FUNDEB URGENTE: orientações para pressão aos parlamentares

2020 06 26 nova etapa fundeb

Está agendada para os dias 20 e 21 de julho (próximas segunda e terça-feira), na Câmara dos Deputados, a votação da PEC 15/2015 que trata do novo FUNDEB permanente e com mais recursos para a educação.

Mesmo com as contingências do parecer da relatora prof.ª Dorinha Seabra (DEM-TO), a CNTE entende ser essa a melhor opção de FUNDEB no atual cenário conjuntural do país. O projeto prevê dobrar a complementação da União (atualmente em R$ 14,2 bilhões), institui o Custo Aluno Qualidade como referência para o custo per capita por estudante nas diferentes etapas e modalidades do ensino e subvincula no mínimo 70% do total do Fundo para remuneração dos profissionais da educação (embora não preveja piso salarial nacional para todos).

No último dia 15 houve reunião no Palácio do Planalto entre parlamentares da Comissão Especial do FUNDEB e membros do Governo, entre eles, Paulo Guedes (ministro da Economia) e o General Braga Neto (Casa Civil da Presidência da República), onde não houve acordo sobre o projeto proposto pela relatora, prof.ª Dorinha Seabra. A posição do Governo será de confrontar o parecer da Câmara através de diversas situações previstas no regimento interno da Câmara dos Deputados. A posição final do ministro Paulo Guedes indicou que o Governo “testará a sua base de apoio na Câmara contra o parecer da relatora”.

Várias são as discordâncias do Governo com o parecer da Câmara dos Deputados, com destaque para:

i. Constitucionalização permanente do FUNDEB;

ii. Não inclusão de vouchers (o governo quer repassar recursos públicos para as escolas privadas);

iii. 20% de complementação da União (o teto do governo seria 15%, distribuídos de forma meritocrática entre as redes de ensino);

iv. Piso salarial nacional para o magistério e vinculação de percentual para remuneração dos profissionais da educação (o governo defende a supressão do piso e do percentual de 70%, enquanto outros partidos neoliberais defendem rebaixar o referido percentual ou não autorizar a destinação dos novos recursos da complementação da União para essa rubrica. Ou seja: ambas as propostas são prejudiciais).

Diante desse cenário incerto e de extrema preocupação, precisamos mobilizar a categoria para pressionar os parlamentares durante esse fim de semana e nos dias 20 e 21, quando deverá ocorrer a votação da PEC 15/2015. As sugestões de pressão são as seguintes:

i. Envio de mensagens diretamente a todos/as os/as deputados/as (ver lista com números de celulares dos parlamentares em anexo);

ii. Os dirigentes das entidades filiadas deverão contactar todos/as os/as deputados/as e solicitarlhes a gravação de breve vídeo ou áudio defendendo a aprovação do novo Fundeb permanente e com piso salarial e subvinculação destinada à remuneração dos profissionais da educação;

iii. Envio de carta às lideranças partidárias na Câmara dos Deputados, aos Governadores, Prefeitos, Deputados Estaduais e Vereadores pedindo o apoio de todos para a aprovação
integral do parecer da relatora, prof.ª Dorinha Seabra, sem destaques que possam prejudicar a essência do projeto.

Essas medidas são urgentes e de fundamental importância para pressionarmos o parlamento a derrotar a proposta do governo Bolsonaro/Guedes, que se pauta na desvinculação dos recursos para a educação, no fim do piso salarial e no fim do próprio FUNDEB.

A CNTE disponibilizará materiais e textos complementares para esse momento da mobilização virtual, porém já existem várias peças publicitárias e textos no sítio eletrônico da Confederação que podem subsidiar as afiliadas na elaboração de materiais e mensagens por whatshapp aos parlamentares.

Todos/as à luta!

Heleno Araújo
Presidente

Fátima Silva
Secretária Geral

Fonte: CNTE

Oposição une forças na Câmara por novo Fundeb

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Os partidos de oposição ao governo de Jair Bolsonaro estarão mobilizados na Câmara nesta segunda-feira (20) na defesa da votação do novo Fundeb, sem alterações de pontos importantes do projeto da deputada Professora Dorinha Seabra (DEM-TO).

O projeto tramita há cinco anos como Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 15/15 e deve entrar na pauta de votação nesta segunda.

