Fórum de defesa do direito do trabalho repudia parecer da MP 927

O Fórum Interinstitucional de Defesa do Direito do Trabalho e da Previdência Social (FIDS) divulgou nota, nesta quarta-feira (3), repudiando o parecer da  Medida Provisória (MP) nº 927/2020, de autoria do deputado Celso Maldaner (MDB/SC), publicado nesta terça-feira (2).

De acordo com o FIDS, integrado por entidades do mundo do trabalho, movimento social, organizações de trabalhadores, professores e pesquisadores, a MP que deve ser votada nesta quarta, manteve itens  prejudiciais aos trabalhadores e às trabalhadoras, já afetados pelas altas taxas de desemprego, diminuição da renda e pelos demais impactos socioeconômicos da pandemia do novo coronavírus.

Ainda há ajustes que precisam ser feitos, diz a nota que cita riscos aos direitos dos trabalhadores, como a redução pela metade das verbas indenizatórias, a fragilização do sistema de representação sindical, entre outros.

A MP 927, que trata de alterações trabalhistas para enfrentamento do estado de calamidade pública e emergência de saúde pública decorrente da pandemia do novo coronavírus, autoriza redução de jornada e de salários, suspensão dos contratos de trabalho, entre outros itens.

Confira aqui a íntegra da nota do FIDS e se junte a luta contra a perda de direitos pressionando seus deputados.

Fonte: CUT

Dupla Bolsonaro-Guedes escancara índole antitrabalhador

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O principal objetivo do governo de Jair Bolsonaro (ex-PSL) é implantar o neoliberalismo econômico no país. Isso significa menos investimentos do Estado, menos programas sociais, menos direitos trabalhistas e mais apoio aos grandes empresários.

A reunião ministerial do dia 22 de abril, divulgada com autorização do ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), que o país assistiu estarrecido, jogou ainda mais luz no projeto antitrabalhador do governo.

O ministro da Economia, o banqueiro Paulo Guedes, não se constrangeu ao falar de forma preconceituosa e desrespeitosa, em tom de deboche, sobre os trabalhadores e trabalhadoras informais e desempregados mais pobres, que estão sofrendo mais com as consequências do novo coronavírus porque estão sem renda alguma.

Ele disse que a pandemia da Covid-19 obrigará o governo a estender por dois ou mais três meses o auxílio emergencial, mas não deveria pagar o valor de R$ 600,00 e, sim, R$ 300,00 ou R$ 200,00. E justificou a redução do valor afirmando que isso era necessário para que a população pobre não achasse que estava tudo bem e não precisaria mais trabalhar.

Para Guedes, quem não tem renda porque a economia parou é vagabundo. E ele não quer um bando de pobres sem trabalhar, sobrevivendo às custas de programas sociais e aumentando os gastos fiscais do governo.

Esta é a avaliação do economista e professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Eduardo Costa Pinto.

A fala do ministro, num momento de crise profunda em que 12,6 milhões de trabalhadores estão desempregados, expressa também a visão dos empresários do andar de cima, que não levam em conta os mais pobres.

Guedes não tem ideia de Nação, de como é ser do andar de baixo, de ser tratado como lixo. Ele representa a herança escravocrata do país. Ele expressa o ‘jeitão brasileiro’ que burla regras, modifica leis e dão golpes para manter seu poder de forma sociopata, ao contrário do ‘jeitinho’ do povo brasileiro utilizado  para sobreviver

– Eduardo Costa Pinto

Chamar os brasileiros de vagabundos faz parte da norma deste governo que acredita que os brasileiros mais pobres vão querer receber de graça benefícios sociais e não trabalhar nunca mais, complementa a professora de economia da Unicamp, Marilane Teixeira.

Demonstra uma visão meritocrata de que os indivíduos têm condições de ascender socialmente, e se eles não têm condições melhores de inserção de renda e vida não é por falta de oportunidade, eles não lutaram e não fizerem por merecer, afirma a professora.

“Para Guedes, se o povo pobre não conseguiu estudar e lutar por um emprego melhor, o problema foi deles, é por desajuste de caráter e preguiça de trabalhar. Bolsonaro e Paulo Guedes são irresponsáveis ao levar o conceito de meritocracia num país como o Brasil de sociedade desigual com brutal concentração de renda”, diz a economista da Unicamp.

Guedes e Bolsonaro têm uma concepção moralista, conservadora, preconceituosa e retrógrada de achar que o problema são as pessoas, não a falta de política pública, de projeto de desenvolvimento

– Marilane Teixeira

A economista chama também a atenção para o neoliberalismo econômico de Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, aplaudido pela dupla Guedes/Bolsonaro, mas que agora a Covid-19 escancarou seus problemas.

“Um país como os Estados Unidos que leva ao máximo o conceito de meritocracia, mostra agora sua desigualdade social. São os países que conseguiram reduzir suas desigualdades sociais que superaram em boa parte a pobreza”, diz.

