, já falecido.
SEMINÁRIO VAI DISCUTIR SEGURANÇA NAS ESCOLAS E USO DE ARMAS
A Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime realiza na próxima segunda-feira (6), a partir das 9 horas, seminário para discutir o uso de armas no País, a segurança nas escolas e a prática de bullying. O presidente da Câmara, Marco Maia, e o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, abrirão o evento, no auditório Nereu Ramos.
Pela manhã, a discussão será sobre bullying e segurança nas escolas. Com mediação da deputada Perpétua Almeida (PCdoB-AC), haverá palestra do coordenador de Direitos Humanos do Ministério da Educação, Walisson Mauricio de Pinho, do comandante do 1º Batalhão Escolar do Distrito Federal, tenente-coronel Eduardo Leite Sousa, e de um representante da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República.
(Caso queira ler a matéria completa acesse: http://www.correioweb.com.br/euestudante/noticias.php?id=19945&tp=9)
BULLYING EXIGE COMBATE TOTAL
Ninguém pode menosprezar o impacto do bullying, essa praga que afeta principalmente as escolas. Se até hoje ainda é difícil enfrentá-lo, ao menos fica o consolo de que seus contornos são cada vez mais definidos. Pesquisa realizada por um mestre em Educação Física, aponta que o padrão de beleza propagado pela mídia acaba por determinar os fracos e fortes no ambiente escolar.
(Caso queira ler a matéria completa acesse:
http://jornaldebrasilia.com.br/edicaodigital/pages/20110810-jornal/pdf/03.pdf)
LOCAL PROPÍCIO AO BULLYING
A Educação Física é uma das disciplinas escolares que mais atrai os estudantes, seja pelos esportes ou pela aula fora da sala e longe do quadro negro. Mas é nesse ambiente, que o bullying – agressão física, moral ou psicológica – pode ser reforçado entre os alunos. Pesquisa realizada por um mestre em Educação Física aponta que o padrão de beleza propagado pela mídia determina os fracos e fortes no ambiente escolar.
(Caso queira ler a matéria completa acesse:
http://jornaldebrasilia.com.br/edicaodigital/pages/20110810-jornal/pdf/08.pdf)
QUESTÃO NEGLIGENCIADA
Apenas 12% dos alunos que sofreram bullying procuraram os professores para que eles solucionassem o problema, mas não tiveram êxito. Somente 8% dos professores interferiram e as violências diminuíram. “Infelizmente, muitos docentes têm negligenciado o problema. Mas tem havido esforço para divulgá-lo e combatê-lo por meio de ações nobres, que promovam a paz. Isso tem se materializado de diversas formas, como reuniões, encontros e seminários nas escolas para esclarecer a comunidade escolar. A ignorância é a maior aliada do bullying”, afirma Marcos Oliveira.
(Caso queira ler a matéria completa acesse:
http://jornaldebrasilia.com.br/edicaodigital/pages/20110810-jornal/pdf/09.pdf)
AÇÃO DEVE SER CONJUNTA
“Essa tríade (agressor, vítima e espectador) é indissociável. Todos têm problemas e necessitam de auxílio. E todos têm um comportamento em comum: o silêncio! Essa postura fortalece e perpetua a violência. Isso deve acabar”, afirma Marcos Paulo Santos.
(Caso queira ler a matéria completa acesse:
http://jornaldebrasilia.com.br/edicaodigital/pages/20110810-jornal/pdf/09.pdf)
PSICÓLOGA PROPÕE CARTILHA CONTRA BULLYING PARA O MEC
A cartilha “Psiu, repara aí!”, sugerida ao Ministério da Educação (MEC) pela doutoranda em psicologia Ana Carina Stelko-Pereira, da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), pode ser aplicada até o fim do ano a alunos da 6ª à 9ª séries do ensino fundamental, de acordo com ela, durante apresentação feita nesta segunda-feira (11) na reunião da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), na Universidade de Goiás (UFG), em Goiânia.
(Caso queira ler a matéria completa acesse: http://g1.globo.com/vestibular-e-educacao/noticia/2011/07/psicologa-propoe-cartilha-contra-bullying-para-o-mec.html
ORIGEM DO BULLYING Para especialistas presentes na reunião da SBPC, em Goiânia, a violência entre estudantes está muitas vezes relacionada a problemas como desestruturação familiar e falta de preparo dos professores para lidar com o mal
Goiânia — O bullying é um problema social, e não apenas uma questão ligada ao comportamento agressivo de algumas crianças. Essa é a constatação de especialistas no tema reunidos na mesa-redonda Bullying: diferentes olhares, realizada durante a 63ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), que termina hoje no câmpus da Universidade Federal de Goiás (UFG). Segundo pesquisas e observações dos especialistas, o problema tornou-se generalizado e é influenciado por diversas questões, que vão desde a violência doméstica até a falta de infraestrutura e treinamento dos professores brasileiros. A solução? Valorizar a escola como local de aprendizado e combater todas as formas de violência, mesmo aquelas que acontecem fora dos ambientes educacionais.