Os pontos considerados fundamentais contemplados no parecer da relatora são: incorporação do novo Fundeb às disposições permanentes da Constituição Federal; ampliação gradativa dos recursos oriundos da União; subvinculação de 70% dos recursos para remuneração de profissionais da educação; constitucionalização do “custo aluno qualidade”; preservação dos recursos provenientes do salário educação exclusivamente para os programas complementares; desautorização da utilização de recursos do Fundeb com despesas que não sejam estritamente de manutenção e desenvolvimento do ensino.

“É fundamental que o processo tenha como desfecho a aprovação do relatório da deputada Professora Dorinha Seabra”, afirma o PT em nota. Para o partido, o projeto significa a síntese possível dos diálogos feitos na Câmara dos Deputados e com várias entidades e organizações educacionais.

Mobilização nas redes

O coordenador geral da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, Daniel Cara divulgou no sábado (18) mensagem nas redes sociais sobre a tramitação do Fundeb. Falou sobre sua importância para a educação. 

“O problema concreto é que o governo se articulou. Na segunda-feira de manhã, por volta das 10 horas, o general Ramos (ministro-chefe da Secretaria de Governo, general Luiz Eduardo Ramos) convocou uma reunião com os líderes do Centrão. Especialmente com os líderes do PL, PSD, do PP, que são os partidos que hoje operam mais fortemente em favor das posições do governo. E eles estão com o objetivo de retalhar o texto da deputada Professora Dorinha, que é um texto que não é perfeito, mas trouxe importantes avanços”, afirmou Daniel.

Prejuízo incalculável

“O prejuízo imediato e sequencial que as alterações ao relatório do novo Fundeb podem causar à educação básica pública, sobretudo nos pequenos e mais pobres municípios, é incalculável, comprometendo o direito à escola de milhões de crianças, adolescentes e jovens do Brasil”, diz a nota do PT.

Na mensagem divulgada no sábado, Daniel Cara convocou a sociedade a se mobilizar nas redes sociais. O objetivo é intimidar os deputados do campo conservador que pretendem retalhar o novo Fundeb, retirando dispositivos fundamentais do texto. 

“Esse texto desagrada o governo em vários aspectos. Desagrada também o mercado financeiro, porque aumenta a participação do governo federal em relação à educação e o texto tá sendo extremamente combatido”, afirmou Daniel.

Fonte: CUT

Centrais sindicais defendem que a Câmara dos Deputados aprove o novo Fundeb

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As Centrais Sindicais estão atentas e mobilizadas contra a oposição do governo Bolsonaro ao novo FUNDEB e defendem a prioridade na tramitação dessa matéria de grande importância para a educação pública e para a classe trabalhadora. Entendemos que o novo FUNDEB será capaz de promover e reforçar a qualidade de toda a educação básica pública, valorizar os trabalhadores em educação e contribuir para reduzir as desigualdades socioeconômicas e regionais.

O FUNDEB entrou em vigor em 2007 e, somente no ano passado, foi responsável por cerca de 65% do total dos recursos investidos nas escolas públicas brasileiras. O Fundo distribui recursos entre estados e municípios para o funcionamento da educação básica pública e o pagamento do salário dos trabalhadores em educação das escolas públicas de todo o país.

Após um intenso debate que reuniu representantes da sociedade civil, entidades e parlamentares de diversos partidos, o substitutivo apresentado pela Deputada Professora Dorinha Seabra (DEM/TO), assimila em sua formulação as nossas principais demandas: institui a sua perenidade, transformando o FUNDEB em um fundo permanente, além de indicar a maior participação da União no seu financiamento, saindo dos atuais 10% que cada ente aporta para, após um período de transição, chegar ao patamar de 20% de recursos da União. Além disso, o substitutivo institui o Custo Aluno Qualidade como referência para o custo per capita por estudante nas diferentes etapas e modalidades do ensino e subvincula no mínimo 70% do total do Fundo para remuneração dos profissionais da educação – assim como prevê a vinculação das receitas do FUNDEB às matrículas das redes públicas, sem permissão de vouchers ou de outras formas de alocação desses recursos na rede privada.

Diante da urgência da votação do novo Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) – que está prevista para ocorrer no plenário da Câmara dos Deputados nos próximos dias 20 e 21 de julho, as Centrais Sindicais defendem a aprovação de um FUNDEB permanente e com mais recursos para a educação. 