Marilane alerta que assim que passar a pandemia do coronavírus , a dupla Paulo Guedes/Jair Bolsonaro tentará novamente emplacar as medidas neoliberais que “esfriaram” com a crise.

“Basta ler na página do Ministério da Economia, as propostas de retomada de crescimento. Nada mais são do que ampliar as concessões privatistas, de menos direitos aos trabalhadores. Essas propostas esfriaram por conta da pandemia, mas quando a sociedade voltar à ‘normalidade’, a dupla Guedes/Bolsonaro voltará a ter como alvos os direitos do trabalhadores”, afirma a economista.

13 vezes em que Bolsonaro e Guedes prejudicaram os trabalhadores

As Medidas Provisórias (MPs) e projetos apresentados defendidos pelo ministro da Economia mostram a faceta antitrabalhador da dupla.

Somente no primeiro ano de governo, Bolsonaro e Guedes apresentaram uma série de medidas e normas jurídicas que prejudicam os trabalhadores. Algumas foram barradas e outras aprovadas na Câmara e Senado, mas somente o fato da dupla apresentá-las ao Congresso Nacional demonstra o total desprezo pela classe trabalhadora.

O levantamento dos projetos e MPs foi feito pelos assessores André Santos e Neuriberg Dias, do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (DIAP).

01) extinção e “esquartejamento” do Ministério do Trabalho e Emprego (Lei 13.844/19);

02) as novas regras para acesso aos benefícios previdenciários, com mudanças na carência e na perda de qualidade de segurado e retorno (Lei 13.846/19);

03) MP 889/19 – novas regras de saque do FGTS

Criou o saque-aniversário do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço. A nova modalidade de saque permite saque de parte do saldo do FGTS no mês do aniversário do contribuinte. Em contrapartida, caso o trabalhador seja demitido sem justa causa, não terá acesso ao resgate.

Alguns itens da MP não foram aprovados como o que acabava com a participação dos trabalhadores no conselho curador do FGTS. Por sugestão do relator foi incluído o fim do monopólio da Caixa na gestão do fundo para ser submetido ao mercado financeiro, o que acabou não ocorrendo. O governo tentou ainda mexer no fundo destinado a várias políticas públicas, como habitação e saneamento, entre outras.  A MP foi sancionada no dia 12 de dezembro e transformada na Lei 13.932/19

04) a Lei da Liberdade Econômica, que trouxe além da redução da burocracia, a flexibilização de regras trabalhistas, como dispensa de registro de ponto para empresas com até 20 empregados, dentre outros aspectos (Lei 13.874/19);

05) o Plano Plurianual (PPA) e a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), com diretrizes para esvaziamento de políticas públicas para criar condições para privatizações dos serviços públicos e das empresas estatais e ausência ou extinção de política para ganho real do salário mínimo e sua manutenção.

06) a MP 905/19, que aprofunda a Reforma Trabalhista ao introduzir em normas temporárias para geração do 1º emprego para jovens, mudanças na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). A MP foi retirada porque caducaria e a previsão de que o governo perderia a votação;

07) o PL 6.159/19, que desobriga empresas de adotarem política de cotas para pessoas com deficiência ou reabilitadas;

08) a PEC 133/19, Paralela da reforma da Previdência, que estende sua aplicação para os estados e municípios, dentre outros aspectos;

09) o PLP 245/19, que regulamenta a aposentadoria por periculosidade;

10 ) a Reforma Sindical, além da PEC 196/19, do deputado Marcelo Ramos (PL-AM), pode ser enviada proposta do governo, por meio do Gaet (Grupo de Altos Estudos do Trabalho), no âmbito do Ministério da Economia;

11) o Plano Mais Brasil, que compreende as PEC 188/19, que trata do novo marco institucional da ordem fiscal e o Conselho Fiscal da República, fortalecimento da Federação; 187/19, que trata da desvinculação dos fundos públicos; 186/2019, chamada de PEC Emergencial; a Reforma Administrativa (aguarda envio de proposta pelo governo); Reforma Tributária (aguarda envio de proposta pelo governo); e privatizações (aguarda envio de proposta pelo governo);

12) a PEC 438/18, que cria gatilhos para redução de jornada e de salário dos servidores públicos em caso de descumprimentos da “regra de ouro”. Já aprovada pela CCJ da Câmara; e

13) a PEC 182/19, que autoriza a redução de jornada com redução de salário do servidor público.

Salários melhores motivou golpe contra Dilma Rousseff

Para entender como pensa a elite econômica que apoia Bolsonaro e defende a retirada de direitos dos trabalhadores, o professor de economia da UFRJ, Eduardo Costa Pinto, faz um resumo da história recente do país, que culminou com o golpe de 2016 contra a ex-presidenta Dilma Rousseff.  

