A violência nas escolas é um problema que aumenta a cada dia e que assume proporções preocupantes. Atualmente são comuns as manchetes de jornais destacando os registros de violência entre colegas e de alunos contra professores. Nós, profissionais de educação, somos ameaçados constantemente em sala de aula, mas sabemos que ao mesmo tempo em que somos vítimas, também somos atores importantes para a mudança dessa realidade. Por várias vezes, nos mobilizamos nos estados no combate à violência nas escolas. O Sindicato dos Professores do Distrito Federal, inclusive, promoveu uma campanha que teve como primeira ação a conscientização da comunidade. A intenção foi provocar reflexão, sensibilizar pais e professores sobre a situação da educação e iniciar debates para a mudança de atitude dos jovens. Em São Paulo, a APEOESP mantém em sua página na internet o “Observatório da Violência” com dados e análises sobre essa questão no Estado de São Paulo.
Estudos mostram que graves distúrbios da socialização acontecem em função de separações, rejeições e outras interferências com os vínculos emocionais existentes entre pais e filhos. Um outro fator está relacionado às desigualdades sociais. É função do educador lidar com essas diferenças no ambiente escolar e trabalhar a formação moral e educacional dos estudantes.
O combate à violência passa pela nossa valorização profissional e pela estrutura física das escolas, além da formação de parcerias entre governo, entidades e comunidade. ( fonte: CNTE Informa 486)
Teatro, música e dança foram as ferramentas escolhidas pelo professor Kléristhon Guimarães para trabalhar a interdisciplinaridade com seus alunos. Em 7 anos do projeto “O Teatro promovendo a interdisciplinaridade no Ensino Médio”, o professor já reuniu mais de quatro mil alunos de escolas públicas em apresentações por toda a cidade, começando no CEF 619 de Samambaia, passando pelo Centro de Ensino Médio Setor Oeste e agora no CED 04 do Guará.
Para o professor, o teatro é uma forma eficaz de aumentar a motivação dos alunos e diminuir a evasão escolar enquanto se discutem temas relevantes da atualidade. Para a apresentação desse ano, o tema escolhido foi o “universo das telecomunicações”, e o palco foi o auditório da Escola Parque 308 Sul. Nove turmas e quase 500 alunos se esforçaram para produzir os sete espetáculos que compunham a apresentação.
No auditório lotado da Escola Parque 308 Sul, a platéia acompanhava com muita animação a contagem regressiva que marcava o início do II Simpósio Musical Interdisciplinar do CED 04 do Guará. O primeiro número, “Os melhores da 7ª arte”, feita por alunos do terceiro ano, usava a apresentação do Oscar como premissa para um divertido desfile de esquetes sobre clássicos do cinema, pontuadas por números musicais e informações sobre a evolução do cinema. Outras turmas interpretaram o tema do evento com apresentações que falavam sobre vários aspectos das telecomunicações, de sua história aos vícios modernos que ela provoca, com espaço para um momento de saudade pela praça que costumava ser o centro de compartilhamento de informação.
As peças são resultado de um trabalho que começou nos primeiros dias de aula, com a elaboração do tema e a pesquisa sobre o assunto, seguidos de reuniões de roteiro, definição de coreografias e muitos, muitos ensaios. Mas a julgar pelo entusiasmo contagiante dos atores e da platéia, é trabalho que valeu a pena.
Projeto propõe dedicação exclusiva no ensino básico
Jornalista: sindicato
No Senado tramita um projeto de lei que busca implementar o regime de dedicação exclusiva para professores de educação básica na rede pública de todo o país. De autoria do senador Cristovam Buarque, o PL 004/08 está sendo apreciado pela Comissão de Educação, Cultura e Esporte, que convocou uma série de audiências públicas para avaliar a opinião da sociedade sobre a matéria e aperfeiçoar a proposta.
