Inscrições abertas para o curso “Introdução aos Projetos Integradores e de Vida: Novas Metodologias para o Ensino Médio”
Jornalista: Maria Carla
Estão abertas as inscrições para o curso “Introdução aos Projetos Integradores e de Vida, Novas Metodologias para o Ensino Médio”.
O curso será realizado nesta quarta-feira (24), às 18 horas, pelo YouTube. Para se inscrever, clique no link a seguir: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSftGmw9THMRZd793d-Vqoan4pppiCguUmKmV7GaJZ7OJg5IZg/viewform
O curso é direcionado a professores(as) do Ensino Médio e certificado pela Universidade Federal de Alfenas, Minas Gerais. Confira participantes e outras informações na imagem, a seguir:
Abraço concorre a melhor filme no Festival CineSesc. Participe da votação
Jornalista: Luis Ricardo
O filme Abraço, com estreia internacional marcada para 8 de março, Dia Internacional de Luta da Mulher, está concorrendo no 47 º Festival CineSesc Melhores Filmes em várias categorias. Dentre elas estão a de Melhor Atriz Nacional, com @giulianamaria, Melhor Ator Nacional com @flavio.bauraqui, Melhor Roteiro, Melhor fotografia, Melhor Direção Nacional e Melhor Filme Nacional.
O filme Abraço faz uma leitura crítica do atual cenário político brasileiro, quanto ao processo contínuo e permanente de abandono e desvalorização da educação pública e de seus profissionais. A produção do filme teve a participação especial de 600 professores que atuaram como figurantes, ao lado de 80 atores profissionais. A música original foi composta por André Abujamra e Eron Guanieri, com participação especial de Chico Cesar e da Orquestra Sinfônica do Estado de Sergipe.
História
A dupla/tripla jornada de trabalho assumida pelas professoras, professores e por dirigentes sindicalistas é um dos temas do filme “Abraço”: uma história de ficção baseada em situações reais da luta de Ana Rosa, habitante de uma cidade do interior, mãe e responsável pelo trabalho doméstico, com pouco tempo para cuidar dos filhos, um marido possessivo e um relacionamento tenso com a mãe. O filme ainda mostra que mulheres militantes fazem o trabalho duro de convencer e organizar as bases, e acumulam muitas funções, em geral, sozinhas, em função de uma organização social machista que ainda acredita haver tarefas de mulheres e tarefas de homens.
PEC Emergencial sabota o país e penaliza a maioria do povo brasileiro
Jornalista: Luis Ricardo
Está agendada para a próxima quinta-feira (25), no Senado Federal, a votação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 186/19, também chamada pelo governo Bolsonaro de PEC Emergencial.
Seguindo a lógica ultraliberal do atual Governo, a concessão do novo auxílio emergencial à população durante a pandemia (com valor reduzido para R$ 250,00, vigência de apenas quatro meses e destinação a um número menor de famílias), está condicionada à aprovação da PEC 186, que estrangula mais ainda os limites da Emenda Constitucional nº 95, a qual impôs teto fiscal perverso para os investimentos em políticas públicas.
A chantagem para a aprovação da referida PEC expõe a cruel realidade de um governo descompromissado com o bem-estar da população. A quase esmola que deverá ser concedida às famílias em situação de vulnerabilidade, decorrente sobretudo do desemprego recorde e da sistemática redução das políticas de subsistência conduzidas pelo governo Bolsonaro – com destaque para o esvaziamento do Bolsa Família –, só ocorrerá se o Congresso Nacional chancelar as medidas que reduzirão o atendimento público em hospitais, escolas, afetando a renda de servidores públicos, aposentados, pensionistas, além de comprometer inúmeras outras políticas de assistência social. Na linguagem popular, o governo “dá com uma mão e retira com a outra”.