Tudo começou, segundo ele, quando Michel Temer (MDB-SP) disse, nos Estados Unidos, que Dilma caiu porque não aceitou a cartilha liberal chamada “Ponte para o Futuro”, que conta com o apoio de parte dos capitalistas brasileiros.

O professor diz que desde 2012,  as taxas de lucros das 900 maiores empresas não financeiras, as produtivas e do comércio estavam desacelerando, chegando a menos 4.7,  em 2015, mas os custos com os salários continuavam a subir, o que era inconcebível para o empresariado da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). A saída que eles encontraram foi apoiar o golpe.

“Ali fica claro que tem uma mudança no setor empresarial que considerava que os custos da força de trabalho estavam comprimindo o caixa e a saída para reduzir esse custo, inclusive os tributos vinculados a ele, foi o golpe. A reforma Trabalhista explica esse movimento”, afirma o economista da URFJ.

A redução do papel do Estado implica em reduzir a oferta de serviços e bens públicos, como, por exemplo na reforma da Previdência, que leva a classe média a procurar planos privados, o sucateamento do Sistema Único de Saúde (SUS) , que leva aos planos de saúde, e o mesmo em relação à educação na busca por escolas particulares . Com isso, o governo consegue reduzir seus gastos e limitar ou reduzir tributos como querem os empresários.

Essa dinâmica vem do governo Temer e o governo Bolsonaro acelera esse processo. E por isso que o andar de cima apoia Bolsonaro neste projeto. Só pra ter uma ideia o setor de serviços e varejo viveu um processo de concentração em que grandes empresas entraram no setor, acredita o professor da URFJ.

As grandes empresas de varejo ganharam força e estão engolindo as médias e pequenas empresas. A Havan é um exemplo disso, e hoje seu dono, Luciano Hang, um dos maiores apoiadores o governo, é o sétimo homem mais rico do país

– Eduardo Costa Pinto
Fonte: CUT

Com mais de meio milhão de casos, OMS diz que pico ainda não chegou no país

O Brasil iniciou mais um mês na luta contra o novo coronavírus sem uma real perspectiva de redução dos números da doença. Com mais 623 mortes confirmadas e 12.247 novos casos computados, o país soma 29.937 vidas perdidas e 526.447 infectados pela covid-19. Há, ainda, 4.412 pessoas com sintomas relacionados à covid sob investigação, de acordo com o Ministério da Saúde. A crescente curva de casos e mortes no país preocupa a Organização Mundial da Saúde (OMS), que alertou, ontem, sobre o fato de a situação da América do Sul estar longe de se estabilizar e que não consegue prever um pico de transmissão da doença.
 
Em entrevista coletiva, o diretor do programa de emergências da OMS, Michael Ryan, afirmou que se nota um aumento progressivo de casos em países latino-americanos. De acordo com Ryan, cinco dos dez países que registraram o maior número de casos nas últimas 24 horas estão na América. São eles: Brasil, Estados Unidos, Peru, Chile e México. Em 22 de maio, ele já havia dito que a América do Sul se tornara o novo epicentro da covid-19 no mundo.
“Eu certamente afirmaria que a América Central e a América do Sul estão se tornando as zonas intensas de transmissão do vírus agora. Eu não acredito que atingimos o pico da transmissão e, neste momento, não consigo prever quando vai ser. Mas o que precisamos fazer é mostrar solidariedade aos países”, ressaltou. 
 
Sem citar governantes em específico, Ryan ainda disse que a resposta de combate ao novo coronavírus é diferente em cada país. “Nós vemos muitos bons exemplos de países que têm uma abordagem do governo inteiro, da sociedade inteira, baseada na ciência, e vemos em outras situações uma falta e uma fraqueza nisso”, apontou.
 
O Brasil é o segundo país com mais casos no mundo e o quarto no ranking de óbitos absolutos. Segundo levantamento da Universidade Johns Hopkins, somente a Itália, com 33.475 mortes, Reino Unido (39.127) e Estados Unidos (104.799) têm mais registro de mortes. No entanto, o crescimento diário brasileiro ultrapassa, há semanas, os números italianos e, por isso, a previsão é que, ainda esta semana, o país assuma a terceira posição. 
 
No entanto, ao se considerar a quantidade de perdas em relação à população total do país, o Brasil não supera os números das nações europeias. Pelas análises do site de estatística Our World in Data, entre os seis países com mais mortes absolutas, a Espanha é o local onde, proporcionalmente, o novo coronavírus foi mais grave. São 580,2 mortos a cada milhão de habitantes. O Reino Unido está em 565,3 fatalidades, seguido pela Itália (551,4), França (440,7) e Estados Unidos (313,5). Enquanto isso, o Brasil tem 135,6 mortes a cada milhão de pessoas. 
 