São Paulo, 17 de julho de 2020

Sérgio Nobre  Presidente da CUT – Central Única dos Trabalhadores

Miguel Torres  Presidente da Força Sindical  

Adilson Araújo  Presidente da CTB – Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil

José Calixto Ramos  Presidente da NCST – Nova Central Sindical de Trabalhadores  

Alvaro Egea  Secretário Geral da CSB – Central dos Sindicatos Brasileiros  

Ricardo Patah  Presidente da UGT – União Geral dos Trabalhadores  

Ubiraci Dantas Oliveira  Presidente da CGTB – Central Geral dos Trabalhadores do Brasil

Joaninha de Oliveira Secretaria Executiva Nacional da CSP-Conlutas  

Nilza Pereira de Almeida Secretaria de Finanças – Intersindical – Central da Classe Trabalhadora  

Emanuel Melato  Coordenação da Intersindical – Instrumento de Luta e Organização da Classe Trabalhadora 

José Gozze Presidente – Pública Central do Servidor

Fonte: CUT

Volta da CPMF e desoneração da folha vão penalizar programas sociais, avalia Dieese

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O ministro da Economia, o banqueiro Paulo Guedes, insiste em recriar a Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF). Mas para disfarçar, já que a cobrança do tributo não tem ainda apoio do Congresso Nacional, e precisa passar por negociações com a bancada do Centrão para ser aprovada, Guedes diz que não é bem assim e que o tributo será cobrado apenas sobre as vendas por meio eletrônico.

Em entrevistas recentes o ministro afirmou que o imposto seria de 0,02%, e em troca as empresas poderiam desonerar a folha de pagamentos em torno de 20%. A desculpa é a de sempre. A retirada de direitos e o fim, ou a diminuição, dos valores pagos pelas empresas sobre Previdência e Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), entre outros tributos, levaria os empresários a contratar mais, sem levar em consideração de que há contratação quando há demanda e sem dinheiro não há consumo.  

Segundo o diretor- técnico do Dieese, Fausto Augusto Júnior, na cabeça de Guedes todo o problema do crescimento econômico está vinculado ao sistema de trabalho.

“Quando se junta um novo imposto sobre compras em troca da desoneração fica ainda mais complicado para o trabalhador porque os encargos da folha de pagamentos financiam um conjunto importante de políticas públicas como a casa própria com o FGTS, a Previdência e a política de qualificação profissional aos cuidados do sistema S {SESC,SENAC.SENAI}, entre outras”, lembra Fausto.

O diretor- técnico do Dieese defende que os impostos deveriam ser cobrados sobre o lucro das empresas. De acordo com ele, a tecnologia vem tirando empregos em montadoras, na indústria química, nos bancos e outros setores, e com isso vêm caindo as contribuições previdenciárias e ao FGTS, mas em contrapartida, o lucro delas aumentou e muito – somente os bancos, mesmo com a pandemia, tiveram lucros de R$ 16,8 bilhões no primeiro trimestre deste ano . Por isso, o sistema tributário é injusto, cobra mais dos pobres e menos dos ricos, que são os que têm melhores condições financeiras de devolver algo ao país, seja ajudando a financiar o caixa da Previdência, seja nos fundos que promovem inclusão social.

“Precisamos pensar num sistema tributário que incida mais sobre a renda, a  propriedade e o faturamento e não num imposto que vai onerar todo mundo, que aliás, eu acredito que se for aprovado pelo Congresso, passará a incidir sobre toda a movimentação financeira e não apenas sobre as compras online”, diz Fausto.

Substituir a desoneração por um único mecanismo, como é o caso do imposto sobre compras, acentua a desigualdade, retira recursos de políticas sociais, mas, para Guedes somente a desoneração da folha de pagamentos vai permitir atender os 38 milhões de brasileiros e brasileiras desassistidos, desempregados ou informais, que o governo de Jair Bolsonaro só descobriu agora com a pandemia do novo coronavírus (Covid 19), ao se deparar com os mais de 51 milhões de brasileiros que recorram ao auxílio emergencial de R$ 600,00.

A estratégia do ministro da Economia é errada e contraditória, avalia Fausto , porque a CPMF, ou outro nome que Guedes queira dar ao imposto, pega a todos linearmente. Todos pagam a mesma alíquota, os pobres, a classe média e os ricos.