Fato grave nesse contexto de desmonte do Estado social no Brasil é a condescendência da opinião pública – capitaneada pelos “barões da mídia” – que não apenas se cala como também apoia a manutenção de um status quo tributário abominável, que praticamente não encontra paralelos mesmo no mundo capitalista. Deixar de taxar as grandes fortunas e os lucros e dividendos de pessoas físicas ricas, manter patamares quase irrisórios e desproporcionais de alíquotas sobre impostos patrimoniais (que beneficiam os ricos), abdicar de cobrar as dívidas bilionárias das grandes empresas e manter inoperante o combate à sonegação fiscal no país são medidas que atendem somente 1% da população, enquanto penaliza os outros 99%. E a alteração desse sistema tributário regressivo e desigual é a condição urgente e necessária para efetivamente equilibrar as receitas e despesas fiscais da União, dos Estados, DF e Municípios. Porém, a opção intolerável contida na PEC 186/19 continua sendo a de reduzir os serviços públicos e de penalizar os servidores das três esferas.
Em paralelo ao debate da PEC Emergencial, tramita no Congresso a PEC 188/19 (outra que ao lado da PEC 32/20 – reforma administrativa – compõe a estrutura de Estado Mínimo pretendida pelo governo Bolsonaro).
Tal como denunciado pela CNTE, ainda em 2019, a denominada PEC do Pacto Federativo contém vários retrocessos para as políticas sociais, especialmente para a educação. Nela será debatida a vinculação constitucional para a educação e a saúde, podendo ambas serem fundidas numa só rubrica ou mesmo serem extintas integral ou parcialmente. O Fundo Social do Pré-sal, criado para financiar diversas políticas públicas, inclusive a educação, será extinto com a PEC 188!
Diante da gravidade da situação que envolve o combate à pandemia do coronavírus e as políticas sociais num país eminentemente desigual, é preciso responsabilidade e compromisso do Estado brasileiro para conduzir as melhores soluções para problemas estruturais, como o desemprego e a pobreza que se alastram potencialmente.
Razão pela qual os trabalhadores e as trabalhadoras em educação das escolas públicas de todo país, indicam a necessidade de aprovação prioritária e imediata de uma reforma tributária efetivamente solidária e capaz de transpor as desigualdades que insistem em oprimir e marginalizar os interesses da maioria da população.
Brasília, 22 de fevereiro de 2021
Diretoria da CNTE
Sinpro-DF convoca gestores para reunião ampliada, nesta terça (23), sobre a volta às aulas dia 8/3
Jornalista: Maria Carla
A diretoria colegiada do Sinpro-DF convoca a todos(as) os(as) gestores(as) para reunião ampliada, nesta terça-feira (23/2), pela plataforma Zoom, às 10h, para tratar da volta às aulas presenciais no dia 8 de março.
Para participar, é preciso pedir o link da reunião virtual pelo número (61) 99685-4997.
A diretoria alerta para a necessidade de ampla participação para a discussão de um tema tão importante para a categoria.
Jornada Nacional Vacina para todos já será realizada no dia 24 de fevereiro
Jornalista: Luis Ricardo
Na próxima quarta-feira (24), a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) vai participar da “Jornada Nacional Vacina para Todos Já”, que tem o objetivo de pedir aos parlamentares vacina para todos, com prioridade aos profissionais da educação, além de segurança sanitária para as comunidades e alimentação escolar. A mobilização também exige orçamento público setorial capaz de assegurar o enfrentamento à pandemia para 2021.
A jornada é uma iniciativa conjunta das comissões de educação das assembleias legislativas de todo país, movimentos sociais da saúde e de trabalhadores e estudantes. Veja a seguir o calendário de ações previsto para o dia 24 de fevereiro.
9h – Abertura da jornada com performance na frente do Congresso Nacional
9h30 – Transmissão dos depoimentos da comitiva, em frente ao Congresso Nacional, com leitura das cartas da educação e da saúde
10h – Recepção da comitiva na liderança da minoria da Câmara e início das agendas institucionais internas
10h – Tuitaço em defesa da #VacinaParaTodosJá
11h – Live de 60 minutos com participação de parlamentares, representantes de movimentos, entidades e gestores
13h – Live de 60 minutos com transmissão cruzada nos estados
20h – Live de encerramento da jornada com apresentação do vídeo informativo das atividades da Comitiva no Congresso e de representações da Frente Pela Vida, do Conselho Nacional de Saúde e do Fórum das Comissões de Educação das Assembleias Legislativas e da CNTE.