Ao avaliar a situação de cada um separadamente, levando em consideração a evolução dos próximos dois meses a partir de uma centena de óbitos, o que se observa é que, enquanto os países europeus, com menor dimensão territorial, já estavam em estabilização de mortes, após mais de 60 dias do primeiro registro de fatalidades, os Estados Unidos e o Brasil apresentavam crescimento exponencial. 
 
Flexibilização
São Paulo ainda lidera em número de casos e óbitos, com 111.296 diagnósticos e 7.667 mortes. Desde ontem, prefeitos podem começar a implementar o Plano São Paulo, anunciado pela gestão João Doria. Pelo plano, o estado foi dividido em regiões e em fases, que vão de 1 a 5, e podem começar a implementar medidas de flexibilização e reabertura gradual das atividades econômicas a partir da classificação na fase 2. De acordo com o governo, 90% da população ainda está entre as fases 1 (restrição total, somente com funcionamento de serviços essenciais) e 2 (reabertura com restrições).
Na sequência em maior número de casos no país, o Rio tem 54.530 casos e 5.462 óbitos  — e também inicia flexibilização. No Ceará, que também iniciou um processo de liberação, ontem, são 50.530 infecções e 3.188 mortes. Os números chegam no momento em que outros estados começam a discutir as medidas de flexibilização do isolamento social e reabertura de setores da economia.
 
Outros três estados possuem mais de duas mil mortes. São eles: Pará (2.925), Pernambuco (2.875) e Amazonas (2.071). Juntos, as seis unidades federativas somam 24.188 óbitos, ou seja, 80,7% de todas as mortes já confirmadas no país. Dos 26 estados mais Distrito Federal, apenas três possuem menos de 100 fatalidades: Tocantins (76), Mato Grosso (66) e Mato Grosso do Sul (20).
 
Conclusão sobre a hidroxicloroquina
A OMS anunciou, ontem, que deve divulgar a conclusão de seus estudos sobre a segurança da hidroxicloroquina no combate ao novo coronavírus. O ensaio clínico com o medicamento no projeto Solidariedade (Solidarity) está suspenso desde 25 de maio, quando a entidade se sustentou em uma pesquisa externa, publicada na revista científica The Lancet, que alertou para os maiores riscos de morte em pacientes que utilizaram a droga. De acordo com a cientista-chefe da OMS, Soumya Swaminathan, as novas diretrizes sobre a hidroxicloroquina se basearão nos dados da própria organização. A atualização levará em consideração as respostas ao medicamento observadas em pacientes do ensaio clínico. No Brasil, a iniciativa é coordenada pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).
 
Atenção primária no combate ao vírus
 
por Vânia Bezerra* 
Todo sistema de saúde pública no mundo possui a sua porta de entrada, ou seja, o canal inicial pelo qual o paciente terá acesso aos diversos serviços de saúde disponíveis. No Sistema Único de Saúde brasileiro, esse nível inicial é formado pelos serviços de Atenção Primária à Saúde (APS), que abrangem estratégias de prevenção e promoção da saúde, diagnóstico, tratamento e reabilitação de pacientes na rede pública.
 
Considerando a transição de perfil epidemiológico da população brasileira, a APS passa também a ser o fio condutor no que se refere ao cuidado às doenças crônicas não transmissíveis. Até pouco tempo, o nosso sistema de saúde organizava suas ações priorizando a atenção às doenças ou condições agudas, que acessavam o sistema pelos serviços de urgência e emergência. Com as mudanças no estilo de vida da nossa sociedade, o manejo das doenças crônicas passa a ser um desafio que tensiona o modelo de atenção à saúde vigente, no sentido de se redirecionar estes casos da porta dos serviços de emergências para o nível de cuidado primário.
 
Em meio a essas demandas, enfrentamos atualmente, também, o crescente número de casos da covid-19 na rede pública. Nesse contexto, as Unidades Básicas de Saúde (UBS) passaram a ter um papel importante no acolhimento dos casos suspeitos. Estamos dando apoio às unidades usando a tecnologia. Por meio de um canal 0800, os médicos e enfermeiros que atuam nas UBSs podem conversar com teleconsultores do projeto Regula Mais Brasil, liderado pelo Hospital Sírio-Libanês e executado por meio do Programa de Apoio Institucional ao Sistema Único de Saúde (Proadi-SUS), uma grande parceria público-privada com o Ministério da Saúde por onde fornecemos nossas expertises a serviço do fortalecimento do SUS, que mais do que nunca, precisa de estruturas robustas.
 
Além da discussão de casos e apoio na conduta clínica, esse serviço de teleorientação contribui para a diminuição das filas de espera para consultas com especialistas, priorizando os casos mais graves e contribuindo para desafogar essa porta de entrada do sistema.
 
O Regula Mais Brasil já bateu a marca de 392 mil casos regulados em cinco localidades (Porto Alegre, Belo Horizonte, Distrito Federal e Amazonas e Recife), resultando na diminuição considerável das filas de espera.
 
