A Olimpíada Brasileira de Saúde e Meio Ambiente da Fiocruz, realiza mais uma Oficina Pedagógica Online. Com o tema “Produção Audiovisual: Cinema e Educação em Tempos de Pandemia”, a 6° edição da oficina abre espaço para profissionais da educação de diferentes áreas.
O evento acontecerá entre os dias 22 e 23 de setembro (terça e quarta-feira), das 10h às 12h00 por meio da plataforma Zoom, disponível para Android e IOS. Para se inscrever, basta acessar aqui.
Participe! O evento é gratuito e as vagas no Zoom são limitadas. Assista também página do Facebook: fb.com/obsma.
Semana UnB 2020 apresenta Ciclo de Debates Internacional “DAS SALAS DE AULA FÍSICA AOS TERRITÓRIOS DIGITAIS”
Jornalista: Maria Carla
Das salas de aula físicas aos territórios digitais
Limites e possibilidades antes e depois da Covid -19
A Universidade de Brasília realiza, de 21 a 25 de setembro próximo, a sua Semana Universitária (SEMUNI 2020), um Programa de Extensão Especial Institucional, de ampla repercussão, que visa promover a interação Universidade-Sociedade o qual assume especial relevo nesta edição, face aos desafios trazidos pela emergência sanitária
O Departamento de Geografia desenvolverá diversas ações, entre as quais, o Ciclo de Debates: Das salas de aula físicas aos territórios digitais – Limites e possibilidades antes e depois do COVID -19, realizado por seus laboratórios– Observatório de territórios de Esperança e– Laboratório de Educação Geográfica.
✅Formulário para envio de contribuições ao debate📡
<https://forms.gle/dcy1Q7ENdafxFdCa6>
✅Inscrição – Lista presença (diária)📆
<https://forms.gle/fMR6VSvzdjDL8z6A7>
✅Ative o lembrete – You tube🔔
< https://bit.ly/SEMUNI01>
Sejam tod@s muito bem vind@s!!
DESAFIOS
Nos últimos meses, nossa atenção foi atraída pelo difícil, criativo e ousado empenho de muitos professores, estudantes e famílias, em todos os níveis da educação e nos mais diferentes territórios em prosseguirem juntos. Essa evidência representou para nós, pesquisadores e estudantes, sinal e provocação, fazendo nascer este evento. Ele é fruto da exigência e da urgência de olhar para além do que se apresenta de imediato a nossos olhos e caminhar junto com estes que sinalizaram para nós a existência de um sonho, um desejo, um projeto de educação a ser defendido.
A rápida transição das salas de aula físicas para o ambiente digital não pode prescindir de uma análise aprofundada e criteriosa de seus desafios, riscos e possibilidades de ordens diversas, todos de grande impacto na educação, na vida das famílias e nos destinos da sociedade de forma geral.Para tanto, pretende-se reunir professores e pesquisadores da Educação Básica e do Ensino Superior numa análise crítica e propositiva, aberta ao diálogo com a comunidade, com criação de agendas de pesquisa e de ação.
O evento se dirige a toda a sociedade tendo como público alvo pesquisadores, docentes, discentes, gestores e planejadores das políticas e processos educacionais.
Serão 3 dias de conferências on line, ao vivo, que podem ser assistidas em:
NOAM CHOMSKY ABRE 20ª SEMANA UNIVERSITÁRIA DA UNB, NESTA SEGUNDA (21)
Jornalista: Vanessa Galassi
O linguista, filósofo, ativista, autor e analista político norte-americano Noam Chomsky é a atração principal da 20ª edição da Semana Universitária da Universidade de Brasília, que começa nesta segunda-feira (21). Chomsky participará da abertura oficial da Semuni, ocasião em que receberá o título Honoris Causa. O evento será transmitido ao vivo pelo canal da UnB TV no Youtube, a partir das 18h30.