Dia Mundial da Justiça Social: um chamado pelo fim da pobreza e dos preconceitos
Jornalista: Maria Carla
“Está na hora de a expressão ‘justiça social’ deixar de ser palavras vazias em discursos políticos e se materializar na sociedade. Para isso, é preciso superar, urgentemente, o neoliberalismo. Só conseguiremos vencer a injustiça social, a pandemia do novo coronavírus e outras pestes sanitárias e sociais se conseguirmos superar o neoliberalismo”. Essa é a mensagem da diretoria colegiada do Sinpro-DF em memória do 20 de fevereiro, Dia Mundial da Justiça Social.
Instituída pela Organização das Nações Unidas (ONU), em 2007, a data tem o objetivo de fortalecer a luta contra a pobreza, a exclusão, o preconceito e qualquer discriminação por motivos de raça, etnia, religião, idade, cultura, pensamento político etc. Dentre suas principais as principais iniciativas, destacam-se ações para eliminação da pobreza, para o estabelecimento do bem-estar da população e o fim de qualquer tipo de descriminação.
“O Dia Mundial da Justiça Social é uma data importante para refletir, debater e propor ações que possam contribuir para o estabelecimento de uma sociedade mais justa que apoia e manifesta senso de justiça e o respeito aos direitos humanos”, afirma Márcia Gilda Moreira Cosme, coordenadora da Secretaria de Raça e Sexualidade do Sinpro-DF.
Nesse sentido, segundo ela, “lutar pelo acesso à educação, à saúde, ao trabalho digno e combater todo e qualquer tipo de discriminação e preconceito deve ser tarefa de mulheres e homens que anseiam coexistirem e forma pacífica, justa e próspera. No Brasil, colaborando com esse propósito, a Campanha Tributar os Super-Ricos, entende que esta pauta é urgente para enfrentar a crise econômica reduzindo os tributos para os mais pobres e garantir renda”.
Este ano, a Organização Internacional do Trabalho (OIT) OIT lança o “Chamado por Justiça Social na Economia Digital”e apela à solidariedade global para apoiar a implantação da vacina contra a Covid-19 em todo o planeta e a recuperação econômica e social aprofundada pela crise da pandemia do novo coronavírus. De acordo com a organização, “na última década, a expansão da conectividade de banda larga, computação em nuvem e dados levaram à proliferação de plataformas digitais, que penetraram em vários setores da economia e da sociedade. Desde o início de 2020, as consequências da pandemia Covid-19 levaram a acordos de trabalho remoto e permitiram a continuação de muitas atividades comerciais, reforçando ainda mais o crescimento e o impacto da economia digital”.
O Sinpro-DF se une ao pensamento da OIT e reforça que uma das ações para assegurar justiça social é todas as nações e governantes adotarem uma política séria de combate à pandemia e garantirem a vacinação para toda a humanidade. “A vacina existe e é suficiente para todos os seres humanos. O que falta é uma gestão pública eficiente, que assegure o acesso de todos e todas à vacina e governantes que deem valor à vida. Isso também é justiça social”, afirma a diretoria do Sinpro-DF
O Dia Mundial da Justiça Social é uma data de extrema importância para a conscientização e fortalecimento da luta contra a pobreza, exclusão, preconceito e desemprego e em busca do desenvolvimento social dos países. No entendimento da ONU, só é possível atingir a justiça social com a promoção de uma convivência pacífica e saudável entre as nações, eliminando todas as barreiras do preconceito.
A data foi estabelecida pela Resolução A/RES/62/10, em 2007, mas foi comemorada, pela priMundialmeira vez, em 2009. “O Dia Mundial da Justiça Social foi criado como um reforço para o estabelecimento das metas propostas pela ONU na Cimeira Mundial do Desenvolvimento Social, em 1995, Cúpula Social de Copenhagen e na Cúpula do Milênio, entre outros fóruns da ONU”, informa a entidade mundial.
TV Comunitária de segunda (22) fala sobre água solidária para a Estrutural
Jornalista: Luis Ricardo
A TV Comunitária transmite, ao vivo, o Programa Vida & Água para ARIS nesta segunda-feira (22), às 14h30. Com o tema Na ausência daCAESB, água solidária da Serrinha para ARIS da Estrutural, o professor Perci de Souza; a diretora do Sinpro Presilina Spindola; Maria Consolacion Udry, do Instituto Oca do Sol; e a diretora do CEF 02 Juliana Assumpção debatem o problema da falta de água potável em várias regiões do Distrito Federal.