A Atenção Primária à Saúde reforça os princípios do SUS: a universalização, a equidade e, principalmente, a integralidade, visando a qualidade no cuidado dos usuários do nosso Sistema Único de Saúde. E no combate ao coronavírus, estamos levando eficiência e inovação ao SUS para vencer esse desafio.
 
*Superintendente de responsabilidade social do Hospital Sírio-Libanês 
 

Acordo firmado entre o Ministério da Ciência e Tecnologia e a empresa estadunidense CISCO fere de morte nossa soberania nacional

No último dia 27 de maio, o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) firmou um acordo de colaboração para o desenvolvimento de habilidades e a transformação digital no Brasil com a empresa CISCO, dos Estados Unidos. Em um evento virtual pouquíssimo divulgado na grande mídia brasileira, o ministro Marcos Pontes anunciou a parceria nas áreas de educação, saúde, segurança cibernética, agronegócio, segurança pública e energia.

A empresa dos Estados Unidos já atua no país há 25 anos e, agora, o seu programa Country Digital Acceleration (CDA), desenvolvido há mais de 5 anos e presente em 34 países, encontrou as portas escancaradas para atuar no pais. Chama a atenção que a parceira ora firmada com o governo brasileiro não teve nenhuma transparência com a sociedade, foi feita sem licitação pública e sequer foram realizadas audiências com os setores envolvidos para a discussão do projeto.

Em tempos de pandemia, tudo em nosso país é feito às escuras e de forma absolutamente açodada. O objetivo, claro, sempre foi o de atender aos interesses dos ricos e das empresas estrangeiras, ávidas por lucros obtidos em cima de milhares de mortes. O setor da educação, um dos mais visados por essas empresas estrangeiras, é uma verdadeira “galinha de ovos de ouro” desses mercadores gananciosos e dos governos mais sabujos e subalternos aos interesses dos Estados Unidos.

Não se tem até agora detalhes do acordo e tampouco estimativas do investimento que será realizado pelo país ou mesmo pela empresa nessa iniciativa. Não se conhece sequer os termos dos acordos. O que se sabe é a intenção manifesta do governo brasileiro em ceder dados e informações de nossa sociedade a uma empresa estrangeira. É urgente que o Congresso Nacional e o Tribunal de Contas da União (TCU), bem como o próprio Ministério Público Federal enquanto guardião dos interesses da sociedade, cobre do governo brasileiro os termos e bases desse acordo.

A sociedade brasileira já vem se manifestando de forma contrária a esse acordo feito às escuras que compromete, sobretudo, a nossa soberania nacional e tem como objetivo central enriquecer os bolsos de uns poucos em detrimento de toda a sociedade brasileira. Os/as educadores/as de todo o país se insurgem contra mais essa iniciativa de um governo vendilhão da pátria, que não cansa de nos surpreender com manobras que, ao invés de se comprometer com o combate a pandemia que vem tirando tantas vidas de brasileiras e brasileiros, se submetem aos gananciosos de sempre. Estamos atentos aos desdobramentos desse acordo e conclamamos os órgãos de controle do país a dar transparência a esse acordo.

Brasília, 29 de maio de 2020

Direção Executiva da CNTE

Fonte: CNTE

IEAL denuncia a situação política no Uruguai

2020 06 01 destaque uruguai

O governo eleito no Uiruguai está tentando, por meio de Projeto de Lei de Urgente Consideração, afetando diversos setores, dentre os quais a educação.

Aproveitando o momento da pandemia e do isolamneto social, o Governo daquele país limita a participação da sociedade, impedindo o diálogo. Fere o sistema público de educação daquele país e os direitos adquiridos por trabalhadoras e trabalhadores de educação daquele país.

Juntamente com a IEAL, nossos parceiros de lutas a Federación Nacional de Profesores de Enseñanza Secundaria –FENAPES, e a Federación Uruguaya de Magisterio y trabajadores de Educación Primaria – FUMTEP, manifestam sua rejeição à proposta enviado pelo Poder Executivo, por ser este um projeto que
propõe reformas estruturais sem garantir espaços para o debate e busca de consenso, além de ignorar a capacidade do povo uruguaio de decidir sobre esse tipo de reforma.

Confira a nota da IEAL para compartilharmos as ações que estão sendo adotadas pelos governos latino-maericanos durante esse momento grave enfrentado pelo mundo todo.

Fonte: CNTE

Saiba quais direitos Bolsonaro quer tirar com MP 927 que será votada pela Câmara

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Usando a pandemia do novo coronavírus (Covid-19) como pretexto, Jair Bolsonaro (ex-PSL) mais uma vez apresentou uma nova Medida Provisória (MP) propondo retirar direitos dos trabalhadores e das trabalhadoras e, claro, favorecer os patrões. É a MP nº 927 que tem validade até 20 de julho deste ano, e deverá ser votada pela Câmara dos Deputados. A data da votação ainda não foi definida, mas, nos bastidores, fala-se que pode ser esta semana. 