Antônio Lisboa, diretor da secretaria de imprensa do Sinpro, falou no dia 17 de junho sobre a experiência do DF com professores de dedicação exclusiva, um regime de trabalho que existe na cidade desde 1992. “Para nós, a dedicação exclusiva é uma experiência consolidada, que melhorou não apenas a qualidade da educação como as condições de trabalho dos professores”, afirmou. Entretanto, Lisboa foi enfático ao lembrar que a dedicação exclusiva por si só não resolve nada: é preciso ser combinada com um salário que atraia os professores para essa modalidade, uma carga horária compatível com as atividades a serem desenvolvidas e condições de trabalho na escola que a tornem um local para o qual o aluno deseja ir e onde quer permanecer.
Hoje, os professores da rede pública do DF recebem uma gratificação de 50% sobre seus vencimentos caso sejam professores em dedicação exclusiva. Essa gratificação aliada a um salário base acima da média nacional fazem com que 80% dos professores da cidade optem por esse regime de trabalho. Em épocas com salários e gratificações menores, esse índice chegou a apenas 30%.
Roberto Franklin de Leão, presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação, também falou sobre a necessidade de se complementar a dedicação exclusiva. “A CNTE não tem dúvidas sobre o mérito do projeto de lei, mas é preciso pensar na implementação”. Segundo Roberto, há estados com carga horária superior a 60 horas. “É um regime de trabalho com dedicação mais que exclusiva”, brincou o presidente da CNTE. Com uma carga tão excessiva, não há diferença entre um professor dedicado ou aquele que precisa pegar dois ou três turnos para complementar seus vencimentos.
Já Helena Costa Freitas, coordenadora geral de formação da secretaria de educação básica do Ministério da Educação, manifestou dúvidas sobre o projeto, particularmente o item que prevê uma maior igualdade de salários e condições de trabalho entre professores da educação básica e do ensino superior. Para a coordenadora, uma mudança assim exigiria também reformas físicas em boa parte das escolas do país: “A escola, como espaço físico, não comporta a dedicação exclusiva, e não dá acesso do professor às ferramentas essenciais para o seu trabalho, como bibliotecas e outros locais de pesquisa”.
Outro fator a ser considerado é a autonomia entre os sistemas municipal, estadual e federal de educação, que podem estabelecer seus próprios planos de educação e salários. Como a eficácia da dedicação exclusiva depende em grande parte dos vencimentos oferecidos aos professores, essa falta de padronização pode ser um entrave à implementação do projeto de lei, disse o presidente da CNTE. Ainda segundo Roberto, a Fundação Getúlio Vargas divulgou recentemente um relatório em que avaliava que a municipalização não ajudou a melhorar a qualidade do ensino.
O PL 004/08 é um projeto sem inimigos: todos os envolvidos gostariam que ele fosse colocado em prática. Porém, assim também era a lei que estabelece o piso salarial nacional, e ela foi alvo de uma ação direta de inconstitucionalidade e corre perigo de ser revogada. Da mesma forma, o projeto de dedicação exclusiva para professores de educação básica da rede pública também deverá enfrentar uma série de dificuldades antes de ser colocado em prática.