O que em tese “democratiza” o imposto, já que o pobre vai pagar 0,02% sobre uma TV comprada num site de loja de varejo, o rico vai pagar a mesma incidência sobre o IPhone , na verdade, não mexe na progressividade do sistema tributário brasileiro que tem uma pressão muito grande sobre o consumo, a compra, e a CPMF faz o mesmo caminho, reforçando um sistema bastante desigual.

“O que precisa mudar é o sistema tributário brasileiro, cobrar de quem tem mais renda, as grandes fortunas e não fazer os pobres pagarem pela mesma compra de um rico”, diz Fausto. 

Para o diretor-técnico do Dieese toda a discussão sobre um imposto parecido com a CPMF está associada à proposta do governo de uma nova reforma trabalhista e previdenciária.

“De um lado desonera-se a folha de pagamento, implanta-se uma contribuição regressiva que é insuficiente para financiar o sistema previdenciário, e logo  menos dinheiro entrando no caixa da Previdência com a desoneração da folha pode ser a desculpa do governo para dizer que há um rombo e não é possível o Estado pagar as aposentadorias e os benefícios e, por isto é necessária uma nova reforma onde cada um deve constituir sua própria poupança, ou seja, um sistema de capitalização”, afirma Fausto. 

Ele conta que durante a gestão da ex-presidenta Dilma Rousseff, em 2015, o seu governo decidiu pela desoneração da folha de pagamentos apenas para oito setores para baixar os preços de alguns produtos. Mas, como no Congresso o golpe já se encaminhava, deputados e senadores à época, mudaram a proposta e ampliaram a desoneração para mais de 50 setores.

“Eram as chamadas pautas bombas do Congresso. Com tanto setor pagamento menos impostos, o que se viu a perda de oportunidade de fazer um debate sério sobre os encargos. E esta proposta de Guedes vai simplesmente desonerar e descobrir a Previdência e programas sociais”, afirma o diretor técnico do Dieese.

Fonte: CUT

Nota de falecimento – Deni

É com imenso pesar e tristeza que a diretoria do Sinpro informa o falecimento da ex-funcionária Valdenir Maria de Jesus. Deni, como era carinhosamente conhecida, trabalhou no sindicato durante 27 anos. Durante quase três décadas, ela se dedicou às lutas da categoria, sempre colocando à frente seu lado humano e amigo aos(às) professores(as), orientadores(as) educacionais e colegas de trabalho.

Após se aposentar, em 2015, iniciou uma dolorosa e corajosa batalha contra a Ataxia cerebelar, doença que a levou durante a tarde do último sábado (18).

Deni foi enterrada em Goiânia, local onde morava com a irmã desde sua aposentadoria.

O Sindicato dos Professores agradece a todos os anos dispensados à categoria e presta toda sua solidariedade à família e aos amigos neste momento de dor.

ENTRE A AMIZADE E A TOLERÂNCIA: CAMINHOS POSSÍVEIS PARA SOBREVIVÊNCIA INDIVIDUAL E COLETIVA, É TEMA DO PROGRAMA SABER VIVER, DESTA SEGUNDA (20)

Dia 20 de julho é comemorado o dia Internacional da Amizade na Argentina, Uruguai e Brasil, em alguns países comemora-se também em 30 julho ou 18 de abril. Independente da data,o importante é a manifestação sincera e contínua entre amigos, principalmente no atual contexto de isolamento com inúmeras vidas perdidas de entes queridos para essa pandemia que nos assola, as amizades conseguem nos dar algum alento, diminuindo o sofrimento, multiplicando nossa alegria e fragmentando a nossa dor.

Para debater o assunto, programa Saber Viver em Casa desta segunda-feira (20), às 18h30, abordará o tema “Entre a amizade e a tolerância: caminhos possíveis para sobrevivência individual e coletiva. Para o diálogo, participa como convidada, Tatiane Reis Vianna, Mestre pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul- URFGS, e membra da Associação Psicanalítica de POA. Para mediação, participa a diretora do Sinpro, Presilina Spindola.

O programa vai ao ar, às 18h30, ao vivo, pela TV Comunitária, no canal 12 na NET-DF, e pelo Facebook e Youtube do Sinpro-DF.

 

NOTA DE PESAR | Hamilton Carlos  Pereira

É com enorme pesar que o Sindicato dos Professores no Distrito Federal (Sinpro-DF), vem a público noticiar o falecimento do nosso querido companheiro de luta Hamilton Carlos  Pereira, professor aposentado. 