Bolsonaro, desta vez, quer mexer no seu direito a férias, no banco de horas, no pagamento de horas extras e retirar direitos previamente estabelecidos em acordos coletivos, além de mexer nos direitos dos profissionais de saúde que estão na linha de frente no combate à pandemia, arriscando a própria vida para salvar outras.

A MP também prevê que patrão e trabalhador celebrem acordo individual abrindo mão de direitos, sem a participação de sindicatos, tais como teletrabalho, antecipação de férias sem direito ao pagamento antecipado de 1/3, antecipação de feriados com longo prazo para compensação, banco de horas também com longo prazo para compensação, até 2022, prorrogação de jornada e outras restrições de direitos.

Provocar ainda mais perdas para os trabalhadores e trabalhadoras é algo impensável neste momento de pandemia e, por isso a CUT continuará o trabalho conjunto que vem fazendo com outras centrais sindicais, Ministério Público do Trabalho (MPT), Associação Nacional dos Magistrados do Trabalho (Anamatra) e outras entidades, por meio do Fórum Interinstitucional de Defesa do Direito do Trabalho e da Previdência (FIDS) lutando pela rejeição desta MP.

“Temos dialogado com parlamentares e o presidente da Câmara, Rodrigo Maia,  demonstrando que esta MP é inoportuna e um retrocesso. É hora de intensificar a pressão online, por causa do isolamento social necessário, sobre os parlamentares nos estados para impedirmos mais este absurdo”, diz o secretário de Assuntos Jurídicos da CUT, Valeir Ertle.

Todas as medidas contidas na MP são nitidamente prejudiciais ao trabalhador e favorece o patrão porque na concepção do governo é o empresariado que mantém a economia e, por isso, Bolsonaro abre um leque de possibilidades de soluções para vários setores da economia, afirma o advogado do escritório LBS, Fernando José Hirsch.

“O empresário pode dar férias, utilizar o banco de horas negativo, não pagar hora extra em teletrabalho, suspender contratos, reduzir jornadas e salários. Ou seja, tem um menu de opções que ele pode utilizar de acordo com a sua necessidade”, diz Hirsch, se referindo a MP nº 927 e outras já aprovadas como a MP nº 936.

Uma das mudanças na legislação trabalhista contida na MP 927 é em relação a direito às férias. Com a MP, as férias podem ser comunicadas com até 48 horas antes de seu início (em vez de 30 dias), tendo o pagamento fatiado e adiado. O valor poderá ser pago no mês subsequente (e não dois dias antes, como previsto na CLT) e o correspondente ao terço poderá ser pago até 20 de dezembro de 2020.

Os profissionais de saúde podem ter suas férias suspensas, mesmo que em curso. A empresa pode convocar o trabalhador e a trabalhadora para comparecer ao serviço, desde que comunique a exigência com 48 horas de antecedência.

As novas regras também dispensam a participação do sindicato das categorias em todo o processo relativo à concessão de férias, ainda que coletivas.

“A MP tira do sindicato, a última esfera de poder negocial do empregado, em meio ao desespero pela manutenção de empregos, e só resta apenas o ‘sim’, o aceite de qualquer coisa”, analisam em artigo Lais Lima Muylaert Carrano e Luara Borges Dias, advogadas do LBS.

Os profissionais de saúde, além dos prejuízos em relação às férias poderão ter menos tempo de descanso. A MP permite que seja menor o período entre o fim de uma jornada e o início de outra, hoje estabelecida em 11 horas. Com isso, o trabalhador corre o risco de não ter respeitado o descanso de um dia para o outro, sem que a empresa seja autuada por isso.

Outra benesse aos patrões é o direito de pagar aos profissionais da saúde horas extras ou não. Ele pode trabalhar 16 horas diariamente, mesmo com a CLT determinando, no máximo, duas horas diárias de extras, que a empresa poderá oferecer folgas em troca da hora extra, por um período de 18 meses. .

“Pela ótica da empresa que não está conseguindo contratar médicos e enfermeiros, com o quadro reduzido, quem pode trabalhar, trabalha dobrado sem receber horas extras e quando acabar a pandemia, esse profissional vai tirar folgas semanais ou mensais, o que for melhor para o empregador, e o trabalhador não receberá nada em termos financeiros por ter colocado a sua vida em risco. Tudo é feito para não onerar a empresa”, diz Hirsch.

Na Medida Provisória, Bolsonaro retirou o direito do pagamento de horas extras também para quem é colocado em teletrabalho. Se aproveitando da reforma Trabalhista, que diz que quem exerce a profissão em casa, tem “liberdade de horário”, e não recebe hora extra, ele incluiu no mesmo balaio os trabalhadores que foram obrigados a exercer suas atividades em casa, sem que houvesse um contrato prévio para isso.