No dia 20 de junho de 2009, o Espaço Cultural Renato Russo (508 Sul) estará tomado por jovens de todos os cantos do Distrito Federal. A Fundação Athos Bulcão, com o apoio do Unicef, irá realizar o Fórum Radical de Mídia e Juventude que se caracteriza como uma oportunidade de participação, mobilização e encontro de jovens, grupos culturais, movimentos sociais e instituições que atuam na área de comunicação. Pensado e produzido por jovens e para jovens, o Fórum será um espaço aberto de diálogo, troca e consolidação de conhecimentos e equipamentos para a promoção de informação qualificada. A idéia surgiu a partir do projeto Jornal Radcal, que é uma das ferramentas mais criativas e potentes de contato com a juventude das escolas públicas do Distrito Federal. Não perca, faça a sua pré-inscrição e participe!!! Nesta primeira edição do Fórum Radical de Mídia e Juventude o tema da discussão será o jovem e o seu papel na construção de uma comunicação mais democrática e participativa. O tema principal do encontro – “O que tem por aí?” – descreve a proposta de mapear e discutir as diversas iniciativas e meios de fazer circular informação neste início de século XXI. Busca-se, a partir desta temática, provocar a reflexão do que fazer com a quantidade de informação circulada e de como a produção independente do próprio jovem, qualificada e autônoma, pode contribuir com sua comunidade e transformá-la. Serão realizadas ações pontuais que promovam a divulgação e a reflexão das 8 metas do milênio, como a arrecadação de alimentos não perecíveis que serão enviados as vítimas das enchentes no Nordeste e a reciclagem do lixo produzido no fórum, dentre outras ações específicas. Os participantes terão a oportunidade de participar de mesas-redondas, debates, oficinas, ciclo de filmes, exposições, e palestras com importantes nomes do cenário nacional como o jornalista Rafael Cortez do CQC. Haverá ainda a produção de uma carta que será produzida e assinada por todos os participantes e organizações que indica as propostas/reinvidicações da juventude do Distrito Federal para a I Conferência Nacional de Comunicação, a ser realizada no segundo semestre de 2009, em Brasília. Em caráter inédito, será lançada a 28ª edição do Jornal Radical.
CONTATOS: Fórum Radcal de Mídia e Juventude E-mail: forum@jornalradcal.com.br Inscrições: www.jornalradcal.com.br (61) 3322-7801
O espaço afrobrasilidade da EAPE promoverá nesta quinta-feira, 18 de junho um colóquio sobre Saberes e Sabores da Afrobrasilidade: um olhar sobre a diversidade. O objetivo, segundo a organização do evento, é atender aos propósitos da Lei 10.639/03, combatendo, por meio da informação, a discriminação que assume feição do racismo. Confira: Horário: Matutino das 08h às 11h Vespertino: das 14h às 18h Local: Auditório da EAPE—SGAS 907 (Antiga escola Normal de Brasília) Programação: . Abertura: alunos da Prof. Nádia Rodrigues da Escola Classe 18 de Taguatinga Fazendo arte com o corpo: Capoterapia e a Capoeira da diversidade -Mestre Gilvan Ação Griot: Solange Cianni, Lucilene Costa e Silva , Marcos Lopes dos Reis e Antônio Marcos Silva Santos Palestra: Márcia Silva – Ed. Callis Cultura Negra presente na Sala de Aula Saberes e sabores da culinária afro-brasileira: Carmen Batista Visita dirigida aos estandes de livros Organização: EAPE/ Espaço Afro-Brasilidade Callis Editora – Instituto Callis Arco-Íris – Distribuidora de livros Decoração: Sérgio Souza Carmen Sílvia Batista EAPE– SGAS- 907 (antiga Escola Normal) Tel: 3901 2381 / 3901 238/99703115 espacoafrobrasilidade@gmail.com
Foi depositada hoje a primeira parcela do pagamento dos retroativos dos aposentados, que o GDF atrasou alegando problemas operacionais. Infelizmente o depósito foi feito apenas referente à parcela do retroativo do mês de março. Estamos tentando contato com o governo para saber o que ocorreu, pois conforme negociação feita com o governo, os valores retroativos do reajuste referente aos meses de março e abril deveriam ser pagos em seis parcelas.
Em sessão solene, a Câmara Legislativa do Distrito Federal concedeu hoje o título post mortem de cidadão honorário de Brasília ao professor Carlos Ramos Mota, cuja última ocupação profissional foi dirigir o Centro de Ensino Fundamental do Lago Oeste (rebatizado para CEF Carlos Mota), onde combatia o tráfico de drogas e a violência que acabou tirando sua vida.