Imagem: UnB notíticas
Devido à pandemia do novo coronavírus, esta edição da Semuni acontece integralmente de forma virtual. Programada para ser realizada de 21 a 25 de setembro, o tema da atividade são “20 anos de conexões”, que trata das comemorações dos 60 anos de Brasília e dos vinte anos da Semana Universitária, em convergência com a campanha institucional do ano de 2020: “UnB no coração de Brasília”. Todas apresentações, palestras, oficinas e webnários serão transmitidos pelo canal da UnB TV no Youtube. (Programação completa abaixo)
Entre as palestras que fazem parte da 20ª Semuni, estão “Residências Artísticas e Museus Universitários Durante a Pandemia” e “Universidade para a sociedade em tempos de Pandemia”. Na programação, também estão os webnários “COVID-19: a lupa que amplifica o que já sabíamos sobre educação”, “Lei Aldir Blanc: arte e cultura brasileira em contexto de crises” e “O Estado democrático na construção de um país mais justo e igualitário”. Ainda serão oferecidas oficinas de “Tai Chi Chuan”, massagem, “Escrita criativa curativa em tempos de pandemia” e “Metodologias Lúdicas na Promoção da Identidade Negra”.
Noam Chomsky (1928) é professor e ativista político norte-americano. É um crítico radical contra a política, a sociedade e a economia americana, particularmente a política externa. É professor do Massachusetts Institute of Technology. Desenvolveu uma teoria que revolucionou o estudo da linguística. Tal teoria sugere que toda declaração humana tem duas estruturas: “estrutura de superfície”, a superficial combinando com as palavras, e a “estrutura funda” que são regras universais e mecanismos. Em termos mais práticos, a teoria discute que os meios para adquirir uma língua é inata em todos seres humanos e são provocados tão logo uma criança começa a aprender os princípios básicos de uma língua.
Bolsonaro critica professores e escancara falta de preocupação com a sociedade ao mandar volta às aulas
Jornalista: Luis Ricardo
Não bastassem os exemplos de desrespeito com o(a) trabalhador(a), com a reforma Administrativa, o desprezo com as queimadas no Brasil e a total falta de preocupação com a sobrevivência de milhares de brasileiros(as) desempregados(as) ao diminuir o auxílio emergencial, o presidente Jair Bolsonaro mostra todo despreparo para lidar com a pandemia da COVID 19 ao sugerir o retorno das aulas presenciais no país. A declaração foi dada em transmissão nas redes sociais na última quinta-feira (17).
Durante a transmissão, Bolsonaro disse considerar inadmissível que se perca o ano letivo, e “pediu” ao ministro da Educação, Milton Ribeiro, que prepare orientações para o retorno das aulas no país, apesar de especialistas alertarem para os riscos de aumento da disseminação da Covid-19 nas escolas. A declaração veio permeada de várias críticas a estudantes e, também, a sindicatos de professores.
Segundo Bolsonaro, é inadmissível que os estudantes percam o ano letivo, mesmo com a taxa de mortalidade diária do Brasil continuar acima de 700 e ser o terceiro país do mundo com maior número de mortes nos últimos sete dias. Ele ainda atacou os(as) professores(as) dizendo que “ficam em casa e não trabalham”.
Sem apresentar dados, ele ainda acusou sindicatos da categoria de serem integrados por radicais de esquerda. “O pessoal deve saber como é composta a ideologia dos sindicatos dos professores pelo Brasil quase todo. É um pessoal da esquerda radical, e para eles está muito bom ficar em casa. Por dois motivos: primeiro que, eles, do sindicato, ficam em casa e não trabalham. E outra: isso colabora para que a garotada não aprenda mais coisas, que não volte a aprender, a se instruir”, acusou Bolsonaro, sem detalhar sobre quais associações se referia.
Durante todo o período de pandemia o Sinpro sempre afirmou que se preocupa com o ano letivo, que é preciso pensar na volta às aulas, mas, acima de tudo, é preciso pensar primeiro na vida humana. Um retorno sem que a curva de mortos e infectados esteja em queda é um risco de aumento significativo no número de óbitos.