A MP estabelece que o tempo de uso de aplicativos e programas de comunicação fora da jornada de trabalho normal do empregado não constitui tempo à disposição, regime de prontidão ou de sobreaviso, exceto se houver previsão em acordo individual ou coletivo.

“Isto significa que o patrão, que já pode controlar a jornada remotamente, pode também marcar uma reunião online a noite, deixar o trabalhador de plantão das cinco da manhã às dez da noite esperando pelo retorno de um cliente, e este tempo não é computado como hora extra”, critica o advogado Fernando Hirsch.

A MP também permite o banco de horas negativo. O trabalhador que não consegue exercer sua atividade em casa, mas não foi demitido terá de pagar as horas inativas quando voltar ao trabalho.

“Um trabalhador do grupo de risco, que não está trabalhando pela sua condição de saúde ou em decorrência do fechamento momentâneo da empresa, poderá fazer horas extras por longos períodos para pagar o tempo inativo. O mesmo em relação a qualquer trabalhador que tenha contrato de 8 horas diárias, e está trabalhando seis horas. Ele poderá ter de trabalhar 10 horas diariamente para compensar as duas horas que a empresa o dispensou. É o chamado banco de horas negativo”, explica o advogado do LBS.

Veja quais direitos a MP nº 927 retira

1 – Possibilita a redução da indenização devida aos trabalhadores em caso de demissão sob a alegação de força maior decorrente da calamidade pública provocada pela Covid-19.

  1. Possibilita que empregado e o empregador celebrarem acordo individual abrindo mão de direitos, sem a participação de sindicatos.
  2. Suspensão de exames médicos ocupacionais.
  3. Limita a atuação da Fiscalização do Trabalho, com a ampliação das regras sobre dupla visita e impedimento de que autuem empresas infratoras, A MP 927 propõe é virtualmente a suspensão da própria fiscalização do trabalho por 180 dias, salvo no caso das limitadíssimas situações previstas.
  4. Prorroga contratos coletivos que venham a vencer no período da calamidade, sem a negociação com os sindicados.
  5. Na forma proposta, quaisquer medidas, ainda que contrárias a outros dispositivos da CLT, mas não à própria MP, poderiam ser consideradas válidas.

Fonte: Luiz Alberto dos Santos – Advogado – Consultor Legislativo do Senado Federal

Supremo impede mais retirada de direito

Bolsonaro queria ainda tirar mais direitos dos trabalhadores com a MP nº 927. Inicialmente estava previsto que trabalhador que contraísse a Covid 19 teria de provar que a doença foi originária das condições de trabalho para ter direitos ao auxílio-doença, por exemplo. O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que a medida é ilegal e o artigo 29 da MP foi retirado pelo governo.

O STF também decidiu pela inconstitucionalidade do artigo 31, que impedia a fiscalização de auditores fiscais do trabalho. As empresas poderiam burlar a lei como quisessem, já que a MP proibia a fiscalização trabalhista, durante o período de calamidade pública.

Relator da MP tenta tirar mais direitos dos trabalhadores

O relator da MP 927 na Câmara Federal, deputado Celso Maldaner (MDB-SC) tentou incluir na Medida Provisória a redução da multa referente ao Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) na hora da demissão do trabalhador de  40% para 20%.

No entanto, essa medida estava contida na MP 905, da Carteira Verde e Amarela, que foi retirada pelo governo porque o Congresso Nacional dava  sinais de que ela seria rejeitada. Pela legislação quando uma MP não é aprovada, seu conteúdo não pode ser colocado em votação em outra MP, no mesmo ano.

Foi mantido o texto original que prevê que a empresa pode suspender o recolhimento do FGTS referente às competências de março, abril e maio de 2020, com vencimento em abril, maio e junho de 2020, respectivamente. Mas, se o trabalhador for demitido, ele terá direito ao recolhimento referente a esses meses.

Segundo o advogado e consultor Legislativo do Senado Federal, Luiz Alberto Santos, a repercussão negativa fez com que o Maldaner, retirasse do relatório, essa possibilidade. Além disso, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, disse que proibiria que qualquer “jabuti”, como chamam os itens alheios à MP, fossem incluídos durante a votação.

De acordo com o consultor legislativo, o relator na Câmara dos Deputados,  além de não acolher praticamente nenhuma das 1.082  emendas apresentadas previamente ao exame do Plenário, ignora esses limites e “ressuscita” diversos dispositivos constantes quer da MPV 905, que a pretexto de dispor sobre a geração de empregos para jovens com a criação do Contrato Verde e Amarelo promoveu uma nova “Reforma Trabalhista” derrubando mais de 130 dispositivos da CLT e vulnerando direitos dos trabalhadores.