Mas os presentes na sessão solene puderam conhecer outras facetas da vida de Carlos Mota: sua luta contra a ditadura, sua militância pelos direitos trabalhistas, seu trabalho pela melhoria da educação. O auditório da Imprensa Nacional, onde foi realizada a cerimônia, estava lotado de cidadãos que buscavam prestar suas homenagens ao educador. Entre os presentes, alunos do CEF Carlos Mota, Escola Classe 115 Norte e Colégio Anima, professores dessas e de várias outras escolas, além de familiares, amigos e outras pessoas que conheceram o professor em vida.
Um deles foi Antônio Lisboa, diretor do Sinpro e colega de faculdade de Carlos Mota nos tempos de CEUB. “Carlos se envolvia nas coisas com muita paixão”, comentou. Como um dos fundadores do Partido dos Trabalhadores do DF e responsável pelo projeto da Escola Candanga durante o governo Cristovam, Carlos Mota demonstrou amplamente sua paixão, expressa mais recentemente em seu desejo de tornar sua escola do Lago Oeste “a melhor da América Latina”. Carlos também era apaixonado por música, e em sua homenagem foram executadas “Bachianas Brasileiras Nº 5, Aria (Cantilena)” de Villa-Lobos, e “Rosa”, de Pixinguinha.
Mas essa paixão também tinha um lado mais brando, que sabia manter a calma. Rodrigo de Paula, do Sinproep, contou que na primeira greve organizada pelo sindicato a participação de Carlos foi fundamental para o sucesso da campanha. Após quase dois meses de greve sem avanços e com os salários atrasados, os professores já cogitavam abandonar definitivamente a faculdade. Foi Carlos Mota que, em assembléia, lembrou aos professores que além da direção da faculdade, também contavam com eles quase dois mil alunos que viam naquela faculdade uma maneira concreta de melhorar suas vidas. O discurso de Mota convenceu os professores a adotar uma posição mais moderada, que acabou sendo vitoriosa. “Era uma pessoa inflexível em seus princípios, mas acolhedora e gentil no trato com as pessoas”, resumiu a deputada Erika Kokay, que propôs a indicação de Mota para o título de cidadão honorário.
“Quando eu converso com pessoas que não conheceram Carlos Mota eu sinto que elas pensam ele realmente era tudo isso? Mas quem o conheceu sabe que o que digo é verdadeiro, e como ele era uma pessoa intensa”, contou Rita de Cássia, viúva do professor. Para a família, já são 360 dias difíceis sem Carlos Mota. “Não tenho a presença física, mas os ensinamentos dele estão comigo”, corrigiu Daniele, filha do educador. Também concordam os alunos do antigo CEF Lago Oeste, que responderam à chamada em nome do professor. Carlos Mota? Presente!
Conforme noticiado anteriormente, desde 2007 a Secretaria de Educação vinha sistematicamente reduzindo aposentadorias por invalidez de forma absolutamente ilegal, com suposto fundamento na aplicação da Emenda 41, o que motivou uma atuação agressiva do SINPRO através do jurídico da saúde para por fim a esta atitude arbitrária. Em face disso, o Tribunal de Contas do DF tomou decisão afastando a aplicação da Emenda 41 e o fim da paridade para os servidores aposentados por invalidez que tenham ingressado no serviço antes de dezembro de 2003 (data da emenda). No mesmo sentido, tem o Tribunal de Justiça do DF reiteradamente decidido em favor dos professores, o que implicou na interrupção de novas reduções e até mesmo no seu desfazimento. Trata-se de uma substancial vitória da categoria contra os abusos do GDF no tratamento de professores doentes. Entretanto a sua sanha contra os adoecidos permanece. São dezenas de ilegalidades que vão desde a negativa de atestados médicos até o corte de vencimentos, vantagens e gratificações. Para tanto, temos ajuizado dezenas de ações semanais contra o corte de gratificações de professores readaptados, o não pagamento de férias e licenças prêmio, a redução de padrões e para reconhecer a natureza ocupacional dos problemas de saúde de professores. Além disso, permanecemos firme na busca de um sistema de prevenção que restrinja o número de adoecimento de professores causado pelas terríveis condições de trabalho que atualmente presenciamos. Informamos nesse sentido, que está disponível o atendimento por advogados especializados nas sedes do SINPRO do SIG e de Taguatinga, em regime de plantão para o atendimento e defesa de professores vítimas desta natureza de abusos.