Ao falar que apenas o Brasil ainda não voltou, se referindo a outros países que voltaram com as aulas presenciais, Bolsonaro escancara a falta de conhecimento e de esclarecimento mínimo de conjuntura, uma vez que não é possível comparar a realidade no Brasil com a de países europeus que já reiniciaram o ano letivo, pois o Brasil e o continente europeu vivem realidades sociais e momentos da epidemia totalmente distintos.
WEBINÁRIO SOBRE A PORTARIA Nº 2.282, DE 28 DE AGOSTO DE 2020/ MINISTÉRIO DA SAÚDE
Jornalista: Maria Carla
São grandes os obstáculos para mulheres e meninas realizarem o abortamento legal, mesmo decorridos 80 anos do Código Penal. Mesmo assim, no rastro do calvário por que passou a menina de dez anos do Espirito Santo, o Ministério da Saúde publicou a Portaria no 2282, agudizando uma situação já perversa. A Portaria mistura a interrupção da gravidez com o início de um processo criminal e transforma agentes do sistema de saúde em policiais, na contramão de seu papel de acolhimento e cuidado.
Foram fortes as reações contrárias: 5 projetos de decreto legislativo pedem a suspensão da Portaria (2 no Senado e 3 na Câmara), além de notas e manifestações por parte da sociedade (ver dossiê anexo).
Neste cenário a Frente Parlamentar Feminista Antirracista com Participação Popular promove amanhã (18/09) um webinário onde certamente estará em debate a obrigação, por parte do sistema de saúde, de comunicar à autoridade policial o crime de estupro, conforme reza a Portaria, ignorando:• o papel do sigilo médico no respaldo a princípios constitucionais dos direitos e da dignidade humana, e de igualdade e proteção da intimidade e saúde;
• que o Brasil assinou convenções de proteção aos direitos da mulher (Convenção sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra a Mulher e a Convenção de Belém do Pará);
• o efeito nefasto desta medida sobre a atenção integral à violência contra a mulher, dificultando o acesso à saúde, reduzindo possibilidades de atendimento, afastando as mulheres dos espaços de assistência.
Dia: 18/09 – Sexta-feira Horário: 9h30 às 12h30 Transmissão: https://bit.ly/2RwKq0a
EXPEDIENTE
Iniciativa: Frente Parlamentar Feminista Antirracista com Participação Popular
Convidadas/os:
• Sandra Lia Bazzo (Cladem)
• Cristião Rosas (Médicos pelo Direito de Decidir)
• Simony dos Anjos (Evangélicas pela Igualdade de Gênero)
• Representante da Frente contra Criminalização das Mulheres e pela Legalização do Aborto
• Representante de Movimentos de Defesa dos Direitos de Crianças e Adolescentes
Público esperado: Parlamentares das casas legislativas federal e estaduais, movimentos feministas, de mulheres e de direitos humanos.
Contatos:
• Hellen Frida (assessora da Liderança do PT) – 61-999671676
• Joluzia Batista (Cfemea) – 61-982389882
O BRASIL POR UM FIO | Atuais servidores públicos também estão na mira da reforma administrativa
Jornalista: Luis Ricardo
O discurso do governo federal é de que a reforma administrativa (PEC 32/2020) não afeta os atuais servidores públicos. Assim como foi feito na reforma da Previdência e na trabalhista, o governo Bolsonaro-Guedes manobra para que o povo compre gato por lebre. Entregue ao presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), por peças-chaves do governo, no último dia 3 de setembro, o texto da reforma administrativa prejudicará de imediato os atuais servidores públicos caso seja aprovada como está.
Reajuste salarial, promoção, avaliação de desempenho e suspensão de direitos, por exemplo, são algumas das regras que, se aplicadas aos novos servidores, serão executadas automaticamente para os que já estão investidos no cargo. Até mesmo a estabilidade dos atuais servidores é atacada. Pela lei atual, a perda do cargo público só acontece após trânsito em julgado. Com a reforma administrativa, uma simples decisão judicial colegiada pode destituir os servidores atuais.