O consultor legislativo fez uma análise comparativa entre as MPs 927 e 905, das emendas rejeitadas e uma lista dos  49 itens de direitos retirados pelo relator da MP 927.

Veja aqui

Notas de repúdio ao relatório da MP 927

Entidades de juízes, auditores fiscais do trabalho e de direitos do trabalhador emitiram nota de repúdio ao relatório preliminar da MP 927. As críticas foram feitas pela Associação Nacional dos Magistrados do Trabalho (Anamatra), o Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais (Sinait ) e pelo Fórum Interinstitucional de Defesa do Direito do Trabalho e da Previdência (FIDS), integrado por entidades de representação do mundo do trabalho e do campo social, organizações de trabalhadores, professores e pesquisadores.

Fonte: CUT

Não perca o programa Saber Viver com Música em Casa desta quarta (03)

O Sinpro oferece mais uma edição do Saber Viver com Música em Casa nesta quarta-feira (03). Às 18h, os(as) professores(as) Bené Valadares, Assis e Renata Câmara embalam a categoria com uma boa música. O programa contará com a presença do diretor do Sinpro Cleber Soares.

Renata Câmara é professora, já cantou com artistas conhecidos na cidade do Gama, como nosso saudoso Anísio, Assis negro gato, Francis, Júnior Canhoto, Jenis Bragança, entre outros e tem predileção pelo Rock’n’roll.

Assis, professor aposentado e ex-diretor do Sinpro, vai tocar violão para Renata cantar. Já Bené Valadares, músico versátil e com três CDs gravados, conta com um repertório dos mais variados estilos.

O programa Saber Viver em Casa é uma parceria do Sinpro-DF com a TV Comunitária, e é transmitido pelo canal 12 da NET e pelo Facebook e You Tube do Sinpro-DF.
Não perca: é nesta quarta (03), às 18h!

Assista e participe!
#FiqueEmCasa

NOTA DE PESAR | Valdivina da Conceição Candido Marques

É com imenso pesar que o Sindicato dos Professores no Distrito Federal (Sinpro-DF) vem a público noticiar o  falecimento da nossa querida companheira de luta Valdivina da Conceição Candido Marques, mais conhecida como Val. Val tinha alguns problemas de saúde e, infelizmente, foi diagnosticada com Covid-19.

O enterro será às 16h, no cemitério do Gama. Não haverá velório, mas aqueles que desejarem prestar uma última homenagem deverão seguir as seguintes recomendações; não aglomerar, manter distância, usar máscara e, em hipótese alguma, chegar próximo ao caixão.  

Val atuava na Escola Classe  (EC) 415 em Samambaia. Dedicada e responsável, fazia tudo com verdadeira doação e carinho. Era uma profissional exemplar, que tratava seus alunos com dedicação e comprometimento.

Filiada ao Sinpro desde 2001, sempre foi engajada na luta e participava de todas as assembleias, paralisações, greves e demais atividades convocadas pelo sindicato.

Nossa querida Val será sempre lembrada pelo profissionalismo, honestidade e competência. Neste momento de dor, a diretoria colegiada do Sinpro se solidariza aos familiares e amigos e deseja que Deus dê conforto para que possam enfrentar esta perda com serenidade.

Valdivina da Conceição Candido Marques , presente!

 

TV Sinpro desta terça (02) aborda Fundeb e Panorama Atual da Educação no Brasil

O programa TV Sinpro dessa terça-feira (02) debate dois temas de grande importância: o Fundeb e o Panorama Atual da Educação no Brasil. O programa, apresentado às 17h, terá como convidados o presidente da CNTE e diretor do SINTEPE (Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Pernambuco), Heleno Araújo, e a diretora de Políticas Educacionais do Sinpro, Berenice D’Arc.

O TV Sinpro é um programa transmitido, ao vivo, pela TV Comunitária, toda terça-feira, às 17h, pela página eletrônica do Sinpro-DF no Facebook, pelo canal 12 da NET e pelo site e fanpage da TV Comunitária.

Assista pelo Facebook do Sinpro-DF: facebook.com/sinprodf

 

As reprises são exibidas no decorrer da semana. Confira a programação:

Terças – 22h

Quartas – 18h30

Quinta – 13h30 e 22h30

Sábado – 13h

Domingo – 18h30

Nota de falecimento – Sebastião Lelis Ferreira

É com grande pesar e tristeza que a diretoria do Sinpro informa o falecimento do professor Sebastião Lelis Ferreira. O professor aposentado tinha 87 anos e durante sua trajetória de trabalho atuou como professor, vice-diretor e diretor de escolas no Plano Piloto, Cruzeiro, Paranoá, Sobradinho e Gama. Foi diretor do Complexo Escolar B de Brasília e Secretário de Educação de Unaí-MG.

O Sindicato dos Professores presta toda sua solidariedade à família e aos amigos neste momento de dor.

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