(Caso queira ler a matéria completa acesse: http://www.correioweb.com.br/euestudante/noticias.php?id=20985)
Programa Alternativo apresenta dança clássica indiana
Jornalista: sindicato
A Escola Parque 313/314 apresenta neste sábado (13), no Programa Alternativo, a Dança Clássica Indiana. O projeto visa aperfeiçoar as questões relacionadas com a alma e, segundo a professora Maria Vilarinho Cardoso, através da dança as pessoas passam a contar com uma importante ferramenta para lutar contra o stress, a depressão e a estafa. “É um projeto de prevenção. A oficina é oferecida para alunos e à comunidade, e através da dança as pessoas aprendem além da dança, uma forma de trabalhar o controle interior”, analisa a professora.
O Programa, apresentado pelo SBT, vai ao ar sempre aos sábados, às 13h15, e mostra entrevistas e matérias referentes à realidade da educação no Distrito Federal. Um dos objetivos é oferecer a oportunidade para que escolas e professores participem da discussão e enviem sugestões para os próximos programas. As pautas podem ser mandadas para o e-mail faleconoscoimprensa@sinprodf.org.br.
O grupo de teatro Cutucart, do Centro Educacional 1 do Cruzeiro, encenará às 21h dos dias 19 e 20 de agosto, na sala Martins Pena, a peça “Seca”, inspirada na obra Vidas Secas de Graciliano Ramos. O projeto nasceu há quatro anos, fruto de uma participação no Festival de Teatro na Escola, e é dirigido pelo professor de artes cênicas Getúlio Cruz. O grupo formado por 22 estudantes já se apresentou em várias cidades e participou do Festival de Teatro Lupa, de São José do Rio Preto. Dos dez prêmios em disputa o grupo teatral conquistou seis, inclusive o de melhor ator. Segundo o professor Getúlio, o teatro ajuda os alunos a descobrirem seus talentos e a se soltarem.
Desde a primeira edição, em 2000, o Cutucart contabiliza a participação em cerca de 120 peças, além da participação de 2,5 mil estudantes e 80 escolas visitadas. “Temos conhecimento de muitos jovens que, após essa experiência, decidiram-se pela carreira artística. O projeto faz com que os jovens aprendam a fazer trabalho em grupo e vejam a escola como espaço de produção de arte e cultura”, comemora a coordenadora-geral do Teatro na escola, Ivone Pereira.
Projeto de Gestão está com governador e pode chegar à Câmara a qualquer momento
Jornalista: sindicato
Na reunião de negociação realizada na manhã desta terça-feira, 9, o secretário-adjunto da Secretaria de Educação, Erasto Fortes, informou que o governador Agnelo Queiroz já está com o projeto gestão democrática e pode assinar a qualquer momento a mensagem para enviá-lo à Câmara Legislativa. Não entendemos tanta demora, já que esta é uma promessa de governo, e esperamos que isso ocorra o mais rápido possível. Esperamos também que o governo chame os sindicatos para discutir os pontos que ainda não são consensuais.
Na reunião foi discutida ainda a pauta de reivindicações da campanha salarial, pontos que ainda não foram contemplados em negociações anteriores.
Contratos temporários – A Secretaria informou que já definiu os valores da hora-aula dos professores de contrato temporário, que farão jus ao mesmo reajuste dos efetivos. Em 2012, a hora aula será calculada com base no vencimento básico da categoria e acrescida das gratificações de atuação (GAA/GAEE/GAZR/GARC) . Os contratos passarão a ter o direito de entregarem atestados de três dias consecutivos na escola e poderão ter até nove dias de atestado por ano. A licença de 180 dias já está sendo concedida também aos contratos. Quem estiver ainda trabalhando pode entregar o requerimento solicitando a licença na própria escola. Se já tiver gozando a licença deverá solicitar a extensão do benefício .
Licença-prêmio – O governo reabrirá em setembro a nova escala para gozo da licença-prêmio. Quem puder gozar o benefício sem necessidade de substituição poderá usufruir o direito de acordo com escala estabelecida pela própria escola em que está lotado. A Secretaria de Educação irá liberar pelo meno 250 licenças por mês, a partir de setembro, para quem precisa de substituição. O critério de concessão será por antiguidade. Cada escola deverá montar o seu “ranking” entre os professores que terão direito ao benefício e a Regional por sua vez fará o mesmo, com base na lista de professores enviada pela escola. Cada professor só poderá usufruir de 30 dias de licença.
O Sinpro considera que a liberação não supre a demanda reprimida, causada pela ausência de concursos públicos ao longo de anos anteriores, mas é mais um avanço no sentido de garantir o direito da categoria.
Professores readaptados – No dia 31 de agosto realizaremos uma reunião específica com a Secretaria de Educação para discutir uma política para os professores readaptados. Essa é uma grande preocupação, já que o número de readaptados cresce a cada dia é preciso que a rede tenha uma política de colocação desse profissional dentro da escola.
Pendências financeiras – A Secretaria de Educação afirmou que já enviou os cálculos para a Secretaria da Fazenda e está aguardando um parecer da área econômica.
Nova reunião de negociação foi marcada para o dia 23 de agosto, às 14h30.