“Só há três hipóteses que não alcançam os servidores atuais: salário de ingresso, que não vai rebaixar; a modalidade de contratação, pois quem já está contratado não será afetado; e o outro é o fim da estabilidade, ainda assim fica uma estabilidade mitigada. Todas os demais, alcança (os atuais servidores). Por exemplo: você não pode dar reajuste salarial só para os servidores antigos. Tem que dar para todos ou para ninguém”, explica o diretor do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap) Antônio Augusto de Queiroz, em debate virtual realizado pelo Sindicato dos Professores do DF, no último dia 11.
Em artigo publicado no Blog do Servidor, o advogado especialista na defesa do servidor público Jean P. Ruzzarin lembra que “os servidores em atividade não possuem mais exclusividade na ocupação de funções comissionadas tampouco reserva em cargos em comissão”. “Além disso, os que atualmente ocupam tais postos serão exonerados em breve, na medida em que forem institucionalizados os novos cargos de liderança e assessoramento. Mais do que isso, a proposta escancara a violação ao princípio da supremacia do interesse público primário ao assumir que comissionados podem ser destituídos por motivação político-partidária, ainda que sejam servidores concursados”, comenta.
Já as advogadas Camilla Louise Cândido e Jéssica Carneiro Rodrigues avaliam que a reforma administrativa está “inserida no contexto reformista de austeridade”, idealizada, assim como a trabalhista, a previdenciária e a emenda do teto de gastos, “para agradar o andar de cima e tirar direitos do andar de baixo”. “E a reforma tributária, que poderia corrigir enormes distorções do sistema tributário brasileiro, vai ficando para trás”, pontuam em artigo publicado na página da LBS Advogados.
Embora o perfil assustador, o clima conjuntural no Congresso Nacional é favorável à reforma administrativa. O tema, que prejudica não só atuais e futuros servidores, como a sociedade em geral, tem até uma frente parlamentar que luta por sua aprovação, além do alinhamento com os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, David Alcolumbre (DEM-AP), que se movimentam para acelerar a tramitação da proposta.
A servidora pública Ana Paula Cusinato, secretária de Comunicação da CUT-DF, avalia que a estratégia covarde de maquiar a reforma administrativa para que ela seja aceita, principalmente pelos novos servidores, tem objetivo certeiro: desmobilizar o conjunto do funcionalismo público.
“O servidor que está exercendo suas atividades, com sua estabilidade, acha que não será atingido e, com isso, as chances dele se envolver em qualquer campanha ou movimento contrário à reforma administrativa são muito baixas. O mesmo acontece com aqueles que estão próximos de se aposentar. Mas é preciso reforçar que ninguém, nenhum servidor, está imune a mais este ataque”, afirma.
Segundo ela, é urgente um esforço conjunto para mostrar para a população os efeitos perversos da reforma administrativa de Bolsonaro e, na mesma medida, pressionar os parlamentares a rejeitarem a proposta. “Estamos em um momento de deliberações remotas tanto na Câmara como no Senado. Corre o risco dessa proposta, que desmonta todo o serviço público e mercantiliza direitos, ser aprovada sem um amplo debate social, com chances até mesmo de sair do Congresso pior do que entrou, levando em consideração o perfil da maioria dos parlamentares”, alerta.
A PEC da reforma administrativa deverá ser discutida nas próximas semanas no Congresso Nacional. Ela deverá passar por votação em dois turnos tanto na Câmara quanto no Senado. Para ser aprovada, a proposta precisa do aval de 308 deputados e 49 senadores.
Essa matéria inicia a série REFORMA ADMINISTRATIVA | O Brasil por um fio, que aborda o ponto a ponto da PEC 32/2020 de Bolsonaro-Guedes.