Após lutar incansavelmente pela vida com a mesma garra que lutava pela categoria magistério, Hamilton sofreu um infarto. 

Nosso querido Hamilton, será sempre lembrado pelo profissionalismo, honestidade e competência e, neste momento de dor, a diretoria colegiada do Sinpro se solidariza aos familiares e amigos e deseja que Deus dê conforto para que possam enfrentar esta perda com serenidade.

O velório está marcado para amanhã ( 17 ), a partir das 14 horas na Capela 01 do Cemitério Campo da Esperança ( Asa Sul ) e o sepultamento será às 16 horas.

 

A Educação está de luto. 

 Hamilton Carlos …  presente !!!

 

DOAÇÃO DE SANGUE: AJUDE VOCÊ TAMBÉM!

A professora de Artes, Rosângela Meneses, que atuava na sala de altas habilidades no Guará, precisa da nossa ajuda!

Em novembro de 2019, a professora aposentada descobriu um Câncer conhecido como mieloma múltiplo, onde de imediato deu início ao tratamento. Devido aos procedimentos que vem sendo feito dentro do tratamento, Rosângela agora, necessita de bolsas de sangue.

Diante do cenário de pandemia em que vivemos, os bancos de sangue de Brasília, sofre com a baixa de estoques, o que preocupa quem depende do serviço.

Vamos juntos contribuir com nossa professora?

Para ajudar, você deve agendar sua doação no Hemocentro São Lucas, em frente ao Hospital Brasília, pelo telefone 61 9108-2737. O Hemocentro segue todas os protocolos de segurança para evitar o contágio da Covid-19.

Confira abaixo os os requisitos para doar!

REQUISITOS PARA DOACAO (1)

 

 

EDUCAÇÃO EM TEMPOS DE PANDEMIA: EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS EM DEBATE, É TEMA DO SABER VIVER EM CASA DESTA QUARTA-FEIRA (15)

Diante do cenário de pandemia que vivemos, discutir a educação passa a ser uma prioridade em todo o meio social. Para isso, o programa Saber Viver em Casa desta quarta-feira (15), às 18h00, abordará a Educação de Jovens e Adultos diante da pandemia.
Para o debate, participaram como convidadas, Maria Madalena Tôrres, integrante do Grupo de Trabalho Pró- Alfabetização do Distrito Federal, autora do livro “O cinema como linguagem na Alfabetização de Jovens e Adultos Trabalhadores”, e Delzair Amâncio, Especialista em Educação na Diversidade e Cidadania com Ênfase na Educação de Jovens e Adulto e também participante do GTPA Fórum EJA-DF. Para mediação, participa a diretora do Sinpro, Eliceuda França.
Assista o programa pela TV Comunitária, no canal 12 na NET-DF, e pelo Facebook e Youtube do Sinpro-DF.

 

EDUCAÇÃO EM TEMPOS DE PANDEMIA: SOCIOEDUCAÇÃO E EDUCAÇÃO NAS PRISÕES, SÃO TEMAS DA TV SINPRO DESTA TERÇA-FEIRA (14)

Com objetivo de discutir a educação em tempos de pandemia, o programa TV Sinpro desta terça-feira (14), às 17h, abordará a Socioeducação e a Educação nas prisões, importante temática que necessita de atenção por parte de todos da sociedade.

Para o debate, participaram os professores da SEEDF, Francisco Celso, reconhecido em premiações como: Prêmio HIP HOP ZUMBI, Prêmio IFÁ AJE, Prêmio Cultura e Cidadania 2016 Prêmio Itaú Unicef em 2017 e 2018 e, em 2020 ficando em primeiro lugar no Selo de Práticas Inovadoras na Educação Pública do Distrito Federal, e a professora Vanessa Bomfim, onde há 15 anos, atua na Educação nas Prisões. Para mediação, participa a diretora do Sinpro, Thaís Romanelli.

A TV Sinpro é um programa transmitido, ao vivo, toda terça-feira, às 17h, pelo YouTube, Facebook e Instagram do Sinpro-DF, pela TV Comunitária de Brasília nas suas redes sociais na Internet e canal 12 da NET.

Assista pelo Facebook do Sinpro-DF: facebook.com/sinprodf

 

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