O professor Carlos Mota, assassinado no ano passado por combater o tráfico nos arredores a escola em que era diretor no Lago Oeste, receberá post mortem o título de cidadão honorário de Brasília. A solenidade de entrega do título a sua esposa, Rita Pereira, será no dia 15 de junho, às 10h, no auditório Dom João VI da Imprensa Nacional, no Setor Gráfico. Mota era um dedicado diretor que sonhava em transformar o Centro de Ensino Fundamental no melhor do Brasil. Sua luta contra a ação de traficantes em torno dos muros da escola era elogiada por pais e alunos, mas contrariou os bandidos que assassinaram o professor na porta de sua chácara.
Os maiores nomes do Stand Up Comedy do Brasil se revezarão no palco do Teatro dos Bancários até dezembro. A atração do mês de junho é a dupla Marcelo Adnet e Dani Calabresa e dada a sua popularidade junto aos jovens telespectadores da MTV, deverá ser o recorde de público do festival.
MARCELO ADNET nasceu no Rio de Janeiro em 1981. Desde 2003, quando ainda cursava Jornalismo na PUC-Rio, já se apresentava no projeto Z.É – Zenas Emprovisadas, ganhador do Prêmio Shell em 2004.
Além do teatro, Marcelo já fez participações em quase todos os programas humorísticos da Rede Globo e em diversos filmes, como “Pode Crer” e “Xuxa – Sonho de Menina”, além de inúmeras peças publicitárias.
Entrou para o grupo Comédia ao Vivo em 2008, fazendo enorme sucesso nas apresentações de stand up comedy, tendo se destacado como mestre de cerimônias em todas as apresentações. Atualmente apresenta o programa 15 Minutos, que em menos de um ano de exibição já se tornou um dos maiores sucessos da MTV brasileira.
DANI CALABRESA ficou famosa ao fazer apresentações stand-up comedy por todo o país. Participou de quadros de humor no “Sem Controle” do SBT e “Pânico na TV” da RedeTV, além de ter sido convidada para participar de inúmeros programas de televisão. Ganhou o apelido CALABRESA quando ainda trabalhava como monitora infantil e as crianças diziam que ela tinha sotaque italiano por falar a letra “r” com forte acento. Atualmente, Dani apresenta o novo programa FURO MTV todos os dias, além de fazer apresentações ao vivo em eventos corporativos e shows em diversos estados brasileiros. Dentro do cenário stand-up, Dani tem sido a humorista mais requisitada para atuação em peças publicitárias e lançamento de produtos, devido ao seu talento e irreverência.
SERVIÇO:
1º Fest Riso Brasília – edição de Maio MARCELO ADNET e DANI CALABRESA Local: Teatro dos Bancários Data: 12, 13 e 14 de JUNHO Endereço: EQS 314/315 Sul Fone: 3262- 9090 Não recomendado para menores de 14 anos Duração: 90 minutos Horários: Sexta e Sábado às 21 horas, Domingo as 18 horas Ingressos: meia a R$ 30 (estudantes, idosos ou doadores de 2 kg de alimentos) Ingressos à venda na bilheteria do Teatro das 12 as 20 horas e nas lojas Planet Music (Pátio Brasil e Brasília Shopping), FNAC (Parkshopping), Livraria Leitura (Taguatinga Shopping) ou pelo site www.ingressorapido.com.br.