Semana Freiriana: Confira as atividades dessa quinta (17)
Jornalista: Luis Ricardo
A CNTE programou uma série de atividades para essa quinta-feira (17), em prosseguimento à Semana Freireana de Lutas pela Vida e pela Educação Pública. A partir das 10h, a Confederação convida toda a categoria a participar de um Twittaço contra os cortes no orçamento da Educação para 2021. Para participar, use a hashtag #OrçamentoJustoParaEducação e compartilhe.
Às 18h está programado um Ato Virtual em defesa de um orçamento justo para a Educação. A programação será transmitida no Facebook da CNTE (fb.com/cntebrasil). Entidades da educação e frentes parlamentares convidam a sociedade brasileira para discutir o futuro do nosso país.
A Semana faz parte da jornada em celebração aos 99 anos de nascimento de Paulo Freire e envolve as entidades do movimento educacional brasileiro, reunidas no Fórum Nacional Popular de Educação (FNPE), e está aberta à participação de todo o povo brasileiro para reivindicar, anunciar, denunciar, agitar, mobilizar e fortalecer as lutas por Justiça Social.
Adiada audiência pública sobre problema de saúde dos profissionais da educação
Jornalista: Maria Carla
Em razão de problemas técnicos, a Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) adiou a audiência pública sobre os resultados da pesquisa “A dor da gente”, realizada pelo Sinpro-DF em parceria com o Laboratório de Psicodinâmica e Clínica do Trabalho da Universidade de Brasília (UnB). Ainda não tem data prevista.
O gabinete do deputado Professor Reginaldo Veras (PDT), autor da iniciativa, avisou, na manhã desta quinta-feira (17), que a audiência pública que debateria a saúde dos profissionais de educação do DF precisou de ser adiada.
A TV Web, que faria a transmissão, está com problemas em sua base na CLDF e não conseguirá transmitir, o que inviabiliza o debate público. Decidimos então em adiar para uma nova data a ser agendada com a comunicação da Câmara. Pedimos desculpas pelos transtornos e nos colocamos a disposição para quaisquer esclarecimentos.
A diretoria colegiada do Sinpro-DF irá informar a nova data prevista assim que a CLDF remarcar.
NOTA DE PESAR | PROFESSORA AIDÊ SILVEIRA, PRESENTE!
Jornalista: Vanessa Galassi
Aidê Ferraz Rocha Silveira, professora aposentada
O Sinpro-DF lamenta profundamente a morte da professora Aidê Ferraz Rocha Silveira. Aposentada, a companheira lutou bravamente contra o câncer, mas não resistiu e faleceu nesta quinta-feira (17). O velório será nesta sexta-feira (18), no cemitério Campo da Esperança (Plano Piloto), das 8h30 às 10h30. O enterro está agendado para 11h.
Aidê Silveira foi professora de Atividades na Escola Classe 415 de Samambaia e durante décadas contribuiu para a formação de centenas de crianças, na perspectiva da transformação do mundo para um espaço mais justo e igualitário.
Professora Aidê será sempre lembrada por sua história, viva em cada criança que orientou e em todas as lutas travou. Aidê Silveira, presente!
Ato virtual em defesa do orçamento justo para a educação está marcado para quinta (17)
Jornalista: Luis Ricardo
A CNTE, em conjunto com 16 Frentes Parlamentares no Congresso Nacional e 54 entidades e movimentos ligados à Educação, vai exibir nas redes sociais o ato virtual na próxima quinta-feira (17), às 18h, em defesa de um orçamento justo para a área em 2021. A iniciativa tem como objetivo denunciar a perspectiva de cortes de R$ 1.882 bilhão nas chamadas despesas discricionárias para a educação – que envolvem custeio e investimentos – e reivindicar a imediata instalação da Comissão Mista de Orçamento e uma Comissão-Geral no Parlamento brasileiro para discutir os recursos para a Educação em 2021.
O ato virtual terá a participação de representantes das entidades, das frentes, personalidades e lideranças políticas, como o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, que deverá marcar presença. Acesse o abaixo-assinado criado para angariar apoios na sociedade civil: http://bit.ly/defendaeducacao