Sinpro-DF suspende atividades presenciais na sede para sanitização
Jornalista: Maria Carla
A diretoria colegiada do Sinpro-DF informa que, a partir das 12h, desta sexta-feira (19), as atividades presenciais na sede estão suspensas para sanitização do ambiente em razão do surgimento de um caso de Covid-19 entre funcionários.
Nota em solidariedade à CNBB e à Campanha da Fraternidade 2021
Jornalista: Maria Carla
A diretoria colegiada do Sinpro-DF repudia os ataques à Campanha da Fraternidade 2021, lançada na Quarta-Feira de Cinzas, e se solidariza com a Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) perante o boicote e as ofensas que a entidade vem sofrendo por causa do tema “Fraternidade e diálogo: compromisso de amor” e do lema “Cristo é a nossa paz: do que era dividido, fez uma unidade” (Ef. 2,14).
Na campanha deste ano, que é ecumênica e envolve outras igrejas cristãs, a CNBB e o Conselho Nacional de Igrejas Cristãs no Brasil (Conic), se posicionam, intransigentemente, a favor da vida, da paz, da justiça social, do amor ao próximo e contra todo tipo de negacionismo e de violências contra as minorias. O texto-manifesto da CF 2021 condena a violência contra mulheres, negros, povos originários, LGBTQIA+. Por incrível que pareça, a CF 2021 está sendo boicotada e condenada por setores fundamentalistas e conservadores por defender o respeito, o amor e a justiça social.
A diretoria colegiada do Sinpro-DF repudia toda e qualquer ação e pensamento preconceituoso, de ódio e contra a vida, que rejeite um mundo mais fraterno, igualitário, justo, respeitoso com todos os seres viventes e com a memória de quem já se foi. Não é admissível que o neofascismo e facções intolerantes, racistas, misóginas, LGBTQIAfóbicas interfiram numa campanha que visa à conscientização para a construção de um mundo mais justo e melhor de viver, com respeito ao(à) outro(a).
O Sinpro-DF – uma entidade pautada pelo respeito, pela defesa da vida e que luta por um mundo melhor com justiça social – não admite e combate qualquer facção neofascista e sectária, como são todas as facções fundamentalistas de qualquer agrupamento que se modele e se oriente pela torpeza, futilidade, preconceito, ódio, maledicência e outros adjetivos nefastos com o objetivo de criar guetos conservadores e apartheid sociais para piorar o mundo e se favorecer de alguma forma dos sofrimentos alheios.
A Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação – CNTE, entidade representativa dos profissionais da educação básica do setor público brasileiro, manifesta sua indignação com o fechamento de escolas no município de Rio Grande/RS.
Em plena pandemia, com o indicativo de retomada das aulas, o prefeito Fábio Branco (MDB), decreta, de forma autoritária, o fechamento de três escolas municipais, sem respeitar estudantes, pais e educadores/as, que foram surpreendidos com a atitude do prefeito.
Nesse momento em que se discute a retomada das aulas, a necessidade é de ampliação de espaços educativos para garantir o distanciamento social. O decreto está em dissonância com todas as determinações sanitárias nacionais e internacionais que determinam um número reduzido de alunos em cada sala de aula. A preservação da saúde e da vida de estudantes e seus familiares deve direcionar as ações do governo municipal. E isso não é possível com o fechamento de escolas, provocando necessidade de maior deslocamento dos/as alunos/as e o aumento de crianças nos mesmos espaços escolares.
Em conjuntura tão difícil, as comunidades atendidas pelas escolas fechadas são surpreendidas com uma atitude antidemocrática, vendo seu direito à educação sendo cerceado por ato de cima para baixo, sem qualquer diálogo.
A CNTE repudia a atitude do prefeito municipal, solicitando a abertura de diálogo com a comunidade escolar, com o SINTERG, entidade representativa dos/as trabalhadores/as em educação e com a própria Câmara de Vereadores, estabelecendo canais de comunicação que possam buscar alternativas de fortalecimento da educação pública de qualidade.